A diretoria do Sindipetro Bahia realiza a partir desse domingo, 27/10  até  sexta, 01/11, assembleias em todas as bases do Sistema Petrobras na Bahia para que a categoria possa deliberar sobre os indicativos da FUP para o Acordo Coletivo de Trabalho.

O indicativo da FUP e do Sindipetro Bahia é de aceitação da proposta, que após diversas tentativas da Federação, está sendo, finalmente apresentada à categoria com avanços. E, consequentemente, a suspensão da greve.

Entendemos que conseguimos vencer apenas uma batalha: a consolidação do nosso Acordo Coletivo, que continua sendo um dos mais importantes de todo o país. A guerra contra a direção entreguista da Petrobrás e o atual governo continua. Vamos seguir defendendo a Petrobrás como empresa pública e também os empregos  dos trabalhadores diretos e terceirizados.

A direção do Sindipetro Bahia irá levar para o Conselho Deliberativo da FUP, que acontece no próximo dia 05/11, a posição da Bahia de que precisamos lutar contra todas as políticas da estatal, que significam ameaças aos empregos e à própria Petrobrás enquanto empresa pública.  Também estaremos na linha de frente lutando contra a nova ferramenta de gestão da Petrobrás, que é o assédio moral coletivo.

O Sindipetro Bahia buscará a consolidação de uma luta unificada porque não trata-se apenas das unidades da Bahia que estão sendo ameaçadas, trata-se de todas as unidades da Petrobrás e suas subsidiárias no Brasil. Essa é uma luta de toda a categoria petroleira e resultará, seguramente, na realização de uma greve no mês de novembro.

A participação de todos nas assembléias é fundamental. Vamos discutir e deliberar os seguintes pontos:

  • Informe sobre as mobilizações contra o desmonte do Sistema Petrobras na Bahia
  • Apreciar e ratificar a decisão de suspensão da greve designada para iniciar a partir de 26/10/2019, às 00h01, por ser condição da proposta e manutenção da mediação pelo TST apresentada no dia 25/10/2019
  • Debater e deliberar a deflagração de greve, caso a Petrobras não aceite a proposta do TST, até 03/11/2019, com autorização para a FUP e/ou Sindicato definir a data de seu inicio e notificar o empregador na forma da Lei

Clique aqui para ver o calendário de assembleias e participe!

Clique aqui para ler o edital de convocação das assembleias

Fonte- Sindipetro Bahia

Publicado em SINDIPETRO-BA
Sexta, 25 Outubro 2019 18:17

Greve aprovada gera nova proposta do TST

Diante da iminência da greve nacional dos trabalhadores do Sistema Petrobrás, convocada para este sábado (26/10), a Vice-Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, que vem conduzindo a mediação do Acordo Coletivo da categoria, apresentou à FUP e aos sindicatos uma nova proposta nesta sexta-feira, 25.

O TST mantém os itens do Acordo proposto às entidades sindicais e à Petrobrás no dia 19 de setembro e faz aperfeiçoamento na redação, em relação à maioria dos pontos deliberados pelos petroleiros nas assembleias das bases da FUP para melhoria da proposta:

> Reajuste da AMS pelo índice VCMH, a partir de março de 2020, limitando em 30% a participação dos trabalhadores no custeio do plano.

> Garantir que a implantação do turno de 12h nas bases de terra seja feita somente mediante negociação regional entre a Petrobrás e os sindicatos.

> Limitar as horas extras a 2h por jornada; o excedente terá 50% pagos e o os outros 50% destinados ao banco de horas; criação de um Grupo de Trabalho Paritário para definir limites do banco de horas.

> Incorporação da cláusula que já consta no ACT da Transpetro sobre recolhimento e repasse das mensalidades sindicais

> Compromisso do TST em manter o mesmo teor da proposta de Acordo Coletivo para as subsidiárias e Araucária Nitrogenados


Confira aqui a íntegra do despacho do TST com os ajustes na proposta 


Luta e negociação

A nova proposta que o TST apresenta à categoria é resultado da mobilização dos petroleiros e petroleiras, cuja greve aprovada foi fundamental para que a FUP avançasse no processo de mediação com a Vice-Presidência do Tribunal, buscando até o último instante uma solução negociada para o impasse criado pela Petrobrás.  

