Petroquímicos, petroleiros, apoiadores, professores, sindicatos e estudantes realizaram atividades no Paraná desde o início da manhã de hoje, dia 3 de outubro, Dia Nacional de Lutas em Defesa da Educação e do Petróleo.  

Às 7h30, as organizações pararam a entrada das fábricas Fafen Fertilizantes e Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), localizadas na região metropolitana de Curitiba. A atividade celebrou com um corte de bolo os 66 anos da Petrobrás, ao mesmo tempo em que denunciou o desmonte da empresa pública. 

Gerson Castellano, diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), afirmou que o atual governo quer colocar a empresa em situação de "hibernação", "desmontando unidades como a Fafen no Paraná e a unidade no Espírito Santo".

Já Anacelie Azevedo, diretora do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) do Paraná e Santa Catarina, lembrou como a Pretobrás tem papel fundamental de investimento em setores estratégicos para a soberania nacional. "A empresa é responsável por investimentos em tecnologia, pela possibilidade de investimento de 10 por cento do PIB [Produto Interno Bruto] na Educação, que é a nossa meta", afirmou. 

O ato contou com a presença de setores terceirizados, 11 sindicatos petroleiros de diferentes estados brasileiros e também trabalhadores da Transpetro. 

Soberania nacional contra as privatizações 

Presidente do Sindiquimica-PR, Santiago Santos falou sobre a experiência de privatização da empresa em 1993. “Privatização só traz perda de mão de obra, geram acidentes, como o que aconteceu em 1998 na Fafen", apontou.

Robson Formica, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), falou no mesmo sentido. “O setor terceirizado é o que mais leva à morte no setor elétrico. E com a privatização, isso só vai aumentar", criticou.

A mobilização nas ruas e a pressão social tem papel fundamental na defesa da soberania nacional, lembrou Fernan Silva, do Levante Popular da Juventude, também presente no ato em defesa da Petrobrás. "Trabalhar a soberania nacional é trabalhar com o povo brasileiro, resgatando a força e a vivacidade para este próximo período. O povo brasileiro tem que continuar indo pras ruas", disse. 

Por Lula Livre!

Também nesta tarde, José Maria Rangel, coordenador geral FUP, visitou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O coordenador da FUP defendeu o legado do ex-presidente."Lula está preso porque ousou fazer com que o povo brasileiro andasse de cabeça erguida, tivesse dignidade, tivesse renda. Ele sempre cuidou da nossa soberania e esse é um ponto central", disse, após a visita.

Rangel também lembrou políticas públicas iniciadas no governo Lula, como o Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e outras Tecnologias Sociais (Programa Cisternas) e o programa Luz para Todos, afirmando que “é preciso colocar de novo o Brasil no trilho do desenvolvimento”.

Em frente à Superintendência da PF, na Vigília Lula Livre, petroleiros fizeram um ato político em defesa do petróleo e uma roda de conversa sobre a importância da Petrobrás para o Brasil. A estatal brasileira é a sétima maior produtora mundial de petróleo, com 1,9 milhões de barris diários. Segundo dados do Instituto de Estudos Estratégicos do Petróleo (Ineep), cada R$ 1 bilhão investido na Petrobrás se reverte em R$ 1,28 bilhão no Produto Interno Bruto (PIB) nacional e gera 30 mil postos de trabalho.

A Petrobrás vive agora, no entanto, um dos maiores desmontes de sua história. Nos últimos cinco anos, de todo o patrimônio estatal privatizado no Brasil, 50% pertencia à estatal. Em consequência, 2,5 milhões de postos de trabalho foram fechados, o que representa 19% da atual taxa de desemprego.

Ao final do ato na Vigília Lula Livre, os petroleiros uniram-se ao ato em defesa da Educação, que aconteceu na Praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba.

[Via Brasil de Fato]

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Publicado em Sistema Petrobrás

O ato realizado pelos petroleiros de Minas Gerais na última quinta-feira (3) deu o tom da luta da categoria em defesa da Petrobrás. Na manifestação, os trabalhadores denunciaram as consequências da venda da Regap, para o povo mineiro.

