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Em todo o país, petroleiros e petroleiras aderiram às mobilizações e atos convocados pela FUP e seus sindicatos nesta sexta-feira (10), Dia Nacional do Basta. A manifestação integra o calendário unificado de lutas das centrais sindicais, movimentos sociais e Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e demais centrais contra o desemprego, as privatizações, os aumentos abusivos do gás de cozinha e dos combustíveis e os ataques aos direitos dos trabalhadores que estão pagando a conta do golpe.

No Sistema Petrobrás, a luta é por um basta às privatizações, basta ao desemprego e à redução de efetivos, basta à entrega do Pré-Sal, basta às tentativas de retirada de direitos, basta aos ataques contra a organização sindical. As mobilizações desta sexta estão diretamente relacionadas à luta contra o golpe e pela retomada do projeto popular e democrático, cujas conquistas sociais estão sendo dizimadas pelos golpistas. No próximo dia 15, a FUP e seus sindicatos estarão em Brasília, junto com os movimentos sindicais e sociais em mais uma grande mobilização para recuperar o país de volta, garantindo o registro da candidatura de Lula à Presidência. 

Veja como foram as mobilizações desta sexta nas bases da FUP:

Em Pernambuco, os trabalhadores realizaram ato em frente à Refinaria Abreu e Lima e ao Terminal da Transpetro, em Suape. Após a mobilização, os petroleiros se somaram aos atos que estão sendo realizados nas principais cidades do estado. 

 

No Rio Grande do Norte, houve panfletagem na sede administrativa da Petrobrás, em Natal, de onde os petroleiros seguiram para o ato unificado das centrais. Em Mossoró, a mobilização foi no início da manhã, junto com várias categorias que seguiram em caminhada pelo centro da cidade.

No Amazonas, os petroleiros participaram de atos unificados em Manaus e demais cidades do estado.

 

 

Na Bahia, o Sindipetro realizou uma grande paralisação na área de produção Fazenda Bálsamo, no norte do Estado. Em Salvador, os petroleiros participaram do ato unificado das centrais sindicais.

No Ceará, a mobilização dos petroleiros foi em conjunto com os trabalhadores da Cegás, em Fortaleza, e participação no ato das centrais e movimentos sociais na Praça da Bandeira, no Centro da capital cearense.

 

 

No Espírito Santo, o Sindipetro participou de carreata, no início da manhã, que saiu da UFES e cortou os principais bairros de Vitória, até a Praça Costa Pereira, no centro da cidade.

 

 

Em Duque de Caxias, os petroleiros realizaram um grande ato unificado pela manhã, na entrada da Reduc, com participação de outras categorias e de movimentos sociais.

 

 

No Norte Fluminense, o Sindipetro realizou pela manhã um trancaço na sede da Petrobrás, na base de Imbetiba. À tarde, os petroleiros participam de atos de rua em Macaé e em Campos.

 

 

 

Em Minas Gerais, houve ato pela manhã na Regap, de onde os petroleiros seguiram para o ato unificado no centro de Belo Horizonte.

 

 

Em São Paulo, houve atrasos na entrada do expediente da Replan e da Recap. Em Paulínia, os petroleiros realizaram um ato político contra as reformas do governo golpista, os ataques aos direitos dos trabalhadores, a terceirização, as privatizações e a política de preços da Petrobrás. Em Mauá, após o ato na Recap, os trabalhadores fizeram uma caminhada pelas ruas da cidade.  Na capital do estado, os petroleiros participaram de ato unificado das centrais, em frente à sede da FIESP, na Avenida Paulista.

 

 

No Paraná, petroleiros, petroquímicos e trabalhadores dos setores de montagem e manutenção industrial da Repa e Fafen realizaram uma grande mobilização pela manhã, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. Houve também panfletagem pela manhã na SIX. Os trabalhadores se somarão ao ato unificado das centrais no Centro de Curitiba.

 

 

No Rio Grande do Sul, houve mobilizações pela manhã na Refap e terminais da Transpetro (Terig, Tenit, Tedut). Os petroleiros também participaram de atosno centro de Canoas e da manifestação unificada das centrais sindicais no centro de Porto Alegre.

[FUP]

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Publicado em Movimentos Sociais

As organizações de trabalhadores da Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone Sul nos unimos para lutar pela democracia em nossa região. Trinta anos depois as estratégias das forças conservadoras nacionais e estrangeiras para desestabilizar os governos populares são mais sofisticadas e penetram sutilmente em nossos povos para gerar um clima de mal-estar na cidadania.

Os governos da Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Venezuela e Uruguai avançaram – ainda com acertos e erros – para a redução das desigualdades, o melhoramento do nível de vida dos setores populares, a soberania econômica e política frente aos grandes grupos hegemônicos e à governança global neoliberal. E esta é a fonte da verdadeira oposição que tem exacerbado aos poderes fáticos econômicos e políticos.

