[Atualização às 16h20]

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás seguem em greve nacional desde primeiro de fevereiro, cobrando a suspensão das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR) e o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho.

A cada dia, crescem as adesões ao movimento, tanto nas áreas operacionais, quanto administrativas.

Na Bacia de Campos, já são 23 as plataformas cujos trabalhadores entregaram a produção às equipes de contingência da Petrobrás.

No Ceará, os trabalhadores das plataformas também aderiram à greve e estão entregando as unidades para as equipes de contingência. Até a tarde desta quinta, quatro plataformas já tinham trabalhadores pedindo para desembarcar.

Em Mato Grosso do Sul, os trabalhadores da Usina Termelétrica de Três Lagoas também aderiram à greve hoje pela manhã, ampliando para 13 o número de estados do Brasil abrangidos pela greve.

Nas refinarias, terminais e demais áreas de produção, a greve já atinge mais de 60 unidades em todo o Sistema Petrobrás, em 13 estados do país, mobilizando mais de 18 mil de trabalhadores. Veja o quadro abaixo.

Na Fafen-PR, os petroquímicos e petroleiros já estão há 17 dias acampados em frente à unidade, resistindo contra as mil demissões previstas para terem início no próximo dia 14.

Além de impedir as mil demissões na Fábrica de Fertilizantes da Petrobrás, a greve dos petroleiros cobra a suspensão imediata das medidas unilaterais tomadas pela gestão, que ferem o Acordo Coletivo e estão afetando a vida de milhares de trabalhadores.

Interlocução com parlamentares

Dirigentes da FUP e da CNQ/CUT estão desde ontem (05/02) em Brasília, reunindo-se com deputados e senadores do PT e do PCdoB e outros partidos do campo progressista, cobrando apoio à greve dos petroleiros. Os sindicalistas buscam interlocução dos parlamentares com a direção da Petrobrás para que os representantes da empresa reúnam-se com a Comissão de Negociação Permanente da FUP que está há sete dias na sede da empresa, cobrando diálogo com a gestão da companhia.

Desembargadora nega nova liminar da Petrobrás para retirada da Comissão do Edise

A Comissão da FUP, que ocupa uma sala do quarto andar do Edise desde o dia 31 de janeiro, teve uma nova vitória nesta quinta-feira, 05, contra a tentativa da direção da Petrobrás de retirar os petroleiros do prédio. A desembargadora Maria Helena Motta, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª Região negou mandado de segurança interposto pela empresa à 66ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro pedindo a desocupação do local.

Vigília agita Avenida Chile

Do lado de fora da sede da Petrobrás, cresce a vigília da FUP e dos movimentos sociais. Mais de 20 trabalhadores e familiares de petroquímicos da Fafen-PR participam do acampamento montado na Avenida Chile. Uma caravana com mais trabalhadores da fábrica chega na sexta para um grande ato que terá participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A vigília é mais uma mobilização da greve nacional dos petroleiros e permanecerá ativa até que sejam suspensas as demissões na Fafen-PR, anunciadas pela gestão da Petrobrás começam no próximo dia 14. Diariamente, estão sendo realizadas aulas públicas e atividades culturais no local.

A mobilização conta com participação do MPA, MAB, MST, movimentos de estudantes, Levante Popular da Juventude, UJS, UNE, MNU, CMP, MAR, CMP/SP, entre outros movimentos organizados.

Greve mobiliza 70 unidades no Sistema Petrobrás, em 13 estados do país

Amazonas

Terminal de Coari (TACoari) - trabalhadores aderiram à greve nesta quarta, 05/02

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré – comissão de base segue verificando as condições de segurança nas permissões de trabalho (processamento e produção de GLP, querosene de aviação e diese)

Base 34 - trabalhadores em estado de greve 

Ceará

Plataformas - 4 unidades já aderiram à greve, com os trabalhadores em processo de entrega das unidades para a equipe de contingência e desembarque. 

Terminal de Mucuripe - trabalhadores da manutenção aderiram à greve

Temelétrica TermoCeará - sem rendição no turno desde 02/02. Somente equipes de contingência na unidade.

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde 02/02. Gerência assumiu a unidade com a contingência.

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores 

Bahia

Unidades da UO-BA (Taquipe, Miranga, Bálsamo, Araças, Candeias, Santiago e Buracica) - atividades paralisadas

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno

Usina de Biocombustíveis de Candeias (PBIO) –  atividades paralisadas 

Espírito Santo

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC) - trabalhadores cortaram a rendição no turno na manhã desta terça (04/02)

Sede administrativa da Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus - 100% de participação dos trabalhadores terceirizados e próprios 

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio de Janeiro

Bacia de Campos – trabalhadores de 23 plataformas seguem a orientação do sindicato de entregar a operação das unidades para as equipes de contingência da Petrobrás e pedir o desembarque imediato. Os trabalhadores em escala para embarcar não estão fazendo a rendição dos grupos que estão nas plataformas.

