A FUP volta a se reunir com a Petrobrás nesta terça-feira, 18, pela manhã, para dar andamento à negociação do Acordo Coletivo de Trabalho, no que diz respeito às questões da AMS.

O principal ponto de pauta será a cobrança feita pelas entidades sindicais de que a empresa suspenda imediatamente as contribuições extraordinárias da AMS, feitas à revelia do Acordo Coletivo, e devolva o que já foi descontado dos trabalhadores. 

Na primeira rodada de negociação, realizada no último dia 12 com a FUP e a FNP, o RH da Petrobrás informou que não tinha condições de atendar à reivindicação,  alegando que a folha de junho já estava fechada e que achava difícil devolver o que já havia sido descontado. 

As federações reafirmaram que a Petrobrás está descumprindo o Acordo Coletivo e exigiram que os gestores resolvam o problema que criaram, ressaltando que o pleito dos trabalhadores é que a empresa suspenda o desconto e negocie alternativas, com base nos reais custos da AMS, que até hoje não foram informados à categoria.

Nesta terça, esse ponto será retomado na reunião com o RH.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

O grupo de turno que entrou para trabalhar às 15h30 de quinta-feira (13) permanece até agora retido nas dependências da Repar. A gestão alega não possuir contingência suficiente para atender as demandas da unidade como justificativa para não liberar os trabalhadores, o que caracteriza cárcere privado.

Trabalhadores do G2 ficarão 32h dentro da fábrica e outros do G3, que dobraram, ficarão 40h. O grupo que entra de zero hora é o G3, logo alguns podem ter que trabalhar até 48h.

O Sindicato tentou de todas as maneiras o contato com os gestores, mas o descaso com a situação é total. Não se importam com a extrema estafa física e mental, colocando em risco a saúde e a vida dos trabalhadores.

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina exige a liberação imediata de todos os trabalhadores e vai acionar os órgãos legais para oferecer a denúncia.

[Via Sindipetro-PR/SC]

Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros das bases sindicais da FUP deram início à greve geral na madrugada desta sexta-feira, 14, cortando a rendição nos turnos de nove refinarias da Petrobrás, em oito estados do país. Os trabalhadores atenderam aos chamados dos sindicatos e os ônibus fretados pela empresa chegaram vazios às unidades.

As refinarias que estão sem rendição nos turnos são: Duque de Caxias (Reduc/RJ), Gabriel Passos (Regap/MG), Landulpho Alves (Rlam/BA), Abreu e Lima (PE), Manaus (Reman), Paulínia (Replan/SP), Mauá (Recap/SP), Presidente Getúlio Vargas (Repar/PR), Alberto Pasqualini (Refap/RS).

Os petroleiros também não entraram para trabalhar no Terminal Aquaviário de Suape, em Pernambuco, na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia, na Termelétrica Aureliano Chaves, em Minas Gerais, na SIX (unidade de processamento de xisto, no Paraná) e na Araucária Nitrogenados (PR).

Na Bacia de Campos, a categoria está realizando Operação Padrão nas plataformas, com execução de todos os procedimentos, com o máximo de rigor e critério possível.

Pela manhã, a greve ganha o reforço dos trabalhadores do regime administrativo e das demais unidades do Sistema Petrobrás. Está prevista também a participação dos petroleiros nos atos unificados desta sexta, convocados pelas centrais sindicais, nas principais cidades e capitais do país.

Contra o desmonte da Previdência, da Petrobrás e do Brasil

Além de impedir o fim da Previdência Pública, a categoria petroleira se mobiliza contra a privatização do Sistema Petrobrás, em defesa da soberania nacional e por políticas públicas que levem à retomada da atividade econômica, gerando empregos, com trabalho decente e renda digna.

O presidente da Petrobrás, Castello Branco, sob o comando do governo Bolsonaro, colocou à venda refinarias, fábricas de fertilizantes, dutos, campos de petróleo e várias das subsidiárias, cuja privatização foi liberada pelo STF, sem necessidade de licitação e tampouco autorização do Congresso Nacional.

