No intuito de impedir que a Petrobras feche de vez as bases de produção do petróleo no Rio Grande do Norte, o Sindipetro-RN está intensificando a campanha “Pelo Povo Potiguar, a Petrobras Fica no RN” e reforçou a cobrança a políticos, entidades e sociedade civil ao engajamento na luta pela permanência da empresa no Estado.

Dessa vez, devido as normas de isolamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), os sindicalistas enviaram eletronicamente um documento a todos os seguimentos da sociedade cobrando a intervenção política.

documento traz um apanhado de dados, informações e matérias que demonstram as ações que o Sindicato vem desenvolvendo para manter a produção nos campos da Bacia Potiguar.

Histórico

O Sindicato tem cobrado da Companhia a manutenção de investimentos para a região e exigido o cumprimento da sua responsabilidade social, enquanto empresa estatal geradora de serviços e de uma grande rede econômica, da qual muitos municípios e o próprio Estado são pertencentes.

“Agora, os desafios são maiores. Um governo entreguista se instaurou no Brasil após uma disputa eleitoral injusta e está vendendo à preço de banana os ativos da região. E quem lucra com tudo isto não é o Brasil, e sim ao capital estrangeiro, por meio de negociações ocultas”, afirma o Sindicato.

“A política de preços e de privatização da gestão da Petrobras, que já entregou o controle da BR Distribuidora, Liquigás e mantém ativa a venda de refinarias, agora se revela desastrosa com a baixa demanda de combustíveis provocada pela pandemia do coronavírus”, afirmou o diretor do Sindipetro-RN, Rodolpho Vasconcelos.

Segundo o dirigente, a cadeia integrada, defendida por petrolíferas mundiais, permite manter a empresa saudável nesse período de redução do preço internacional do barril de petróleo e “acirrada disputa entre grandes produtores da commodity”.  No entanto, a Petrobras lançou um plano de redução de 200 mil barris por dia, fechou 62 plataformas marítimas, dessas 24 são do Rio Grande do Norte, e continua paralisando poços terrestres. O polo industrial de Guamaré trabalha com sua capacidade reduzida no processamento de gasolina, diesel e gás, tendo paralisado a produção de querosene de avião.

Estima-se que, desde 2019, mais de mil trabalhadores diretos do setor já foram demitidos e outros 300 transferidos para a região Sudeste. E a tendência, segundo o sindicato, é que outros 800 fiquem desempregados nos próximos meses.

“Isso gera um impacto social e econômico enorme, com significativa redução de tributos, royaties e a própria renda gerada pela atividade”, avalia Rodolpho.

Desde o ano passado, o Sindicato dos Petroleiros e Petroleiras do Rio Grande do Norte vem tentando reforçar essa luta por meio da campanha Pelo povo potiguar, a Petrobrás fica no RN, com objetivo de aglutinar forças de todos os campos da sociedade para defender a sua permanência no Estado e barrar o desmonte da Companhia.

Iniciativa da Bahia

Na manhã da terça-feira (21), feriado de Tiradentes, prefeitos, parlamentares e representantes da FUP, Sindipetro Bahia e CUT, participaram de uma reunião virtual em caráter de urgência para tratar sobre a decisão da direção da Petrobras de fechar vários campos terrestres de petróleo no Nordeste e norte do Espirito Santo.

[Via Sindipetro-RN]

Publicado em Sistema Petrobrás

A notícia da decisão da direção da Petrobrás de hibernar (fechar) vários campos terrestres da UO-BA, dada em primeira mão pelo Sindipetro Bahia, caiu como uma bomba, não só entre a categoria, mas também entre os prefeitos de muitos municípios que vão ser atingidos, vereadores, deputados e senadores.

Mas a diretoria do Sindipetro já entrou em campo para tentar barrar esse absurdo que vai levar à perda da arrecadação de muitos municípios e do estado da Bahia, além do aumento do número de desempregados, contribuindo para acirrar a crise econômica do país em plena pandemia da Covid-19.

