Antônio Francisco Fernandes, Antônio Pio Sales, Antônio Ricardo Pessanha Barretto, Carmélio Pimenta do Nascimento, Claudio Luis Pacheco Santos, Daniel Fortunato, Edson Rodrigues Simões, Everton Gomes da Silveira, Flávio Pereira de Souza, Gecildo Laerte Braga, Geneci da Silva, Hélio Cerqueira, Jonas dos Santos Coutinho, José Carlos Diniz, José Carlos Ferreira, José Renato Lopes Lima, Lédio de Carvalho Gonçalves, Luís Carlos Barbosa, Marcos Rogério Medeiros Queitos, Marcos Teixeira Cortes, Murilo Machado, Nelson Luiz de Oliveira Souza, Paulo Jorge de Oliveira, Paulo Roberto Barreto Lima, Richard Takahashi, Rigott Marcelino Barbosa e Rômulo Magno Ribeiro Lima, Aldemir Soares da Silva, Álvaro Cabral, Carlos Henrique Cabral, Gelson Gueiros Campinho, José Manoel de Oliveira, Roberto de Souza, Salomão Souza Godinho e Valcir Brandão Gonçalves, Gilberto Raimundo da Silva e Luís Conrado Luber.

Morreram há 35 anos, vitimas do pior acidente de trabalho da Petrobrás ocorrido na plataforma Enchova na Bacia de Campos, 37 petroleiros morreram e 19 ficaram feridos durante a queda de uma das baleeiras, que retirava os trabalhadores da unidade.

A embarcação, lotada com 50 petroleiros, teve um dos cabos enroscados na estrutura de suporte, o que provocou uma descida irregular e, em seguida, a queda no mar de uma altura de 30 metros. Os que sobreviveram ficaram permanentemente marcados pela memória do terror que viveram.

O acidente de Enchova ocorreu em 16 de agosto de 1984, provocado por um vazamento seguido de explosão. Na época, o sindicato dos engenheiros denunciou como causa dessa tragédia as péssimas condições de trabalho e a política de metas de recordes de produção impostas pelas gerências.

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Na próxima sexta-feira, 16, termina o prazo para que possíveis compradores se credenciem, na fase não vinculante, para compra de ativos nos segmentos de Gás Natural e Refino, disponibilizados no programa de desinvestimento da companhia, na verdade, entrega do nosso patrimônio. Neste pacote estão as refinarias Alberto Pasqualini ( REFAP), no Rio Grande do Sul, Presidente Getúlio Vargas ( REPAR), no Paraná, Landulpho Alves ( RLAM), na Bahia, e Abreu e Lima ( RNEST), em Pernambuco, além da Liquigás. O desinvestimento na área de refino inclui toda a infraestrutura do entorno, contemplando dutos e terminais.

O ato terá início às 11h, no Edifício Sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro. A manifestação tem como objetivo denunciar a venda das refinarias da Petrobrás anunciada pela direção da estatal, assim como os prejuízos para o Brasil com a política de preços de combustíveis adotada pela empresa, de reajuste com maior periodicidade.

Grande parte da cadeia produtiva da indústria do petróleo está sendo adquirida pelos concorrentes da Petrobrás por obra deste governo entreguista e de sua direção na empresa, encabeçada por Roberto Castello Branco, um rentista neoliberal oriundo da Escola de Chicago.

O anúncio de venda de quatro refinarias, de um total de oito, a venda das malhas de dutos (NTS e TAG), da BR Distribuidora, da Liquigás, a hibernação das FAFENs e a intenção de venda da Transpetro, principal empresa de logística da Petrobrás, praticamente restringe a companhia somente ao ramo de extração do petróleo, abandonando o conceito de uma empresa de energia integrada.

