Se não tivesse vendido a BR Distribuidora e a TAG,  Castello Branco já teria colocado a Petrobrás no vermelho. Que gestão eficiente é essa?


O lucro que a Petrobrás anunciou na noite desta quinta-feira (24) está mascarado. Se esconde no que a empresa recebeu pela venda da BR Distribuidora que, junto com o caixa gerado pela venda da TAG, representou uma entrada de recursos no valor de R$ 9,4 bilhões. Ou seja, o que a empresa ganhou é proveniente das operações que foram descontinuadas. 

A gestão Castello Branco alega que o suposto lucro foi fruto do desempenho do segmento de exploração e produção (E&P) e do aumento da produção de petróleo e gás. Mas, mesmo contando com o excelente resultado operacional do pré-sal, a empresa teria amargado um prejuízo de R$ 509 milhões, se não tivesse vendido os ativos. Que gestão eficiente é essa?

Sem visão estratégica, Castello Branco quer transformar a gigante Petrobrás numa tacanha exportadora de óleo cru, como acontece com as petrolíferas africanas, que se vêm cada vez mais dependentes da flutuação do preço e da demanda do mercado internacional do petróleo. 

Isto já está acontecendo agora com a estatal brasileira. Mesmo com a produção atingindo um patamar mais alto e com a queda do custo da extração, teve um resultado pior por conta do preço do barril. É o risco que uma empresa deste porte corre quando foca apenas na exploração. 

Explorar petróleo cru sem refinar é o grave cenário que se aproxima com a ameaça de venda das oito refinarias, que representam metade do parque de refino da estatal. 

“Sobre a piora nos resultados financeiros, o fato tem a ver com o aumento das despesas operacionais e financeiras, que é o aumento dos custos logísticos do transporte gás”, ressalta o Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (INEEP), em artigo publicado nesta sexta (25) na Revista Carta Capital.

Como a Petrobrás vendeu a TAG e não é mais a dona dos gasodutos, tem que contratar toda a capacidade do sistema, mesmo que utilize somente metade. 

É fácil entender o forçoso viés do balanço deste terceiro trimestre. Basta questionar a obsessão da direção da empresa, que teima em convencer a todos da infundada necessidade em reduzir a dívida da Petrobrás. Se esses gestores fossem norteados pela real missão de uma estatal já teriam percebido que a atual situação financeira da empresa permitiria, de fato, uma nova expansão dos seus investimentos. 

A gestão Castello Branco, no entanto, caminha em direção oposta: a do encolhimento da Petrobrás, que está sendo reduzida a uma mera exportadora de petróleo. “Qualquer mudança nos parâmetros de preços e demanda internacional devem ter um impacto cada vez maior para a estatal brasileira”, alerta o INEEP.

[FUP, com informações do INEEP]

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Nesta quinta-feira, 24, a direção do Sindipetro Caxias esteve em reunião com a gerência da REDUC e UTE devido a um ofício recebido para discutir efetivo. A proposta da empresa é a manutenção de um efetivo que deverá ser mantido pelo Sindicato.

Sendo assim, a partir de amanhã a direção do Sindicato fará setoriais com os trabalhadores em seus respectivos grupos de turno sobre o modelo de greve e o controle do efetivo. Por isso, é importante que todos os trabalhadores não realizem mais trocas e participem das setoriais convocadas pelo sindicato.

O Acordo Coletivo terá o tamanho da nossa luta. 

[Via Sindipetro Duque de Caxias]

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Na manhã desta quinta-feira (24), diretores e advogados do Sindipetro/MG se reuniram com as gerências da Refinaria Gabriel Passos (Regap) e da Termelétrica Aureliano Chaves para tratar do funcionamento das unidades durante a greve da categoria petroleira – que terá início no próximo sábado (26), a partir de 7h30.

A reunião atendeu a um pedido do Sindipetro/MG, formalizado pelo comunicado de greve, em respeito à Lei de Greve que prevê que a produção e distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis se tratam de serviços essenciais (Art. 10, da Lei 7.783/89).

No encontro, o Sindipetro/MG se comprometeu a garantir a troca de trabalhadores para a manutenção da produção sob a condição de que a direção da Refinaria negocie com o Sindicato o controle de produção de combustíveis em Minas Gerais. No entanto, não houve acordo entre as partes sobre a produção mínima de combustíveis e de energia elétrica a serem mantidas durante a greve.

Diante do impasse, o Sindipetro/MG enviou um pedido ao Ministério Público do Trabalho (MPT) para que o órgão medie a negociação entre o Sindicato e a direção da Regap e aguarda resposta da entidade.

