Em tempos de pandemia, o 8º Encontro Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP (ENMP) será inteiramente online, no domingo. Os debates serão transmitidos ao vivo, nas redes da FUP e dos sindicatos.

Com o tema “Petroleiras na linha de frente: pandemia, resistência e nossos próximos passos” o evento será dividido em duas partes. A primeira, aberta ao público, será realizada em forma de webinários, que serão transmitidos no Facebook (https://www.facebook.com/fupetroleiros/). Não será necessária a inscrição. Todxs poderão fazer perguntas via chat que serão selecionadas e respondidas ao final de cada apresentação.

Na segunda parte do encontro, que será de deliberações, as delegadas inscritas deverão ingressar na reunião via chave enviada pela comissão organizadora. Cada participante deve fazer a inscrição conforme orientação de seu sindicato.

Esta será a primeira vez que o ENMP acontece 100% online devido à quarentena e isolamento social da pandemia do coronavírus. A participação dos homens também é bem-vinda, porém o público-alvo são as mulheres petroleiras.

"O ENMP tem como objetivo organizar as trabalhadoras, traçando estratégias políticas de forma a enfrentar uma conjuntura cada vez mais reacionária, machista e ultraliberal. Todo ano, definimos uma comissão organizadora para planejar o encontro e escolhemos em conjunto um tema atual que julgamos pertinente ao momento político. Esse ano, não poderíamos deixar de falar de COVID-19 e da resistência necessária frente aos ataques ferozes deste governo à classe trabalhadora”, destaca Andressa Delbons, coordenadora do Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP. 

Andressa ressalta que o formato virtual não substitui a importância de um encontro presencial. "É claro que nenhum encontro virtual substitui plenamente o olho no olho, a troca de afeto e a energia de renovação que ocorre anualmente nos nossos encontros presenciais. Chegamos a cogitar postergar a realização do evento para um período de pós-pandemia, mas, infelizmente, a condução política dessa crise sanitária está nos levando para um horizonte de total indeterminação. Assim, não sabemos ao certo quando poderemos nos reunir presencialmente com segurança. Ao mesmo tempo, é imprescindível manter a organização permanente das mulheres, e da classe trabalhadora em geral, especialmente nos momentos de crise. Como diria Simone de Beauvoir: basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados. Precisamos estar atentas”. 

Ouça a convocatória: https://soundcloud.com/user-830660142/andressa-delbons-convida-para-8-encontro-nacional-de-mulheres-petroleiras


Confira a programação e os links para participar das lives:

8º Encontro nacional de mulheres petroleiras da FUP

Ao vivo via https://www.facebook.com/fupetroleiros/

09 - 10:30h

Petroleiras na linha de frente: resistência em tempos de pandemia 

Mesa de abertura com a participação de Deyvid Bacelar (FUP), Lucineide Varjão (CNQ), Carmem Foro (CUT) e Valéria Morato (CTB)

Facebook - https://www.facebook.com/fupetroleiros/videos/261442398290569/

Youtube - https://www.youtube.com/watch?v=pT1Lp653sQQ

11 - 12:30h

Entendendo a conjuntura do setor petróleo e o papel das mulheres no enfrentamento às políticas neoliberais 

Análise de conjuntura com a participação do DIEESE e INEEP

Facebook - https://www.facebook.com/fupetroleiros/videos/819945015503853/

Youtube - https://www.youtube.com/watch?v=WrlkaQ6hiFc

14 – 15:30h

Debate: As petroleiras estão onde elas quiserem!

Bate-papo com as pré-candidatas Priscilla Patrício e Conceição de Maria

Facebook - https://www.facebook.com/fupetroleiros/videos/1176764772716228/

Youtube - https://www.youtube.com/watch?v=M_4q9MQjXy8

16 às 19h

Nossos próximos passos: um bate papo com as mulheres petroleiras 

Reunião do Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras (somente para delegadas inscritas)

[FUP] 

Publicado em Sistema Petrobrás

Com o tema “Petroleiras na linha de frente: pandemia, resistência e nossos próximos passos” o VIII Encontro Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP acontece no próximo domingo, 21/06.

"Todo ano definimos uma comissão organizadora para planejar o ENMP, e escolhemos em conjunto um tema atual que julgamos pertinente ao momento político que vivemos. Esse ano não poderíamos deixar de falar de COVID-19 e da resistência necessária frente aos ataques cada vez mais ferozes à classe trabalhadora”, destaca Andressa Delbons, diretora da FUP e Sindipetro Caxias. Segundo ela, o encontro tem como objetivo organizar as trabalhadoras, traçando estratégias políticas de forma a enfrentar uma conjuntura cada vez mais neoliberal, machista e retrógrada, instaurada pelo atual governo.

O encontro será dividido em duas partes. A primeira, aberta ao público, será realizada em forma de webinários, que serão transmitidos no Facebook (https://www.facebook.com/fupetroleiros/). Para esta parte não será necessária a inscrição. Todos poderão fazer perguntas via chat que serão selecionadas e respondidas ao final de cada apresentação.

Para a segunda parte, as delegadas inscritas deverão ingressar na reunião via chave enviada pela comissão organizadora. Cada participante deve fazer a inscrição conforme orientação de seu sindicato.

Esta será a primeira vez que o ENMP acontece 100% online devido à quarentena e isolamento social da pandemia do coronavírus. A participação dos homens também é bem-vinda, porém o público-alvo são as mulheres petroleiras.

Andressa ressalta que o online não substitui a importância de um encontro presencial. "É claro que nenhum encontro virtual substitui plenamente o olho no olho, a troca de afeto e a energia de renovação que ocorre anualmente nos nossos encontros presenciais. Chegamos a cogitar postergar a realização do evento para um período de pós-pandemia, mas infelizmente a condução política dessa crise sanitária está nos levando para um horizonte de total indeterminação. Assim não sabemos ao certo quando poderemos nos reunir presencialmente com segurança. Ao mesmo tempo, é imprescindível manter a organização permanente das mulheres (e da classe trabalhadora em geral), especialmente nos momentos de crise. Como diria Simone de Beauvoir: basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados. Precisamos estar atentas”.

