A partir da zero hora e um minuto dessa sexta-feira (5), os petroleiros da Bahia retomam a greve que havia sido suspensa após a Petrobrás reabrir um canal de negociação

[Da imprensa do Sindipetro BA]

A diretoria do Sindipetro Bahia lamenta que após quatro rodadas de negociação, e sem ter havido qualquer tipo de avanço, a Petrobrás tenha rompido o trato com o sindicato, encerrando as negociações, e ressalta “a frustração da boa fé da entidade sindical que suspendeu o início da greve do dia 18/02, para negociar”.

A greve não acontece só na Bahia. Ela será deflagrada regionalmente pelos Sindipetros do Espirito Santo, Minas Gerais, Amazonas, Pernambuco e São Paulo (Mauá e Campinas), que também dão início aos seus movimentos  paredistas, autorizados pelos petroleiros que representam.

Filiados à Federação Única dos Petroleiros (FUP) esses sindicatos também estavam negociando suas pautas reivindicatórias regionais diretamente com a Companhia. Os sete Sindipetros restantes estão realizando assembleias com as suas bases, e, em breve, decidem se vão aderir à greve também.

Na Bahia, trabalhadores próprios e terceirizados da Refinaria Landulpho(cerca de 900 concursados e 1.700 terceirizados) e de outras unidades da estatal no estado vão aderir ao movimento.

A Petrobrás já foi notificada sobre o início do movimento paredista como determina a lei de greve. O coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista, acredita que essa será “uma greve forte, com boa adesão da categoria. Uma greve legitima, legal e necessária, diante das tentativas recorrentes da Petrobrás de retirada de direitos dos trabalhadores, das atitudes antissindicais e da utilização do assédio moral e da pressão como ferramentas de gestão nas unidades da estatal.

Reivindicações 

A categoria reivindica a implementação de uma política efetiva de combate ao assédio moral nas unidades da Petrobrás;  incorporação dos trabalhadores concursados da PBIO à Petrobrás, caso a Usina de Biocombustíveis de Candeias seja realmente vendida; fim das dobras de turno e das prorrogações de jornada; rever a política do efetivo mínimo do O&M (Organização e Método) nos diversos setores da estatal, em especial da RLAM.

Além da implantação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico da jornada de 12 (doze) horas diárias, já praticada desde 2020 e aprovada pela categoria em assembleia e o fim da exigência de quitação do passivo trabalhista anterior a fevereiro/2020 para firmar esse documento; iniciar discussão e tratamento para a situação das empresas contratadas, em especial dos contratos de trabalhos e direitos dos empregados terceirizados; apresentação pela Companhia, do passivo ambiental, dos acidentes de trabalho (tudo que envolva agentes de riscos aos trabalhadores, seus compromissos de pagamentos e de seus sucessores).

Os petroleiros reivindicam também que a Petrobrás envie ao Sindipetro Bahia, a cópia do contrato de venda da Refinaria Landulpho Alves para o fundo Árabe Mubadala ou apresente e coloque em discussão o cronograma de transição da operação pela Petrobras da Unidade, os prazos de transferências de trabalhadores, seus critérios e prioridades, além das regras que utilizará para indenizar as transferências desses trabalhadores. Eles querem a garantia da permanência dos postos de trabalho dos trabalhadores próprios e terceirizados e também  de que não haverá redução salarial, retirada de direitos, de benefícios e vantagens.

Parada de manutenção

O adiamento da parada de manutenção da RLAM, negado pelo RH Corporativo da Petrobrás, é outro ponto de pauta muito importante devido ao surto de infecção pela Covid-19 na refinaria.

O Sindipetro recebeu denúncias dos trabalhadores de que o crescimento dos casos de coronavírus na refinaria vem acontecendo desde o dia 17/02 (véspera da greve da categoria), quando o Gerente Geral da RLAM autorizou a entrada, sem nenhum tipo de controle sanitário, de trabalhadores próprios e terceirizados na unidade, colocando até três turmas de operadores nas CCLs, dormindo em colchões no chão e em ambiente fechado.

A parada de manutenção está marcada para acontecer no dia 15/03. 