Aliando mobilização e negociação, a FUP e seus sindicatos vêm desde maio lutando pela preservação do Acordo Coletivo de Trabalho no Sistema Petrobrás, que é referência para a classe trabalhadora no Brasil e em vários outros países. Uma luta difícil no atual cenário de desmonte dos direitos trabalhistas e sociais do país.

Desde o início da campanha reivindicatória, a gestão Castello Branco vem atuando para desmontar os direitos da categoria. Para isso, apostou no conflito, esvaziou o processo de negociação e atacou as representações sindicais, na tentativa de dividir e enfraquecer os petroleiros.

De forma propositiva, a FUP encaminhou às assembleias a aprovação da greve, mas também alternativas para a construção de uma saída negociada do conflito estabelecido pelos gestores da empresa. 

Os petroleiros não esmoreceram diante do assédio das gerências e aprovaram os indicativos da FUP nas assembleias, respaldando as representações sindicais para que seguissem adiante na busca por um Acordo Coletivo digno.

Este, portanto, é um momento decisivo para os petroleiros e petroleiras. Diante da nova proposta apresentada pelo TST, a FUP está indicando a sua aprovação, com suspensão da greve.

Se a Petrobrás não aprovar até o dia 03/11 a proposta, a greve pelo Acordo Coletivo será retomada com data a ser definida pela FUP.

Coordenador da FUP explica a proposta 

Assembleias começam já

A FUP orienta os sindicatos a realizarem assembleias a partir desta sexta-feira (25), até o dia primeiro de novembro, para submeter à avaliação dos petroleiros e petroleiras os seguintes indicativos:

> Aprovação da nova proposta apresentada pelo TST no dia 25 de outubro, com suspensão da greve convocada para o primeiro minuto deste sábado (26/10)

> Se a Petrobrás não aprovar até o dia 03/11 a nova proposta do TST, a greve pelo Acordo Coletivo será retomada com data a ser definida pela FUP

 

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Em mais um esforço para resolver o impasse do Acordo Coletivo dos Trabalhadores do Sistema Petrobrás, a FUP encaminhou nesta quinta-feira, 24, ao procurador-geral do Trabalho, Alberto Bastos Balazeiro, pedido de mediação de conflito.

No documento, a Federação "requer do Ministério Público do Trabalho, a promoção de entendimentos bilaterais, entre a Petrobrás e as entidades sindicais de seus empregados, com vistas à superação do impasse negocial".

A FUP elenca os pontos encaminhados ao TST no dia 26 de setembro para melhoria da proposta que a Vice-Presidência do Tribunal apresentou no dia 19 de setembro, após reuniões unilaterias de mediação, realizadas a pedido da Petrobrás. A empresa "se recusou a estabelecer qualquer forma de diálogo com os representantes dos trabalhadores", como é ressaltado no documento enviado à Procuradoria Geral do Trabalho.

Em assembleias realizadas nas últimas semanas, os petroleiros e petroleiras rejeitaram a proposta de Acordo apresentada pelo TST e aprovaram greve por tempo indeterminado, a partir do dia 26 de outubro, se não houver negociação dos pontos apresentados pela FUP para melhorar a proposta do Tribunal. 

[FUP]

 

 

Publicado em Sistema Petrobrás
Quinta, 24 Outubro 2019 12:42

Só a mobilização garante um acordo digno

No último dia 18, a FUP informou ao TST e à Petrobrás o resultado das assembleias e reiterou a importância da negociação dos pontos que foram referendados pelos trabalhadores nas assembleias para melhorar a proposta que o Tribunal apresentou para o Acordo Coletivo de Trabalho da categoria.