Um dos principais impactos seria a queda na arrecadação de impostos em Minas e no município de Betim. Isso porque a refinaria é hoje a empresa que mais gera repasse de impostos para a cidade e, nas mãos da iniciativa privada, a empresa pode pleitear isenções fiscais.

Além disso, a privatização da Regap poderia provocar a redução da produção de derivados e, consequentemente, a redução de arrecadação de impostos, corte de empregos, e aumento dos preços dos combustíveis; a interrupção da produção e a transformação da refinaria em um centro de tancagem; ou até mesmo o fechamento da refinaria.

Durante o ato, representantes de outras entidades presentes reafirmaram a necessidade de uma pauta unificada em defesa da Petrobrás e da soberania nacional. “O que vocês decidirem aqui, vai definir nossa negociação também, pois é uma conjuntura de ameaça nacional”, explicou o secretário geral da Central Única dos Trabalhadores de Minas, Jairo Nogueira.

O diretor do Sindipetro/MG, Felipe Pinheiro, salientou que esse é momento de debater mais a fundo o cenário de desmonte na Regap. “No processo de precarização para preparar a refinaria para a privatização, estamos todos correndo riscos – os trabalhadores e a sociedade no entorno da Regap”.

Ainda participaram do ato, a deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT), um representante do mandato da também deputada Marília Campos (PT), e representantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), do Levante Popular da Juventude, do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Minas (Sintect-MG) e do Sindicato dos Metroviários de Belo Horizonte.

Em um segundo momento, a diretoria do Sindipetro debateu com os trabalhadores sobre a preparação para uma greve, tendo em vista que a categoria está em negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), em um processo marcado por diversas medidas arbitrárias e antissindicais da direção da empresa.

O ato na portaria da Regap marcou o aniversário de 66 anos da Petrobrás e também ocorreu em Curitiba, onde está preso o ex-presidente Lula, e em todas as bases da Petrobrás no Brasil.

[Via Sindipetro-MG]

Publicado em SINDIPETRO-MG

Ato “Em Defesa da Petrobrás”, realizado nesta manhã (03), em Araucária, reuniu diversos segmentos da sociedade e provou que o povo está unido na defesa da estatal brasileira. Contra a agenda de desinvestimento do governo federal, que já sinalizou intenção de se desfazer de grande parte da companhia, haverá resistência permanente. Até porque, a história da maior empresa brasileira, que completa 66 anos, é moldada pelas conquistas populares originárias de muita luta.

Durante o ato na Repar e na Fafen, o presidente do Sindipetro, Mário Dal Zot, explicou que “a Petrobrás está sendo sucateada, está negligenciando sua manutenção preventiva e reduzindo empregos em Araucária. Tudo para facilitar sua venda. Eles querem demonstrar para possíveis compradores que a companhia é mais eficiente colocando a vida do trabalhador em risco”.

Os trabalhadores petroleiros deram início ao ato público às 7h. A mobilização pautou os 66 anos da estatal e o processo de privatização: “hoje é um dia de comemoração, sim! Porque nenhuma empresa que sofreu e sofre os ataques que a Petrobrás vem sofrendo desde 2014 continuaria sendo cobiçada. Todos nós sabemos que a vida não está fácil agora, por isso é fundamental que não abaixemos a cabeça para esses entreguistas que estão aí”, enfatizou Zé Mária, coordenador da Federação Única dos Petroleiros (Fup). 

Além dos dirigentes do Sindipetro Paraná e Santa Catarina (Transpetro SC e Paranaguá) e Sindiquímica Paraná, companheiras e companheiros dos sindicatos de petroleiros do RS, SP, Litoral Paulista, Norte Fluminense, Duque de Caxias, Espírito Santo, MG, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Piauí, Amazonas, Bahia e Rio Grande do Norte participaram do ato público; assim como a FUP e a FNP.