Desmonte

Em âmbito nacional, em que pese a pauta corporativa e as questões ligadas a cada uma das unidades, a cada uma das refinarias e dos estados e municípios, onde a Petrobrás está presente, o Coordenador Geral da FUP, Deyvid Bacelar, ressalta que “a nossa luta maior será sempre por uma Petrobrás pública e integrada e só teremos êxito se conseguirmos reverter essa política de desmonte da atual gestão da estatal. A nossa luta agora é corporativa, pois precisamos fazer o enfrentamento necessário a essa situação que hoje está posta. Entretanto, sabemos que tudo o que estamos passando é consequência da política de desmonte e privatização da estatal, que atinge também diversos estados e municípios, bem como a população brasileira, que hoje paga preços muito altos pela gasolina, pelo gás de cozinha e o diesel”. Para Bacelar “a luta contra a privatização do Sistema Petrobrás deve ser feita com toda a sociedade, com mobilização social, manifestações, ou mesmo pressionando os poderes executivo e legislativo, sem prejuízo de buscar o judiciário quando necessário”.

Publicado em Sistema Petrobrás

Categoria discutiu também pautas locais sobre efetivo e segurança no trabalho

[Da imprensa do Sindipetro Unificado SP]

As más condições de trabalho impostas pela direção da Petrobrás, a redução do efetivo com a saída de trabalhadores por aposentadoria ou programas de incentivo à demissão voluntária e a falta de diálogo da direção nas unidades da empresa resultaram na aprovação pela categoria de greve por tempo indeterminado.

A proposta de paralisação ainda sem data definida foi referendada em assembleias que ocorreram entre os dias 22 e 27 de fevereiro em todas as regionais do Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Unificado-SP).

Os encontros discutiram com as bases uma pauta que incluía itens comuns como o número mínimo e efetivo, o pagamento pendente das homologações e o fim dos descontos da Assistência Médica de Saúde (AMS), além de questões locais.

Preparados para a luta

Para o coordenador do Unificado-SP, Juliano Deptula, petroleiro da Refinaria Capuava (Recap), os anúncios de privatização feitos pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido) geraram um cenário de grande apreensão, porque apontam para um caminho de precarização e não de melhora das estruturas.

“Na nossa unidade, como em outras, há uma enorme sobrecarga de trabalho, há uma saída muito grande de pessoal sem que seja feita a recomposição”, explica.

A assinatura da minuta da Federação Única dos Petroleiros (FUP) para a tabela de turno de 12 horas aprovada na Recap, que a Petrobrás não realizou até agora, e o aumento abusivo na AMS são outros fatores que, segundo Deptula, têm resultado em grande insatisfação entre os petroleiros de Mauá.

Mobilização total

Na Refinaria Paulínia (Replan), a aprovação da pauta de maneira unânime, com a greve referendada por ampla maioria, demonstra a disposição da categoria em lutar para mudar os rumos da companhia, avalia o coordenador da regional Campinas, Gustavo Marsaioli.

“Ficou claro que a categoria avalia a necessidade de começar a mobilizar para construir a crescente de um movimento capaz de enfrentar as tentativas de precarização em Paulínia e em todo o país”, apontou.

Na Transpetro, subsidiária responsável pelo transporte e logística de combustíveis, um dos pontos de maior preocupação também é a reposição do efetivo, conforme explica o coordenador da regional da capital paulista do sindicato, Felipe Grubba.

“Queremos saber como ficará a operação com número reduzido, já que não há a contratação e a empresa está forçando quem está na ativa a se aposentar. Além disso, na manutenção houve redução da empresa terceirizada por meio do enxugamento do contrato”, aponta o dirigente da unidade onde a pauta de reivindicações aprovada incluiu o treinamento para emitentes de permissão de trabalho.

Transporte

Na Usina Termelétrica Três Lagoas (UTE), em Mato Grosso do Sul, também base do Unificado-SP, o principal item entre as pautas locais aprovadas foi a melhoria da segurança operacional por conta das precárias condições no transporte dos trabalhadores de turno e do administrativo.

“Com a mudança de contrato, o efetivo caiu de 12 para quatro motoristas que atuam durante praticamente 24 horas. Existem viagens de até 60 km de distância e o risco a todos os petroleiros é imenso”, preocupa-se o técnico de operação da UTE e diretor de base do Unificado-SP, Alberico Santos Filho.