“O Sindicato está disposto a negociar com a empresa para que nossa greve não prejudique serviços essenciais para a população. Mas, o que a empresa está propondo é praticamente que não façamos greve. Não vamos abrir mão desse direito legítimo da classe trabalhadora”, disse o coordenador do Sindipetro/MG, Anselmo Braga.

[Via Sindipetro-MG]

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O momento é decisivo para os petroleiros, principalmente devido às práticas antissindicais e à política do medo promovidas pela gestão da Petrobrás para desmobilizar a categoria. 

Diante desse contexto, os membros da Colegiada do Sindipetro PR e SC estão reunidos, nesta quinta-feira (24), em Curitiba, para debater a organização da greve.  

A categoria deu prova que está disposta a participar das paralisações, principalmente depois do recorde de participações nas sessões da assembleia no Paraná e em Santa Catarina.  

Todos os sindicatos filiados à FUP já comunicaram a Petrobrás e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) o indicativo de greve a partir da zero hora do dia 26 de outubro.

[Via Sindipetro-PR/SC]

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Em mais um esforço para resolver o impasse do Acordo Coletivo dos Trabalhadores do Sistema Petrobrás, a FUP encaminhou nesta quinta-feira, 24, ao procurador-geral do Trabalho, Alberto Bastos Balazeiro, pedido de mediação de conflito.

No documento, a Federação "requer do Ministério Público do Trabalho, a promoção de entendimentos bilaterais, entre a Petrobrás e as entidades sindicais de seus empregados, com vistas à superação do impasse negocial".

A FUP elenca os pontos encaminhados ao TST no dia 26 de setembro para melhoria da proposta que a Vice-Presidência do Tribunal apresentou no dia 19 de setembro, após reuniões unilaterias de mediação, realizadas a pedido da Petrobrás. A empresa "se recusou a estabelecer qualquer forma de diálogo com os representantes dos trabalhadores", como é ressaltado no documento enviado à Procuradoria Geral do Trabalho.

Em assembleias realizadas nas últimas semanas, os petroleiros e petroleiras rejeitaram a proposta de Acordo apresentada pelo TST e aprovaram greve por tempo indeterminado, a partir do dia 26 de outubro, se não houver negociação dos pontos apresentados pela FUP para melhorar a proposta do Tribunal. 

[FUP]

 

 

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O diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP) Dary Beck Filho, participou na terça-feira (220, da audiência pública, que ocorreu na Câmara dos Deputados e debateu o Termo de Compromisso de Cessação, firmado em junho entre o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a Petrobras para venda de metade do parque de refino da estatal. 

Em janeiro de 2019, o CADE instaurou inquérito administrativo para investigar se a Petrobras abusava de sua posição dominante no mercado nacional de refino. A investigação estava em fase preliminar, não tendo havido qualquer apuração de fato ilícito cometido pela estatal, mas, mesmo assim, o CADE homologou o acordo que autorizou a venda das refinarias, o que já vinha sendo proposta pela gestão da empresa, desde o governo Temer.

Após o Termo de Compromisso firmado com o CADE, a gestão castello Branco colocou à venda a Refinaria Abreu e Lima (RNEST); a Unidade de Industrialização de Xisto (SIX); a Refinaria Landulfo Alves (RLAM); a Refinaria Gabriel Passos (REGAP); a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR); a Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP); a Refinaria Isaac Sabbá (REMAN) e a Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR).

Durante a audiência pública, realizada pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara, o diretor da FUP criticou duramente a venda das oito refinarias da Petrobrás. “É ilegal e inconstitucional. O grande sonho do Castello Branco (presidente da estatal) é vender toda a Petrobras. Ele já afirmou isso. O que este senhor está fazendo é vender a empresa aos pedaços. Mais de 30% do faturamento da Petrobrás vem da venda de derivados e ao privatizar essas oito refinarias, a empresa abre mão de parte expressiva desse mercado. A Petrobras está jogando fora metade do seu faturamento garantido no mercado brasileiro de derivados”, denunciou

“É necessário debater se o CADE extrapolou suas competências legais, homologando a venda de refinarias sem conclusão da investigação. Além da questão jurídica, é necessário debater o mérito da decisão da Petrobras, homologada pelo CADE”, afirmou o deputado Bohn Gass (PT-RS), um dos requerentes da audiência pública.

[FUP]

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Quinta, 24 Outubro 2019 15:50

Orientações para a greve

A categoria petroleira se prepara para dar inicio à greve, a partir da zero hora do dia 26/10,  por avanços nas negociações e pela garantia de empregos e direitos. O movimento paredista será por tempo indeterminado e com parada de produção.

