Nesta terça-feira, 17, a FUP e seus sindicatos participaram da primeira reunião deste ano da Comissão…
Imprensa da FUP
Nesta terça-feira,
A FUP apresentou propostas para uma política de SMS, que de fato tenha por foco a saúde e a segurança do trabalhador. A Federação defende que a Petrobrás valorize as CIPAs e as Comissões Locais de SMS, focando suas diretrizes de segurança na prevenção e no treinamento do trabalhador. A FUP também cobrou explicações sobre os acidentes fatais ocorridos este ano no Espírito Santo e no Rio Grande do Norte. A Petrobrás informou que os relatórios das comissões de investigação serão ainda apresentados à direção da empresa.
Outra cobrança da FUP foi em relação às pendências do Acordo Coletivo relacionadas ao SMS, como a implementação das Comissões Locais e a reunião anual dos presidentes e vice-presidentes das CIPAs. A Petrobrás informou que já enviou a todas as unidades da empresa um DIP conjunto do RH e do SMS, orientando sobre a implantação das Comissões Locais de SMS e que, portanto, todas as gerências estão cientes sobre a importância da constituição destas comissões. A Petrobrás também informou que o encontro anual dos presidentes e vice-presidentes de CIPAs da empresa ocorrerá entre março e abril, no Rio de Janeiro. A empresa se comprometeu ainda a apresentar à FUP e sindicatos, na próxima reunião da Comissão (prevista para a primeira quinzena de abril), propostas para os programas de valorização do brigadistas e de readaptação dos marítimos para atividades em terra.
18 trabalhadores mortos em 2008
A Petrobrás apresentou à FUP e sindicatos a relação dos acidentes fatais de 2008. Segundo a estatística apresentada pela empresa, 18 trabalhadores morreram em acidentes de trabalho ocorridos na companhia, em conseqüência de uma política de SMS falha e obsoleta. Os dados que a FUP tinha até então eram referentes a 15 mortes por acidentes típicos de trabalho em
FUP cobra explicações sobre morte em Guarulhos
A FUP cobrou explicações da Petrobrás sobre a morte de um trabalhador terceirizado, após sofrer um infarto no último dia 11, no Terminal de Guarulhos, em São Paulo. O trabalhador, de apenas 32 anos, apesar de socorrido pelos companheiros, ficou 45 minutos aguardando uma ambulância. Além da lentidão do atendimento médico dentro do terminal, a ambulância não tinha qualquer equipamento de UTI ou sequer um desfibrilador. O Sindipetro Unificado-SP cobrou a instauração de uma comissão de apuração e denunciou que o ambulatório do Terminal de Guarulhos tem várias deficiências. A Petrobrás informou que o terminal tem desfibrilador, mas que, por falta de treinamento dos profissionais que prestam socorro, o equipamento ainda não está sendo utilizado. A FUP cobrou providências imediatas da empresa para resolver esta questão, voltando a denunciar que a redução de custos em treinamentos e outros direitos dos trabalhadores expõem ainda mais a categoria a riscos.