O despreparo do presidente da Petrobrás, general Joaquim Silva e Luna, em relação à crise energética e à explosão dos preços dos combustíveis ficou evidenciado em sua participação na Comissão Geral da Câmara dos Deputados, na terça-feira, 14. Sua incapacidade de tratar de temas urgentes, como a capacidade de produção das termoelétricas e a política de combustíveis no Brasil, deixou muita insatisfação entre os parlamentares de todas as correntes políticas que participaram da audiência.

Durante quase cinco horas, Silva e Luna se mostrou evasivo, não só por desconhecer a própria companhia que preside, como também pelo compromisso com a missão que lhe foi dada de entregar a maior empresa brasileira ao capital especulativo internacional, mesmo que isso custe o empobrecimento do povo brasileiro.

No Debate Petroleiro desta semana, serão ouvidos o ex-diretor de gás e energia da Petrobrás, Ildo Sauer, professor do Instituto de Energia e Ambiente da USP e doutor em Engenharia Nuclear, e o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, que irão debater propostas para a política energética nacional e alternativas para lidar com a crise do setor.

Nesta quarta, 15, às 20h, no canal do Youtube https://www.youtube.com/c/DebatePetroleiro e no Facebook https://www.facebook.com/DebatePetroleiro

[Da imprensa da FUP, com informações do Debate Petroleiro]

 

 

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A edição desta terça-feira, 20, do progama Debate Petroleiro terá como tema a luta dos trabalhadores de empresas estatais para derrubar as medidas governamentais que inviabilzam os planos de saúde de autogestão, como a AMS, do Sistema Petrobrás.

A ampla aprovação no dia 13 de julho, no plenário da Câmara dos Deputados, do Projeto de Decreto Legislativo 956/2018, da deputada Erika Kokay (PT/DF), acendeu a esperança entre os trabalhadores. O projeto, que torna sem efeito a Resolução 23 da CGPAR, foi aprovado por 365 votos a favor e  somente 39 deputados votaram contra a proposição, que se encontra agora em tramitação no Senado.

Se aprovado, o PDC 956/2018 acaba com as medidas nefastas impostas pela resolução, como a redução da participação das estatais no custeio dos planos, a proibição da adesão de novos contratados, a restrição de acesso para os aposentados, a cobranças por faixa etária, prejudicando os beneficiários idosos, que são os que mais necessitam de cuidados com a saúde, entre outras determinações da CGPAR.

Para falar sobre o tema, o Debate Petroleiro conviou a autora do projeto, a deputada federal Érika Kokay (PT-DF), que debaterá a situação dos planos de saúde de autogestão junto com o diretor da FUP, Paulo César Martin e a representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal, Rita Serrano.

O programa é transmitido ao vivo, às 21h, pelo YouTube e pelo Facebook, com retransmissão nas redes da FUP e dos sindipetros. Acesse o link abaixo e já reserve o horário: 

CGPAR é a sigla para Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União, criada com a finalidade de tratar de matérias relacionadas à governança corporativa nas empresas estatais federais e da administração de participações societárias da União.

No entanto, sob o argumento de utilizar tais atribuições, a CGPAR emitiu a Resolução nº 23, de 18 de janeiro de 2018, que estabelece uma série de imposições e parâmetros a serem seguidos pelas empresas estatais no custeio dos benefícios de assistência à saúde, prejudicando os trabalhadores.

[Da imprensa da FUP] 

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.