Reunião com prefeitos e vereadores

O Sindipetro já solicitou reunião com os prefeitos e os presidentes das câmaras de vereadores dos municípios produtores de petróleo e gás da Bahia. A reunião está sendo articulada pela Prefeita de Cardeal da Silva, Mariane Mercuri (PTN), envolvendo principalmente as cidades de Esplanada, Entre Rios, Cardeal da Silva, Alagoinhas, Araças, Itanagra, Catu, Pojuca, Mata de São João, São Sebastião do Passé, Candeias e São Francisco do Conde.

A reunião está prevista para acontecer na próxima terça-feira (21), ás 10h. Além disso, os diretores do Sindipetro procuraram os deputados federais Joseildo Ramos (PT), Paulo Azi (DEM), João Carlos Bacelar (Podemos) e Jorge Solla (PT), além do senador Jaques Wagner (PT). Já foi solicitada também reunião com o governador do estado, Rui Costa. E foi feito ainda o pedido de uma articulação política na Assembleia Legislativa da Bahia através dos deputados Alex Lima (PSB) e Rosemberg Pinto ( PT). Desta forma, pretendemos buscar articulações políticas com a bancada baiana de senadores, deputados federais, estaduais, além de vereadores e governo do estado.

Além disso, o Sindipetro estará tratando e buscando outras alternativas e ações, nas esferas sociais, jurídicas e na imprensa, que já se interessou em repercutir o assunto. Vamos dar ampla publicidade, utilizando vários meios, para que a sociedade baiana fique ciente sobre o que está acontecendo e se junte ao Sindipetro nessa luta em defesa da Petrobrás e dos empregos.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Dois trabalhadores da empresa Perbras ficaram feridos em um acidente que aconteceu por volta das 11h desta segunda-feira (30), na sonda SPT-92. Eles sofreram queimaduras após a ocorrência de um Kick (fluxo descontrolado de hidrocarbonetos, gás ou água saindo de um poço de petróleo devido a alguma falha no seu sistema de controle de pressão), seguido de incêndio, no poço em que estavam trabalhando.

A sonda com oito trabalhadores da Bahia estava atuando no Rio Grande do Norte, no Campo de Riacho da Forquilha, e prestava serviço para a empresa Petrorecôncavo. Os trabalhadores foram socorridos a um hospital de Mossoró, mas segundo informações obtidas pelo Sindipetro Bahia eles não correm risco de morte e passam bem.

O fogo foi debelado por volta das 13h após atuação das equipes da Perbras e Petrorecôncavo . O sindicato está buscando mais informações e acompanhando o estado de saúde dos trabalhadores que tiveram queimaduras após o acidente.

[Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Na manhã desta sexta-feira, 7, a categoria petroleira se mobilizou em uma grande manifestação, reunindo cerca de 100 trabalhadores (da estatal e do setor privado) do Rio Grande do Norte, que cominou numa grande assembleia realizada na Estrada do Óleo, que dá acesso à base do S7, no Alto do Rodrigues.

Durante a mobilização, que causou um grande congestionamento, ambulâncias, viaturas policias e caminhões de combustível tiveram acesso facilitado para não haver maiores problemas.

A ação faz parte da greve nacional da categoria que teve início no último dia 1º e já reúne mais 18 mil petroleiros em todo o país, e tem como propósito barrar o descumprimento de Acordo Coletivo de Trabalho pela Companhia, denunciar a demissão e transferência de trabalhadores, próprios e contratados, além de impedir o desmonte e venda de ativos em todo o Sistema Petrobrás.

Até o momento a FUP e Sindicatos mobilizam 69 bases operacionais, em 13 estados em áreas operacionais e administrativas. As atividades estão acontecendo em 27 plataformas; 11 refinarias; 14 terminais; 7 campos terrestres; 4 termelétricas; 2 UTGC; 1 usina de biocombustível; 1 fábrica de fertilizantes; 1 fábrica de lubrificantes e uma fábrica de xisto.