Publicado em Sistema Petrobrás

Após série de assembleias, os petroleiros da SIX, em São Mateus do Sul, confirmaram greve por tempo indeterminado caso não haja avanço nas negociações

 [Da imprensa do Sindipetro PR/SC]

Diante do descaso com os trabalhadores da Usina do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul, os petroleiros aprovaram greve por tempo indeterminado na unidade, caso a pauta de reivindicação não seja atendida, e assembleias em caráter permanente. 

A categoria exige abertura de negociações com a administração local, pois há uma série de assuntos relacionados às condições de trabalho, segurança dos trabalhadores e garantia de direitos que precisam ser atendidos. 

Neste momento os trabalhadores da SIX estão em condições precárias e de insegurança na unidade. Não há qualquer explicação sobre o destino dos petroleiros em caso de confirmação de venda do Xisto ou informação sobre remanejamento ou transferência. 

Os petroleiros cobram respostas também na questão da redução no efetivo dos Técnicos de Segurança (TS). Hoje a gestão da SIX é irresponsável ao assumir potenciais riscos à saúde e segurança dos trabalhadores ao diminuir o número de TSs próprios, além de terceirizar a atividade aos Bombeiros Civis, que não apresentam o devido treinamento e habilitação técnica necessária. 

Outra questão é a Brigada de Emergência que se encontra com número reduzido de profissionais e treinamentos. Os trabalhadores querem que o quadro de brigadistas e de líderes de abandono seja atualizado. 

Quem está no dia a dia na SIX sabe o que significa um local de trabalho arriscado. Os equipamentos da Segurança, Meio ambiente e Saúde (SMS) estão sem manutenção e é necessária imediata manutenção de todos os equipamentos. 

No documento protocolado pelos petroleiros é exigida a manutenção da rede credenciada à Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS) na região de São Mateus do Sul em um cenário de venda da unidade, já que muitos aposentados da Petrobrás residem no município. 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina sempre esteve a disposição e procurou dialogar com a SIX em relação aos temas expostos e nunca houve negociação. A entidade espera que agora a empresa trate das reivindicações.  

A pauta dos trabalhadores foi construída após uma série de assembleias e setorizadas durante os últimos meses. Confira AQUI o Comunicado Sindical, (CS) Nº 19/2021, protocolado na Gerência Geral da SIX em 18 de fevereiro com a Pauta de Reivindicação. 

É greve por melhores condições de trabalho e por mais respeito a todos petroleiros da SIX.

Publicado em Sistema Petrobrás

Greve recomeça na Bahia, com movimentos regionais no Amazonas, Espírito Santo e São Paulo. Petroleiros de Pernambuco, Minas Gerais e da Six (PR) também aprovaram a greve. Nas demais bases, assembleias continuam

[Do Informe FUP]

Em meio ao maior desmonte da história do Sistema Petrobrás, com diversas unidades já privatizadas e fechadas e outras tantas em processo de venda, os petroleiros ainda são obrigados a enfrentar graves ataques no ambiente de trabalho. Diversos companheiros e companheiras estão esgotados, física e psicologicamente. Sem diálogo com os sindicatos, as gerências submetem a categoria a jornadas exaustivas e a multifunções, seja no trabalho presencial ou remoto, paralelamente às transferências compulsórias e ao descumprimento do Acordo Coletivo. Tudo isso à base de ameaças. O assédio moral é hoje uma ferramenta de gestão utilizada em larga escala por essa administração, que, covardemente,  se aproveita do cenário caótico em que a Petrobrás se encontra para pressionar os trabalhadores, já fragilizados pela pandemia da Covid-19 e pela falta de perspectivas em relação ao futuro.   

Em resposta a esses e a tantos outros ataques, os petroleiros aprovaram o indicativo de greve que a FUP e seus sindicatos encaminharam às assembleias. Nesta sexta-feira, 05, os sindicatos da Bahia, Espírito Santo, Amazonas e Unificado de São Paulo iniciam o movimento, cada um com suas pautas e especificidades regionais. Na Rlam, a greve será retomada, após duas rodadas de negociação com a Petrobrás, em que o Sindipetro buscou de todas as formas que o RH avançasse no atendimento da pauta dos trabalhadores da refinaria e da Pbio, que estão sendo privatizadas. Não houve acordo com a empresa, que insiste no impasse.  