Os direitos dos trabalhadores também estão sob ameaça, com a proposta da Petrobrás de desmonte do Acordo Coletivo, reajuste zero e ataques à liberdade sindical. Os petroleiros rejeitaram o pacote de maldades e reagiram às mentiras e às ameaças dos gestores, com participação massiva nas assembleias. A próxima resposta virá nesta sexta, com adesão total à greve geral.

De norte a sul, petroleiros se mobilizam

Amazonas

Os trabalhadores da Reman aderiram à greve, cortando a rendição do turno à zero hora e prosseguem na paralisação por 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do administrativo e da Transpetro se somam à mobilização e às 15h, seguem para o ato unificado das centrais, na Praça da Saudade, no Centro de Manaus. 

Ceará

Os trabalhadores da Lubnor (CE) participam de ato político no início da manhã, em frente à unidade. A partir das 10h, os petroleiros se somam às outras categorias, na manifestação da Praça da Bandeira, em Fortaleza.

Rio Grande do Norte

Os petroleiros aderiram à greve geral nas principais bases do Sistema Petrobrás e participam dos atos conjuntos que serão realizados com outras categorias em Mossoró e em Natal.

Pernambuco

Na Refinaria Abreu e Lima e no Terminal Aquaviário de Suape, não houve troca de turno e os trabalhadores seguem na greve desde à zero hora. Pela manhã, os petroleiros do administrativo somam-se à paralisação. Às 14h, a categoria segue pra o Centro de Recife, onde será realizado o ato unificado da greve geral. 

Bahia

Os petroleiros da Rlam e da Fafen aderiram à greve cortando a rendição no final da noite desta quinta. No início da manhã, os trabalhadores da PBIO, Termelétricas, Transpetro, OP-CAN e UO-BA se somam ao movimento.

Em frente ao edifício sede da Petrobrás, em Salvador (EDIBA), será realizado um ato político contra a privatização da Petrobrás. À tarde, os petroleiros se somam à manifestação unificada com outras categorias, que será realizada no Campo Grande.

Espírito Santo

Os petroleiros das plataformas, terminais e campos terrestres se mobilizam nesta sexta. Pela manhã, os trabalhadores da ativa e aposentados participam de ato político em frente à sede administrativa da Petrobrás em Vitória (Edivit). À tarde, os petroleiros se unem às outras categoria no ato unificado, às 13 horas, em frente a Federação da Indústria do ES (FINDES). Nos municípios de Linhares e São Mateus, os petroleiros também se mobilizam e participam das manifestações de rua.  

RJ - Duque de Caxias

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), os petroleiros que entrariam às 23h não renderam o turno anterior, dando início à paralisação de 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo da Reduc se somam à paralisação, que também contará com a adesão dos petroleiros do Terminal de Campos Elíseos (Tecam) e da Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB).

RJ - Norte Fluminense

Os trabalhadores das plataformas e demais unidades operacionais do Sistema Petrobrás na Bacia de Campos seguem a orientação do Sindicato de realizar operações padrão e debates em grupo, com levantamento sobre os principais problemas de saúde e segurança de cada local de trabalho.

Nas bases administrativas, os trabalhadores participam dos atos públicos na região. Em Macaé, haverá protestos a partir das 12h, no Calçadão. Em Campos, as mobilizações também serão no Calçadão, mas a partir das 14h.

Minas Gerais

Os petroleiros da Regap cortaram a rendição do turno às 23h30 de quinta e prosseguem na paralisação de 24 horas. Pela manhã, a categoria participa do ato público, no centro de Belo Horizonte, às 11h, na Praça Afonso Arinos.

São Paulo

A paralisação teve início à zero hora nas refinarias de Paulínia (Replan) e Mauá (Recap), com cortes na rendição do turno.

Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo das duas refinarias se somam à greve, assim como os petroleiros dos terminais da Transpetro, dos prédios administrativos do Sistema Petrobrás e das duas termelétricas que integram a base do Sindipetro Unificado.

Paraná e Santa Catarina

Os trabalhadores da Repar, da Araucária Nitrogenados e da Unidade de Xisto, em São Mateus do Sul (SIX), cortaram a rendição do turno à zero hora.

