Centenas de pessoas foram beneficiadas, nessa manhã (1), em salvador, com a ação do Sindipetro Bahia de venda do botijão de gás de cozinha e da gasolina a preço justo.

O protesto que está sendo realizado nacionalmente pelos petroleiros, em apoio à greve dos caminhoneiros, teve também como objetivo denunciar a política de preços da atual gestão da Petrobrás, responsável pelos sucessivos aumentos dos preços dos derivados do petróleo.

Os petroleiros têm pautas de luta similares a algumas das reivindicações dos caminhoneiros. As duas categorias querem o fim do Preço de Paridade de Importação (PPI) adotado pela Petrobras, que atrela os preços dos combustíveis no Brasil ao valor do barril de petróleo no mercado internacional e o cancelamento da venda das refinarias da estatal.

O Sindipetro organizou duas ações: a primeira aconteceu às 8h30, no bairro de Pituaçu, onde foram vendidos, em duas horas, a preços subsidiados pelo Sindipetro, 230 botijões de gás de cozinha. O botijão custa R$ 81,00 na distribuidora do bairro e foi vendido a R$ 40,00, menos da metade do preço.

Apesar de ter havido um cadastro prévio das famílias carentes do bairro, um grande número de pessoas compareceu ao local da ação. Muitos relataram dificuldade para adquirir o botijão de gás ao preço atual. Outros afirmaram que estão utilizando outras formas para cozinhar, pois não têm mais condições de adquirir o botijão de gás.

No final da manhã (às 11h30), o Sindipetro realizou a ação da venda de gasolina a preço justo. Desde cedo formou-se uma longa fila no Posto BR do Dique do Tororó, causando engarrafamento na área. Foram atendidos 130 veículos e 100 motos, no período de três horas. Como o preço do litro da gasolina estava custando R$ 5,00 e o Sindipetro arcou com R$ 1,80 desse valor, o consumidor pôde comprar o litro da gasolina por R$ 3,20.

Nas duas ações, que tiveram ampla cobertura da imprensa, diretores do Sindipetro orientaram sobre a necessidade de manter a distância entre as pessoas e do uso de máscara e álcool em gel. Eles também distribuíram panfletos explicando como funciona a política de preços da Petrobrás – que mudou desde o governo Temer- e porque ela é responsável pelos aumentos abusivos dos preços do gás de cozinha, diesel e gasolina.

 

A dona de casa Rita de Cássia ficou contente por poder comprar um botijão de gás “com um valor que cabe no nosso bolso, pois o governo está com um valor exorbitante em cima do gás de cozinha”.

“As ações foram muito boas porque além de conversar com a população sobre a importância de defender a Petrobrás como empresa pública e integrada, conseguimos, em um momento de pandemia, atender à população carente, dando a essas pessoas a oportunidade de ter acesso ao gás de cozinha a um valor accessível, que de acordo com estudos do INEEP é de R$ 40,00, garantindo a remuneração de toda a cadeia produtiva”, afirmou o coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista, denunciando que “o grande problema é que a Petrobrás hoje produz em real, mas vende o seu produto em dólar, pois segue a política de governo de Bolsonaro e Guedes”.
 

Para o diretor de comunicação do Sindipetro, Radiovaldo Costa, “em nome da categoria petroleira, o sindicato cumpriu o seu papel, aflorando esse debate sobre os preços dos derivados de petróleo, a política de preços da Petrobrás e os desdobramentos que podem ocorrer caso as refinarias da estatal sejam privatizada, o que só vai amplificar os impactos negativos para a população, com aumentos ainda maiores dos preços dos combustíveis e gás de cozinha”. Para ele, “principalmente nesse momento de pandemia e crise econômica, os altos preços desses derivados de petróleo acabam contribuindo com o aumento da inflação e o empobrecimento da sociedade”.

[Da imprensa do Sindipetro Bahia | Foto: Wandaick Costa]

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O Sindipetro-NF e Sindipetro Caxias fizeram uma ação conjunta e distribuíram 200 botijoes de gás, subsidiado a R$35,00 no Jardim São Bento em Padre Miguel. As famílias selecionadas foram as que já estão cadastradas na cesta básica, que é distribuída na campanha Petroleiro Solidário.

Antes da distribuição dos botijões adesivados com a campanha, os dirigentes sindicais pintaram o chão para fazer um distanciamento de 1,5m e distribuíram máscaras contra o Covid-19. Também explicaram à população sobre a situação da pandemia no Brasil, a importância da Petrobrás se manter estatal, a venda da Liquigas e a política de preços adotada pela empresa e o governo Bolsonaro.

