Os trabalhadores do Sistema Petrobrás nas bases da FUP aprovaram a proposta de Acordo Coletivo, conquistada durante o processo de mediação com o Tribunal Superior do Trabalho (TST).  A mobilização da categoria, que aprovou uma greve por tempo indeterminado, foi fundamental para fazer avançar a negociação.  O resultado das assembleias, com aprovação massiva da proposta, reforça a importância de uma organização sindical forte e com credibilidade no enfrentamento dos desafios que estão postos para a classe trabalhadora na atual conjuntura política.

Os petroleiros e petroleiras entenderam a importância de virar a página do Acordo e concentrar todos os nossos esforços na luta árdua que enfrentaremos para barrar as privatizações no Sistema Petrobrás.  

A confiança da categoria reflete a credibilidade da FUP e de seus sindicatos, não só na condução do processo de negociação com o TST, mas, principalmente, na defesa de pautas históricas, como a soberania e a democracia.  Credibilidade de quem denunciou e lutou contra o golpe, se mobilizou para impedir a quebra da Lei de Partilha e se posicionou na eleição presidencial contra o atual projeto político que está desmontando a nossa empresa e o país.

Os ataques que enfrentamos no governo Bolsonaro demonstram que estávamos do lado certo da história, enquanto muitos se omitiram.

Ao contrário de quem preferiu ficar em cima do muro, a FUP e seus sindicatos jamais titubearam diante do arsenal de ataques dos fascistas e dos que defendiam a neutralidade ou negavam a política.  Ocupamos as ruas e o Congresso Nacional, lutando até o último instante pela soberania e pela democracia.

A dura campanha reivindicatória que estamos concluindo evidenciou a importância de entidades sindicais com credibilidade para conduzir sem bravatas as lutas da categoria. Enfrentamos uma das mais difíceis negociações da nossa história e conseguimos preservar a essência de um Acordo Coletivo que tem sido referência para a classe trabalhadora no país e no exterior.

Após uma disputa árdua com a gestão Castello Branco, que tentou de tudo para acabar com o ACT, preservamos direitos que estão muito acima da CLT. Resistimos e ganhamos fôlego para uma luta que será ainda mais dura.

Na terça-feira, 05/11, a FUP e seus sindicatos voltam a se reunir para deliberar sobre a greve contra a privatização da Petrobrás.

Todo o nosso esforço agora estará concentrado nesta direção. Com organizações sindicais fortes e com credibilidade, conseguiremos lutar por empregos, direitos, pelo futuro da nossa empresa e das próximas gerações de petroleiros.

Sigamos em frente, pois o que a vida quer da gente é coragem.

[FUP]

Publicado em SISTEMA PETROBRÁS

Quase 80% dos petroleiros e petroleiras da Bahia aprovaram os indicativos da FUP e do Sindipetro Bahia, em assembleias que aconteceram de 27/10 a 1/11, em todas as unidades do Sistema Petrobrás no estado.

Desta forma, a segunda proposta intermediada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) para o Acordo Coletivo, acrescida dos itens propostos pela FUP, foi aprovada. Foram 1.278 (78,79%) votos a favor, 273 (16,83%) contra e 71 abstenções (4,38%).

O Acordo será assinado no dia 4/11 e os valores referentes ao reajuste serão retroativos ao mês de setembro. 

A suspensão da greve, que aconteceria no dia 26/10, caso não houvesse avanço nas negociações, também foi ratificada nas assembleias.

A significativa diferença de votos pela aprovação do ACT mostrou a confiança da categoria na direção sindical, que soube avaliar o cenário buscando a melhor solução para esse momento.

Entendemos que o ACT não é o que todos nós queríamos, mas é o melhor que pudemos conquistar e na oportunidade certa vamos recuperar tudo aquilo que, por ventura, foi perdido. Mas é importante ressaltar que o acordo coletivo da categoria petroleira continua sendo um dos melhores do Brasil, garantindo, entre outras coisas, a continuidade da paridade 70/30 da AMS, o que é muito importante, principalmente para os aposentados, que costumam usar mais o plano de saúde.

