A FUP participou na terça-feira, 22, da primeira reunião com o RH da Petrobrás para dar início à negociação de regras e parâmetros para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 2021, com pagamento em 2022.

A empresa apresentou uma proposta de calendário com rodadas semanais de negociação durante todo o mês de outubro e pouco prazo depois para debate com os trabalhadores.

Foi questionado o engessamento dos prazos propostos pela Petrobrás, bem como a ausência das subsidiárias na reunião. A FUP enviou à empresa uma nova proposta de calendário, com duas reuniões semanais de negociação durante a primeira quinzena de outubro e cobrou que todas as empresas do Sistema estejam presentes nas próximas rodadas de negociação.

A negociação do regramento da PLR está prevista no Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2022 pactuado com a FUP e seus sindicatos.

Dois anos de embate

Desde 2018, as entidades sindicais vêm tentando negociar com a Petrobrás parâmetros para o provisionamento e distribuição da PLR, que sejam equivalentes ao Acordo de Regramento pactuado em 2014, que teve validade até março de 2019.

Durante as negociações, ainda em 2018, a empresa insistiu em vincular a PLR ao Sistema de Consequências, o que foi rejeitado pela categoria em assembleias.

No ano passado, a Petrobrás encerrou as negociações já no primeiro semestre e, unilateralmente, implementou o Programa de Prêmio por Performance (PPP). Logo após a mediação do ACT no TST, a FUP apresentou à empresa uma proposta de PLR que mantinha os pontos consensuados nas negociações de 2018, alterando apenas a cláusula que previa punição aos trabalhadores envolvidos no que os gestores chamam de "conflito de interesse" e "danos patrimoniais".

A Petrobrás, no entanto, apresentou uma outra proposta que alterou toda a essência do regramento que havia sido negociado com a FUP e manteve a vinculação da PLR com o sistema de consequências.

Além disso, a empresa impôs menos de 30 dias para o fechamento do acordo, à revelia da Medida Provisória 905, que estabeleceu que as regras para o pagamento da PLR podiam ser definidas em até 90 dias antes da data estabelecida para a sua quitação. Isso alteraria todo o processo de negociação das PLRs 2019 e 2020, mas a gestão da Petrobrás se recusou.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Nesta segunda-feira, dia 21, será realizado ato político virtual, às 18h, como lançamento da campanha Petrobrás Fica em Minas. A iniciativa é do Comitê Mineiro em Defesa da Petrobrás, composto por várias entidades da sociedade civil e coordenado pelo Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais (Sindipetro/MG).

Ao longo da semana, estão previstas ações de intervenções urbana e outros atos simbólicos com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de manter a empresa no estado, mostrando que os mineiros perdem com a privatização da estatal.

A pauta ganhou ainda mais importância diante do julgamento de Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a venda das subsidiárias da Petrobrás, iniciado na sexta-feira, dia 18. A Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim (MG), está entre as oito unidades que constam no plano de vendas da empresa.

O diretor do Sindipetro/MG e integrante do Comitê Felipe Pinheiro explica que a campanha faz parte de uma articulação nacional, iniciada com a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobrás e está sendo lançada em todos os estados.

“Vamos iniciar essa campanha de redes sociais, articulação política e diálogo com a população mineira para engajar a sociedade contra a saída da Petrobrás em Minas”, afirma o diretor.

Lançamento da campanha Petrobrás Fica em Minas: 

 Participações:

  • Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobrás (Congresso Nacional);
  • Deputada Estadual Beatriz Cerqueira – Frente Parlamentar Mineira em Defesa da Petrobrás (ALMG);
  • Engenheiro Guilherme Alves – Comitê Mineiro em Defesa do Sistema Petrobrás;
  • Alexandre Finamori – Sindipetro/MG
  • Tadeu Porto – Federação Única dos Petroleiros (FUP)
  • Jairo Nogueira – Central Única dos Trabalhadores (CUT)
  • Aldiério Florêncio – Central Sindical e Popular Conlutas
  • Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
  • Sôniamara Maranho -Movimento de Atingidos por Barragens (MAB)
  • Paulinha Silva – União Nacional dos Estudantes (UNE)

[Via Sindipetro MG]

Publicado em Sistema Petrobrás

Nesta quinta-feira, 17, completa um mês que a FUP lançou uma pesquisa nacional para identificar as principais facilidades e dificuldades do teletrabalho no Sistema Petrobrás. Até o momento, 1.210 petroleiros e petroleiras haviam respondido ao questionário, que ficará disponível até domingo, dia 20,[acesse por aqui].