O caminhão chegou às 11 horas. Segundo o diretor do Sindipetro-NF, Alessandro Trindade, as pessoas estavam muito emocionadas em receber o gás, a primeira pessoa da fila era uma senhora de 88 anos que inclusive chorou ao receber o botijão.

“O ato solidário é uma missão do sindicato. Hoje possibilitamos que 200 famílias possam cozinhar utilizando gás de cozinha. Muitos estavam utilizando álcool ou lenha” – disse Alessandro Trindade.

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

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Na manhã desta segunda-feira (01), o Sindipetro-ES realizou uma manifestação, em Vitória, contra o aumento no preço de combustíveis. A carreta, com concentração a partir das 8 horas, em frente ao antigo aeroporto, mobilizou motoristas e motociclistas num ato de protesto à política de preços adotada pela Petrobrás e, ainda, contra a privatização da Empresa, em especial contra a venda das unidades localizadas no Norte do Estado.

Os preços abusivos dos combustíveis foram a pauta do dia, preços que tendem a ficar ainda mais alto – vide o que vem acontecendo com os constantes aumentos no gás de cozinha – se a Petrobrás seguir com os planos de privatização.

“A atual política de reajuste dos preços dos combustíveis é reflexo direto do maior desmonte da história da Petrobrás. Em 2016, Michel Temer mudou a política de preços praticada pela Petrobrás. A partir dali, o preço dos combustíveis no Brasil passou a ser pautado pela cotação do barril de petróleo no mercado internacional – em dólar. Essa mudança impactou diretamente o preço dos combustíveis no país”, alerta o diretor de comunicação do Sindipetro-ES, Etory Feller Sperandio.

Em carretada, os manifestantes saíram do antigo aeroporto de Vitória em direção à sede da Petrobrás, no edifício EDIVIT, localizado na Avenida Reta da Penha. No final do ato, os condutores dos 100 primeiros veículos participantes da carreata, incluindo carros e motos, receberam cupons com descontos de R$ 2,00 para cada litro de combustível abastecido, com máximo de 20 litros para carros e de 10 litros para motos. 

Ato Nacional

Esta ação faz parte de uma mobilização nacional, com os demais Sindipetros, espalhados pelo Brasil, também protestando contra a política abusiva de preços da Petrobrás.

A privatização do sistema Petrobrás é um dos motivos que leva a categoria petroleira a lutar pela soberania nacional e a proteger os interesses econômicos de nosso país. Em especial porque, com a privatização, os preços dos combustíveis tendem a ficar ainda maiores.

Sindipetro-ES em ação!

[Da imprensa do Sindipetro-ES]

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Junto ao Mãos Solidárias, Sindicato dos Petroleiros de Pernambuco e da Paraíba distribuiu marmitas e botijões de gás

[Do Brasil de Fato/PE | Foto: Rubra Comunicação]

Durante a manhã desta segunda-feira (01), o Sindicato dos Petroleiros de Pernambuco e da Paraíba (Sindipetro PE/PB) junto à campanha Mãos Solidárias promoveu um café-da-manhã junto aos caminhoneiros em solidariedade à greve da categoria, que protesta contra o aumento do combustível. Além do reajuste feito pela Petrobrás no preço do diesel em 4,4%, um reajuste de 6% no gás de cozinha já havia sido feito na primeira semana do mês. 

Além de levar marmitas para o Posto Pichilau, em Jaboatão dos Guararapes, onde o ato estava concentrado, o Sindipetro distribuiu 50 botijões de gás para as famílias em situação de vulnerabilidade social na Comunidade do Papelão, no centro do Recife. 

Segundo Rogério Almeida, coordenador do Sindipetro PE/PB, a luta dos caminhoneiros e dos petroleiros convergem em três pontos. “A luta para baixar o combustível; pedir o fim da Paridade de Preços Internacionais (PPI) e a luta contra as privatizações das refinarias, porque se privatizar o governo não tem mais controle sobre o preço do combustível e o preço vai ficar obrigatoriamente no valor internacional”, explica. O coordenador explica que a PPI regula o preço do combustível no Brasil igual ao mercado internacional, e isso significa que o brasileiro está pagando em dólar. O ideal, adiciona, é seguir o mercado local. 

Este foi o primeiro ato dos petroleiros em 2021 e Rogério Almeida enfatiza que a luta contra as privatizações de refinaria devem continuar no centro da pauta deste ano. “Foi anunciada a venda de oito refinarias do Brasil, o que corresponde a 50% do mercado brasileiro de combustível. É mais um risco que a gente corre de ficar refém do preço internacional do petróleo”. Uma das refinarias que também corre risco de venda é a de Abreu e Lima, que deve ser também centro da luta dos petroleiros.