As tentativas de restauração neoliberal em nossos países já não registram intentonas militaristas senão que se disfarçam de golpes suaves através de estratégias conspirativas graduais capazes de promover a derrubada de governos legitimamente eleitos.

O primeiro antecedente  desta nova estratégia global neoliberal foi o golpe de Estado contra o governo de Hugo Chávez em 2002, ao qual devemos acrescentar o golpe perpetrado em 2009 contra o presidente de Honduras Manuel Zelaya – con a anuência de todos os estados autodenominados democráticos e desenvolvidos-, a tentativa falida de golpe no Equador em 2010 disfarçada de rebelião policial e tentado novamente em 2011 na Argentina, a destituição do governo de Fernando Lugo no Paraguai com a cumplicidade do legislativo, e as tentativas de desestabilização do governo de Maduro, de Cristina Fernandez e Dilma Rousseff  nos últimos dois anos.

As acusações comuns de corrupção, supostos ataques à liberdade de imprensa e de empresa, populismo totalitaristas, clima de ingovernabilidade e intrigas, mostram também cenários comuns de defesa do status quo liberal: sistemas judiciais paralisados grupos corporativos econômicos, poderes legislativos sem iniciativas políticas alternativas, que se expressam uma e outra vez nos meios massivos de comunicação produtores de verdades marcadas por interesses antipopulares e neoliberais. Manipulação psicológica, operações de imprensa, agressões econômicas, um poder desmedido de organizações privadas e financeiras, que fazem manobras em favor de produzir a derrubada da independência e do poder efetivo de Estados soberanos.

Os representantes da Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone Sul reivindicamos a luta para alcançar uma democracia autêntica que defina a igualdade política, porém que também permita a eliminação de toda forma de discriminação, exclusão, desigualdade e aspire a fortalecer um enfoque de direitos, a distribuição das riquezas e o acesso universal aos direitos sociais, econômicos, culturais e ambientais.

Os sindicatos do MERCOSUL temos sido participantes de acionar os meios de Comunicação dedicados a macular a toda a cidadania com uma retórica contrária à integração regional, inclinada ao livre comércio e a uma enunciada liberdade de mercado e abertura ao mundo. Os ataques contínuos ao MERCOSUL calaram fundo em uma grande parte dos cidadãos de nossos países que se expressam desdenhando o processo de integração e na falsa consciência segundo a qual o MERCOSUL tem sido um produto falido e prejudicial para nossas nações.

A concentração dos meios de comunicação tem aprofundado o cerco informativo e impede às mulheres e homens de exercer o verdadeiro domínio democrático no que se refere à liberdade de expressão mais plena. Em nome desta liberdade, os grupos privados têm potencializado sua capacidade de pôr em xeque as instituições políticas e sociais e subvertem a democracia e a vontade de nossos povos de mudar seus destinos e conquistar a justiça social.

Este diagnóstico sentido e compartilhado pelos trabalhadores e trabalhadoras do Cone Sul nos exorta a lutar por uma verdadeira democracia na Comunicação e exigimos a sanção e cumprimento das leis de desconcentração dos capitais dos meios de comunicação, a limitação e penalidade vinculantes ante as tentativas de monopólio e oligopólio midiático e a abertura de fontes alternativas de comunicação para as organizações sociais, educativas, sindicais, comunitárias, etc.

Reivindicamos a capacidade soberana de nossos Estados frente a todos as tentativas da governança econômica global para “disciplinar” a nossas nações, rechaçamos as políticas neoliberais, - de ajuste e austeridade, entre outras -, que somente ampliam as desigualdades e condenam os povos à pobreza e a perda de toda autonomia que é a causa do debilitamento e deslegitimação da democracia.

Sustentamos a necessidade de aprofundar as transformações econômicas e políticas, que vão desde a reforma educativa e laboral no Chile como nas políticas de memória e justiça em todos os nossos países. Demandamos uma política mais eficaz do MERCOSUL e da UNASUL para conquistar a justiça social, a igualdade e o desenvolvimento sustentável na América do Sul. 

Somos conscientes que a luta pela democracia segue tão vigente como a trinta anos e que, como classe trabalhadora, resistiremos a todo tipo de embate destes poderes fáticos contra nossos governos, porém, acima de tudo, defenderemos categoricamente a ampliação de direitos civis, políticos, sociais e econômicos que temos alcançado nestas três décadas de democracia progressista. 