Confira a programação:

8º Encontro nacional de mulheres petroleiras da FUP
Ao vivo via https://www.facebook.com/fupetroleiros/

09 - 10:30h
Petroleiras na linha de frente: resistência em tempos de pandemia 

Mesa de abertura com a participação de Deyvid Bacelar (FUP), Lucineide Varjão (CNQ), Carmem Foro (CUT) e Valéria Morato (CTB)

11 - 12:30h
Entendendo a conjuntura do setor petróleo e o papel das mulheres no enfrentamento às políticas neoliberais 

Análise de conjuntura com a participação do DIEESE e INEEP

14 – 15:30h
Debate: As petroleiras estão onde elas quiserem!

Bate-papo com as pré-candidatas Priscilla Patrício e Conceição de Maria

16 às 19h
Nossos próximos passos: um bate papo com as mulheres petroleiras 

Reunião do Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras (somente para delegadas inscritas)

Participe! 

Publicado em Sistema Petrobrás

setor de Gênero, Etnia e Juventude do Sindipetro Bahia, juntamente com a Setor de Aposentados e Pensionistas e  setor Jurídico, realizam nos próximos dias 16 e 17 de junho, o I Encontro de Mulheres Petroleiras da Bahia.

Com o tema “Os Desafios das Mulheres Petroleiras em Tempos de Pandemia”, o evento será transmitido virtualmente e terá a participação de mulheres petroleiras de todo o Brasil.

Estão previstas sete salas de palestras e bate-papo com temas atuais e de interesse não só das mulheres, mas também de todos os homens que queiram se somar a essa luta entendendo e apoiando o papel protagonista das mulheres.

O link de acesso às salas de debates serão publicados nas redes sociais do Sindipetro Bahia e enviados através de listas de mensagens do whatsApp. Na hora marcada, basta clicar no link para acompanhar as palestras.

O evento é aberto a todas pessoas que queiram participar, sejam profissionais liberais, de movimentos sociais ou da juventude.

As diretoras do Sindipetro, Marise Sansão e Jailza Barbosa e a representante sindical, Olga Natalita explicam que a ideia inicial era abordar diversos temas “que sabemos ser de grande interesse, mas como não haveria tempo suficiente para isso, optamos por assuntos que julgamos ser muito importantes nesse momento pelo qual estamos passando, onde um vírus (covid-19) expôs muitas faces e necessidades”.

Desta forma, o encontro trará temas como “Mulheres Antifascistas e Antirracistas”, “Políticas Públicas e o enfrentamento da violência”, “Análise de conjuntura, direitos trabalhistas e Previdenciários (ACT, AMS, Petros)”, “Espaços de poder: a mulher na política e no movimento sindical” e “Saúde do Trabalho e COVID-19: a prevenção nos locais de trabalho”, “Vulnerabilidade e Sofrimento Psíquico frente a Pandemia” e “Educação Popular, Formação Acadêmica e a Juventude – Soberania ,Ciência e Cultura” .

Também haverá espaço para que as petroleiras possam fazer propostas que serão encaminhadas ao 9° Congresso dos Petroleiros e Petroleiras da Bahia, ao CONFUP e ao Coletivo de Mulheres da FUP. O evento será encerrado ao som da banda de percussão feminina Didá.

Estarão à frente das mesas de debate a Secretária Estadual das Mulheres, Julieta Palmeira; a advogada e presidenta da ONG TamoJuntas, Laína Crisóstomo; a supervisora técnica do DIEESE, Ana Georgina Dias, o advogado e assessor jurídico do Sindipetro Bahia, Clériston Bulhões, a epidemiologista e médica do trabalho, Dr Rita Fernandes, a Diretora de Formação do MPA e professora da UFBA; Marli Fagundes; a professora associada do Departamento de Fonoaudiologia do Instituto de Ciências da Saúde da UFBA e diretora da CUT Bahia; Luciene da Cruz Fernandes, a socióloga e Secretaria de Juventude da CUT Bahia, Iana Aguiar; a pesquisadora, Mestre em Estado Governo e Políticas Públicas, Fátima Fróes; a assistente Social, psicóloga e psicanalista, Isabel Maria Freitas Reis, a professora e a pesquisadora da UCSAL, Vanessa Ribeiro Simon Cavalcanti a diretora da FUP e do Sindipetro NF, Fátima Viana ( Fafá), a Historiadora/UNEB e ativista pelos direitos das mulheres, Juci Cardoso e Conceição de Maria P A Rosa, diretora licenciada do Sindipetro NF e Pós graduada nos Estudos Históricos e Culturais da Diáspora Africana

A escritora, ativista política e feminista, Simone de Beauvoir, costumava alertar que “basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados”. A afirmação de Beauvoir vem sendo provada ao longo da história e, agora, diante da crise econômica e sanitária que vivemos, agravada no Brasil pelo presidente Bolsonaro, negacionista e inimigo da ciência e da educação, a situação das mulheres tende a se agravar”, afirma a Christiane Barroso, diretora do setor de Gênero, Etnia e Juventude do Sindipetro Bahia.

Para Christiane realizar um encontro das mulheres petroleiras nesse momento é “tão urgente quanto imprescindível”. O objetivo é reunir o maior número de mulheres petroleiras possível. Petroleiras de todo o Brasil que podem dar a sua contribuição, se reciclar e falar sobre as necessidades do dia a dia de trabalho. “É importante nos fortificar e estarmos juntas para garantir que nenhum direito será retirado seja no mundo do trabalho ou na vida social”.

