Os trabalhadores petroleiros de todo o país vão aderir à Greve Geral desta sexta-feira (14) contra o projeto de reforma da previdência, convocada pela CUT e demais centrais sindicais.

 A categoria também leva como pautas para o movimento a defesa da Petrobrás e dos direitos trabalhistas.

 Haverá protestos em várias unidades da Petrobrás país afora e em locais públicos. Diante disso, o Sindipetro Paraná e Santa Catarina faz algumas orientações à categoria:

 - Todos estão convocados para comparecer às unidades ou locais de protesto;

(trabalhadores da ativa, em folga ou não, aposentados e pensionistas)

 - Tente sair o mais cedo possível de casa;

 - Vista sua camiseta das campanhas do Sindicato, leve sua bandeira;

 - Convide seus amigos e familiares para as manifestações;

 - A greve é pacífica. Evite confusão.

 Confira os locais de mobilizações dos petroleiros do Paraná e Santa Catarina:

 Repar – Araucária-PR

Protesto a partir das 07h00, nos portões PV-1 e PV-9.

 São Mateus do Sul (SIX)

Protesto a partir das 07h00, em frente à Usina do Xisto.

 Tepar – Paranaguá

Protesto a partir das 07h00, em frente ao Terminal. Logo após, manifestação na Praça Fernando Amaro.

 Joinville-SC (Tefran, Ediville, Temirim e Tejaí)

Protesto a partir das 09h00, na Praça da Bandeira, Centro.

 [Via Sindipetro-PR/SC]

Publicado em Sistema Petrobrás

Na sexta-feira, 14/06, o Brasil vai parar. A greve geral convocada pelas centrais sindicais e movimentos sociais está ganhando força e adesão. O movimento é contra  a reforma da previdência, os cortes na educação, o desemprego e os ataques do governo ao meio ambiente, à Soberania Nacional e às empresas públicas e estatais.

Os petroleiros fazem parte de uma dessas categorias que já decidiram participar da greve. Em assembleias que aconteceram no Sistema Petrobrás em todo o Brasil, eles aprovaram a adesão ao movimento paredista.

Os rodoviários, metroviários, comerciários, bancários, químicos, petroquímicos, estudantes, professores, servidores públicos estaduais e municipais também já apontaram a participação na greve. Há também a possibilidade de adesão dos caminhoneiros.

Orientação para a greve

Portanto, no dia 14/06, o Sindipetro Bahia orienta a categoria petroleira a não ir trabalhar. Haverá corte de rendição a partir da meia noite do dia 13/06, com greve de 24 horas. Em caso de dúvida, o trabalhador deve procurar o diretor da sua base para mais informações.

Na manhã da sexta-feira (14) os petroleiros e petroleiras devem se deslocar até o edifício Torre Pituba (EDIBA), onde companheiros (as) de várias unidades do Sistema Petrobrás estarão reunidos.

Mesmo aqueles que ainda não tenham acordado para a gravidade do que está acontecendo hoje no país e – no caso dos petroleiros, com a Petrobrás, que está sendo desmontada e preparada para a privatização – a instrução é que não vá trabalhar, mesmo porque não haverá transporte público e as rodovias estarão bloqueadas pelos grevistas.

À tarde, há outro compromisso. A ideia é que todos vistam seus jalecos laranja e participem da manifestação que está marcada para acontecer nesse mesmo dia no Campo Grande, às 15h.

O ponto de encontro da categoria será nas proximidades do Teatro Castro Alves.

Diante da gravidade do momento, os petroleiros precisam mostrar para a sociedade o que está acontecendo com a Petrobrás, principalmente na Bahia, onde a nova gestão da estatal quer encerrar suas atividades.

Brasil de marcha à ré

 A manifestação de 14 de junho é uma grande oportunidade para a categoria petroleira mostrar unidade e se inserir na luta que é de todos nós. Afinal, o que está em jogo é o nosso futuro e de também o de nossos filhos e netos.

Nos planos de entreguismo do Ministro da Economia, Paulo Guedes, 134 estatais, das quais 88 são subsidiárias serão privatizadas. A Petrobrás, por exemplo, tem 36 subsidiárias, a Eletrobras, 30, e o Banco do Brasil, 16.

Mas o desmonte que o governo Bolsonaro está fazendo não é só da Petrobrás, mas de todo o Estado brasileiro. Além de anunciar, recentemente, novos cortes na educação, o ministro da área defendeu o fortalecimento do ensino superior particular. Já a proposta da reforma da previdência não combate privilégios, deixa de fora, por exemplo, os militares e suas filhas que vão continuar com pensão cinco vezes maior do que a do INSS. Já as viúvas, viúvos e órfãos vão perder 40% da pensão por morte e o trabalhador que conseguir se aposentar vai receber um benefício reduzido.

Enquanto isso, o governo segue com sua  agenda ideológica e destruidora ao liberar 166 agrotóxicos, sendo que 24 destes são considerados “altamente tóxicos” e 49 estão dentro da escala dos “extremamente tóxicos”. E o desemprego? Esse já atinge 13,4 milhões de brasileiros (dados de março).

O fundo do poço ainda não chegou, mas pelo andar da carruagem vai chegar daqui a pouco. E o pior, é que pode não haver volta a não ser que o povo diga um basta a todo esse retrocesso. Essa é a importância da greve geral do dia 14/06.

Estão à frente da organização do movimento, a  CUT e demais centrais sindicais – Força Sindical, CTB, Intersindical, CSP-Conlutas, Nova Central, CGTB, CSB e UGT -, além das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.

[Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

Uma categoria que sabe a força que tem não precisa ouvir seu presidente desqualificá-la e simplesmente, ficar quieta. Castello Branco julgou os petroleiros por si mesmo, baseado na sua falta de capacidade em comandar a maior empresa do país, e com o maior descaramento afirmou, segundo a Agência Câmara, que a Petrobras não tem capacidade de explorar campos maduros de petróleo, em terra e águas rasas.

Como uma empresa de petróleo com 66 anos de experiência, que começou sua trajetória exatamente em terra, na Bahia, entrou em águas rasas interiores na Baía de Todos os Santos, foi para o ambiente offshore raso em Sergipe, avançou em águas profundas e ultra profundas na Bacia de Campos, descobriu e colocou o Pré-Sal em produção, não tem capital humano qualificado e tecnologia para explorar e produzir em terra e águas rasas?

Onde ele estava que não viu ou não soube de tudo que a Petrobrás já fez pelo Brasil, por tudo que ela já construiu e contribuiu para o desenvolvimento tecnológico e social do país. Nem acessou o próprio site da Petrobrás que lista os prêmios que demonstram a relevância da empresa no cenário nacional.

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Amostra retirada do site da Petrobrás:

Marca que representa o Brasil - Conquistamos em 2017, pelo segundo ano consecutivo, o prêmio Folha Top of Mind, da Folha de S.Paulo, na categoria "Marca que representa o Brasil". Este reconhecimento reforça a importância da nossa presença no dia a dia da sociedade.

Líder em inovação no setor - O Prêmio Valor Inovação Brasil 2016, do jornal Valor Econômico, nos elegeu a empresa mais inovadora do país no segmento “Indústria de Base e Metalurgia”, entre empresas de óleo e gás, minério e cimentos.

Melhores & Maiores 2016 - O ranking anual Melhores e Maiores 2016 da Revista Exame nos posicionou como empresa que mais gera riqueza por empregado, demonstrando o empenho e o compromisso de nossa força de trabalho.

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A única explicação, para tamanha agressão à inteligência de quem o escuta, é a de que continua insistindo na representação burlesca à moda do presidente do Brasil, que se valeu da desinformação da massa para se eleger e instaurar o caos, mas que já não engana mais ninguém. Muito menos a categoria petroleira, que fez história na luta pela conquista de direitos dos trabalhadores e sabe que a soberania do Brasil é também sua responsabilidade.

“Vamos contar para o Castello que a Petrobras não é lugar de fazer paródia e que essa dinâmica de ir falseando o cotidiano prosaico, que reforça o improviso e a gambiarra, já deu e vamos desmascará-lo. Saudade das cartinhas do Pedro, pelo menos eram mais inteligentes! ”

 

 

 

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Petroleiros de todo o país que estão em Belo Horizonte para a 8ª Plenária Nacional da FUP mandaram um recado para a gestão da Petrobrás: a categoria vai lutar até a última gota para defender a empresa e os direitos conquistados a duras penas. Esse foi o tom que marcou as falas das lideranças sindicais no ato da manhã desta sexta-feira, 24, em frente à Refinaria Gabriel Passos, uma das oito unidades que estão na lista de privatização anunciada pela direção da empresa. Ao final da mobilização, os petroleiros da Regap realizaram uma assembleia que aprovou por unanimidade a participação na greve geral do dia 14 de junho.

É a resposta da categoria aos gestores da Petrobrás, que apresentaram na quarta-feira, 22, uma proposta de desmonte do Acordo Coletivo de Trabalho, que aniquila direitos e benefícios sociais e ataca frontalmente as organizações sindicais.

“Não há saída individual. A luta é coletiva”

“Essa proposta de acordo coletivo é para pavimentar o caminho para a privatização. Só vamos mudar este quadro, se os trabalhadores entenderem que não há saída individual. A luta é coletiva”, afirmou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Também presente ao ato na Regap, o coordenador da FNP, Adaedson Costa, ressaltou a importância do engajamento de cada trabalhador e trabalhadora na luta em defesa da Petrobrás. “Nós aqui na linha de frente já estamos dia a dia, de norte a sul deste país, defendendo a Petrobrás, mas é com a participação ativa de cada petroleiro que vamos fazer a diferença da classe trabalhadora e reverter todas as mazelas que estão sendo impostas à categoria e à população”, declarou.

Construir a greve geral

As lideranças sindicais petroleiras enfatizaram que é fundamental que a categoria esteja junto novamente com os estudantes e profissionais da educação na mobilização do dia 30 e na greve geral do dia 14 de junho. “É na luta, como outras gerações fizeram, que iremos defender a nossa empresa, porque defender a Petrobrás não é defender o meu, o seu emprego. Defender a Petrobrás é defender um Brasil soberano”, afirmou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Imprensa da FUP | Fotos:  Paulo Neves, Maria João Palma (FUP) e Arthur Varela (Sindipetro-RN)

 

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Publicado em VIII Plena FUP

Os petroleiros presentes em Belo Horizonte para a 8ª Plenária Nacional da FUP participaram no último dia 22 de Audiência Pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que culminou com o lançamento da Frente Parlamentar Mineira em Defesa da Petrobrás. Na próxima quarta-feira, 29, a FUP e seus sindicatos estarão em Brasília para o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobrás.  

Iniciativa do mandato da deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT), a audiência denunciou os prejuízos irreparáveis que a gestão entreguista da Petrobrás está causando à população brasileira.  Foram abordadas questões como a política de preços de derivados que fez disparar a gasolina, o díesel e o gás de cozinha; a privatização de gasodutos, refinarias, campos de petróleo e outros ativos estratégicos da empresa; os desinvestimentos impostos pelos governo Temer e Bolsonaro, além de outros ataques à soberania nacional, que desmontaram a cadeia de óleo e gás do país.

Os petroleiros Tadeu Porto e Alexandre Finamori representaram a FUP e o Sindipetro MG na audiência, que contou também com a participação do secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT-MG), Jairo Nogueira Filho, da diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Marilda de Abreu Araújo, e do engenheiro Paulo César Ribeiro Lima.

 

[FUP]

Publicado em VIII Plena FUP

A resistência contra a privatização da Petrobrás está diretamente ligada à luta pela preservação dos empregos e dos direitos dos trabalhadores, que estão sob ameaça de extinção nessa campanha reivindicatória. A importância da unidade no enfrentamento ao projeto ultraliberal do governo Bolsonaro marcou a fala das lideranças sindicais e políticas que participaram da solenidade de abertura da 8ª Plenária Nacional da FUP, quinta-feira, 23, à noite, em Belo Horizonte. 

“Essa é a Plenafup mais importante da história da nossa categoria. Os petroleiros já deixaram o seu nome marcado na história todas as outras vezes em que fomos chamados à luta em defesa da Petrobrás. Vamos continuar resistindo e venceremos novamente”, afirmou o coordenador do Sindipetro Minas Gerais, Anselmo Braga. Ele destacou a simbologia da 8ª Plenafup estar sendo realizada na Escola Sindical da CUT em Belo Horizonte, berço de tantas lutas e resistência.

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, lembrou que a luta dos petroleiros para defender a Petrobrás não é de hoje.  “A Petrobrás sempre foi motivo de disputa e de cobiça. E isso aumentou ainda mais com a descoberta do pré-sal. A defesa da Petrobrás tem que passar pela conscientização dos trabalhadores de que a operação Lava Jato é uma farsa. Os fatos vêm mostrando, dia após dia, que o objetivo sempre foi destruir a empresa para entregar o pré-sal”, afirmou.

Márcio Nicolau, presente!

O ex-presidente do Sindipetro-MG, Marcio Nicolau Machado, morto em fevereiro em um trágico acidente de trânsito, foi homenageado na abertura da 8ª Plenafup.  Um documentário produzido pelo sindicato em parceria com o Midia Ninja emocionou os petroleiros, ao destacara a trajetória sindical do petroleiro e sua importância nas lutas travadas pelos movimentos sociais mineiros.

“A luta pela soberania, a luta pela Petrobrás que estamos travando hoje é a continuidade do legado de Marcio e a maior homenagem que podemos fazer a ele”, afirmou Leopoldino Martins, que esteve ao lado do petroleiro em diversas lutas no Sindipetro-MG.

O exemplo da Vale

Um dos convidados da solenidade de abertura da 8ª Plenafup, Joceli Andreoli, da Coordenação Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), enfatizou a relação direta entre a privatização da Vale e os crimes protagonizados pela empresa em Minas Gerais.  “Tudo isso aconteceu porque a empresa passou a ser gerida para atender aos interesses privados e à ganância do capital especulativo. O que aconteceu com a Vale é o que pode acontecer com o pré-sal e a Petrobrás, se não dermos conta da luta e do desafio desse momento histórico”, afirmou.

O deputado federal Rogério Correa (PT-MG) lembrou que desde que foi “entregue a preço de banana” no governo Fernando Henrique Cardoso, a Vale deixou de cumprir o papel de destaque que tinha para a economia brasileira. “A Vale é a segunda maior empresa privada do mundo, mas que não contribui em nada para o desenvolvimento do país. Envia todo o seu lucro para fora e só deixa aqui as tragédias que gera”, declarou.

Ele alertou que o processo de privatização do governo Bolsonaro vai além. “Não são só as empresas públicas que estão na lista de privatização do Paulo Guedes (ministro da Economia), mas também a previdência social, a educação e a saúde”, declarou, enfatizando que a greve geral do dia 15 de junho pode significar uma virada dessa conjuntura. "É no campo das ruas que vamos derrota-los. E o movimento sindical será fundamental nesse embate, como foi na década de 80", afirmou.

Com a participação de cerca de 200 trabalhadores de todo o país, a 8ª Plenafup prossegue até domingo (26), na Escola Sindical Sete de Outubro, em Belo Horizonte. Acompanhe as atividades e painéis de exposição pelas redes sociais da FUP.

Imprensa da FUP | Fotos: Arthur Varela (Sindipetro-RN)

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Publicado em VIII Plena FUP

Em reunião nesta quarta-feira, 15, da Comissão de AMS, a FUP criticou a cobrança de R$ 119,5 milhões que a Petrobrás está impondo, unilateralmente, aos trabalhadores para cobertura do déficit causado pelo desequilíbrio na relação de custeio 70 x 30 durante o ano de 2018. A FUP questionou a forma arbitrária como o ajuste está sendo feito, sem discussão prévia na Comissão, em flagrante descumprimento do Acordo Coletivo. O ACT prevê que qualquer readequação de custeio da AMS só pode ocorrer mediante entendimento entre as representações sindicais e a empresa, como determina a cláusula 31, parágrafo primeiro.

O ajuste financeiro foi anunciado pela Petrobrás no início de abril, nove dias após a reunião da Comissão de AMS (realizada em 20/03), sem que a proposta fosse sequer apresentada ou discutida na reunião. O RH admitiu que não tratou essa questão com a FUP na Comissão, alegando que a empresa ainda não tinha os valores do déficit consolidados.

A FUP também questionou o fato da Petrobrás computar na equalização do custeio da AMS valores que deveriam ser de cobertura integral da empresa, como gastos com medicamentos de alto custo e despesas decorrentes de tratamentos de beneficiários vítimas de acidentes e de doenças do trabalho.

As direções sindicais ressaltaram o impacto que esse ajuste terá para os trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas. A FUP cobrou que sejam retirados do custeio da AMS os valores computados indevidamente e que haja um prazo maior para os beneficiários quitarem essa dívida, diluindo os valores em um número maior de parcelas. A proposta será analisada pela empresa.

Resoluções da CGPAR

A FUP, mais uma vez, questionou a Petrobrás sobre os efeitos que as resoluções 22 e 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR) terão sobre o Acordo Coletivo. O RH informou que ainda está discutindo essa questão com a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) e tornou a afirmar que o entendimento jurídico da empresa é de respeitar o direito adquirido dos aposentados e pensionistas, seguindo norma da Agência Nacional de Saúde (RN 279).

Outro questionamento foi sobre a garantia da AMS para os trabalhadores que aderirem o novo PIDV lançado pela Petrobrás. Os representantes da empresa esclareceram que essa garantia está limitada à legislação vigente. Portanto, se o trabalhador não tiver direito adquirido e a AMS for modificada no Acordo Coletivo, valerá para ele a nova regra.

Pendências

A FUP tornou a cobrar a implantação do Programa Coração Saudável e solução para os problemas de inadimplência dos beneficiários que têm a renda comprometida pelo equacionamento da Petros (PED), por questões judiciais ou problemas administrativos, como a falta de cobrança em folha, em função de compatibilidade dos Sistemas da Petrobrás e da Petros.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Em 05 de julho de 1983, os petroleiros da Replan (SP) iniciaram uma das mais importantes greves da categoria, que logo em seguida teve a adesão dos trabalhadores da Rlam (BA). Foram sete dias de enfretamento, em um movimento essencialmente político contra a ditadura, cujo estopim foi um decreto do general João Batista Figueiredo, para cortar direitos dos trabalhadores de estatais e reduzir efetivos.

Os militares ocuparam as refinarias, intervieram nos sindicatos, cassaram as direções sindicais e demitiram 358 petroleiros. Dez dias depois, em 21 de julho de 1983, cerca de três milhões de trabalhadores das mais diversas categorias cruzaram os braços na primeira greve geral da ditadura militar. Em agosto do mesmo ano, a CUT foi fundada, tendo como principais eixos de luta o fim da ditadura, a revogação da Lei de Segurança Nacional e a garantia de liberdade e autonomia sindical. 

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Nesta sexta-feira, 22, Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência, os petroleiros das bases da FUP se manifestaram em todo o país contra os ataques do governo Bolsonaro, que quer meter a mão na aposentadoria dos brasileiros, fazendo um ajuste fiscal às custas dos trabalhadores.

Outros ataques contra o povo brasileiro já estão em curso, como a Medida Provisória 873, editada durante o carnaval, cujo objetivo é asfixiar os sindicatos, que são as entidades que podem organizar e mobilizar os trabalhadores contra a retirada de direitos, as privatizações e demais ataques do governo Bolsonaro.

Os petroleiros são uma das categorias mais organizadas do país e, não foi por acaso, que os gestores do Sistema Petrobrás anunciaram a suspensão do desconto em folha das mensalidades sindicais no mesmo dia em que o presidente da empresa afirmou publicamente que a venda da estatal “foi sempre um sonho”.

Nos atos desta sexta-feira, os dirigentes da FUP enfatizaram que a luta contra o fim da Previdência Social está diretamente ligada à resistência aos ataques contra as organizações sindicais e as privatizações. 

> Veja as fotos abaixo

#LutePelaSuaAposentadoria

O que o governo está propondo não é reforma e sim o fim da previdência pública. Bolsonaro quer tirar da Constituição o direito à aposentadoria e a outros benefícios de seguridade social. O trabalhador terá que depositar parte de seu salário em um fundo individual que será administrado por bancos privados. Nem o governo e nem os patrões serão obrigados a contribuir. Os bancos, que já devem fortunas ao INSS, ainda receberão parte do salário dos trabalhadores para administrar o fundo. 

Os aposentados não terão a garantia de reajuste dos benefícios, como hoje é assegurado pela Constituição. E os que esperam se aposentar, terão que contribuir por 40 anos para poder garantir 100% do benefício.

Regime de capitalização levou chilenos ao suicídio

O regime de capitalização que o governo Bolsonaro quer aprovar ao acabar com a Previdência Social já fracassou em vários lugares do mundo. Pelo menos 18 países voltaram atrás e substituíram esse modelo. No Chile, o regime de capitalização, foi implantado em 1981, em plena ditadura militar, e o resultado é uma avalanche de suicídios entre os idosos que não conseguem sobreviver com os benefícios que recebem. Mais de 40% dos aposentados no Chile estão abaixo da linha de pobreza e 80% recebem benefícios de cerca de meio salário mínimo do país, o equivalente a R$ 694,00, que corresponde, em média, a 33% do salário quando estavam na ativa. 

Acompanhe aqui a cobertura da CUT, minuto a minuto, dos atos pelo país

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Publicado em Movimentos Sociais

Na sexta-feira, 22 de março, Dia de Luta em Defesa da Previdência, os petroleiros da Bahia realizaram mobilizações na unidade de Taquipe, na FAFEN e no EDIBA.

Em Taquipe, o ato teve duração de três horas de duração e contou com a participação de trabalhadores diretos, e terceirizados em apoio à luta contra a reforma da Previdência, contra a privatização do Sistema Petrobrás, contra o fechamento da FAFEN e em defesa dos direitos e empregos.

Em Salvador, os petroleiros também participaram de outro ato, na Rótula do Abacaxi, em conjunto com diversas categorias, mostrando força e unidade, empunhando bandeiras e com gritos de luta contra a aprovação desse projeto de reforma da Previdência, que tornará inalcançável a aposentadoria e irá reduzir os benefícios.

Revolta e solidariedade

Nessas mobilizações foi consenso entre a categoria petroleira a insatisfação com o atual governo e a certeza de que os sindicatos devem ser fortalecidos para que possam enfrentar os ataques desse governo de extrema direita. Os petroleiros e petroleiras criticaram a Medida Provisória 873, que tem o claro objetivo de estrangular economicamente os sindicatos impedindo-os de fazer a luta contra a reforma da Previdência, contra a privatização da Petrobrás e pela garantia dos direitos dos trabalhadores.

Muitos petroleiros, associados ou não, procuraram os diretores do Sindipetro para poderem contribuir e fortalecer a entidade sindical. Segue abaixo os dados da conta para quem também quer contribuir.

 
Caixa Econômica Federal
Sindicato dos Petroleiros do Estado da Bahia
CNPJ – 15.532.855/0001-30
Agência – 0064
Op – 013
Conta Poupança – 00051133-2


[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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