Pela manhã, os petroleiros do Terminal de Paranaguá (Tepar) aderem às mobilizações.  Em Santa Catarina, os trabalhadores dos terminais da Transpetro (Tefran, Ediville, Temirim e Tejaí) também cruzarão os braços e participarão de ato às 09h, na Praça da Bandeira, em Joinvile.

Rio Grande do Sul

Na Refap, não houve rendição do turno da meia noite Pela manhã, o movimento ganha o reforço dos trabalhadores do horário administrativo e também dos petroleiros dos terminais da Transpetro, no Tenit (Canoas), Terig (Rio Grande), Tedut (Osório) e da termelétrica Sepé de Tiaraju (UTE). No final da tarde, os trabalhadores participam de ato unificado no Centro de Porto Alegre, na Esquina Democrática.

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Publicado em DESTAQUE

Nos cantos mais longes do Brasil os trabalhadores também estão mobilizados.
Mais especificamente na Província Petrolífera de Urucu, no meio da selva Amazônica, a 660 km de Manaus.

Decidido em assembleia, serão 24 horas de greve de fome, somando a grande greve geral dos trabalhadores do Brasil que clamam por investimentos em educação, para dizer que são contra a reforma da previdência, contra a privatização da Petrobrás e estatais.

Juntos Somos Mais Fortes
PRIVATIZAR FAZ MAL AO BRASIL

 

Publicado em SISTEMA PETROBRÁS

Amazonas

Os trabalhadores da Reman aderiram à greve, cortando a rendição do turno à zero hora e prosseguem na paralisação por 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do administrativo e da Transpetro se somam à mobilização e às 15h, seguem para o ato unificado das centrais, na Praça da Saudade, no Centro de Manaus. 

Ceará

Os trabalhadores da Lubnor (CE) participam de ato político no início da manhã, em frente à unidade. A partir das 10h, os petroleiros se somam às outras categorias, na manifestação da Praça da Bandeira, em Fortaleza.

Rio Grande do Norte

Os petroleiros aderiram à greve geral nas principais bases do Sistema Petrobrás e participam dos atos conjuntos que serão realizados com outras categorias em Mossoró e em Natal.

Pernambuco

Na Refinaria Abreu e Lima e no Terminal Aquaviário de Suape, não houve troca de turno e os trabalhadores seguem na greve desde à zero hora. Pela manhã, os petroleiros do administrativo somam-se à paralisação. Às 14h, a categoria segue pra o Centro de Recife, onde será realizado o ato unificado da greve geral. 

Bahia

Os petroleiros da Rlam e da Fafen aderiram à greve cortando a rendição no final da noite desta quinta. No início da manhã, os trabalhadores da PBIO, Termelétricas, Transpetro, OP-CAN e UO-BA se somam ao movimento.

Em frente ao edifício sede da Petrobrás, em Salvador (EDIBA), será realizado um ato político contra a privatização da Petrobrás. À tarde, os petroleiros se somam à manifestação unificada com outras categorias, que será realizada no Campo Grande.

Espírito Santo

Os petroleiros das plataformas, terminais e campos terrestres se mobilizam nesta sexta. Pela manhã, os trabalhadores da ativa e aposentados participam de ato político em frente à sede administrativa da Petrobrás em Vitória (Edivit). À tarde, os petroleiros se unem às outras categoria no ato unificado, às 13 horas, em frente a Federação da Indústria do ES (FINDES). Nos municípios de Linhares e São Mateus, os petroleiros também se mobilizam e participam das manifestações de rua.  

RJ - Duque de Caxias

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), os petroleiros que entrariam às 23h não renderam o turno anterior, dando início à paralisação de 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo da Reduc se somam à paralisação, que também contará com a adesão dos petroleiros do Terminal de Campos Elíseos (Tecam) e da Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB).

RJ - Norte Fluminense

Os trabalhadores das plataformas e demais unidades operacionais do Sistema Petrobrás na Bacia de Campos seguem a orientação do Sindicato de realizar operações padrão e debates em grupo, com levantamento sobre os principais problemas de saúde e segurança de cada local de trabalho.

