A FUP e seus sindicatos estão em Brasília nesta quarta-feira, dia 29, para o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobrás. O evento terá início às 15h, na Câmara dos Deputados, onde serão apresentados dados sobre a importância da companhia e os riscos para a soberania nacional com o processo de desmonte e venda de refinarias, dutos, campos de petróleo, fábricas de fertilizantes, termoelétricas, usinas de biocombustíveis, entre outros ativos estratégicos.

Acompanhe pelas redes sociais da FUP e sindicatos o lançamento da frente, usando a hastag #EmDefesaDaPetrobras

Pela manhã, os petroleiros participaram de um debate sobre o papel da Petrobrás para o desenvolvimento nacional, que contou com a participação do diretor da FUP, Deyvid Bacelar, do pesquisador do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep) e do representante da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet), Raul Bergann. 

O evento é promovido pelo Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, que tem a FUP como uma das entidades participantes. O debate também abordou a importância de outras empresas públicas para o Estado, como o Sistema Eletrobrás, as companhias dos setores de saneamento básico, comunicação, entre outras áreas estratégicas para a soberania. 

Pela manhã, falaram os especialistas Renato Queiroz, da UFRJ, que ressaltou o papel fundamental das estatais e no setor elétrico, Carlos Aurélio Linhalis, da Companhia Espírito-santense de Saneamento (Cesan), que apresentou dados importantes sobre o saneamento básico do país, e Otávio Penna Pieranti, da UNESP, que abordou o tema Comunicação.

A Programação do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas segue ainda no período da tarde com um segundo painel de debates, que enfocará o papel do Estado nos setores de saúde, ciência e tecnologia, bancário e da segurança. Serão ouvidos os especialistas Renato Dagnino (Unicamp), Luís Fernandes (PUC-RJ), Fernando Nogueira Costa (Unicamp) e Carlos Gadelha (Fiocruz-RJ).

[FUP]

 

Publicado em Sistema Petrobrás

Petroleiros contra os exterminadores do futuro

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás estão em assembleias em todo o país para deliberar sobre a contraproposta de Acordo Coletivo de Trabalho apresentada pela empresa e subsidiárias. Para a FUP e seus sindicatos, o que a empresa propõe é uma afronta à inteligência dos petroleiros e petroleiras, pois significa o fim de direitos conquistados com muita luta por várias gerações.

Em vídeo aos trabalhadores, o coordenador da FUP, José Maria Rangel, convoca a categoria a rejeitar massivamente a contraproposta:  

 Ao propor acabar com cláusulas e capítulos inteiros do Acordo Coletivo, os gestores da Petrobrás estão pavimentando o caminho para a privatização da empresa. “Não é à toa que o governo Bolsonaro e seus fantoches na Petrobrás querem amordaçar os sindicatos para que não haja resistência. E sem luta, não haverá direitos, não haverá empregos, não haverá Petrobrás, não haverá soberania”, destaca o informativo da FUP distribuído nesta terça-feira, 28: 

[FUP]

 

Publicado em Sistema Petrobrás

FUP convoca petroleiros às assembleias para rejeitar proposta da Petrobrás que rebaixa o Acordo Coletivo, pavimentando o caminho para a privatização, e retira direitos da classe trabalhadora.
Assembleias prosseguem até 06 de junho, com os seguintes indicativos:

- Rejeição da proposta de Acordo Coletivo apresentada pela Petrobrás e subsidiárias
- Participação na greve geral do dia 14 de junho
- Aprovação de Estado de Greve
- Aprovação de Estado de Assembleias Permanentes

Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros presentes em Belo Horizonte para a 8ª Plenária Nacional da FUP participaram no último dia 22 de Audiência Pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que culminou com o lançamento da Frente Parlamentar Mineira em Defesa da Petrobrás. Na próxima quarta-feira, 29, a FUP e seus sindicatos estarão em Brasília para o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobrás.  

Iniciativa do mandato da deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT), a audiência denunciou os prejuízos irreparáveis que a gestão entreguista da Petrobrás está causando à população brasileira.  Foram abordadas questões como a política de preços de derivados que fez disparar a gasolina, o díesel e o gás de cozinha; a privatização de gasodutos, refinarias, campos de petróleo e outros ativos estratégicos da empresa; os desinvestimentos impostos pelos governo Temer e Bolsonaro, além de outros ataques à soberania nacional, que desmontaram a cadeia de óleo e gás do país.