O prazo estipulado pela FUP para que a empresa respondesse aos itens apresentados esgostou-se no dia 22/10, mas a mediação da negociação ainda não foi encerrada pelo TST.

Em vídeo divulgado na manhã desta quinta-feira (24), o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel, ressalta a importância dos petroleiros se manterem mobilizados para a greve que a categoria aprovou nas assembleias, caso as negociações não se consolidem.

No dia 22, a FUP e seus sindicatos enviaram à Petrobrás e subsidiárias comunicado, informando o início da greve a partir do zero hora do dia 26/10.


> Veja aqui a íntegra do documento com os itens encaminhados pela FUP ao TST em 26/09


[FUP]

 

Publicado em Sistema Petrobrás

A FUP e seus sindicatos estão disponibilizando para os trabalhadores do Sistema Petrobrás e para quem mais se interessar uma cartilha produzida pela assessoria jurídica, onde são explicadas e detalhadas questões relativas ao direito de greve. 

Em assembleias realizadas nas últimas semanas, os petroleiros e petroleiras rejeitaram a proposta de Acordo Coletivo apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e aprovaram greve por tempo indeterminado, a partir do dia 26 de outubro, caso a negociação não prosseguisse. A data estabelecida para a Petrobrás responder à contraproposta apresentada pela FUP se esgotou na terça-feira, 22, sem que a empresa se manifestasse.

Ao longo dos últimos meses, a FUP e seus sindicatos tentaram de todas as formas buscar através do processo de negociação a solução do impasse criado pela gestão da Petrobrás ao insistir em retirar e reduzir direitos da categoria, desmontando o Acordo Coletivo, assedidando os trabalhadores e atacando a organização sindical. 

"Sem efetiva garantia do Direito de Greve, a Liberdade Sindical é manietada, e a Negociação Coletiva torna-se uma farsa. Isso não quer dizer que a Greve tenha que se fazer presente em todas as negociações coletivas. Porém, é fato que a mera possibilidade da greve, muitas vezes, é a real garantia de eficácia negocial. Negar a amplitude e importância da Greve, para o desenvolvimento histórico e social, é negar o compromisso que nossa sociedade estabeleceu com a justiça social", informa a assessoria jurídica da FUP no primeiro parágrafo da Cartilha.

Na publicação, são esclarecidas dúvidas sobre direito e limites de greve, com orientações claras e objetivas sobre cotas de produção e de produtividade, contrato suspenso, ilegalidades e coerções que venham a ser cometidas pelos gestores, perseguição aos grevistas, tentativas de sabotagem, entre outras situações que os trabalhadores petroleiros já viveram em greves anteriores.

 


> BAIXE AQUI A CARTILHA DE GREVE PRODUZIDA PELA ASSESSORIA JURÍDICA DA FUP


 

Publicado em Sistema Petrobrás

Após reunião nesta sexta-feira, 18, de seu Conselho Deliberativo, que reúne representações de todos os sindicatos filiados, a FUP comunicou à Petrobrás e ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) o resultado final das assembleias.  

Os trabalhadores rejeitaram a proposta apresentada pelo TST no dia 19 de setembro e aprovaram os indicativos da FUP de referendo dos itens que foram encaminhados ao Tribunal no dia 26/09 para melhorar a proposta, condicionamento de uma eventual assinatura do Acordo Coletivo (caso seja aprovado) à assinatura dos Acordos das subsidiárias e da Araucária Nitrogenados e greve a partir do dia 26 de outubro, caso não ocorra a negociação.  

A FUP aguarda até o dia 22 (próxima terça-feira) um posicionamento do TST e da Petrobrás sobre os pontos encaminhados para melhoria da proposta.

 


> Veja aqui o documento enviado pela FUP nesta sexta (18/10) ao TST

> Veja aqui a íntegra do documento com os itens encaminhados pela FUP ao TST em 26/09


 

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Publicado em Sistema Petrobrás

Com mais de mil votos computados em 16 sessões deliberativas, feitas em áreas administrativas e operacionais da Petrobrás no Rio Grande do Norte, trabalhadores e trabalhadoras aprovaram os quatro itens indicados pela FUP e derrotaram mais uma vez o intenso trabalho de assédio imposto pelo alto comando da Companhia.