Nas bases administrativas, os trabalhadores participam dos atos públicos na região. Em Macaé, haverá protestos a partir das 12h, no Calçadão. Em Campos, as mobilizações também serão no Calçadão, mas a partir das 14h.

Minas Gerais

Os petroleiros da Regap cortaram a rendição do turno às 23h30 de quinta e prosseguem na paralisação de 24 horas. Pela manhã, a categoria participa do ato público, no centro de Belo Horizonte, às 11h, na Praça Afonso Arinos.

São Paulo

A paralisação teve início à zero hora nas refinarias de Paulínia (Replan) e Mauá (Recap), com cortes na rendição do turno.

Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo das duas refinarias se somam à greve, assim como os petroleiros dos terminais da Transpetro, dos prédios administrativos do Sistema Petrobrás e das duas termelétricas que integram a base do Sindipetro Unificado.

Paraná e Santa Catarina

Os trabalhadores da Repar, da Araucária Nitrogenados e da Unidade de Xisto, em São Mateus do Sul (SIX), cortaram a rendição do turno à zero hora.

Pela manhã, os petroleiros do Terminal de Paranaguá (Tepar) aderem às mobilizações.  Em Santa Catarina, os trabalhadores dos terminais da Transpetro (Tefran, Ediville, Temirim e Tejaí) também cruzarão os braços e participarão de ato às 09h, na Praça da Bandeira, em Joinvile.

Rio Grande do Sul

Na Refap, não houve rendição do turno da meia noite Pela manhã, o movimento ganha o reforço dos trabalhadores do horário administrativo e também dos petroleiros dos terminais da Transpetro, no Tenit (Canoas), Terig (Rio Grande), Tedut (Osório) e da termelétrica Sepé de Tiaraju (UTE). No final da tarde, os trabalhadores participam de ato unificado no Centro de Porto Alegre, na Esquina Democrática.

[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros das bases da FUP aderiram em massa à greve geral convocada pelas centrais sindicais para esta sexta-feira, 14. Unidades do Sistema Petrobrás em 12 estados do país estão com mobilizações, cortes de turno nas áreas operacionais e grande participação também dos trabalhadores do regime administrativo. 

Com a adesão nesta manhã dos petroleiros da Refinaria de Lubrificantes e Derivados do Nordeste (Lubnor), já são 10 as unidades de refino sem trocas de turnos.

A participação dos petroleiros na greve geral teve início na madrugada, com os ônibus fretados pela Petrobrás chegando vazios às principais refinarias da empresa. 

Os petroleiros também não entraram para trabalhar no turno da zero hora no Terminal Aquaviário de Suape, em Pernambuco, na Termelétrica Aureliano Chaves, em Minas Gerais, na SIX (unidade de processamento de xisto, no Paraná) e na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia.

Na Bacia de Campos, a categoria está desde as primeiras horas do dia realizando Operação Padrão nas plataformas, com a execução de todos os procedimentos com o máximo de rigor e critério possível.

Pela manhã, a greve ganhou o reforço dos trabalhadores da Transpetro e das demais unidades do Sistema Petrobrás. A categoria também participará dos atos unificados desta sexta, convocados pelas centrais sindicais, nas principais cidades e capitais do país.

Refinarias que estão sem troca de turno:

Duque de Caxias (Reduc/RJ), Gabriel Passos (Regap/MG), Landulpho Alves (Rlam/BA), Abreu e Lima (PE), Manaus (Reman), Paulínia (Replan/SP), Mauá (Recap/SP), Presidente Getúlio Vargas (Repar/PR), Alberto Pasqualini (Refap/RS) e Lubnor (CE).

Acompanhe a greve dos petroleiros pelas redes sociais da FUP. Use as hastags:

#PetroleirosNaGreve14J

#PetroleirosNaGreveGeral

#GrevePeloBrasil

Contra o desmonte da Previdência, da Petrobrás e do Brasil

Além de impedir o fim da Previdência Pública, a categoria petroleira se mobiliza contra a privatização do Sistema Petrobrás, em defesa da soberania nacional e por políticas públicas que levem à retomada da atividade econômica, gerando empregos, com trabalho decente e renda digna.