A Petrobras já foi comunicada formalmente. Localmente, o Sindipetro Bahia notificou a Companhia um pouco antes, tendo a categoria cobertura jurídica para realizar greve já a partir das 18h do dia 25/10.

A orientação do Sindipetro é que todos os funcionários continuem a se deslocar normalmente ao local de trabalho nos horários das respectivas escalas.

Por estratégia, o momento exato de paralisação será deflagrado pela direção sindical na porta das fábricas e escritórios. A partir de então, se iniciará realmente a greve.

Movimento legitimo

O mais forte instrumento de luta dos trabalhadores, a greve é um direito garantido na Constituição. Portanto, o movimento dos petroleiros é legal e deve ser realizado, como sempre foi, seguindo as determinações da lei, que valem para os dois lados: patrão e empregado.

No entanto, estamos vivendo um momento atípico, em que a alta gestão da Petrobrás vem tomando atitudes autoritárias, sem transparência e antissindicais. Há também uma forte pressão sobre os trabalhadores. Não é à toa que o Ministério Público do Trabalho criou uma força tarefa para investigar denúncias de assédio que estão sendo feitas pelos próprios trabalhadores da empresa, o que levou o MPT a falar de assédio organizacional na Petrobrás.

Diante dessa conjuntura, a direção do Sindipetro Bahia orienta a categoria a seguir alguns padrões, posturas e regras que vão garantir a sua segurança física e jurídica, assim como os seus direitos como grevista.  As orientações devem ser seguidas pelos trabalhadores próprios e terceirizados. Veja abaixo:

– Não assine nenhum documento individual encaminhado pela Petrobrás

– Caso a Petrobras insista que você assine qualquer documento que, por exemplo, dê a sua autorização para que permaneça na unidade durante a greve, não assine.

– Em resposta à Petrobrás, o trabalhador deve apresentar a carta modelo, elaborada pelo jurídico do Sindipetro e exija uma via de recebido (clique aqui para ver a carta – imprima, preencha e assine).

– Não antecipe a sua jornada e nem permaneça no seu posto de trabalho após o fim do seu horário de trabalho

– Não durma na unidade operacional

– Denuncie ao Sindipetro qualquer tipo de assédio que venha a sofrer para que a entidade sindical tome as providências jurídicas cabíveis

– Ao se sentir pressionado, grave as conversas com a gerência e encaminhe o áudio para o Sindipetro (veja abaixo os canais de comunicação). Precisamos comprovar as situações de assédio.

– As provas de assédio farão parte das ações que a assessoria jurídica do Sindipetro irá impetrar na justiça para criminalizar todos os gerentes e supervisores que estejam assediando os trabalhadores

– Quando o gerente ou supervisor for lhe assediar, lembre que ele também participou das assembleias que decidiram pela greve, e, portanto deve respeitar a decisão da maioria.

– Ao chegar ao local de trabalho durante a greve, junte-se à direção sindical e movimentos sociais nos piquetes, em todas as frentes. O sindicato vai precisar da ajuda de todos e todas. Uma greve vitoriosa só pode ser feita com a participação de toda categoria.

– Converse com o seu companheiro e não ceda à pressão das gerências.

– Lembre-se que é ilegal o trabalhador da Petrobras dar ordens a trabalhador terceirizado em período de greve

– A greve é um direito previsto em lei, portanto, durante o movimento paredista o seu contrato de trabalho estará suspenso e não poderá haver demissões.

Terceirizados

O Sindipetro recebeu denúncias que os trabalhadores terceirizados também estão sendo assediados por supervisores e gerentes da Petrobrás. O sindicato já está recolhendo informações sobre esses casos para responsabilizar judicialmente esses assediadores.

Canais para denúncias

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WhatSapp Sindipetro (71) 99924-2999

O trabalhador também pode procurar diretamente algum diretor do SindipetroClique aqui para ter acesso à lista com os nomes e telefones dos diretores

Clique aqui para ler e baixar a cartilha de greve

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA
Quinta, 24 Outubro 2019 12:42

Só a mobilização garante um acordo digno

No último dia 18, a FUP informou ao TST e à Petrobrás o resultado das assembleias e reiterou a importância da negociação dos pontos que foram referendados pelos trabalhadores nas assembleias para melhorar a proposta que o Tribunal apresentou para o Acordo Coletivo de Trabalho da categoria.

O prazo estipulado pela FUP para que a empresa respondesse aos itens apresentados esgostou-se no dia 22/10, mas a mediação da negociação ainda não foi encerrada pelo TST.

