Terminou às 17h desta segunda (16) a eleição para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros. A dupla 52 da Chapa Unidade em Deesa da Petros - formada por Norton Almeida (titular), do Sindipetro NF, e por André Araújo (suplente), do Sindipetro Bahia - venceu a eleição para o Conselho Deliberativo, com 11.181 votos. 

Para a vaga dos aposentados no Conselho Deliberativo, foi eleita a dupla 53, acom 7.576 votos. 

No Conselho Fiscal, a dupla eleita foi a 41, com 17.761 votos.

As outras duas duplas da chapa Unidade em Defesa da Petros também tiveram uma boa votação. A dupla 42, que concorreu ao Conselho Fiscal, obteve 17.697 votos, apenas 64 votos a menos que a dupla vencedora. Já a dupla 54, que disputou a vaga dos aposentados no Conselho Deliberativo, obteve 6.572 votos. 

Segundo a Petros, a taxa de participação dos participantes e assitidos na eleição é a maior registrada desde 2003. Ao todo, 36.620 pessoas votaram, o que equivale a 26,56% do universo de participantes aptos a votar. No último pleito, 13,56% fod participantes votaram. 

A maioria dos eleitores, 35.082 pessoas (25,45%), optou por votar pela internet. Apenas 1.538 (1,11%) votaram pelo telefone.

Em video divulgado nas redes sociais, o conselheiro eleito, Norton Almeida, agradece a confiança dos participantes e assistidos e ressalta a importância desta eleição: 

Publicado em Sistema Petrobrás

A eleição para os conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros está na reta final. Os participantes e assistidos têm até o dia 16 de setembro para eleger seus representantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros.

Essa eleição é muito importante na atual conjuntura de ataques aos direitos dos petroleiros. É fundamental que os participantes e assistidos tenham na Petros representantes preparados para enfrentar a tentativa de desmonte do fundo de pensão, que acontece no rastro das privatizações no Sistema Petrobrás.

Serão eleitas duas duplas de representantes para o Conselho Deliberativo e uma dupla para o Conselho Fiscal.

Por isso, as federações de petroleiros (FUP e FNP) e das associações de aposentados (FENASPE) somaram forças e construíram uma chapa unitária - Unidade em Defesa da Petros - para que possam garantir a representatividade da categoria nos Conselhos da Petros.

A FUP e seus sindicatos estão concentrando esforços para a eleição das duplas 52 (Conselho Deliberativo) e 42 (Conselho Fiscal), que integram a chapa unitária.

dupla 52 é composta por Norton Almeida (titular), do Sindipetro NF, e por André Araújo (suplente), do Sindipetro Bahia. Norton acumula experiência de quatro anos no Conselho Deliberativo, atuando como suplente, ao lado de Paulo César Martin.

dupla 42 é formada por Cláudio Oliveira (titular), do Espirito Santo, representante da FENASPE/AEPET, e por Agnelson Camillo (suplente), da FNP e Sindipetro Pará. Cláudio possui larga experiência administrativa acumulada na Petrobrás e atualmente produz estudos e artigos sobre a Petros.

Como votar:

Pela internet - acesse o portal da Petros (petros.com.br) e informe o número da matricula e da senha Petros.

Por aplicativo no celular - baixar o app da Petros (Google Play ou App Store). Após fazer o download do aplicativo, basta informar matrícula e senha da Petros uma única vez.

Por telefone – através de ligação gratuita para 0800 283 1676, informando matrícula e senha Petros. 

Acompanhe e compartilhe pelo facebook a campanha dos nossos candidatos.

Clique aqui para conhecer as propostas dos candidatos e entender como funcionam os Conselhos da Petros.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Mudanças implementadas pela Comissao Eleitoral, que coordena a votação para o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal da Petros, estão sendo consideradas duvidosas pela FUP e podem ser um risco à segurança e transparência da eleição que começou na segunda-feira (02).

Essas mudanças, que rompem com regras seguidas há mais de 17 anos, levantam dúvidas sobre a lisura do pleito, pois retiram capacidade de fiscalização da Comissao Eleitoral e deixa de registrar diversas informações qualitativas dos votos.

Essas alterações podem levar à anulação de eleição para o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal da Petros

Diferentemente de todas as nove eleições realizadas pela Fundação, desde 2001, as duplas que concorrem aos Conselhos e os eleitores saberão somente o total de votos que os candidatos receberam e quantos eleitores votaram.