Vale lembrar que refino e logística, incluindo, distribuição, perfazem 60,9% da fonte de receitas da Petrobrás. Ou seja, Bolsonaro, Paulo Guedes e Castello Branco querem deixar a Petrobrás operando somente com 30% de sua fonte de receitas obtidas através do E&P. Alguém tem ideia do custo social que isso terá com milhares de desempregados?

Mais entrega: a agenda se acelera

A Petrobrás deverá lançar, ainda em setembro, as etapas de divulgação (teasers) para venda dos 10% restantes de suas participações na Nova Transportadora do Sudeste (NTS) e Transportadora Associada de Gás (TAG), além do segundo pacote de refino, composto pela Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná e pelas refinarias Gabriel Passos ( REGAP), em Minas Gerais, Isaac Sabbá ( REMAN), no Amazonas, e Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR), no Ceará. O planejamento de 2019 poderá incluir a ainda a divulgação do teaser da Gaspetro, no mês de dezembro. E, para o primeiro trimestre de 2020, está prevista a venda da fatia de 51% da Petrobras na Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG). O processo depende ainda da conclusão da chamada pública da ANP para contratação de capacidade de transporte de gás natural, referente ao gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol).

Participe do ato através do Facebook da FUP, que irá transmitir ao vivo a partir das 12h. 

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Na última reunião de negociação do ACT, realizada no dia 8, a gerência de RH perguntou qual é a essência do nosso Acordo Coletivo. A primeira e mais importante é que ele é coletivo e negociado pelos representantes sindicais para todos os trabalhadores do Sistema Petrobrás. Composto por direitos específicos dos riscos desta profissão, que foram conquistados ao longo dos anos, que a CLT não consegue garantir. Nosso ACT é a segurança que iremos voltar para nossa família em segurança, após uma jornada de trabalho.

A gestão da Petrobrás tem claras obrigações a cumprir com o mercado financeiro, tendo como objetivo somente aumentar os lucros dos acionistas. E não cabe ao empregado escolher se quer empregos ou direitos. Esta é a linha do governo Bolsonaro, que estrangula os trabalhadores em favor do Deus mercado.

O nosso Acordo Coletivo não caiu do céu e nem foi uma benção divina. Ele foi construído por cada trabalhador desta empresa por décadas. Se hoje temos um dos acordos mais completos, é por que conquistamos com muita luta. O mercado não sabe o que é estar exposto a agentes químicos diariamente, não imagina passar 15, 20, 30 dias sem ver os filhos, ou ter que programar todos os aniversários, Natal e ano novo de acordo com a tabela de turno.

Hoje, a gestão da Petrobrás nos apresenta um acordo com vencimento de um ano. Se em seis meses de governo já perdemos a BR, vários campos do pré-sal, plataformas, oito refinarias estão oferecidas para venda, qual a garantia que um acordo como este nos dá? O que será dos trabalhadores em setembro de 2020?

Esta proposta de ACT apresentada pela Petrobrás não é a escolha dos empregos no lugar dos direitos, é o fim da Petrobrás. É uma carta assinada pelos petroleiros de privatização total da empresa. É a garantia para o mercado, que no final da validade do acordo, a empresa poderá ser vendida sem os empregados.

Não queremos empregos por empregos, queremos a garantia de que iremos daqui um, cinco, dez anos, estar trabalhando em uma empresa sólida, pública, que abastece a energia de forma integrada para os brasileiros. O acordo é coletivo e sem Petrobrás não há empregos pelos quais lutar. Mais que nunca, este é o momento dos petroleiros mostrarem a força da nossa categoria.

[FUP]

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Em reunião com o movimento sindical petroleiro, a gestão da Petrobrás apresentou a sua terceira contraproposta para o Acordo Coletivo de Trabalho, que afirma ser a “final”.

A empresa mantém uma série de cortes de direitos, além de prever reajuste salarial abaixo da inflação. A FUP reúne seu Conselho Deliberativo no próximo dia 13, no Rio, para definir encaminhamentos para a Campanha Reivindicatória.