Também estiveram em Araucária representantes da UNE, UPE, UPES, CUT, Sindimont, SISMMAR, Sintracon, MAB e Levante Popular. A próxima mobilização será às 17h, na praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da UFPR. Após isso, uma caminhada pelo centro de Curitiba marcará o ato final desse dia de luta e união.

[Via Sindipetro-PR|SC]

Publicado em SINDIPETRO-PR/SC

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, esteve na tarde desta quinta-feira, 03, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reafirmando a luta dos petroleiros e petroleiras em defesa da sua liberdade e da soberania nacional. Na saída da sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde o ex-presidente é mantido preso político desde abril do ano passado, José Maria falou sobre os principais pontos da conversa que teve com Lula.

 “A cada dia que passa, mais e mais entidades internacionais reconhecem o ex-presidente como preso político. E ele só está preso porque ousou fazer com que o povo brasileiro tivesse dignidade, emprego, renda. Lula está preso porque em momento algum abaixou a cabeça para os Estados Unidos. Porque ele sempre cuidou da nossa soberania”, destacou o coordenador da FUP.

José Maria disse que Lula tornou a ressaltar a importância da pressão nas ruas em defesa da soberania nacional, contra a entrega das nossas riquezas naturais e contra o desmonte das empresas públicas.

“Este é o ponto central que Lula traz como tarefa para todos nós. Ele quer que deixemos de lado o discurso muitas vezes evasivo de Lula livre e que ocupemos as ruas com mais tesão, na defesa da nossa soberania”, declarou o petroleiro.

"Lava Jato é criminosa"

“Cabe a nós denunciar que a operação Lava Jato é uma operação criminosa que assaltou o Brasil e continua assaltando. Os verdadeiros criminosos do país são o senhor Sérgio Moro e o Dallagnol. Eles, sim, que deveriam estar encarcerados na Polícia Federal”, afirmou o coordenador da FUP.

“As tarefas são muitas para cada um de nós. Temos que ter coragem, pois coragem significa coração agindo. O nosso coração tem que agir e agir rápido para evitar o desmonte das nossas riquezas e para que Lula tenha de volta a sua liberdade”, ressaltou José Maria.

Visita simbólica, no aniversário da Petrobrás

A visita a Lula foi feita junto com o secretário geral da CUT, Sérgio Nobre, como parte das atividades em defesa da soberania e da Petrobrás, que completou 66 anos de existência, em meio ao maior desmonte da história da empresa.

Os petroleiros realizaram ato pela manhã em Araucária, em frente à REPAR e à Araucária Nitrogenados, que foram colocadas à venda pela atual gestão da Petrobrás, junto com várias outras unidades da petrolífera.

Na parte da tarde, a FUP e seus sindicatos participaram de ato no Acampamento Lula Livre e depois seguiram para o ato de rua no Centro de Curitiba.

Ao longo desta quinta-feira, várias manifestações e ato estão sendo realizados nas unidades do Sistema Petrobrás e nas principais capitais do país, em defesa da soberania nacional e da educação pública, que estão sendo atacadas pelo desmonte promovido pelo governo Bolsonaro. 

A presença dos petroleiros em Curitiba, onde Lula está preso arbitrariamente, foi simbólica, já que o desmonte da Petrobrás e a entrega do Pré-Sal estão no centro do golpe que levou o país à atual situação caótica em que se encontra.

[FUP] 

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Publicado em Sistema Petrobrás

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, se encontra nesta quinta-feira, 03, à tarde, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde ele é mantido preso político desde abril de 2018.

A visita será feita junto com o secretário geral da CUT, Sérgio Nobre, e faz parte das atividades em defesa da soberania e da Petrobrás, que completa 66 anos de existência, em meio ao maior desmonte da história da empresa.

Os petroleiros realizaram ato pela manhã em Araucária, em frente à REPAR e à Araucária Nitrogenados, que foram colocadas à venda pela atual gestão da Petrobrás, junto com várias outras unidades da petrolífera.