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[Última atualização às 20h]

Nesta segunda-feira, 01 de fevereiro, data em que as entidades representativas dos caminhoneiros convocaram uma paralisação nacional em protesto contra o alto custo do diesel e outras reivindicações da categoria, a FUP e seus sindicatos realizaram diversos atos pelo país afora, em apoio ao movimento e contra a política de reajuste dos derivados de petróleo imposta pela direção da Petrobrás. Desde 2016, as gestões neoliberais da empresa praticam o Preço de Paridade de Importação (PPI), que varia conforme o sobe e desce do valor do barril de petróleo no mercado internacional e as oscilações do dólar e dos custos de importação, o que faz com que os reajustes sejam frequentes e abusivos. 

Os petroleiros vêm denunciando há quatro anos esse disparate, que fez o preço do botijão de gás subir mais de 130% desde julho de 2017 e a gasolina e diesel sofrerem reajustes nas refinarias de 60% e 43%, respectivamente (saiba mais aqui). Já o preço do barril do petróleo aumentou 15,40% neste mesmo período e a inflação medida pelo INPC (IBGE) ficou em 15,02%.  “Por conta da política de preços da Petrobrás, estamos sofrendo com aumentos descontrolados dos derivados de petróleo, o que inviabiliza setores estratégicos da economia, além de afetar massivamente a população", alerta o coordenador da FUP, Deyvid Bacelar.  

Nesta segunda-feira, os sindicatos de petroleiros novamente foram às ruas protestar contra o PPI, que faz parte do processo de desmonte do Sistema Petrobrás. Em ações de solidariedade, a categoria subsidiou a distribuição de 1.150 botijões de gás, que foram doados ou vendidos pela metade do preço praticada pelas distribuidoras. As mobilizações ocorrem em regiões da periferia de Pernambuco, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba e Esteio (RS). Veja as fotos no final da matéria.

Em Vitória, no Espírito Santo, o Sindipetro realizou uma carreata com motoristas de aplicativos, que receberam vales para abastecimento de combustíveis. Ao todo, 100 motoristas receberam descontos limitados a 20 litros para carros e a 10 litros para motocicletas.

Em Salvador, também houve o mesmo tipo de ação com descontos no abastecimento de até 20 litros para 100 automóveis e 10 litros para 100 motocicletas, ao preço de R$ 3,00 o litro. Além disso, o Sindipetro distribuiu 230 botijões de gás no bairro de Pituaçu, ao preço de R$ 40,00, menos da metade do que as distribuidoras cobram na região.

Em Belo Horizonte, o sindicato subsidiou 100 botijões de gás para movimentos de luta pela moradia, sendo que 50 foram distribuídos pela manhã, na comunidade Pedreira Prado Lopes, e outros 50 foram distribuídos na parte da tarde, na região de Barreiro.

No Recife, além da doação de 50 botijões para famílias em vulnerabilidade social, o sindicato distribuiu 200 marmitas para os caminhoneiros, em parceria com o Projeto Mãos Solidárias do Armazém do Campo. 

Em Manaus, foram doadas 30 cestas básicas, e em Mossoró, no Rio Grande do Norte, os petroleiros realizaram um protesto contra o avanço da covid e as mais de 220 mil mortes pela doença, exigindo o afastamento do presidente Jair Bolsonaro. 

Ainda pela manhã, houve distribuição de mais 200 botijões de gás, ao custo de R$ 35,00, para as famílias em situação de vulnerabilidade social do Jardim São Bento, na região de Padre Miguel, no Rio de Janeiro. Aação foi realizada pelo Sindipetro-NF e pelo Sindipetro Duque de Caxias. Na Baixada Fluminense, foram distribuídas 100 cestas básicas e mil máscaras de proteção ao coronavírus, em ações organizadas pelos petroleiros.

Em Porto Alegre, a ação ocorreu no final da tarde, com distribuição de 100 botijões de gás, no município de Esteio, subsidiados pelo valor de R$ 35,00.

Em função da greve dos revendedores, o Sindipetro Unificado de São Paulo programou para esta terça, 02, e quarta-feira, 03, a distribuição de 200 botijões de gás nas comunidades do Grajaú e de São Miguel Paulista, na Grande São Paulo. 

Em Curitiba, a ação solidária dos petroleiros realizou recarga de gás para a cozinha comunitária do Centro de Formação Urbano Rural Irmã Araújo (Cefuria). Também por conta da greve dos revendedores, a distribuição de 250 botijões de gás será realizada nos próxmos dias, com venda subsidiada para famílias de Araucária, por R$ 40,00 o botijão de 13 kg.