Não saberão em quais estados os candidatos foram votados, nem o número de votos que cada um deles recebeu.

Isso dificultará gravemente a fiscalização do processo eleitoral, pelos candidatos, pelos eleitores e pela própria Comissão Eleitoral.

Além disso, com as mudanças, a Comissão Eleitoral perdeu o controle da senha que dá acesso ao sistema de votação e apuração da eleição.

Antes, essa senha era compartilhada, dividida entre todos os seus membros, além dos representantes da empresa de informática, que administra o sistema de votação, e da empresa certificadora, que valida a segurança do processo eleitoral, ambas contratadas pela Petros.

Agora, somente os representantes da empresa de informática e da empresa certificadora detêm as senhas que dão acesso ao sistema de votação e apuração da eleição.

Essa mudança no controle de abertura e fechamento do sistema de votação e apuração coloca em risco toda a segurança do processo eleitoral.

Além disso, a Petros decidiu fazer campanha de 'incentivo à votação' em prédios administrativos pontuais da Petrobrás, em detrimento de outros, em clara conduta de seleção de 'público'.

Tal gravidade da denúncia se soma ao fato de que essas alterações foram discutidas e definidas em reunião da Comissão Eleitoral no último dia útil antes do início da votação e sem ter a ata de reunião publicada ou fornecida aos seus membros.

Se a resposta da interpelação judicial não for esclarecedora ou convincente, a FUP tomará as providências judiciais para garantir a correta realização dessas eleições para que possamos ter, novamente, uma eleição, segura e confiável no seu resultado final, como já ocorreu em nove eleições já realizadas pela Petros desde 2001.


Acesse aqui a inicial da interpelação feita pela FUP

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Devido à incidência do equacionamento nos salários e benefícios dos assistidos e participantes do Plano Petros 1, e os prejuízos amargados pela categoria, o Sindipetro Bahia enviou ofício à direção da Petros, solicitando que a fundação analisasse duas opções (abaixo) como uma tentativa de amenizar essa situação:

– Refinanciamento do saldo devedor para 240 meses para aqueles que estão pagando o equacionamento e têm empréstimo na Petros.

– Suspensão de 6 meses do financiamento para que as pessoas possam equilibrar suas finanças.

A resposta da Petros foi de que não será possível fazer o refinanciamento do saldo devedor por 240 meses, pois a Fundação já estaria trabalhando na perspectiva da implantação do PP3 e/ou do Plano Alternativo do GT Petros. Por isso só acataram o pedido do Sindipetro em relação à suspensão de 6 meses da cobrança do empréstimo.

Mas nesse ponto entra um grande problema. A solicitação do Sindipetro foi pela implantação imediata da suspensão do pagamento do empréstimo e a Petros ofereceu a opção apenas a partir de janeiro de 2020.

Para o Sindipetro, essa medida é absurda, pois as pessoas estão sofrendo agora, estão com suas finanças desreguladas, comprometendo uma boa parte do salário ou benefício com o pagamento do equacionamento.

A medida é bem vinda, mas deveria ser aplicada de forma imediata. Por isso a direção do Sindipetro Bahia vai cobrar da Petros que a opção da suspensão seja oferecida de imediato.

Veja como vai funcionar

De 3 de setembro a 27 de dezembro, os participantes dos planos Petros do Sistema Petrobras-Repactuados (PPSP-R) e Petros do Sistema Petrobras-Não Repactuados (PPSP-NR), que estão contribuindo para o equacionamento do déficit de 2015, poderão optar pela suspensão da cobrança das prestações de empréstimos pelo período fixo de seis meses — entre 1 de janeiro a 30 de junho de 2020.

Durante os seis meses de suspensão, o participante continuará tendo descontados no contracheque os valores referentes à taxa de administração do contrato (0,0208% a.m.) e ao Fundo de Quitação por Morte (0,272% a.m.).

Os juros e a correção referentes ao período de suspensão do pagamento serão somados ao saldo devedor, seguindo a taxa prevista no contrato (0,59% + IPCA). Por isso, é preciso avaliar com cautela se a suspensão temporária por seis meses é realmente necessária.

Para pedir a suspensão temporária das prestações, é preciso acessar a Área do Participante, no Portal Petros, informando matrícula e senha. Na seção “Empréstimos”, o participante deve clicar em “Solicitação de empréstimos”, e, em seguida, ir para “Condições especiais para público do equacionamento”. Depois, deve selecionar o contrato e clicar em “Suspender”.