Assédio e pressão

A campanha reivindicatória da categoria foi marcada por situações atípicas, grande pressão da gerência, atitudes antissindicais da alta gestão da Petrobrás e pelo pedido por parte da empresa para a intermediação do TST.

Foi prevendo todo esse embate, devido à conjuntura política atual, que a FUP resolveu antecipar as  negociações. Foram quase quatro meses até a aprovação do ACT.

Superamos uma batalha, mas a guerra apenas começou. Há muito o que fazer, pois a ameaça da privatização e das demissões de trabalhadores concursados e terceirizados é cada vez mais real.

Por enquanto, os trabalhadores da Bahia estão protegidos devido à liminar obtida pelo Ministério Público do Trabalho que impede a transferência dos concursados para outros estados e, consequentemente, suspende as demissões dos terceirizados, uma vez que a Petrobrás está impedida de desmobilizar o edifício Torre Pituba.

Mas não podemos ficar de braços cruzados, dependendo da justiça. Só temos um caminho a  seguir: o da realização de uma greve.

Nesse sentido, estamos, juntamente, com a FUP e a categoria construindo esse movimento paredista, que deve acontecer no mês de novembro, para garantir os empregos e os postos de trabalho dos trabalhadores próprios e concursados.

[Via Sindipetro-BA]

 

Publicado em SINDIPETRO-BA

Na noite da quarta-feira, 30/10, a sede do Sindipetro Bahia, localizada no Jardim Baiano, em Nazaré, foi invadida e houve subtração de alguns objetos e documentos.

Em consequência desse fato, a sede da entidade sindical ficará fechada durante toda esta quinta-feira, 31/10, para a realização de perícia pela Polícia Civil e a devida apuração do fato ocorrido.

O Sindicato esclarece que o sistema de vigilância patrimonial foi acionado e as câmeras captaram, com nitidez, a imagem do invasor, já tendo todos os registros sido entregues à autoridade policial.

"Solicitamos a colaboração de todos para a identificação do invasor, até mesmo para que seja possível saber a real motivação do ato", destacou o sindicato.

A FUP se solidariza com os diretores e funcionários do Sindipetro Bahia e exige rigorosa apuração dos fatos.

Em nota, a CUT Bahia também repudiou o ataque sofrido pelo sindicato, cobrando a imediata apuração dos fatos e prisão dos culpados por subtração de objetos e documentos da entidade

“O SINDIPETRO BAHIA CONTINUARÁ SEU TRABALHO SEMPRE NA DEFESA DOS INTERESSES DA CATEGORIA E DE TODA SOCIEDADE, nada vai nos deter ou intimidar, nossa principal tarefa no momento é continuar defendendo a PETROBRÁS contra a privatização. Lutar e vencer a batalha pela sua permanência da estatal na Bahia junto com os empregos diretos e terceirizados. Não vamos parar de resistir e protestar, mesmo que isto esteja incomodando os traidores da pátria, destruidores de empregos, da economia, da democracia e da soberania nacional. Eles são os mesmos que têm interesses na entrega do maior símbolo e orgulho do país ao capital estrangeiro. O SINDIPETRO É DE LUTA E RESISTÊNCIA E A PETROBRÁS FICA NA BAHIA”, afirmou Cedro Silva, presidente da CUT Bahia.

Veja a abaixo  imagens do invasor captadas pela câmeras de segurança do Sindipetro:

 

 

Publicado em Movimentos Sociais

Na reta final para conclusão das assembleias nas bases da FUP, a proposta de Acordo Coletivo dos trabalhadores do Sistema Petrobrás, negociada pela Federação durante a mediação feita pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), está praticamente aprovada na grande maioria dos sindicatos filiados.

Três sindicatos já finalizaram as assembleias, com índices de aprovação do Acordo em torno de 90% (veja quadro abaixo). 

Em Macaé, no Norte Fluminense, 90% dos 1.220 trabalhadores das bases de terra da Petrobrás que participaram nesta quinta de assembleia realizada pelo Sindipetro-NF aprovaram a proposta conquistada pela FUP.

