A direção do Sindipetro Bahia chega nesta quinta-feira (16) à cidade de Alagoinhas para colocar em prática mais uma ação de venda de gás de cozinha a preço justo. Serão vendidos 220 botijões de gás por ordem de chegada e 30 serão destinados às famílias em situação de vulnerabilidade, que serão pré-selecionadas.

O preço do produto que já ultrapassa o valor de R$ 100,00 em muitas localidades, será vendido por R$ 50,00, a unidade e o restante do valor será subsidiado pelo Sindipetro. A ação acontece na Rua Camaçari, nº 163, Barreiro de Cima (Nacional Gás), a partir das 7h.

Há cerca de três anos, o Sindipetro Bahia vem realizando ações do preço justo do gás de cozinha, da gasolina e do diesel. A entidade sindical já percorreu dezenas de cidades da Bahia com a campanha que visa levantar o debate sobre o motivo destes derivados de petróleo estar com os preços tão altos. As ações também buscam ajudar a população em um momento tão difícil de perdas de direitos e inflação galopante, que atingiu no acumulado de setembro de 2020 a agosto de 2021 o índice de 10,42%, de acordo com o INPC.

Para o Diretor de Comunicação do Sindipetro, Radiovaldo Costa, “é muito importante pautar este assunto e esclarecer o que de fato ocorre em relação aos preços dos combustíveis e gás de cozinha, inclusive para dar fim às fake news de que os impostos estaduais são os responsáveis pelos altos preços destes derivados de petróleo. Não são. A culpa é do governo Bolsonaro que insiste em manter a Política de Paridade Internacional (PPI) na Petrobrás, atrelando o preço destes produtos ao dólar e ao valor do barril de petróleo no mercado internacional”.

 [Da imprensa do Sindipetro Bahia]

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Dando continuidade à ação solidária de venda de gás de cozinha a preço justo, a diretoria do Sindipetro Bahia estará na cidade de Pojuca, neste sábado (11), às 8h, onde o botijão de gás será vendido pelo valor de R$ 50,00.

Serão beneficiadas 100 famílias carentes dos bairros da Liberdade, Los Angeles, Palmeiras e Retiro. Estas famílias serão previamente cadastradas e selecionadas pelo Centro Espírita Boa Nova (Rua Alagoas S/N – Parque Social Los Angeles – Pojuca), que fechou parceria com o Sindipetro para atender pessoas em vulnerabilidade social, que não conseguem adquirir o botijão de gás pelo valor que está sendo comercializado atualmente, ou seja, por cerca de R$ 100,00.

“Nas inúmeras ações solidárias de venda de gás e gasolina a preço justo que estamos desenvolvendo ao longo dos últimos três anos, temos nos deparado com situações muito difíceis. Conhecemos pessoas que voltaram a cozinhar a lenha porque o valor do gás de cozinha representa até 60% do que conseguem ganhar em um mês”, revela o Diretor de Comunicação do Sindipetro, Radiovaldo Costa.

Ele esclarece que este foi um dos motivos que levaram o Sindipetro a adotar, desta vez, o método do pré- cadastramento das famílias, que são selecionadas por líderes comunitários ou igrejas dos bairros.

Além do caráter solidário, a ação de venda de gás a preço justo, visa esclarecer a população sobre os motivos dos preços do gás de cozinha, gasolina, diesel, e consequentemente, dos alimentos, estarem tão altos. “A atual política de preços da Petrobras, adotada pelo governo Bolsonaro, é uma das grandes responsáveis por este gatilho inflacionário. A estatal, seguindo orientação de Guedes e Bolsonaro, atrela os preços dos derivados de petróleo ao dólar, apesar dos custos da sua produção ser em real, ou seja, a estatal produz em real, mas vende ao povo brasileiro em dólar”, explica o Coordenador Geral do Sindipetro Bahia, Jairo Batista.

Mata de São João

Na semana passada, no sábado (4), a direção do Sindipetro realizou a campanha de venda do gás a preço justo no município de Mata de São João, onde foram vendidos cem botijões de gás também por R$ 50,00, a unidade.

Apesar da grande procura, não houve confusão e todos saíram satisfeitos com a oportunidade de poder participar da ação. Em conversa com os moradores, os diretores do sindicato explicaram como funciona atualmente a política de preços da Petrobrás, responsável pelos constantes aumentos dos preços dos derivados do petróleo, e que poderia ser mudada se o governo Bolsonaro quisesse. 