O participante que tiver esquecido matrícula e/ou senha, deve clicar em “esqueci a matrícula” e/ou em “esqueci ou não tenho senha”. Se não possuir e-mail cadastrado na Petros, o participante deve entrar em contato com a Central de Relacionamento (0800 025 35 45), de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h.

Regras para a suspensão temporária da cobrança

A suspensão é temporária, pelo prazo de seis meses consecutivos

As prestações deixarão de ser cobradas no período de janeiro a junho de 2020

Precisa ser solicitada pelo participante no Portal Petros, inclusive em caso de renovação. Nenhum contrato será suspenso de forma automática
Período de opção vai de 3 de setembro a 27 de dezembro

Durante os seis meses de suspensão, o participante terá descontados no contracheque apenas os valores referentes à taxa de administração do contrato (0,0208% a.m.) e ao Fundo de Quitação por Morte (0,272% a.m.)

Até 27 de dezembro, o participante que tiver optado pela suspensão pode desistir. O cancelamento da suspensão deve ser feito no portal
É exclusiva para participante do PPSP-R e do PPSP-NR que contribuem para o equacionamento

Participantes que não pagam equacionamento por decisão judicial não podem optar pela suspensão temporária. Caso a decisão judicial seja determinada após o pedido, a suspensão será cancelada

Juros e correção referentes ao período de suspensão do pagamento serão somados ao saldo devedor (0,59% + IPCA)

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Começou esta semana a eleição para os conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros. Todos os participantes e assistidos podem participar do pleito, que prossegue até o dia 16 de setembro. Serão eleitas duas duplas de representantes para o Conselho Deliberativo e uma dupla para o Conselho Fiscal.

Essa eleição é muito importante nessa atual conjuntura de ataques aos direitos dos participantes e assistidos da Petros. É fundamental que os petroleiros tenham na Petros representantes preparados para enfrentar a tentativa de desmonte do fundo de pensão, que acontece no rastro das privatizações no Sistema Petrobrás.

Por isso, as federações de petroleiros (FUP e FNP) e das associações de aposentados (FENASPE) somaram forças e construíram uma chapa unitária - Unidade em Defesa da Petros - para que possam garantir a representatividade da categoria nos Conselhos da Petros.

A FUP e seus sindicatos estão concentrando esforços para a eleição das duplas 52 (Conselho Deliberativo) e 42 (Conselho Fiscal), que integram a chapa unitária.

dupla 52 é composta por Norton Almeida (titular), do Sindipetro NF, e por André Araújo (suplente), do Sindipetro Bahia. Norton acumula experiência de quatro anos no Conselho Deliberativo, atuando como suplente, ao lado de Paulo César Martin.

dupla 42 é formada por Cláudio Oliveira (titular), do Espirito Santo, representante da FENASPE/AEPET, e por Agnelson Camillo (suplente), da FNP e Sindipetro Pará. Cláudio possui larga experiência administrativa acumulada na Petrobrás e atualmente produz estudos e artigos sobre a Petros.

Como votar:

Pela internet - acesse o portal da Petros (petros.com.br) e informe o número da matricula e da senha Petros.

Por aplicativo no celular - baixar o app da Petros (Google Play ou App Store). Após fazer o download do aplicativo, basta informar matrícula e senha da Petros uma única vez.

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[FUP]

Publicado em APOSENTADOS

Entre os dias 2 e 16 de setembro, os participantes e assistidos da Petros terão a oportunidade de escolher seus representantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade. A eleição é muito importante, pois o mandato dos conselheiros é de quatro anos. Mais do que nunca, é fundamental que os petroleiros tenham na Petros representantes preparados para enfrentar a atual conjuntura de ataques aos direitos dos participantes e assistidos e a tentativa de desmonte do fundo de pensão, no rastro das privatizações no Sistema Petrobrás.

Por isso, as federações de petroleiros (FUP e FNP) e das associações de aposentados (FENASPE) somaram forças e construíram uma chapa unitária - Unidade em Defesa da Petros - para disputar as eleições e poder garantir a representatividade da categoria nos Conselhos da Petros, e, consequentemente, a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores.

A FUP e seus sindicatos estão concentrando esforços para a eleição das duplas 52 (Conselho Deliberativo) e 42 (Conselho Fiscal), que integram a chapa unitária.

A dupla 52 é composta por Norton Almeida (titular), do Sindipetro NF, e por André Araújo (suplente), do Sindipetro Bahia. Norton acumula experiência de quatro anos no Conselho Deliberativo, onde vem atuando com suplente, ao lado de Paulo César Martin.

