Os trabalhadores da Baker/GE rejeitaram a proposta de Acordo Coletivo apresentada pela empresa em assembleia on line realizada no dia 26 de abril, às 13h. Para a categoria essa proposta da Baker  não atende às suas reivindicações. No mesmo dia, aprovaram o Estado de Greve.

Segundo o diretor do Departamento dos Trabalhadores do Setor Privado do sindicato, Eider Cotrim, entre os problemas vistos pelos trabalhadores na proposta da empresa estão a “coparticipação” no Plano de Saúde, o não reajuste dos benefícios para que seja restituído ao menos em parte o seu poder de compra e a jornada de trabalho.

Uma proposta já havia sido rejeitada anteriormente, quando foi aprovado Estado de Mobilização  que é um passo anterior à deflagração de protestos mais intensos, como greves, e tem por objetivo pressionar a empresa a avançar nas negociações do acordo coletivo.

O Sindicato vem negociando o Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Baker/GE desde maio de 2020  e seguirá firme e em sintonia com os petroleiros e petroleiras da Baker . Essa decisão já foi encaminhada para a empresa e o NF aguarda para que aconteçam nova mesa com avanços no atendimento às reivindicações.

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No final do mês de agosto, a Federação Única dos Petroleiros encaminhou às empresas Baker Hughes, Schlumberger e Expro Groups as propostas de Acordo Coletivo de Trabalho, compiladas com base no pleito dos trabalhadores e pautas históricas da categoria. As propostas refletem a atual realidade da categoria, após todas as dificuldades observadas durante a calamidade pública instalada pela pandemia da Covid-19.

Eventuais problemas com jornadas de trabalho acima dos 14 dias, fixadas na norma coletiva e com pagamentos de horas extras e folgas mar, devem ser reportados pelos trabalhadores, assim como a política irregular de banco de dias.

Questões relativas à calamidade, regulamentada pelo Decreto Lei nº 06/2020, devido à pandemia da Covid-19, observadas em plataformas, sondas terrestres e bases administrativas, devem ser também reportadas pelos trabalhadores às representações locais dos sindicatos filiados à FUP. Destacamos que sempre resguardaremos o anonimato dos denunciantes, cujas denúncias serão analisadas e debatidas com as empresas e encaminhadas aos órgãos públicos.

Os coordenadores da Secretaria do Setor Privado da FUP, Gerson Castellano e Pedro Luís Gois, assim como os diretores dos Sindipetros NF, BA, RN, ES e PR/SC, estão à disposição da categoria, assim como as assessorias jurídica e econômica da FUP, para mais esclarecimentos sobre as negociações coletivas e demais questões relacionadas aos trabalhadores da indústria de petróleo.

FUP - Secretaria de Relações Internacionais e do Setor Privado

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O Sindipetro-NF irá lançar na próxima semana o edital para eleição dos Delegados Sindicais nas bases da Baker/BJ. é urgente que a categoria apoie o sindicato nesse momento. O Acordo Coletivo venceu em maio deste ano e por conta da Reforma trabalhista os trablhadores estão descobertos. A FUP já notificou a empresa, mas será necessário pressionar para esse acordo sair.

Reforma

Após a Reforma Trabalhista a gestão da Baker mudou sua postura em relação ao movimento sindical. Uma demonstração é que a FUP tem insistido junto à Baker para agendar uma reunião sem obter reposta da empresa. A outra é que a empresa está homologando em sua sede, sem a presença do sindicato. 

[Via Sindipetro-NF]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.