Quanto mais trabalhadores participarem, mais informações a FUP terá para elaborar um diagnóstico preciso sobre o teletrabalho, identificando as principais demandas da categoria. A pesquisa será sistematizada de forma confidencial.

GT paritário

O Acordo Coletivo 2020/2022 garantiu a criação de um GT paritário para acompanhar o teletrabalho no Sistema Petrobrás. A FUP já participou de quatro reuniões específicas sobre esse tema, onde discutiu com os gestores da empresa a importância de um regramento coletivo que atenda às principais reivindicações da categoria.

O trabalho remoto atualmente está sendo exercido por mais de 20 mil petroleiros e petroleiras em todo o Brasil e é uma das ferramentas que poderá manter os trabalhadores nas bases que estão sendo desmobilizadas ou sob risco de privatização. É fundamental garantir regras que deem previsibilidade e segurança à categoria, não só durante a pandemia, como nos momentos seguintes.

Participe da pesquisa da FUP e ajude a divulga-la. O prazo final é domingo, dia 20.

Clique no link e preencha o formulário: https://bit.ly/3kSriXI

[FUP | Imagem: Flicker/Gemma Bussel]

 

Publicado em Sistema Petrobrás

A FUP e seus sindicatos assinaram nesta quarta-feira, 16, o Acordo Coletivo 2020-2022, que já está valendo para os trabalhadores do Sistema Petrobrás das bases da Federação. A proposta que resultou no ACT foi aprovada em assembleias por todos os sindicatos da FUP, após um amplo e franco debate com a categoria, que envolveu setoriais, reuniões online e programas semanais ao vivo transmitidos pelo Youtube e pelas redes sociais, ao longo dos últimos dois meses.

Durante a assinatura do Acordo, o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, cobrou das gerências de Recursos Humanos da Petrobrás e das subsidiárias que o ACT seja estendido para os petroleiros e petroleiras que estão fora das bases da FUP e, portanto, com os direitos desprotegidos, em função da não assinatura do acordo. 

A construção coletiva e democrática, tanto da pauta inicial de reivindicações, quanto da proposta alcançada na dificílima conjuntura política que os trabalhadores enfrentam, é a marca dessa campanha e foi o fator decisivo para enfrentar os desmandos da gestão fascista que está entranhada na Petrobrás. Gestores que atacam constantemente os fóruns de negociação, as organizações sindicais e que de tudo têm feito para desmontar o Acordo Coletivo. Antes mesmos de ser assinado, o novo ACT já estava sob ataque dos ultraliberais que ditam do mercado os rumos da empresa e não aceitam a cláusula que protege a categoria de demissões sem justa causa [acesse aqui matéria da revista Veja]. Soma-se a isso, as constantes tentativas de cooptação dos trabalhadores através de acordos individuais.

A categoria petroleira soube fazer a leitura correta da conjuntura e compreendeu a necessidade de um Acordo Coletivo de dois anos, que blinda os trabalhadores contra as demissões e preserva os principais direitos, inclusive a garantia da AMS, que está sob ataque desde 2016. Com o Acordo Coletivo pactuado por dois anos, petroleiros e petroleiras da ativa, aposentados e pensionistas terão a segurança necessária para somar forças com outras categorias que se mobilizam para derrubar as resoluções 22 e 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que alteraram as regras dos planos de saúde de empresas estatais. 

O momento agora é de construção de novas frentes de luta contra as reformas herdadas do governo golpista de Temer e as que estão em curso, como a reforma administrativa, que impacta também os petroleiros.  “O ACT já está sendo atacado pelos ultraliberais, descontentes com a garantia no emprego que conquistamos. Temos pela frente o desafio de manter os direitos que preservamos a duras penas no Acordo, de derrubar as resoluções da CGPAR, de impedir a implantação da associação para gerir a AMS e o maior dos desafios, que é barrar as privatizações. A categoria deve participar e divulgar as campanhas Petrobras Fica, pressionando prefeitos, governadores, parlamentares, e também se engajar nos processos eleitorais. Precisamos alterar os rumos políticos do país, pois, só assim, conseguiremos ter de volta uma Petrobrás forte, integrada e impulsionadora do desenvolvimento nacional”, afirma Deyvid Bacelar.   