A dupla 42 é formada por Cláudio Oliveira (titular), do Espirito Santo, representante da FENASPE/AEPET, e por Agnelson Camillo (suplente), da FNP e Sindipetro Pará. Claudio possui larga experiência administrativa acumulada na Petrobras e atualmente produz estudos e artigos sobre a Petros.

Como votar:

Pela internet - acesse o portal da Petros (petros.com.br) e informe o número da matricula e da senha Petros.

Por aplicativo no celular - baixar o app da Petros (Google Play ou App Store). Após fazer o download do aplicativo, basta informar matrícula e senha da Petros uma única vez.

Por telefone – através de ligação gratuita para 0800 283 1676, informando matrícula e senha Petros.

Entenda a importância do Conselho Deliberativo da Petros

O Conselho Deliberativo é o órgão máximo da Petros. É esse conselho que define a política de investimentos que serão realizados com os recursos dos participantes e assistidos de todos os planos. O CD escolhe os diretores da fundação e estabelece a sua remuneração.

O conselho também elabora o planejamento estratégico, aprova a implantação e alteração de regulamento de novos planos e todas as demais questões estratégicas, além do orçamento da Petros.

Portanto, o CD é fundamental para a gestão da entidade e de todos os planos que administra. Ele é composto por seis conselheiros e seus suplentes, sendo três duplas indicadas pelos patrocinadores e três duplas eleitas pelos participantes ativos e assistidos, através de eleição direta.

Conheça as atribuições do Conselho Fiscal

O Conselho Fiscal da Petros é responsável pela fiscalização dos atos da diretoria, do CD e áreas administrativas da entidade. Acompanha e fiscaliza todas as contas e a gestão da entidade e tem também a tarefa fundamental de avaliar se as premissas atuariais estão aderentes, ou seja, se as hipóteses que são utilizadas para efetuar o cálculo do passivo do plano estão dentro da realidade.

O CF é formado por quatro titulares e suplentes, metade é indicada pelos patrocinadores e metade eleita pelos ativos e assistidos, sendo que uma dupla deve ser escolhida entre os assistidos e a outra, entre os ativos.

Vale ressaltar que os pareceres que o CF emite, principalmente em relação a aprovação das demonstrações contábeis da Petros anualmente, são submetidas a aprovação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar. Depois que o CF apresenta o parecer, ele é submetido ao Conselho Deliberativo, que tem a decisão final sobre a aprovação das contas da entidade.

Principais propostas das duplas 52 e 42:

1 - Aprovar o plano alternativo do grupo de trabalho que irá eliminar a necessidade do atual e dos futuros equacionamentos no plano;

2 - Atualizar e modificar o estatuto da entidade para garantir a eleição dos diretores, pois já existe o Acordo de Obrigações Reciprocas que foi assinado pela FUP e seus sindicatos com a Petrobrás e a Petros, onde ficou estabelecido o compromisso de mudança do estatuto pra garantir a eleição da metade do diretores, ou seja, o Diretir de Seguridade - DISE e o Diretor de Administração Financeira, só que isso até hoje não foi cumprido. Outra questão fundamental é a implantação dos Comitês Gestores Gestores por plano, onde os participantes e assistidos terão representantes eleitos para compor esses Comitês que acompanharão a gestão de cada plano;

3 - Ampliar a atuação no Comitê de Investimentos e mudar a sua composição

4 - Realizar reuniões periódicas com prestação de contas dos mandatos dos Conselheiros, ouvindo questionamentos e sanando as dúvidas dos participantes e assistidos;

5 - Implantar na Petros uma assessoria econômica aos participantes e assistidos na área de Planejamento Orçamentário Familiar, com foco nos empréstimos;

6 - Melhorar e qualificar a formação de lideranças e dos participantes e assistidos, através de cursos a distância (EAD) e palestras presenciais;

7 - Implantar no PP2 a opção de perfil de investimentos para que seus participantes e assistidos possam escolher onde é como investir melhor os seus recursos;

8 - Orientar e instruir os participantes e assistidos com relação a necessidade da adesão a proposta dos novos Planos Petros, evitando à adesão ao PP3.