[Imprensa da FUP, com informações dos sindicatos |Fotos: Sindipetros]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos estão realizando diversas ações nesta segunda-feira pela redução dos preços dos derivados de petróleo, em apoio à paralisação dos caminhoneiros. Ao longo do dia, haverá protestos em diversos estados do país, com doações e venda subsidiada de botijões de gás, distribuição de cestas básicas, descontos para compra de gasolina e diesel, campanhas de conscientização sobre os impactos sociais do desmonte do Sistema Petrobrás, entre outras ações de solidariedade voltadas para as comunidades que mais sofrem com o preço absurdo dos combustíveis e as altas taxas de desemprego. 

A política de reajuste dos derivados de petróleo que as gestões neoliberais da Petrobrás adotaram para satisfazer o mercado e os acionistas privados virou um pesadelo para a população brasileira e é um dos principais motivos da greve dos caminhoneiros, que conta com o apoio da FUP. Levantamento feito pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) revela que entre julho de 2017 e janeiro de 2021, sob o comando dos governos Temer e Bolsonaro, a direção da estatal aumentou em 59,67% o preço da gasolina nas refinarias. O diesel sofreu reajustes de 42,64% e o GLP (gás de cozinha) subiu 130,79%. Já o preço do barril do petróleo acumulou reajustes de 15,40% neste mesmo período e a inflação medida pelo INPC (IBGE) ficou em 15,02%. 

Esse disparate é resultado da mudança na política de preços da Petrobrás, que a FUP e seus sindicatos denunciam desde 2016, quando a gestão que assumiu a empresa após o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff impôs o Preço de Paridade de Importação, que varia conforme o vai e vem do valor do barril de petróleo no mercado internacional e as oscilações do dólar e dos custos de importação, o que faz com que os reajustes sejam frequentes e abusivos. “Por conta dessa política, estamos sofrendo com aumentos descontrolados dos derivados de petróleo, o que inviabiliza setores estratégicos da economia, além de afetar massivamente a população", alerta o coordenador da FUP, Deyvid Bacelar. 

 

Mais de 370 ajustes de preços em menos de 4 anos

Segundo o levantamento feito pela subseção FUP do Dieese, só a gasolina sofreu 371 ajustes de preço desde julho de 2017, sendo que em 197 vezes, o preço subiu e em outras 174, teve pequenos decréscimos. No caso do diesel, foram 290 ajustes de preços, 164 deles para cima. Já o GLP foi reajustado 30 vezes desde julho de 2017, sendo que 20 das alterações feitas pela gestão da Petrobrás foram para aumentar o preço do derivado. Ainda segundo o estudo, no governo Bolsonaro, o diesel já subiu 17,20%, a gasolina, 37,87% e o gás de cozinha, item essencial na cesta básica das famílias brasileiras, aumentou 43,61%.

“A venda de ativos no Brasil e o foco na geração de lucro para acionistas, está ampliando a dependência da Petrobrás do mercado internacional. O resultado disso é a aceleração dos reajustes de preços dos combustíveis no país, afetando diretamente as classes mais baixas, pelo efeito cascata gerado sobre a inflação de alimentos e outros gêneros de primeira necessidade”, alerta o economista do Dieese, Cloviomar Cararine, que assessora a FUP.

O Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep) também divulgou recentemente um estudo que aponta o Brasil como um dos países que tem o diesel mais caro entre os grandes consumidores do combustível, como Alemanha, Áustria, Dinamarca, EUA, França e Reino Unido. O levantamento, feito a partir de outubro do ano passado, revela que a alta do diesel no Brasil só não foi maior do que a da Alemanha. [Veja aqui a matéria sobre o estudo do Ineep].

“Quando comparamos os reajustes da gasolina e do diesel, nos últimos anos, observamos que o diesel teve um aspecto mais conservador. Mas a oscilação é muito semelhante, evidenciando que a política da Petrobrás de alinhar os preços internos à cotação internacional do barril traz profunda oscilação e volatilidade ao mercado interno”, afirma Cararine.

Confira as principais ações dos sindicatos da FUP em apoio à greve:

SINDIPETRO AMAZONAS: doação de 30 cestas básicas, com medidas preventivas, levando em conta o lockdown estabelecido na cidade. 

SINDIPETRO CEARÁ/PIAUÍ: protesto e campanhas com outdoors, sem aglomerações devido ao agravamento da pandemia da COVID. 