A greve também foi aprovada em Minas Gerais, em Pernambuco e na Usina de Xisto do Paraná (SIX), cujos trabalhadores devem iniciar o movimento nos próximos dias. Nas demais bases dos Sindipetros PR/SC, as assembleias ainda estão em andamento. No Norte Fluminense, a consulta aos trabalhadores está sendo feita virtualmente. Em Duque de Caxias, no Rio Grande do Norte, no Ceará e no Rio Grande do Sul, as assembleias ainda não foram iniciadas.

Chamado à FNP

Em reunião na terça-feira, 02, com os sindicatos que integram a FNP, os dirigentes da FUP fizeram um chamado aos companheiros para que se somem à luta que estamos travando contra as privatizações e o desmonte do Sistema Petrobrás, cujos efeitos são catastróficos não só para a categoria petroleira, como para toda a classe trabalhadora. A população está sendo prejudicada pela desindustrialização, desemprego e empobrecimento de diversas regiões do país, além dos preços abusivos dos combustíveis.

Defesa da vida

A greve que começa nesta sexta-feira, 05, tem por foco a defesa da vida, dos empregos e dos direitos. Não podemos admitir que milhares de trabalhadores tenham suas vidas viradas de ponta cabeça, sem que a direção da Petrobrás aceite sequer negociar alternativas propostas pela categoria. Tudo isso em meio à pandemia da Covid-19, que avança sobre os petroleiros, com centenas de trabalhadores contaminados semanalmente devido à incompetência e a negligência da gestão Castello Branco. Sob o seu comando, os gerentes da empresa insistem em desrespeitar normas de segurança e protocolos estabelecidos por órgãos de saúde. É a política da negação, a mesma tática criminosa do governo Bolsonaro.

E como se não bastasse, os petroleiros ainda são submetidos diariamente ao risco de um grande acidente industrial nas unidades operacionais, que tiveram os efetivos drasticamente reduzidos por esses mesmos gestores. A direção da Petrobrás abriu um número recorde de planos de demissão, sem reposição de vagas, expondo os trabalhadores a acúmulo de função e a dobras rotineiras. E se a situação já era desesperadora, ficou ainda pior com a reestruturação das tabelas de turno, feita goela abaixo da categoria, transformando as refinarias e terminais em bombas relógio.

Soma-se a isso o ataque sistemático a benefícios históricos que os petroleiros conquistaram a duras penas, como a AMS e a Petros.

Tudo isso que estamos passando é parte de um único projeto: a desintegração do Sistema Petrobrás e o redirecionamento da empresa para atender exclusivamente aos interesses do mercado e dos acionistas privados.

Estamos, portanto, diante de um momento decisivo para o futuro da categoria petroleira. A luta se faz necessária e urgente.  Não há saída individual. Nossa força vem da unidade e do coletivo. Juntos, enfrentaremos de cabeça erguida mais esse desafio. Nosso DNA é de resistência e jamais nos acovardamos quando fomos chamados à luta.

Petroleiros e Petroleiras, luta e resistência! Esse é o nosso legado.

Direção Colegiada da FUP

Publicado em Sistema Petrobrás

O descaso das gestões locais com as condições de trabalho e segurança nas unidades do Sistema Petrobrás levou o Sindipetro Paraná e Santa Catarina a convocar assembleias para debater e deliberar sobre o indicativo de aprovação do estado de greve. 

O Sindicato protocolou neste sábado (27) dois ofícios de Comunicado Sindical junto às gerências locais da Repar e da Transpetro nos quais constam as pautas corporativas. As reivindicações dos documentos tratam de melhorias em relação aos ambientes e normativas laborais, bem como sobre o contexto da segurança industrial. (Confira todas as pautas e os editais nos links dos anexos abaixo). 

O indicativo das assembleias propõe que se as negociações sobre as pautas apresentadas não avancem, a categoria deverá se mobilizar em greves para pressionar pelo atendimento das reivindicações. Também estará em debate a aprovação de assembleias em caráter permanente. Cabe lembrar que os petroleiros da SIX já estão debatendo pontos de pauta semelhantes em assembleias. 