O presidente da Petrobrás, Castello Branco, sob o comando do governo Bolsonaro, colocou à venda refinarias, fábricas de fertilizantes, dutos, campos de petróleo e várias das subsidiárias, cuja privatização foi liberada pelo STF, sem necessidade de licitação e tampouco autorização do Congresso Nacional.

Os direitos dos trabalhadores também estão sob ameaça, com a proposta da Petrobrás de desmonte do Acordo Coletivo, reajuste zero e ataques à liberdade sindical. Os petroleiros rejeitaram o pacote de maldades e reagiram às mentiras e às ameaças dos gestores, com participação massiva nas assembleias. A resposta foi dada nesta sexta, com adesão total à greve geral.


De norte a sul, petroleiros se mobilizam. Confira o quadro nacional  


[FUP]

  • minas
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  • RN
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  • paran
  • NF
  • lubnor-card
  • abreu-e-lima
  • bahia

Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros das bases sindicais da FUP deram início à greve geral na madrugada desta sexta-feira, 14, cortando a rendição nos turnos de nove refinarias da Petrobrás, em oito estados do país. Os trabalhadores atenderam aos chamados dos sindicatos e os ônibus fretados pela empresa chegaram vazios às unidades.

As refinarias que estão sem rendição nos turnos são: Duque de Caxias (Reduc/RJ), Gabriel Passos (Regap/MG), Landulpho Alves (Rlam/BA), Abreu e Lima (PE), Manaus (Reman), Paulínia (Replan/SP), Mauá (Recap/SP), Presidente Getúlio Vargas (Repar/PR), Alberto Pasqualini (Refap/RS).

Os petroleiros também não entraram para trabalhar no Terminal Aquaviário de Suape, em Pernambuco, na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia, na Termelétrica Aureliano Chaves, em Minas Gerais, na SIX (unidade de processamento de xisto, no Paraná) e na Araucária Nitrogenados (PR).

Na Bacia de Campos, a categoria está realizando Operação Padrão nas plataformas, com execução de todos os procedimentos, com o máximo de rigor e critério possível.

Pela manhã, a greve ganha o reforço dos trabalhadores do regime administrativo e das demais unidades do Sistema Petrobrás. Está prevista também a participação dos petroleiros nos atos unificados desta sexta, convocados pelas centrais sindicais, nas principais cidades e capitais do país.

Contra o desmonte da Previdência, da Petrobrás e do Brasil

Além de impedir o fim da Previdência Pública, a categoria petroleira se mobiliza contra a privatização do Sistema Petrobrás, em defesa da soberania nacional e por políticas públicas que levem à retomada da atividade econômica, gerando empregos, com trabalho decente e renda digna.

O presidente da Petrobrás, Castello Branco, sob o comando do governo Bolsonaro, colocou à venda refinarias, fábricas de fertilizantes, dutos, campos de petróleo e várias das subsidiárias, cuja privatização foi liberada pelo STF, sem necessidade de licitação e tampouco autorização do Congresso Nacional.

Os direitos dos trabalhadores também estão sob ameaça, com a proposta da Petrobrás de desmonte do Acordo Coletivo, reajuste zero e ataques à liberdade sindical. Os petroleiros rejeitaram o pacote de maldades e reagiram às mentiras e às ameaças dos gestores, com participação massiva nas assembleias. A próxima resposta virá nesta sexta, com adesão total à greve geral.

De norte a sul, petroleiros se mobilizam

Amazonas

Os trabalhadores da Reman aderiram à greve, cortando a rendição do turno à zero hora e prosseguem na paralisação por 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do administrativo e da Transpetro se somam à mobilização e às 15h, seguem para o ato unificado das centrais, na Praça da Saudade, no Centro de Manaus. 