Em assembleias que ocorreram de 8 a 17 de outubro, além da rejeição à proposta apresentada pelo TST no dia 19/09, a categoria aprovou outros três indicativos defendidos pela FUP e seus Sindicatos: aprovação dos itens encaminhados ao TST, em 26/09, como melhoria à proposta do Tribunal; condicionar a assinatura da eventual aprovação das propostas às assinaturas dos acordos coletivos de trabalho das subsidiárias e da Araucária Nitrogenados; 

Veja, a seguir, o percentual do resultado final no RN:caso não ocorra negociação, greve a partir de zero hora do dia 26/10.

RESULTADOS DAS ASSEMBLÉIAS

A FAVOR

CONTRA

ABSTENÇÃO

ITEM 1 - Rejeição da proposta apresentada pelo TST no dia 19/09;

60,90%

34,89%

4,21%

ITEM 2 - Aprovação dos itens encaminhados ao TST, em 26/09, como melhoria à proposta do Tribunal;

67,78%

27,53%

4,68%

ITEM 3 - Condicionar a assinatura da eventual aprovação das propostas às assinaturas dos acordos coletivos de trabalho das subsidiárias e da Araucária Nitrogenados;

67,88%

27,44%

4,68%

ITEM 4 - Caso não ocorra negociação, greve a partir de zero hora do dia 26/10.

43,98%

40,73%

15,30%

[Via Sindipetro-RN]

 

Publicado em SINDIPETRO-RN
O Sindipetro Unificado-SP encerrou na noite desta quinta-feira (18), as assembleias de votação dos indicativos da FUP, referentes à campanha reivindicatória dos petroleiros. A proposta de Acordo Coletivo, apresentada pelo TST no dia 19 de setembro, foi rejeitada pela maioria dos trabalhadores.A categoria também votou a favor dos indicativos de aprovação dos itens encaminhados ao TST em 26/09, como melhoria à proposta do Tribunal,  e do condicionamento da assinatura da eventual aprovação das propostas às assinaturas dos acordos coletivos de trabalho das subsidiárias e da Araucária Nitrogenados. A proposta de greve a partir do próximo dia 26, se não houver negociação, não foi aprovada.

Foram realizadas 35 assembleias, entre os dias 8 e 17, na Recap, em Mauá, e na Replan, em Paulínia; nos terminais paulistas de Guararema, Barueri, Guarulhos, Ribeirão Preto e São Caetano do Sul e nos terminais das cidades de Brasília (DF), Senador Canedo (GO), Uberaba e Uberlândia (MG); nas termelétricas de São Paulo e de Três Lagoas (MS); nos prédios administrativos Edicon e Edisp 2, em São Paulo, e Esbras, em Brasília; nos prédios da TBG em Campinas e Hortolândia; e nas sedes regionais de Mauá, São Paulo e Campinas. As assembleias tiveram participação de 1728 trabalhadores.

O resultado nacional das assembleias dos sindicatos será discutido nesta sexta-feira (18), pelo Conselho Deliberativo da FUP. Na segunda-feira (21), será realizada reunião da direção do Unificado e, em breve, divulgaremos os próximos passos da nossa campanha.