Na parte da tarde, a FUP e seus sindicatos participam de ato no Acampamento Lula Livre, onde José Maria e Sérgio Nobre irão falar com a imprensa, após visitarem Lula.

Ao longo desta quinta-feira, várias manifestações e ato estão sendo realizados nas unidades do Sistema Petrobrás e nas principais capitais do país, em defesa da soberania nacional e da educação pública, que estão sendo atacadas pelo desmonte promovido pelo governo Bolsonaro. 

A presença dos petroleiros em Curitiba, onde Lula está preso arbitrariamente, é simbólica, já que o desmonte da Petrobrás e a entrega do Pré-Sal estão no centro do golpe que levou o país à atual situação caótica em que se encontra. 

"O presidente Lula foi o que mais fortaleceu a Petrobrás, que ousou fazer da nossa empresa uma das maiores do mundo. Este é mais um dia de resistência dessa grande luta que estamos travando desde os primeiros ventos do golpe. Temos certeza de que vamos superar esse momento sombrio que o nosso país está vivendo. Vamos recolocar o Brasil no trilho do desenvolvimento, gerando emprego e renda para a população, tendo a Petrobrás como indutora", afirmou o coordenador da FUP, no ato desta manhã.

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[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Trabalhadores da RLAM e da Transpetro começaram o dia  comemorando os 66 anos da fundação da Petrobrás, no Trevo da Resistência, na manhã dessa quinta-feira, 3 de outubro. Diante de um bolo, que espelhava o tamanho dessa grande empresa, eles ouviram os diretores do Sindipetro, que deram informes sobre as negociações coletivas e os encaminhamentos tirados pelo CD da FUP. Também ouviram representantes do Sindisefran e Siticcan.

Nos rostos, era possível notar apreensão e revolta diante da postura da atual gestão da Petrobrás que não está respeitando o processo negocial, além de pressionar e assediar os trabalhadores.

Mas o dia é também de festa. Festa para homenagear os trabalhadores, verdadeiros responsáveis pela Petrobrás ser a empresa que é hoje.

E foi assim, com um misto de sentimento de luta e de dever cumprido, que a categoria petroleira, juntamente com o Sindipetro, realizou a manifestação em comemoração aos 66 anos da Petrobrás. O local escolhido – o Trevo da Resistência – diz muito sobre a história dos petroleiros e da Petrobrás. O local  foi palco de greves e de grandes mobilizações da categoria, por isso ganhou esse nome. Ali também foi o nascedouro da Petrobrás. O Trevo é um triângulo que liga a RLAM (primeira refinaria da Petrobrás, criada antes mesmo da fundação da estatal), o campo de Candeias (primeiro campo comercial de petróleo do Brasil) e a Transpetro.

Teve parabéns, confraternização entre os presentes e uma certeza: a luta faz parte do DNA dos petroleiros, uma categoria combativa e que deve ser respeitada pela sua história.

Esse foi o recado dado pela categoria à direção da Petrobrás.

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em SINDIPETRO-BA

A presença do Estado, tanto no consumo como na produção do petróleo, é um ponto estratégico para a ampliação da soberania das nações. A variação do preço do combustível e seus derivados é crucial na economia global.

Entre as dez maiores produtoras de petróleo no planeta, oito são empresas estatais – responsáveis por 88,3% dos 34,4 milhões de barris de petróleo extraídos por dia.

A sétima maior produtora mundial, com 1,9 milhões de barris diários, é a estatal brasileira Petrobras, que completa nesta quinta-feira (3) 66 anos de atividades.

Fundada em outubro de 1953, a petrolífera brasileira vive ameaça de perder essa condição por conta processo de privatização fragmentada a que vem sido submetida. No final de mês setembro, o conselho da Petrobras anunciou uma mudança na sua visão estratégica e definiu que o foco será “a geração de valor para os acionistas”.