A consulta aos trabalhadores será encerrada nesta quinta à noite em algumas bases e na sexta (01/11), na maioria dos sindicatos que não concluíram as assembleias.

O resultado parcial, no entanto,já aponta para a aprovação do Acordo na grande maioria das bases da FUP.

Os ajustes conquistados na redação da proposta que o TST havia apresentado em setembro atendem a maioria dos pontos que foram referendados pelos petroleiros nas assembleias das bases da FUP, realizadas entre os dias 07 e 17 de outubro.

Respaldada pela greve aprovada pela categoria, a Federação pode avançar no processo de negociação com a Vice-Presidência do Tribunal e preservar a maioria das conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho.

Os ajustes feitos pelo TST foram encaminhados à FUP, aos sindicatos e à Petrobrás na última sexta-feira (25/10)

“Virar a página do ACT e centrar esforços na defesa da Petrobras”

“Nós temos que virar a página do Acordo Coletivo e centrar todos os nossos esforços na luta em defesa da Petrobrás. A proposta apresentada pela mediação do TST, mesmo que não seja a proposta dos nossos sonhos, nos garante direitos muito acima do que está previsto na lei e nos dá tranquilidade para passar por esse momento sombrio que estamos vivendo no país”, ressalta o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele explica que a greve contra a privatização da Petrobrás já foi definida pela Federação e seus sindicatos, cuja data deverá ser definida pelo Conselho Deliberativo da entidade em sua próxima reunião, marcada para o dia 05 de novembro. “Toda categoria e toda a sociedade irão tomar ciência da data que estaremos indicando para a greve contra a privatização da Petrobrás”, afirmou. 

Confira o quadro com a parcial das assembleias informadas à FUP até às 18h desta quinta-feira (31):

Sindipetro Amazonas

05 das 08 assembleias realizadas – 97% a favor do ACT; 1% de rejeição; 2% de abstenções

Sindipetro Rio Grande do Norte

07 das 10 assembleias realizadas – 94,25% a favor do ACT; 3,5% de rejeição; 2,25% de abstenções

Sindipetro Ceará/Piauí

08 das 14 assembleias realizadas – 80,18% a favor do ACT; 17,51% de rejeição; 2,3% de abstenções

Sindipetro Pernambuco/Paraíba

15 das 17 assembleias realizadas – 78% a favor do ACT; 19% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Bahia

22 das 27 assembleias realizadas – 76,10% a favor do ACT; 19,74% de rejeição; 4,16% de abstenções

Sindipetro Espírito Santo

Assembleias finalizadas – 90% a favor do ACT; 7% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Norte Fluminense

41 assembleias realizadas – mais de 85% a favor do ACT

Sindipetro Duque de Caxias

07 das 08 assembleias realizadas – 55,2% a favor do ACT; 37,7% de rejeição; 7,1% de abstenções

Sindipetro Minas Gerais

04 das 06 assembleias realizadas (Regap e Temelétrica) - 61% a favor do ACT; 32% de rejeição; 7% de abstenções.

Na Usina de Biodíesel de Montes Claros, será realizada uma assembleia à parte.

Sindiquímica Paraná

Assembleias finalizadas - 99,47% foram a favor do ACT.

Sindipetro Paraná/Santa Catarina

Assembleias finalizadas - 72% a favor do ACT; 23% de rejeição; 6% de abstenções

Os Sindipetros Unificado de São Paulo e Rio Grande do Sul divulgarão o resultado das assembleias quando forem concluídas nesta sexta-feira (01/11).

[FUP, com informações dos sindicatos]

 

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Publicado em Sistema Petrobrás

A proposta de Acordo Coletivo dos trabalhadores do Sistema Petrobrás, negociada pela FUP durante a mediação feita pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), está sendo aprovada pela categoria nas assembleias, conforme indicativo da Federação. Veja abaixo o quadro atualizado.

Os ajustes conquistados na redação da proposta que o TST havia apresentado em setembro atendem a maioria dos pontos que foram referendados pelos petroleiros nas assembleias das bases da FUP, realizadas entre os dias 07 e 17 de outubro.