Veja a programação com os nomes dos palestrantes que já confirmaram presença

Dia 16 de junho (terça-feira)

Manhã

9h30 – Abertura – Saudação do coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar e do coordenador geral do Sindipetro Bahia, Jairo Batista 

9h40 – “A história e a importância da luta do coletivo de mulheres petroleiras”

Fátima Viana ( Fafá) –  Diretora  da FUP e do Sindipetro-RN , técnica em Química industrial, graduada em Ciências Sociais, Advogada e militante do PCdoB

Mediadoras – Christiane Barroso, Jailza Barbosa e Marise Sansão – Diretoras do Sindipetro Bahia 

10h30 – “Mulheres antifascistas e antirracistas” –

Fátima Fróes – Feminista, Pesquisadora, Mestre em Estado Governo e Políticas Públicas

Conceição de Maria P A Rosa–  Diretora licenciada do Sindipetro NF, Pós graduada nos Estudos Históricos e Culturais da Diáspora Africana e ativista do movimento  feminista e negro do município de Macae/RJ

Mediadora – Christiane Barroso – Diretora do Sindipetro Bahia 

Tarde

14h – “Políticas Públicas e o Enfrentamento da Violência”

Julieta Palmeira  – Secretária Estadual das Mulheres

Laína Crisóstomo – advogada e presidenta da ONG TamoJuntas

Mediação –  Christiane  Barroso e Marise Sansão – diretoras do Sindipetro Bahia 

16h – “Espaços de poder: a mulher na política e no movimento sindical”

Vanessa Ribeiro Simon Cavalcanti –  Professora e pesquisadora da UCSAL no Doutorado e Mestrado em Família na Sociedade Contemporânea (Interdisciplinar, CAPES 5).

Juci Cardoso – Historiadora/UNEB e ativista pelos direitos das mulheres 

*Dia 17 de junho (quarta-feira)

 Manhã

09h30 –  Análise de conjuntura, direitos trabalhistas  e Previdenciários  (ACT, AMS, Petros) –

Ana Georgina Dias – Supervisora Técnica do DIEESE na Bahia

Clériston Bulhões – Advogado e assessor jurídico do Sindipetro Bahia

Mediação- Jailza Barbosa – Diretora do Sindipetro Bahia 

10h30 –  “Educação popular, formação Acadêmica e a juventude  – Soberania ,Ciência  Cultural”

Marli Fagundes –  Coordenadora Estadual e Nacional no Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)

Luciene da Cruz Fernandes– Professora associada do Departamento de Fonoaudiologia do Instituto de Ciências da Saúde da UFBA e diretora da CUT Bahia

Iana Aguiar – Psicóloga e  Secretaria de Juventude da CUT Bahia

Mediação – Christiane  Barroso-  Diretora do Sindipetro Bahia 

Tarde

14h – “Saúde do Trabalhador, da trabalhadora e  COVID-19: a prevenção nos locais de trabalho”

Dra. Rita  Fernandes –  Epidemiologista, médica do trabalho e professora da UFBA 

15h- “Vulnerabilidade e Sofrimento Psíquico frente a Pandemia”

Isabel Maria Freitas Reis – Assistente Social, Psicóloga, Psicanalista 

16h – Encerramento

Propostas para o 9° Congresso dos Petroleiros e Petroleiras da Bahia e para o Coletivo de Mulheres da FUP e CONFUP/ Aprovação da carta aberta das mulheres petroleiras da Bahia

17h – Apresentação da Banda Didá

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em Cidadania

Durante as rodadas de julho de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho, as mulheres diretoras da FUP e da FNP reuniram-se para pensar formas de articulação, mobilização e luta conjunta em defesa da Petrobrás e das trabalhadoras e trabalhadores.

A reunião foi uma iniciativa das petroleiras em uma conjuntura de ataques ao povo brasileiro, como o corte nas verbas dos serviços públicos e a reforma da Previdência. Vários dos ataques atingem diretamente as trabalhadoras, como o corte de verbas para as creches,  para os programas de saude e de combate à violência contra a mulher, redução do valor de benefícios previdenciários entre outros. Até o direito de interromper uma gravidez em caso de estupro, através da PEC 181, foi pauta do Congresso Nacional. 

Os desafios para as mulheres nas entidades sindicais também foram pauta do rápido e produtivo encontro que já apontou para novos encontros entre mulheres das Federações e sindicatos, envolvendo também as petroleiras de base.

[FUP e FNP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Inspiradas no lema “somos todas irmãs”, mulheres petroleiras realizam sétimo encontro nacional com propósito alcançado: tomar consciência de que o empoderamento já é real, agora é se apropriar dele. Durante os três dias do encontro, o Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP, apresentou a análise de conjuntura, contou a trajetória histórica de conquistas, chamou para a luta, e sobretudo, reafirmou o quanto as mulheres são fortes e estão preparadas para resistir diante do difícil momento em que se vive. 

Acompanhe abaixo o resumo das homenagens, mesas, painéis e palestras que aconteceram nos dias 5, 6 e 7 de abril de 2019 em Vitória ES.

Abertura, dia 5

Com emocionante abertura no Cine Metrópoles da Universidade Federal do Espírito Santo, o Encontro Nacional de Mulheres Petroleiras começou com as falas políticas do coordenador geral do Sindipetro-ES, Paulo Rony; da secretária da Mulher Trabalhadora da CUT/ES, Maria da Penha Barreto; da deputada estadual Iriny Lopes; do diretor da CTB/ES, Wallace Overney; da representante do Fórum de Mulheres do Espírito Santo e diretora do Sindibancários, Evelyn Flores, da Secretária Nacional de Mulheres da CUT nacional, Graça Costa; do deputado federal Hélder Salomão e de José Maria Rangel, coordenador da FUP. Em suas falas eles destacaram a necessidade do empoderamento feminino, da união da classe trabalhadora para manutenção de direitos e defesa do patrimônio público.