Por que o ACT dos petroleiros é tão atacado?

O Acordo Coletivo de Trabalho traz em suas cláusulas as conquistas históricas da categoria petroleira e também a força de sua organização sindical. Não à toa, é considerado um dos maiores e mais completos acordos coletivos do país. Entre 2005 e 2013, o ACT passou de 113 para 186 cláusulas. Apesar da sua importância e abrangência, ele vem sofrendo duros ataques não só dos gestores do Sistema Petrobrás, como também de uma divisão sindical petroleira, que sempre indicou a rejeição de todas as propostas de ACT construídas pela categoria, sem jamais apresentar alternativas viáveis para os trabalhadores.

Com o golpe de 2016, que contou com o apoio de muitos dos que já vinham atacando o Acordo Coletivo, o Sistema Petrobrás começou a sofrer o maior desmonte da sua história, com perda de diversos ativos que foram privatizados, desinvestimentos, redução drástica dos efetivos próprios, demissões em massa de terceirizados e uma série de ataques aos direitos da categoria. As resoluções 22 e 23 da CGPAR são parte desse projeto político imposto através de um golpe de Estado que foi erroneamente tratado como impeachment por muitos trabalhadores.

O ACT de 2020 é reflexo do golpe de 2016, das reformas ultraliberais do governo Temer, do projeto fascista eleito em 2018.  “É evidente que não é o acordo que gostaríamos de ter pactuado, mas é o melhor acordo possível dentro da atual conjuntura, o acordo que nos dará respaldo nesses próximos dois anos para manter a AMS, impedir demissões sem justa causa e preservar a essência dos direitos históricos da categoria”, ressalta o coordenador geral da FUP.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Após duas semanas de intensos debates com os trabalhadores, os sindicatos da FUP concluíram neste domingo, 13, as assembleias, que deliberaram pela aprovação da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho que preserva por dois anos os direitos históricos da categoria petroleira, com uma cláusula de garantia de emprego em todo o Sistema Petrobrás. O ACT será assinado na quarta-feira, 16.

Para a direção da FUP, ter um Acordo Coletivo pactuado por dois anos em meio à complexa conjuntura política e econômica que impacta profundamente o povo brasileiro é uma conquista, principalmente diante dos graves ataques que sofrem os trabalhadores do setor público e das empresas estatais.

A greve de fevereiro e a veemente rejeição dos petroleiros à proposta inical de desmonte do ACT fortaleceram as direções sindicais para que buscassem no processo de negociação o atendimento dos principais eixos definidos na pauta de reivindicações construída nos congressos da categoria.  

Com garantia de emprego e um ACT por dois anos, os petroleiros terão fôlego para enfrentar a maior das batalhas, que é a defesa do Sistema Petrobrás.

Próximos passos

Na terça-feira, 15, no programa Encontro com a categoria, a FUP debaterá os próximos passos na luta contra a implantação da associação privada para gerir a AMS e a derrubada das resoluções 22 e 23 da CGPAR. Também serão discutidas estratégias de fortalecimento da campanha Petrobrás Fica e outras formas de resistência contra as privatizações no Sistema Petrobrás. O programa vai ao ar às 18h30, ao vivo, pelo canal da FUP no youtube, com transmissão também pelo facebook. 

