×

Atenção

JUser: :_load: Não foi possível carregar usuário com ID: 66

Trabalhadores de diversas categorias profissionais protestaram na manhã desta sexta-feira (10) em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), na Avenida Paulista, contra a destruição dos direitos sociais e trabalhistas, pelo restabelecimento da democracia no país e em defesa da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva às eleições de outubro. "Lula é o candidato do povo e não é o (juiz federal Sérgio) Moro nem o (poder) Judiciário que vão decidir a eleição deste ano", afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas. O Dia do Basta está sendo organizado pelas centrais sindicais e frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, com manifestações e paralisações em cidades do país ao longo da sexta-feira.

Para Freitas, as eleições deste ano serão as mais importantes para os trabalhadores nos últimos anos. "Essa é a eleição das nossas vidas. Nada vai adiantar fechar acordos trabalhistas agora, porque, se eles ganharem, vai estar ratificado o golpe e vão retirar todos os direitos conquistados. Precisamos eleger um Congresso compromissado com o povo trabalhador. E a vitória definitiva passa pela eleição de Lula", discursou. 

O Dia do Basta reúne ações contra os principais problemas que afetam a população atualmente. O desalento, o desemprego, os salários baixos, a destruição dos direitos trabalhistas, o preço do gás de cozinha tão alto que muitas voltaram a cozinhar em fogões a lenha. E também contra a política de privatização do presidente Michel Temer (MDB-SP), que colocou à venda o patrimônio nacional.

O presidente da CUT ressaltou que o próximo governo deve revogar a reforma trabalhista, taxar as grandes fortunas e os lucros, impedir a reforma da previdência e trabalhar pelo desenvolvimento econômico do país, "que é o verdadeiro gerador de empregos". "Escolhemos este local como um símbolo, porque a Fiesp patrocinou o golpe. Os empresários financiaram o golpe com o objetivo de retirar direitos dos trabalhadores. Vamos fazer rico pagar imposto. Não adianta só tirar pobre da miséria, tem de tirar dinheiro dos ricos", disse.

O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, afirmou que a ideia das mobilizações de hoje também é expor a agenda dos trabalhadores para o próximo presidente. "Essa é a nossa agenda básica para o próximo governo. Estamos levando a todos os candidatos. Não dá mais para aguentar o desemprego, as péssimas condições de trabalho, a deterioração da qualidade de vida, o alto custo dos produtos básicos", afirmou. Para ele, os defensores da reforma trabalhista iludiram a população dizendo que geraria mais empregos, mas o resultado é mais desemprego e péssimas condições de trabalho.

O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Adilson Araújo, cotado para ser vice de Manuela D’Ávila antes da retirada de candidatura dela para ser vice de Fernando Haddad (PT), em caso de cassação do registro de Lula, exaltou a união em torno do ex-presidente.

"Hoje, 75% da população reconhece que a vida piorou desde o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff. São milhões de desempregados e desamparados. Famílias que já tiveram melhores condições de vida, que puderam viajar e estudar, sem recurso para comprar um gás. É possível romper esse ciclo neoliberal em busca de um país mais igualitário com a união dos trabalhadores", afirmou Araújo.

Presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah disse que o povo brasileiro está sendo devastado pelo golpismo do governo Temer, "mas Lula está livre na mente da população". "Mesmo preso ele é líder. E por que? Porque fez muito por esse país e tirou milhões da miséria", afirmou. 

A ação na Avenida Paulista foi pacífica e terminou com uma marcha até a sede da Petrobras, na mesma região. Durante todo o ato, um grupo de policiais protegeu o sapo inflável que fica na sede da Fiesp, representando a recusa a aumento de impostos.

Ainda em São Paulo, os metalúrgicos do ABC iniciam as mobilizações às 5h, com uma assembleia no pátio da Mercedes-BenzBancários fecharam agências e servidores públicos, químicos, petroleiros e eletricitários também realizaram paralisações. No interior do estado e na Grande São Paulo, os trabalhadores dos transportes, ligados a sindicatos paralisaram as atividades da zero hora até às 8h da manhã. Os petroleiros de São Paulo atrasaram de turnos.

[Via Rede Brasil Atual]

Publicado em Movimentos Sociais

Basta de desemprego, de preços abusivos do gás de cozinha e gasolina, basta de privatizações, de retrocessos sociais e trabalhistas, basta de arrocho salarial e de desmandos! É o que exigiram os trabalhadores e trabalhadoras em todo o País desde a madrugada desta sexta-feira (10), no Dia Nacional do Basta, com paralisações, atrasos de turnos, panfletagens, diálogo com a população e atos em diversas capitais.