José Maria Rangel, comparou o sétimo encontro nacional de mulheres petroleiras da FUP, a um grande desafio, diante da conjuntura e da reforma da previdência que prejudica ainda mais as mulheres, e completou, “as mulheres têm a capacidade de encorajar e ter coragem. ”

Já é tradição do Encontro Nacional de Mulheres Petroleiras homenagear uma mulher que se destacou na sociedade por seus feitos progressistas, este ano a homenagem foi para a educadora capixaba Zilma Coelho, conhecida como "A louca do Itapemirim" por causa de seu projeto de erradicação do analfabetismo, que, para muitos, era algo extremamente ousado. A homenagem contou com a exibição de um documentário sobre Zilma Coelho, a entrega do documentário para a família da educadora e uma fala de Deane Monteiro, biógrafa de Zilma Coelho.

Duas palestras sobre feminismo

Por, Sindipetro MG

O feminismo foi tema do debate conduzido pela professora do Núcleo Interinstitucional de Pesquisa em Gênero e Sexualidades da UFES, Erineusa Silva, e pela deputada federal pelo Distrito Federal, Erika Kokay (PT-DF). Ambas destacaram o quanto a sociedade ainda é machista e patriarcal, mas lembraram o quanto as mulheres têm coragem e foram e são essenciais nas lutas por direitos no Brasil e no mundo. Erineusa fez uma retomada história sobre o conceito de feminismo no Brasil e no mundo e também explicou como o feminismo é algo crescente dentro de cada uma das mulheres – ainda que elas não se reconheçam como tal.

“O feminismo surgiu para mim quando via meu pai tratando diferente o meu irmão de mim, quando ele podia sair mas eu tinha que ficar em casa. Foi nas coisas cotidianas que o feminismo surgiu pra mim e acredito que para a maioria das mulheres, mas eu não sabia naquela época e, até hoje, tem muita gente que não sabe que é feminista”.

Ela também reforçou que o significado de feminismo nunca foi o contrário de machismo e que consiste, na verdade, em um movimento de luta por direitos e contra as injustiças sociais. Ela retomou a luta das mulheres pelo voto, a conquista do direito ao divórcio, a aprovação da Lei Maria da Penha e outras importantes conquistas que só se deram pelo que depois passou a ser chamado de feminismo.

Porém, mesmo diante de tantos avanços, as mulheres ainda são sub-representadas na política brasileira, ainda recebem salários menores que os homens e estão em menor número nos cargos de chefia – apesar de estudarem mais e serem maioria entre a população brasileira.

Também as mulheres têm uma carga horária de trabalho maior a dos homens (em média 51 horas semanais contra 40 horas semanais dos homens) em função dos cuidados com a casa, os filhos e a família que vão além do trabalho formal, como bem lembrou a deputada Érika Kokai.

No entanto, apesar dessa diferença, a proposta de Reforma da Previdência recentemente apresentada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso quer acabar com o reconhecimento que hoje a atual previdência tem ao garantir à mulher o direito de se aposentar mais cedo que os homens. “Uma das poucas políticas que temos no sentido de enfrentar essa desigualdade é a previdência e agora querem nos tirar até o direito à aposentadoria”.

Ainda segundo a deputada Erika Kokai, há uma luta que precisa ser feita que é contra a desumanização simbólica que, segundo ela, é “quando não somos donas das nossas próprias vidas ou quando não somos donas dos nossos corpos”. Isso ainda acontece nos dias de hoje em razão da opressão, do machismo e da desigualdade de gênero.

É no contexto da desumanização simbólica que a violência contra a mulher é naturalizada no Brasil. “A mulher não tem direito à cidade. Ela não pode sair a qualquer hora, ou vestida como quiser pois pode ser alvo de assaltos ou outros crimes. Isso é a violência sendo naturalizada pela desumanização”.

Ela lembrou ainda que o Brasil é o quinto País onde mais se mata mulheres no mundo e que, a maior parte dessa violência, acontece dentro de casa. “Temos milhares de mulheres que têm medo de voltar para suas próprias casas ou, quando voltam são controladas e moldadas por um homem”.

E também no esteio da construção da desumanização simbólica e do papel histórico da mulher na sociedade surge ainda outro conceito: a ditadura da perfeição. “A culpa é a maior forma de dominação das mulheres e elas sempre se sentem culpadas quando quando não são perfeitas, quando são agredidas, quando o casamento acaba, quando não conseguem deixar a casa limpa, ou estar disponíveis aos seus maridos, ou quando têm que sair pra trabalhar e deixam o filho chorando”.

E completou: “Se hoje temos poucas mulheres no Parlamento isso é fruto dessa sociedade. Lutar contra as desigualdades de gênero e a desumanização simbólica na sociedade é estruturante de qualquer luta. Não é a toa que o maior movimento por direitos no mundo, que foi a Revolução Francesa, teve a pauta feminina decapitada. Mas, isso não é mais permitido hoje: ou a gente avança na equidade de gênero e no empoderamento feminino ou simplesmente não avançamos em nada.

------------

Segundo dia, 6 de abril

O segundo dia do Encontro Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP começou com a análise do setor de petróleo e gás no Brasil e no Espírito Santo, com uma mesa composta pela diretora do Sindipetro-ES Patrícia Jesus, a pesquisadora Ana Maria Leite de Barros, a representante do Dieese/ES, Sandra Bortolon; e a militante do Movimento dos Atingidos por Barragem, Tchenna Fernandes.

Segundo Tchenna Fernandes, os recursos do petróleo devem ser destinados para o desenvolvimento social, e não para o fortalecimento do imperialismo norte americano.

 Para a representante do Dieese/ES, Sandra Bortolon, os elementos para compreensão da crise pela qual o Brasil está passando são extremamente importantes e por isso ela traça o processo histórico da geração desse problema para promover um debate com aspectos que nem a imprensa em geral e nem os analistas de mercado abordam quando falam da crise atual.