Há previsão de redução de horas extras, que só serão pagas quando a gestão entender conveniente, além de fim do mesmo percentual do engajado em regime especial para os empregados administrativos.

A empresa também quer implementar a Resolução 23, acabando com o direito ao plano de saúde para quem entrar na empresa e para quem se aposentar.

São previstos ainda o fim da PLR (que passa a ser destinada apenas àqueles definidos pela gestão), o fim do adiantamento do 13º Salário e o fim do pagamento das férias em até dois dias antes do início do gozo.

Há cortes como o fim de novas adesões ao Programa Jovem Universitário, o fim do apoio de adaptação da companhia para os trabalhadores que voltam após doença ocupacional ou acidente e o fim de hospedagem e diária para empregados em treinamento na sua lotação — além de retirada de cláusulas sobre organização sindical e redução do tempo de vigência do acordo para um ano.

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O anúncio dos resultados da Petrobrás no segundo trimestre de 2019 está sendo festejado pelos gestores da empresa, pelo governo e pelo mercado. Não poderia ser diferente.  Os R$ 18,8 bilhões que a Petrobrás “lucrou” foram obtidos às custas da entrega do patrimônio público, projeto principal da equipe econômica do governo Bolsonaro.

Não por acaso, no mesmo dia do fechamento do balanço da empresa, o ministro do mercado, Paulo Guedes, voltou a repetir que seu objetivo é “vender todas as estatais federais”.

Segundo o INEEP, somente neste segundo trimestre do ano, a Petrobrás aumentou os seus desinvestimentos em US$ 12,7 bilhões, a partir da venda da Transportadora Associada de Gás (TAG), de campos de petróleo e de ativos no exterior, como a Refinaria de Pasadena e o complexo de distribuição de derivados no Paraguai.

Os números do balanço da Petrobrás comprovam a relação direta entre os resultados operacionais e financeiros da empresa e a política de privatização e desinvestimentos, cujo foco é única e exclusivamente gerar lucros para os acionistas e para o sistema financeiro.

Sem investimentos, a produção de petróleo segue estagnada. Entre os segundos trimestres de 2018 e 2019, a produção de óleo e gás caiu 1%, passando de 2,66 milhões de barris por dia para 2,63 milhões de boe/dia.

Para piorar, a gestão da Petrobras tornou a reduzir o plano de investimentos, que caiu de US$ 16 bilhões para US$ 11 bilhões. Segundo o INEEP, a empresa está postergando as atividades de perfuração, o que irá “retardar a exploração e produção de poços com alto potencial de receita” e deixar a companhia “cada vez mais refém dos movimentos internacionais do barril do petróleo e da produção do pré-sal que, diga-se de passagem, ainda não tem sido capaz de alavancar a produção nacional em função da postergação de novos investimentos e do abandono dos campos maduros”.

As refinarias também continuam produzindo com baixa carga. A produção de derivados caiu 4,1% entre o segundo trimestre de 2018 e o segundo trimestre de 2019, passando de 1,841 milhões de barris processados por dia para 1,765 milhões de barris.

Além de servir como álibi para tentar justificar a venda das refinarias, a redução proposital da carga do parque de refino beneficia as importadoras de derivados, que despejam no mercado brasileiro combustíveis trazidos de fora, se aproveitando da política de preços internacionais que é praticada aqui pela Petrobrás. E quem paga a conta dessa equação é o consumidor.

Outra consideração que precisa ser feita em relação aos resultados da Petrobrás é que a empresa continua se beneficiando de fatores externos, como o dólar e o preço do barril do petróleo. Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2019, o BRENT aumentou 9%, passando de US$ 63,20 para US$ 68,82, e o dólar subiu 4%, variando de R$3,77 para R$ 3,92.