Em algumas cidades, como Sorocaba, no interior de São Paulo, a capital Natal, no Rio Grande do Norte, e Feira de Santana, na Bahia, os rodoviários não saíram das garagens nesta manhã. Os trabalhadores e trabalhadoras das empresas Rosa, São João e Lira aderiram ao Dia do Basta e a paralisação atingiu 44 cidades da região de Sorocaba.

Em Natal, motoristas e cobradores de ônibus urbanos e intermunicipais paralisaram as atividades por duas horas em protesto contra a onda de retrocessos que ataca os direitos da classe trabalhadora desde o golpe de 2016 e para reivindicar dos patrões o aumento no valor do vale-alimentação.

REPRODUÇÃOReprodução
Ônibus parados em Natal, no Rio Grande do Norte

Os metalúrgicos e metalúrgicas do ABC Paulista realizaram assembleia nos locais de trabalho às 5h da manhã e atrasaram a entrada nas fábricas. Em seguida, mais de 12 ônibus saíram da região rumo ao ato unificado na Avenida Paulista, em frente à sede da Fiesp, para se juntar aos bancários, servidores municipais, estaduais e federais, trabalhadores da saúde, entre outras categorias que se concentram na capital paulista para um grande ato neste Dia do Basta.

Na Bahia, o dia também começou cedo. Foram realizadas, por volta das 5h da manhã, assembleias nos locais de trabalho para dialogar com os trabalhadores e trabalhadoras sobre a importância da luta contra os ataques aos direitos sociais e trabalhistas.

Das fábricas, lojas e refinarias da Petrobras, onde as mobilizações foram fortes, os trabalhadores e trabalhadoras se concentraram no centro de Salvador para uma caminhada que começou no Mercado Modelo e seguiu pela Rua do Comércio, onde está tudo fechado.

 

CUT-BA

Confira como foi as mobilizações na manhã desta sexta-feira (10) em todos os estados:

PERNAMBUCO

Em Pernambuco, os petroleiros e petroleiras fizeram uma manifestação em frente à Refinaria Abreu e Lima e à Transpetro Suape. Diversas rodovias foram fechadas no estado pelos movimentos populares, entre elas, a BR 232, na altura do Parque Aquático, em Moreno, e na altura de BR 232 Vitória – Galileia; BR 408 Nazaré - Mata Norte e Lourenço.

Em Recife, os servidores decidiram parar as atividades e estão fechadas as agência do INSS do Pina, Moreno, Areias, Casa Amarela, Afogados. Agências dos municípios do Cabo e Paulista também estão paradas.

Em São Bento do Una, no interior do estado, os servidores da educação estão totalmente parados e os servidores da saúde paralisaram parcialmente as atividades nesta sexta-feira. A cidade foi tomada por cavaletes e faixas contra os retrocessos.

SINDSPREV-PE

PARANÁ

No Paraná, as agências bancárias amanheceram paralisadas em Curitiba, Londrina, Cornélio Procópio, Apucarana, Arapoti, Umuarama, Guarapuava, Toledo, Campo Mourão e Paranavaí.

Em Araucária, os petroleiros e petroleiras da Refinaria Presidente Getúlio Vargas realizaram uma assembleia nesta manhã e atrasaram a entrada do primeiro turno em duas horas, contra a privatização da Petrobras e os preços abusivos dos combustíveis e gás de cozinha.



Na capital paranaense, os trabalhadores e trabalhadoras também realizaram manifestação em frente à Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP).

RIO DE JANEIRO

No Rio de Janeiro, a categoria petroleira paralisou as atividades nesta manhã, por volta das 6h, na Refinaria Duque de Caxias (Reduc) e na base da Petrobras de Imbetiba, em Macaé.

Bancários do Rio de Janeiro fizeram vigília nas principais agências do centro e as agências da Avenida Rio Branco não abriram as portas. O protesto da categoria no #DiaDoBasta serviu também para mandar um recado aos banqueiros que tentam impor, na negociação salarial, quatro anos sem aumento real e fim de alguns benefícios da Convenção Coletiva. 

