Entre os dias 2 e 16 de setembro, os participantes e assistidos da Petros terão a oportunidade de escolher seus representantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade. A eleição é muito importante, pois o mandato dos conselheiros é de quatro anos. Mais do que nunca, é fundamental que os petroleiros tenham na Petros representantes preparados para enfrentar a atual conjuntura de ataques aos direitos dos participantes e assistidos e a tentativa de desmonte do fundo de pensão, no rastro das privatizações no Sistema Petrobrás.

Por isso, as federações de petroleiros (FUP e FNP) e das associações de aposentados (FENASPE) somaram forças e construíram uma chapa unitária - Unidade em Defesa da Petros - para disputar as eleições e poder garantir a representatividade da categoria nos Conselhos da Petros, e, consequentemente, a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores.

A FUP e seus sindicatos estão concentrando esforços para a eleição das duplas 52 (Conselho Deliberativo) e 42 (Conselho Fiscal), que integram a chapa unitária.

A dupla 52 é composta por Norton Almeida (titular), do Sindipetro NF, e por André Araújo (suplente), do Sindipetro Bahia. Norton acumula experiência de quatro anos no Conselho Deliberativo, onde vem atuando com suplente, ao lado de Paulo César Martin.

A dupla 42 é formada por Cláudio Oliveira (titular), do Espirito Santo, representante da FENASPE/AEPET, e por Agnelson Camillo (suplente), da FNP e Sindipetro Pará. Claudio possui larga experiência administrativa acumulada na Petrobras e atualmente produz estudos e artigos sobre a Petros.

Como votar:

Pela internet - acesse o portal da Petros (petros.com.br) e informe o número da matricula e da senha Petros.

Por aplicativo no celular - baixar o app da Petros (Google Play ou App Store). Após fazer o download do aplicativo, basta informar matrícula e senha da Petros uma única vez.

Por telefone – através de ligação gratuita para 0800 283 1676, informando matrícula e senha Petros.

Entenda a importância do Conselho Deliberativo da Petros

O Conselho Deliberativo é o órgão máximo da Petros. É esse conselho que define a política de investimentos que serão realizados com os recursos dos participantes e assistidos de todos os planos. O CD escolhe os diretores da fundação e estabelece a sua remuneração.

O conselho também elabora o planejamento estratégico, aprova a implantação e alteração de regulamento de novos planos e todas as demais questões estratégicas, além do orçamento da Petros.

Portanto, o CD é fundamental para a gestão da entidade e de todos os planos que administra. Ele é composto por seis conselheiros e seus suplentes, sendo três duplas indicadas pelos patrocinadores e três duplas eleitas pelos participantes ativos e assistidos, através de eleição direta.

Conheça as atribuições do Conselho Fiscal

O Conselho Fiscal da Petros é responsável pela fiscalização dos atos da diretoria, do CD e áreas administrativas da entidade. Acompanha e fiscaliza todas as contas e a gestão da entidade e tem também a tarefa fundamental de avaliar se as premissas atuariais estão aderentes, ou seja, se as hipóteses que são utilizadas para efetuar o cálculo do passivo do plano estão dentro da realidade.

O CF é formado por quatro titulares e suplentes, metade é indicada pelos patrocinadores e metade eleita pelos ativos e assistidos, sendo que uma dupla deve ser escolhida entre os assistidos e a outra, entre os ativos.

Vale ressaltar que os pareceres que o CF emite, principalmente em relação a aprovação das demonstrações contábeis da Petros anualmente, são submetidas a aprovação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar. Depois que o CF apresenta o parecer, ele é submetido ao Conselho Deliberativo, que tem a decisão final sobre a aprovação das contas da entidade.

Principais propostas das duplas 52 e 42:

1 - Aprovar o plano alternativo do grupo de trabalho que irá eliminar a necessidade do atual e dos futuros equacionamentos no plano;

2 - Atualizar e modificar o estatuto da entidade para garantir a eleição dos diretores, pois já existe o Acordo de Obrigações Reciprocas que foi assinado pela FUP e seus sindicatos com a Petrobrás e a Petros, onde ficou estabelecido o compromisso de mudança do estatuto pra garantir a eleição da metade do diretores, ou seja, o Diretir de Seguridade - DISE e o Diretor de Administração Financeira, só que isso até hoje não foi cumprido. Outra questão fundamental é a implantação dos Comitês Gestores Gestores por plano, onde os participantes e assistidos terão representantes eleitos para compor esses Comitês que acompanharão a gestão de cada plano;