Os petroleiros Tadeu Porto e Alexandre Finamori representaram a FUP e o Sindipetro MG na audiência, que contou também com a participação do secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT-MG), Jairo Nogueira Filho, da diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Marilda de Abreu Araújo, e do engenheiro Paulo César Ribeiro Lima.

 

[FUP]

Publicado em VIII Plena FUP

A resistência contra a privatização da Petrobrás está diretamente ligada à luta pela preservação dos empregos e dos direitos dos trabalhadores, que estão sob ameaça de extinção nessa campanha reivindicatória. A importância da unidade no enfrentamento ao projeto ultraliberal do governo Bolsonaro marcou a fala das lideranças sindicais e políticas que participaram da solenidade de abertura da 8ª Plenária Nacional da FUP, quinta-feira, 23, à noite, em Belo Horizonte. 

“Essa é a Plenafup mais importante da história da nossa categoria. Os petroleiros já deixaram o seu nome marcado na história todas as outras vezes em que fomos chamados à luta em defesa da Petrobrás. Vamos continuar resistindo e venceremos novamente”, afirmou o coordenador do Sindipetro Minas Gerais, Anselmo Braga. Ele destacou a simbologia da 8ª Plenafup estar sendo realizada na Escola Sindical da CUT em Belo Horizonte, berço de tantas lutas e resistência.

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, lembrou que a luta dos petroleiros para defender a Petrobrás não é de hoje.  “A Petrobrás sempre foi motivo de disputa e de cobiça. E isso aumentou ainda mais com a descoberta do pré-sal. A defesa da Petrobrás tem que passar pela conscientização dos trabalhadores de que a operação Lava Jato é uma farsa. Os fatos vêm mostrando, dia após dia, que o objetivo sempre foi destruir a empresa para entregar o pré-sal”, afirmou.

Márcio Nicolau, presente!

O ex-presidente do Sindipetro-MG, Marcio Nicolau Machado, morto em fevereiro em um trágico acidente de trânsito, foi homenageado na abertura da 8ª Plenafup.  Um documentário produzido pelo sindicato em parceria com o Midia Ninja emocionou os petroleiros, ao destacara a trajetória sindical do petroleiro e sua importância nas lutas travadas pelos movimentos sociais mineiros.

“A luta pela soberania, a luta pela Petrobrás que estamos travando hoje é a continuidade do legado de Marcio e a maior homenagem que podemos fazer a ele”, afirmou Leopoldino Martins, que esteve ao lado do petroleiro em diversas lutas no Sindipetro-MG.

O exemplo da Vale

Um dos convidados da solenidade de abertura da 8ª Plenafup, Joceli Andreoli, da Coordenação Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), enfatizou a relação direta entre a privatização da Vale e os crimes protagonizados pela empresa em Minas Gerais.  “Tudo isso aconteceu porque a empresa passou a ser gerida para atender aos interesses privados e à ganância do capital especulativo. O que aconteceu com a Vale é o que pode acontecer com o pré-sal e a Petrobrás, se não dermos conta da luta e do desafio desse momento histórico”, afirmou.

O deputado federal Rogério Correa (PT-MG) lembrou que desde que foi “entregue a preço de banana” no governo Fernando Henrique Cardoso, a Vale deixou de cumprir o papel de destaque que tinha para a economia brasileira. “A Vale é a segunda maior empresa privada do mundo, mas que não contribui em nada para o desenvolvimento do país. Envia todo o seu lucro para fora e só deixa aqui as tragédias que gera”, declarou.

Ele alertou que o processo de privatização do governo Bolsonaro vai além. “Não são só as empresas públicas que estão na lista de privatização do Paulo Guedes (ministro da Economia), mas também a previdência social, a educação e a saúde”, declarou, enfatizando que a greve geral do dia 15 de junho pode significar uma virada dessa conjuntura. "É no campo das ruas que vamos derrota-los. E o movimento sindical será fundamental nesse embate, como foi na década de 80", afirmou.

Com a participação de cerca de 200 trabalhadores de todo o país, a 8ª Plenafup prossegue até domingo (26), na Escola Sindical Sete de Outubro, em Belo Horizonte. Acompanhe as atividades e painéis de exposição pelas redes sociais da FUP.

