Em mais uma rodada de negociação com o RH Corporativo da Petrobrás na segunda-feira, o Sindipetro Bahia buscou o atendimento da pauta de reivindicações dos trabalhadores da Rlam e da PBIO, mas não houve avanços

[Da imprensa do Sindipetro BA]

Na tarde da segunda-feira (1) aconteceu a segunda rodada de negociação da diretoria do Sindipetro Bahia com o RH Corporativo da Petrobrás para discutir a pauta de reivindicações dos trabalhadores da Refinaria Landulpho, a situação dos trabalhadores da PBIO e outros assuntos. Realizada através de vídeoconferência, apesar dos importantes pontos corporativos em pauta, a negociação foi marcada por sucessivas negativas por parte da Petrobrás. Não houve nenhum avanço, pois a estatal vem se recusando a atender até os mais simples dos pleitos.

PBIO

A venda da Petrobras Biocombustíveis (PBIO), já anunciada pela estatal, foi um dos pontos de discussão na mesa de negociação. A preocupação do Sindipetro é com o futuro dos trabalhadores, caso a PBIO seja realmente vendida. A entidade sindical lembrou que os empregados são concursados e reivindicou que fossem incorporados à Petrobrás, como ocorreu em outras subsidiárias que a estatal comprou no passado a exemplo da Petromisa.

O Sindipetro também pediu que os termos do contrato de negociação dessa eventual venda fossem tratados com mais transparência. A entidade quer saber, por exemplo, se nesses termos constam a estabilidade no emprego dos trabalhadores da PBIO, pois até o momento a Petrobrás não deu nenhuma garantia de continuidade dos contratos de trabalho ou estabilidade provisória que impedissem demissões em massa desses trabalhadores, logo após a venda.

A Companhia respondeu que o contrato é sigiloso, mas adiantou que a PBIO será vendida com “porteira fechada”. Isso quer dizer que os contratos dos empregados serão cedidos à empresa compradora, que ficará também com as demandas judiciais, cujos passivos já foram abatidos do preço final de venda.

Questionado a respeito dos direitos desses trabalhadores, o RH Corporativo disse que a empresa compradora seguirá o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria petroleira. “O ACT tem validade de dois anos entre as partes que assinaram, ou seja, a Petrobrás, a FUP e o Sindipetro Bahia. Quem garante que ela vai manter esse acordo que não assinou”?. Indagaram os diretores.

Apesar da intransigência da empresa, não deixando espaço para negociação, o Sindipetro deixou claro que vai continuar insistindo na incorporação dos funcionários da PBIO à Petrobrás.

Outros pontos tratados

Parada de manutenção – Apesar do surto de Covid-19 na RLAM, o RH Corporativo insiste em manter a parada de manutenção da refinaria.

Assédio moral no ambiente de trabalho – A Petrobrás se recusa a discutir esse ponto, pois nega que ocorra assédio moral em suas unidades.

Tabela de turno e locais de controle de ponto -. A Companhia alega que essa matéria já está superada e que fica mantida aquela proposta de ACT específico, cláusula expressa de quitação do passivo trabalhista da tabela anterior, cuja proposta já foi negada pela assembleia da categoria.

O Sindicato lamentou que no lugar de negociações com avanços para os trabalhadores encontrou apenas intransigência por parte da Petrobrás. Ressaltou ainda a frustração da boa fé da entidade sindical que suspendeu o início da greve do dia 18/02, para negociar.

Diante das reiteradas negativas da Petrobrás até então, o Sindipetro enviou notificação à estatal, informando que, em caso de manutenção do impasse negocial, a categoria petroleira retomará o movimento paredista que havia suspenso temporariamente, iniciando a greve a partir da zero hora e 1 minuto da próxima sexta-feira, (05/03).

Clique aqui para ler a notificação enviada à Petrobrás

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Tiveram início as assembleias de deliberação de greve promovidas pelo Sindicato dos Petroleiros de Pernambuco e Paraíba. Até o momento, já foram realizadas quatro dos 14 encontros previstos para todas as bases do Sindipetro PEPB, onde os trabalhadores e trabalhadoras votam a implementação de uma greve – contra a retirada de direitos, a política de Paridade de Preços Internacionais (PPI), o sucateamento das unidades e entrega das refinarias e demais ativos da companhia – e a instauração de um estado de assembleia permanente enquanto durar o movimento paredista. Ambos os pontos de pauta vêm sendo aprovados pela categoria. As votações seguem até o dia 4 de março.