Agências da Caixa Econômica Federal também ficaram fechadas nesta manhã em Teresópolis e no bairro Aterrado, no Sul Fluminense. Em Campos dos Goytacazes, oito das maiores agências da cidade, como Caixa, Santander, Itaú e Bradesco (calçadão), Santander, Bradesco e Banco do Brasil (Rua 13 de Maio) e Itaú (Rua Santos Dumont), abriram apenas às 12h. 

Em Angra dos Reis, os portuários realizaram panfletagem pela manhã.

SEEBSeeb
Campo dos Goytacazes

CUT-RJ

CEARÁ

Em Fortaleza, no Ceará, cerca de 5 mil trabalhadores e trabalhadores realizaram uma caminhada pelas ruas do centro na luta por um Brasil com mais empregos, sem desmontes, sem privatizações, com mais cidadania e pelo direito do ex-presidente Lula ser candidato nas eleições deste ano.

No Ceará, também foram registrados atos, caminhadas e paralisações em Madalena, Juazeiro do Norte, Limoeiro do Norte e Quixadá.

CUT-CE

BAHIA

Na Bahia, além da caminhada e do fechamento do comércio na região central de Salvador, os químicos do Polo Petroquímico, em Camaçari, paralisaram as atividades nesta manhã. Os trabalhadores também cruzaram os braços pela manhã na Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), em Salvador.

CUT-BACUT-BA
Paralisação na Chesf

Em Feira de Santana, bancários, que estão em campanha salarial e podem deflagrar greve em setembro, aderiram às paralisações do Dia do Basta e as agências só abriram às 12h.

PARÁ

No Pará, mais de 3 mil pessoas, entre bancários, professores, trabalhadores rurais, dos Correios e estudantes, realizaram um ato público em frente ao Banco da Amazônia nesta sexta-feira (10).

CUT-PA

Reprodução

MATO GROSSO DO SUL

No Mato Grosso do Sul, mais de 90% das escolas estaduais e municipais ficaram fechadas nesta sexta-feira. Junto com outras categorias profissionais, os educadores fizeram uma passeata pelas ruas de Campo Grande para dizer basta de desemprego, de retirada de direitos e de arrocho salarial. É o #DiaDoBasta com categorias mobilizadas em todo o País.

CUT-MS

MARANHÃO

No Maranhão, os trabalhadores e trabalhadoras se concentraram em frente a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) para dialogar com a população e exigir um basta às mazelas que o governo ilegítimo e golpista de Michel Temer (MDB-SP) está promovendo no País.

CUT-MA

SANTA CATARINA

Em Santa Catarina, nos municípios de Jaraguá do Sul e Guaramirim, a mobilização começou às 7h com panfletagens e assembleias nos locais de trabalho. Em São Bento do Sul, a panfletagem também iniciou cedo nas portas de fábrica, com a participação de mais de 1400 trabalhadores e trabalhadoras. 

CUT-SCCUT-SC
Panfletagem na porta de fábrica em São Bento do Sul

Em Florianópolis, na capital catarinense, as atividades começaram cedo na Praça XV, com o fechamento das agências bancárias, que ficaram paradas das 8h30 às 12h. Além disso, ocorreram panfletagens no comércio e no centro para chamar a população para o ato do Dia do Basta, que acontecerá a partir das 15h, na Udesc.

Panfletagens também ocorreram em Criciúma, Joinville, Nova Erechim, Blumenau, Apiúna, Lages, Curitibanos, Xanxerê, Concórdia e Chapecó.

CUT-SC

ESPÍRITO SANTO

Em Vitória, uma carretada percorreu as ruas da capital na manhã desta sexta-feira. Os portuários também aderiram às mobilizações e realizaram assembleias, panfletagens e diálogo com a população.

Reprodução

RIO GRANDE DO SUL

No Rio Grande do Sul, agências bancárias do centro da cidade ficaram fechadas até às 11h da manhã. Os petroleiros e petroleiras realizaram assembleia na Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) e no Terminal da Transpetro.

CUT-RS

Por volta das 7h, diversas categorias como bancários, professores e servidores públicos estaduais e municipais, com apoio de todas as centrais sindicais, se concentraram diante da Federação do Comércio (Fecomércio), no centro da cidade, onde realizaram um ato com caminhada em defesa dos direitos do trabalhadores.

CUT-RS

SÃO PAULO

Em São Paulo, além do ato na Avenida Paulista (confira vídeo abaixo), que reuniu diversas categorias para exigir um basta de retrocessos e retirada de direitos, teve assembleia em várias cidades da grande São Paulo e do interior.