Ao reduzir o tamanho econômico e a importância política da Petrobrás, a gestão Bolsonaro intensifica a desnacionalização do setor de óleo e gás, colocando para escanteio a indústria nacional, que já está nas cordas em função do desmonte promovido pela Lava Jato. Prejuízo para a sociedade e lucro para os acionistas e investidores estrangeiros.

Quem paga essa conta são milhões de brasileiros desempregados, jovens e adultos sem perspectivas de um futuro digno.

Quem paga a conta são as famílias que foram obrigadas a voltar a cozinhar com lenha ou carvão por causa do preço exorbitante do botijão de gás.

Quem arca com essa conta são os caminhoneiros que continuarão pagando caro pelo diesel importado dos Estados Unidos.

Quem paga a conta é a classe média, que continuará consumindo uma das gasolinas mais caras do planeta.

Quem paga a conta são as crianças e as próximas gerações de brasileiros, que correm o risco de viver em um país sem soberania energética, rico em petróleo, mas dependente e refém das nações estrangeiras.

Enquanto isso, os mercadores festejam os bilhões que lucram com o maior desmonte de uma empresa petrolífera já visto no mundo. Um recorde, de fato.

[FUP]

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O Sindipetro-NF realizou na manhã desta quinta, 1, um trancaço no Terminal de Cabiúnas em Macaé, que reuniu cerca de 500 trabalhadores durante três horas. A atividade faz parte de um chamado da FUP e dos sindicatos petroleiros, para realização de atos nacionais na luta por um Acordo Coletivo digno e contra o desmonte do Sistema Petrobrás.

Segundo o Coordenador Geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, o motivo do protesto é a privatização da empresa e por não ter avanços no acordo coletivo com a Petrobras. “Estamos protestando contra todos os ataques e redução de direitos que estão sendo feitos pelo atual governo e a gestão da estatal. Não vamos aliviar! Vamos continuar a luta, porque juntos somos mais fortes” – disse Tezeu.

O Coordenador Geral da FUP, José Maria Rangel, também esteve em Cabiúnas. E lembrou que o Acordo Coletivo da Petrobrás também atinge os terceirizados e contratados, fazendo uma alusão ao fundo garantidor na cláusula 101 . “O nosso Acordo Coletivo tem alguma cláusulas que tentam pelo menos dar dignidade aos trabalhadores terceirizados e que a Petrobrás quer retirar, porque incomoda. Nós queremos garantir que o FGTS e o INSS seja recolhido e que o trabalhador receba suas verbas rescisórias no final dos contratos”.

Rangel também reforçou está acontecendo o que desde 2015 os petroleiros vem alertando a sociedade que após o golpe seria feita a reforma trabalhista, que iriam caçar os direitos dos trabalhadores, iam mexer na previdência  e que o Brasil se tornaria uma terra de ninguém. “As pessoas precisam, no mínimo, se indignar com isso. Não é possível continuarmos vivendo num país com quase 30 milhões de desempregados!”

Os sindicatos petroleiros estão realizando atos desde terça, 30, nas principais bases da Petrobrás. Primeiro nas unidades da Transpetro. Ontem, 31, a luta foi concentrada nas refinarias e fábricas de fertilizantes nitrogenados, com ampla participação da categoria. E hoje e amanhã acontecem nas áreas de E&P, termoelétricas, usinas de biodiesel e bases administrativas.

Os petroleiros lutam pela manutenção dos direitos e empregos, conforme assegurado pelo atual Acordo Coletivo. Para a categoria petroleira a preservação do ACT está diretamente ligada ao enfrentamento contra a desintegração do Sistema Petrobrás e privatização das unidades, como querem os gestores da empresa.

Fundo Garantidor

Cláusula 101 – Contratos de Prestação de Serviços – A companhia compromete-se em exigir das empresas contratadas para prestação de serviços comprovante de caução, pagamento de seguro-garantia, fiança bancária ou outra garantia suficiente e adequada, para cobertura de verbas trabalhistas e rescisórias, no prazo de 10 dias contados da data de assinatura do contrato, em percentual equivalente até 5% do seu valor global ou da parcela de mão de obra referente ao serviço prestado, com validade de 60 dias após o termino da vigência do contrato.

