Já está disponível nas plataformas digitais o curta-documentário “Submundo: a conspiração da Lava Jato contra Lula”, que detalha os desvios cometidos pela equipe da operação com o intuito de construir uma visão deturpada do ex-presidente petista. A produção é do Comitê Suprapartidário Lula Livre.

O cenário tem como pano de fundo a atuação dos procuradores da Lava Jato e do então juiz Sérgio Moro. O filme traz, entre outras coisas, depoimentos contraditórios utilizados nas condenações de Lula e é conduzido por dois apresentadores, sendo eles o rapper e ator Thaíde e a atriz Raquel Ferreira, que participou de diferentes produções globais.

O Supremo Tribunal Federal (STF) também entra em cena na produção, com destaque para o voto do ministro Gilmar Mendes. O filme tem um total de 26 minutos de duração e pode ser assistido no site do Comitê Lula Livre, no link https://lulalivre.org.br/, na TVT e em plataformas de parceiros no Facebook e no Youtube. 

Assista agora: 

[Com informações do Comitê Lula Livre]

Publicado em Política

Em primeiro pronunciamento depois que recuperou os direitos políticos, Lula destacou o sofrimento do povo brasileiro com a pandemia e a crise econômica. Ao falar sobre o desmonte da Petrobrás, ele sinalizou para a possibilidade de reverter o ciclo de desmonte dos últimos 5 anos. “Quem tiver comprando coisas da Petrobras tá correndo risco porque a gente pode mudar muita coisa”, alertou o ex-presidente

[Imprensa da FUP* | Foto: Ricardo Stuckert]

Em coletiva concedida nesta quarta-feira (10), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um alerta sobre o falso “risco Lula” anunciado pela mídia corporativa ao condenar uma possível candidatura do petista em 2022. “Se o mercado quer ganhar dinheiro investindo em coisas produtivas, se o mercado quer ganhar vendo o povo ser consumidor, ele tem que gostar de mim.… Agora, se o mercado quer ver a entrega da soberania nacional, não votem em mim. Nós não vamos privatizar”, afirmou.

“Não tenham medo de mim. Eu sou radical porque quero ir à raiz dos problemas neste país. Porque quero ajudar a construir um mundo justo, mais humano, em que trabalhar e pedir aumento de salário não seja crime", disse Lula, no primeiro pronunciamento após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, ter anulado as condenações que lhe foram impostas no âmbito da Lava Jato.

A entrevista coletiva foi concedida na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo (SP), onde o ex-presidente viveu vários momentos emblemáticos de sua vida. Foi lá que ele começou sua trajetória sindical e política e foi lá também que saiu e voltou nos braços dos trabalhadores, após ter sido injustamente preso em abril de 2018 e libertado 580 dias depois.

Em seu discurso, Lula fez duras críticas às privatizações no Sistema Petrobrás e à política de preços dos combustíveis. “Quem tiver comprando coisas da Petrobras tá correndo risco porque a gente pode mudar muita coisa”, alertou o ex-presidente, condenando a privatização da BR Distribuidora e de vários outros ativos da empresa que foram vendidos a preço de banana pelos governos Temer e Bolsonaro. 

"Não é possível permitir que o preço do combustível brasileiro tenha que seguir o preço internacional se nós não somos importadores de petróleo. O Brasil é exportador. Nós produzimos a matéria prima aqui, nós tiramos do fundo do mar, nós conseguimos refinar aqui derivados de qualidade", afirmou o ex-presidente.

Pandemia: "Não temos governo"

Ao criticar o (des)governo Bolsonaro na condução da pandemia, o ex-presidente Lula relembrou que o Brasil teve várias oportunidades de imunizar a população. “Foram várias vacinas rejeitadas... ele rejeitou a Pfizer e inventou cloroquina”, lamentou. E alertou: “Não siga nenhuma recomendação imbecil do presidente e do ministro da Saúde”. O petista também disse que o Brasil vive um momento caótico. “Não temos governo neste país! Não cuida da economia, do emprego, da saúde, do meio ambiente”, destacou.

"Moro é o maior mentiroso da história do Brasil"

Lula também afirmou que vai continuar brigando juridicamente para que seja declarada a suspeição do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro. O julgamento do caso, a cargo da Segunda Turma do STF, foi interrompido, após o ministro Kassio Nunes Marques pedir vistas do processo. Os ministros Gilmar Mendes e Lewandoswi votaram pela suspeição. Por sua vez, a ministra Cármem Lúcia deu indícios de que pode rever seu voto proferido na primeira sessão do julgamento, em 2018, desta vez se posicionando contra a conduta de Moro.