No ABC paulista, além da mobilização dos metalúrgicos, teve atraso de turno nas empresas do ramo químico. Em Diadema, a paralisação foi na Sanko e em São Bernardo do Campo foi na empresa Lazzuril (SHerwin Williams). Já em Mauá, o protesto dos trabalhadores ocorreu na Refinaria de Capuava. Petroleiros também realizaram assembleia com atraso de turno na Refinaria de Paulínia (Replan), no interior de São Paulo.

REPRODUÇÃOReprodução
Refinaria de Capuava, em Mauá

Os eletricitários da base do Sinergia-CUT realizaram assembleias e atrasos de turno em Campinas, Bragança Paulista, Tatuí, São João da Boa Vista, São Carlos, na Cesp de Porto Primavera, Presidente Epitácio, Presidente Prudente e São José do Rio Pardo.

Sinergia-CUT

Em Taubaté, no distrito de Piracangagua, metalúrgicos, químicos, trabalhadores da refeição coletiva e condutores também aderiram às mobilizações do Dia do Basta.

SINDMETAU

Na capital paulista, jornalistas, gráficos e administrativos da Editora Abril protestam em frente ao prédio da empresa na Marginal Tietê, na Freguesia do O, zona oeste da capital paulista, lutando contra as centenas de demissões promovidas desde o início desta semana.

SJSP

MINAS GERAIS

Em Belo Horizonte, bancárias e bancários atrasaram por uma hora a abertura de algumas agências da região central. A partir das 11h, um ato na Praça Afonso Arinos reuniu trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias contra o desempregom, o arrocho salarial e a retirada de direitos.

BRASÍLIA

No Distrito Federal, as manifestações do Dia do Basta começaram por volta das 5h, com ato organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Urbana (Sindlurb), em frente à antiga sede da Sistema de Limpeza Urbana (SLU). No mesmo horário, os trabalhadores em transporte de bebidas do DF, organizados pelo Sintrabe, impediram a saída dos veículos de distribuição na fábrica da Coca-Cola, em Taguatinga, e realizaram panfletagem com diálogo com a base.

Diversos sindicatos organizaram suas categorias para panfletagem em locais distintos do DF, dentre eles: o Sindsep-DF (servidores públicos federais), Sindcom (comerciários), Sindbombeiros (bombeiros Civis), Sintect (trabalhadores dos Correios), Sindicato dos Professores (Sinpro), Sintfub (Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília), e a Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil).

CUT-DF

Já o Sindicato dos Bancários de Brasília organizou sua base e fechou as agências bancárias até às 12h.

Os eletricitários, organizados pelo STIU-DF, também participaram das ações pela manhã, e realizaram assembleias na sede da Eletronorte, Furnas e no Operador do Sistema Elétrico (ONS).

PIAUÍ

Em Teresina, os trabalhadores e trabalhadoras ocuparam a Praça Rio Branco, na manhã desta sexta, para protestar no #DiaDoBasta.

CUT-PI

[Via CUT]

Publicado em Movimentos Sociais

Em todo o país, petroleiros e petroleiras aderiram às mobilizações e atos convocados pela FUP e seus sindicatos nesta sexta-feira (10), Dia Nacional do Basta. A manifestação integra o calendário unificado de lutas das centrais sindicais, movimentos sociais e Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e demais centrais contra o desemprego, as privatizações, os aumentos abusivos do gás de cozinha e dos combustíveis e os ataques aos direitos dos trabalhadores que estão pagando a conta do golpe.

No Sistema Petrobrás, a luta é por um basta às privatizações, basta ao desemprego e à redução de efetivos, basta à entrega do Pré-Sal, basta às tentativas de retirada de direitos, basta aos ataques contra a organização sindical. As mobilizações desta sexta estão diretamente relacionadas à luta contra o golpe e pela retomada do projeto popular e democrático, cujas conquistas sociais estão sendo dizimadas pelos golpistas. No próximo dia 15, a FUP e seus sindicatos estarão em Brasília, junto com os movimentos sindicais e sociais em mais uma grande mobilização para recuperar o país de volta, garantindo o registro da candidatura de Lula à Presidência. 

Veja como foram as mobilizações desta sexta nas bases da FUP:

Em Pernambuco, os trabalhadores realizaram ato em frente à Refinaria Abreu e Lima e ao Terminal da Transpetro, em Suape. Após a mobilização, os petroleiros se somaram aos atos que estão sendo realizados nas principais cidades do estado. 