[FUP]

Publicado em APOSENTADOS
Quinta, 08 Agosto 2019 14:09

Defesa da Petros

De 02 a 16 de setembro acontecem as eleições para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros. Este ano serão escolhidas duas duplas de titular e suplente para o Conselho Deliberativo enquanto para o Conselho Fiscal, será eleita uma única dupla de assistidos. A FUP indica votos na Chapa 52 – Unidade em Defesa da Petros, composta pelo diretor do Sindipetro NF, Norton Almeida que vem como titular e André Araújo do Sindipetro-BA, como suplente para o Deliberativo. Já para o Conselho Fiscal  a indicação é na chapa 42.

Este ano tem uma novidade na eleição que é a possibilidade de votar pelo aplicativo que está disponível no Google Play ou na App Store. Outra opção é escolher seus representantes via Portal Petros ou pelo telefone  0800 283 1676. Lembrando que cada participante ativo e assistido só poderá votar uma vez.

 

Publicado em Sistema Petrobrás

Centenas de aposentados e pensionistas compareceram na manhã dessa terça-feira, 17/07, à sede do Sindipetro Bahia para participar da primeira reunião da Caravana da Informação, que vai percorrer ainda diversos bairros de Salvador e cidades do interior do estado.

Nas reuniões, o Conselheiro Deliberativo eleito da Petros, Paulo César Martim (PC), está esclarecendo as dúvidas dos assistidos (aposentados e pensionistas) sobre diversos assuntos e informando as ações jurídicas que estão sendo executadas pelo Sindipetro Bahia contra a volta da cobrança do equacionamento do Plano Petros 1, sobre os riscos do PP3 e sobre a nova proposta do GT da Petros que livrará a categoria desse equacionamento.

Na primeira reunião, bastante concorrida, o Conselheiro esclareceu sobre as principais causas dos déficits do PP-1, que “praticamente existe desde a fundação do Plano, o que fez, desde então, com que a conta viesse sendo paga pelas futuras gerações”. Ele também falou sobre a tábua de mortalidade, que não sofreu mudanças durante 30 anos.

PC alertou ainda sobre as armadilhas do PP3. “Quem optar pela migração de olho no saque de 15% do total do benefício, precisa fazer a conta de quanto vai perder mês a mês, explica. “É como se a pessoa tivesse pedido um empréstimo a juros para o resto da vida”.

Além disso, continua Paulo César, “é importante saber que ao migrar para o PP3, os assistidos e participantes terão os equacionamentos – o atual e o futuro – descontados à vista.

Outro problema desse Plano pode ser detectado quando se divide a reserva individual de migração pela expectativa de vida e é constatada, todo ano, a redução do beneficio, devido à redução do saldo da conta dessa reserva individual de migração.

O Conselheiro informou ainda que o GT PETROS recomendou a Petros que as propostas do GT Petros sejam comunicadas aos assistidos e participantes simultaneamente e da mesma forma que vem sendo feito com o PP3, incluindo a disponibilização de simulador para que o participante e assistido saiba como ficará seu benefício, caso faça adesão à proposta do GT-Petros

Clique aqui e veja o calendário da Caravana da Informação e participe das reuniões.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Indignação e revolta contra a atual gestão do Sistema Petrobrás foram os sentimentos externados por centenas de petroleiros que participaram na manhã dessa sexta-feira, 12/07, de um ato em frente ao edifício Torre Pituba (EDIBA), sede da Petrobrás na Bahia.

Estavam presentes trabalhadores da ativa, terceirizados, aposentados e pensionistas, da capital e do interior do estado a exemplo, de Serrinha, Alagoinhas, Catu, Feira de Santana, Candeias e São Sebastião do Passé.

O ato, que aconteceu das 7h às 10h30, foi convocado pelo Fórum em Defesa da Petrobrás e da Petros na Bahia, composto pelo Sindipetro Bahia, Astape, Aepet, Abraspet, e Cepes, colocando em prática uma pauta extensa de protestos, que podem parecer distintos, mas estão interligados: fazem parte do projeto do governo de acabar com os direitos da classe trabalhadora e com as estatais.

A categoria disse não à volta da cobrança do equacionamento do Plano Petros 1. Protestou também contra o encerramento das atividades da Petrobrás na Bahia, contra a venda das refinarias e terminais, contra a proposta de ACT da Petrobrás e a reforma da Previdência.

Os manifestantes expressaram preocupação com o que pode acontecer com os petroleiros na Bahia, uma vez que a direção da Petrobrás está se mostrando determinada a acabar com a estatal no estado, o que vai afetar não só os trabalhadores diretos, mas também os terceirizados, que vão perder seus empregos.