Imprensa da FUP | Fotos: Arthur Varela (Sindipetro-RN)

e285f98f-3fb8-4458-acf3-0fdbe71b0c2f
e237a01b-f678-4cd0-970a-95cfa5e170da
dd1e9c40-a785-4db5-b619-2f5771555564
e74e45d5-755b-41de-9ce4-4d6aa2ced4b6
c6d27caa-a906-4e2b-99c2-2e18174413c8
b0fd86e1-b256-4ce7-bcb7-2175de687980
aba43c4d-107d-4c9b-8879-1f32e418a2af
83012504-1a37-4a3e-992d-9d8dab1cbb5b
250616a5-adbf-41a8-b373-11a9448e40fd
65011f79-02ed-45d9-a00e-fb84f58b8b56
9360f4fd-e57b-427c-b929-359aa4bb87a7
6586cd1b-1c27-4c60-bd77-aea9746fc7d4
7416ea44-05bf-4c63-8b7e-22a489e44a5c
503f0c88-3d92-48e9-b6a8-4e0d0d7e3582
233b3446-48c9-4a2e-994c-501a35698870
42db47ea-6833-47de-a8d7-2d09bf64d70f
37d8267f-4cef-48a9-9fa1-92645200d7b1
24c06edf-ae82-4b70-bbe5-1affe9b7e4bd
8e2c2e07-194c-48c0-9e29-182ed7275adb
4d8d383e-621d-48d6-8ec4-20b147a508e6
2e1f58df-2742-4fa9-95d3-b2156ae1754e
1c330f19-a579-4f4e-a77e-d101c5f80a70

Publicado em VIII Plena FUP

Com o desafio de construir uma ampla agenda de luta contra o desmonte do Sistema Petrobrás e em defesa dos direitos da categoria, os petroleiros iniciam nesta quinta-feira, 23, a 8ª Plenária Nacional da FUP. O evento reúne cerca de 200 trabalhadores em Belo Horizonte, na Escola Sindical Sete de Outubro.

Além das reformas ultraliberais do governo Bolsonaro que afetam toda a classe trabalhadora, os petroleiros enfrentam uma das campanhas reivindicatórias mais duras da história da categoria.  Na quarta-feira, 22, os gestores da Petrobrás apresentaram uma proposta de desmonte do Acordo Coletivo de Trabalho, que aniquila direitos e benefícios sociais e ataca frontalmente as organizações sindicais, pavimentando o caminho para a privatização da empresa.

É nessa conjuntura repleta de desafios que acontece a 8ª Plenafup, cujo tema “Liberdade Sindical, Direitos e Petrobrás do povo” sintetiza os desafios postos para a categoria petroleira.  

Acompanhe pelas redes sociais da FUP a cobertura da solenidade de abertura, prevista para as 18h.

Programação:

23/05 – quinta-feira

9 h – Chegada das delegações e início do credenciamento

10h – Encontro do Jurídico e Encontro de Comunicação

15h - Eleição da mesa diretora, leitura e aprovação do Regimento Interno

18h – Mesa de abertura do VIII PLENAFUP

24/05 – sexta-feira

07h – ato na Regap contra a venda das refinarias da Petrobrás e o aumento dos combustíveis

14h15 – Painel de Debate - Reforma da previdência ou ajuste fiscal para os pobres?

17h30 - lançamento do livro do INEEP

25/05 – sábado

09h – Painel de Debate - Efeitos da reforma trabalhista e Liberdade sindical - Por que querem acabar com os sindicatos?

11h - Painel de Debate - A privatização e a política de preços da Petrobrás - A farsa da Lava Jato

15h – Trabalhos em grupos:

Grupo 1 – Luta contra a Privatização da Petrobrás e Calendário da Campanha

Grupo 2 – Resoluções 23 e 25 da CGPAR – efeitos sobre a AMS e Previdência

Grupo 3 – Desafios à representação sindical

26/05 – domingo

09h – Plenária Final e apreciação do Relatório da Comissão de Ética a respeito do afastamento disciplinar de dirigente da FUP

12 h - Retorno das delegações

[FUP]

Publicado em VIII Plena FUP

Dirigentes da FUP e da FNP se reuniram na manhã desta quarta-feira, 22, para discutir estratégias de negociação conjunta com a Petrobrás e subsidiárias durante a campanha reivindicatória. A primeira reunião com a empresa acontece nesta tarde, quando ambas as entidades cobrarão a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho, como já foi protocolado pela FUP e FNP no último dia 15.