 

No Rio Grande do Norte, houve panfletagem na sede administrativa da Petrobrás, em Natal, de onde os petroleiros seguiram para o ato unificado das centrais. Em Mossoró, a mobilização foi no início da manhã, junto com várias categorias que seguiram em caminhada pelo centro da cidade.

No Amazonas, os petroleiros participaram de atos unificados em Manaus e demais cidades do estado.

 

 

Na Bahia, o Sindipetro realizou uma grande paralisação na área de produção Fazenda Bálsamo, no norte do Estado. Em Salvador, os petroleiros participaram do ato unificado das centrais sindicais.

No Ceará, a mobilização dos petroleiros foi em conjunto com os trabalhadores da Cegás, em Fortaleza, e participação no ato das centrais e movimentos sociais na Praça da Bandeira, no Centro da capital cearense.

 

 

No Espírito Santo, o Sindipetro participou de carreata, no início da manhã, que saiu da UFES e cortou os principais bairros de Vitória, até a Praça Costa Pereira, no centro da cidade.

 

 

Em Duque de Caxias, os petroleiros realizaram um grande ato unificado pela manhã, na entrada da Reduc, com participação de outras categorias e de movimentos sociais.

 

 

No Norte Fluminense, o Sindipetro realizou pela manhã um trancaço na sede da Petrobrás, na base de Imbetiba. À tarde, os petroleiros participam de atos de rua em Macaé e em Campos.

 

 

 

Em Minas Gerais, houve ato pela manhã na Regap, de onde os petroleiros seguiram para o ato unificado no centro de Belo Horizonte.

 

 

Em São Paulo, houve atrasos na entrada do expediente da Replan e da Recap. Em Paulínia, os petroleiros realizaram um ato político contra as reformas do governo golpista, os ataques aos direitos dos trabalhadores, a terceirização, as privatizações e a política de preços da Petrobrás. Em Mauá, após o ato na Recap, os trabalhadores fizeram uma caminhada pelas ruas da cidade.  Na capital do estado, os petroleiros participaram de ato unificado das centrais, em frente à sede da FIESP, na Avenida Paulista.

 

 

No Paraná, petroleiros, petroquímicos e trabalhadores dos setores de montagem e manutenção industrial da Repa e Fafen realizaram uma grande mobilização pela manhã, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. Houve também panfletagem pela manhã na SIX. Os trabalhadores se somarão ao ato unificado das centrais no Centro de Curitiba.

 

 

No Rio Grande do Sul, houve mobilizações pela manhã na Refap e terminais da Transpetro (Terig, Tenit, Tedut). Os petroleiros também participaram de atosno centro de Canoas e da manifestação unificada das centrais sindicais no centro de Porto Alegre.

[FUP]