O processo de avaliação do indicativo de greve começou na noite de quinta-feira (25), no Terminal Aquaviário de Suape (TA Suape), seguido respectivamente por assembleias na Refinaria Abreu e Lima (RNEST), na Base João Pessoa e no Terminal de Cabedelo (ambos no estado da Paraíba) – todas realizadas na manhã desta sexta-feira (26). Uma outra assembleia está prevista para acontecer ainda no início da noite de hoje, novamente no TA Suape.

Durante as assembleias já realizadas, houveram longos debates sobre a implantação de uma nova greve, que se anuncia apenas um ano após a última paralisação promovida pelos petroleiros que, em fevereiro de 2020, resistiram bravamente contra o fechamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (FAFEN-PR) e a demissão dos mais de 1.000 (mil) trabalhadores e trabalhadoras (próprios e terceirizados) que operavam na unidade. Ainda durante os 20 dias de greve, a categoria desafiou o silêncio da imprensa tradicional, expondo os sucessivos descumprimentos do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), bem como os sistemáticos desinvestimentos na estatal e promovidos pelas gestões de Pedro Parente (2016-2018) e Roberto Castello Branco (2019-2021).

Agora, fortalecidos pela iminente queda de Castello Branco em resposta aos abusivos aumentos nos preços da gasolina e do diesel (provocados pelo PPI), o movimento sindical petroleiro visa intensificar a agenda de lutas contra a dolarização dos combustíveis produzidos no país, a retirada de direitos da categoria, o sucateamento das unidades da Petrobrás e a entrega do patrimônio nacional ao mercado financeiro internacional; além da necessidade de uma política pública que situe o Sistema Petrobrás como agente do desenvolvimento social e nacional.

Nos estados de Pernambuco e Paraíba, outras pautas de caráter local também figuram entre as exigências da categoria, que reivindica:

  • Recomposição de efetivos e retorno de “números mínimos” antes do O&M;
  • Imediato aumento no número de operadores, nos setores onde houve “partida” de novas unidades;
  • Fim das prorrogações excessivas de jornadas no turno de 12hs;
  • Participação do sindicato nas tratativas sobre transferências e realocações;
  • Fim da terceirização das atividades inerentes aos trabalhadores próprios do Sistema Petrobrás (Laboratório, SMS, Operação, entre outros);
  • Negociação junto ao sindicato de medidas de prevenção ao Covid-19, principalmente durante as paradas de manutenção;
  • Implementação de tabela de turno e da proposta de minuta da FUP, aprovada em assembleia;
  • Não implementação da Tabela “3×2” no turno da Refinaria;
  • Regulamentação do Teletrabalho;
  • Reembolso das horas descontadas indevidamente em 2021, descumprindo assim o acordo firmado no TST;
  • Pagamento imediato do saldo de banco de horas;
  • Interrupção e devolução das cobranças abusivas pela AMS;
  • Extinção do “Saldo AF” (indevidamente cobrado e descontado da categoria);
  • Melhoria nos transportes de turno dos trabalhadores;
  • Providências contra as constantes invasões e roubos dentro da refinaria (que colocam a vida de todos em risco iminente);
  • Reembolso dos adicionais e diferenças salariais, referente à redução salarial, ilegalmente praticada pela gestão durante a pandemia.

Confira a agenda das próximas assembleias:

26 de fevereiro

Terminal Aquaviário de Suape
Grupo: E
Horário: 19h

27 de fevereiro

Terminal Aquaviário de Suape
Grupo: D
Horário: 7h

Refinaria Abreu e Lima
Grupo: E
Horário: 19h

28 de fevereiro

Refinaria Abreu e Lima
Grupo: C
Horário: 7h

1 de março

Refinaria Abreu e Lima
Grupo: D
Horário: 19h

2 de março

Terminal Aquaviário de Suape
Grupos: B e Adm
Horário: 7h

Grupo: C
Horário: 19h

3 de março

Refinaria Abreu e Lima
Grupo: B
Horário: 7h

Sede do Sindicato
Grupo: Todos
Horário: 18h

4 de março

Gasoduto BR 232
Grupo:
 Adm
Horário: 7h

Publicado em SINDIPETRO-PE/PB

Indicativo de greve está sendo aprovado nas assembleias convocadas pela FUP e seus sindicatos. Consulta à categoria prossegue até 03/03

[Do Informe FUP]

As assembleias iniciadas na semana passada nas bases da FUP estão aprovando o indicativo de greve em defesa dos direitos e empregos ameaçados pelo desmonte do Sistema Petrobrás.

