Desde o final da manhã uma grande fila de carros se formou em frente ao Posto Modelo, no centro da cidade de Feira de Santana, na Bahia. Os motoristas aguardavam o início da ação do Sindipetro Bahia de venda de gasolina a preço justo.

O litro do combustível foi vendido por R$ 3,50, o restante do valor foi subsidiado pelo Sindipetro. ”Uma grande oportunidade, principalmente para a gente que trabalha com entrega e precisa da moto para se locomover”, disse um dos motociclistas que aguardavam na fila.

A ação que também aconteceu em outras cidades e capitais do país, marcando o Dia Nacional de Luta por preços Justos para os Combustíveis, teve o objetivo de provocar um debate na sociedade sobre a política de preços da Petrobrás, que atrela os preços dos combustíveis no Brasil ao valor do barril de petróleo no mercado internacional, levando aos aumentos constantes dos preços dos derivados de petróleo, como o diesel, gasolina e gás de cozinha. Só nesse ano a gasolina e o diesel tiveram cinco aumentos.

A ação em Feira de Santana, que contou com ampla cobertura da imprensa atendeu os 120 primeiros motoristas que chegarem ao posto. Eles puderam abastecer seus veículos com 20 litros de gasolina. Os 80 primeiros motociclistas tiveram o direito de abastecer suas motos com 5 litros de gasolina. Foram comercializados um total de 2.800 litros de gasolina a preço justo.

Já na cidade de Simões Filho a ação do Sindipetro priorizou a venda subsidiada de diesel. A ação beneficiou os caminhoneiros autônomos que puderam abastecer seus caminhões com com 100 litros de diesel ao preço justo de R$ 3,09, o litro.
 
O coordenador da FUP, Deyvid Bacelar, o coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista, os diretores do Sindipetro, Radiovaldo Costa, André Araújo e Leonardo Urpia (que também é vice-presidente da CUT Bahia), acompanharam as ações nas duas cidades e afirmaram que a população recebeu muito bem a campanha do sindicato pelo preço justo do combustível. Para eles a ação foi gratificante pela boa adesão da população que entendeu toda a problemática e a necessidade de pressionar o governo Bolsonaro para mudar essa política de preços que tem prejudicado muito a população brasileira.

O Sindipetro vai dar continuidade a essa campanha de esclarecimento da população subsidiando os preços da gasolina, diesel e gás de cozinha, para que os consumidores possam comprar esses produtos a um preço justo. Em breve, a entidade sindical anunciará as outras cidades da Bahia que serão contempladas com a ação.

[Da imprensa do Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

CUT, MAB, MST e outras entidades fortaleceram as ações solidárias da FUP e de seus sindicatos para levar combustíveis a preço justo para a população em 11 cidades do país. Mobilização integrou o dia nacional de luta em defesa das estatais, do serviço público, do auxílio emergencial e por Vacina Já

[Da imprensa da FUP, com informações dos sindicatos |Foto: Pedro Henrique Caldas]

Em mais uma mobilização nacional contra a política de Preços de Paridade de Importação (PPI) praticada pela gestão da Petrobrás, a FUP e seus sindicatos distribuíram nesta quinta-feira, 04, cerca de 22 mil litros de gasolina, 10 mil litros de óleo diesel e 450 botijões de gás a preços justos. A ação foi realizada em 10 cidades, em oito estados do país.

Os combustíveis foram subsidiados e vendidos a R$ 3,50 o litro da gasolina, a R$ 3,09, o litro do diesel e a R$ 40,00, o botijão de gás de 13 kg, ou seja, quase metade do preço praticado no mercado. Esses valores foram definidos a partir de estudos elaborados por técnicos e economistas, levando em consideração os preços e custos da Petrobrás e a garantia de lucratividade de empresas produtoras, distribuidoras e revendedores.