SINDIPETRO PERNAMBUCO/PARAÍBA:  doação de 50 botijões para famílias em vulnerabilidade social. Distribuição de 200 marmitas, projeto Mãos Solidárias do Armazém do Campo em Recife. Parte dessas marmitas serão destinadas aos caminhoneiros grevistas. 

SINDIPETRO BAHIA:  pela manhã, venda subsidiada de 200 botijões de gás para famílias em vulnerabilidade social, no bairro de Pituaçu, em Salvador, e venda subsidiada de gasolina no posto BR do Dique do Tororó. 

SINDIPETRO ESPÍRITO SANTO: juntamente com motoristas de aplicativos e motoboys farão carreata do aeroporto até a sede antiga da empresa, com distribuição de voucher de desconto em combustíveis líquidos no final da atividade para até 100 veículos. Limitado a 20 litros para carros e 10 litros para motos. Após a carreata, se juntarão às atividades das Centrais Sindicais previamente programadas. 

SINDIPETRO DUQUE DE CAXIAS: distribuição de uma tonelada e meia de alimentos, através da doação de 100 cestas básicas em comunidades da Baixada Fluminense e outras áreas do estado do Rio de Janeiro, além de 1000 máscaras de proteção contra a Covid. 

SINDIPETRO NORTE FLUMINENSE: doação de 200 botijões em Padre Miguel, Zona Norte do Rio de Janeiro. 

SINDIPETRO MINAS GERAIS: doação de 100 botijões de gás para famílias em vulnerabilidade social e atos deliberados juntamente com as Centrais Sindicais. 

SINDIPETRO UNIFICADO DE SÃO PAULO: subsídio de 200 botijões de gás nas comunidades do Grajaú e de São Miguel Paulista. 

SINDIPETRO PARANÁ/SANTA CATARINA: carreatas e subsídio de 300 botijões de gás para comunidades em situação de vulnerabilidade social.

SINDIPETRO RIO GRANDE DO SUL: subsídio de 100 botijões de gás, no município de Esteio. 

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[Da imprensa da FUP]

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O Sindipetro Bahia apoia a greve dos caminhoneiros, anunciada para a próxima segunda (1/02), por entender que uma vitória do movimento paredista dessa categoria, que reivindica, entre outras coisas, a redução dos preços dos derivados de petróleo, pode beneficiar toda a população brasileira.

Nesse primeiro dia da greve dos caminhoneiros, os petroleiros vão levar às ruas, mais uma vez, a campanha “Gás a preço Justo” com o objetivo de mostrar que é possível vender o gás de cozinha a um preço mais baixo do que está sendo praticado hoje no mercado, levando-se em consideração o custo de produção nacional, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras, da Petrobras e a arrecadação dos impostos dos estados e municípios. O botijão de gás de cozinha de 13 kilos será vendido em um bairro popular de Salvador ao valor de R$ 40,00.

A direção do Sindipetro Bahia também está entrando em contato com motoristas de aplicativo e motoboys a fim de organizar uma carreata contra o preço abusivo dos combustíveis.

Pautas em comum

Com algumas pautas e reivindicações similares, a luta dos petroleiros e caminhoneiros se converge em pontos que são de grande interesse da população brasileira: o fim do Preço de Paridade de Importação (PPI) adotado pela Petrobras, que atrela os preços dos combustíveis no Brasil ao valor do barril de petróleo no mercado internacional e o cancelamento da venda das refinarias da estatal.

Ao produzir o combustível em real e vender em dólar, o governo Bolsonaro vem impondo severos sacrifícios à população em geral e a alguns segmentos que fazem parte de categorias específicas como os caminhoneiros que ao anunciar a greve reivindicam também o aumento da tabela do frete mínimo e direito a aposentadoria especial.

Muitos caminhoneiros que apoiaram o então candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, em 2018, se dizem arrependidos e se sentem traídos pelo presidente. Eles estão insatisfeitos porque as promessas feitas por Bolsonaro não foram cumpridas e outras medidas devem ser tomadas pelo atual governo que no entender dos caminhoneiros prejudicará ainda mais a categoria. Uma delas é o Projeto de Lei 4199/2020, elaborado pelo Ministério da Infraestrutura. Apelidado de BR do Mar, o PL, que deve ser apreciado pelo Senado em 2021, beneficia o transporte de carga por navios.

Critico do governo Bolsonaro, o caminhoneiro, Wanderley Alves, conhecido como Dedeco, em entrevista a BBC News, afirmou que a situação dos caminhoneiros não melhorou em relação a 2018. “Veja o preço do óleo diesel hoje, chega a estar R$ 4,40, R$ 4,50. Na época que nós fizemos paralisação, nós paramos porque o diesel estava R$ 3,30. O caminhoneiro, lá em 2015, no governo Dilma, parou porque o diesel estava R$ 2,80. Hoje, o diesel já está quase R$ 5 em alguns lugares”.