Serão nove sessões - 6 para a Repar e 3 para a Transpetro -, entre os dias 02 e 05 de março, todas a serem realizadas de forma remota, por meio da plataforma de videoconferência Zoom.  Para participar será necessário cadastro prévio que deve ser feito através dos e-mails Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  ou pelos telefones/whats (41) 98805-2367 / 99235 1435. O trabalhador deverá informar o nome o nome completo, número de matrícula, unidade, setor, se está no regime administrativo ou de turno e qual o grupo. 

A decisão da Direção do Sindipetro de fazer as assembleias de modo virtual é embasada no agravamento da pandemia no Paraná e Santa Catarina. Essa situação de crise sanitária já dura mais de um ano e o cenário atual é de sucessivos recordes negativos no número de mortes e infectados pelo coronavírus no país.     

Para piorar o quadro, a vacinação não avança. Menos de 3% da população foi imunizada. Por isso, evitar aglomerações é fundamental. Quem se deslocar sem necessidade, pode tirar a vaga de um leito de hospital daqueles que são obrigados, por conta do trabalho essencial, a se locomover diariamente. Diante desta situação, não há alternativa a não ser manter todos os cuidados e recomendações de segurança da OMS. 

O Sindicato conta com a compreensão de todos e espera a ampla participação da categoria nas assembleias. 

Confira os calendários das assembleias: 

REPAR

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

REPAR - Grupo C

Plataforma Zoom

02/03/2021

Terça-feira

14h30

REPAR - Grupo D

Plataforma Zoom

03/03/2021

Quarta-feira

10h00

REPAR - Grupo E                   

Plataforma Zoom

04/03/2021

Quinta-feira

10h00

REPAR - Grupo A

Plataforma Zoom

05/03/2021

Sexta-feira

10h00

REPAR - Grupo B

Plataforma Zoom

05/03/2021

Sexta-feira

14h30

REPAR – Empregados do ADM

Plataforma Zoom

05/03/2021

Sexta-feira

18h00


TRANSPETRO

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

TRANSPETRO/TBG

Empregados de Turno e/ou ADM

Plataforma Zoom

03/03/2021

Quarta-feira

 

14h30

TRANSPETRO/TBG

Empregados de Turno e/ou ADM

Plataforma Zoom

03/03/2021

Quarta-feira

16h30

TRANSPETRO/TBG

Empregados de Turno e/ou ADM

Plataforma Zoom

04/03/2021

Quinta-feira

18h30

Confira os editais e os comunicados sindicais nos links dos anexos abaixo. 

Baixar anexos: 

[Da imprensa do Sindipetro-PR/SC]

Publicado em SINDIPETRO-PR/SC

Conforme divulgado em edital (confira aqui), a assembleia para avaliação dos indicativos de estado de greve, aprovação do protocolo de prevenção e combate ao COVID-19 em parceria com a FIOCRUZ (consulte aqui) e a inscrição para o seminário de greve, iniciam hoje, a partir das 8h, e terminam amanhã, 02/03, às 20h.

Na última rodada de assembleia foi aprovada por ampla maioria o manifesto em defesa dos nossos direitos e da nossa empresa, assim como o estado de assembleia permanente.

Para avançarmos na construção de um movimento de resposta forte dos petroleiros e petroleiras contra os diversos ataques que estamos sofrendo o SindipetroNF convoca nova assembleia para a aprovação do estado de greve. 

Além desse importante passo, a diretoria do sindicato coloca para avaliação da categoria o protocolo de combate e prevenção ao COVID-19 realizado pela FIOCRUZ em parceria com o SindipetroNF.

Para planejarmos e entendermos o atual cenário nos locais de trabalho, está sendo convocado também o Seminário de Greve no dia 09/03, para juntamente com cada um e cada uma, construir uma nova forma de luta e resistência. Todos aqueles que quiserem poderão se inscrever.

Como votar

Para votar basta clicar no link abaixo e seguir as instruções:

https://app.panagora.com.br/sindipetronf/assembleiagreve/

Conforme divulgado no edital, os petroleiros e petroleiras não filiados poderão excepcionalmente votar online, devendo fazer o procedimento de voto em separado e enviando os seguintes documentos para o email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. :

– documento de identificação e CPF;

– crachá Petrobrás/Transpetro (frente e verso), contracheque, ou FRE, para comprovação de que é empregado;

– ficha de qualificação totalmente preenchida (nome completo, matrícula, CPF, e-mail, telefone, cargo, função e lotação). 