Na Bahia, no Espírito Santo e em Minas Gerais, o indicativo já foi aprovado pela categoria. Os sindicatos enviarão ainda esta semana o comunicado de greve para a empresa.

Nas bases do Sindipetro Unificado de São Paulo e do Sindipetro Amazonas, os trabalhadores também estão aprovando o movimento. As assembleias serão concluídas no domingo, 27.

No Sindipetro PR/SC, a consulta aos trabalhadores começou nesta quinta e prossegue até o dia 02 de março.

Nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco, as assembleias ocorrem nos próximos dias.

No Norte Fluminense, no Rio Grande do Sul e em Duque de Caxias, a consulta à categoria será realizada virtualmente.

A orientação da FUP é de que os sindicatos concluam as assembleias até o dia 03 de março. A greve é uma reação da categoria petroleira aos diversos ataques de direitos e demissões que estão correndo no Sistema Petrobrás, de norte a sul do país, em meio à aceleração do desmonte da empresa, com vendas de ativos e fechamento de unidades.  

Além da insegurança imposta pela pandemia da Covid-19, com centenas de trabalhadores contaminados diante da irresponsabilidade dos gestores, que insistem em desrespeitar normas de segurança e protocolos estabelecidos por órgãos de saúde, os petroleiros também estão expostos ao risco cada vez maior de um grande acidente industrial, em função da redução drástica de efetivos. Os planos de demissão, sem reposição de vagas, vêm gerando acúmulo de função e dobras rotineiras. O problema foi agravado pela reestruturação das tabelas de turno, transformando as refinarias, terminais e plataformas em bombas relógio.

Soma-se a isso o ataque sistemático aos benefícios históricos da categoria, como a AMS e a Petros, as transferências compulsórias dos trabalhadores de unidades vendidas e fechadas, o assédio moral, o desrespeito à jornada dos petroleiros em trabalho remoto. Tudo isso é parte de um único projeto: o desmonte do Sistema Petrobrás e o redirecionamento da empresa para atender exclusivamente aos interesses do mercado e dos acionistas privados.

A hora, portanto, é de intensificar a mobilização. É fundamental que a categoria petroleira participe ativamente das assembleias e reaja enquanto é tempo. Vamos juntos defender nossos direitos e os empregos que estão sob ataque. É no coletivo que está a força da categoria petroleira. E é coletivamente que precisamos fazer esse enfrentamento.

Direção Colegiada da FUP

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Sindicalistas alertaram a empresa para a possibilidade de uma grande convulsão social diante da crise do preço dos combustíveis, consequência da política de preços da Petrobrás, que será agravada pela venda das refinarias

[Com informações da imprensa do Sindipetro BA]

Em reunião de negociação com a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e o Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro-BA), representantes do RH corporativo da Petrobrás afirmaram que terão dificuldades de dar respostas à pauta de reivindicações da categoria diante da iminente mudança no alto comando da Petrobrás, que, consequentemente, acarretará trocas na estrutura da diretoria e gerências executivas da petroleira.

A reunião foi realizada no fim da tarde dessa segunda-feira (22/2) por videoconferência. No encontro virtual, as diretorias do Sindipetro-BA e da FUP disseram compreender a situação, mas ressaltaram a necessidade de realizar outras reuniões de negociação o mais rápido possível, a fim de construir uma agenda e ter respostas às reivindicações (veja pauta abaixo).

Na mesa de negociação, os dirigentes sindicais acrescentaram mais um item à pauta de reivindicações: a incorporação dos trabalhadores concursados da Petrobrás Biocombustíveis (PBIO) à Petrobrás, caso a Usina de Biocombustíveis de Candeias (BA) seja realmente vendida.

Diante da explosão dos casos de Covid-19, os dirigentes da FUP e do Sindipetro-BA também cobraram da Petrobrás que negocie uma solução para a parada de manutenção que está prestes a ocorrer na Refinaria Landulpho Alves (RLAM). Para isso, será enviado um ofício ao RH Corporativo cobrando providências e uma reunião específica com a gerência de Saúde, Meio Ambiente e Segurança (SMS).