Lula chamou o ex-ministro de Jair Bolsonaro de “o maior mentiroso da história do Brasil”, e que ele era considerado “um herói, por aqueles que queriam me culpar”. “Deus de barro não dura muito tempo”, provocou. Tenho certeza que hoje ele deve estar sofrendo muito mais do que eu. Dallagnol deve estar sofrendo muito mais. Porque eles sabem que cometeram erros. E eu não cometi”, declarou.

 Veja a íntegra da entrevista coletiva:

[*Com informações da Carta Capital, da Rede Brasil Atual e da Revista Fórum]

Publicado em Sistema Petrobrás

Em artigo esta semana, o editor do Brasil 247, o jornalista Leonardo Attuch, foi categórico: "O golpe contra Dilma e a prisão de Lula tiveram como motivo principal a mudança no modelo de exploração do petróleo no Brasil, com o objetivo de esmagar o produtor brasileiro e premiar as petroleiras e os investidores internacionais"

[Por Leonardo Attuch, no Brasil 247]

Por que a ex-presidente Dilma Rousseff foi derrubada? Por que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi preso? Terá sido porque a elite do atraso brasileira não gosta de ver pobre em aeroporto? Ainda que isso seja parcialmente verdade, é simples demais para explicar a destruição da democracia brasileira. O motivo real pode ser encontrado em algumas notícias desta semana, que estão todas relacionadas. A começar pelo aumento de 6,2% no diesel e 8,2% na gasolina, a partir da manhã desta terça-feira. O "despresidente" Jair Bolsonaro bem que ameaçou reagir à atual política de preços da Petrobrás, que indexa os combustíveis ao valor internacional do barril e à cotação do dólar, mas foi rapidamente enquadrado pelas forças de mercado. Na noite de ontem, ao apresentar o ex-presidente Fernando Collor como seu novo assessor para temas econômicos, disse que os preços dos combustíveis não podem ser tabelados no Brasil. Antes disso, um de seus ministros havia dito que os caminhoneiros precisam "desmamar" do governo.

Um dia antes, a Petrobrás, que está sendo privatizada aos pedaços, sem nenhuma transparência e sem nenhum controle do Tribunal de Contas da União, anuncia a venda de uma de suas maiores refinarias, na Bahia, a um fundo árabe. Segundo os petroleiros, por um valor subfaturado em pelo menos 50%. Coisa de bilhão de dólares, que podem ter escoado para algum paraíso fiscal. Mais grave do que isso, no entanto, é a formação de um monopólio regional privado no refino de combustíveis.

Todas essas duas notícias se conectam com o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff, que, como todos sabem, não foi derrubada por "pedaladas fiscais". Caiu porque pretendia fazer do pré-sal brasileiro um passaporte para o desenvolvimento, com a geração de recursos para investimentos em saúde e educação. Mas países que não têm "café no bule", como disse o ex-presidente Lula, ao se referir à incapacidade nuclear brasileira, ou não têm apreço pelo conceito de soberania nacional, nem deveriam se aventurar no mundo do petróleo, que tantas guerras provocou ao longo dos anos. Como o pré-sal foi a maior descoberta de óleo e gás do mundo nos últimos cinquenta anos, rapidamente despertou a cobiça das petroleiras internacionais. E foi assim que começou a ser planejada a guerra contra o Brasil.

De um lado, a Operação Lava Jato destruiu a imagem e a reputação da Petrobrás. De outro, o PSDB pressionava pela mudança no modelo de exploração do petróleo e pela volta das concessões às empresas internacionais. Numa das falas mais sintomáticas após sua delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, que antes defendia mais refinarias no Brasil, declarou que "a política de preços" do governo Dilma causou mais danos à estatal do que a corrupção em si. Foi este o pedágio que Paulo Roberto Costa teve que pagar ao discurso neoliberal. Não por coincidência, nesta terça-feira, o jornal O Globo publica editorial em defesa da política de preços determinada pelo tucano Pedro Parente na Petrobrás após o golpe de 2016.

Mas o que era a política de preços da Petrobrás do governo Dilma? Uma política que simplesmente libertava a economia brasileira da volatilidade das cotações do petróleo e da taxa de câmbio. Os preços eram corrigidos a cada três meses, de acordo com uma média desses fatores – o que garantia maior previsibilidade à economia. E por que esta política foi alterada? Porque o objetivo principal do golpe foi justamente garantir a entrega do pré-sal e dos principais ativos da Petrbrás aos operadores internacionais, seguindo o modelo de "Petrobrax", que já era defendido no final do governo Fernando Henrique Cardoso. Também por isso, não há nenhuma surpresa no fato de FHC jamais ter sido molestado pela Lava Jato, apesar de os procuradores terem encontrado batom na cueca nos pedidos financeiros de seu instituto para a Odebrecht.