Entre os dias 23 e 26 de maio, as direções da FUP e dos sindicatos filiados estarão em Belo Horizonte, onde será realizada a 8ª Plenafup, que debaterá com a categoria propostas de enfrentamento ao desmonte do Sistema Petrobrás  e resistência às ações do governo Bolsonaro de retirada de direitos e de ataque às entidades sindicais, através da MP 873, na tentativa de inviabilizar a resistência dos trabalhadores.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

A gerência executiva de Exploração da Petrobrás (E&P) resolveu acabar com todas as atividades exploratórias realizadas nos escritórios da empresa fora do Rio de Janeiro. Tal medida implica na extinção de várias gerências e na transferência para a sede da empresa no Rio, de 459 pessoas, sendo que destas, 92 são da Bahia.

A notícia não foi bem recebida pelos trabalhadores pelo grande impacto que provoca na vida pessoal dessas pessoas. Também há o receio que aconteça o mesmo que houve com trabalhadores de outros setores, a exemplo do Financeiro e o de Contratação de Bens e Serviços, que passaram por um processo bastante traumático.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) vinha fazendo reiteradas cobranças para que a empresa modificasse o processo de transferência. Em reunião no dia 25/04, entre a FUP, o gerente Geral da Exploração, a gerente de Gestão de pessoas na área de exploração, o gerente de Relações Sindicais e o gerente Executivo, (esse por videoconferência), a Federação fez ponderações e propostas, sendo que algumas foram acatadas pela empresa.

A FUP solicitou que não houvesse pressa para realizar essas transferências, mesmo porque existe um Plano de Demissão Voluntária (PDV) em andamento. A Federação reivindicou – e a Petrobras se comprometeu a fazer – que a companhia libere as pessoas para que fiquem no mesmo estado de origem, caso alguma gerência se interesse em acolher o profissional, a depender do cargo da pessoa.

A Federação também mostrou a importância de garantir o efetivo mínimo nas unidades operacionais e a necessidade da empresa levar em conta os custos de posição do empregado nos prédios, que vão ficar mais elevados no caso da transferência, pois é preciso levar em conta também o adicional de transferência, que será pago por quatro anos em cumprimento à Cláusula 42 do Acordo Coletivo de Trabalho, que trata sobre o excedente de pessoal.

A Petrobrás se comprometeu ainda, atendendo a uma solicitação da FUP, de realizar uma pesquisa no segundo semestre desse ano para verificar o interesse das pessoas de serem transferidas.

Bahia

A Bahia será um dos estados mais afetados com a decisão da empresa de centralizar a Exploração. Como o plano de centralização ainda está em fase de elaboração, a direção do Sindipetro Bahia espera que haja espaço para o contraditório e sensibilidade da alta gerência para rever algumas ações a partir da análise dos ganhos e das perdas de suas decisões.
Há argumentos sólidos que provam que não haverá economia para a Petrobrás, caso insista na centralização. Pelo contrário, a tendência é que haja mais gastos. Veja a seguir:

– Estrutura organizacional e tecnologia – A Exploração já está centralizada na Sede desde a última reestruturação. Todos os empregados das unidades respondem às gerências gerais da Sede, e um grande contingente já responde diretamente a gerências funcionais, também localizadas no Rio de Janeiro. Desta forma, todos os empregados da EXP já trabalham, há algum tempo, de uma forma que permite plena integração técnica. A disseminação do conhecimento, argumento básico na iniciativa de centralização, não é um problema na estrutura atual.

Ferramentas tecnológicas de ampla utilização na empresa (como videoconferências, “Sametime” e compartilhamento de telas dos computadores) têm permitido, há anos, uma ótima interação técnica entre pessoas situadas em cidades distintas. É possível não só discutir, mas realmente trabalhar em grupo sem que as pessoas estejam reunidas num mesmo espaço físico.

– Pessoas – A transferência irrecorrível de um grande contingente é totalmente contrária ao discurso da empresa de preocupação com o bem-estar de seus empregados. Temos pessoas instaladas há décadas em várias cidades do país, que vivem satisfeitas nessas cidades, em harmonia com suas famílias. A maior parte delas investiu um bom percentual de seus patrimônios na aquisição de suas residências. São cidades de médio porte, com um custo de vida mais baixo do que o do Rio de Janeiro. Além do problema do alto índice de criminalidade, que, infelizmente, existe no Rio. Tudo isso são fatores de risco que podem ocasionar doenças psíquicas, como, por exemplo, o stress, as neuroses e a síndrome do pânico.

Não há como falar em valorização das pessoas e em melhoria da ambiência organizacional quando a empresa decide impor transferências inegociáveis para uma cidade para onde tais pessoas não desejam se mudar.
Não há como desejar aumento de produtividade com medidas que geram insatisfação pessoal.