Respaldada pela greve aprovada pela categoria, a Federação pode avançar no processo de negociação com a Vice-Presidência do Tribunal e preservar a maioria das conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho.

Os ajustes feitos pelo TST foram encaminhados à FUP, aos sindicatos e à Petrobrás na última sexta-feira (25/10)

“Virar a página do ACT e centrar esforços na defesa da Petrobras”

“Nós temos que virar a página do Acordo Coletivo e centrar todos os nossos esforços na luta em defesa da Petrobrás. A proposta apresentada pela mediação do TST, mesmo que não seja a proposta dos nossos sonhos, nos garante direitos muito acima do que está previsto na lei e nos dá tranquilidade para passar por esse momento sombrio que estamos vivendo no país”, ressalta o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele explica que a greve contra a privatização da Petrobrás já foi definida pela Federação e seus sindicatos, cuja data deverá ser definida pelo Conselho Deliberativo da entidade em sua próxima reunião, marcada para o dia 05 de novembro. “Toda categoria e toda a sociedade irão tomar ciência da data que estaremos indicando para a greve contra a privatização da Petrobrás”, afirmou. 

Confira o quadro com a parcial das assembleias informadas à FUP até às 18h desta quarta (30):

Sindipetro Amazonas

03 das 08 assembleias realizadas – 97% a favor do ACT; 0% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Rio Grande do Norte

05 das 09 assembleias realizadas – 95,30% a favor do ACT; 2,45 % de rejeição; 2,25% de abstenções

Sindipetro Ceará/Piauí

08 das 14 assembleias realizadas – 80,18% a favor do ACT; 17,51% de rejeição; 2,3% de abstenções

Sindipetro Pernambuco/Paraíba

15 das 17 assembleias realizadas – 79% a favor do ACT; 18% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Bahia

16 das 28 assembleias realizadas – 75,04% a favor do ACT; 21,48% de rejeição; 3,48% de abstenções

Sindipetro Espírito Santo

17 das 19 assembleias realizadas – 85% a favor do ACT; 11% de rejeição; 4% de abstenções

Sindipetro Norte Fluminense

19 assembleias realizadas – 82,79% a favor do ACT; 15,08% de rejeição; 2,13% de abstenções

Sindipetro Duque de Caxias

05 das 08 assembleias realizadas – 51,3% a favor do ACT; 42,4% de rejeição; 6,3% de abstenções

Sindipetro Minas Gerais

02 das 07 assembleias realizadas - 62% a favor do ACT; 30% de rejeição; 8% de abstenções

Sindiquímica Paraná

Assembleias concluídas na terça (29) - 99,47% foram a favor do ACT.

Os Sindipetros Unificado de São Paulo, Paraná/Santa Catarina e Rio Grande do Sul divulgarão o resultado das assembleias quando forem concluídas.

 

[FUP, com informações dos sindicatos]

 

 

Publicado em Sistema Petrobrás

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás nas bases da FUP seguem aprovando a proposta de Acordo Coletivo apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho na última sexta-feira (25/10)

Na Araucária Nitrogenados, os petroquímicos concluíram na note desta terça (29) as assembleias, com apenas um voto contrário ao acordo conquistado pela FUP no processo de mediação com o TST.

Nas unidades dos Sindipetros Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco/Paraíba, Bahia, Espírito Santo, Duque de Caxias, Norte Fluminense, Unificado de SP e Ceará/Piauí, o indicativo da FUP de aceitação da proposta também está sendo aprovado massivamente na maioria das assembleias.

As assembleias prosseguem até sexta-feira (01/11).