Ceará

Os trabalhadores da Lubnor (CE) participam de ato político no início da manhã, em frente à unidade. A partir das 10h, os petroleiros se somam às outras categorias, na manifestação da Praça da Bandeira, em Fortaleza.

Rio Grande do Norte

Os petroleiros aderiram à greve geral nas principais bases do Sistema Petrobrás e participam dos atos conjuntos que serão realizados com outras categorias em Mossoró e em Natal.

Pernambuco

Na Refinaria Abreu e Lima e no Terminal Aquaviário de Suape, não houve troca de turno e os trabalhadores seguem na greve desde à zero hora. Pela manhã, os petroleiros do administrativo somam-se à paralisação. Às 14h, a categoria segue pra o Centro de Recife, onde será realizado o ato unificado da greve geral. 

Bahia

Os petroleiros da Rlam e da Fafen aderiram à greve cortando a rendição no final da noite desta quinta. No início da manhã, os trabalhadores da PBIO, Termelétricas, Transpetro, OP-CAN e UO-BA se somam ao movimento.

Em frente ao edifício sede da Petrobrás, em Salvador (EDIBA), será realizado um ato político contra a privatização da Petrobrás. À tarde, os petroleiros se somam à manifestação unificada com outras categorias, que será realizada no Campo Grande.

Espírito Santo

Os petroleiros das plataformas, terminais e campos terrestres se mobilizam nesta sexta. Pela manhã, os trabalhadores da ativa e aposentados participam de ato político em frente à sede administrativa da Petrobrás em Vitória (Edivit). À tarde, os petroleiros se unem às outras categoria no ato unificado, às 13 horas, em frente a Federação da Indústria do ES (FINDES). Nos municípios de Linhares e São Mateus, os petroleiros também se mobilizam e participam das manifestações de rua.  

RJ - Duque de Caxias

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), os petroleiros que entrariam às 23h não renderam o turno anterior, dando início à paralisação de 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo da Reduc se somam à paralisação, que também contará com a adesão dos petroleiros do Terminal de Campos Elíseos (Tecam) e da Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB).

RJ - Norte Fluminense

Os trabalhadores das plataformas e demais unidades operacionais do Sistema Petrobrás na Bacia de Campos seguem a orientação do Sindicato de realizar operações padrão e debates em grupo, com levantamento sobre os principais problemas de saúde e segurança de cada local de trabalho.

Nas bases administrativas, os trabalhadores participam dos atos públicos na região. Em Macaé, haverá protestos a partir das 12h, no Calçadão. Em Campos, as mobilizações também serão no Calçadão, mas a partir das 14h.

Minas Gerais

Os petroleiros da Regap cortaram a rendição do turno às 23h30 de quinta e prosseguem na paralisação de 24 horas. Pela manhã, a categoria participa do ato público, no centro de Belo Horizonte, às 11h, na Praça Afonso Arinos.

São Paulo

A paralisação teve início à zero hora nas refinarias de Paulínia (Replan) e Mauá (Recap), com cortes na rendição do turno.

Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo das duas refinarias se somam à greve, assim como os petroleiros dos terminais da Transpetro, dos prédios administrativos do Sistema Petrobrás e das duas termelétricas que integram a base do Sindipetro Unificado.

Paraná e Santa Catarina

Os trabalhadores da Repar, da Araucária Nitrogenados e da Unidade de Xisto, em São Mateus do Sul (SIX), cortaram a rendição do turno à zero hora.

Pela manhã, os petroleiros do Terminal de Paranaguá (Tepar) aderem às mobilizações.  Em Santa Catarina, os trabalhadores dos terminais da Transpetro (Tefran, Ediville, Temirim e Tejaí) também cruzarão os braços e participarão de ato às 09h, na Praça da Bandeira, em Joinvile.

Rio Grande do Sul

Na Refap, não houve rendição do turno da meia noite Pela manhã, o movimento ganha o reforço dos trabalhadores do horário administrativo e também dos petroleiros dos terminais da Transpetro, no Tenit (Canoas), Terig (Rio Grande), Tedut (Osório) e da termelétrica Sepé de Tiaraju (UTE). No final da tarde, os trabalhadores participam de ato unificado no Centro de Porto Alegre, na Esquina Democrática.