As ações de gasolina e diesel a preços justos priorizaram motoristas de aplicativos, entregadores, taxistas, motoboys e caminhoneiros. Já a venda de botijão de gás pela metade do preço foi realizada em comunidades da periferia, como Padre Miguel, no Rio de Janeiro, e os bairros da Pedreira, Águas Linda, Marambaia e Guamá, em Belém, no Pará, onde a ação foi feita exclusivamente para mulheres chefes de família.

As mobilizações integraram o Dia Nacional de Luta convocado pelas centais sindicais em defesa das estatais, do serviço público, do auxílio emergencial e por Vacina Já. As ações pelo preço justo para os combustíveis têm sido realizadas pela FUP e seus sindicatos desde novembro de 2019 e pela primeira vez contaram com a participação da CUT e de movimentos sociais, como o MAB e MST. 

Em Recife, por exemplo, a ação do Sindipetro-PE/PB, em parceria com o MST, doou 50 botijões de gás e uma tonelada e meia de produtos agroecológicos para famílias em situação de vulnerabilidade. Em Belém, a ação foi realizada também em parceria com a CUT e o MAB.


Leia também: Mulheres da periferia de Belém compram gás pela metade do preço, em ação solidária da FUP, MAB e CUT


Além de protestar contra os preços abusivos dos combustíveis, os trabalhadores irão denunciar o impacto das privatizações para a população. No caso do Sistema Petrobrás, o desmonte da empresa está diretamente relacionado à política de preços dos derivados de petróleo, implantada pelo governo Temer, em 2016, quando a gestão da petrolífera passou a reajustar os produtos nas refinarias, com base no Preço de Paridade de Importação (PPI)

Desde então, a FUP e seus sindicatos vêm mobilizando os trabalhadores e dialogando com a sociedade, mostrando que é possível a Petrobrás voltar a cumprir o seu papel social, não só em relação a garantir o abastecimento nacional com preços justos para a população, como também através de investimentos no país e da integração da empresa. O governo Bolsonaro, no entanto, intensificou o desmonte e as privatizações iniciadas no governo Temer, colocando à venda oito refinarias, terminais, redes de gasodutos e subsidiárias, como a BR Distribuidora e a Liquigás, que já foram privatizadas. 

O resultado desta política é o aumento do desemprego, avanço da desindustrialização e desnacionalização, além de preços abusivos para o consumidor. Somente neste ano de 2021, os reajustes dos derivados nas refinarias da Petrobrás chegam a 41,5% para a gasolina; 34,1% para o diesel; e a 17,1% no gás de cozinha. Só a gasolina já aumentou cinco vezes em dois meses. 

A ação solidária dos petroleiros por preços justos para os combustíveis continua na próxima semana, com venda subsidiada de mais 2 mil litros de gasolina em Mossoró, no Rio Grande do Norte, promovida pelo Sindipetro-RN: de 3 mil litros de gasolina em Vitória, no Espírito Santo, e de 50 botijões de gás no próximo dia 15, em Porto Alegre, numa ação conjunta do Sindipetro-RS e do MAB.

Veja como foram as ações desta semana 

Manaus – foram vendidos 2 mil litros de gasolina a R$ 3,50 o litro para os taxistas

Belém – foram vendidos 100 botijões de gás a R$ 40,00 para mulheres da periferia

Recife – foram doados 50 botijões de gás e 1,5 tonelada de alimentos

Simões Filho (BA) – foram vendidos 10 mil litros de diesel a R$ 3,09 para caminhoneiros

Feira de Santana (BA) – foram vendidos 2.800 litros de gasolina a R$ 3,50 o litro

Linhares (ES) – foram vendidos 3.000 litros de gasolina, com R$ 2,00 de desconto por litro [ação aconteceu na quarta, 03/03]

São Mateus (ES) - foram vendidos 3.000 litros de gasolina, com R$ 2,00 de desconto por litro [ação aconteceu na terça, 02/03]

Belo Horizonte – foram vendidos 6.000 litros de gasolina a R$ 3,50 o litro exclusivamente para entregadores e motoristas de aplicativo

Rio de Janeiro – foram vendidos 300 botijões de gás a R$ 40,00

São Paulo – foram vendidos 5.000 litros de gasolina a R$ 3,50 o litro exclusivamente para motoristas de aplicativo e entregadores