Confira o quadro com a parcial das assembleias realizadas até às 19h desta terça (29):

Sindipetro Amazonas

02 das 08 assembleias realizadas – 98% a favor do ACT; 0% de rejeição; 2% de abstenções

Sindipetro Rio Grande do Norte

04 das 09 assembleias realizadas – 93,99% a favor do ACT; 3,30 % de rejeição; 2,70% de abstenções

Sindipetro Ceará/Piauí

08 das 14 assembleias realizadas – 80,18% a favor do ACT; 17,51% de rejeição; 2,3% de abstenções

Sindipetro Pernambuco/Paraíba

10 das 17 assembleias realizadas – 86% a favor do ACT; 11% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Bahia

10 das 28 assembleias realizadas – 74,24% a favor do ACT; 22,28% de rejeição; 3,48% de abstenções

Sindipetro Espírito Santo

12 das 18 assembleias realizadas – 85% a favor do ACT; 12 de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Norte Fluminense

17 das 25 assembleias realizadas – 85,03% a favor do ACT; 11,98% de rejeição; 2,99% de abstenções

Sindipetro Duque de Caxias

04 das 08 assembleias realizadas – 50,8% a favor do ACT; 42,9% de rejeição; 6,3% de abstenções

Sindipetro Minas Gerais

Sem informações

Sindipetro Unificado de São Paulo

06 das 35 assembleias realizadas – 75,74% a favor do ACT

Sindipetro Paraná/Santa Catarina

Sem informações

Sindiquímica Paraná

Assembleias concluídas nesta terça (29) - 99,47% foram a favor do ACT.

Sindipetro Rio Grande do Sul

Sem informações

[FUP, com informações dos sindicatos filiados] 

Publicado em Sistema Petrobrás

[Última atualização às 16:31 de 29/10]

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás nas bases da FUP seguem aprovando a proposta de Acordo Coletivo apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho na última sexta-feira (25/10). As assembleias prosseguem até sexta-feira (01/11).

Nas baes dos Sindipetros Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco/Paraíba, Bahia, Espírito Santo, Duque de Caxias, Norte Fluminense, Unificado de SP, Ceará/Piauí e Sindiquímica-PR, o indicativo da FUP de aceitação da proposta está sendo aprovado massivamente na maioria das assembleias.

Mais de 80% dos trabalhadores do AM, RN, PE/PB, ES, NF, CE/PI e Unificado SP estão referendando o acordo conquistado pela FUP no processo de mediação com o TST.

Na assembleia realizada na manhã desta terça-feira (29) com os trabalhadores da Araucária Nitrogenados, os indicativos da FUP foram aprovados por unanimidade. À noite, o sindicato realiza a última consulta aos petroquímicos.

Nos sindicatos do Paraná/Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o resultado das assembleias só será divulgado quando forem concluídas.

No Sindipetro Minas Gerais, os petroleiros iniciaram a greve no sábado (26) e estão em assembleia para avaliar a suspensão do movimento e deliberar sobre a proposta do TST.

Negociação impulsionada pela aprovação da greve

Os ajustes conquistados na redação da proposta que o TST apresentou em setembro atendem a maioria dos pontos que foram referendados pela categoria nas assembleias das bases da FUP, realizadas entre os dias 07 e 17 de outubro.

Respaldada pela greve aprovada pelos petroleiros, a Federação pode avançar no processo de negociação com a Vice-Presidência do Tribunal e preservar a grande maioria das conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho (veja quadro abaixo).

“Virar a página do ACT e centrar esforços na defesa da Petrobras”

“Nós temos que virar a página do Acordo Coletivo e centrar todos os nossos esforços na luta em defesa da Petrobrás. A proposta apresentada pela mediação do TST, mesmo que não seja a proposta dos nossos sonhos, nos garante direitos muito acima do que está previsto na lei e nos dá tranquilidade para passar por esse momento sombrio que estamos vivendo no país”, ressalta o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele explica que a greve contra a privatização da Petrobrás já foi definida pela Federação e seus sindicatos, cuja data deverá ser definida pelo Conselho Deliberativo da entidade em sua próxima reunião, marcada para o dia 05 de novembro. “Toda categoria e toda a sociedade irão tomar ciência da data que estaremos indicando para a greve contra a privatização da Petrobrás”, afirmou.

[FUP]

 

Publicado em Sistema Petrobrás

A categoria petroleira, na Bahia, em assembleias que começaram no domingo, 27/10, está aprovando os indicativos da FUP de aceitação da nova proposta intermediada pelo TST, após a inclusão de itens propostos pela Federação.