Veja as fotos da ação

[Da imprensa do Sindipetro BA]

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O feriado de 7 de setembro será mais uma vez marcado por mobilizações pelo #ForaBolsonaro e pelo Grito dos Excluídos, com atos já confirmados em mais de 170 cidades do Brasil e exterior. A indignação da maioria da população contra o pior presidente da história do país também ocupará as redes sociais com a hastag #7SForaBolsonaro.

As manifestações estão sendo organizadas pelas centrais sindicais e movimentos sociais que integram as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. Veja aqui o mapa das mobilizações

Com o lema é “A Vida em Primeiro Lugar”, a 27ª edição do Grito dos Excluídos tem como eixos de luta participação popular, saúde, comida, moradia, trabalho e renda. A FUP e seus sindicatos estarão presentes, fortalecendo as ações solidárias que os petroleiros vêm realizando desde o início da pandemia, através da venda subsidiada de botijões de gás de cozinha a preços justos e de doação de alimentos para as comunidades em situação de risco.

Feijão sim, fuzil não

Ítem básico da alimentação das famílias brasileiras, o feijão, além de dobrar de preço neste último ano, foi desdenhado pelo presidente Bolsonaro, que recentemente chamou de “idiotas” quem defende comprar feijão em vez de fuzil. Em protesto, a FUP e os sindicatos de petroleiros estão doando mais de uma tonelada de feijão nas mobilizações da Semana da Pátria, que culminam com o Grito dos Excluídos, no dia 07. 

Na última quinta-feira, 02, a FUP e os Sindipetros Norte Fluminense e Duque de Caxias distribuíram 350 quilos de feijão em ação solidária na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde foram subsidiados 350 botijões de gás a R$ 50,00 para as famílias da comunidade da Carobinha, em Campo Grande. 

No dia 07 de setembro, mais 800 quilos de feijão serão distribuídos pelos sindicatos de petroleiros ao final dos atos do Grito dos Excluídos, em Vitória, no Espírito Santo, e em Salvador, na Bahia. No Norte Fluminense, o Sindipetro-NF fará uma feijoada, que será distribuída à população em situação de vulnerabilidade social de Macaé e Campos, ao final das manifestações do dia 07. 

O Sindipetro-ES distribuirá meia tonelada de feijão no ato que acontecerá em frente à Câmara de Vitória. O feijão que será doado foi produzido pelo Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), através de cooperativas de agricultura familiar que produz alimentos saudáveis e sem agrotóxicos. 

Em Salvador, o Sindipetro-BA distribuirá 300 quilos de feijão à população, também ao final do Gritodos Excluídos.

Gás a preço justo

Como parte das ações da campanha “Combustíveis a Preço Justo”, realizada pela FUP e seus sindicatos há mais de dois anos, através do subsídio de gás de cozinha, gasolina e diesel, o Sindipetro Bahia realiza no sábado, 04, a distribuição por R$ 50,00 de 80 botijões de gás de cozinha. A  ação será a partir das 8h, no município de Mata de São João – Rua Aristides Maltez (ao lado do bar de Dedé), no bairro do Caboré. Os moradores precisam levar um botijão vazio e um comprovante de residência (água ou energia).

Já no Paraná, a ação se dará na comunidade Nova Esperança, localizada em Campo Magro, região metropolitana de Curitiba, no dia 7 de setembro, a partir das 9h, durante o Grito dos Excluídos. Serão distribuídos alimentos às famílias em situação de vulnerabilidade. Além disso, haverá plantio de árvores e a inauguração de uma padaria comunitária, com 50 cargas de gás de cozinha para seu funcionamento. Segundo o Sindipetro PR/SC, uma das entidades responsáveis pela ação solidária, são pelo menos cinco mil pessoas em situação de vulnerabilidade social na Vila Nova Esperança, com aproximadamente 1600 crianças. 

A campanha “Combustíveis a Preço Justo” tem por objetivo, além da ajuda humanitária, explicar à população sobre os prejuízos da política de reajustes dos combustíveis baseada no Preço de Paridade de Importação (PPI), adotada pela Petrobrás desde outubro de 2016, que considera o preço do petróleo no mercado internacional e a cotação do dólar. O impacto vai além do valor dos derivados de petróleo, como gás de cozinha, óleo diesel e gasolina: também afeta os preços dos alimentos, transportes e demais itens, num efeito cascata com forte impacto sobre a inflação. 