Quadro final das assembleias: 

Sindipetro Amazonas – ACT aprovado por 100% dos votantes

Sindipetro Ceará/Piauí - ACT aprovado por 68% dos votantes

Sindipetro Rio Grande do Norte – ACT aprovado por 78,35% dos votantes

Sindipetro Pernambuco/Paraíba –  ACT aprovado por 91,5% dos votantes

Sindipetro Bahia - ACT aprovado por 67% dos votantes

Sindipetro Espírito Santo –  ACT aprovado por 85% dos votantes

Sindipetro Minas Gerais – ACT aprovado  por 60% dos votantes

Sindipetro Norte Fluminense -  ACT aprovado por 65% dos votantes

Sindipetro Duque de Caxias –  ACT aprovado por 54% dos votantes

Sindipetro Unificado de São Paulo –  ACT aprovado por 78,68% dos votos válidos

Sindipetro Paraná/Santa Catarina – ACT aprovado por 80,4% dos votantes

Sindipetro Rio Grande do Sul – ACT aprovado por 68,5% dos votantes

[FUP com informações dos sindicatos filiados]

Publicado em Sistema Petrobrás

[Última atualização às 22h20]

A proposta de Acordo Coletivo de Trabalho apresentada pela gestão do Sistema Petrobrás já foi aprovado em 11 dos 12 sindicatos da FUP. O ACT preserva por dois anos a essência dos direitos históricos dos petroleiros e petroleiras, com uma cláusula de garantia de emprego, que dará fôlego à categoria para enfrentar a maior das batalhas, que é a defesa do Sistema Petrobrás.

Este foi o ponto decisivo para a definição do indicativo do Conselho Deliberativo da FUP de aceitação da última contraproposta feita pela empresa [saiba mais aqui].

As assembleias já foram concluídas no Espírito Santo, Pernambuco/Paraíba, Norte Fluminense, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Unificado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraná/Santa Catarina, Ceará/Piauí e Amazonas.

A última consulta à categoria nas bases da FUP será realizada este domingo, 13, em Duque de Caxias.  

Na Bahia, cujas parciais com trabalhadores da ativa já apontavam a aprovação do ACT, a consulta foi encerrada hoje, em assembleia virtual só com aposentados e pensionistas, cujo resultado também foi favorável ao indicativo da FUP de aceitação da proposta. 

Neste sábado, foram também concluídas as assembleias nos sindicatos do Paraná/Santa Catarina, Ceará/Piauí e Amazonas, onde o ACT foi aprovado por unanimidade. Veja o quadro abaixo.

Próximos passos

Na terça-feira, 15, no programa Encontro com a categoria, a FUP debaterá os próximos passos na luta contra a implantação da associação privada para gerir a AMS e a derrubada das resoluções 22 e 23 da CGPAR. Também serão discutidas estratégias de fortalecimento da campanha Petrobrás Fica e outras formas de resistência contra as privatizações no Sistema Petrobrás. O programa vai ao ar às 18h30, ao vivo, pelo canal da FUP no youtube, com transmissão também pelo facebook. 

Assembleias concluídas: 

Sindipetro Amazonas – ACT aprovado por 100% dos votantes

Sindipetro Ceará/Piauí - ACT aprovado por 68% dos votantes

Sindipetro Rio Grande do Norte – ACT aprovado por 78,35% dos votantes

Sindipetro Pernambuco/Paraíba –  ACT aprovado por 91,5% dos votantes

Sindipetro Bahia - ACT aprovado por 67% dos votantes

Sindipetro Espírito Santo –  ACT aprovado por 85% dos votantes

Sindipetro Minas Gerais – ACT aprovado  por 60% dos votantes

Sindipetro Norte Fluminense -  ACT aprovado por 65% dos votantes

Sindipetro Unificado de São Paulo –  ACT aprovado por 78,68% dos votos válidos

Sindipetro Paraná/Santa Catarina – ACT aprovado por 80,4% dos votantes

Sindipetro Rio Grande do Sul – ACT aprovado por 68,5% dos votantes

Assembleias em finalização:

Sindipetro Duque de Caxias – assembleias terminam domingo, 13. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

[FUP com informações dos sindicatos filiados]

Publicado em Sistema Petrobrás

Até a noite desta sexta-feira, 11, as assembleias para deliberar sobre a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho apresentada pela gestão da Petrobrás e das subsidiárias já haviam sido concluídas em sete sindicatos da FUP: Espírito Santo, Pernambuco/Paraíba, Norte Fluminense, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Unificado de São Paulo e Rio Grande do Sul. Todas as bases referendaram o indicativo de aceitação do ACT.

As assembleias foram concluidas nesta sexta no Rio Grande do Norte, em Minas Gerais, no Unificado de SP e no Rio Grande do Sul. Veja o quadro abaixo.