O que os caminhoneiros ainda não entenderam é que da derrubada de Dilma em 2016 ao aumento de hoje do diesel, passando pela prisão de Lula em 2018 e a venda de uma refinaria da Petrobrás no dia de ontem, tudo se conecta. O Brasil descobriu a maior reserva de petróleo do mundo, mas foi impedido por forças nacionais e internacionais de usá-lo em benefício da sua população. O petróleo bruto é exportado pelas cotações internacionais, os derivados são cada vez mais importados, plataformas que poderiam ser produzidas no Brasil são encomendadas no exterior, refinarias são liquidadas, fundos de investimentos internacionais são premiados e os caminhoneiros, assim como os trabalhadores nacionais, são penalizados. Será que um dia o Brasil acordará deste pesadelo?

Publicado em Petrobrás Fica

Projeto narra excessos cometidos por Moro muito antes da Lava Jato começar. Lançamento ocorre em debate público na TVGGN 20H de segunda (8). Financiadores via Catarse receberão o vídeo em primeira mão nesta sexta (5)

[Da redação do GGN]

Será lançado nesta segunda-feira (8), a partir das 20h, em debate público no canal do GGN no Youtube, o documentário “SERGIO MORO: A CONSTRUÇÃO DE UM JUIZ ACIMA DA LEI”, um projeto de jornalismo independente realizado por Luis Nassif, Marcelo Auler, Cintia Alves e Nacho Lemus. O documentário é um registro histórico de uma série de violações a direitos e garantias constitucionais que marcaram a trajetória de Sergio Moro na magistratura. Ao longo de 74 minutos, o vídeo expõe alguns dos métodos heterodoxos usados pelo ex-juiz, a partir do depoimento de personagens que acompanharam os casos escabrosos de perto.

A imparcialidade de Moro foi colocada em xeque e virou assunto de repercussão nacional em função dos julgamentos do ex-presidente Lula, mas os excessos cometidos pelo ex-juiz não começaram na Lava Jato. Muito antes da operação que atingiu a Petrobras estourar na mídia, ministros de tribunais superiores tomaram conhecimento de que havia um “juiz investigador” em Curitiba desde os tempos de Banestado, mas pouco fizeram para barrar o comportamento transgressor de Moro.

Os questionamentos em torno da construção artificial da competência de Moro para julgar a Lava Jato, o papel de setores da imprensa que inflaram o movimento lavajatismo para derrubar um governo progressista, a postura vacilante da Suprema Corte e o alinhamento em outros tribunais são alguns dos pontos abordados no documentário, que se estende da formação de Moro até sua passagem pelo Ministério da Justiça a convite do extremista de direita Jair Bolsonaro.

ENTREVISTAS

 O projeto conta com a participação de Alberto Toron (advogado criminalista), Celso Tres (procurador da República), Cezar Roberto Bitencourt (doutor em Direito Penal), Cristiano Zanin Martins (advogado do ex-presidente Lula), Fernando Augusto Fernandes (criminalista e autor do livro “Geopolítica da Intervenção – A verdadeira história da Lava Jato”), Geoffrey Robertson (advogado internacional de Direitos Humanos), Gerson Machado (delegado aposentado da Polícia Federal), Mário Magalhães (escritor e ex-ombudsman da Folha de S. Paulo) e Michel Saliba (criminalista). Em virtude da pandemia do novo coronavírus, as entrevistas e intervenções dos narradores foram gravadas remotamente entre novembro de 2020 e janeiro de 2021. À exceção das entrevistas de dois agricultores vítimas de uma operação instruída por Moro, que são depoimentos concedidos ao jornalista Marcelo Auler em 2018.

CATARSE

O documentário é fruto de uma campanha de financiamento coletivo que o GGN lançou no Catarse em meados de 2020. Além do documentário, o material colhido ao longo de meses de apuração será publicado a partir deste mês em formato de texto nos sites do GGN e Blog do Marcelo Auler.

MAIS SOBRE A LAVA JATO NA TVGGN

​Para esquentar os motores até o lançamento na segunda (8), você pode conferir a primeira obra do gênero documentário em vídeo que o GGN produziu a respeito da Lava Jato: a série “Lava Jato Lado B – a influência dos EUA e a indústria do compliance”, que em cinco capítulos expõe as relações obscuras da força-tarefa de Curitiba com autoridades norte-americanas. 

VÍDEO 1: 

VÍDEO 2: 

VÍDEO 3: 

 VÍDEO 4: 

  VÍDEO 5:  

Publicado em Política

Direção da Petrobrás quer esconder da Justiça brasileira documentos e informações trocadas com autoridades dos EUA, que provam que Lula nunca esteve envolvido em desvio ou corrupção na empresa. Como a FUP alertou, o objetivo da Lava Jato sempre foi político: destruir o legado do PT para desnacionalizar o pré-sal e a Petrobrás

[Com informações da Agência PT e do Instituto Lula | Foto: Ricardo Stuckert]

A Petrobrás afirmou em manifestação oficial encaminhada ao Supremo Tribunal Federal que jamais acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de envolvimento em corrupção na empresa perante às autoridades dos Estados Unidos. No entanto, no mesmo parecer, os advogados da Petrobrás tentam negar acesso da defesa de Lula a documentos e informações trocados com os órgãos norte-americanos.

