A fala de Deyvid Bacelar, coordenador geral da FUP, marca a mobilização dos petroleiros de norte a sul do país nas manifestações deste 24 de Julho pelo impeachment de Bolsonaro e o fim do genocídio da população brasileira

[Da Assessoria de Comunicação da FUP | Foto: Daniela Dacorso]

De norte a sul do país, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Sindicatos dos Petroleiros (Sindipetros) afiliados estão participando das manifestações deste sábado (24/7) convocadas por movimentos sociais pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A FUP e seus sindicatos participaram ativamente da organização das manifestações em todos os estados onde atuam.

A mobilização ganhou ainda mais força diante das recentes ameaças feitas pelo ministro da Defesa, general Braga Neto, e comandantes das Forças Armadas ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL), condicionando as eleições presidenciais de 2022 ao retorno do voto impresso.

“Para Bolsonaro, não basta o genocídio da população brasileira que ele e seus comandados estão promovendo no país, com atrasos calculados e corrupção explícita na compra de vacinas, com a CPI da Covid está provando. O presidente grita contra a democracia, tenta articular um golpe por saber que sua derrota nas urnas em 2022 é certa. Os brasileiros e as brasileiras não aguentam mais morrer de Covid, passar fome, perder emprego e renda, ver a inflação subindo todos os meses, pagar caríssimo por gás de cozinha, gasolina, óleo diesel e energia elétrica e ainda estar perto de viver um novo apagão, como aconteceu em 2001. A democracia está sendo ameaçada todos os dias, e estamos nas ruas em defesa da democracia, apesar da pandemia”, afirma o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, presente na manifestação realizada nesta manhã no Centro do Rio de Janeiro. Veja as fotos abaixo:

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Os petroleiros estão nas ruas desde às 8h, quando começaram a se concentrar em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Até o fim da tarde deste sábado, a FUP e seus sindicatos vão participar de manifestações em diversas cidades do Amazonas, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (saiba mais aqui).

“O povo brasileiro já não aguenta mais tanta omissão, que, na verdade, parece ser um projeto muito bem articulado e calculado de extermínio das pessoas mais pobres, de aumento da miséria, de desesperança. Bolsonaro já deu centenas de provas de que não governa para a população brasileira, mas sim para seus interesses, para sua família e seus amigos. Estamos nas ruas com medo do coronavírus, mas temos mais medo ainda do que pode acontecer neste país até 31 de dezembro de 2022, se este genocida continuar no poder. Por isso é fundamental pressionar Arthur Lira para colocar o impeachment de Bolsonaro na pauta da Câmara”, reforça Bacelar. 

Acompanhe a cobertura completa dos atos deste sábado no Twitter da FUP: @FUP_Brasil

Publicado em Movimentos Sociais

Neste sábado, 24, a FUP e seus sindicatos estão de volta às ruas nos atos convocados pelos movimentos sociais e centrais sindicais para pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, a abrir o processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. As manifestações são organizadas pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, com a expectativa de levar para as ruas um número ainda maior de brasileiros e brasileiras que compareceram aos atos dos dias 29 de maio, 19 de junho e 3 de julho.  

Os sindicatos de petroleiros de todo o Brasil estarão em peso nas manifestações deste sábado. Os Sindipetros estarão presentes nos atos de Manaus, Natal, Mossoró, Recife, Fortaleza, Salvador, Feira de Santana, Alagoinhas, Vitória, Belo Horizonte, Betim, Juiz de Fora, Montes Claros, Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio das Ostras, Barra de São João, São Paulo, Campinas, Curitiba, Joinville e Porto Alegre.  Veja abaixo os locais e horários de concentração. 

A orientação da FUP é que só participem dos atos os petroleiros e petroleiras que estiverem em boas condições de saúde. As manifestações serão realizadas em locais amplos e abertos para evitar o máximo possível as aglomerações. Ainda assim, as medidas de segurança devem ser reforçadas, como o distanciamento de dois metros e o uso de máscaras e álcool em gel. 

No Rio de Janeiro, a Federação e os Sindipetros Norte Fluminense e Duque de Caxias estão montando uma estrutura para receber com segurança os petroleiros e demais trabalhadores que comparecerem ao ato. Um carro de som fará recomendações de segurança o tempo todo, faixas e cartazes estão sendo preparados e máscaras e álcool gel serão distribuídos.

Em São Mateus, no Espírito Santo, o Sindipetro distribuirá 100 botijões de gás de cozinha a preços subsidiados, em protesto contra a política de reajuste dos derivados de petróleo, que segue as oscilações do dólar e do preço de importação do barril de petróleo (Preço de Importação de Paridade/PPI). Cada botijão será vendido por R$ 40,00, menos da metade do preço de mercado.