A estatal foi o ponto-chave da campanha ‘O petróleo é nosso’, durante o governo Getúlio Vargas, para o monopólio da extração e refino do petróleo. Agora, em 2019, o governo Jair Bolsonaro (PSL) coloca a empresa sexagenária na mira da privatização total, movimento que já vem acontecendo com a venda de subsidiárias.

Nos últimos cinco anos, de todo patrimônio estatal privatizado no Brasil, 50% pertencia à Petrobras.

Foram privatizados, entre outros, a BR Distribuidora, a Petroquímica Suape (PE), a Termoelétrica Celso Furtado (BA) e sete sondas de perfuração.

O economista e assessor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) Iderley Colombini, é especialista no setor. Ele explica que a posição da Petrobras no mercado mundial, principalmente na última década, permitiu ao país proteger a economia das flutuações de preços internacionais que geraram crises econômicas.

“Com a descoberta do pré-sal e a continuidade da produção da bacia de Campos, durante os anos 2000, a produção do petróleo ficou suficiente para o mercado doméstico. Isso deu uma condição de autonomia em relação ao combustível. Isso possibilitou não ficar refém dos mercado internacional e fazer a nossa própria política de preços”, assinala o assessor do Dieese.

O desmonte da Petrobras preocupa os trabalhadores da empresa, que afirmam estar preocupados não somente com o futuro de seus empregos, mas com o futuro do país. É o que diz Gerson Castellano, diretor de Comunicação da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

“Cada R$ 1 bilhão que a Petrobras investe na exploração e produção de petróleo, gera R$ 1,8 bilhão para o PIB [Produto Interno Bruto] e mais de 27 mil empregos. E cada R$ 1 bilhão que se investe em refino gera R$ 1,27 bilhão para o PIB, além de 33 mil empregos. [Com a política de privatizações], o governo brasileiro está na contramão de algo que o mundo inteiro faz”, disse Castellano.

O ex-presidente da Petrobras entre 2005 a 2012, Sérgio Gabrielli, acredita que o petróleo não é uma "mercadoria qualquer".

"O controle do acesso da sua descoberta e o controle do processo de produção é um elemento fundamental da estratégia de segurança de longo prazo de qualquer país que tenha petróleo”, opina.

Para Gabrielli, o controle do Estado sobre o petróleo dá ao país uma série de vantagens, além de poder de negociação internacional.

“Uma empresa estatal na área de petróleo, se o país é produtor, dá a esse país a possibilidade de administrar o crescimento da sua produção nacional, de se apropriar da maior parte da renda gerada nos momentos de preços altos, de criar uma integração com as refinarias e petroquímicas. Dá portanto uma capacidade de negociação internacional, a depender das suas reservas”, explica.

Depois de ter privatizado 35 campos de exploração terrestre de petróleo, o Brasil, agora sob a tutela de Jair Bolsonaro (PSL) pretende privatizar cerca de 70 campos em terra e no mar, oito refinarias e mais de 2,2 mil quilômetros de dutos, segundo a FUP.

A Petrobras foi procurada pelo Brasil de Fato para comentar os assuntos tratados nesta reportagem, mas, até o momento da publicação, não respondeu às perguntas.

[Via Brasil de Fato]

Publicado em Sistema Petrobrás

O momento é de urgência, assim como os anseios da nova geração. Até porque, nunca se viu tamanho desmonte contra o bem público promovido por um governo brasileiro. E para fazer frente a essa agenda ultraliberal, tanto estudantes, quanto a classe trabalhadora, se unem na defesa da soberania nacional, que engloba o fortalecimento das estatais, investimentos em políticas públicas e ensino gratuito de qualidade.

Para avançar na defesa da soberania do Brasil, há itens de reivindicações que são comuns e a educação é um deles. O desmonte das políticas voltadas para a emancipação da classe trabalhadora atinge a educação. O atual governo já corta sistematicamente recursos das instituições públicas de ensino, do CNPQ, da CAPES, do PNAES e do FUNDEB.