3 - Ampliar a atuação no Comitê de Investimentos e mudar a sua composição

4 - Realizar reuniões periódicas com prestação de contas dos mandatos dos Conselheiros, ouvindo questionamentos e sanando as dúvidas dos participantes e assistidos;

5 - Implantar na Petros uma assessoria econômica aos participantes e assistidos na área de Planejamento Orçamentário Familiar, com foco nos empréstimos;

6 - Melhorar e qualificar a formação de lideranças e dos participantes e assistidos, através de cursos a distância (EAD) e palestras presenciais;

7 - Implantar no PP2 a opção de perfil de investimentos para que seus participantes e assistidos possam escolher onde é como investir melhor os seus recursos;

8 - Orientar e instruir os participantes e assistidos com relação a necessidade da adesão a proposta dos novos Planos Petros, evitando à adesão ao PP3.

[FUP]

Publicado em APOSENTADOS
Quinta, 08 Agosto 2019 14:09

Defesa da Petros

De 02 a 16 de setembro acontecem as eleições para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros. Este ano serão escolhidas duas duplas de titular e suplente para o Conselho Deliberativo enquanto para o Conselho Fiscal, será eleita uma única dupla de assistidos. A FUP indica votos na Chapa 52 – Unidade em Defesa da Petros, composta pelo diretor do Sindipetro NF, Norton Almeida que vem como titular e André Araújo do Sindipetro-BA, como suplente para o Deliberativo. Já para o Conselho Fiscal  a indicação é na chapa 42.

Este ano tem uma novidade na eleição que é a possibilidade de votar pelo aplicativo que está disponível no Google Play ou na App Store. Outra opção é escolher seus representantes via Portal Petros ou pelo telefone  0800 283 1676. Lembrando que cada participante ativo e assistido só poderá votar uma vez.

 

Publicado em Sistema Petrobrás

Centenas de aposentados e pensionistas compareceram na manhã dessa terça-feira, 17/07, à sede do Sindipetro Bahia para participar da primeira reunião da Caravana da Informação, que vai percorrer ainda diversos bairros de Salvador e cidades do interior do estado.

Nas reuniões, o Conselheiro Deliberativo eleito da Petros, Paulo César Martim (PC), está esclarecendo as dúvidas dos assistidos (aposentados e pensionistas) sobre diversos assuntos e informando as ações jurídicas que estão sendo executadas pelo Sindipetro Bahia contra a volta da cobrança do equacionamento do Plano Petros 1, sobre os riscos do PP3 e sobre a nova proposta do GT da Petros que livrará a categoria desse equacionamento.

Na primeira reunião, bastante concorrida, o Conselheiro esclareceu sobre as principais causas dos déficits do PP-1, que “praticamente existe desde a fundação do Plano, o que fez, desde então, com que a conta viesse sendo paga pelas futuras gerações”. Ele também falou sobre a tábua de mortalidade, que não sofreu mudanças durante 30 anos.

PC alertou ainda sobre as armadilhas do PP3. “Quem optar pela migração de olho no saque de 15% do total do benefício, precisa fazer a conta de quanto vai perder mês a mês, explica. “É como se a pessoa tivesse pedido um empréstimo a juros para o resto da vida”.

Além disso, continua Paulo César, “é importante saber que ao migrar para o PP3, os assistidos e participantes terão os equacionamentos – o atual e o futuro – descontados à vista.

Outro problema desse Plano pode ser detectado quando se divide a reserva individual de migração pela expectativa de vida e é constatada, todo ano, a redução do beneficio, devido à redução do saldo da conta dessa reserva individual de migração.

O Conselheiro informou ainda que o GT PETROS recomendou a Petros que as propostas do GT Petros sejam comunicadas aos assistidos e participantes simultaneamente e da mesma forma que vem sendo feito com o PP3, incluindo a disponibilização de simulador para que o participante e assistido saiba como ficará seu benefício, caso faça adesão à proposta do GT-Petros

Clique aqui e veja o calendário da Caravana da Informação e participe das reuniões.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Indignação e revolta contra a atual gestão do Sistema Petrobrás foram os sentimentos externados por centenas de petroleiros que participaram na manhã dessa sexta-feira, 12/07, de um ato em frente ao edifício Torre Pituba (EDIBA), sede da Petrobrás na Bahia.