* Fortaleza - a venda de 1.700 litros de gasolina que estava prevista para acontecer hoje foi cancelada devido ao lockdown decretado pela prefeitura

Próximas ações

Mossoró (RN) – serão vendidos 2.000 litros de gasolina entre os dias 08 e 12/03

Vitória (ES) – serão vendidos 3.000 litros de gasolina no dia 17/03

Porto Alegre (RS) – serão vendidos 50 botijões de gás no dia 15/03

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Publicado em Sistema Petrobrás

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos deliberaram pelo apoio à paralisação dos caminhoneiros, prevista para ter início na segunda-feira, dia 1º de fevereiro. A mobilização está sendo convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL), pela Associação Nacional de Transporte no Brasil (ANTB), pelo Conselho Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), entre outras entidades. 

Em apoio ao movimento, a categoria petroleira está organizando protestos em diversos estados do país, com doações de botijões de gás, distribuição de cestas básicas e vouchers de subsídios para compra de gasolina e diesel, campanhas de conscientização sobre os impactos sociais do desmonte do Sistema Petrobrás, entre outras ações de solidariedade voltadas para as comunidades que mais sofrem com o preço absurdo dos combustíveis e as altas taxas de desemprego. 

A atual política de reajuste dos derivados de petróleo, que fez os preços dos combustíveis dispararem, é reflexo direto do maior desmonte da história da Petrobrás. Só a gasolina já acumula em janeiro deste ano alta de 13,4%, após mais um reajuste nesta quarta-feira, 27. O diesel também subiu de preço, impactando diversos setores da economia, e o botijão de gás, item essencial na cesta básica da população, já custa mais de R$ 100,00 em várias regiões do Brasil. 

Uma das reivindicações dos caminhoneiros é a mudança na política de preços da Petrobrás, que a FUP e seus sindicatos denunciam desde 2016, quando a gestão que assumiu a empresa após o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, impôs o Preço de Paridade de Importação, que varia conforme o vai e vem do valor do barril de petróleo no mercado internacional e as oscilações do dólar e dos custos de importação, o que faz com que os reajustes sejam frequentes e abusivos. “Por conta dessa política, estamos sofrendo com aumentos descontrolados de derivados, como a gasolina, o gás de cozinha, o gás natural e o diesel, o que inviabiliza setores estratégicos da economia, além de afetar massivamente a população", alerta o coordenador da FUP, Deyvid Bacelar. 

O diesel representa até 60% no valor da viagem e tem impacto inclusive no preço do produto final, como insumos e alimentos. Somente em 2020, o preço do diesel foi reajustado 20 vezes. Estudo realizado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (INEEP) aponta que o preço do óleo diesel no Brasil é o segundo mais caro do mundo, só perdendo para a Alemanha. “Antes da nova política de preços da Petrobrás, o PPI não era a variável central do reajuste. Agora, seguindo o PPI, os preços derivados passaram a variar muito mais, o que evidencia a nossa dependência do mercado internacional e alta do dólar. Com a privatização, esse movimento deve se generalizar, ou seja, os preços ficarão mais voláteis seguindo o barril do petróleo”, afirma Rodrigo Leão, coordenador técnico do Ineep. 

Em maio de 2018, quando os caminhoneiros realizaram uma greve nacional em protesto contra os aumentos abusivos do diesel, a FUP denunciou a gestão da Petrobrás por praticar na empresa uma política privatista para satisfazer o mercado e os acionistas, sem qualquer compromisso com o papel público da estatal. Os petroleiros fizeram 72 horas de paralisação, pautando na sociedade o debate sobre a política de preços abusivo da gestão da Petrobrás, o que levou à queda do então presidente da empresa, Pedro Parente. 


> Relembre aqui a greve dos petroleiros em maio de 2018


Desde então, os petroleiros vêm realizando diversas ações, mobilizações e greves pela retomada do papel público da Petrobrás, contra as privatizações e pelo fim da política de reajustes dos derivados de petróleo, que impôs o Preço de Paridade de Importação. 