A pesquisadora Ana Maria Leite de Barros apresentou para as participantes do Encontro Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP sua pesquisa "Efeitos do Dinamismo Econômico e Regional do Setor de Petróleo e Gás Natural no Espírito Santo".

A segunda mesa com o tema "A luta contra a privatização: o papel dos trabalhadores e trabalhadoras" trouxe Rita Serrano, Coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas; Fabiana dos Anjos, Representante dos Trabalhadores no CA da Transpetro; e Danilo Silva, Representante dos Trabalhadores no CA Petrobras.

Fabiana dos Anjos, destacou em sua fala a importância de haver representantes dos petroleiros e petroleiras no Conselho. Esses representantes, segundo Fabiana, buscam a defesa dos interesses dos trabalhadores e trabalhadoras junto à alta administração, além de levar para a sociedade a importância das estatais para o bem comum.

Rita Serrano, explicou como funciona o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, que surgiu em 2015, por causa de um projeto de lei que facilitava a privatização das empresas estatais. O projeto foi derrubado, mas o comitê continua, pois, a luta contra a privatização das estatais é constante.

Danilo Silva falou sobre a realidade atual da Petrobrás com a dinâmica das relações dentro da estatal, uma discussão sobre o processo de recuo que se vem enfrentando nas pautas minoritárias, como as maiorias são tratadas como minorias.

Impactos da Reforma Trabalhista e Previdenciária na vida das trabalhadoras e os direitos ainda preservados na lei foi o tema da mesa seguinte que contou com a participação de Euci Santos Oss, Advogada Trabalhista assessora do Sindipetro-ES; Lujan Miranda, Especialista em Direito Constitucional /Núcleo Auditoria Cidadã da Dívida/ Sindiprev/ES; e Jossandra Rupf, Advogada especialista em Gestão de Politicas Publicas de Gênero e Raça / CTB-ES.

Euci Santos, recordou a luta dos trabalhadores e trabalhadoras até a conquista da Consolidação das Leis do Trabalho. Lujan Miranda, apontou a necessidade de fazer com que as pessoas compreendam o que é a dívida pública e como ela afeta a classe trabalhadora. E, Jossandra Rupf, mostrou em sua palestra os impactos da reforma da Previdência na vida das mulheres.

Terceiro dia, 7 de abril

A trajetória do Coletivo de Mulheres da FUP foi contada por Mônica da Silva Paranhos, pesquisadora associada do Arquivo da Memória Operária do Rio de Janeiro IFCS-UFRJ, juntamente com a Marbe, uma das criadoras do Coletivo de Mulheres da FUP.

Ao final, Priscila Patrício, Sindipetro ES, Andressa Delbons, Sindipetro Caxias e Cibele Vieira do Sindipetro São Paulo receberam os encaminhamentos, resoluções e moções das petroleiras presentes no 7° Encontro Nacional de Mulheres Petroleiras.

Andressa Delbons, coordenadora geral do coletivo encerrou o evento lembrando que o lema “somos todas irmãs” remonta à luta operária de meados do século XIX, e nós do coletivo pensamos que agora é um momento propício para fazer esse resgate histórico de valores do movimento das trabalhadoras e trabalhadores. E afirmou, “Precisaremos de muita coragem, força e união para atravessar mais esse momento político desfavorável. Só assim conseguiremos êxito nas lutas contra as privatizações, retiradas de direitos trabalhistas.” 

 

Publicado em Trabalho

A capital do Espírito Santo recebe nesta sexta-feira (05) trabalhadoras de todo o país para o 7º Encontro Nacional das Mulheres Petroleiras da FUP.  A solenidade de abertura será realizada no Cine Metrópoles, no Campus da Universidade Federal do Espirito Santo. Os debates prosseguirão no sábado (06) e domingo (07), no Hotel Aruan, na Praia de Camburi. Cerca de cem pessoas são esperadas para o evento, que reunirá as principais lideranças sindicais, dos movimentos de mulheres e de organizações populares do país e do Espírito Santo.

Com o tema central “Somos todas irmãs”, o encontro ressaltará a necessidade de unidade das mulheres para resistir aos ataques contra os direitos e conquistas do povo brasileiro, que atingem principalmente a trabalhadora. Os debates irão girar em torno da importância das lutas feministas na defesa do patrimônio público, da soberania nacional e dos direitos dos trabalhadores.  

“É um espaço de formação, acolhimento, fortalecimento e estreitamento de laços entre nós mulheres. Vivemos um momento político muito difícil. O acirramento dos ataques à classe trabalhadora sempre impacta as mulheres de maneira mais feroz e precisaremos de coragem e muita união para enfrentar mais essa tormenta”, ressalta Andressa Delbons, diretora da FUP e coordenadora do Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras.

Como nas edições anteriores, as petroleiras homenagearão uma mulher que fez história no país. A escolhida é a professora capixaba Zilma Coelho Pinto, que enfrentou o analfabetismo nos 40, e desafiou as autoridades e a alta burguesia do interior do Espírito Santo para que os pobres, negros e mulheres tivessem acesso à escrita e à leitura. Durante a abertura do encontro, será exibido um documentário sobre ela.

Andressa destaca a importância do evento, que apesar de organizado por mulheres, para mulheres, interessa a toda a classe trabalhadora.  “A decisão pela manutenção do evento, imediatamente após a Petrobrás anunciar o corte do repasse das mensalidades aos nossos sindicatos, que talvez não coincidentemente ocorreu durante o  mês da mulher, traduz o compromisso com o coletivo e reafirma a importância que a FUP dá à organização das mulheres”, ressalta.

Acompanhe os debates pelas redes sociais da FUP e de seus sindicatos.

Recreação para as crianças

Durante todo o Encontro, as mulheres que têm filhos até 10 anos terão à sua disposição um espaço de recreação com profissionais que irão desenvolver diversas atividades. O objetivo é envolver as crianças de forma lúdica na luta pelos direitos das mulheres petroleiras. Por isso, foi pensado um espaço especialmente desenvolvido para elas.