A defesa de Lula quer acesso ao material para demonstrar a posição contraditória e antagônica adotada pela empresa no Brasil e nos Estados Unidos, seja na questão jurídica (vítima ou culpada), seja em relação ao mérito dos contratos citados nas ações penais que a operação Lava Jato movimenta contra o ex-presidente.  

O parecer foi feito por um escritório contratado pela Petrobrás nos Estados Unidos e apresentado ao STF no dia 4 de outubro. Uma das justificativas da empresa para negar o acesso da defesa do ex-presidente Lula aos documentos é de que a legislação norte-americana assegura o sigilo do material. Embora a petrolífera sustente que os acordos feitos com os EUA estejam apenas relacionados ao “cumprimento de normas contábeis do direito estadunidense”, a realidade é bem diversa. A Petrobras firmou acordo de “No Prosecution Agreement” (NPA) com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos “onde especificamente reconhece e aceita a responsabilidade por condutas criminosas relativas a determinadas conclusões presentes na Ordem”.

Manobra suspeita

Pelo acordo, a Petrobras desembolsou US$ 853,2 milhões, dos quais 80% retornaram ao Brasil para a constituição de uma fundação de direito privado, após acordo entre o procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, e o  então representante do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Petrick Stolkes, que, a partir de 2016, passou a integrar o escritório de advocacia Gibson, Dunn & Grutcher LLP, contratado pela Petrobrás. No Anexo desse acordo, a Petrobras menciona condutas ilícitas de seus ex-colaboradores (ex-diretores e ex-gerentes), de intermediários, empreiteiras, fornecedores e de políticos de nível estadual — sem qualquer referência ao ex-presidente Lula. A empresa faz expressa referência, por exemplo, ao contrato envolvendo a Refinaria Abreu e Lima, que também é usado pela Lava Jato nas ações penais contra Lula.

Enquanto no Brasil a Petrobrás aderiu à narrativa da Lava Jato na condição de assistente de acusação, nos EUA os advogados da empresa descrevem ilícitos envolvendo a contratação, mas eximem Lula de qualquer responsabilidade. A petrolífera também firmou acordo com a SEC (Securities and Exchange Commission), no valor de US$ 85 milhões, além de um acordo numa Class Action, proposta por detentores de valores mobiliários da Petrobras negociados na NYSE, pelo valor de US$ 3 bilhões. Nestas ações, consta que a petrolífera apresentou material organizado e indexado para instruir a demanda. Há notícia da existência de mais de 7 milhões de documentos, indexados como “hot documents/hot material”, traduzidos e armazenados por sistemas de cloud computing e inteligência artificial, documentos (áudios, vídeos, relatórios, etc) provenientes de investigações internas, investigações feitas por agências norte-americanas, por ex-agentes do FBI no Brasil, e reuniões com “autoridades governamentais”, além de “informantes” brasileiros. 

No Brasil, no entanto, a Petrobras, na qualidade de assistente de acusação da Lava Jato contra Lula, assumiu posição não colaborativa, negando aos advogados do ex-presidente diversos documentos e informações. A defesa de Lula ingressou no STF com novo pedido para acessar os documentos trocados pela Petrobras com as autoridades norte-americanas, com a ciência e o acompanhamento dos procuradores da Lava Jato. O pedido está baseado no direito de ampla defesa e acesso igual aos documentos entre a defesa de Lula e os promotores que acusaram o ex-presidente por supostos desvios em contratos da Petrobrás, na Lava Jato de Curitiba. Caberá ao Ministro Edson Fachin, após manifestação da Procuradoria Geral da República, proferir uma decisão monocrática ou levar o caso para julgamento na 2ª. Turma do Supremo Tribunal Federal.

Farsa das acusações

Recentemente, em sentença no dia 24 de setembro, a Justiça Federal do Paraná declarou legais as 23 palestras proferidas por Lula a empreiteiras investigadas na Lava Jato. Foram cinco anos de devassa e criminalização diária contra o ex-presidente. 

Entre 2011 e 2015, Lula palestrou para mais de 40 empresas diferentes ao redor do mundo. Por conta disso, o então juiz da Lava jato, Sérgio Moro, e o procurador Deltan Dalagnol acusaram o ex-presidente, mesmo sem provas, chegando a bloquear seus bens, em mais um capítulo da perseguição para afastá-lo das eleições de 2018. 