Nas mobilizações de segunda-feira, 01/02, além dos preços justos para os combustíveis, a FUP e seus sindicatos também estarão cobrando do governo o enfrentamento à crise sanitária (ampliação dos recursos para o SUS e defesa das medidas de distanciamento social) e à crise econômica (retomada do Auxílio Emergencial), a defesa do Programa de Proteção ao Emprego, entre outras bandeiras que integram a pauta de reivindicações das centrais sindicais e dos movimentos sociais, como a luta contra o teto dos gatos, contra a reforma administrativa e pelo “Fora Bolsonaro, Impeachment Já!”. 

Confira abaixo as ações já confirmadas pelos sindicatos ligados à FUP em todo o País. A lista será atualizada nos próximos dias com a decisão de outros sindicatos, por ações de apoio à greve: 

SINDIPETRO/AM: doação de 40 cestas básicas, com medidas preventivas, levando em conta o lockdown estabelecido na cidade. 

SINDIPETRO/CE-PI: protesto e campanhas com outdoors, sem aglomerações devido ao agravamento da pandemia da COVID. 

SINDIPETRO/ES: juntamente com motoristas de aplicativos e motoboys farão carreata do aeroporto até a sede antiga da empresa, com distribuição de voucher de desconto em combustíveis líquidos no final da atividade para até 100 veículos. Limitado a 20 litros para carros e 10 litros para motos. Após a carreata, se juntarão às atividades das Centrais Sindicais previamente programadas. 

SINDIPETRO/CAXIAS: distribuição de 100 cestas básicas e 1000 máscaras para comunidades carentes da baixada fluminense. 

SINDIPETRO/MG: doação de 100 botijões de gás para famílias em vulnerabilidade social e atos deliberados juntamente com as Centrais Sindicais. 

SINDIPETRO/UNIFICADO SP: distribuição de 200 botijões de gás. 

SINDIPETRO NF – doação de 100 botijões em Padre Miguel. 

SINDIPETRO/RS: Subsídio de 100 botijões de gás, no Município de Esteio. 

SINDIPETRO/BA: Ato na RLAM pela manhã, com doação de 200 botijões de gás para famílias em vulnerabilidade social,  carreata com motoristas de aplicativos e ato juntamente com as Centrais Sindicais, à tarde.

[Da imprensa da FUP | Arte: CUT/MG]

 

Publicado em Petrobrás Fica

Por Jailton Andrade, diretor do Sindipetro Bahia

Talvez a Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis – ABICOM e a Confederação Nacional da Indústria – CNI não tenham percebido, mas os caminhoneiros brasileiros têm mais poder que os insurgentes do parlamento norte-americano.

Lá, Dow Química, BP, ExxonMobil, Facebook, Microsoft e Google, dentre outras, suspenderam financiamento de campanhas em resposta à tentativa de desconstituir a vitória de Joe Biden à presidência dos EUA. Na visão dos negocistas industriais, houve uma ameaça à transição democrática do poder.

O curioso é notar que as multinacionais, de um lado, querem o livre mercado sem interferências governamentais, do outro financiam planos de governo e, como é típico dos negocistas, querem lucrar com isso.

A Business Roundtable (BR), um colosso que reúne os presidentes das maiores empresas norte-americanas como Apple, Amazon, GM, Ford e Walmart, disse em nota que “o caos que se desenrola na capital do país é o resultado de esforços ilegais para reverter os resultados legítimos de uma eleição democrática”.

Naturalmente que o colosso do norte está menos preocupado com a democracia dos EUA e mais com seus negócios. As 181 empresas que compõem a BRT têm um faturamento anual de US$ 7 trilhões.

Muitas dessas megaempresas atuam no Brasil como Walmart, Johnson & Johnson e Paypal e nenhuma delas se insurgiu contra o ataque fatal à democracia brasileira no ano de 2016 e à eleição fraudulenta de 2018, este último episódio engendrado pelas redes sociais do Facebook Inc. O banimento de Trump do Twitter mostra o lado que o mercado escolheu.