Os petroleiros também estão ratificando a decisão da suspensão da greve que seria iniciada no sábado 26/10, caso não houvesse avanços na negociação.

Os trabalhadores também estão aprovando a realização de uma greve, caso a direção da Petrobrás volte atrás e não  cumpra com o último acordo intermediado pelo TST, que só foi alcançado devido à mobilização da categoria e os esforços da FUP de dar continuidade às negociações.

As assembleias vêm sendo marcadas por muito debate e defesas contra e a favor dos indicativos da Federação e do Sindipetro Bahia. A categoria tem se mostrado disposta a participar das mobilizações e bastante preocupada com o futuro da Petrobras no Nordeste.

A categoria vem concordando com a direção do Sindipetro e a FUP de que é preciso virar a página do ACT para focar no que é mais importante: a luta para garantir os empregos e os postos de trabalho, seja de trabalhadores próprios ou terceirizados.

No edifício Torre Pituba, a assembleia foi marcada por muitas perguntas e pedidos de esclarecimentos feitos pelos trabalhadores. Foram cerca de três horas de debate antes da votação.

Veja abaixo como votaram os trabalhadores, por unidade, até o momento:

Torre Pituba

Votação do Indicativo da FUP aprovação acordo e suspensão da greve:

A favor – 350

Contra – 158

Abstenções – 07

 Indicativo de greve em caso de não assinatura:

A favor – 291

Contra – 85

Abstenções – 13

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Votação em bloco do Indicativo da FUP:

A favor – 97

Contra – 05

Abstenções – 03

 FAFEN ( UTE RA- BA 1)  Grupo D

Ratificar a suspensão da greve

A favor –  11

Contra – 06

Abstenção – 01

Aprovação da proposta de TST

A favor – 05

Contra – 12

Abstenção  -01

 Aprovação da Greve caso a Petrobras rejeite a proposta do TST

A favor – 11

Contra – 01

Abstenção-  07

 Veja abaixo, os pontos que foram assegurados e que proporcionaram uma melhoria no ACT

> Reajuste da AMS pelo índice VCMH, a partir de março de 2020, limitando em 30% a participação dos trabalhadores no custeio do plano.

> Garantir que a implantação do turno de 12h nas bases de terra seja feita somente mediante negociação regional entre a Petrobrás e os sindicatos.

> Limitar as horas extras a 2h por jornada; o excedente terá 50% pagos e o os outros 50% destinados ao banco de horas; criação de um Grupo de Trabalho Paritário para definir limites do banco de horas.

> Incorporação da cláusula que já consta no ACT da Transpetro sobre recolhimento e repasse das mensalidades sindicais

> Compromisso do TST em manter o mesmo teor da proposta de Acordo Coletivo para as subsidiárias e Araucária Nitrogenados

 Na Bahia, as assembleias prosseguem até a sexta-feira, 01/11 e serão realizadas em todas as unidades do Sistema Petrobrás.

 Clique aqui para ver o calendário de assembleias

[Via Sindipetro-BA]

 

Publicado em Sistema Petrobrás

Os sindicatos da FUP estão realizando assembleias para que os trabalhadores do Sistema Petrobrás avaliem a proposta de Acordo Coletivo apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho na última sexta-feira (25/10).

As primeiras consultas feitas aos trabalhadores apontam a aprovação da proposta nas bases do Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco/Paraíba, Bahia, Espírito Santo, Duque de Caxias e Norte Fluminense.

Nos sindicatos do Paraná/Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o resultado das assembleias só será divulgado quando forem concluídas.

No Sindipetro Ceará/Piauí, o resultado parcial não foi divulgado.

No Sindipetro Unificado-SP e no Sindiquímica-PR, as assembleias ainda serão iniciadas.

No Sindipetro Minas Gerais, os petroleiros iniciaram a greve no sábado (26) e realizam assembleia nesta segunda (28) para avaliar a suspensão do movimento e deliberar sobre a proposta do TST.

Negociação impulsionada pela aprovação da greve

Os ajustes conquistados na redação da proposta que o TST apresentou em setembro atendem a maioria dos pontos que foram referendados pela categoria nas assembleias das bases da FUP, realizadas entre os dias 07 e 17 de outubro.