No sábado pela manhã, haverá uma oficina de experimentações e integração, com brincadeiras e práticas artísticas que dialogam sobre respeito, inclusão e liberdade . Uma das atividades será a construção de estampas em camisas que as famílias poderão trazer de casa. Na parte da tarde, as atividades incluem música, tatuagem, bolamania, oficinas de gesso, slime, miçangas, pinturas, desenhos e brincadeiras diversas, com distribuição de brindes.  O espaço infantil prossegue no domingo e contará também com um cantinho do bebê.

 Programação do Encontro

Sexta-feira (05/04)

Local: Cine Metrópoles (Campus de Goiabeiras, UFES)

17h30 – Recepção com Feira de produtos da agricultura familiar e exposição de artistas locais

18h – Abertura oficial do VII Encontro Nacional das Mulheres Petroleiras da FUP, que reunirá movimentos feministas e sociais do estado do Espírito Santo

18h30 – Homenagem à educadora Zilma Coelho Pinto com exibição de documentário

19h – Palestra: “Por que ser feminista?”

Convidadas: Deputada Federal Erika Kokay (PT-DF) e Professora Dra. Erineusa Silva, Núcleo Interinstitucional de Pesquisa em Gênero e Sexualidades – Ufes/Estácio, Praxis/Nepe (Ufes)

21h – Apresentação Cultural

Sábado (06/04)

Local: Hotel Aruan, Praia de Camburi

(Av. Dante Michelini, 1497 – Jardim da Penha, Vitória – ES)

7h30 – Atividade ao ar livre com Marli Zordan

8h às 9h – Credenciamento

9h – Painel: Análise do Setor Petróleo e Gás no Brasil e no Estado do Espírito Santo

Convidadas: Msc. Carla Borges Ferreira, Pesquisadora do INEEP e Msc. Ana Maria Leite de Barros, pesquisadora da UFES;

10h40 – Painel: A Luta contra a Privatização: o papel das trabalhadoras e trabalhadores

[email protected]: Rita Serrano, Coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas; Fabiana dos Anjos, Representante dos Trabalhadores no CA da Transpetro; Danilo Silva, Representante dos Trabalhadores no CA Petrobrás

12h30 – Intervalo de Almoço

14h – Ginástica Laboral, com Claudete Roseno

14h30 – Painel: Impactos da Reforma Trabalhista e Previdenciária na vida das trabalhadoras e os direitos ainda preservados na lei

Convidadas: Euci Santos Oss, Advogada Trabalhista assessora do Sindipetro-ES; Lujan Miranda, Especialista em Direito Constitucional /Núcleo Auditoria Cidadã da Dívida/ Sindiprev/ES; Jossandra Rupf, Advogada especialista em Gestão de Politicas Publicas de Gênero e Raça / CTB-ES; Sandra Bortolon, Coord. Dieese ES.

16h– Debate e Reflexões

17h – Bingo

Domingo (07/04)

7h30 – Aula de defesa pessoal com a Campeã Mundial de Jiu-jitsu, Ariane Guarnier

9h – Painel “A trajetória e as conquistas do Coletivo de Mulheres Petroleiras da FUP”

Convidadas: Mônica da Silva Paranhos, pesquisadora associada do Arquivo da Memória Operária do Rio de Janeiro IFCS-UFRJ; Andressa Delbons, coordenadora do Coletivo de Mulheres da FUP

 [FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

A capital do Espírito Santo recebe esta semana trabalhadoras de todo o país para o 7º Encontro Nacional das Mulheres Petroleiras da FUP.  A solenidade de abertura do evento será realizada na noite de sexta-feira, 05, no Cine Metrópoles, no Campus da Universidade Federal do Espirito Santo. Os debates prosseguirão no sábado (06) e domingo (07), no Hotel Aruan, na Praia de Camburi. Cerca de cem pessoas são esperadas para o Encontro, que reunirá as principais lideranças sindicais, dos movimentos de mulheres e de organizações populares do país e do Espírito Santo.

Com o tema central “Somos todas irmãs”, o encontro abordará a necessidade de unidade das mulheres para resistir aos ataques contra os direitos e conquistas do povo brasileiro, que atingem principalmente a trabalhadora.  Os debates irão girar em torno da importância das lutas feministas na defesa do patrimônio público, da soberania nacional e dos direitos dos trabalhadores.  

“É um espaço de formação, acolhimento, fortalecimento e estreitamento de laços entre nós mulheres. Vivemos um momento político muito difícil. O acirramento dos ataques à classe trabalhadora sempre impacta as mulheres de maneira mais feroz e precisaremos de coragem e muita união para enfrentar mais essa tormenta”, ressalta Andressa Delbons, diretora da FUP e coordenadora do Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras.

Como nas edições anteriores, as petroleiras homenagearão uma mulher que fez história no país. A escolhida é a professora capixaba Zilma Coelho Pinto, que enfrentou o analfabetismo nos 40, e enfrentou as autoridades e a alta burguesia do interior do Espírito Santo para que os pobres, negros e mulheres tivessem acesso à escrita e à leitura. Durante a abertura do Encontro, será exibido um documentário sobre ela.

Andressa destaca a importância do evento, que apesar de organizado por mulheres, para mulheres, interessa a toda a classe trabalhadora.  “A decisão pela manutenção do evento, imediatamente após a Petrobrás anunciar o corte do repasse das mensalidades aos nossos sindicatos, que talvez não coincidentemente ocorreu durante o  mês da mulher, traduz o compromisso com o coletivo e reafirma a importância que a FUP dá à organização das mulheres”, ressalta.

Recreação para as crianças

Durante todo o Encontro, as mulheres que têm filhos até 10 anos terão à sua disposição um espaço de recreação com profissionais que irão desenvolver diversas atividades. O objetivo é envolver as crianças de forma lúdica na luta pelos direitos das mulheres petroleiras. Por isso, foi pensado um espaço especialmente desenvolvido para elas.