Em vídeo divulgado na manhã desta quinta-feira (24), o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel, ressalta a importância dos petroleiros se manterem mobilizados para a greve que a categoria aprovou nas assembleias, caso as negociações não se consolidem.

No dia 22, a FUP e seus sindicatos enviaram à Petrobrás e subsidiárias comunicado, informando o início da greve a partir do zero hora do dia 26/10.


> Veja aqui a íntegra do documento com os itens encaminhados pela FUP ao TST em 26/09


[FUP]

 

Publicado em Sistema Petrobrás

Desde que assumiu o comando do país, Jair Bolsonaro (PSL) já deu 400 declarações falsas ou distorcidas. Mas as mentiras do ex-capitão começaram já em sua campanha eleitoral, quando fez inúmeras promessas à população. Um a um, esses compromissos estão sendo esquecidos por Bolsonaro. O caso mais recente é do preço do gás, que Jair prometeu baixar para apenas R$ 30 no seu mandato. Dez meses depois do início do desgoverno, o preço médio do botijão já é R$ 65 podendo alcançar R$ 115, e deve continuar aumentando.

Na segunda-feira (21), o governo Bolsonaro autorizou aumento de 5% no preço do gás nas distribuidoras. Em nota, a Petrobras anunciou a alta no valor do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) residencial e empresarial, sendo que este último sofrerá um acréscimo menor. O encargo deve ser ainda maior para o consumidor final, já que o aumento nas distribuidoras pode afetar outros custos envolvidos na rede de produção e distribuição.

De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), a mudança acontecerá “no preço do GLP residencial (embalagens de até 13kg) e empresarial (destinado a embalagens acima de 13 kg) (…). O aumento do GLP residencial oscilará entre 4,8% e 5,3% e o aumento do GLP empresarial entre 2,9% e 3,2%, dependendo do polo de suprimento”.

“R$ 30 com seriedade”

Durante o segundo turno das eleições, Bolsonaro prometeu abaixar o preço do gás e ainda atacou o então candidato Fernando Haddad que apresentou uma proposta real para a redução do gás: “Ele diz que vai passar o preço do gás para R$ 49. Eu quero que ele passe para R$ 30. (…) Nós queremos sim diminuir o preço do gás, mas com seriedade. Não na base da canetada enganando pessoas mais pobres que vivem realmente em uma situação bastante complicada. Sabemos que o preço do gás está batendo aí R$ 75, R$ 80. É um absurdo o preço do gás isso tudo”, vociferou o então candidato da direita disseminadora de fake news.

Um ano depois dessa declaração, o valor do produto está ainda maior no país, sendo comercializado por mais de R$ 100 em algumas cidades brasileiras. Com o aumento anunciado, a população brasileira, que já sofre com o crescente desemprego e a economia estagnada, vai ter mais dificuldade para cobrir os gastos necessários para sobreviver.

A escalada no custo do gás de cozinha desde o golpe de 2016 já gerou graves consequências: de acordo com último levantamento divulgado pelo IBGE, um quinto das famílias brasileiras já passou a usar lenha ou carvão para cozinhar. São ao menos 14 milhões de lares voltando ao século 19.

[Via Agência PT]

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Uma liminar obtida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) da Bahia no último dia 16 suspendeu a transferência de todos os trabalhadores da Petrobrás no estado para outras unidades. A decisão foi proferida pelo juiz Danilo Gaspar, da 6ª Vara do Trabalho de Salvador, e impede também a estatal de criar programas de demissão voluntária. Segundo o magistrado, a transferência só poderá acontecer se for estabelecido “procedimento transparente, claro e informativo, como fruto de processo de negociação coletiva ou de sentença normativa”.
 
A liminar foi uma resposta à ação cautelar protocolada pelo MPT-BA no dia 15 de outubro, após processo de mediação entre o Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro-BA) e a Petrobrás.
 
“Constatamos, por meio da força-tarefa, a submissão dos trabalhadores da Petrobras a uma situação de terror psicológico, seja pela falta de transparência, seja pela sonegação do mínimo de informação, ou pela ausência de segurança sobre o destino profissional daquelas milhares de pessoas”, explicou o procurador-chefe do MPT na Bahia, Luís Carneiro.
 
Em artigo publicado nesta quarta-feira, 23, no jornal A Tarde, o procurador voltou a reafirmar:  
 
“O pânico se instalou na Petrobras na Bahia. Nos últimos dias, envolvido na força-tarefa para investigar ocorrência de assédio moral no processo de desmobilização da estatal na Bahia, ouvi os mais chocantes depoimentos em quase dez anos de atuação como membro do Ministério Público do Trabalho”.
 
Leia a íntegra: 

Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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