Respaldada pela greve aprovada pelos petroleiros, a Federação pode avançar no processo de negociação com a Vice-Presidência do Tribunal e preservar a grande maioria das conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho (veja quadro abaixo).

“Virar a página do ACT e centrar esforços na defesa da Petrobras”

“Nós temos que virar a página do Acordo Coletivo e centrar todos os nossos esforços na luta em defesa da Petrobrás. A proposta apresentada pela mediação do TST, mesmo que não seja a proposta dos nossos sonhos, nos garante direitos muito acima do que está previsto na lei e nos dá tranquilidade para passar por esse momento sombrio que estamos vivendo no país”, ressalta o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele explica que a greve contra a privatização da Petrobrás já foi definida pela Federação e seus sindicatos, cuja data deverá ser definida pelo Conselho Deliberativo da entidade em sua próxima reunião, marcada para o dia 05 de novembro. “Toda categoria e toda a sociedade irão tomar ciência da data que estaremos indicando para a greve contra a privatização da Petrobrás”, afirmou.

[FUP | Foto: Milly Lima - Sindipetro-BA]

Publicado em Sistema Petrobrás

A categoria petroleira está em período de assembleias para avaliar os indicativos de aceitação da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho apresentada pelo TST, conquistada após aprovação da greve que começaria no último dia 26.

As próximas assembleias serão na sede do sindicato em Campos dos Goytacazes, nesta quarta, 30, às 10h, e no Ginásio do Juquinha, em Macaé, na quinta, 31, com fechamento dos portões às 10h (reunindo as bases de Imbetiba, Imboassica e Edinc).

Os grupos de Cabiúnas realizam assembleias desde a sexta, 25. Realizaram os grupos E, C e D. Ainda têm assembleias os grupos B, A e ADM (veja calendário abaixo). Os petroleiros e petroleiras das plataformas participam de assembleias nos aeroportos de Campos (Bartolomeu Lisandro), Heliporto do Farol e Cabo Frio até o dia 01 de novembro.

Em vídeo divulgado para a categoria (aqui), o coordenador geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, destacou que a proposta apresentada pela mediação do TST, fruto da pressão dos trabalhadores por meio da aprovação massiva da greve, trouxe o grande avanço de abranger a todas as empresas do sistema Petrobrás e garante uma espécie de guarda-chuva de proteção a direitos para que a categoria siga em luta.

“Nós sabemos que o Acordo Coletivo de Trabalho não foi o ideal. Porém, neste momento de fascismo em que vive o nosso país, nós vamos ter mais segurança para fazer as lutas que seguem. Uma grande greve vai vir no momento seguinte. E nós contamos do com todos. Porque a defesa do Brasil não é simplesmente a nossa defesa enquanto petroleiros e petroleiras. É a defesa do povo brasileiro, da soberania nacional e das futuras gerações”, afirmou Bezerra.

Indicativos

1) Aprovação da proposta apresentada pelo TST no dia 25/10, com suspensão da greve convocada para a 00h01 do dia 26/10/2019;
2) Se a Petrobrás não aprovar até o dia 03/11 a nova proposta apresentada hoje pelo TST, a greve pelo Acordo Coletivo será retomada, em data a ser posteriormente definida pela FUP.

Calendário de Assembleias

25/10 – Cabiúnas – 23h – grupo E
26/10 – Cabiúnas – 15h – grupo C
27/10 – Cabiúnas – 7h – grupo D
28/10 a 01/11 – Assembleias nos aeroportos de Farol, Cabo Frio e Campos
30/10 – Sede de Campos – 10h
31/10 – Ginásio do Juquinha – Imbetiba, Imboassica e Edinc – Fechamento dos portões às 10h
31/10 – Cabiúnas – 23h – grupo B
01/11 – Cabiúnas – 07h – Grupo A e ADM

[Via Sindipetro-NF | Foto: assembleia no Ginásio Juquinha dia 15/10]

Publicado em SINDIPETRO-NF
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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