Os diretores reforçaram que a FUP e seus sindicatos respeitam a mesa de negociação e só recorrerão à greve caso não haja avanços nas negociações. Na última quinta (18/2), os petroleiros baianos iniciaram um movimento paredista que recebeu a adesão de cerca de 1.000 trabalhadores, mas suspenderam a mobilização no fim da tarde, após proposta de negociação feita pela Petrobrás.

Mesmo focados nas demandas trabalhistas, os dirigentes da FUP e do Sindipetro-BA ressaltaram os impactos da venda da RLAM e seus terminais para o Fundo Mubadala, dos Emirados Árabes, por US$ 1,65 bilhão. O negócio, reforçaram eles, vem causando grande insegurança para os 2.500 trabalhadores da unidade.

O valor de venda da RLAM (cerca de R$ 8,9 bilhões, na conversão para o real) motivou ação popular na 11ª Vara Federal de Salvador contra o negócio. A ação foi proposta pelo senador e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, e o coordenador geral do Sindipetro-BA, Jairo Batista. Simultaneamente, o Sindipetro-BA protocolou denúncia no Tribunal de Contas da União (TCU) por conta da privatização da RLAM por preço vil. E os sindicatos filiados à FUP ainda protocolaram, na Embaixada dos Emirados Árabes Unidos, carta ao Fundo Mubadala, que comprou a RLAM.

Tanto a ação judicial quanto a denúncia no TCU e a carta ao Mubadala se baseiam em estudo de valuation do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), que mostra que o valor de mercado da RLAM estaria entre R$ 17 bilhões e R$ 21 bilhões. Já o BTG Pactual estipula uma venda 35% (R$ 5 bilhões) abaixo do mercado, o que daria à refinaria um valor de cerca de R$ 13,9 bilhões.

A próxima reunião entre FUP, Sindipetro-BA e Petrobrás está marcada para quinta-feira (25/2), às 16h, após a reunião do Conselho de Administração da empresa que trata, entre outros pontos, da mudança na presidência da petroleira e, consequentemente, em suas diretorias. 

PAUTA REIVINDICATÓRIA DOS PETROLEIROS DA BAHIA

Entre os pontos da pauta reivindicatória apresentada pelo Sindipetro-Bahia à Petrobrás estão as seguintes questões:

(i)       Com a venda da RLAM, como ficam o cronograma de transição da operação da unidade pela Petrobrás, os prazos de transferências de trabalhadores, seus critérios e prioridades;

(ii)      Quais regras a companhia vai utilizar para indenizar as transferências e sua caracterização, em todos os casos, como de interesse da empresa;

(iii)      Pelo fim das dobras de turno (os trabalhadores de turno já trabalham em turno de 12 horas diárias) e o fim das prorrogações de jornada, que só aumentam com a redução de trabalhadores por transferências e Programas de Demissão Voluntária (PDV);

(iv)     Tratar do efetivo mínimo nos diversos setores da empresa, em especial da RLAM, pois a empresa já trabalha com efetivo menor que o apresentado à Justiça em ação judicial em trâmite, o que tem exigido constante extrapolação da jornada;

(v)      Firmar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico da jornada de 12 horas diárias, já praticada desde 2020 e aprovada pela categoria em assembleia, mas sem ACT assinado. Além disso, a categoria reivindica o fim da exigência de quitação do passivo trabalhista anterior a fevereiro/2020 para firmar esse documento;

(vi)     Tratar de política efetiva de combate ao assédio moral nas unidades da Petrobrás;

(vii)     Apresentação, pela Petrobrás, do passivo ambiental, dos acidentes de trabalho, enfim, tudo que envolva agentes de riscos aos trabalhadores, seus compromissos de pagamentos e de seus sucessores;

(viii)    Tratar a situação das empresas contratadas, em especial dos contratos de trabalhos e direitos dos empregados terceirizados.