Estavam presentes trabalhadores da ativa, terceirizados, aposentados e pensionistas, da capital e do interior do estado a exemplo, de Serrinha, Alagoinhas, Catu, Feira de Santana, Candeias e São Sebastião do Passé.

O ato, que aconteceu das 7h às 10h30, foi convocado pelo Fórum em Defesa da Petrobrás e da Petros na Bahia, composto pelo Sindipetro Bahia, Astape, Aepet, Abraspet, e Cepes, colocando em prática uma pauta extensa de protestos, que podem parecer distintos, mas estão interligados: fazem parte do projeto do governo de acabar com os direitos da classe trabalhadora e com as estatais.

A categoria disse não à volta da cobrança do equacionamento do Plano Petros 1. Protestou também contra o encerramento das atividades da Petrobrás na Bahia, contra a venda das refinarias e terminais, contra a proposta de ACT da Petrobrás e a reforma da Previdência.

Os manifestantes expressaram preocupação com o que pode acontecer com os petroleiros na Bahia, uma vez que a direção da Petrobrás está se mostrando determinada a acabar com a estatal no estado, o que vai afetar não só os trabalhadores diretos, mas também os terceirizados, que vão perder seus empregos.

Equacionamento

Durante o ato a categoria cobrou da Petrobrás a sua responsabilidade, como gestora do Plano de Previdência Complementar da categoria petroleira.

“Os participantes e assistidos não possuem a gestão do plano. A Petrobras é quem faz plenamente a administração e a gestão da Fundação e do plano. É injusto e desproporcional a cobrança e responsabilização dos participantes e assistidos, que indiscutivelmente, são a parte mais frágil dessa cadeia no aspecto econômico”, afirmou o diretor do Sindipetro, Radiovaldo Costa.

Para o diretor financeiro do Sindipetro, André Araújo, “a intenção do governo federal é inviabilizar os fundos de pensão privados para entregar o dinheiro dos trabalhadores ao mercado”. Ele alerta que “se a Petrobrás for privatizada, a sua participação nos planos de previdência ficará inviável”.

O coordenador do Sindipetro, Jairo Batista afirmou que a entidade sindical continuará lutando na justiça para que a Petrobrás assuma seus erros na condução da gestão e administração dos recursos da categoria. Ele também chamou a atenção para a guerra ideológica que está sendo travada hoje no Brasil e que não deixa lugar para que ninguém fique em cima do muro. “É preciso tomar uma posição, a nossa, do sindicato é ao lado dos trabalhadores, defendendo seus direitos, mas não podemos fazer isso sozinhos, a categoria tem que engrossar essa trincheira, caso contrário vamos ver escorrer pelo ralo nossos direitos e empregos”.

[Via Sindipetro BA]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Será nessa sexta-feira, 12/07, às 7h, em frente ao edifício Torre Pituba (EDIBA), o grande ato contra a volta da cobrança do equacionamento do Plano Petros 1.

O protesto é também contra o encerramento das atividades da Petrobrás na Bahia, contra a venda das refinarias e terminais e contra a proposta de ACT da Petrobrás.

O ato, que está sendo organizado e convocado pelo Fórum em Defesa da Petrobrás e da Petros na Bahia, composto pelo Sindipetro Bahia, Astape, Ambep, Aepet, Abraspet, e Cepes, será a forma da categoria petroleira dar seu recado à direção da Petrobrás. E o recado é muito claro: os petroleiros não aceitam a retirada de direitos e nem vão pagar sozinhos a conta do equacionamento.

Portanto, companheiros e companheiras, vamos sair das redes sociais e fazer a luta na rua. Caso contrário, em pouco tempo não teremos refinarias, campos terrestres, ACTs, Petros e AMS. Enfim, não teremos a Petrobrás na Bahia e nem nossos empregos e aposentadorias;

A Petrobrás e a responsabilidade pelo equacionamento

Vamos cobrar da Petrobrás a sua responsabilidade, como gestora do Plano de Previdência Complementar da categoria petroleira.

Diante da pressão que a Petrobrás vem fazendo na justiça para derrubar as liminares de todos os sindicatos de petroleiros, não podemos continuar lutando apenas na área judicial é preciso também mobilizar, mostrar para a empresa que não vamos aceitar que ela transfira a sua responsabilidade para os assistidos e participantes da Petros.