Equacionamento

Durante o ato a categoria cobrou da Petrobrás a sua responsabilidade, como gestora do Plano de Previdência Complementar da categoria petroleira.

“Os participantes e assistidos não possuem a gestão do plano. A Petrobras é quem faz plenamente a administração e a gestão da Fundação e do plano. É injusto e desproporcional a cobrança e responsabilização dos participantes e assistidos, que indiscutivelmente, são a parte mais frágil dessa cadeia no aspecto econômico”, afirmou o diretor do Sindipetro, Radiovaldo Costa.

Para o diretor financeiro do Sindipetro, André Araújo, “a intenção do governo federal é inviabilizar os fundos de pensão privados para entregar o dinheiro dos trabalhadores ao mercado”. Ele alerta que “se a Petrobrás for privatizada, a sua participação nos planos de previdência ficará inviável”.

O coordenador do Sindipetro, Jairo Batista afirmou que a entidade sindical continuará lutando na justiça para que a Petrobrás assuma seus erros na condução da gestão e administração dos recursos da categoria. Ele também chamou a atenção para a guerra ideológica que está sendo travada hoje no Brasil e que não deixa lugar para que ninguém fique em cima do muro. “É preciso tomar uma posição, a nossa, do sindicato é ao lado dos trabalhadores, defendendo seus direitos, mas não podemos fazer isso sozinhos, a categoria tem que engrossar essa trincheira, caso contrário vamos ver escorrer pelo ralo nossos direitos e empregos”.

[Via Sindipetro BA]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Será nessa sexta-feira, 12/07, às 7h, em frente ao edifício Torre Pituba (EDIBA), o grande ato contra a volta da cobrança do equacionamento do Plano Petros 1.

O protesto é também contra o encerramento das atividades da Petrobrás na Bahia, contra a venda das refinarias e terminais e contra a proposta de ACT da Petrobrás.

O ato, que está sendo organizado e convocado pelo Fórum em Defesa da Petrobrás e da Petros na Bahia, composto pelo Sindipetro Bahia, Astape, Ambep, Aepet, Abraspet, e Cepes, será a forma da categoria petroleira dar seu recado à direção da Petrobrás. E o recado é muito claro: os petroleiros não aceitam a retirada de direitos e nem vão pagar sozinhos a conta do equacionamento.

Portanto, companheiros e companheiras, vamos sair das redes sociais e fazer a luta na rua. Caso contrário, em pouco tempo não teremos refinarias, campos terrestres, ACTs, Petros e AMS. Enfim, não teremos a Petrobrás na Bahia e nem nossos empregos e aposentadorias;

A Petrobrás e a responsabilidade pelo equacionamento

Vamos cobrar da Petrobrás a sua responsabilidade, como gestora do Plano de Previdência Complementar da categoria petroleira.

Diante da pressão que a Petrobrás vem fazendo na justiça para derrubar as liminares de todos os sindicatos de petroleiros, não podemos continuar lutando apenas na área judicial é preciso também mobilizar, mostrar para a empresa que não vamos aceitar que ela transfira a sua responsabilidade para os assistidos e participantes da Petros.

O equacionamento da forma que está sendo feito está destruindo a vida financeira da categoria, que não tem capacidade para comportar valores tão altos.

Os participantes e assistidos não possuem a gestão do plano. A Petrobras é quem faz plenamente a administração e a gestão da Fundação e do plano. É injusto e desproporcional a cobrança e responsabilização dos participantes e assistidos, que indiscutivelmente, são a parte mais frágil dessa cadeia no aspecto econômico. No entanto, a justiça está pendendo a balança para o lado mais forte, eximindo a patrocinadora, que é a Petrobrás, de sua responsabilidade.

Vamos continuar lutando na justiça para que a Petrobrás assuma seus erros na condução da gestão e administração dos nossos recursos.

Se a Petrobras faz a gestão, que ela assuma os riscos. Se quer compartilhar riscos, que passe a compartilhar a gestão com os donos dos recursos: a categoria petroleira.

A assessoria jurídica do Sindipetro Bahia vai recorrer a justiça contra a queda da liminar referente ao equacionamento que fez com que houvesse o retorno do desconto de 100% estabelecido pela Petros, a partir do mês de julho.
Enquanto isso, vamos mostrar a nossa força – aposentados (as), trabalhadores (as) da ativa e pensionistas – nesse grande ato, mostrando que a categoria petroleira é a protagonista da sua história de luta e conquistas.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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