b5b93e22-fb2a-42da-8e9b-e4dfa07f7161
14e8df33-5ccc-43bb-89c5-6e8494992e68
22822e16-d591-4112-bfe7-c2fd7e086a25
65cce785-d191-4160-88a1-4368a5e3d69a
10b6810e-62bc-4fa0-aafe-c228964d7776
f996f99d-45f5-45e0-af64-8ce37e759220
afc50b03-323f-41da-a638-589c97f78142
aceec9e8-16ac-470a-b0a6-0f27f2783b79
vale2
2ab02229-648f-44c1-9087-05d660cd8543
3c5cf974-190f-4004-af58-1d6960e4dc83
30bfb703-07dc-40c4-8bbf-6523cb574cc1
834a31e4-6ded-403a-9d62-d0ea468875f0
7a55ed6a-223b-4ad3-87d8-e2cef642bedf
6158865b-741b-4320-8ebf-5e10ebee9dd2
14e0742c-5b34-4e1f-919c-cc6948b7ca44
6f8ed703-0c79-49a8-b7da-82cd994e1e64
63d12608-d7d0-46fa-863e-fe85eac53978
82970337-873e-4728-be3a-e4188a491630
50841930-fbf1-4139-861d-8ea89932e776
0e69c458-f65c-4c0d-a3ed-9d4a2b04a473
7065f14d-a626-4caf-8ffb-613f98fcd1a5
ef248c3d-1606-4d4b-8eb2-83ba007ac8ea
bd7a2c27-43cb-425c-b351-66070a78ad87
3888546416337791467317296011114336309739520n
3881023716337321734030937302789741575929856n
389970391633732223403088979694156320342016n
eb9374c8-507c-4866-989c-bc98e176af47
5e3070f6-a634-4bfa-b5d6-ed235ec988a2
f1da448c-ab63-4ab2-bedc-a14e2f69039c
f0837c22-d623-4bbb-b45a-a58fd8ed3862
e1172659-9c26-4493-8ec8-6d30bd001ff3
e6ee3430-8400-4b07-8e20-7f723c47351d
2e23eac0-4890-415a-a876-3cf2147a2322
8ec1b78f-90aa-4a54-a301-ccfdb9fccdb7
55a6266f-25c3-46b6-8bdd-4178404f1089
e7964d4d-14a5-4626-b354-e41f2c25963c
49956930-b726-4bb2-89b8-cb692c859041
0739c12e-3849-452d-83ad-e00f36398f22
ca90bd26-c830-4a4a-b34d-cac522048578
d08ccea5-6f43-42e8-8be7-4fc1d57419dd
e945a236-f874-414a-8e17-cecacee6a9fd
2305dedd-3d1e-48a3-bbdf-2637469f1411
72aee741-97cb-4fdb-8d71-3321198785a0
2cc7d39e-3be4-4f16-af34-fe038d08dfe1
9b446af3-b0a8-497b-882f-e856a16e9679
a31a98e2-c39f-4363-aebe-28650bae528f
8aa832f3-62f6-4dcf-bbd3-20c32e8736da
ec00e92a-6ae9-45c5-9ed8-dc7ace22286f
29e42921-a98e-4a4d-92e8-544d22b65437
9e2b4d90-45d6-4ecc-82d0-4dc6ca270f12
be058a6f-2e59-4701-9519-fabf757c307b
7dd72f36-768c-403b-9823-29cf00d3d64b
3e3a8095-68e0-4dde-9094-2323480e8348
88b280d3-388e-45fc-84f9-970d23d29d96
a225da58-d5ab-46b0-923d-24309bd9a179
883755f7-c603-4aee-a9e8-b34691762f55
921b1576-1698-48ed-9392-87fbf2d9d6e6
388626891940750395947557961828990744526848o
3889765619407511792808123026006529653342208o
3870807819407516559474317691996534023389184o
388769981940751639280766794653186953576448o
3894252719407539826138653007543221162082304o
3887233619407548292804476702397843816054784o
3884644119407549159471052105196813047824384o
3886662419407552359470736543134752763805696o
3887812019406983726194261180301757910089728n
6b5c7ca9-4d03-41fe-8074-a6c55967741e
e7b69253-c2c1-4205-b819-e5f265eb20c7
vale

Publicado em Movimentos Sociais

As organizações de trabalhadores da Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone Sul nos unimos para lutar pela democracia em nossa região. Trinta anos depois as estratégias das forças conservadoras nacionais e estrangeiras para desestabilizar os governos populares são mais sofisticadas e penetram sutilmente em nossos povos para gerar um clima de mal-estar na cidadania.

Os governos da Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Venezuela e Uruguai avançaram – ainda com acertos e erros – para a redução das desigualdades, o melhoramento do nível de vida dos setores populares, a soberania econômica e política frente aos grandes grupos hegemônicos e à governança global neoliberal. E esta é a fonte da verdadeira oposição que tem exacerbado aos poderes fáticos econômicos e políticos.

As tentativas de restauração neoliberal em nossos países já não registram intentonas militaristas senão que se disfarçam de golpes suaves através de estratégias conspirativas graduais capazes de promover a derrubada de governos legitimamente eleitos.

O primeiro antecedente  desta nova estratégia global neoliberal foi o golpe de Estado contra o governo de Hugo Chávez em 2002, ao qual devemos acrescentar o golpe perpetrado em 2009 contra o presidente de Honduras Manuel Zelaya – con a anuência de todos os estados autodenominados democráticos e desenvolvidos-, a tentativa falida de golpe no Equador em 2010 disfarçada de rebelião policial e tentado novamente em 2011 na Argentina, a destituição do governo de Fernando Lugo no Paraguai com a cumplicidade do legislativo, e as tentativas de desestabilização do governo de Maduro, de Cristina Fernandez e Dilma Rousseff  nos últimos dois anos.