Publicado em Sistema Petrobrás

No dia em que a Petrobras completa 67 anos, ex-presidente Lula lembra das conquistas da empresa. “Ela simboliza o que nós queremos defender no Brasil”

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um chamado ao povo brasileiro a defender a Petrobras em sua participação, neste sábado (3), em sua participação no Ato Virtual Pela Soberania Nacional, organizado pelo Comitê de Luta Contra as Privatizações.

Lula relembrou a trajetória da Petrobras, que hoje completa 67 anos de sua fundação, e algumas das conquistas já alcançadas pela maior empresa pública do país. Destacou também a importância da empresa para a autonomia energética do país e para prover recursos que garanta os direitos básicos à população. “A Petrobras é um símbolo do que nós queremos defender no Brasil, que é a soberania nacional”, afirmou o ex-presidente no vídeo. “Soberania significa o Estado brasileiro assumir a responsabilidade pelo bem estar de 210 milhões de brasileiros, sejam eles da origem social que forem”, acrescentou.

O ex-presidente lembrou que a Petrobras tem reconhecimento mundial na prospecção de petróleo em águas profundas e hoje, com tecnologia própria, consegue extrair petróleo de uma profundidade de 7 mil metros. “Quando a gente anunciou o pré-sal, os adversários diziam que a gente não ia conseguir prospectar o petróleo porque era muito caro. E hoje o petróleo do pré-sal é colocado em terra a quase que o mesmo preço da Arábia Saudita. Não é possível que o Brasil tenha dirigentes que não gostam deste país. E quem não gosta do país, vende a alma ao diabo. E é isso que eles estão fazendo agora”, finalizou Lula. 

Publicado em Sistema Petrobrás

[Da imprensa da FUP]

Após cinco dias de debates virtuais, o 18º Congresso Nacional da FUP foi encerrado neste domingo com a apresentação de um vídeo que resgata as principais lutas que a FUP e seus sindicatos travaram ao longo dos útimos anos em defesa da democracia e da soberania nacional.

O vídeo é uma homenagem a todas as gestões que estiveram à frente da Federação nos embates contra os ataques da Lava Jato à soberania nacional e ao Estado Democrático de Direito, as privatizações no Sistema Petrobrás, as tentativas sucessivas de entrega do pré-sal, o golpe de 2016, a perseguição e prisão política do ex-presidente Lula e os ataques contra os direitos da classe trabalhadora.

Assista à íntegra do vídeo:  

Publicado em 18 CONFUP

Na mesa de abertura do Congresso da Federação Única dos Petroleiros, ex-presidente denunciou interesses norte-americanos na Petrobrás, criticou desmonte do Estado pelo atual governo, mas afirmou: “a única luta que a gente perde é aquela que a gente não tem coragem de fazer”

Por Guilherme Weimann*, do Sindipetro Unificado-SP

*Com a colaboração de Andreza de Oliveira

“Nós estamos nos tornando uma republiqueta. Exportando óleo cru e importando derivados, de péssima qualidade como foi o caso da gasolina estragada de avião”. Esta foi uma das afirmações feitas pelo ex-presidente Luiz Inácio nesta quarta-feira (15), durante a mesa de abertura do 18º Congresso da Federação Única dos Petroleiros (Confup).

Além do ex-presidente, o painel denominado  “Conjuntura, democracia brasileira e desafios da esquerda” também contou com a participação da ex-ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, do ex-coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, e de outros integrantes da diretoria recém eleita.

Devido à pandemia do novo coronavírus, pela primeira vez na história o Confup está sendo realizado de forma totalmente digital. Pela manhã, os delegados habilitados votaram na chapa única que ficará à frente da entidade nos próximos três anos (2020-2023). A responsabilidade da coordenação foi assumida pelo diretor do Sindipetro Bahia e petroleiro da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), Deyvid Bacelar.

Lula, logo no início da sua fala, resumiu seu sentimento pela estatal: “eu tenho orgulho da minha relação com a Petrobrás”. O ex-presidente também chamou atenção para o entendimento que promoveu sobre a companhia durante seus governos, nos quais a presença se estendeu dos poços de exploração aos postos de combustíveis. “Eu nunca tratei a Petrobrás como empresa de petróleo. Eu sempre tratei como uma indústria geradora de desenvolvimento, como carro chefe em pesquisa, inovação e produção de novas tecnologias”, pontuou.

Nesse sentido, o ex-presidente apontou a sua prisão e o golpe sofrido pela ex-presidenta Dilma Rousseff, em 2016, como partes de uma estratégia para retirar o pré-sal do controle do Estado brasileiro. “Eles prepararam uma mentira com a Lava Jato. Era preciso desmoralizar a Petrobrás para atender aos interesses dos norte-americanos de desmontar o regime de partilha. Por isso, era preciso desmoralizar o PT e tirar a Dilma, para que o Lula não pudesse ser candidato de novo. Tudo para privatizar a Petrobrás aos pedaços e fazer o país  importar gasolina dos Estados Unidos”, explicou.