Segundo dados da Petrobrás, o gás de cozinha já acumula um aumento de 38,1% em 2021 – ou seja, quase oito vezes mais do que a inflação oficial do país, de 4,76% até julho, medida pelo índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Outro levantamento do IBGE mostra que, desde 2016, 30 por cento da população passou a usar lenha para cozinhar; 50 por cento das residências do país passa por insegurança alimentar; e 20 milhões de brasileiros passam fome. Só nas últimas 24 horas, houve diversas notícias sobre famílias que sofreram queimaduras graves ao usar álcool para cozinhar, por não terem dinheiro para comprar um botijão de gás. Em julho deste ano, um homem morreu pelo mesmo motivo. 

“Tem gente usando lenha e até álcool para cozinhar. Esses reajustes que a gestão da Petrobrás vem aplicando não apenas no gás de cozinha, mas também no óleo diesel e na gasolina podem ser evitados. Basta a empresa parar de usar somente a cotação do petróleo e do dólar e considerar também os custos nacionais de produção. Afinal, 90% dos derivados de petróleo que a gente consome são produzidos no Brasil, em refinarias da Petrobrás. E a empresa utiliza majoritariamente petróleo nacional, que ela mesma produz aqui.”, explica o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar.

[Imprensa da FUP, com informações dos sindicatos]

 

 

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Entidade convoca petroleiros para ocupar as ruas pelo fora Bolsonaro

[Da imprensa do Sindipetro BA]

Com quase 15 milhões de desempregados, botijão do gás de cozinha a R$ 100,00, o litro da gasolina beirando os R$ 7,00, inflação perto de alcançar os dois dígitos, alimentos caríssimos, aumento da conta da energia elétrica, risco de apagão e mais de 500 mil brasileiros mortos pela Covid-19, os trabalhadores, movimentos sociais, sindicais, eclesiais e da juventude, vão ocupar as ruas no 7 Setembro, para protestar e pedir o impeachment de Bolsonaro, o pior presidente que o Brasil já teve.

A direção do Sindipetro Bahia estará presente aos atos nas cidades do Salvador, Feira de Santana e Alagoinhas, e convoca a categoria petroleira a participar do movimento urgente e legítimo, que também faz parte do 27º Grito dos Excluídos, construído por igrejas, pastorais e movimentos sociais, em defesa da vida e da população mais desemparada e que tem, como lema “Na luta por participação popular, saúde, comida, moradia, trabalho e renda já!”.

Como parte do protesto contra Bolsonaro, o Sindipetro Bahia vai distribuir 300 quilos de feijão à população, “para mostrar ao presidente que o povo está passando fome e precisa de feijão e não de fuzil”, afirma o Coordenador Geral do Sindipetro, Jairo Batista, se referindo à Bolsonaro que chamou de “idiota” quem diz que tem que comprar feijão no lugar de fuzil. “Tem que todo mundo comprar fuzil, pô”, disse o mandatário da República.

“Às vésperas do 7 de Setembro, uma das datas cívicas mais importantes do país, o presidente da República aposta todas as suas fichas na tentativa de criar instabilidade institucional e tumultuar”, lamenta o Diretor de Comunicação do Sindipetro, Radiovaldo Costa. “É o capitão da discórdia e da arruaça, que continua, impunemente, com ameaças golpistas às instituições como o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal Eleitoral. Mas suas ameaças não vão nos intimidar, nós os verdadeiros patriotas, também estaremos nas ruas no 7 de Setembro”, declara.

Bandeiras de luta

São várias as bandeiras de luta que serão empunhadas pelos participantes, como a defesa da soberania nacional, mais empregos, fim do sucateamento do serviço público e das privatizações e da retirada de direitos dos trabalhadores, da população mais vulnerável, das comunidades quilombolas e indígenas. E ainda pela educação, cultura e saúde, que estão sendo aniquiladas pelo governo Bolsonaro.

A manifestação também vai chamar a atenção para os inúmeros crimes de responsabilidade que vêm sendo cometidos pelo governo Bolsonaro, para as denúncias de rachadinha que envolvem a família do presidente e para os milhões de brasileiros mortos pela Covid-19, sendo que muitas destas mortes poderiam ter sido evitadas se não houvesse no Ministério da Saúde um esquema de negociação para compra de vacina por valor três vezes mais alto do que o normal, como vem sendo denunciado e apurado na CPI da Covid.

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O Sindipetro-NF dará o Grito dos Excluídos, neste 7 de setembro, de uma maneira diferente e solidaria. A categoria se uniu e fará um feijoada que será distribuída a população em situação de vulnerabilidade social de Macaé e Campos. 