O equacionamento da forma que está sendo feito está destruindo a vida financeira da categoria, que não tem capacidade para comportar valores tão altos.

Os participantes e assistidos não possuem a gestão do plano. A Petrobras é quem faz plenamente a administração e a gestão da Fundação e do plano. É injusto e desproporcional a cobrança e responsabilização dos participantes e assistidos, que indiscutivelmente, são a parte mais frágil dessa cadeia no aspecto econômico. No entanto, a justiça está pendendo a balança para o lado mais forte, eximindo a patrocinadora, que é a Petrobrás, de sua responsabilidade.

Vamos continuar lutando na justiça para que a Petrobrás assuma seus erros na condução da gestão e administração dos nossos recursos.

Se a Petrobras faz a gestão, que ela assuma os riscos. Se quer compartilhar riscos, que passe a compartilhar a gestão com os donos dos recursos: a categoria petroleira.

A assessoria jurídica do Sindipetro Bahia vai recorrer a justiça contra a queda da liminar referente ao equacionamento que fez com que houvesse o retorno do desconto de 100% estabelecido pela Petros, a partir do mês de julho.
Enquanto isso, vamos mostrar a nossa força – aposentados (as), trabalhadores (as) da ativa e pensionistas – nesse grande ato, mostrando que a categoria petroleira é a protagonista da sua história de luta e conquistas.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

As federações de petroleiros (FUP e FNP) e das associações de aposentados (FENASPE) construíram uma chapa unitária - Unidade em Defesa da Petros - para disputar as eleições para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros, que serão realizadas entre os dias 02 e 16 setembro.

Os participantes e assistidos irão eleger este ano duas duplas de titular e suplente para o Conselho Deliberativo e uma dupla para o Conselho Fiscal. Os eleitos terão mandatos de quatro anos.

A votação poderá ser feita via aplicativo, pelo Portal Petros ou por telefone, cujo número gratuito será ainda divulgado. 

Os números nas cédulas das duplas que disputam a eleição já foram sorteados e divulgados pela Comissão Eleitoral. 

No Conselho Deliberativo, as duplas apoiadas pela chapa Unidade em Defesa da Petros são as de número 52 e 54. No Conselho Fiscal, a dupla apoiada pela chapa é a de número 42. 


Candidados da chapa Unidade em Defesa da Petros:


Conselho Deliberativo


Dupla 52

Norton Cardoso (FUP/Sindipetro-NF) - titular

André Luis Araújo Santana (FUP/Sindipetro-BA) - suplente


Dupla 54

Fernando Siqueira (FENASPE/AEPET) - titular

Helio Liborio (FUP/Sindipetro-RS) - suplente


Conselho Fiscal


Dupla 42

Claudio da Costa Oliveira (FENASPE/AEPET) - titular

Agnelson Camillo (FNP/Sindipetro-AM/PA) - suplente

[FUP]

 

 

 

Publicado em Sistema Petrobrás

Não vamos pagar a conta toda sozinhos

A diretoria do Sindipetro-BA está organizando um grande ato contra o equacionamento com o objetivo de cobrar da Petrobrás a sua responsabilidade, como gestora do Plano de Previdência Complementar da categoria petroleira.

O ato está sendo construído em conjunto  com as outras entidades que, assim como o Sindipetro, fazem parte do Fórum em Defesa da Petrobrás na Bahia. São elas a Astape, Ambep, Aepet, Abraspet, e Cepes.

Uma reunião do Fórum que vai acontecer na próxima segunda-feira, 8/07, vai detalhar as ações que serão colocadas em prática e definir o dia, local e horário do ato.

Diante da pressão que a Petrobrás vem fazendo na justiça para derrubar as liminares de todos os sindicatos de petroleiros, não podemos continuar lutando apenas na área judicial é preciso também mobilizar, mostrar para a empresa que não vamos aceitar que ela transfira a sua responsabilidade para os assistidos e participantes da Petros.

O equacionamento da forma que está sendo feito está destruindo a vida financeira da categoria, que não tem capacidade para comportar valores tão altos.