(ix)     Uncorporação dos trabalhadores concursados da Petrobrás Biocombustíveis (PBIO) à Petrobrás, caso a Usina de Biocombustíveis de Candeias seja realmente vendida

O Sindipetro-Bahia e a FUP reforçam no documento enviado à Petrobrás que a deflagração da greve na última semana se deu pela manutenção dos empregos, próprios ou terceirizados; pela realização de tratativas verdadeiras com trabalhadores para discutir as contratações; pelo futuro dos atuais contratos de trabalho; pelo fim dos assédios aos trabalhadores; e pela garantia de salubridade no ambiente de trabalho.  

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Uma setorial com os trabalhadores da turma A da Refinaria Landulpho Alves, na manhã dessa segunda-feira (22), deu início a uma série de setoriais que acontecem até a próxima sexta-feira (26) para debater sobre o atual momento pelo qual passam os funcionários da estatal, que após a suspensão do movimento paredista devido à reabertura das negociações com a Petrobrás, estão em estado de greve acompanhando as negociações do RH corporativo da Companhia com o Sindipetro Bahia.

Na setorial dessa segunda houve atraso de uma hora na entrada do expediente na unidade. A diretoria do Sindipetro informou sobre o que foi discutido na reunião de negociação que aconteceu hoje, através de aplicativo de videoconferência e também falou a suspensão da greve e a solidariedade dos petroleiros de outros estados que vieram para Salvador defender a pauta dos petroleiros da Bahia, se posicionando contra a venda da Rlam, em um grande ato que aconteceu no dia 18/02 em frente a refinaria, no município de São Francisco do Conde.

Nas setoriais, também está sendo discutida a recente mudança na alta administração da Petrobrás.

[Da imprensa do Sindipetro Bahia]

 

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Atos em defesa do Sistema Petrobrás, contra a política de preços dos combustíveis e por empregos foram impulsionados após os trabalhadores baianos iniciarem greve. Categoria cruzou os braços após anúncio de venda da RLAM 

[Da imprensa do Sindipetro-PR/SC]

Na manhã desta quinta-feira (18), o Sindipetro PR e SC promoveu protestos em frente à Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR), e na Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul (PR). As manifestações são em solidariedade aos petroleiros baianos que entraram em greve nessa madrugada após confirmação, no último dia 8, da venda da Refinaria Landulpho Alves-Mataripe (RLAM), em São Francisco do Conde (BA). 

De acordo com cálculos do Ineep (Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a RLAM está avaliada entre US$ 3 e US$ 4 bilhões. Porém, a política entreguista de Castello Branco e do governo federal nega o real valor da refinaria e promove um verdadeiro assalto ao patrimônio nacional. Através de uma negociata, a unidade foi arrematada pela metade do seu preço de mercado ao grupo Mubadala Capital, dos Emirados Árabes. 

Os protestos também chamam atenção para os impactos das privatizações nas economias locais e as alternativas para a atual política de preços – Preço de Paridade de Importação (PPI), principal responsável pelo constante aumento nos preços dos combustíveis e do gás de cozinha. 

Durante os atos nacionais, as principais centrais de trabalhadores, como a CUT e a CTB, além de deputados, senadores e do governador baiano, demonstraram compromisso e apoio aos petroleiros da RLAM. No Paraná, a Frente Brasil Popular participou do ato na Repar. 

Confira o vídeo da manhã de protestos dos petroleiros:   

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Forte adesão à greve e mobilização nacional da categoria fazem gestão da Petrobrás abrir canal de negociação com o Sindipetro-BA

[Da imprensa do Sindipetro-BA]

Durante o grande ato realizado nessa quinta-feira (18), em frente à Refinaria Landulpho Alves, que reuniu trabalhadores e dirigentes sindicais de todo o Brasil e dos atos realizados por todos os Sindipetros do país, a direção da Petrobrás enviou notificação ao Sindipetro Bahia informando o desejo de reabrir uma mesa de negociação com a entidade sindical.

Diante dessa possibilidade, o sindicato decidiu pela suspensão do movimento grevista, de forma temporária, informando a decisão à categoria, pois como explicou o coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista, “para realizar uma greve legal é preciso haver um impasse negocial e diante do comunicado da Petrobrás externando sua vontade de exaurir a negociação, o sindicato, aconselhado, inclusive por sua assessoria jurídica, decidiu pela suspensão da greve e retorno à mesa de negociação”.

Caso não haja avanços satisfatórios nas negociações, o Sindipetro vai definir posteriormente uma nova data de início da greve, que já foi aprovada pela categoria.