Aqui em pindorama, os capitalistas nacionais (e os multinacionais que invadiram nossa economia pela CNI, IBP e pelo CADE) tencionam para aumentar, ainda mais, os preços de combustíveis, alegando que estão defasados em relação ao mercado externo.

Ignoram o fato de que, em 10 dias de greve no ano de 2018, os caminhoneiros derrubaram o presidente da maior empresa brasileira, a Petrobras. Esqueceram que o caos provocado pela greve dos caminhoneiros forçou a criação, em tempo recorde, da Lei nº 13.703, um acordo de frete mínimo que a CNI agora tenta desconstruir no STF alegando inconstitucional.

O ataque é sincronizado. De um lado a ABICOM, usando o CADE para viabilizar o que a gestão da Petrobras quer: garantir o PPI para aumentar sua margem de lucro; do outro a CNI tentando desvincular o futuro aumento dos combustíveis do aumento no valor do frete rodoviário.

Para completar o sadismo do lucro, entra o governo federal com o “BR do mar”, uma iniciativa que tenta retirar, o mais rápido possível, a força dos caminhoneiros incentivando a cabotagem. Enquanto isso o IBP, outra peça do quebra-cabeça representando a Chevron, Raízen, Shell e outras, tentam incluir no programa BR do mar, os navios-tanque, de onde também se beneficiarão.

Tanto a norte-americana Business Roundtable (BR) como o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) são associações de lobby, e se o nome “BR do mar” não for recado para o colosso estadunidense, será, no mínimo, um tapa na cara do caminhoneiro, se ele não parar no dia 1º de fevereiro.

É tudo tão sujo que a CNI e a FIESP já usam a saída da FORD do país como argumento para reduzir o “custo Brasil”, que inclui a redução do frete rodoviário.

O “reequilíbrio da matriz de transporte” pretendida pelo BR do mar é uma fraude à inteligência de mais de um milhão de caminhoneiros do país.

Tudo isso é carne e carnaval em fevereiro. É a paz da pessoa jurídica internacional num país sem caminhoneiro.

[Artigo publicado originalmente pelo Sindipetro-BA | Ilustração: Sindipetro-BA]

 

Publicado em Economia

O debate do reajuste do valor do diesel esconde uma maldade, que é a real intenção deste governo, a venda de todas as refinarias da Petrobrás. E a consequência dessa perversidade está em quem vai pagar por uma gasolina e gás de cozinha mais caros: o trabalhador.

Basta analisar a tabela acima para entender que o grande problema está na atual política dos preços dos combustíveis. A variação nestes últimos 3 meses é maior do que foi durante um ano todo, e que também foi alta.

Quem está à frente da gestão da Petrobrás, está deixando o mercado promover um ataque especulativo contra os brasileiros. Pois, gerencia a empresa como se ela fosse privada e empresa privada só tem um único objetivo: o lucro.

E para quem vai o lucro? Para os acionistas. E quem paga por isso? A população, que vai pagar caro pelo combustível e pelo gás de cozinha. Fato inadmissível se minimamente pensarmos que vivemos no país que tem o Pré-Sal.

Toda esta situação pode piorar se conseguirem concretizar o projeto da alta administração da Petrobrás, que é privatizar as refinarias brasileiras.

A FUP e seus Sindicatos alertam para este problema há bastante tempo, foram os primeiros a denunciar o equívoco da atual política dos preços dos combustíveis, sempre avisando que quem pagaria a conta seria a população quando fosse abastecer seus carros ou comer.

Diga não à Venda das Refinarias, Privatizar Faz Mal ao Brasil

Publicado em Petróleo
Sábado, 13 Abril 2019 11:30

Entenda a real intenção do governo

O debate do reajuste do valor do diesel esconde uma maldade, que é a real intenção deste governo, a venda de todas as refinarias da Petrobras.

Assista ao vídeo do coordenador geral da FUP, José Maria Rangel

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Publicado em Petróleo

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.