– Aspectos financeiros – Empregados alocados em prédios próprios, como é o caso do EDIBA, geram custos de posição muito menores do que aqueles dos espaços alugados. A chegada de mais 459 pessoas no Rio exigirá o aluguel de mais espaços e, ao mesmo tempo, deixará espaços ociosos nos prédios próprios da empresa localizados nas diversas unidades.

Além dos custos de posição dos empregados nos prédios, este efetivo adicional da EXP implicará em custos de instalação da infraestrutura de TIC. Infraestrutura já existente nos escritórios atuais.

Em síntese, a centralização total da Exploração é uma medida desnecessária, contraproducente e cara. Ela provocará uma imensa insatisfação em centenas de pessoas (empregados e seus familiares) e não se justifica do ponto de vista estratégico, uma vez que todas as aspirações gerenciais de integração técnica, retenção do conhecimento e aumento da eficiência exploratória podem ser plenamente obtidas com o modelo atual. Não podemos esquecer que todo o sucesso exploratório da Petrobrás nas últimas décadas aconteceu sob o modelo atual de trabalho.

Como esperar mais das pessoas e ao mesmo tempo causar, desnecessariamente, infelicidade nessas pessoas?

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

Com o tema “Liberdade Sindical, Direitos e Petrobrás do povo”, a 8ª Plenária Nacional da FUP começa quinta-feira, 23, em Belo Horizonte, com o desafio de construir uma ampla agenda de luta contra o desmonte do Sistema Petrobrás e os ataques do governo Bolsonaro aos direitos dos trabalhadores. Cerca de 200 petroleiros e convidados são esperados para a Plenária, que prossegue até domingo, 26.

Além das privatizações e reformas ultraliberais que têm por objetivo dizimar conquistas históricas do povo brasileiro, a categoria petroleira enfrenta ameaças de retirada de direitos e de desmonte de benefícios sociais, como a AMS e a Petros. Soma-se a isso, a intenção do governo Bolsonaro de sufocar as entidades sindicais, através da MP 873, na tentativa de inviabilizar a resistência dos trabalhadores.

Os petroleiros enfrentarão uma das campanhas reivindicatórias mais duras da história da categoria, que exigirá dos trabalhadores coragem e organização. É nessa conjuntura repleta de desafios que acontecerá a 8ª Plenafup.

Os debates serão realizados na Escola Sindical Sete de Outubro, unidade de formação da CUT, em Belo Horizonte (Rua Nascimento, 101, Barreiro de Cima).

Programação:

23/05 – quinta-feira

9 h – Chegadas das delegações e início do credenciamento

10h – Encontro do Jurídico e Encontro de Comunicação

15h - Eleição da mesa diretora, leitura e aprovação do Regimento Interno

18h – Mesa de abertura do VIII PLENAFUP

24/05 – sexta-feira

07h – ato na Regap contra a venda das refinarias da Petrobrás e o aumento dos combustíveis

14h15 – Painel de Debate - Reforma da previdência ou ajuste fiscal para os pobres?

17h30 - lançamento do livro do INEEP

25/05 – sábado

09h – Painel de Debate - Efeitos da reforma trabalhista e Liberdade sindical - Por que querem acabar com os sindicatos?

11h - Painel de Debate - A privatização e a política de preços da Petrobrás - A farsa da Lava Jato

15h – Trabalhos em grupos:

Grupo 1 – Luta contra a Privatização da Petrobrás e Calendário da Campanha

Grupo 2 – Resoluções 23 e 25 da CGPAR – efeitos sobre a AMS e Previdência

Grupo 3 – Desafios à representação sindical

26/05 – domingo

09h – Plenária Final e apreciação do Relatório da Comissão de Ética a respeito do afastamento disciplinar de dirigente da FUP

12 h - Retorno das delegações

[FUP]

Publicado em VIII Plena FUP

Os petroleiros que estão a caminho de Belo Horizonte para a 8ª Plenária Nacional da FUP participam na quarta-feira, 22, de Audiência Pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que debaterá os impactos da atual política de preços da Petrobrás e os efeitos das privatizações e cortes dos investimentos.

A audiência contará com a participação dos diretores da FUP, Tadeu Porto e Alexandre Finamori (que representará também o Sindipetro Minas Gerais), além do secretário geral da CUT-MG, Jairo Nogueira Filho, e do consultor parlamentar, Paulo Cesar Ribeiro Lima.

Durante o evento, será lançada a Frente Parlamentar Mineira em Defesa da Petrobrás.

[FUP]

Publicado em VIII Plena FUP
Página 9 de 27

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

Instagram