Os participantes e assistidos não possuem a gestão do plano. A Petrobras é quem faz plenamente a administração e a gestão da Fundação e do plano. É injusto e desproporcional a cobrança e responsabilização dos participantes e assistidos, que indiscutivelmente, são a parte mais frágil dessa cadeia no aspecto econômico.

No entanto, a justiça está pendendo a  balança para o lado mais forte, eximindo a patrocinadora, que é a Petrobrás, de sua responsabilidade.

Vamos continuar  lutando  na justiça para que a     Petrobrás assuma seus erros na condução da gestão e administração dos nossos recursos.

Se a Petrobras faz a gestão,  que ela assuma os riscos. Se quer compartilhar riscos, que passe a compartilhar a gestão com os donos dos recursos: a categoria petroleira.

A assessoria jurídica do Sindipetro Bahia vai recorrer a justiça contra a queda da liminar referente ao equacionamento que fez com que houvesse o retorno do desconto de 100% estabelecido pela Petros, a partir do mês de julho.

Enquanto isso, vamos mostrar a nossa força –  aposentados (as), trabalhadores (as) da ativa e pensionistas – nesse grande ato, mostrando que a categoria petroleira é a protagonista da sua história de luta e conquistas.

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em SINDIPETRO-BA

A FUP, a FNP, a FENASPE e a FNTTAA (Federação dos Maritimos) lançaram a chapa Unidade em Defesa da Petros para disputar as vagas nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade, cujo processo eleitoral teve início com a inscrição dos candidatos, que encerrou-se no último dia 18.

Os participantes e assistidos irão eleger este ano duas duplas de titular e suplente para o Conselho Deliberativo, sendo que uma delas tem que ser formada exclusivamente por aposentado.

No Conselho Fiscal, será eleita uma única dupla de titular e suplente, formada por aposentados.

As eleições serão realizadas entre os dias 02 e 16 setembro.

A chapa Unidade em Defesa da Petros indicou duas das oito duplas que se inscreveram para o Conselho Deliberativo.

Para as vagas dos aposentados e pensionistas, as entidades indicam Fernando Siqueira (FENASPE/AEPET) como titular e Helio Liborio (FUP/Sindipetro-RS) como suplente.

A outra dupla apoiada pela FUP/ FNP/FENASPE /FNTTAA que disputa o Conselho Deliberativo da Petros é formada por Norton Cardoso (FUP/Sindipetro-NF) como titular e André Luis Araújo Santana (FUP/Sindipetro-BA) como suplente.

Para o Conselho Fiscal, duas duplas se inscreveram, uma delas da chapa Unidade em Defesa da Petros, formada por Claudio da Costa Oliveira (FENASPE/AEPET) como titular e Agnelson Camillo (FNP/Sindipetro-AM/PA) na vaga de suplente.

A divulgação final dos nomes dos candidatos que disputam a eleição será feita pela Petros entre 15 e 19 de julho.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Os assistidos e participantes, repactuados e não repactuados, do Plano Petros 1 foram surpreendidos com um desconto referente ao PED (Plano de Equacionamento do Déficit), nos seus contracheques do mês de junho.

O fato causou surpresa também à direção do Sindipetro Bahia e a sua assessoria jurídica, uma vez que a direção da Petros não teve a decência de avisar previamente que passaria a efetuar o referido desconto, anunciando o valor da cobrança, para que as pessoas pudessem se organizar e preparar a sua vida financeira.

Para esclarecer o assunto é preciso entender como vem se dando na Justiça o processo contra o equacionamento do Plano Petros 1, da forma que vem sendo implementado pela direção da Petros.

Diante do primeiro anúncio do PED (Plano de Equacionamento do Déficit), feito pela direção da Petros, o Sindipetro Bahia ajuizou ação na Justiça com o objetivo de debater até onde vai a responsabilidade dos participantes e assistidos em relação ao déficit do Plano Petros 1, assim como qual é o déficit de responsabilidade exclusiva da patrocinadora do Plano, no caso a Petrobrás.

O assessor jurídico do Sindipetro, o advogado Clériston Bulhões, explica que a ação, que tramita na Justiça desde o inicio do ano de 2018, é complexa e trata em seu bojo de questões como os repactuados, os pré-70, as dividas trabalhistas, entre outras. “Solicitamos, inclusive, o trabalho de peritos para que fique claro o que é devido, ou não, pelos assistidos, participantes e a patrocinadora. Isso para que o juiz possa dar sua sentença”.