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REDUC
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Publicado em Sistema Petrobrás

Em transmissão ao vivo, pelo Facebook, na noite de hoje, a diretoria do Sindipetro-NF debateu com a categoria petroleira a conjuntura do País e da Petrobrás e orientou os trabalhadores sobre as formas de participação nos protestos desta sexta, 14. Acompanhe as orientações para cada local de trabalho:

Cabiúnas (UTGCAB)

Para todos os trabalhadores lotados na UTGCAB e na Malha de Gás (representados pelo SindipetroNF), seja do Regime especial, Sobreaviso Parcial e Administrativo, orientamos que nas passagens de serviços, DDSMS e Dialogo antes de iniciar trabalhos realizem um dialogo sobre as consequências da Contra Reforma da Previdência e os prejuízos da privatização da Petrobrás e suas subsidiárias em relação a geração de emprego, melhoria de renda, educação e saúde.

Imbetiba, Imboassica e EDINC
Para as bases administrativas e aos trabalhadores em folga, a orientação é de participação nos atos públicos na região (em Macaé, haverá protestos a partir das 09h, no Calçadão. Em Campos, os protestos também serão no Calçadão, mas a partir das 14h).

Plataformas

E para as plataformas, o sindicato indica a realização de Operação Padrão, com a execução de todos os procedimentos com o máximo de rigor e critério possível.

É muito importante que a categoria petroleira, que está em Estado de Greve e em Estado de Assembleia Permanente, continue em sintonia com o sindicato e envie todas as informações sobre as atividades para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e eventuais denúncias sobre assédios e coações para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Reforçamos que em todas as unidades operacionais, onshore e offshore, a orientação é de realização de debates em grupo e levantamento sobre os principais problemas de saúde e segurança de cada local de trabalho.

Convocatória do Sindipetro Norte Fluminense aos trabalhadores petroleiros:

Motivos não faltam para estarmos mobilizados nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira, 14 de junho, os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil vão estar unidos em mais um grande protesto contra a sucessão de ataques que temos sofrido ao logo dos últimos anos. De modo mais específico, destaca-se o ataque brutal à Previdência Social, materializado pela proposta de reforma enviada ao Congresso Nacional pelo atual governo. Mas todos sabemos que as ações nefastas de desmonte do Estado e de destruição de políticas públicas espraiam-se por várias áreas, como a do meio ambiente, da educação, do respeito às minorias, das relações externas, da soberania nacional.

Todo este cenário aterrador seria suficiente para estarmos nós, petroleiros e petroleiras, juntos com todas as demais categoria neste dia de luta. Mas ainda há mais. Há os ataques específicos que nós temos sofrido da gestão da Petrobrás sob o governo Bolsonaro, em retrocessos que superam até mesmo os períodos neoliberais de Collor e FHC.

A cúpula da Petrobrás partiu para um confronto direto com a categoria petroleira ao apresentar a mais rebaixada contraproposta de Acordo Coletivo de Trabalho em toda a nossa história, prevendo cortes abissais em várias cláusulas, como tem divulgado o sindicato. Uma das estratégias mais notórias é buscar minar a liberdade de organização sindical, retirando direitos consagrados como a liberação de dirigente sindical e o desconto das mensalidades em folha de pagamento. Tudo para desmobilizar a categoria, para enfraquecê-la em suas reivindicações.

Nos locais de trabalho, a ambiência e a segurança estão extremamente deterioradas. O clima é de terror e perseguição por meio da adoção do sistema de consequências e dos desvios nas Permissões de Trabalho dos trabalhadores a bordo. A incerteza é geral em relação ao futuro, com unidades sendo vendidas e seus trabalhadores sendo tratados como mercadorias também à venda — ou que pode ser descartada se não for mais útil no entendimento da gestão entreguista.

Tentam nos dividir a todo custo, utilizando ferramentas para estimular a competição de todos contra todos e eliminar o espírito de pertencimento à Classe Trabalhadora — como o PCR, o PRVE, o fim da PLR e a indução dos técnicos de segurança a um comportamento delator em relação aos colegas.