O recém eleito coordenador da FUP, Deyvid Bacelar, reforçou essa relação entre o judiciário brasileiro e norte-americano. “Acompanhando o Twitter do Lula, verificamos que hoje foi feita uma postagem com uma provocação interessante sobre a Lava Jato e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Na minha opinião, faz todo o sentido, há um relacionamento íntimo da Lava Jato e o governo norte-americano. Isso fica comprovado quando analisamos a linha do tempo dos últimos anos, de 2003 até hoje”, assegurou Bacelar.

No ano seguinte ao golpe, em 2017, a Petrobrás diminuiu a produção de derivados e as importações dispararam. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), houve um crescimento nas importações de gasolina e diesel de 53% e 63%, respectivamente. Por outro lado, o fator de utilização das refinarias da Petrobrás foi de apenas 72,5% - com capacidade de 2,4 milhões de barris por dia de petróleo, produziram somente 1,74 milhões. Essa tendência se mantém no governo de Jair Bolsonaro (sem partido).

Diante deste cenário, Lula acredita que a categoria petroleira precisa fazer um esforço para estender a luta contra a privatização da Petrobrás a toda população brasileira. “Os petroleiros têm o dever de contar essa história para a sociedade brasileira. Os petroleiros não podem falar apenas com os petroleiros, têm que falar com o país. Não produzam boletins para petroleiros, produzam boletins para a sociedade. Para que todos saibam o que está acontecendo na maior empresa estratégica desse país”, opinou.

O que precisa ser comunicado, de acordo com o ex-presidente, é a privatização da maior empresa nacional. “Defender a Petrobrás é uma coisa de 210 milhões de brasileiros. Temos de gritar todos os dias: o Brasil não está à venda, o Brasil não é mais colônia”, avaliou.

Apesar da conjuntura difícil, Lula saudou o papel de resistência que a categoria petroleira tem desempenhado e foi enfático na mensagem que deve prevalecer na luta popular no próximo período: “a única luta que a gente perde é aquela que a gente não tem coragem de fazer”.

A saudação da ex-ministra Tereza Campello também caminhou no mesmo sentido. “Vocês, petroleiros e petroleiras, são orgulho muito grande para nós no Brasil, pois sempre tiveram à frente da luta nesse processo de resistência”, afirmou Campello.

Desafios

Durante o debate o ex-coordenador da FUP, José Maria Rangel, afirmou que a entidade tem três desafios principais para a próxima gestão. “A direção da FUP que assume tem desafios fundamentais. Primeiro, a luta da democracia no Brasil, já que hoje o país namora com o fascismo. E lutar pela democracia é lutar também pela retomada dos direitos políticos do ex-presidente Lula. Ainda temos o dever de lutar pelos direitos, que foram retirados nos últimos anos pela reforma trabalhista e da previdência, por exemplo. E, por fim, lutar pela defesa da Petrobrás”, elencou Rangel.

Já a diretora do Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP) e recém eleita secretária de Administração e Finanças da FUP, Cibele Vieira, chamou atenção para as demissões em massa dos últimos anos. “Se pegarmos o que isso representou em número de trabalhadores, A gente chegou a ter 446 mil trabalhadores, 360 mil terceirizados e 86 mil próprios, em 2013. Somente em 2014, com a paralisação das obras devido à Lava Jato, houve a redução de 69 mil trabalhadores terceirizados e 6 mil próprios. De 2013 para hoje, são 285 mil trabalhadores a menos”, detalhou Vieira.

Outro efeito colateral do golpe na Petrobrás foi sentido nos postos de combustíveis. Segundo a diretora do Sindipetro do Rio Grande do Sul (Sindipetro-RS) e da FUP, Miriam Cabreira, a política de paridade dos preços internacionais elevou exponencialmente a partir de 2017. “Na população, o impacto do golpe foi a mudança na política de preços dos combustíveis. Quer dizer que o povo brasileiro está pagando um preço semelhante ao vendido internacionalmente, somados ao custo de importação”, assinalou.

Além disso, a diretora do Sindipetro do Rio Grande do Norte e da FUP, Fafá Viana, também destacou outras áreas que estão sendo foco das políticas de privatização do governo. “O governo Bolsonaro tem sido o principal obstáculo para as ações de preservação da vida. Ele se aproveitou da pandemia para retirar a Petrobrás do Nordeste, para privatizar a água, para acelerar todas as medidas que comprometem a soberania nacional. Essa situação pode nos levar a dois extremos: uma barbárie ou uma saída positiva”, indicou Viana. 