As acusações comuns de corrupção, supostos ataques à liberdade de imprensa e de empresa, populismo totalitaristas, clima de ingovernabilidade e intrigas, mostram também cenários comuns de defesa do status quo liberal: sistemas judiciais paralisados grupos corporativos econômicos, poderes legislativos sem iniciativas políticas alternativas, que se expressam uma e outra vez nos meios massivos de comunicação produtores de verdades marcadas por interesses antipopulares e neoliberais. Manipulação psicológica, operações de imprensa, agressões econômicas, um poder desmedido de organizações privadas e financeiras, que fazem manobras em favor de produzir a derrubada da independência e do poder efetivo de Estados soberanos.

Os representantes da Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone Sul reivindicamos a luta para alcançar uma democracia autêntica que defina a igualdade política, porém que também permita a eliminação de toda forma de discriminação, exclusão, desigualdade e aspire a fortalecer um enfoque de direitos, a distribuição das riquezas e o acesso universal aos direitos sociais, econômicos, culturais e ambientais.

Os sindicatos do MERCOSUL temos sido participantes de acionar os meios de Comunicação dedicados a macular a toda a cidadania com uma retórica contrária à integração regional, inclinada ao livre comércio e a uma enunciada liberdade de mercado e abertura ao mundo. Os ataques contínuos ao MERCOSUL calaram fundo em uma grande parte dos cidadãos de nossos países que se expressam desdenhando o processo de integração e na falsa consciência segundo a qual o MERCOSUL tem sido um produto falido e prejudicial para nossas nações.

A concentração dos meios de comunicação tem aprofundado o cerco informativo e impede às mulheres e homens de exercer o verdadeiro domínio democrático no que se refere à liberdade de expressão mais plena. Em nome desta liberdade, os grupos privados têm potencializado sua capacidade de pôr em xeque as instituições políticas e sociais e subvertem a democracia e a vontade de nossos povos de mudar seus destinos e conquistar a justiça social.

Este diagnóstico sentido e compartilhado pelos trabalhadores e trabalhadoras do Cone Sul nos exorta a lutar por uma verdadeira democracia na Comunicação e exigimos a sanção e cumprimento das leis de desconcentração dos capitais dos meios de comunicação, a limitação e penalidade vinculantes ante as tentativas de monopólio e oligopólio midiático e a abertura de fontes alternativas de comunicação para as organizações sociais, educativas, sindicais, comunitárias, etc.

Reivindicamos a capacidade soberana de nossos Estados frente a todos as tentativas da governança econômica global para “disciplinar” a nossas nações, rechaçamos as políticas neoliberais, - de ajuste e austeridade, entre outras -, que somente ampliam as desigualdades e condenam os povos à pobreza e a perda de toda autonomia que é a causa do debilitamento e deslegitimação da democracia.

Sustentamos a necessidade de aprofundar as transformações econômicas e políticas, que vão desde a reforma educativa e laboral no Chile como nas políticas de memória e justiça em todos os nossos países. Demandamos uma política mais eficaz do MERCOSUL e da UNASUL para conquistar a justiça social, a igualdade e o desenvolvimento sustentável na América do Sul. 

Somos conscientes que a luta pela democracia segue tão vigente como a trinta anos e que, como classe trabalhadora, resistiremos a todo tipo de embate destes poderes fáticos contra nossos governos, porém, acima de tudo, defenderemos categoricamente a ampliação de direitos civis, políticos, sociais e econômicos que temos alcançado nestas três décadas de democracia progressista. 

CGTRA – Argentina

CTA Autônoma – Argentina

CTA dos Trabalhadores – Argentina

CUT – Brasil

UGT – Brasil

Força Sindical – Brasil

CTB – Brasil

CUT – Chile

CAT – Chile

CUT – Paraguai

CNT- Paraguai

CUT Autêntica – Paraguai

PIT – CNT - Uruguai

CTV – Venezuela

CBST – Venezuela

UNETE – Venezuela

Fonte: CUT

Publicado em POLÍTICA

CUT e centrais sindicais estiveram juntas nessa quinta-feira (18) na mesa de abertura do Seminário Internacional Saúde, Trabalho e Ação Sindical promovido pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), na sede da Escola Sindical do Dieese, em São Paulo.

O evento reuni 150 pessoas, entre sindicalistas, representantes da academia e outras ligadas ao campo da Saúde do Trabalhador e tem o objetivo de debater os efeitos da organização do trabalho sobre a Saúde do Trabalhador em todo o mundo. Estiveram presentes delegações da Argentina, Espanha e França.