Assembleias a bordo

Nas unidades onde as trabalhadoras e trabalhadores se sentirem confortáveis e assim preferirem, desde que sejam observados todos os parâmetros de segurança da unidade, poderão realizar a assembleia de maneira presencial.

Devendo ser encaminhada a ata para os canais do Sindipetro-NF até às 12h do dia 03/03.

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Publicado em SINDIPETRO-NF

Petroleiros de Minas Gerais aprovaram greve por tempo indeterminado, buscando atendimento de pauta aprovada pela categoria

[Da imprensa do Sindipetro-MG]

A mobilização dos petroleiros e petroleiras em Minas Gerais garantiu que a empresa respondesse às demandas colocadas pela categoria com avanço em alguns dos pontos de reivindicação. Após o comunicado de greve enviado pelo sindicato, a gestão local da Regap e da Termelétrica de Ibirité responderam abrindo para a negociação das pautas que foram aprovadas nas assembleias.

Por isso a diretoria do Sindipetro/MG decidiu pela suspensão temporária do movimento grevista. É em demonstração de boa-fé negocial que o Sindipetro/MG suspendeu o movimento, em especial para tratar diretamente com as gerências os pontos que ainda não foram atendidos.

“O Sindicato seguirá em diálogo com a categoria sobre os próximos passos da negociação e, em caso de novo impasse, informaremos uma nova data para a greve. O avanço em algumas das pautas representa uma importante vitória da mobilização da categoria, mas precisamos seguir mobilizados!”, Alexandre Finamori, coordenador-geral Sindipetro/MG

A pauta da greve foi aprovada em assembleias realizadas entre os dias 21 e 25 fevereiro. Confira as reivindicações:

1-     Recomposição de efetivo;

2 – Retorno ao número mínimo anterior ao O&M;

3 – Manutenção das atividades executadas por trabalhadores próprios – Fim da terceirização das atribuições e tarefas inerentes aos cargos do quadro de trabalhadores próprios da Petrobrás;

4 – Minuta da tabela de turno;

5 – Não alteração de THM durante parada de manutenção;

6 – Realização de periódico durante a jornada de trabalho;

7- Anulação das punições aplicadas à trabalhadores em razão a participação da greve de fevereiro de 2020;

8 – Regulamentação do teletrabalho;

9 – Reembolso das horas indevidamente descontadas em janeiro 2021 em descumprimento do acordo realizado no TST decorrente da greve de fevereiro de 2020;

10 – Falta de medidas adequadas de prevenção ao novo coronavírus em razão da aglomeração excessiva de trabalhadores próprios/terceirizados agravados pelas paradas de manutenção;

11 – Interrupção e estorno das cobranças abusivas realizadas na AMS.


Leia carta na qual a empresa responde os pontos de pauta apresentados pelo sindicato:

Carta_RH_RS_NS_0071_2021_Complementação_à_carta_REGAP_01_2021

Leia o ofício comunicando a suspensão da greve:

Oficio 014.2021- Suspensão de greve


 

Publicado em Sistema Petrobrás

Tiveram início as assembleias de deliberação de greve promovidas pelo Sindicato dos Petroleiros de Pernambuco e Paraíba. Até o momento, já foram realizadas quatro dos 14 encontros previstos para todas as bases do Sindipetro PEPB, onde os trabalhadores e trabalhadoras votam a implementação de uma greve – contra a retirada de direitos, a política de Paridade de Preços Internacionais (PPI), o sucateamento das unidades e entrega das refinarias e demais ativos da companhia – e a instauração de um estado de assembleia permanente enquanto durar o movimento paredista. Ambos os pontos de pauta vêm sendo aprovados pela categoria. As votações seguem até o dia 4 de março.

