FUP e sindicatos participam da Marcha da Classe Trabalhadora

Quarta, 06 Março 2013 12:04

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FUP, fotos Chico Zé

A FUP e seus sindicatos participaram nesta quarta-feira, 06, da VII Marcha das Centrais Sindicais e Movimentos Sociais, que cobriu de vermelho a Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A marcha contou com a participação de milhares de militantes da CUT, CTB e outras centrais sindicais, que amanheceram em Brasília, em caravanas vindas de todos os cantos do país. Esse ano, a marcha teve como tema Cidadania, Desenvolvimento e Valorização do Trabalho.

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As centrais e movimentos sociais cobram que o governo e os parlamentares avancem na discussão das principais reivindicações deliberadas durante a  Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), em 2010. Os trabalhadores querem a retomada dos investimentos públicos, em defesa da produção, de salários e empregos de qualidade no Brasil, garantindo contrapartidas sociais e combatendo a especulação e os abusos do sistema financeiro.

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Entre as principais bandeiras de luta estão redução da jornada para 40 horas; fim do Fator Previdenciário; 10% do PIB para a educação; negociação coletiva no setor público; reforma agrária; valorização das aposentadorias; combate à demissão imotivada; 10% do orçamento da União para a saúde; igualdade de salários entre homens e mulheres. As reivindicações serão apresentadas pelas centrais sindicais diretamente à presidenta Dilma Rousseff e ao Congresso Nacional.

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A marcha contou também com a participação dos movimentos sociais e estudantil.Os trabalhadores do campo se concentraram no Acampamento Nacional Sem Terra, que foi batizado pelo MST de Hugo Chávez, em homenagem ao presidente venezuelano, que morreu terça-feira, 05, após uma batalha intensa contra o câncer. Várias homenagens foram prestadas pela classe trabalhadora brasileira a Chávez durante a VII Marcha das Centrais Sindicais. 

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Publicado em Últimas Notícias

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.