Revitalização do setor naval

Navios gaseiros fortalecem soberania energética e impulsionam empregos no país

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Construção das embarcações consolida a retomada da indústria naval, fortalece a soberania energética e impulsiona o desenvolvimento com empregos e renda 

[Da comunicação da FUP]

“A construção dos gaseiros é estratégica para aumentar a oferta de gás natural, fortalecer a transição energética e, principalmente, gerar empregos e renda no país.” A afirmação é de Míriam Cabreira, diretora da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e presidenta do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro-RS), ao destacar que a iniciativa consolida a retomada da indústria naval, fortalece a soberania energética e reafirma o papel da Petrobrás como indutora do desenvolvimento nacional.

A declaração foi feita na última terça-feira (20), em Rio Grande (RS), durante a assinatura dos contratos do Programa Mar Aberto, do Governo Federal, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O eventou foi acompanhado pela FUP e pelo Sindipetro-RS.

A iniciativa da Petrobrás, por meio da Transpetro, prevê R$ 2,8 bilhões em investimentos e a geração de mais de 9 mil empregos diretos e indiretos nos estados do Rio Grande do Sul, Amazonas e Santa Catarina, marcando a retomada das encomendas da indústria naval brasileira após quase uma década de paralisação.

“A Petrobrás é a empresa brasileira mais extraordinariamente importante. A melhor coisa que nós criamos foi a Petrobrás. E a Petrobrás, aos poucos, vai se transformando numa empresa de energia. Cada vez mais ela vai se transformando numa empresa de energia. Porque esse país precisa ter a seguinte decisão: nós precisamos construir uma soberania energética. A gente não pode ficar dependendo de nenhum país do mundo e de tecnologia de outros países”, declarou o presidente Lula.

No Rio Grande do Sul, o Estaleiro Rio Grande será responsável pela construção dos navios gaseiros, concentrando cerca de R$ 2,2 bilhões em investimentos e a criação de até 3.200 postos de trabalho. Para a FUP, a retomada da construção dessas embarcações fortalece a soberania energética do país, reduz a dependência externa no transporte de gás e reativa cadeias produtivas estratégicas para o desenvolvimento regional.

Confira a fala de Miriam Cabreira: