Na manhã desta quarta-feira, 13, a FUP realiza mais uma live para esclarecer os trabalhadores, aposentados e pensionistas do Sistema Petrobras sobre uma questão que está na ordem do dia: a Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS).

Com o tema “A privatização da AMS em tempo do Coronavírus” , a live poderá ser acompanhada pelas plataformas da FUP no Facebook e Youtube, às 10h.

Em plena pandemia do covid-19, a direção da Petrobrás pretende criar uma associação privada para administrar a AMS.

Além de obrigar os aposentados e pensionistas a pagarem o benefício somente no boleto bancário, acabando com o desconto automático na folha de pagamento, a gestão da Petrobrás pretende acabar ou reduzir os direitos dos trabalhadores à AMS, criando uma associação privada para administar o benefício.

O debate contará com a participação do diretor de Seguridade Social da FUP, Paulo César Martins, da diretora da Federação Nacional dos Economiarios/CEF (FENAE), Fabiana Matheus, do Conselheiro Deliberativo da Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB), Fernando Amaral, e da assessora Jurídica da FUP, Jessica Caliman.

Serviço:

Live “A privatização da AMS em tempo do Coronavírus”

Quando: Quarta, 13/05

Horas: 10h

Onde:  https://www.youtube.com/c/fupbrasil e www.facebook.com/fupetroleiros 


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[FUP]

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O Sindipetro Paraná e Santa Catarina divulgou na semana passada que dois trabalhadores da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, fizeram testes rápidos para a presença do novo coronavírus e acusaram resultados positivos. 

Como forma de prevenção à saúde e segurança dos trabalhadores, seus familiares e comunidades do entorno da unidade, requisitou à gestão da empresa que colocasse em quarentena todos que tiveram contato direto com os empregados possivelmente contaminados até que as contraprovas laboratoriais ficassem prontas. Também cobrou a testagem em massa na refinaria, tanto de funcionários próprios como de terceirizados, e as informações sobre o monitoramento dentro da refinaria, entre outras providências feitas através de Comunicado Sindical (ofício). 

Em resposta, a gestão se limitou a dizer que adota as “medidas necessárias para prevenção e combate à pandemia” e que “não há casos confirmados de Covid-19 na Repar”. Ainda afirmou que “os empregados citados no ofício foram preventivamente colocados em quarentena e foi planejada a realização de testes com acurácia adequada, conforme critérios médicos”. 

O Sindicato, por sua vez, considera as ações da empresa insuficientes e irresponsáveis com relação à prevenção da proliferação do vírus e também que não cumprem com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). 

O laudo da primeira contraprova laboratorial saiu no sábado (09) e apontou ausência para presença do novo coronavírus, isso após sete dias do teste inicial. Na segunda-feira (11) o trabalhador refez a testagem rápida e novamente foi aferida a não contaminação. Curioso é o fato de que agora a gestão levou em consideração o resultado do teste rápido. 

A contraprova do segundo caso em investigação foi concluída nesta segunda e também acusou a não infecção. O trabalhador ainda deve fazer uma terceira aferição por meio do teste rápido. 

Ao desprezar os resultados das primeiras testagens e colocar apenas os casos em investigação em quarentena provisória, a gestão da Repar ignorou a possibilidade de infecção de outros trabalhadores e agiu com irresponsabilidade. 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina reafirma seu compromisso de manter a categoria informada sobre os fatos que envolvem a pandemia. Também permanece com posição incisiva na cobrança das devidas ações de prevenção por parte da empresa, bem como a transparência no monitoramento dos possíveis casos de contaminação.

[Via Sindipetro-PR/SC]

 

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Quarenta e dois dos 45 trabalhadores do campo de exploração de Xaréu, no litoral do Ceará, testaram positivo para covid-19 e estão isolados em um hotel em Fortaleza. A informação é do Sindipetro-CE/PI.

O campo de Xaréu é uma das áreas de exploração marítima que a Petrobras colocou à venda e está localizado a cerca de 50 quilômetros da costa de Paracuru, na Região Metropolitana de Fortaleza.

Veja a nota do sindicato:

93% dos trabalhadores de duas plataformas marítimas do Ceará testam positivo

Quarenta e dois dos 45 dos trabalhadores de um campo de exploração marítima de petróleo da Petrobras, no mar de Paracuru, testaram positivo e estão isolados em hotel na capital cearense.

No dia 02 de maio, houve a primeira queixa de febre e dores por parte de três trabalhadores em uma plataforma denominada PXA1. Três dias depois, desembarcaram cinco trabalhadores apresentando sintomas da covid-19; os que pernaneceram embarcados e tiveram contato direto com esses cinco mantiveram-se isolados internamente. Porém, sem resultados sanitários efetivos.

Uma plataforma interligada à PXA1, dentro do mesmo campo de petróleo (Xaréu), denominada PXA2, também foi atingida pelos efeitos da pandemia e hoje, além da própria PXA1, encontra-se desabitada. Além disso, um dos sintomáticos chegou a adentrar em uma terceira plataforma, denominada PAT3, que atualmente encontra-se normalmente habitada.

No domingo (10/05), mais um trabalhador apresentou sintomas, ele estava em outro campo de produção, o de CURIMÃ.

Segundo o Sindicato dos Petroleiros do Ceará, a circulação entre plataformas, compartilhamento de alojamentos e refeitório, mostra a ineficácia de medidas, pois um novo foco pode se estabelecer e repetir a situação onde a Petrobrás insiste em manter os embarques. "A gestão tem negligenciado os cuidados com a força de trabalho. As primeiras máscaras eram de apenas de uma camada de TNT, sem elástico, para ser montada pelo usuário e em quantidade insuficiente", relatou um dos trabalhadores.

O Ministério Público do Trabalho foi notificado.

[Com informações do Sindipetro-CE/PI]

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Trabalhadores embarcados na escala de 21 dias denunciam exaustão por sobrecarga de trabalho e pressão psicológica dos chefes. Já não bastasse o medo da contaminação a bordo, agora os trabalhadores ainda precisam lutar contra a pressão dos chefes a bordo, que exigem a execução das mesmas atividades realizadas, antes, por um efetivo maior e em um confinamento que durava 14 dias. Agora, são 21 dias.

Os riscos de acidentes se tornam, a cada dia, mais iminentes. Enquanto isso, o chicote continua castigando os trabalhadores. O lema da atual gestão da Petrobrás é reduzir custos às custas do suor, do sangue e até de vidas!

É uma covardia dos gestores! E caminha para se tornar crime!

Causa perplexidade saber que supervisores e coordenadores estão sendo coniventes e omissos, curvando-se aos caprichos de uma gestão que só pensa em números. Eles próprios também serão afetados, em breve, bebendo do próprio veneno.

O Sindipetro-ES está solicitando na Justiça o retorno imediato da escala 14×21, preservando os colegas que fazem parte dos grupos de risco, e sem redução de salário.

E aos chefes um recado: em caso de acidente a bordo ou afastamento por problemas psicológicos, os chefes serão responsabilizados, pelo CPF.

[Via Sindipetro-ES]

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O Sindipetro/MG recebeu denúncia por parte da categoria sobre um caso confirmado de Covid-19 entre os trabalhadores. O funcionário em questão é contratado de uma empresa terceirizada que presta serviço no setor do laboratório da Regap.

Segundo as informações recebidas pelo Sindicato, o trabalhador teria sido afastado e o teste para Covid-19 teve resultado positivo. Ainda de acordo com as denúncias, não houve quarentena e nem teste para todos os outros trabalhadores que entraram em contato com o empregado. A situação gerou apreensão entre petroleiros, próprios e terceirizados.

Diante da gravidade da pandemia de coronavírus,  Sindipetro/MG cobra esclarecimentos à gestão da Regap sobre o caso e de informações atualizadas sobre as medidas adotadas para o combate e a prevenção à doença e quantos são os casos suspeitos, confirmados e testados até o momento, dentro da empresa.

De acordo com o diretor Alexandre Finamori, a preocupação do Sindicato está relacionada ao fato de “a Petrobrás ter sido pouco transparente e intransigente com a representação dos sindicatos desde o início da pandemia. Além disso, temos assistido o aumento de casos na Petrobrás, assim como do número total de mortes confirmadas no Brasil”, afirma o diretor.

Nesta quinta-feira (7), foi encaminhado ofício à gerência da Regap com os seguintes questionamentos:

  • O trabalhador em questão realizou o teste? Qual o resultado? Em caso positivo, foi gerada CAT?
  • Os trabalhadores que tiveram contato (próprios e terceirizados) foram afastados? Foram testados?
  • Houve esclarecimento aos trabalhadores da Unidade sobre o caso?

O Sindipetro questiona também os atuais procedimentos adotados em casos suspeitos e sintomáticos, quais setores e quantos trabalhadores estão trabalhando presencialmente e quantos estão em home office ou sobreaviso e quantos são grupo de risco.

Além disso, o Sindicato reitera as solicitações encaminhadas em ofícios anteriores, como a realização de testes em massa e a liberação dos trabalhadores de atividades que não sejam essenciais, com garantia do emprego e sem redução salarial.

Outras unidades

Considerando o crescente número de trabalhadores contaminados no Sistema Petrobras e que o STF decidiu que a Covid-19 é doença ocupacional, serão enviados ofícios semelhantes a todas as unidades operacionais de Minas Gerais. O sindicato reforça ainda o a necessidade de tratar cada caso com gravidade, uma vez que a vida dos trabalhadores, próprios e terceirizados, está em risco.

Os ofícios estão disponíveis abaixo:

Regap:

Ofício 030.2020 – Covid-19 (REGAP)

UTE – Ibirité

Ofício 031.2020 – Covid-19 (UTE Ibirité) (1)

Usina Termelétrica de Juiz de Fora

Ofício 032.2020 – Covid-19 (Usina Termelétrica de Juiz de Fora) (1)

Usina de Biodiesel Darcy Ribeiro

Ofício 033.2020 – Covid-19 (PBIO – Usina de Biodiesel Darcy Ribeiro) (1)

[Via Sindipetro-MG]

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O Sindipetro-NF enviou na última sexta, 8, ofício a diversas instâncias do poder público e órgãos de fiscalização para denunciar e cobrar providências em relação à negligência da Petrobrás na prevenção à covid-19. A entidade lista 15 situações graves vivenciadas pelos petroleiros e petroleiras do Norte Fluminense.

São apontados a ausência da emissão de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), a falta de informações sobre os casos de contaminação, a falta de testagem ampla, a falta de exames no retorno ao trabalho após contaminação, o não recebimento de resultados de exames que dão negativo, e a realização de medições de temperatura por vigilantes da segurança patrimonial (e não por profissionais de saúde).

O documento registra ainda o excesso de passageiros em ônibus e vans, a falta de local adequado para refeições em Cabiúnas, a falta de fornecimento de máscaras de alta proteção, a ausência de testes entre petroleiros terceirizados, a ausência de testes nos trabalhadores dos aeroportos, a precariedade do atendimento médico nas unidades da Petrobrás, a falta de abono de faltas em casos suspeitos, a falta de atendimento a orientações da Anvisa, e a discriminação no acesso ao refeitório de Cabiúnas.

O ofício foi motivado pela falta de abertura da Petrobrás ao diálogo com o sindicato. “A entidade sindical, desde os primeiros casos de contágio pelo coVID-19, enviou dez ofícios para as gerências da Petrobrás, oferecendo alternativas, cobrando ações e se colocando à disposição para discutir formas eficientes para minimizar a propagação do coronavírus entre os trabalhadores”, afirma o documento.

A entidade complementa: “porém, apenas um destes ofícios foi respondido pela companhia e, além de não contemplar os questionamentos realizados, não forneceu nenhum encaminhamento eficaz e/ou demonstrou um plano para resguardar a saúde e segurança dos trabalhadores”.

O documento do Sindipetro-NF (íntegra em pdf) foi enviado para a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Câmaras de Vereadores de Campos dos Goytacazes e de Macaé, Ministério Público do Trabalho, Agência Nacional do Petróleo, Superintendência Regional do Trabalho, Anvisa, Capitania dos Portos e Ompetro (Organização dos Municípios Produtores de Petróleo).

[Via Sindipetro-NF]

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Na época do inicio da desmobilização do edifício Torre Pituba quando houve denúncia e posterior acordo do Ministério Público do Trabalho com a Petrobrás, ficou acertado que os trabalhadores em questão, lotados na Pituba, fariam jus a 20 dias de folga, sendo que 10 dias seriam tiradas no ano de 2020 e os outros 10 no ano de 2021. Acontece que muitos desses trabalhadores estão perto de se aposentar e há muitas aposentadorias previstas para acontecer nos meses de maio e junho, devido ao PDV (Programa de Demissão Voluntária) instituído pela estatal.

O problema é que a direção da Petrobrás está impondo a esses trabalhadores que tirem de imediato as folgas de 2020 e 2021 antes do desligamento.

É importante deixar claro que a Petrobrás não pode fazer isso. O acordo não estabeleceu essa obrigatoriedade por parte do empregado. As folgas (que são remuneradas) e não foram gozadas devem ser pagas como horas extras. São créditos que pertencem aos trabalhadores para serem tirados em folga ou remunerados. Se os trabalhadores não tiveram tempo hábil para tirar essas folgas por conta da aposentadoria, a Petrobrás tem de pagar essas horas extras no ato da rescisão de acordo como o que está previsto acordo coletivo de trabalho da categoria.

A definição do calendário de folgas é do trabalhador mesmo para aqueles que não vão se aposentar agora, ele não pode ser imposto pela empresa.

Além de ser flagrante o assédio moral por parte da direção da Petrobrás, a atitude da empresa é ilegal. Não se deixe pressionar. Denuncie ao sindicato, pois se a Petrobrás insistir na ilegalidade, tomaremos as providências jurídicas cabíveis.

[Via Sindipetro Bahia]

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Segundo levantamento do INEEP, interrupção das atividades pode extinguir mais de 5 mil empregos, além de provocar perdas de quase R$ 400 milhões a cofres públicos do estado da Bahia e de 16 municípios baianos

Com apoio da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e do Sindipetro-Bahia, o deputado federal Joseildo Ramos (PT) ingressou, na noite de domingo (10/4), com pedido de liminar na Justiça Federal da Bahia (3ª Vara Cível da Seção Judiciária da Bahia) para suspender a hibernação dos campos terrestres de petróleo e gás natural no estado, iniciada pela Petrobrás em abril, com a demissão de 350 trabalhadores do campo terrestre de Dom João, em São Francisco do Conde. Segundo levantamento feito pelo Instituto de Estudos Estratégicos em Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (INEEP), a interrupção das atividades no estado pode extinguir mais de 5 mil empregos.

Além do desemprego, a interrupção das atividades da Petrobrás na Bahia deve gerar grandes perdas aos cofres públicos, sobretudo para municípios baianos que têm a atividade petrolífera como uma de suas principais fontes tributárias. Somente com royalties e participações especiais, as perdas podem chegar a R$ 170 milhões anuais para o governo do estado e a R$ 220 milhões para 16 cidades baianas, aponta o INEEP. Perdas financeiras que certamente vão impactar as ações de saúde pública para o combate à pandemia do novo coronavírus.

“A decisão da Petrobrás de paralisar atividades em plena pandemia de covid-19 mostra a irresponsabilidade da atual gestão da empresa não apenas com seus trabalhadores, mas também com a população brasileira. A empresa que anunciou lucro recorde em 2019 demite pessoas, abandona trabalhadores terceirizados, interrompe atividades lucrativas alegando corte de gastos, mantém a venda de ativos como gasodutos e refinarias, o que vai diminuir sua capacidade de sustentação econômica, e ignora sua função social de apoio às comunidades locais onde está instalada. O foco da atual diretoria da empresa é beneficiar somente os acionistas, sem se importar com os cidadãos e as cidadãs”, afirma Deyvid Bacelar, diretor da FUP.

A ação de tutela antecipada com pedido de liminar impetrada por Ramos solicita cobrança de multa diária de R$ 100 mil à Petrobrás, caso a empresa não cumpra a interrupção da hibernação. O texto menciona que “apenas no caso da Bahia o faturamento da Petrobrás é da ordem de R$ 2.000.000.000,00 (Dois Bilhões de Reais), além do pagamento de impostos (ICMS para o estado e ISS para os municípios produtores), além de Royalties. Caso a intempestiva e despropositada determinação se cumpra, teríamos, em pleno estado de calamidade de saúde, o agravamento do quadro de desemprego no Nordeste; ampliação das consequências nefastas na economia nordestina, além da aceleração do processo de desindustrialização da região, uma verdadeira catástrofe anunciada”.

Embora se refira à Bahia, o pedido de liminar menciona os efeitos da hibernação adotada pela gestão da Petrobrás em outros estados da Região Nordeste e no Espírito Santo. “As medidas previstas não atingem só a Bahia. Atingem também os estados de Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará e o norte do Espírito Santo. Na cadeia produtiva nos diversos estados a paralisação progressiva das atividades operacionais da Petrobrás terá como principal consequência a destruição de cerca de 10.000 postos de trabalho direta e indiretamente”, diz o texto da ação.

“No momento em que o país assiste nas últimas 24 horas a ocorrência de mais de 700 mortes e em números totais, cerca de 10 mil óbitos em razão da pandemia da COVID-19, a Petrobrás, sendo uma empresa pública, com a responsabilidade social que lhe é inerente, em um dos piores momentos vividos pela humanidade deveria contribuir para, talvez, tentar amenizar o sofrimento do povo brasileiro, considerando o elevado lucro auferido em 2019.

A demissão dos profissionais que trabalham nos campos em questão impactará, certamente, na sustentabilidade econômica de estados e municípios, aprofundando a crise macroeconômica e sanitária que enfrentamos. Além, é claro, de impactar diretamente no sustento dos profissionais demitidos e das suas famílias.

Trata-se de uma medida absurda, sem justificativa plausível e tomada no pior momento possível”, completa o pedido de liminar.

[FUP]

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O presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, afirmou, em live recente para os trabalhadores da empresa, que existem irregularidades na administração da Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS) e com isso prova mais uma vez que não conhece a própria empresa, muito menos o Acordo Coletivo de Trabalho.

O diretor da FUP, Paulo Cesar Martin, responde às acusações do Castello Branco e aproveita para lhe lembrar que quem está usando a AMS sem pagar é ele e os demais diretores indicados e que não são petroleiros. 

O objetivo da atual gestão da Petrobras está claro e o alvo são os aposentados. Querem inviabilizar a continuidade dos aposentados no plano de saúde. Assista ao vídeo esclarecedor e se posicione ao lado de quem luta verdadeiramente pelos direitos dos trabalhadores da Petrobras. Foram os que hoje estão aposentados que fizeram desta empresa a gigante que ela é. Merecem respeito. 

 

 

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A Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, teve mais um caso de trabalhador infectado pelo novo coronavírus nesta quinta-feira (07). É o segundo caso de teste positivo para a Covid-19 dentro da unidade. 

O novo contaminado também é do setor de Hidrotratamento e Reforma Catalítica (HRC) e segue o protocolo de permanecer em isolamento domiciliar por sete dias. Será feito outro teste para contraprova laboratorial nesta sexta-feira (08) e o resultado deve sair dentro de cinco dias úteis. 

O segundo caso indica possível cenário de proliferação do vírus. Não apenas os petroleiros, como também toda a comunidade do entorno da refinaria deve permanecer em estado de alerta e redobrar os cuidados para evitar a contaminação em massa. 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina exige da gestão da Repar providências imediatas de combate ao novo coronavírus para preservar a saúde e a segurança dos trabalhadores, seus familiares e população em geral. 

Foi enviado Comunicado Sindical à Repar no qual é solicitada, com extrema urgência, a realização de exames para aferição da Covid-19 em todos os trabalhadores, próprios e terceirizados. 

Com o objetivo de auxiliar na prevenção à propagação do vírus, o Sindicato também requereu à empresa informações sobre o número de casos suspeitos, investigados e descartados; bem como sobre a quantidade de exames realizados para detecção da Covid-19. 

Petrobrás falha na prevenção à Covid-19

Enquanto a gestão da Companhia, sob o comando de Roberto Castello Branco, negligencia medidas preventivas cobradas pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e sindicatos filiados, o número de casos de Covid-19 na empresa dispara. 

De acordo com o levantamento mais recente do Ministério de Minas e Energia, divulgado na última segunda-feira (04), foram registrados 1.642 casos suspeitos da doença na empresa, 806, confirmados e 231, recuperados. 

A situação é mais crítica nas plataformas marítimas de extração de petróleo, nas quais, até 30 de abril, 329 trabalhadores já haviam testado positivo para a Covid-19, segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP). No entanto, os casos de contaminados em unidades terrestres da empresa seguem aumentando em ritmo acelerado, resultado da fracassada política adotada pela gestão da empresaa na prevenção ao novo coronavírus. 

Redobrar os cuidados

Ainda que a gestão da empresa não faça sua parte, todos podem contribuir para evitar a propagação do vírus com a atenção às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) de evitar aglomerações, manter distanciamento de outras pessoas, usar máscara sempre que estiver fora de casa, lavar sempre as mãos e usar álcool em gel, entre outros. 

O Sindipetro orienta os trabalhadores a redobrarem a atenção em relação às medidas de controle contra o contágio e proliferação da Covid-19. Caso encontrem situação de risco, utilizem o direito de recusa, conforme estabelecido pela cláusula 78 do ACT 2019/2020, e denuncie a algum dirigente sindical ou ligue para (41) 3332-4554.


Leia também: Trabalhador da Repar testa positivo para Covid-19


[Via Sindipetro-PR/SC]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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