Confup

O 18º Confup reúne 272 delegados, 40 suplentes, 32 observadores, além de assessores, jornalista e convidados, num total de 481 participantes. Os debates prosseguem até domingo (19), com uma intensa programação, que inclui cinco painéis com transmissão ao vivo pelos canais da FUP no Youtube e no Facebook.

Veja aqui a programação completa: https://18confup.com.br/

Publicado em 18 CONFUP

[Da imprensa da FUP e do Sindipetro-BA]

Com o tema "Democracia, emprego, revolução digital", foi aberto na manhã dessa quarta-feira (15), o 18º Congresso Nacional da FUP, que devido à pandemia da covid-19, acontece de forma virtual até domingo (19).

Apesar da distância física, as delegações puderam acompanhar pela plataforma digital a apresentação em vídeo do Hino Nacional, que tradicionalmente abre o Confup e que este ano resgatou as imagens emocionantes da greve de fevereiro e as outras lutas históricas que a categoria realizou ao longo dos últimos períodos.

Em seguida, os petroleiros aprovaram a mesa diretora, o Regimento Interno do congresso e, na sequência, as teses das correntes sindicais que compõem a FUP (MLC, CTB, CSD e ArtSind) e que irão nortear os debates do Confup.

As teses reafirmam o compromisso da categoria em defesa da soberania nacional, da democracia e da Petrobrás como empresa pública integrada e com responsabilidade social, ressaltando a necessidade que essa luta seja mais ampla, abrangendo toda a classe trabalhadora. 

Diretoria foi eleita em chapa única

Ainda pela manhã, os petroleiros e petroleiras elegeram a diretoria e o Conselho Fiscal da FUP para o mandato 2020-2023, através de uma chapa única, com representações de todas as forças políticas que integram a Federação. Veja no final da matéria a relação dos novos dirigentes.

As lideranças das correntes sindicais ressaltaram a importância da unidade para fortalecer a categoria nas lutas contra o desmonte do Sistema Petrobrás e na resistência aos graves ataques que a classe trabalhadora está enfrentando.

Deyvid Bacelar, diretor do Sindipetro-BA, que havia assumido interinamente a coordenação geral da FUP, em função do licenciamento de José Maria Rangel, permanecerá no cargo, liderando as lutas da categoria petroleira. Ele ressaltou a importância da pluralidade da nova gestão para fazer frente aos ataques que os trabalhadores vêm sofrendo desde o golpe de 2016 e que foram agravados pelo atual governo de extrema direita.

“Temos inúmeros desafios, como a defesa dos direitos que estão em xeque nesta negociação coletiva, lutar para que a Petrobrás volte a ser uma empresa integrada e o papel importantíssimo de defender a democracia, pois o que se sinaliza no pós-pandemia é o agravamento da crise econômica e precisamos estar preparados para as mobilizações que teremos pela frente”, afirmou.

Muito emocionado, Zé Maria, que durante seis anos ficou à frente da coordenação geral da FUP, fez uma saudação aos congressistas, destacando a importância da entidade na luta pela recuperação do país. “A FUP sempre esteve do lado certo da história, ao lado dos lutadores e lutadoras que buscam um país melhor onde todos e todas tenham vez e voz. Tenho certeza que a Federação continuará à frente dessas grandes lutas”, declarou.

Congresso prossegue até domingo

O 18º Confup reúne 272 delegados, 40 suplentes, 32 observadores, além de assessores, jornalista e convidados, num total de 481 participantes. Os debates prosseguem até domingo, 19, com uma intensa programação, que inclui cinco painéis com transmissão ao vivo pelos canais da FUP no Youtube e no Facebook.

Veja aqui a programação completa: https://18confup.com.br/

Live com Lula

Agora à tarde, às 15h, o Confup recebe o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, no painel “Conjuntura, democracia brasileira e desafios da esquerda”. O debate contará com a participação do ex-coordenador da FUP, José Maria Rangel, das diretoras da federação, Cibele Vieira, Míriam Cabreira e Fafá Viana e do atual coordenador, Deyvid Bacelar. Veja abaixo como acessar:

> https://www.youtube.com/fupbrasil

> https://www.facebook.com/fupetroleiros

DIRETORIA DA FUP ELEITA PARA A GESTÃO 2020/2023

Coordenação Geral

Deyvid Souza Bacelar da Silva (Sindipetro BA)  

Secretaria de Administração e Finanças

Cibele Izidorio Fogaça Vieira (Unificado SP)                                                                                   

Sérgio Borges Cordeiro (Sindipetro NF)

Secretaria de Imprensa e Comunicação

Anselmo Luciano da Silva (Sindipetro MG)                      

Tadeu de Brito Oliveira Porto (Sindipetro NF)   