O processo de avaliação do indicativo de greve começou na noite de quinta-feira (25), no Terminal Aquaviário de Suape (TA Suape), seguido respectivamente por assembleias na Refinaria Abreu e Lima (RNEST), na Base João Pessoa e no Terminal de Cabedelo (ambos no estado da Paraíba) – todas realizadas na manhã desta sexta-feira (26). Uma outra assembleia está prevista para acontecer ainda no início da noite de hoje, novamente no TA Suape.

Durante as assembleias já realizadas, houveram longos debates sobre a implantação de uma nova greve, que se anuncia apenas um ano após a última paralisação promovida pelos petroleiros que, em fevereiro de 2020, resistiram bravamente contra o fechamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (FAFEN-PR) e a demissão dos mais de 1.000 (mil) trabalhadores e trabalhadoras (próprios e terceirizados) que operavam na unidade. Ainda durante os 20 dias de greve, a categoria desafiou o silêncio da imprensa tradicional, expondo os sucessivos descumprimentos do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), bem como os sistemáticos desinvestimentos na estatal e promovidos pelas gestões de Pedro Parente (2016-2018) e Roberto Castello Branco (2019-2021).

Agora, fortalecidos pela iminente queda de Castello Branco em resposta aos abusivos aumentos nos preços da gasolina e do diesel (provocados pelo PPI), o movimento sindical petroleiro visa intensificar a agenda de lutas contra a dolarização dos combustíveis produzidos no país, a retirada de direitos da categoria, o sucateamento das unidades da Petrobrás e a entrega do patrimônio nacional ao mercado financeiro internacional; além da necessidade de uma política pública que situe o Sistema Petrobrás como agente do desenvolvimento social e nacional.

Nos estados de Pernambuco e Paraíba, outras pautas de caráter local também figuram entre as exigências da categoria, que reivindica:

  • Recomposição de efetivos e retorno de “números mínimos” antes do O&M;
  • Imediato aumento no número de operadores, nos setores onde houve “partida” de novas unidades;
  • Fim das prorrogações excessivas de jornadas no turno de 12hs;
  • Participação do sindicato nas tratativas sobre transferências e realocações;
  • Fim da terceirização das atividades inerentes aos trabalhadores próprios do Sistema Petrobrás (Laboratório, SMS, Operação, entre outros);
  • Negociação junto ao sindicato de medidas de prevenção ao Covid-19, principalmente durante as paradas de manutenção;
  • Implementação de tabela de turno e da proposta de minuta da FUP, aprovada em assembleia;
  • Não implementação da Tabela “3×2” no turno da Refinaria;
  • Regulamentação do Teletrabalho;
  • Reembolso das horas descontadas indevidamente em 2021, descumprindo assim o acordo firmado no TST;
  • Pagamento imediato do saldo de banco de horas;
  • Interrupção e devolução das cobranças abusivas pela AMS;
  • Extinção do “Saldo AF” (indevidamente cobrado e descontado da categoria);
  • Melhoria nos transportes de turno dos trabalhadores;
  • Providências contra as constantes invasões e roubos dentro da refinaria (que colocam a vida de todos em risco iminente);
  • Reembolso dos adicionais e diferenças salariais, referente à redução salarial, ilegalmente praticada pela gestão durante a pandemia.

Confira a agenda das próximas assembleias:

26 de fevereiro

Terminal Aquaviário de Suape
Grupo: E
Horário: 19h

27 de fevereiro

Terminal Aquaviário de Suape
Grupo: D
Horário: 7h

Refinaria Abreu e Lima
Grupo: E
Horário: 19h

28 de fevereiro

Refinaria Abreu e Lima
Grupo: C
Horário: 7h

1 de março

Refinaria Abreu e Lima
Grupo: D
Horário: 19h

2 de março

Terminal Aquaviário de Suape
Grupos: B e Adm
Horário: 7h

Grupo: C
Horário: 19h

3 de março

Refinaria Abreu e Lima
Grupo: B
Horário: 7h

Sede do Sindicato
Grupo: Todos
Horário: 18h

4 de março

Gasoduto BR 232
Grupo:
 Adm
Horário: 7h

Publicado em SINDIPETRO-PE/PB

O Sindipetro/MG convoca a categoria petroleira a participar das assembleias para deliberar sobre a deflagração de greve por tempo indeterminado a partir do próximo dia 28, em defesa dos direitos dos petroleiros e da segurança nas unidades da Petrobrás em Minas Gerais. As assembleias serão realizadas entre os dias 21 e 25 de fevereiro, com os trabalhadores da Refinaria Gabriel Passos (Regap) e Usina Termelétrica de Ibirité (UTE-IBT).

