Privatizada no governo Bolsonaro, refinaria foi transformada em depósito. Em notificação enviada aos gestores, a ANP deu um ultimato: se a unidade não voltar a operar perderá a autorização de refino
[Com informações da comunicação do Sindipetro AM]
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) notificou esta semana a REAM, Refinaria do Amazonas (antiga Reman) com um ultimato: ou unidade volta a operar ou perde autorização de refino. A agência deu prazo de 30 dias para que a refinaria privatizada por Bolsonaro cumpra as suas funções.
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“Queremos que a Petrobrás volte ao refino no Amazonas. Não podemos aceitar que o petróleo saído de Urucu esteja fazendo uma viagem até São Paulo para ser refinado, enquanto temos uma refinaria aqui na região, mas que parou de refinar desde o ano passado”, informou o Sindipetro Amazonas. Veja abaixo o documento da ANP.
REAM - SEI_ANP - 5310059 - Ofício 03 de outubro de 2025“A população amazonense é a que paga mais caro na gasolina em todo o Brasil. A Petrobrás precisa voltar ao refino para atender as demandas da população. E hoje, a Ream serve apenas de depósito”, explicou o Sindipetro AM, em seu perfil no instagram.