Além do desinvestimento, a administração federal pratica uma espécie de inquisição moderna ao indicar reitores de universidades federais com viés ideológico e de militarização da escola, sem contar o FUTURE-SE, uma das maiores afrontas que a universidade pública já sofreu. Também promove pautas conservadoras, vinculadas aos dogmas religiosos e que confrontam, sem base teórica, a ciência.

O Fundo Social do Pré-sal e o destino dos recursos para educação

Criado em 2010, Fundo Social do Pré-Sal (Lei nº 12.351) era o maior financiamento da educação brasileira na história. As projeções apontavam que mais de 84 bilhões de reais iriam para a educação até 2022! Também tinha a finalidade de ser fonte de recursos para o desenvolvimento social e regional (na forma de programas e projetos nas áreas de combate à pobreza e de desenvolvimento, que devem ser direcionados a programas nas áreas de educação, cultura, esporte, saúde pública, ciência e tecnologia e meio ambiente – artigo 47 da Lei 12.351).

Na sequência, após muita luta do movimento social organizado, em especial dos petroleiros, educadores e estudantes, conquistou-se a aprovação da Lei 12.858de 2013. Conhecida como “Lei dos Royalties do Petróleo”, ela determina que 75% dos royalties do Pré-Sal sejam para educação e os outros 25% para saúde. E ainda o indicativo de 50% do Fundo Social destinado prioritariamente a educação básica pública!

10% do PIB para educação?

Sim. Esse era o chamado “passaporte para o futuro”. Se voltarmos um pouco no tempo, chegamos em 2005, quando se descobriu as maiores reservas de petróleo do Brasil, e talvez do mundo. Na camada do Pré-Sal, localizada em águas ultra-profundas do litoral brasileiro, o Brasil passou de 13° para 4° país no mundo em jazidas de petróleo. Agora pense: quanto desses recursos poderia ser destinado à educação e qual o impacto disso para as futuras gerações? Seria aquilo que todo brasileiro sonha: melhorar nossa educação para transformarmos o Brasil em um país desenvolvido.

Todo esse recurso proveniente da exploração e produção do petróleo nacional, através da Petrobrás, poderia gerar mais vagas em creches, escolas e universidades, melhorias nas estruturas das escolas e das instituições de ensino superior, professores mais valorizados e mais investimento em ciência e tecnologia.

Agora tudo está em risco!

O petróleo brasileiro está sendo tomado de assalto por grandes empresas estrangeiras. Isso porque outro Projeto de Lei (PL), de autoria do ex-senador José Serra, alterou o regime de partilha. Esse PL tira a Petrobrás da operação única do Pré-Sal, o que coloca em risco o controle do governo brasileiro sobre a exploração, o que pode gerar sonegação de dados públicos e redução dos recursos para o Fundo, sem contar os impactos econômicos na redução da geração de emprego.

Além disso, esse Projeto de Lei vai na contramão de países com o maior índice de desenvolvimento humano do mundo (IDH). A Noruega, por exemplo, criou um Fundo Social com recursos da exploração e produção do seu petróleo. Ou seja, o Brasil caminha sentido oposto ao desenvolvimento, principalmente ao se desfazer de diversas refinarias e unidades.

A verdade é que os estudantes já ocupam as ruas outra vez. A classe trabalhadora também. E motivo não falta. Todos em defesa da maior empresa brasileira e que investe em educação, saúde, pesquisa e desenvolvimento, além de impulsionar economias regionais em diversos municípios espalhados pelo Brasil.

Confira nos links os cronogramas de mobilizações, para os dias 02 e 03 de outubro, promovidos pelos estudantes e docentes paranaenses.

#Defender a Petrobras é Defender o Brasil

#Petróleo para a Educação

[Via Fórum de Defesa da Petrobrás]

Publicado em Petróleo

Na quinta-feira, 03 de outubro, a Petrobrás completará 66 anos de existência com tabalhadores e estudantes nas ruas, defendendo a soberania nacional e a educação.