Devido a essa situação, que poderia perdurar por muito tempo, o Sindipetro Bahia optou por pedir uma liminar para impedir que a categoria fosse prejudicada financeiramente. Assim, o judiciário resolveu conceder uma liminar que garantisse a cobrança do equacionamento pelo valor mínimo e não pelo máximo como queria a Petros, pois sem a realização da perícia e uma prévia análise de quanto seria esse déficit, o juiz não teria parâmetro para dar a sentença final.

Mas a Petros não cumpriu a liminar, optando por suspender a cobrança do equacionamento. Isso porque, segundo a própria Petros, a entidade não tinha como cumprir a decisão, pois o seu sistema de informática só permitia o desconto integral, ou seja, de acordo com o valor aprovado pelo CD da Fundação.

Agora, a Fundação, sem aviso prévio, resolveu efetuar o desconto sem sequer comunicar à Justiça a sua decisão ou chamar os sindicatos para discutir o assunto.

O conselheiro deliberativo eleito da Petros, Paulo César Martin, informa que na próxima reunião do GT-Petros será contestado o valor desse desconto.

Segundo PC, esse desconto, que representa, aproximadamente, 70% do valor total da contribuição extraordinária foi calculado de acordo com o valor do déficit atualizado: R$ 27,7 bilhões e não de acordo com o valor total do déficit apurado: R$ 22,61 bilhões. Segundo o Conselheiro, a lei não prevê correção do valor mínimo para pagamento de déficits.

A decisão da Petros atinge os Sindipetro`s Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Unificado de São Paulo (filiados à FUP) e também os Sitramico´s Minas Gerais e Pará.

Repúdio

O Sindipetro Bahia repudia a falta de transparência e de sensibilidade da Petros com os seus assistidos e participantes, ao mesmo tempo que lembra a luta da FUP e de seus sindicatos filiados para viabilizar uma saída que não penalize tanto a categoria. O Conselheiro Deliberativo eleito da Petros, Paulo César Martin, ressalta que essa saída já foi apontada pelo GT da Petros.

O Grupo de Trabalho da Petros (GT Petros), criado por força de Acordo Coletivo da categoria, composto por representantes da Petros, da Petrobras e dos sindicatos vinculados à FUP, à FNP (Frente Nacional dos petroleiros) e Marítimos, apresentou, em 2018, estudos técnicos e uma proposta alternativa para equacionar o PPSP 1, que garante a sustentabilidade do plano e reduz o valor das contribuições extraordinárias pagas pelos participantes e assistidos.

A ação impetrada pelo Sindipetro Bahia continua correndo na Justiça e a discussão do tamanho do equacionamento e da responsabilidade das partes só se dará no final da sentença.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás
Quarta, 15 Maio 2019 14:56

Simulador do PP3 é um engodo

A PETROS/Petrobrás colocou na internet um simulador do PP3 para quem for do PP1, Repactuado e Não-Repactuado, migrar para este novo plano. Ocorre, porém, que o simulador é um anzol de vara longa, pois só serve para puxar o peixe. O simulador apresenta apenas o valor apenas de uma conta individual do PP3, para que a isca se impressione com o tamanho da vara. A isca, ao ver que pode sacar 15% deste valor, então começa a morrer pela boca.

O problema que não está sendo mostrado é que o simulador não apresenta o valor do benefício que será pago ao longo da expectativa de vida do participante. Onde, diferente do atual plano, não terá mais reajuste. Apenas será feita a correção para se adequar ao rendimento e a expectativa de vida.

O fato é que há uma perda significativa ao longo do tempo, reduzindo o benefício pela metade em apenas 10 anos. Isto em uma previsão do PP3 da aplicação render 5,7% ao ano, mas a expectativa do mercado é de recessão com taxas futuras menor que 3,5% ao ano.

A FUP e seus sindicatos filiados e não filiados, junto com o sindicato dos MarÍtimos e outras associações de aposentados, estão construindo uma nova proposta de equacionamento, sem acabar com o Benefício Definido e mantendo a sustentabilidade do Planos PETROS 1, R e NR. Não se impressione com a vara longa da empresa.


Além disso, a FUP disponibilizará em breve um simulador completo que demonstra como será o benefício ao longo do tempo para quem aderir o PP3.

[FUP]

Publicado em APOSENTADOS
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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