No sábado pela manhã, haverá uma oficina de experimentações e integração, com brincadeiras e práticas artísticas que dialogam sobre respeito, inclusão e liberdade . Uma das atividades será a construção de estampas em camisas que as famílias poderão trazer de casa. Na parte da tarde, as atividades incluem música, tatuagem, bolamania, oficinas de gesso, slime, miçangas, pinturas, desenhos e brincadeiras diversas, com distribuição de brindes.  O espaço infantil prossegue no domingo e contará também com um cantinho do bebê.

 Programação do Encontro

 5 de abril, sexta-feira

Local: Cine Metrópoles (Campus de Goiabeiras, UFES)

17h30 – Recepção com Feira de produtos da agricultura familiar e exposição de artistas locais

18h – Abertura oficial do VII Encontro Nacional das Mulheres Petroleiras da FUP, que reunirá movimentos feministas e sociais do estado do Espírito Santo

18h30 – Homenagem à educadora Zilma Coelho Pinto com exibição de documentário

19h – Palestra: “Por que ser feminista?”

Convidadas: Deputada Federal Erika Kokay (PT-DF) e Professora Dra. Erineusa Silva, Núcleo Interinstitucional de Pesquisa em Gênero e Sexualidades – Ufes/Estácio, Praxis/Nepe (Ufes)

21h – Apresentação Cultural

6 de abril, sábado

Local: Hotel Aruan, Praia de Camburi

(Av. Dante Michelini, 1497 – Jardim da Penha, Vitória – ES)

7h30 – Atividade ao ar livre com Marli Zordan

8h às 9h – Credenciamento

9h – Painel: Análise do Setor Petróleo e Gás no Brasil e no Estado do Espírito Santo

Convidadas: Msc. Carla Borges Ferreira, Pesquisadora do INEEP e Msc. Ana Maria Leite de Barros, pesquisadora da UFES;

10h40 – Painel: A Luta contra a Privatização: o papel das trabalhadoras e trabalhadores

[email protected]: Rita Serrano, Coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas; Fabiana dos Anjos, Representante dos Trabalhadores no CA da Transpetro; Danilo Silva, Representante dos Trabalhadores no CA Petrobrás

12h30 – Intervalo de Almoço

14h – Ginástica Laboral, com Claudete Roseno

14h30 – Painel: Impactos da Reforma Trabalhista e Previdenciária na vida das trabalhadoras e os direitos ainda preservados na lei

Convidadas: Euci Santos Oss, Advogada Trabalhista assessora do Sindipetro-ES; Lujan Miranda, Especialista em Direito Constitucional /Núcleo Auditoria Cidadã da Dívida/ Sindiprev/ES; Jossandra Rupf, Advogada especialista em Gestão de Politicas Publicas de Gênero e Raça / CTB-ES; Sandra Bortolon, Coord. Dieese ES.

16h– Debate e Reflexões

17h – Bingo

7 de abril, domingo 

7h30 – Aula de defesa pessoal com a Campeã Mundial de Jiu-jitsu, Ariane Guarnier

9h – Painel “A trajetória e as conquistas do Coletivo de Mulheres Petroleiras da FUP”

Convidadas: Mônica da Silva Paranhos, pesquisadora associada do Arquivo da Memória Operária do Rio de Janeiro IFCS-UFRJ; Andressa Delbons, coordenadora do Coletivo de Mulheres da FUP

 [FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Para encerrar o mês das mulheres, o Sindipetro Paraná e Santa Catarina lança o 3º e último episódio da série sobre feminismo do programa “Bate-Papo Sem Sutiã”. O tema abordado desta vez foi “o feminismo nos dias hoje” e fala sobre a conjuntura da luta das mulheres.

Participaram desta edição  Ana Carolina Dartora, Bacharel em História, Mestre em Educação com recorte na juventude negra, Militante no Feminismos Negro e na Marcha Mundial de Mulheres; e Priscila Piazentini Vieira, Professora do Departamento de História da UFPR - áreas de interesse: Teoria da História, História e Filosofia Contemporânea, feminismo. Integrante do Núcleo de Estudos de Gênero da UFPR e vice-coordenadora do Labin - Laboratório de Investigação de Corpo, Gênero e Subjetividades na Educação, também da UFPR

Quem apresenta esta edição são as diretoras do Sindipetro PR e SC Anacélie Azevedo e Juliane Bielak.

Acompanhado ao programa, lançamos uma promoção de um Vale Compras de R$ 200,00 na Loja Peita. Para concorrer, basta responder a enquete no link abaixo. Apenas mulheres podem preencher.

Link para a enquete: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdg-mNJ3JX5DrYr_7uIBGNCIcgbORj48PZv4IBoVIHbim1h-A/viewform

Conheça a Loja Peita: https://peita.me/

Assista agora o 3º episódio: O feminismo nos dias de hoje 

[Via Sindipetro-PR/SC]

Publicado em SINDIPETRO-PR/SC

O VII Encontro Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP será realizado em Vitória, no Espírito Santo, de 05 a 07 de abril, no Hotel Aruan. A abertura do evento ocorrerá no Cine Metrópoles, na Universidade Federal do Espirito Santo (UFES).

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 30 de março, acessando aqui.

A diretora da FUP e do Sindipetro-ES, Priscila Patrício, ressalta a importância do encontro para fortalecer as lutas das mulheres.“É um momento de integração, aprendizado, fortalecimento das mulheres. Estamos sofrendo muitos ataques, como o assédio no ambiente de trabalho. Somos as mais afetadas pela política de retirada de direitos que está em curso. A resistência passa pela nossa união. Por isso que o lema do evento é ‘Somos Todas irmãs’. Também vamos reforçar a defesa do pré-sal para o Brasil e a defesa da Petrobrás”, diz.