Chamada

Na parte da tarde, mais precisamente às 16h, o SINDIPETRO-RN realizará uma assembleia com os trabalhadores na base administrativa de Natal. Nela serão repassados os informes sobre como está o movimento à nível nacional, e como tem sido a participação da categoria no Rio Grande do Norte.

 [Via Sindipetro-RN]

Publicado em Sistema Petrobrás

A cada dia a greve nacional dos petroleiros ganha força na Bahia. Há piquetes em todas as unidades do Sistema Petrobras no estado.

Na manhã dessa terça-feira (04) os trabalhadores próprios e terceirizados de Taquipe permaneceram em frente à unidade até às 11h, retornando para as suas residências após esse horário.

A paralisação gerou um grande engarrafamento na área. Taquipe é a maior unidade da Petrobras no estado em número de funcionários. São mais de 1.500 pessoas entre próprios e terceirizados.

Em outras unidades da UO-BA como Miranga, Santiago, Buracica, Bálsamo e Araças, o procedimento está sendo o mesmo. Todos estão de braços cruzados.

Só está sendo liberada a entrada de alguns gerentes, mesmo assim após negociação com os diretores do Sindipetro que estão à frente dos piquetes.

Na Rlam, Temadre e Termoéletricas também há piquetes de convencimento.

Os piquetes tem sido locais de debates entre os diretores do Sindipetro e a categoria, que entende a importância de intensificar o movimento.

A produção da UO-BA já sente os primeiro impactos da diminuição das atividades, mas o sindicato está atento a situações de emergências que envolvam a segurança das pessoas e das instalações, assim como a preservação do meio ambiente.

A greve já atinge 30 bases operacionais em 12  estados. Os petroleiros reivindicam o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria e a suspensão das demissões dos trabalhadores da FAFEN Paraná (396 trabalhadores próprios e 600 terceirizados).

 [Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

A direção da Petrobrás decidiu encerrar as atividades de oito sondas de produção terrestre (SPTs), que pertencem a empresa  Perbras, que presta serviço à UO-BA. Com isso, cerca de 400 trabalhadores serão demitidos. Mas a projeção é que esse número ultrapasse 600, levando em conta que os trabalhadores subcontratados nas atividades de transporte, alimentação e hotelaria também serão impactados.

As demissões e redução das atividades de petróleo vão afetar a economia e o orçamento de diversos municípios, principalmente os de Alagoinhas, Catu, Entre Rios, Araças e Esplanada, que sofrerão com a redução da arrecadação do ISS e dos royalties.

As demissões se somam às centenas de outras que estão sendo efetuadas desde que a atual gestão da Petrobrás deu inicio ao seu projeto de desmonte da estatal na Bahia. De outubro do ano passado até agora foram demitidos cerca de 400 empregados terceirizados que prestavam serviço na FAFEN, 150 que atuavam na Sonda de perfuração 109, além de aproximadamente mil trabalhadores que deverão ser demitidos quando o edifício Torre Pituba (sede administrativa da Petrobrás) for totalmente desativado, o que deve acontecer até o mês de junho.

Para o diretor de comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa, as desativações e fechamentos de unidades e sondas de petróleo “estão sendo feitas a partir  de uma  decisão política, sem amparo técnico nem econômico, tomada pelo governo federal e executada pela direção da estatal”.

Para Radiovaldo é triste e revoltante ver o que está acontecendo com a Petrobras na Bahia. “Os poços estão dando bons resultados e o seu custo de produção é cada vez menor. Esses equipamentos poderiam continuar em operação atendendo as necessidades da própria estatal e contribuindo com o desenvolvimento local, além do fortalecimento da economia baiana”.