Secretaria de Saúde, Segurança, Tecnologia e Meio Ambiente

Antônio Raimundo Teles do Santos (Sindipetro NF)      

Paulo Sérgio Cardoso da Silva (Sindipetro Caxias)          

Secretaria de Política Sindical e Formação

Fernando Maia da Costa (Sindipetro RS)            

Paulo Neves de Oliveira Júnior (Sindipetro AM)

Secretaria de Relações Internacionais e do Setor Privado

Gerson Luiz Castellano (Sindiquímica-PR)                                      

Pedro Lúcio Góis e Silva (Sindipetro RN)             

Secretaria de Seguridade, Aposentados e Políticas Sociais

Marise Costa Sansão (Sindipetro BA)    

Paulo César Chamadoiro Martin (Sindipetro BA)           

Secretaria de Assuntos Jurídicos, Institucionais e Terceirizados

Arthur Ragusa Guimarães (Unificado SP)                         

Mário Alberto Dal Zot (Sindipetro PR/SC)          

Suplentes:        

Acácio Viana Carneiro (Sindipetro AM)

Adson Conceição de Brito Silva (Sindipetro BA)

Alberico Santos Queiroz Filho (Unificado SP)    

Guilherme Carvalho Alves (Sindipetro MG)       

Andressa Donadio Delbons (Sindipetro Caxias)

Francisco Antônio Fernandes Neto (Sindipetro CE/PI)  

Davidson Augusto Lomba dos Santos (Sindipetro ES)   

Emanuel Antônio Menezes Pereira (Base CE/PI)            

Fátima Maria Oliveira Viana (Sindipetro RN)     

Jancileide Rocha Morgado (Sindipetro NF)        

Jordano Márcio Zanardi (Sindipetro PR/SC)      

José Genivaldo da Silva (Unificado SP)  

Leandro Nunes Baesso (Sindipetro ES) 

Luciano Santos (Sindipetro Caxias)        

Miriam Ribeiro Cabreira (Sindipetro RS)            

Conselho Fiscal

Claudio Rodrigues Nunes (Sindipetro NF)

Luiz Antônio Lourenzon (Sindipetro PE/PB)       

Rafael Crespo Rangel Barcellos (Sindipetro NF)

Suplentes:                      

Elizabete de Jesus Sacramento (Sindipetro BA)

Norton Cardoso Almeida (Sindipetro NF)           

Patrícia Jesus Silva Gonçalves (Sindipetro ES)    

Publicado em 18 CONFUP

[Da imprensa da FUP]

Com o desafio de ampliar e fortalecer as lutas pela retomada da democracia e reconstrução do Sistema Petrobrás, os petroleiros e petroleiras iniciaram nesta quarta-feira, 15, o 18º Congresso Nacional da FUP, que prossegue até domingo, 19, com palestras, debates e votações em plataformas digitais.

Ao todo, 421 trabalhadores se incsreveram para o 18º Confup, entre delegados, suplentes, observadores, assessores e jornalistas.

Com o tema "Democracia, emprego, revolução digital", o congresso dos petroleiros receberá na tarde desta quarta-feira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Eles estarão ao vivo, a partir das 15h, no painel “Conjuntura, democracia brasileira e desafios da esquerda”, com participação do ex-coordenador da FUP, José Maria Rangel, das diretoras da federação, Cibele Vieira, Míriam Cabreira e Fafá Viana e do atual coordenador, Deyvid Bacelar.

Pela manhã, os petroleiros elegeram a nova diretoria e o conselho fiscal da FUP, para o mandato 2020-2023.

O Confup é o principal fórum de deliberação da categoria, onde são discutidos e votados encaminhamentos políticos, pautas de reivindicações e planos de luta que foram aprovados durante os congressos estaduais, realizados pelos sindicatos filiados.

Além dos desafios impostos pela crise sanitária da covid-19, cujas consequências no Brasil são ainda mais dramáticas por conta do desgoverno Bolsonaro, a categoria enfrenta o maior desmonte da história do Sistema Petrobrás, com impactos gravíssimos sobre o patrimônio da empresa, o desenvolvimento do país e os trabalhadores.

É em meio a este cenário complexo, que os petroleiros e petroleiras estarão reunidos, debatendo alternativas para reconstrução do país e do Sistema Petrobrás. Um debate que passa, necessariamente, pelo restabelecimento da democracia, que vem sendo sistematicamente atacada nos últimos anos, em uma sequência de acontecimentos fascistas que resultaram no golpe de 2016, na prisão política do ex-presidente Lula e na entrega do país à extrema direita.

Acompanhe a programação completa e as atividades do 18º Confup pelo hotsite do congresso: https://18confup.com.br/

Assista por aqui ao debate: 

 

 

Publicado em 18 CONFUP
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.