Na Bahia, todas as assembleias com trabalhadores da ativa já foram concluídas, faltando apenas uma neste sábado, com aposentados e pensionistas. O resultado parcial é de aprovação do ACT.

No sábado, serão concluídas também as assembleias no Amazonas, Ceará/Piauí e Paraná/Santa Catarina.

Em Duque de Caxias, a consulta aos trabalhadores prossegue até domingo. 


> A proposta de ACT apresentada pela gestão da Petrobrás preserva por dois anos os principais direitos da categoria petroleira, com uma cláusula de garantia de emprego em todo o Sistema até 31 de agosto de 2022. Saiba mais sobre a proposta e o indicativo da FUP aqui.


Quadro nacional das assembleias

Sindipetro Amazonas – assembleias prosseguem até sábado, 12. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Ceará/Piauí - assembleias prosseguem até sábado, 12. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Rio Grande do Norte – ACT aprovado por 78,35% dos votantes

Sindipetro Pernambuco/Paraíba –  ACT aprovado por 91,5% dos votantes

Sindipetro Bahia - última assembleia acontece neste sábado, 12. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Espírito Santo –  ACT aprovado por 85% dos votantes

Sindipetro Minas Gerais – ACT aprovado  por 60% dos votantes

Sindipetro Duque de Caxias – assembleias prosseguem até domingo, 13. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Norte Fluminense -  ACT aprovado por 65% dos votantes

Sindipetro Unificado de São Paulo –  ACT aprovado 

Sindipetro Paraná/Santa Catarina – assembleias prosseguem até sábado, 12.  Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Rio Grande do Sul – ACT aprovado por 68,5% dos votantes

[FUP com informações dos sindicatos filiados | Foto: Terminal de Suape]

Publicado em Sistema Petrobrás

Das assembleias previstas para deliberar sobre a terceira contraproposta da gestão do Sistema Petrobrás, já foram realizadas 20. Portanto, falta apenas uma assembleia, a dos aposentados, aposentadas e pensionistas, que acontece nesse sábado (12) às 9h, via plataforma de videoconferência zoom.

O resultado parcial – A favor – 75,2% / Contra – 6,7% / Abstenções – 18,1% – aponta para a aprovação do indicativo da FUP, que é o de aceitação dessa última contraproposta da estatal.

Nacionalmente, a categoria também vem optando pela aceitação da contraproposta. Três sindicatos já concluíram as assembleias: Sindipetro-ES, com aprovação de 85%, Sindipetro-PE/PB, onde 91,5% dos trabalhadores aprovaram o ACT, seguindo o indicativo da FUP e o Sindipetro-NF, com aprovação do ACT por 65% dos votantes.

Nesta sexta, 11, mais quatro sindicatos da FUP encerram a consulta aos trabalhadores: RN, MG, Unificado SP e RS. As parciais também apontam a aprovação do indicativo de aceitação do ACT. Veja o quadro abaixo.

Na Bahia, Já foram realizadas assembleias com os trabalhadores e trabalhadoras da Rlam (turmas A, B, C, D, E e Adm), das unidades de Santiago, Miranga, Bálsamo, Buracica, PBIO, Termelétricas, Fafen, Temadre, Taquipe, Transpetros (Camaçari, Jequié, Salvador, Catu e Itabuna), EDIBA e Araças. Apesar das inúmeras tentativas feitas pela direção do Sindipetro, a assembleia da OP-CAN não pôde ser realizada, pois os ônibus chegaram vazios ao local de trabalho.

Após rejeitar as duas primeiras contrapropostas da gestão do Sistema Petrobrás, a categoria petroleira resolveu aprovar a terceira contraproposta seguindo o indicativo do Conselho Deliberativo (CD) da FUP, que após análise cuidadosa resolveu recomendar a aceitação da contraproposta. O CD levou em conta a conjuntura política e econômica atual, entendendo que houve alguns avanços importantes como a manutenção por mais dois anos das conquistas históricas da categoria petroleira no Acordo Coletivo de Trabalho, com garantia de emprego até 31 de agosto de 2022, o que significa que por dois anos não haverá demissão sem justa causa. Além de ter conseguido reduzir o aumento que a Petrobrás iria aplicar nas tabelas do grande risco da AMS, mantendo o regramento do plano de saúde no ACT.