Para o sindicalista, essas 400 demissões entram na conta do governo federal que controla a Petrobrás e optou por uma gestão que enfraquece a empresa. “Não há empatia da direção da estatal e do atual governo com o povo brasileiro. No lugar de fomentar a economia e gerar empregos, estão engrossando a fila de desempregados”.

Para ele a luta para evitar a saída da Petrobrás da Bahia não é só dos petroleiros concursados ou terceirizados, mas de toda a sociedade e do segmento político do estado, pois todos serão prejudicados.


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Petroleiros rumo à greve


[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

Os trabalhadores da Perbras do contrato de manutenção realizaram terça-feira (21) uma segunda paralisação, desta vez no campo de Araçás (BA). A ação responde à recusa da Perbras em incluir os dependentes dos trabalhadores no plano de saúde, e teve adesão total dos trabalhadores.

O Sindipetro Bahia vem negociando a medida há cerca de dois meses, mas a Perbras até o momento não permitiu a sua viabilização. O diretor do sindicato, Radiovaldo Costa, lembra que a obrigatoriedade das prestadoras de serviços de incluir os dependentes foi retirada em uma resolução da Petrobras de 2018, e defende que o item, uma reivindicação justa dos trabalhadores, volte a ser contratual e fazer parte dos editais.

“Essa questão vem prejudicando milhares de famílias em todo o país, e esperamos que a Perbras atenda o mais rápido possível essa reivindicação. Até lá iremos manter a mobilização”, afirma.

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em Setor Privado

Sem plano de saúde para dependentes, trabalhadores da PERBRAS da Base-34 cruzam os braços em parada de advertência. A paralização que aconteceu nesta quinta-feira, 09, teve duração de uma hora e reuniu cerca de 20 pessoas no estacionamento da Petrobrás em Mossoró.

A mobilização foi acompanhada pelos diretores do SINDIPETRO-RN, Eufrasio Paulino e Manoel Assunção. Segundo Assunção a parada teve como objetivo pressionar a empresa para retomar as negociações do plano de saúde para os dependentes, já iniciada em outubro de 2019

"Na última reunião, a administração da empresa em Mossoró informou que a matriz sediada na Bahia já estava ciente da requisição dos trabalhadores e informou que no momento não teria condições de conceder o benefício, mas tentaria achar uma solução", informa o dirigente

Caso a empresa não apresente uma proposta concreta até o fim do mês, novas paralizações serão efetuadas, segundo a direção do sindicato.

[Via Sindipetro-RN]

Publicado em SINDIPETRO-RN

A atual gestão da Petrobrás decidiu encerrar suas atividades no ramo de perfuração terrestre. As unidades da empresa que estão em atividade, a sonda 109, na Bahia e a 86, no Rio Grande do Norte, serão recolhidas em janeiro de 2020.

A sonda 109, localizada no Campo de Araças, na Bahia, com 34 anos de atividade é uma das maiores do Brasil em capacidade de perfuração – atinge até 6 mil metros – e já operou na maioria dos estados brasileiros. É uma sonda que gera muitos empregos diretos e indiretos. Em terra, a 109 é hoje, no Brasil, a maior sonda em operação.

A decisão de encerrar mais essa atividade faz com que a Petrobrás contribua, mais uma vez, com o aumento do número de desempregados no Brasil: com a eliminação desses postos de trabalho, serão demitidos 300 trabalhadores, 150 em cada um desses estados.

Com isso, mais um importantíssimo ciclo da cadeia de petróleo, que começou praticamente com a criação da Petrobrás em 1953, se encerra.

A perfuração de poços terrestres já foi uma das principais atividades da Petrobrás, responsável pelo desenvolvimento e descoberta de vários campos de petróleo, os chamados poços pioneiros. No governo Lula, a Petrobrás chegou a ter 10 sondas próprias em operação, o que significou a geração de mais de 1.500 empregos.