O Sindipetro informa que o estado de greve está mantido e que a decisão de suspender o movimento paredista é uma tentativa de avançar na pauta de reivindicações da categoria, especialmente no que diz respeito aos trabalhadores próprios e terceirizados da Rlam e seus terminais, que vivem um clima de insegurança e apreensão devido ao anúncio da venda da refinaria ao fundo árabe Mubadala. A entidade sindical, que é rigorosamente contra a venda da Rlam, quer garantir a manutenção dos direitos, empregos, benefícios e salários desses trabalhadores e discutir as contratações e o futuro dos atuais contratos de trabalho, do fim dos assédios aos trabalhadores e da garantia de um ambiente laboral saudável, caso não consiga evitar a conclusão do processo de venda da Rlam, apesar dos esforços que vêm sendo feitos nesse sentido.

Ato mostrou solidariedade da classe trabalhadora

O ato em defesa da Rlam, que aconteceu na manhã dessa quinta, contou com a presença de trabalhadores petroleiros e de diversas outras categorias de todo o Brasil, além de dirigentes nacionais de importantes entidades como a CUT, representada pelo seu presidente Sérgio Nobre e a CTB, pelo seu presidente, Adilson Araújo.

Participaram também o presidente da IndustriALL – Brasil Aroaldo Oliveira da Silva, a presidente da CUT-Bahia, Maria Madalena Oliveira (Leninha) e representantes de outras centrais sindicais como a CSPConlutas. Toda a diretoria da FUP também estava presente, assim como representantes da FNP, de outros Sindipetros do Brasil e de sindicatos e movimentos sociais da Bahia.

A partir de agora, de acordo com o Sindipetro Bahia, a ideia é atuar em duas frentes: dar continuidade à negociação e, se não houver avanço, retomar a greve, mas que, dessa vez, pode ser nacional, pois os problemas vividos pelos trabalhadores da Bahia são similares aos dos trabalhadores das unidades da Petrobrás de outros estados.

Além da pauta corporativa, em defesa da manutenção dos empregos, dos direitos dos trabalhadores próprios e terceirizados, do meio ambiente do trabalho, contra o assédio moral, a FUP e os Sindipetros também darão continuidade à campanha em defesa do Sistema Petrobrás e contra a venda das refinarias e terminais da estatal, denunciando os prejuízos que a entrega das refinarias causará ao povo brasileiro como a criação de monopólios privados, além da possibilidade de desabastecimento de derivados de petróleo, principalmente do gás de cozinha em algumas regiões do país, e o aumento ainda maior dos preços da gasolina, diesel e gás de cozinha.


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Petroleiros de todo o Brasil se mobilizam contra privatizações e em apoio à greve na Bahia


 

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Uma delegação composta de diretores do Sindipetro-NF foi à Bahia apoiar e participar da greve dos petroleiros que começou hoje, 18, às 5h30, na Refinaria Landulpho Alves (Rlam), localizada no município de São Francisco do Conde, no Recôncavo baiano. Apesar da tentativa da Petrobrás em fazer a greve não acontecer, através de pressão, atitudes antissindicais e o uso da polícia, não houve troca de turno e cerca de mil trabalhadores entre próprios e terceirizados participam do movimento.

A greve é contra a venda da Rlam, que deve ser adquirida pelo fundo árabe Mubadala por U$ 1,65 bilhão, por direitos, empregos, soberania e contra a insegurança, a pressão e o assédio moral. Os petroleiros também reivindicam o cumprimento de cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho.

O Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, participou do ato e falou em nome do Norte Fluminense. “A greve é da Bahia, mas temos vendas em todos os estados. A Petrobrás está sacrificando trabalhadores em todo país, por isso a tendência dessa greve é ampliar por todas as bases. Nós vamos lutar como sempre fizemos, sem baixar a cabeça para governo fascista” – disse Tezeu.

Segundo a imprensa do Sindipetro Bahia, a Petrobrás manteve na refinaria operadores que já tinham terminado o seu turno de trabalho, o que de acordo com a assessoria jurídica deste sindicato configura-se cárcere privado.

O coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, explica que “além de garantir os empregos e os direitos dos trabalhadores próprios e terceirizados da Petrobrás que vão ser afetados com a venda da Rlam, nosso objetivo com a greve e com os atos que promovemos hoje em todo o país é denunciar os impactos negativos para a população das privatizações das refinarias, terminais e sistema logístico que a atual gestão da Petrobrás está promovendo. A venda da RLAM e de outras refinarias pode criar monopólios regionais privados, e isso vai aumentar ainda mais os preços dos combustíveis”.