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em Sistema Petrobrás

Seguindo o calendário de mobilizações da FUP, o Sindipetro realizou na manhã dessa quarta-feira (31) uma mobilização de duas horas em frente à Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN Bahia.

A atividade, que acontece em nível nacional, marca a posição da categoria petroleira contra a intransigência da atual gestão da Petrobrás que insiste em retirar direitos dos trabalhadores, ameaça com demissões e oferece um reajuste salarial de 1% , muito menor do que a inflação do período.

A mobilização também mostra a união da categoria e disposição para a luta em defesa do Sistema Petrobrás.

A FAFEN ainda não foi fechada pela Petrobrás por conta de uma liminar e das diversas mobilizações e ações judiciais ajuizadas pelo Sindipetro Bahia.

Se a fábrica encerrar suas atividades muitos trabalhadores serão demitidos porque diversas empresas do Polo, que dependem dos insumos fabricados pela FAFEN, vão ter dificuldades de se manterem, podendo levar à desindustrialização desse complexo industrial.

“Não é a primeira vez que a fábrica de fertilizantes é ameaçada, mas da mesma forma como aconteceu no passado, temos, sim, possibilidade de reverter a decisão da Petrobrás. Mas isso só acontecerá com a união e mobilização da categoria” ressaltou a diretoria do Sindipetro, durante a mobilização.

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Os petroleiros da Bahia participaram de mais um dia de luta em defesa do Sistema Petrobrás, nessa quinta-feira , 01/08. Dessa vez a mobilização, que começou às 7h e durou cerca de duas horas, aconteceu na base de Taquipe, em São Sebastião do Passé.

A atividade, que acontece em nível nacional em uma ação conjunta com 18 sindicatos, marca a posição da categoria petroleira contra a intransigência da atual gestão da Petrobrás que insiste em retirar direitos dos trabalhadores, ameaça com demissões e oferece um reajuste salarial de apenas 1%.

Durante o ato, diversas lideranças do sindicato alertaram a categoria para os perigos e ameaças que os trabalhadores estavam enfrentando e convocaram os trabalhadores a participarem das mobilizações e da greve que está sendo organizada.

O coordenador do Sindipetro chamou a atenção durante o seu discurso ao dizer que a privatização da Petrobrás irá acarretar em uma precarização das condições de trabalho e que não irá resolver os atuais problemas da empresa.

“Podemos nos lembrar qual era o argumento dois anos atrás para privatizar. Diziam que a empresa estava endividada e que precisava vender os ativos. […] Venderam quase US$ 20 bilhões e podemos perceber que quase não mudou o cenário. Fica claro que não é privatizando, vendendo o patrimônio nacional, precarizando as condições de trabalho que vão resolver o problema da dívida”, conclui.

O diretor do Sindipetro, Leonardo Urpia, disse que o atual cenário da Petrobras faz parte de um projeto político iniciado em 2016 e que torna o Brasil dependente internacionalmente.

“Colocar a Petrobras para ser apenas gestora do pré sal, é um crime. Ao vender a BR Distribuidora, esse desgoverno coloca a indústria nacional de petróleo na contramão do primeiro ensinamento de gestão de petróleo que é ter controle da sua distribuição”, critica.

A diretora do Sindipetro Bahia, Christiane Barroso, também pontuou sobre as dificuldades que os trabalhadores estão enfrentando e fez um paralelo com a colonização brasileira.

“Quando os portugueses chegaram aqui deram espelhos aos índios e tomaram as terras indígenas […]. E agora venderam para nós um golpe, como os espelhos, que é a Lava Jato. O que fez toda uma população cair num engodo opressor”, disse.