As áreas operacionais estão cada vez mais inseguras, com redução nos investimentos em SMS e com a precarização das relações de trabalho. E as áreas administrativas sofrem com a carta branca aos assédios e perseguições. Entre os terceirizados, aumenta o desemprego e diminuem-se salários e benefícios — como a recente retirada de plano de saúde. Na Petros, a gestão da empresa impõe um equacionamento injusto e anuncia um plano controverso sem nenhum diálogo com as entidades sindicais.

Temos sido desrespeitados, ameaçados, coagidos, e temos que dar respostas à altura do que merecem os nossos algozes. A Petrobrás tem sido desmontada rumo à privatização sem que a sociedade brasileira tenha sequer a exata noção do tamanho do crime que está sendo cometido. Nosso pré-sal tem sido entregue às petrolíferas estrangeiras e destroem-se as garantias de que os recursos advindos dessa riqueza mineral sejam destinados à educação, à saúde, ao desenvolvimento econômico e social do povo brasileiro.

Eles não podem seguir impunes nesta toada insana de destruição. Nós, petroleiros e petroleiras, não permitiremos. Honraremos as nossas melhores tradições de luta e estaremos juntos a todos e todas neste 14 de junho.

Que não ousem duvidar da capacidade de luta da Classe Trabalhadora.

Saudações sindicais,

Diretoria do Sindipetro-NF

Macaé, 13 de Junho de 2019

Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros das bases do Sindipetro Duque de Caxias irão aderir à greve geral desta sexta-feira.  "Daremos início ao movimento de apoio à greve geral contra a reforma da previdência nesta quinta, 13 de junho", informou o sindicato.

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), a greve já começou, com a entrada dos trabalhadores do turno das 15h, que não terão rendição até às 23h de amanhã (14). 

"Não iremos fazer rendição na troca dos turnos, nossos colegas estarão nos piquetes. Somos contra a privatização da maior empresa do país e contra a reforma da previdência, que quer fazer o povo trabalhar até morrer", informou o Sindipetro.

Pela manhã, os trabalhadores do Terminal de Campos Elíseos (Tecam) e da Termoelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB) aderem à mobilização

As orientações são:

- os petroleiros que não estiverem do lado de dentro deverão participar dos piquetes nas portas das fábricas;

- os que entrarem hoje, logo mais às 15h, não deverão emitir PTs e só serão rendidos na troca do turno, às 23h do dia 14.

#PetroleirosNaGreveGeral #14J #privatizarfazmalaobrasil

[Com informações do Sindipetro Caxias]

Publicado em Sistema Petrobrás

O SINDIPETRO-RS informa que os trabalhadores do Sistema Petrobrás, no estado, aprovaram nas assembleias a participação na greve geral desta sexta-feira, 14 de junho. A paralisação na Refap, em Canoas, começa na noite de quinta-feira (13), com o corte na rendição do turno da zero hora. Na manhã seguinte, o movimento ganha o reforço dos trabalhadores do horário administrativo e também dos petroleiros dos terminais da Transpetro e termelétricas que integram a base do Sindipetro-RS.

A Greve Geral, convocada pelas centrais sindicais, tem como objetivo principal combater a reforma da previdência. Essa reforma, como apresentada pelo governo, acaba com o direito de uma aposentadoria digna. Conforme já demonstrado por diversas entidades, a reforma faz exatamente o contrário do que é propagandeado: não combate os privilégios e ainda diminui a aposentadoria e restringe seu acesso aos mais pobres.

A categoria, que já estava mobilizada devido aos ataques da empresa, que tem retirado direitos sistematicamente, e que, durante o processo de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho, apresentou uma proposta que foi rejeitada por unanimidade em todas as bases do Brasil, acabou estimulando a participação na greve geral com mais de 95% dos votos válidos.

A luta dos petroleiros é em defesa da Petrobrás, pela redução dos preços dos combustíveis, pelo direito a aposentadoria digna e por nenhum direito a menos.

[Via Sindipetro-RS]

Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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