O ato é uma alusão a mais recente fala genocida do presidente, que recentemente chamou de “idiotas” quem dizia ser melhor comprar feijão a comprar fuzil. Isto num país em que quase 20 milhões de pessoas estão passando fome, há quase 15 milhões de desempregados e os preços de produtos essenciais à sobrevivência não param de subir, sem qualquer ação do governo federal para resolver essa tragédia socioeconômica. 

As entidades sindicais, os trabalhadores e a sociedade civil como um todo que quiserem somar ao ato podem deixar suas doações de alimentos, que compõem a refeição, nas sedes do Sindipetro-NF de Campos ou de Macaé até sexta-feira, 03, às 18h.

[Da imprensa da FUP]

 

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A direção do Sindipetro Bahia estará no município de Mata de São João neste sábado (4), a partir das 8h, onde dará continuidade à campanha de venda de gás de cozinha a preço justo.

A ação acontece na Rua Aristides Maltez (ao lado do bar de Dedé), no bairro do Caboré, e os interessados devem levar o botijão vazio para a troca.

Serão contemplados apenas os oitenta primeiros moradores do bairro Caboré, que chegarem ao local, levando o recibo de água ou energia para comprovar serem moradores da localidade.

O “bujão” de gás será vendido por R$ 50,00. O restante do valor será subsidiado pela entidade sindical que há cerca de três anos vem desenvolvendo esta campanha em várias cidades da Bahia e bairros de Salvador.

Além de ter um viés solidário para amenizar a difícil situação dos baianos, perante o alto preço do gás de cozinha, da gasolina, dos alimentos e da conta de energia elétrica, a campanha visa denunciar a política de preços da atual gestão da Petrobrás, no governo Bolsonaro, que atrela os preços dos derivados de petróleo ao dólar, apesar dos custos da sua produção ser em real.

São Brás

No sábado, 28/08, os diretores do Sindipetro estiveram no Distrito de São Brás, em Santo Amaro, onde dezenas de pessoas compareceram à Praça João Damasceno Borges, para participar da campanha. Muitas pessoas relataram que não estão conseguindo comprar o botijão pelo valor que está sendo comercializado atualmente, ultrapassando, em alguns casos os R$ 100,00. Alguns afirmaram ter voltado a cozinhar a lenha, “está tudo muito caro, não dá mais para comprar o bujão”.

Eles festejaram a oportunidade de comprar o produto pelo valor de R$ 50,00 e ouviram atentamente as explicações dadas pelos diretores do sindicato sobre os verdadeiros culpados por preços tão altos: “a culpa é do governo Bolsonaro que não quer mudar a política de preços da Petrobrás”, revelou o Diretor de Comunicação do Sindipetro, Radiovaldo Costa.

Foram comercializados 70 botijões de gás de cozinha. A Campanha segue para outras localidades, tentando alcançar o maior número possível de pessoas carentes.

[Da imprensa do Sindipetro Bahia]

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Ação da União Solidária vai levar auxílio humanitário para 1,2 famílias de ocupação Vila Nova Esperança, em Campo Magro, região metropolitana de Curitiba. ABCP abre nova campanha de arrecadação junto à categoria petroleira. Faça sua doação!

[Da imprensa do Sindipetro PR e SC]

Em uma área de ocupação próxima à prefeitura de Campo Magro, município da região metropolitana de Curitiba, vivem 1200 famílias que comungam o sonho de uma vida melhor, com moradia digna. 

São pelo menos cinco mil pessoas em situação de vulnerabilidade social na Vila Nova Esperança, com aproximadamente 1600 crianças. Ajudar essa comunidade é a missão da próxima ação de solidariedade, que acontece no próximo dia 7. 

As entidades que compõem a União Solidária preparam a doação de cestas de alimentos, cargas de gás e equipamentos e materiais para a construção de uma padaria comunitária. 

Para concretizar essa ação, a solidariedade dos petroleiros é fundamental! A Associação Beneficente e Cultural dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (ABCP) organiza mais uma campanha de arrecadação. A categoria tem até o dia 6 de setembro para fazer doações através de transferências bancárias (dados abaixo). Os valores arrecadados terão prestação de contas com ampla divulgação nos meios de comunicação do Sindipetro PR e SC. 

A meta da ABCP é conseguir arrecadar cargas de gás para suprir a padaria e cozinha comunitária pelo menos até o final do ano. 

Faça sua doação e ajude a transformar a vida das famílias da Vila Nova Esperança! 