A FUP e seus sindicatos estarão presentes no ato nacional convocado para Curitiba, onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é mantido preso político desde abril de 2018. 

O ato na capital paranaense é simbólico para os petroleiros e petroleiras, que reconhecem a importância de Lula na história da Petrobrás. O ex-presidente foi o principal responsável pelos investimentos que fortaleceram a empresa e possibilitaram a descoberta do pré-sal.

“Com este ato queremos chamar a atenção da sociedade para dizer o quanto é importante ter empresas públicas fortes para os brasileiros e para um país em desenvolvimento como o Brasil”, afirma o Coordenador da FUP, José Maria Rangel, explicando que a mobilização também servirá para alertar a população sobre os impactos das privatizações que estão sendo conduzidas pelo governo Bolsonaro.

“Não estamos falando só de desemprego nas estatais e, sim, em toda a cadeira produtiva, além de riscos de acidentes e piora na prestação dos serviços, pois as empresas privadas só visam o lucro, e a alta nos preços. Hoje, o brasileiro já paga caro pelos combustíveis, nossa gasolina é a segunda mais cara do mundo porque a política de preços é gerenciada pelo mercado internacional”, alerta José Maria.

“As universidades públicas no país são disputadas porque têm qualidade. Nos Estados Unidos, os Correios são públicos porque eles entendem que este sistema tem que estar na mão do Estado. Fora tudo isso, qual o banco que financia sua casa? A Caixa. Qual o banco que financia a agricultura? O Banco do Brasil. Qual é o banco que financia a infraestrutura? O BNDES. Você percebe o quanto as empresas públicas são importantes para o Brasil e para os brasileiros?”, questiona o coordenador da FUP.

Atos no Rio e em outras capitais

Além de Curitiba, o aniversário da Petrobrás mobilizará também trabalhadores, estudantes e movimentos sociais em atos em outras capitais do país, chamados pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que integram o Comitê Nacional em Defesa da Soberania. No Rio de Janeiro, a mobilização será em frente às sedes da Petrobrás e Eletrobrás. Também haverá atos em São Paulo, Salvador, Vitória e Belo Horizonte.

Paralisação nacional da educação

Nos dias 2 e 3 de outubro, uma grande paralisação contra o desmonte da educação será realizada em diversas instituições federais. A mobilização integra a agenda de lutas contra as privatizações e fazem parte do calendário de greves convocadas por profissionais de educação e estudantes. 

No manifesto "O Brasil é do povo brasileiro! Vamos às ruas em defesa da soberania nacional e da educação", UNE, UBES, CNTE e outras entidades de educação somam-se aos petroleiros e demais trabalhadores de empresas estatais na defesa da soberania nacional. 

"As riquezas do povo brasileiro estão ameaçadas. Bolsonaro, Guedes e sua turma querem entregar tudo de mão beijada ao capital estrangeiro: as empresas públicas, a Amazônia, nossa produção científica e tecnológica. O governo já anunciou  que pretende privatizar tudo que puder: os Correios, a Casa da Moeda, a Eletrobras, o Serpro e a Dataprev. A maior empresa do país, a Petrobrás, também está ameaçada, assim como a Caixa Econômica e o Banco do Brasil. Caso nossas empresas deixem de ser públicas, para onde vai o lucro do pré-sal, que deveria ser investido em saúde e educação? Quem vai financiar a juros baixos a moradia popular para os mais pobres? E o plantio e colheita dos  agricultores, que colocam comida na mesa do povo brasileiro? O que sobrará das universidades públicas, caso tenham que buscar capital privado para financiar a pesquisa científica do país? E o que será de nossa juventude e de nosso futuro sem as universidades públicas?", alerta o manifesto. 

Ato em Curitiba

• 07h – Ato na Repar e marcha até a Fafen (Araucária)

• 17h – Ato na Praça Santos Andrade junto com os Movimento Sociais (Curitiba)

• 18h – Passeata

[FUP, com informações da Frente Brasil Popular e CUT]

Publicado em Movimentos Sociais

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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