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em SINDIPETRO-BA
Quinta, 10 Setembro 2020 21:38

Petroleiros do NF aprovam Acordo Coletivo

Petroleiros e petroleiras da região encerraram há pouco, às 20h, o período de assembleia da Campanha Reivindicatória 2020. A categoria aprovou, por 65,1% dos votos, com 33,9% contrários e 1% de abstenção, em um universo de 3.491 votantes, o indicativo da FUP e do Sindipetro-NF de aceitação da contraproposta de Acordo Coletivo 2020-2022 feita pela gestão da Petrobrás.

Em razão da pandemia da covid-19, a consulta à categoria foi feita de modo remoto, com formatos de votações para filiados, não filiados e aposentados.

O coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, avaliou que a aprovação do indicativo é importante “nesta conjuntura de incertezas e ataques aos trabalhadores promovido pelo governo e pela atual gestão da Petrobrás”, com garantia de direitos até 2022.

“Os petroleiros e petroleiras estão atentos e prontos para o embate caso a empresa tente descumprir alguma cláusula do que está sendo pactuado”, adverte Tezeu.

O movimento sindical petroleiro avalia que a conquista da preservação do Acordo Coletivo com validade de dois anos, com garantia da grande maioria dos direitos históricos da categoria, só foi possível em razão da grande organização dos trabalhadores, que realizaram uma grande greve em fevereiro de 2020 e mostraram ao governo Bolsonaro a capacidade de resistência dos petroleiros e petroleiras.

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em SINDIPETRO-NF

[Última atualização: 11/09, 11h20]

Na reta final, as assembleias para deliberar sobre a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho apresentada pela gestão da Petrobrás e das subsidiárias seguem aprovando o indictivo da FUP de aceitação. A consulta teve início no dia 31 de agosto nas bases da FUP e prossegue até domingo 13 de setembro. 

Com participação de 3.491 petroleiros e petroleiras, as assembleias do Sindipetro-NF foram concluídas na noite desta quinta, 10, com aprovação do ACT por 65% dos votantes.

Nesta sexta, 11, mais quatro sindicatos da FUP encerram a consulta aos trabalhadores: RN, MG, Unificado SP e RS. As parciais também apontam a aprovação do indicativo de aceitação do ACT. Veja o quadro abaixo.

No Espírito Santo, a proposta de ACT foi aprovada em assembleia virtual realizada no último dia 03, com 85% de aceitação dos trabalhadores.

Nas bases de Pernambuco e Paraíba, foram realizadas 17 assembleias entre os dias 31 de agosto e 8 de setembro, onde 91,5% dos votantes aprovaram o ACT, seguindo o indicativo da FUP. 


> A proposta de ACT apresentada pela gestão da Petrobrás preserva por dois anos os principais direitos da categoria petroleira, com uma cláusula de garantia de emprego em todo o Sistema até 31 de agosto de 2022. Saiba mais sobre a proposta e o indicativo da FUP aqui.


Quadro nacional das assembleias

Sindipetro Amazonas – assembleias prosseguem até sábado, 12. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Ceará/Piauí - assembleias de 10 a 12

Sindipetro Rio Grande do Norte – assembleias prosseguem até sexta, 11. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Pernambuco/Paraíba – assembleias concluídas e ACT aprovado por 91,5% dos votantes

Sindipetro Bahia - assembleias prosseguem até sábado, 12. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Espírito Santo – assembleia concluída e ACT aprovado por 85% dos votantes

Sindipetro Minas Gerais – assembleias prosseguem até sexta, 11. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Duque de Caxias – assembleias prosseguem até domingo, 13. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Norte Fluminense - assembleias concluídas e ACT aprovado por 65% dos votantes

Sindipetro Unificado de São Paulo –  assembleias prosseguem até sexta, 11. Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Paraná/Santa Catarina – assembleias prosseguem até sábado, 12.  Resultado parcial é de que o ACT está sendo aprovado

Sindipetro Rio Grande do Sul – assembleias prosseguem até sexta, 11

[FUP com informações dos sindicatos filiados | Foto: Replan]

Publicado em Sistema Petrobrás
Página 1 de 9

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

Instagram