:: Banco do Brasil

Agência: 5044-X

Conta Corrente: 371-9

CNPJ 80.043.045/0001-82 

:: Caixa Econômica Federal (CEF)

Agência: 0369

Conta Corrente: 00005048-4

CNPJ 80.043.045/0001-82 

Titular: Associação Beneficente e Cultural dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina 

Quer saber mais sobre a Ocupação Vila Nova Esperança? Leia aqui a matéria sobre a visita na comunidade.

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Nesta quinta-feira, 02, a FUP, o Sindipetro NF e o Sindipetro Duque de Caxias promovem nova ação do gás de cozinha a preço justo na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Serão vendidos 350 botijões de gás a R$ 50,00 e  doados 350 quilos de feijão, em protesto à declaração do presidente Jair Bolsonaro, que recentemente chamou de “idiotas” quem defende comprar feijão em vez de fuzil

[Da Assessoria de Comunicação da FUP | Foto: Daniela Decorso]

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e os Sindicatos dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) e de Duque de Caxias (Sindipetro Caxias) realizam nesta quinta-feira, 2/9, a partir das 11h, uma nova edição da ação do gás de cozinha a preço justo. Além da venda do produto a preço módico, os petroleiros vão doar um quilo de feijão a cada comprador. 

Desta vez, a promoção irá ocorrer na comunidade da Carobinha, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro (veja mais detalhes abaixo). Serão 350 botijões de gás vendidos por R$ 50 cada, e 350 quilos de feijão distribuídos. A oferta será feita respeitando as regras dos organismos de saúde para evitar o contágio por Covid-19, com o uso de máscaras, a disponibilização de álcool em gel e medidas de distanciamento. 

Além do benefício aos compradores, a ação busca dialogar com a população sobre os prejuízos da política de reajustes dos combustíveis baseada no Preço de Paridade de Importação (PPI), adotada pela gestão da Petrobrás desde outubro de 2016. Essa política considera o preço do petróleo no mercado internacional, a cotação do dólar e os custos de importação. E impacta não apenas o valor dos derivados de petróleo, como gás de cozinha, óleo diesel e gasolina, mas também os preços dos alimentos, transportes e demais itens, num efeito cascata com forte impacto sobre a inflação. 

Os consumidores, sobretudo os mais pobres, vêm sentindo bastante os efeitos da política de reajustes dos combustíveis da gestão da Petrobrás. Segundo dados da própria empresa, o gás de cozinha já acumula um aumento de 38,1% em 2021. 

“Tem gente usando lenha e até álcool para cozinhar. Esses reajustes que a gestão da Petrobrás vem aplicando não apenas no gás de cozinha, mas também no óleo diesel e na gasolina podem ser evitados. Basta a empresa parar de usar somente a cotação do petróleo e do dólar e os custos de importação, e considerar também os custos nacionais de produção. Afinal, 90% dos derivados de petróleo que a gente consome são produzidos no Brasil, em refinarias da Petrobrás. E a empresa utiliza majoritariamente petróleo nacional, que ela mesma produz aqui”, explica o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar. 

O tema da ação desta quinta – “Gás e feijão, fuzil não!” – é uma alusão ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que recentemente chamou de “idiotas” quem dizia ser melhor comprar feijão a comprar fuzil. Isto num país em que quase 20 milhões de pessoas estão passando fome, há quase 15 milhões de desempregados e os preços de produtos essenciais à sobrevivência não param de subir, sem qualquer ação do governo federal para resolver essa tragédia socioeconômica. 

SERVIÇO

Ação do gás de cozinha a preço justo – Gás e feijão, fuzil não! 

DIA: Quinta-feira, 2/9

HORÁRIO: A partir das 11h

LOCAL: Estrada da Carobinha, 470, Campo Grande

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Representantes do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina visitaram no dia 10 de agosto a comunidade Nova Esperança, em Campo Magro, na região metropolitana de Curitiba. O objetivo da visita foi discutir ações solidárias através da Associação Beneficente e Cultural dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (ABCP).

A comunidade está localizada em uma área próxima à prefeitura da cidade, desde maio de 2020. No início da ocupação, 400 famílias se instalaram no local que estava abandonado há mais de 12 anos. Atualmente, a vila Nova Esperança abriga cerca de 1200 famílias. Estima-se que vivam pelo menos 5 mil pessoas na ocupação, aproximadamente 1,6 mil são crianças.