CGTRA – Argentina

CTA Autônoma – Argentina

CTA dos Trabalhadores – Argentina

CUT – Brasil

UGT – Brasil

Força Sindical – Brasil

CTB – Brasil

CUT – Chile

CAT – Chile

CUT – Paraguai

CNT- Paraguai

CUT Autêntica – Paraguai

PIT – CNT - Uruguai

CTV – Venezuela

CBST – Venezuela

UNETE – Venezuela

Fonte: CUT

Publicado em POLÍTICA

CUT e centrais sindicais estiveram juntas nessa quinta-feira (18) na mesa de abertura do Seminário Internacional Saúde, Trabalho e Ação Sindical promovido pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), na sede da Escola Sindical do Dieese, em São Paulo.

O evento reuni 150 pessoas, entre sindicalistas, representantes da academia e outras ligadas ao campo da Saúde do Trabalhador e tem o objetivo de debater os efeitos da organização do trabalho sobre a Saúde do Trabalhador em todo o mundo. Estiveram presentes delegações da Argentina, Espanha e França.

O seminário conta com apoio do Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho (Diesat), da CUT e demais centrais, do Sindicato Únicos dos Empregados em Estabelecimentos de Serviço e Saúde de Osasco e Região, do Sindicato dos Oficias Marceneiros de São Paulo e do Consulado de França em São Paulo.

Para a Secretária da Saúde do Trabalhador da Central Única do Trabalhador (CUT), Junéia Martins Batista, discutir a saúde nesta conjuntura política é fundamental. “Todas as medidas que o governo vem anunciando desde dezembro do ano passado, TODAS, prejudicam e afetam a saúde do trabalhador”, destaca ela.

Na opinião da CUT é essencial a Organização no Local de Trabalho (OLT) para que os trabalhadores identifiquem o que de fato afeta sua saúde e tenham condições de discutir e propor mudanças pela melhoria dos ambientes e dos processos de trabalho. “Dessa forma você envolve o trabalhador na discussão para poder debater com os outros trabalhadores. Não adianta ter equipamento e proteção individual - EPI,  se os  trabalhadores  não têm o direito de avaliar as condições em que trabalham. Organização do local de trabalho, é uma discussão que a CUT faz desde a década de 80” lembra Junéia. “Há uma enorme diferença entre trabalho prescrito e trabalho real. Só quem faz o trabalho que sabe como é o processo”, finaliza a secretária.

Nós estamos vivendo num momento do país de redução do ritmo de atividade econômica e que historicamente quando acontece isso, a tendência é a precarização das condições de trabalho com impactos na saúde do trabalhador. O Diretor da Escola DIEESE de Ciências do Trabalho, Nelson Karan, afirma que o objetivo do seminário é trazer o debate das relações do trabalho e da saúde junto com a classe trabalhadora. “No seminário serão apresentadas várias visões e o DIEESE vai disponibilizar vários estudos e pesquisas sobre o tema”, afirmou Nelson.

O trabalhador que realiza o processo, que vai resultar num produto final, é quem sente o peso das más condições de trabalho. “A dificuldade é o trabalhador perceber a relação da saúde com o ambiente do trabalho. Ele não reconhece o adoecimento como vinculado ao exercício do trabalho”, afirma ele.

O Trabalho permite o desenvolvimento da pessoa e faz construir a própria identidade. Para o representante do Conselho Nacional de Investigações Cientificas e Técnicas (Conicet) da Argentina, Julio Neffa, o trabalho também é um desafio. “O trabalho implica envolvimento, compromisso e se faz o que gosta pode ser até uma função terapêutica. É bom lembrar que não é o trabalho que adoece e sim a condição no qual se executa o trabalho”, finaliza ele.

Fonte: FUP

Publicado em SAÚDE DO TRABALHADOR
A Central Única dos Trabalhadore (CUT) e o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) avaliam positivamente as medidas para o setor elétrico, anunciadas pelo governo brasileiro no último dia 11 de setembro. Para a CUT, com a renovação dos 20 contratos de concessões que vencem até 2015, será possível reduzir o custo da energia de [...]

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Publicado em JUVENTUDE PETROLEIRA
Artur Henrique, presidente da Central, sintetiza as principais lutas e desafios nos últimos seis anos em CUT: um olhar de 2006 a 2012 São Paulo – O 11º Congresso Nacional da CUT (Concut) encerra o período em que Artur Henrique esteve à frente da maior central sindical do país. Técnico eletrotécnico, sociólogo de formação e [...]

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Publicado em JUVENTUDE PETROLEIRA
“A tarefa do Prêmio CUT é fazer um resgate histórico, contribuir para a sociedade fazer uma reflexão sobre o presente, olhando para o futuro”. Com esta frase, Artur Henrique, presidente da CUT, resumiu, nesta sexta-feira (18),  para jornalistas da imprensa sindical, bloqueiros e veículos parceiros, que foram cobrir o 5º Cartas da Mesa – encontro [...]

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Publicado em JUVENTUDE PETROLEIRA
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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