Dirigentes sindicais de todo Brasil foram à Bahia participar do ato em defesa da Petrobrás pública, além de representantes de movimentos sociais e de diversas categorias, parlamentares.

Para o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, “é urgente que o movimento sindical se reúna para construir uma grande luta nacional em defesa do emprego e da vida. É uma vergonha que o país até agora só vacinou 5,5 milhões de brasileiros. O momento é grave e o caminho é esse, o caminho da luta que os petroleiros da Bahia estão apontando para a classe trabalhadora brasileira”.

A delegação do NF também pelos diretores Alessandro Trindade, Bárbara Bezerra, Eider Siqueira, Gustavo Morete, Matheus Nogueira e Tadeu Porto.

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Publicado em SINDIPETRO-NF

A categoria petroleira de Minas Gerais se reuniu nesta quinta-feira, dia 18, na portaria da Refinaria Gabriel Passos (REGAP), em Betim, para alertar a população e articular a luta contra a venda das refinarias e o aumento abusivo dos preços dos combustíveis.  

O ato faz parte de uma mobilização nacional nas principais unidades operacionais do Sistema Petrobrás, em dia nacional de luta convocado pela Federação Única dos Petroleiros (FUP).

O movimento nacional foi impulsionado pelo avanço nas negociações em torno da venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia. Em protesto contra as consequências da privatização para os trabalhadores e para a sociedade, petroleiros da Bahia iniciam nesta  quinta-feira, 18, greve por tempo indeterminado.

De acordo com o coordenador do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais (Sindipetro/MG), Alexandre Finamori, a venda da RLAM  vai  aumentar ainda mais os preços da gasolina, diesel e gás de cozinha, além do risco de desabastecimento. 

“É a primeira refinaria da Petrobrás, uma das maiores e que deu mais lucro durante a pandemia por causa do óleo para navio. Se vender com facilidade uma refinaria que tem histórico de luta como a da Bahia, o que vai acontecer quando [a privatização] chegar às outras?”, questiona o petroleiro.

O ato contou com a participação de outros sindicatos e movimentos sociais, como Sind-UTE/MG, Sintect-MG, Sindieletro-MG, CUT, MST, MAB, MTD, MLC e CSP-Conlutas, além da vereadora de Contagem, Moara Saboia (PT).

Preços abusivos

O atual governo adota como política de preços o Preço de Paridade de Importação (PPI). Essa política determina que o valor dos derivados do petróleo varie conforme o mercado internacional e a cotação do dólar. Assim, os combustíveis sofrem reajustes mais frequentes e abusivos.

Além do PPI, a atual gestão da Petrobrás reduziu a produção nas refinarias próprias da empresa e anunciou a venda de oito unidades. Tudo isso faz parte da política de sucateamento da Petrobrás com o objetivo de vender seus ativos.

Venda a preço de banana

A RLAM está sendo vendida ao Fundo Mubadala por US$ 1,65 bilhão. De acordo com o Ineep, a  refinaria valeria entre US$ 3 bilhões e US$ 4 bilhões. Ou seja, a RLAM está sendo vendida pela metade de seu real valor.

Junto com a RLAM estão sendo entregues 669 quilômetros de oleodutos e os terminais Madre de Deus, Candeias, Jequié e Itabuna.

Na contramão de grandes petrolíferas, o Governo Bolsonaro e a gestão da Petrobrás abrem espaço e incentivam a criação de um oligopólio nacional e monopólios regionais privados e sem competitividade.

[Da imprensa do Sindipetro MG]

Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros das bases da FUP amanheceram mobilizados em todas as refinarias, em um dia nacional de luta contra as privatizações no Sistema Petrobrás e em defesa dos empregos e direitos que estão sob forte ataque da gestão da empresa. As mobilizações ocorreram simultaneamente ao ato nacional na Rlam, que marcou o início da greve por tempo indeterminado dos trabalhadores da Petrobrás na Bahia. Uma comitiva com dirigentes sindicais petroleiros de outros estados também esteve presente ao ato na Rlam. 