Foi a partir da experiência adquirida na perfuração de poços terrestres que a Petrobrás conquistou grande known hown nessa área, desenvolvendo o conhecimento e a tecnologia que levaram à descoberta da Bacia de Campos e do pré-sal.

Os técnicos formados nos campos de petróleo da Bahia e Rio Grande do Norte eram requisitados para ensinar e multiplicar os seus conhecimentos ao ponto da própria Agência Nacional de Petróleo (ANP), antes de licitar os blocos de petróleo, contratar as sondas da Petrobrás para avaliar as bacias.

Na década de 1970, a Petrobrás criou a Braspetro, uma subsidiária que tinha como objetivo encontrar e produzir petróleo fora do Brasil, a exemplo do Irã e países da África. Na época, a estatal, através de seus operadores altamente capacitados, fez uma grande descoberta no campo de Majnoon, no Iraque.

O papel de destaque da Petrobrás e sua expertise na operação de poços terrestres são frutos de uma longa história, que o governo de extrema direita de Bolsonaro e a atual gestão entreguista da estatal tentam apagar.

É lamentável, afirma o diretor de comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa, “além das demissões, o encerramento dessas atividades diminui drasticamente a possiblidade de desenvolvimento desses campos e a descoberta de novos campos que ainda poderiam ser feitas em terra. Além da perda dos impostos para os municípios. Trará um grande impacto na cadeia econômica da indústria do petróleo”.

Para o sindicalista “a atual gestão da Petrobrás, em grande velocidade, vai minando a estatal no Nordeste. O objetivo é que a destruição da empresa comece onde ela nasceu, na Bahia. O desmonte da Petrobrás, com fechamento, arrendamento, venda de unidades e demissões vai para a conta do governo Bolsonaro”.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

Se nada for feito, a Base 61 da Petrobras em São Mateus será fechada nos próximos meses. A previsão é do diretor do Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo (Sindipetro-ES) Valnísio Hoffman, que participou na noite de 12/12 de audiência pública na Câmara Municipal. Ele afirmou que, agora, os protestos e manifestações pela permanência da empresa no Município estão nas mãos da população. De acordo com Valnísio, os petroleiros encontram dificuldades em fazem greves, ou protestos, devido às pesadas multas que são impostas pelo Tribunal Superior do Trabalho aos sindicatos da categoria.

Porém, conforme Valnísio, os petroleiros estão dispostos a buscar todos os meios possíveis para tentar impedir o que chamou de desmonte da empresa, inclusive recorrendo à Justiça que intervenha nos casos de transferências de empregados. O diretor sindical argumenta que a nova política da Petrobras serve apenas aos grandes investidores estrangeiros e, com isso, a empresa vem perdendo a verdadeira função social, que é fomentar o emprego e a geração de renda onde está instalada.

Ele afirmou que os trabalhadores da Base 61 estão sendo forçados a pedir transferência para outros postos e que as estruturas existentes na região, como as estações SM-8 e Fazenda Alegre, não absorvem 20% dos funcionários. De acordo com o diretor, ele foi comunicado por um gerente que o prazo para fechamento da base é até o final de 2020, mas teme que este prazo seja encurtado para o início do ano.

Economista aposentado da Petrobras, Claudio da Costa Oliveira argumentou, na palestra dele, que não há e nunca houve problema financeiro na Petrobras. O palestrante disse que foi surpreendido com as informações de que a empresa estava quebrada e buscou estudar os balanços, que são públicos. “Simplesmente disseram isso e passou a ser verdade. Mas a população ficou acreditando que tinha [problemas financeiros” – salientou.

A audiência foi convocada pela Câmara Municipal, por indicação da vereadora Jaciara Teixeira, que denunciou o que chamou de assédio moral contra trabalhadores da Petrobras, que, segundo ela, estão sendo pressionados a pedirem transferência, demissão ou aposentadoria. “A Petrobras está esquecendo o compromisso social. Só pensa no lucro do pré-sal. Não está considerando a importância que tem para nós” – justificou.

Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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