Confira o resultado final das assembleias do Unificado:

1) Rejeição da proposta apresentada pelo TST no dia 19/09
Votação geral: votos a favor 49,31% votos contra 46,01% abstenções 4,68%
Votos válidos: votos a favor 51,73% votos contra 48,27%

2) Aprovação dos itens encaminhados ao TST, em 26/09, como melhoria à proposta do Tribunal

votos a favor 60,94%
votos contra 28,24%
abstenções 10,82%
Votos válidos
votos a favor 68,33%

votos contra 31,67%

3) Condicionar a assinatura da eventual aprovação das propostas às assinaturas dos acordos coletivos de trabalho das subsidiárias e da Araucária Nitrogenados
votos a favor 64,12%

votos contra 26,97%
abstenções 8,91%
Votos válidos
votos a favor 70,39%

votos contra 29,61%

4) Caso não ocorra negociação, greve à partir da zero hora do dia 26/10
votos a favor 30,61%

votos contra 49,36%
abstenções 20,03%
Votos válidos
votos a favor 38,28%
votos contra 61,72%
 
[Via Sindipetro Unificado-SP]

A base do Sindipetro-NF encerrou no final desta tarde o período de assembleias da Campanha Reivindicatória. A categoria aprovou os indicativos de rejeição da proposta de Acordo Coletivo feita pelo TST no último dia 19 e de greve a partir do próximo dia 26, se não houver negociações.

Também foram aprovados os indicativos de aprovação dos itens encaminhados ao TST, em 26/09, como melhoria à proposta do Tribunal e o condicionamento da assinatura da eventual aprovação das propostas às assinaturas dos acordos coletivos de trabalho das subsidiárias e da Araucária Nitrogenados.

A categoria realizou, desde o último dia 10, assembleias nos aeroportos, sedes do sindicato em Campos e Macaé e no Ginásio do Juquinha, com participação massiva dos petroleiros e petroleiras. Também foram realizadas reuniões setoriais nas bases para esclarecer a dúvidas sobre a situação jurídica das negociações no TST e os próximos passos da luta.
Para o próximo dia 22, às 18h, o NF convocou os trabalhadores e trabalhadoras das bases administrativas de Macaé para debater o cenário da Petrobrás e formas de mobilização, na sede da entidade em Macaé. Os petroleiros e petroleiras do administrativo têm um papel essencial no trabalho de conscientização da sociedade local sobre a importância da campanha contra a privatização da Petrobrás e a manutenção de direitos e empregos.
O sindicato volta a chamar a atenção para o fato de que, neste momento de guerra de contra-informações pela gestão bolsonarista da Petrobrás, é muito importante que a categoria esteja em sintonia com as suas entidades representativas, recebendo informações e debatendo estratégias junto aos que sempre estiveram ao seu lado.

A entidade parabeniza a categoria pela grande mostra de força. Mesmo com os assédios e práticas antissindicais da gestão bolsonarista da empresa, os petroleiros e petroleiras não se curvaram e fizeram valer a indignação contra os inúmeros ataques que tem sofrido.

Confira o resultado final:

  A favor Contra Abstenção
01 – Rejeição da proposta apresentada pelo TST no dia 19/09. 76% 20% 4%
02 – Aprovação dos itens encaminhados ao TST, em 26/09, como melhoria à proposta do Tribunal. 79% 8% 13%
03 – Condicionar a assinatura da eventual aprovação das propostas às assinaturas dos acordos coletivos de trabalho das subsidiárias e da Araucária Nitrogenados. 72% 10% 18%
04 – Caso não ocorra negociação, greve a partir do zero hora do dia 26/10. 70% 20% 10%

[Via Sindipetro-NF] 

Publicado em SINDIPETRO-NF

Os trabalhadores da Araucária Nitrogenados, fábrica de fertilizantes da Petrobrás no Paraná, aprovaram nesta quarta-feira, 16, todos os indicativos da FUP. A proposta do TST para o Acordo Coletivo foi amplamente rejeitada e a greve a partir do dia 26, aprovada, caso a Petrobrás não dê sequência às negociações.

Ao todo, 260 trabalhadores da fábrica (65% do efetivo) participaram das assembleias realizadas ao longo do dia pelo Sindiquímica-PR.

Nas demais bases da FUP, as assembleias se encerram nesta quinta-feira, 17, com a grande maioria dos trabalhadores rejeitando a proposta do TST e aprovando a greve.

[FUP]

Publicado em SINDIQUÍMICA- PR
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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