[Via Sindipetro-BA]

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Desde terça-feira (30/07), os trabalhadores do Sistema Petrobrás estão realizando paralisações, atrasos e atos nas unidades da empresa, atendendo a convocação da FUP.

As mobilizações integram o calendário de lutas da campanha reivindicatória e contra as privatizações.

Os petroleiros lutam pela manutenção dos direitos e empregos, conforme assegurado pelo atual Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A preservação do ACT está diretamente ligada ao enfrentamento contra a desintegração do Sistema Petrobrás e privatização das unidades, como querem os gestores da empresa.

Nesta quinta-feira (01/08), as manifestações foram concetradas nas unidades de Exploração e Produção de petróleo (E&P) e nas termelétricas, envolvendo petroleiros da Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo, Duque de Caxias e São Paulo.

Além destas bases, houve também atos e atrasos na unidade de processamento de xisto, a SIX, no Paraná; no Terminal de Cabiúnas, no Norte Fluminense; e no Terminal da Transpetro de Guararema (SP).

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, participou do ato no Terminal de Cabiúnas, em Macaé, onde lembrou que os ataques contra o Acordo Coletivo da Petrobrás também atingem não só os petroleiros próprios, como os terceirizados e contratados.

“O nosso Acordo Coletivo tem cláusulas que tentam dar dignidade aos trabalhadores terceirizados e que a Petrobrás quer retirar, porque incomoda. Nós queremos garantir que o FGTS e o INSS sejam recolhidos e que o trabalhador receba suas verbas rescisórias no final dos contratos”, ressaltou, lembrando a importância do fundo garantidor, que é asegurado pela cláusula 101 do atual ACT, mas que a empresa quer extinguir. 

O coordenador da FUP também reforçou que o que está acontecendo hoje com o país já vem sendo alertado pela Federação e seus sindicatos desde 2015. "Avisávamos que, após o golpe, seria feita a reforma trabalhista, que iriam caçar os direitos dos trabalhadores, iriam mexer na previdência e que o Brasil se tornaria uma terra de ninguém", lembrou.

"Agora, minimamente, os trabalhadores têm que estar indignados com tudo isso que está acontecendo no país. Não é possível admitirmos 30 milhões de desempregados e subempregados. As mudanças nas regras da previdência atingem a todos nós. É preciso reação de toda a sociedade”, afirmou José Maria Rangel.

 As mobilizações prosseguem nesta sexta, nas usinas de biodiesel e bases administrativas. 

[FUP]


Leia também:

Mobilizações desta quarta foram nas refinarias e FAFEN´s
Petroleiros da Transpetro fortalecem luta contra desmonte e pelo ACT

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Publicado em Sistema Petrobrás

Em atendimento ao chamado da FUP e dos sindicatos, os petroleiros seguem mobilizados nacionalmente na luta por um Acordo Coletivo digno e contra o desmonte do Sistema Petrobrás

As mobilizações foram retomadas na terça (30), envolvendo os trabalhadores das unidades da Transpetro.

Nesta quarta (31), a luta foi concentrada nas refinarias e fábricas de fertilizantes nitrogenados, com ampla participação da categoria.

Os petroleiros lutam pela manutenção dos direitos e empregos, conforme assegurado pelo atual Acordo Coletivo.

A preservação do ACT está diretamente ligada ao enfrentamento contra a desintegração do Sistema Petrobrás e privatização das unidades, como querem os gestores da empresa.

Por isso, Castello Branco e sua turma insistem em um Acordo Coletivo rebaixado.

Nos atos e mobilizações, os petroleiros reforçaram que não aceitam a intransigência da gestão da Petrobrás, que mente para a categoria quando diz que houve "avanços significativos" nas negociações com a FUP e a FNP.

As mobilizações prosseguem ao longo da semana, nas áreas de E&P, termoelétricas, usinas de biodiesel e bases administrativas. 

 

[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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