Ela destaca ainda a importância das mulheres do Espírito Santo participarem dos debates. Foram abertas inscrições locais para as capixabas que quiserem participar do evento. Para quem mora no interior do estado, haverá transporte e hospedagem disponibilizados.

“É um reconhecimento da importância das mulheres petroleiras capixabas. O Encontro vem para o Espírito Santo como um abraço do Coletivo de Mulheres da FUP para as petroleiras, mostrando que a FUP está junto conosco”, declara Priscila.

Durante o evento, as mulheres que têm filhos até 10 anos terão à sua disposição um espaço de recreação com profissionais que irão desenvolver diversas atividades com as crianças, como oficinas, contação de história, entre outras. Assim, elas poderão participar tranquilamente do Encontro.

Também haverá exposição fotográfica, venda de produtos artesanais dos movimentos sociais e uma aula de defesa pessoal com a campeã mundial de Jiu-jitsu, a capixaba Ariane Guarnier


Programação

5 de abril, sexta-feira

Local: CINE METRÓPOLIS (Campus de Goiabeiras, UFES)

17h30 – Recepção com Feira de produtos da agricultura familiar e exposição de artistas locais

18h – Abertura oficial do VII ENMP e Encontro dos movimentos feministas e sociais do estado do Espírito Santo

18h30 – Homenagem à Zilma Coelho Pinto com exibição de documentário

19h – Palestra: “Por que ser feminista?”

Convidadas: Deputada Federal Erika Kokay (PT-DF) e Professora Dra. Erineusa Silva, Núcleo Interinstitucional de Pesquisa em Gênero e Sexualidades – Ufes/Estácio, Praxis/Nepe (Ufes)

21h – Apresentação Cultural

6 de abril, sábado

Local: Hotel Aruan, Praia de Camburi

(Av. Dante Michelini, 1497 – Jardim da Penha, Vitória – ES)

7h30 – Atividade ao ar livre com Marli Zordan

8h às 9h – Credenciamento

9h – Painel: Análise do Setor Petróleo e Gás no Brasil e no Estado do Espírito Santo

Convidadas: Msc. Carla Borges Ferreira, Pesquisadora do INEEP e Msc. Ana Maria Leite de Barros, pesquisadora da UFES;

10h40 – Painel: A Luta contra a Privatização: o papel das trabalhadoras e trabalhadores

[email protected]: Rita Serrano, Coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas; Fabiana dos Anjos, Representante dos Trabalhadores no CA da Transpetro; Danilo Silva, Representante dos Trabalhadores no CA Petrobras

12h30 – Intervalo de Almoço

14h – Ginástica Laboral, com Claudete Roseno

14h30 – Painel: Impactos da Reforma Trabalhista e Previdenciária na vida das trabalhadoras e os direitos ainda preservados na lei

Convidadas: Euci Santos Oss, Advogada Trabalhista assessora do Sindipetro-ES; Lujan Miranda, Especialista em Direito Constitucional /Núcleo Auditoria Cidadã da Dívida/ Sindiprev/ES; Jossandra Rupf, Advogada especialista em Gestão de Politicas Publicas de Gênero e Raça / CTB-ES; Sandra Bortolon, Coord. Dieese ES.

16h– Debate e Reflexões

17h – Bingo

7 de abril, domingo 

7h30 – Aula de defesa pessoal com a Campeã Mundial de Jiu-jitsu, Ariane Guarnier

9h – Painel “A trajetória e as conquistas do Coletivo de Mulheres Petroleiras da FUP”

Convidadas: Mônica da Silva Paranhos, pesquisadora associada do Arquivo da Memória Operária do Rio de Janeiro IFCS-UFRJ; Andressa Delbons, coordenadora do Coletivo de Mulheres da FUP

[FUP, com informações do Sindipetro-ES]

Publicado em Cidadania
Sindipetro PR e SC estreia o programa “Bate-Papo Sem Sutiã”
 
O Bate-Papo Sindical todo mundo conhece, não é? Uma ferramenta utilizada há muitos anos pela direção para o diálogo com a base.

Mas e aí? Por que sem sutiã?

Porque pretendemos com esse programa conversar com as mulheres da categoria e outras que queiram disfrutar de um tempo leve para ampliar o conhecimento. Os homens também estão convidados a assistir e ouvir um pouco mais sobre esses temas.

Costumeiramente, as mulheres quando chegam em casa, uma das primeiras coisas que fazem é retirar o sutiã e aí, claro inicia a outra jornada. Esse ato traz um significado de conforto e liberdade. O sutiã é um símbolo histórico de opressão, usá-lo ou não o usar causa desconforto para a maioria das mulheres. Tanto que já foi até queimado em praça pública.

O primeiro programa tratou do tema “Feminismo”e contou com a presença da Ana Carolina Dartora, Bacharel em História, Mestre em Educação com recorte na juventude negra, Militante no Feminismos Negro e na Marcha Mundial de Mulheres; e Priscila Piazentini Vieira, Professora do Departamento de História da UFPR - áreas de interesse: Teoria da História, História e Filosofia Contemporânea, feminismo. Integrante do Núcleo de Estudos de Gênero da UFPR e vice-coordenadora do Labin - Laboratório de Investigação de Corpo, Gênero e Subjetividades na Educação, também da UFPR

Quem apresenta esta edição são as diretoras do Sindipetro PR e SC Anacélie Azevedo e Juliane Bielak.

Acompanhado ao programa, lançamos uma promoção de um Vale Compras de R$ 200,00 na Loja Peita. Para concorrer, basta responder a enquete no link abaixo. Apenas mulheres podem preencher.

Link para a enquete: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdg-mNJ3JX5DrYr_7uIBGNCIcgbORj48PZv4IBoVIHbim1h-A/viewform

Conheça a Loja Peita: https://peita.me/

Assista ao primeiro episódio:

 

[Via Sindipetro-PR/SC]

Publicado em SINDIPETRO-PR/SC
Página 1 de 2

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

Instagram