Promessas

Para evitar a greve, o governo Bolsonaro anunciou a inclusão dos caminhoneiros no grupo que terá prioridade na vacinação contra a covid-19. Além da isenção para importação de pneus. Mas não atendeu a principal reivindicação da categoria que é a mudança da política de preços adotada atualmente pela Petrobras.

“Os caminhoneiros, assim como os petroleiros, querem uma politica nacional dos preços dos combustíveis, o que vai beneficiar toda a população, inclusive a de baixa de renda, pois haverá redução considerável do preço do botijão do gás de cozinha”, pontua o Diretor de Comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa, ressaltando que “hoje o Brasil produz os derivados de petróleo em real, mas vende em dólar para a sua população”.

Venda da Rlam vai prejudicar ainda mais a população

A agência Reuters divulgou na terça (26) que a Petrobras deve concluir a venda da Refinaria Landulpho Alves antes de março. Ainda de acordo com a agência “a estatal que está esperando ofertas finais de todos os concorrentes da Rlam com base nos termos do contrato estabelecido com a Mubadala Investment, de Abu Dhabi”, potencial compradora da refinaria.

Junto com a RLAM estão sendo entregues 669 quilômetros de oleodutos, que ligam a refinaria ao Complexo Petroquímico de Camaçari e ao Terminal de Madre de Deus, que também está sendo vendido no pacote que inclui ainda outros três terminais da Bahia (Candeias, Jequié e Itabuna).
Estudo da PUC Rio, que analisou os efeitos da privatização de seis das oito refinarias colocadas à venda pela direção da Petrobras: Refap (RS), Repar (PR), Regap (MG), RLAM (BA), RNEST (PE) e Reman (AM), apontou que a venda dessas refinarias vai abrir espaço e incentivar a criação de um oligopólio nacional e monopólios regionais privados e sem competitividade.

O coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, ressalta que “de acordo com os pesquisadores, a Rlam é uma das refinarias da estatal que tem potencial mais elevado para formação de monopólios regionais, o que pode aumentar ainda mais os preços da gasolina, diesel e gás de cozinha, além do risco de desabastecimento, o que deixará o consumidor inseguro e refém de uma empresa privada”.
Para o coordenador do Sindipetro, Jairo Batista, ” as empresas privadas tiveram a oportunidade de investir e construir refinarias no Brasil desde a quebra do monopólio estatal do petróleo (1997) mas não o fizeram. Agora, visando apenas o lucro, elas estão tendo a grande oportunidade dada por Bolsonaro/Guedes de “abocanhar” o patrimônio do povo brasileiro, recebendo estruturas que foram construídas durante anos com o dinheiro público”.

[Da imprensa Sindipetro Bahia]

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Depois da disparada de 8% em 18 de janeiro, a gasolina terá novo aumento. A Petrobras anunciou nesta terça-feira (26/1) mais um reajuste, desta vez de 5%. Com isso, o combustível acumula alta de 13,4% em 2021. O diesel também será reajustado em 4,4%. Os novos valores passam a vigorar a partir desta quarta-feira (27), às vésperas da greve que os caminhoneiros vêm anunciando para o dia primeiro de fevereiro. 

“Com a privatização das refinarias a tendência é que o preço dos derivados aumente ainda mais. O projeto de petróleo que o país está seguindo é o de submissão ao mercado internacional, sem o mínimo debate sobre os interesses nacionais, sem compromisso com a responsabilidade social, apenas com o lucro”, afirma Rodrigo Leão, coordenador técnico do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep).

Desde 2016, a gestão da Petrobrás pratica uma política de reajuste dos derivados baseada no Preço de Paridade de Importação (PPI), que varia conforme os valores do mercado internacional. “Por conta dessa política, estamos sofrendo com aumentos descontrolados de derivados, como a gasolina, o gás de cozinha, o gás natural e o diesel, o que inviabiliza setores estratégicos da economia, além de afetar massivamente a população", alerta o coordenador da FUP, Deyvid Bacelar.

Há menos de duas semanas, a Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) recorreu ao órgão de defesa da concorrência contra a Petrobras, cobrando ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e à Agência Nacional do Petróleo (ANP) que analisem os valores praticados pela petroleira. O motivo da representação é que os importadores avaliam que a Petrobrás está vendendo diesel e gasolina com preços abaixo das cotações no mercado internacional. 