O indicativo de greve está relacionado a uma pauta de reivindicações pleiteadas pela categoria, resultado de meses de desrespeito e ataques aos direitos e à vida da categoria petroleira.  

As pautas elencadas envolvem uma série de impasses sobre demandas não respondidas pela gestão da Petrobrás, que insiste em implementar um verdadeiro pacote de maldades à categoria. 

Confira abaixo a pauta de reivindicações: 

1-     Recomposição de efetivo

2 – Retorno ao número mínimo anterior ao O&M

3 – Manutenção das atividades executadas por trabalhadores próprios – Fim da terceirização das atribuições e tarefas inerentes aos cargos do quadro de trabalhadores próprios da Petrobrás

4 – Minuta da tabela de turno

5 – Não alteração de THM durante parada de manutenção

6 – Realização de periódico durante a jornada de trabalho

7- Anulação das punições aplicadas à trabalhadores em razão a participação da greve de fevereiro de 2020

8 – Regulamentação do teletrabalho

9 – Reembolso das horas indevidamente descontadas em janeiro 2021 em descumprimento do acordo realizado no TST decorrente da greve de fevereiro de 2020

10 – Falta de medidas adequadas de prevenção ao novo coronavírus em razão da aglomeração excessiva de trabalhadores próprios/terceirizados agravados pelas paradas de manutenção.

11 – Interrupção e estorno das cobranças abusivas realizada na AMS.

Agora é greve!

Em Minas, as assembleias para que os petroleiros e petroleiras se posicionem sobre o indicativo de greve serão realizadas entre os dias 21 e 25 de fevereiro, conforme tabela abaixo. Os encontros serão presenciais e seguirão protocolos de segurança contra o contágio da Covid-19. 

Participe das assembleias! O momento exige a participação de todos nas assembleias e na construção de mais uma forte mobilização da nossa categoria.

Leia aqui o edital retificado e completo: Edital de Convocacão de assembleia (retificado)

[Da imprensa do Sindipetro-MG]

Publicado em SINDIPETRO-MG

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina convoca todos os trabalhadores da Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul, para participarem de três sessões de assembleia, entre os dias 25 de fevereiro e 02 de março. 

Estará em pauta o debate e deliberação sobre o indicativo do Sindicato de aprovação de greve por tempo indeterminado caso não haja negociação da pauta corporativa, conforme o Comunicado Sindical (CS) Nº 19/2021 (vide arquivo anexo), protocolado junto à Gerência Geral da SIX no último dia 18. Também estará em discussão a aprovação de assembleias em caráter permanente. 

O documento cobra respostas convincentes por parte da gestão local para uma série de assuntos relacionados às condições de trabalho e garantia de direitos caso se confirme a privatização da unidade, bem como à segurança dos trabalhadores, instalações e comunidades do entorno da SIX. 

O CS também trata da manutenção da rede credenciada à AMS na região de São Mateus do Sul em um cenário de venda da unidade, já que muitos aposentados da Petrobrás residem no município. 

As sessões de assembleia para os trabalhadores do horário administrativo e grupos de turno serão realizadas de forma presencial, na Sede Regional do Sindipetro PR e SC. Já a reunião com os empregados em home office ocorrerá por meio de videoconferência.

Confira o calendário das assembleias:   

 

REGIME DE TRABALHO / GRUPO DE TURNO

LOCAL / PLATAFORMA DIGITAL

DATA

HORÁRIO

RESPONSÁVEIS

Grupos: 1, 2 e 3

SINDIPETRO PR/SC / Sede São Mateus do Sul*

25/02/2021

17h30

Rafael / Mário

Grupos: 4, 5 e ADM

SINDIPETRO PR/SC / Sede São Mateus do Sul*

01/03/2021

17h30

Rafael / Mário

Trabalhadores em Home Office

Plataforma Zoom

02/03/2021

17h30

Rafael / Mário

[Da imprensa do Sindipetro-PR/SC]

 

Publicado em SINDIPETRO-PR/SC
Página 7 de 8

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.