Leia também: Petroleiros da Bahia iniciam greve com apoio de trabalhadores de todo o Brasil


Do Amazonas ao Rio Grande do Sul, os sindicatos da FUP realizaram atrasos e protestos em frente às refinarias e em outras áreas operacionais, como a Unidade de Tratamento de Gás de Cacimba, no Espírito Santo. Os atos contaram com a participação de trabalhadores próprios e terceirizados de nove estados do país, além da Bahia. Houve atrasos na Reman (AM), na Lubnor (CE), na Abreu e Lima (PE), na Reduc (RJ),na Regap (MG), na Replan e na Recap (em SP), na Repar e na Six (no PR) e na Refap (RS), além da UTGC (ES) e da Rlam (BA), cujos trabalhadores entraram em greve. Veja as fotos abaixo.

Nesta sexta-feira, 19, o Sindipetro-RN também realiza uma mobilização em apoio à greve dos trabalhadores da Bahia, com um ato no Polo de Guamaré.

Todo o Sistema Petrobrás está sob ataque, com várias unidades já privatizadas e diversas outras com a venda anunciada, como é o caso de metade do parque de refino da empresa. Neste momento, além da Rlam, mais cinco refinarias estão em processo acelerado de privatização: a Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor), no Ceará; a Usina de Xisto (SIX), no Paraná; a Refinaria Alberto Pasqualine (Refap), no Rio Grande do Sul; a Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais, e a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco.

Venda das refinarias vai gerar monopólios regionais privados

Um estudo da PUC Rio, que analisou os efeitos da privatização de seis das oito refinarias colocadas à venda pela direção da Petrobras, apontou que a venda das unidades, ao contrário do que a empresa e o mercado defendem, não aumentará a competitividade e sim a concentração do setor. Segundo o estudo, das refinarias que estão à venda, as que têm maior potencial para formação de monopólios regionais são a Rlam, a Reman, a Refap e a Regap. 

Durante os atos de hoje, a FUP e seus sindicatos tornaram a alertar a sociedade para o fato de que a privatização das refinarias vai aumentar as demissões em massa, os riscos de acidentes e de impactos para o meio ambiente, a perda de soberania e fazer disparar os preços já elevados dos derivados de petróleo. Só nos dois primeiros meses de 2021, a diretoria da Petrobrás já aumentou em 34,7% o preço da gasolina nas refinarias, com o novo reajuste anunciado nesta quinta-feira. O diesel também sofreu novo aumento e já custa 27,7% a mais desde o início do ano.

“Estamos denunciando os impactos negativos para a população das privatizações de refinarias, terminais e sistemas logísticos que a atual gestão da Petrobrás está promovendo. A venda da RLAM e de outras refinarias pode criar monopólios regionais, e isso vai aumentar ainda mais os preços dos combustíveis. A política de preços da atual gestão da Petrobrás, que já reajustou gasolina e diesel em torno de 30% somente este ano, é nefasta, mas os preços subirão ainda mais com a venda dessas refinarias, já que os investidores que adquirirem esses ativos vão poder cobrar o preço que bem entenderem. Sem falar no risco de desabastecimento, se o dono da refinaria optar por exportar combustíveis em vez de vender no mercado brasileiro”, explicou o coordenador da FUP, Deyvid Bacelar.

No ato com petroleiros e movimentos sociais de Minas Gerais, realizado pela manhã na Regap, o coordenador do Sindipetro-MG, Alexandre Finamori, também ressaltou a relação direta entre a política de preços da Petrobrás e a privatização das refinarias. Veja a publicação no Twitter da FUP: 

A representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás, Rosângela Buzanelli, também se manifestou estasemana sobre os aumentos seguidos nos preços dos combustíveis. "Estamos falando aqui dos preços dos combustíveis revendidos pelas refinarias da Petrobrás. Obviamente que esses valores vão chegar bem mais altos para o consumidor final na bomba do posto de abastecimento", alertou. "O reajuste vai gerar aumento de quase tudo, porque o custo do combustível tem influência direta na inflação, em especial nos alimentos e nas bebidas, e afeta, principalmente, o setor de transportes", acrescentou. "A Petrobrás pratica hoje o preço de uma empresa privada, quando poderia (e deveria) praticar um preço mais justo, exercendo sua função de empresa estatal, que atenda aos interesses da população brasileira", afirmou a conselheira.

[Imprensa da FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.