[Imprensa da FUP, com informações das agências de notícias | Foto: Rodrigo Carvalho/Hora do Povo]

 

 

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Grupo que controla os postos Ipiranga e a Ultragaz ganhou concorrência de compra da refinaria; economista alerta para possível aumento no preço dos combustíveis na região Sul

[Da imprensa do Sindipetro Unificado SP]

Na última terça-feira (19), a Petrobrás anunciou a aprovação da proposta vinculante da Ultrapar Participações S.A. para a venda da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), localizada no município de Canoas (RS). Além dela, a estatal está conduzindo a privatização de outras sete de um total de 13 unidades de refino que possui.

A Ultrapar também participa do processo de venda da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), situada no município de Araucária (PR). Entretanto, caso vença mais essa concorrência, precisará escolher qual das compras dará prosseguimento.

A Refap iniciou suas operações em 1968 e, ao longo dos anos, foi ampliando sua capacidade de processamento de derivados até chegar aos 32 mil metros cúbicos por dia, em 2010. Nesse mesmo ano, a Petrobrás readquiriu 30% da participação da unidade que havia sido vendida à Repsol em 2000, em troca de 700 postos de combustíveis que a empresa espanhola possuía na Argentina. 


Leia também: Petrobrás avança na venda ilegal de refinarias. Live vai debater Projeto de Lei contra privatizações


No ano passado, a Refap foi responsável por 7% de todos os derivados de petróleo processados no país, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os principais insumos produzidos foram diesel, gasolina, gás liquefeito de petróleo (GLP), óleo combustível, querosene de aviação e solventes.

De acordo com o Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro-RS), a refinaria possui cerca de 1200 trabalhadores, entre próprios e terceirizados. “O número de terceirizados foi previamente reduzido, por determinação da empresa. Os próprios só saíram por meio de plano de demissão voluntária. Como saíram muitos, agora falta gente para operar a refinaria”, relata o presidente da entidade, o petroleiro Fernando Costa Maia.

O sindicalista ainda ressalta a ansiedade coletiva provocada pela falta de informações e perspectivas de futuro para as pessoas que trabalham na refinaria. “A empresa [Petrobrás] fez uma apresentação na última semana dizendo que nenhum empregado próprio será demitido, e todos aqueles que não quiserem sair terão lugar garantido no Sistema, mas em outras unidades, fora do estado do Rio Grande do Sul. Até que ponto isso é verdade nós não sabemos”, admite Maia.

Possíveis riscos

Segundo o economista Cloviomar Cararine, assessor da Federação Única dos Petroleiros (FUP) no Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), existe a possibilidade de que o grupo Ultra opte por manter alguns trabalhadores da Repar na operação da nova gestão da unidade, por não ser uma empresa especializada em refino. “Mas é importante lembrar que, se ocorrer, há riscos de perda na qualidade de serviços, segurança para os trabalhadores e até mesmo uma piora do produto final”, pondera.

Além dos riscos aos trabalhadores, as comunidades vizinhas à refinaria também ficam mais suscetíveis a acidentes. “Geralmente, em processos de privatização, ocorre uma redução de investimentos em saúde e segurança. Por isso, além dos petroleiros que sentirão uma piora na qualidade do emprego, a população no entorno da Repar passa a correr mais riscos, porque uma refinaria é uma bomba-relógio, precisa de bons investimentos e manutenção”, comenta o economista.

Monopólio privado

De acordo com estudo da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), a forma como o mercado de refino está constituído no Brasil tende à formação de monopólios regionais. Com a privatização, o monopólio que hoje está sob controle da Petrobrás passaria a ser privado e os preços dos combustíveis ditados pelos interesses de lucratividade dos futuros comprados. 

A análise coloca à prova a justificativa utilizada pelo Conselho de Defesa Econômica (Cade) para forçar um acordo com a Petrobrás, assinado em junho de 2019, para vender oito de suas 13 refinarias, com o objetivo de quebra de monopólio.

“A Refap é a principal fornecedora de derivados para o Rio Grande do Sul, parte de Santa Catarina e uma parcela do oeste paranaense. Essa região não sofre influência de nenhuma outra refinaria, e isso acaba criando um mercado monopolizado. Por isso, com a privatização, ninguém vai conseguir importar porque não terá como descarregar derivados no Rio Grande do Sul, então a empresa compradora poderá praticar o preço que ela quiser”, explica Maia.