Sob a organização do Movimento Popular por Moradia (MPM) e com a ajuda de diversas instituições, sindicatos e movimentos sociais, a ocupação conseguiu edificar diversos espaços coletivos. A comunidade conta com duas salas de aula, biblioteca, padaria e cozinha comunitária, que serve marmitas três vezes por semana para os moradores. O local conta ainda com uma marcenaria e um espaço para a fabricação de blocos ecológicos, que serão utilizados na construção de casas, gerando moradias mais dignas para as famílias que não têm condições de comprar os materiais convencionais. 

 


Há também um Barracão de Reciclagem, que já opera através de trabalho manual; e um barracão para arte, cultura e lazer, onde o coletivo de esporte desenvolve atividades para crianças e adultos, tais como como futsal, futebol, vôlei, muay thai, capoeira, entre outras. 

 


Um posto de saúde para atendimento básico foi construído e conta com o trabalho voluntário de médicos que fazem atendimentos a cada 15 dias. O local dispõe de oxímetro, aparelho para pressão, diabetes e alguns medicamentos. Tudo alcançado com a união dos moradores e a colaboração de várias entidades.

Atualmente, não há nenhuma ordem de despejo e a ocupação segue pacífica na luta pelos seus ideais. A pandemia, somada à incapacidade política do governo federal de gerir a crise econômica, intensificou os problemas sociais do país e fez com que muitas famílias perdessem sua renda e lar. Conhecer as principais necessidades da ocupação permitirá uma ação solidária mais assertiva para que as pessoas que ali estão instaladas possam recomeçar suas vidas com mais esperança e dignidade.

Para o líder comunitário, Val Ferreira, a expectativa é que a visita do Sindicato possibilite projetos que gerem renda para as famílias da ocupação. A comunidade ainda tem muitas carências e parcerias com entidades sociais são importantes para o seu desenvolvimento. “O povo quando se une tem uma força fenomenal. Os movimentos, os sindicatos, as instituições quando se unem em prol da causa humanitária nos ajuda a realizar coisas que para muitos é uma utopia. O MPM sempre luta em favor da vida, sempre luta em favor da melhoria das condições ideais e mais adequadas”, afirmou.


:: União Solidária


A “União Solidária” foi criada em junho de 2020 com o objetivo de levar alimentos e cargas de gás para comunidades em situação de vulnerabilidade social, principalmente neste período de pandemia.

A próxima ação será no dia 7 de setembro, concomitantemente ao Grito dos Excluídos, tradicional mobilização dos movimentos sociais realizada no feriado da independência.

Irão participar da União Solidária o Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR e SC); Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Paraná (MST); Comissão da Dimensão Social da Arquidiocese de Curitiba; Centro Comunitário Padre Miguel (Cecopam); Produtos da Terra; Coletivo Marmitas da Terra; APP-Sindicato Estadual, e Núcleos Curitiba Sul; e Partido dos Trabalhadores de Curitiba (PT-Curitiba).

 

[Da imprensa do Sindipetro PR/SC | Por Juce Lopes, estagiária sob supervisão de Davi Macedo (MTb 5462)]

 

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Para denunciar a política de preços da atual gestão da Petrobrás no governo Bolsonaro – responsável pelos sucessivos  aumentos dos preços do gás de cozinha, gasolina e diesel – e amenizar a difícil situação que os baianos estão passando, o Sindipetro Bahia vai dar continuidade à sua ação do preço justo do gás de cozinha, subsidiando boa parte do valor do produto.

No sábado (28), às 9h, diretores do Sindipetro  Bahia estarão no Distrito de São Brás, em Santo Amaro, na praça João Damasceno Borges, em frente ao Restaurante Frutos do Mar, realizando a campanha do preço justo. Cinquenta botijões de gás serão vendidos ao valor de R$ 50,00, a unidade para as primeiras pessoas que chegarem ao local, levando o botijão vazio.

Com o valor do botijão de gás ultrapassando os R$ 100,00, e acumulando no ano um aumento de 29,3%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), uma boa parte da população brasileira voltou a cozinhar a lenha, pois este derivado do petróleo não cabe mais no orçamento de muitos pais e mães de família. Muita gente não sabe, mas o motivo da disparada do preço é a política de reajustes implementada pela atual direção da Petrobrás, baseada no Preço de Paridade de Importação (PPI). O que quer dizer que a Petrobrás produz em real, mas vende seus produtos para a população em dólar.

Durante a ação em São Brás, os diretores vão explicar para a  população que o preço do gás de cozinha pode ser bem menor se o governo Bolsonaro mudar a politica de preços da Petrobrás, o que está se recusando a fazer.

[Da imprensa do Sindipetro Bahia]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.