O seminário conta com apoio do Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho (Diesat), da CUT e demais centrais, do Sindicato Únicos dos Empregados em Estabelecimentos de Serviço e Saúde de Osasco e Região, do Sindicato dos Oficias Marceneiros de São Paulo e do Consulado de França em São Paulo.

Para a Secretária da Saúde do Trabalhador da Central Única do Trabalhador (CUT), Junéia Martins Batista, discutir a saúde nesta conjuntura política é fundamental. “Todas as medidas que o governo vem anunciando desde dezembro do ano passado, TODAS, prejudicam e afetam a saúde do trabalhador”, destaca ela.

Na opinião da CUT é essencial a Organização no Local de Trabalho (OLT) para que os trabalhadores identifiquem o que de fato afeta sua saúde e tenham condições de discutir e propor mudanças pela melhoria dos ambientes e dos processos de trabalho. “Dessa forma você envolve o trabalhador na discussão para poder debater com os outros trabalhadores. Não adianta ter equipamento e proteção individual - EPI,  se os  trabalhadores  não têm o direito de avaliar as condições em que trabalham. Organização do local de trabalho, é uma discussão que a CUT faz desde a década de 80” lembra Junéia. “Há uma enorme diferença entre trabalho prescrito e trabalho real. Só quem faz o trabalho que sabe como é o processo”, finaliza a secretária.

Nós estamos vivendo num momento do país de redução do ritmo de atividade econômica e que historicamente quando acontece isso, a tendência é a precarização das condições de trabalho com impactos na saúde do trabalhador. O Diretor da Escola DIEESE de Ciências do Trabalho, Nelson Karan, afirma que o objetivo do seminário é trazer o debate das relações do trabalho e da saúde junto com a classe trabalhadora. “No seminário serão apresentadas várias visões e o DIEESE vai disponibilizar vários estudos e pesquisas sobre o tema”, afirmou Nelson.

O trabalhador que realiza o processo, que vai resultar num produto final, é quem sente o peso das más condições de trabalho. “A dificuldade é o trabalhador perceber a relação da saúde com o ambiente do trabalho. Ele não reconhece o adoecimento como vinculado ao exercício do trabalho”, afirma ele.

O Trabalho permite o desenvolvimento da pessoa e faz construir a própria identidade. Para o representante do Conselho Nacional de Investigações Cientificas e Técnicas (Conicet) da Argentina, Julio Neffa, o trabalho também é um desafio. “O trabalho implica envolvimento, compromisso e se faz o que gosta pode ser até uma função terapêutica. É bom lembrar que não é o trabalho que adoece e sim a condição no qual se executa o trabalho”, finaliza ele.

Fonte: FUP

Publicado em SAÚDE DO TRABALHADOR
A Central Única dos Trabalhadore (CUT) e o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) avaliam positivamente as medidas para o setor elétrico, anunciadas pelo governo brasileiro no último dia 11 de setembro. Para a CUT, com a renovação dos 20 contratos de concessões que vencem até 2015, será possível reduzir o custo da energia de [...]

Leia mais: http://juventudepetroleira.wordpress.com/2012/09/13/entidades-e-movimentos-sociais-se-posicionam-em-relacao-as-medidas-do-governo-para-o-setor-eletrico/

Publicado em JUVENTUDE PETROLEIRA
Artur Henrique, presidente da Central, sintetiza as principais lutas e desafios nos últimos seis anos em CUT: um olhar de 2006 a 2012 São Paulo – O 11º Congresso Nacional da CUT (Concut) encerra o período em que Artur Henrique esteve à frente da maior central sindical do país. Técnico eletrotécnico, sociólogo de formação e [...]

Leia mais: http://juventudepetroleira.wordpress.com/2012/07/19/livro-resgata-atuacao-da-cut-nas-eras-lula-e-dilma/

Publicado em JUVENTUDE PETROLEIRA
“A tarefa do Prêmio CUT é fazer um resgate histórico, contribuir para a sociedade fazer uma reflexão sobre o presente, olhando para o futuro”. Com esta frase, Artur Henrique, presidente da CUT, resumiu, nesta sexta-feira (18),  para jornalistas da imprensa sindical, bloqueiros e veículos parceiros, que foram cobrir o 5º Cartas da Mesa – encontro [...]

Leia mais: http://juventudepetroleira.wordpress.com/2011/11/21/premio-cut-vai-homenagear-blogueiros-progressistas/

Publicado em JUVENTUDE PETROLEIRA
Página 8 de 8

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

Instagram