Cararine também endossa essa ideia de que uma única empresa privada no comando do refino do Rio Grande do Sul coloca a população à mercê do grupo comprador e dos valores que ele quiser praticar. “O aumento de preço dos derivados para o consumidor local depende da estratégia que o grupo Ultra irá adotar, que pode até apresentar valores mais baixos de início, mas que em determinado momento tentará recuperar esse lucro, porque esse é o objetivo de uma empresa privada: lucrar”, opina.

Transferência

O diretor sindical também chama atenção que o grupo Ultrapar é dono da rede Ipiranga, que controla 7,2 mil postos de combustíveis no país, o que poderia gerar uma espécie de cartel entre o refino e a distribuição. “A Abicom [Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis] questiona que a empresa pode fechar o mercado de venda de derivados para outras distribuidoras, o que dificultaria os demais participantes da distribuição e permitiria que a empresa compradora jogue o preço que ela quiser para o derivado”, pondera. 

Além do refino e da distribuição, a Ultrapar também controla a Ultragaz, responsável por aproximadamente 23% do mercado de revenda de gás liquefeito de petróleo (GLP) no país. Em 2018, o grupo tentou comprar a Liquigás, distribuidora de gás da Petrobrás, mas foi impedido pelo Cade por formação de cartel. 

Segundo Cloviomar, o processo de venda da Refap já está em acordo com o Cade e a justificativa usada por parte da Petrobrás para privatizar a refinaria é contraditório. “É um absurdo a gestão da Petrobrás dizer que a venda da Refap aumentaria a concorrência no Rio Grande do Sul, seria apenas a troca do Estado por uma empresa que não tem compromisso nenhum com o abastecimento local”.

O pesquisador ainda lembra que, do ponto de vista econômico, esse é o pior cenário para a Petrobrás vender suas refinarias. “Com a redução do consumo provocada pela pandemia, o preço da unidade de refino fica muito abaixo do que realmente vale. Será muito difícil a Petrobrás conseguir vender suas refinarias por um bom preço, portanto, quem aproveita é o comprador”, finaliza.

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A Petrobras confirmou na última terça-feira (19/1) que está negociando com a Ultrapar Participações a Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), no Rio Grande do Sul, que vinha sendo disputada pelos grupos Raízen e Sinopec.

A estatal já informou que concluiu a negociação da Refinaria Landulpho Alves (Rlam), na Bahia, que está sendo adquirida pelo Mubadala, fundo de investimentos dos Emirados Árabes.

A Petrobrás também recebeu propostas para a Refinaria Isaac Sabbá (Reman), no Amazonas, para a Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), no Ceará, para a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e para a Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), ambas no Paraná.

Junto com as refinarias, estão sendo entregues redes de dutos e terminais, que integram a estrutura de logística para escoamento e transporte de óleo bruto, gás e derivados refinados.

Em fato relevante, a Ultrapar informou que a Petrobras confirmou que sua proposta de compra da Refap foi aprovada e que iniciou o processo de negociação dos termos do contrato de compra e venda e contratos auxiliares. “A potencial aquisição da Refap fortalecerá a posição da Ultrapar no setor, contribuindo para um portfólio de negócios mais complementar e sinérgico, com maior eficiência, potencial de geração de valor para toda a cadeia e benefícios para os consumidores”, informou a companhia.

A Petrobras ainda informou que recebeu propostas vinculantes e está em fase de negociação para a venda da Refinaria Isaac Sabbá (Reman), no Amazonas; Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), no Ceará; e Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná.

Para falar sobre as privatizações em curso no Sistema Petrobrás, a TV Resistência Contemporânea recebe nesta segunda-feira, 25, às 15h, o deputado federal Ênio Verri (PT-PR), autor do Projeto de Lei 3917/20, que modifica a Lei do Petróleo para tipificar o crime de criação irregular de empresas subsidiárias com objetivo de descumprir determinação constitucional. A mudança na lei visa coibir a venda ilegal de refinarias de petróleo por parte da Petrobras. 

 Ao todo, a Petrobras vende oito refinarias:

Landulpho Alves (Rlam), na Bahia – a minuta do contrato está fechada com a Mubadala Investment Company, que fez a melhor oferta. Nesta última etapa, a Petrobras não altera mais os termos da venda, mas há uma rodada final de ofertas por todos os interessados.

Alberto Pasqualini (Refap), no Rio Grande do Sul – negociação do contrato aberta com a Ultrapar, que fez melhor oferta.

Refinaria Isaac Sabbá (Reman), no Amazonas; Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), no Ceará; Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná – Petrobras recebeu as propostas da fase vinculante. As melhores ofertas ainda não foram reveladas.

Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco; e Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais – espera propostas no primeiro trimestre deste ano.

[Com informações da Veredas e do mandato do deputado Ênio Verri]

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