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB) – trabalhadores cortaram a rendição do turno às 23h de 03/02

Terminal de Campos Elíseos (Tecam) – trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02). O turno opera com o número mínimo para as instalações, um operador e um supervisor

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB) – trabalhadores estão mobilizados desde segunda (03/02), com atrasos crescentes no turno

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

São Paulo

Terminal de Guararema – adesão dos trabalhadores à greve nesta quinta (06/02)

Terminal de Barueri – adesão dos trabalhadores na manhã do dia 03/02

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap) – cortes alternados nos turnos

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) – cortes alternados nos turnos 

Mato Grosso do Sul

Usina Termelétrica de Três Lagoas - trabalhadores aderiram à greve na manhã desta quinta (06/02)

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – adesão de 95% dos trabalhadores à greve. A unidade está sendo operada por técnicos de operação e engenheiros de outras unidades da Petrobrás que foram acionados para se somar aos 5% que não aderiram à greve. 

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 

Santa Catarina

Terminal de Biguaçu (TEGUAÇU) - trabalhadores aderiram à greve na terça (04/02)

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ) - trabalhadores aderiram à greve na terça (04/02)

Terminal de Guaramirim (Temirim) - trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran) -  trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02)

Base administrativa de Joinville (Ediville) -  trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02) 

Rio Grande do Sul

Terminal de Niterói (Tenit) – adesão à greve na manhã de 03/02

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

 

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás
Quarta, 05 Fevereiro 2020 19:51

Um gás na greve e 50 unidades mobilizadas

A greve nacional dos petroleiros já atinge cerca de 50 unidades do Sistema Petrobrás, em 12 estados do país, mobilizando milhares de trabalhadores nas áreas operacionais e administrativas. Veja o quadro abaixo.

Ao longo desta quarta-feira, 05, os petroleiros promoveram ações sociais em quatro cidades, vendendo gás de cozinha e gasolina a preços justos. As ações foram realizadas em Araucária (Paraná), Alagoinhas (Bahia), Vitória (Espírito Santo) e Canoas (Rio Grande do Sul).

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O objetivo foi conscientizar a população sobre os impactos econômicos e sociais do desmonte e privatização da Petrobrás.

Na vigília que vem sendo mantida desde segunda-feira pelos petroleiros e movimentos sociais em frente ao edifício sede da Petrobrás (Edise), no Rio, o quinto dia de greve foi marcado por atos e eventos culturais. Além de uma aula pública do professor Dorival Gonçalves Junior, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), sobre a importância dos preços dos combustíveis no dia a dia dos brasileiros, houve oficina de bordados e apresentação do bloco de carnaval “O petróleo é nosso!”. 

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Dentro do Edise, a Comissão de Negociação Permanente da FUP completa nesta quinta (06/02) sete dias de ocupção de uma sala do quarto andar do prédio, cobrando interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões na Fábrica de Fertilizantes de Araucária e abrir fóruns de negociação para cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho.  

Na Fafen-PR, os petroquímicos e petroleiros já estão há 16 dias acampados em frente à unidade, resistindo contra as mil demissões previstas para terem início no próximo dia 14.

Quadro nacional da greve dos petroleiros

Amazonas

Terminal de Coari - trabalhadores aderiram à greve nesta quarta, 05/02

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré –  uma comissão de base está verificando as condições de segurança nas permissões de trabalho (processamento e produção de GLP, querosene de aviação e diese)

Base 34 - trabalhadores em estado de greve 

Ceará

Temelétrica TermoCeará - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01 

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores 

Bahia

Unidades da UO-BA (Taquipe, Miranga, Bálsamo, Araças, Candeias, Santiago e Buracica) - atividades paralisadas

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Usina de Biocombustíveis de Candeias (PBIO) –  Adesão de 100% dos trabalhadores desde segunda (03/02) 

Espírito Santo

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC) - trabalhadores cortaram a rendição no turno na manhã desta terça (04/02)

Sede administrativa da Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus - 100% de participação dos trabalhadores terceirizados e próprios 

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio de Janeiro

Terminal de Campos Elíseos (Tecam) – trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02). O turno opera com o número mínimo para as instalações, um operador e um supervisor

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB) – trabalhadores estão mobilizados desde segunda (03/02), com atrasos crescentes no turno

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB) – trabalhadores cortaram a rendição do turno às 23h de 03/02.

Na noite de segunda (03/02), os trabalhadores das plataformas da Bacia de Campos começaram a seguir a orientação do sindicato de entregar a operação das unidades para as equipes de contingência da Petrobrás. São 17 plataformas no movimento, que teve início no sábado (01/02), com levantamentos de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo. 

São Paulo

Terminal de Baguar – trabalhadores atrasaram em 1h o carregamento de combustíveis nesta quarta (05)

Terminal de Guarulhos - trabalhadores seguem realizando atrasos

Terminal de Barueri – adesão dos trabalhadores na manhã do dia 03/02

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap) – cortes alternados nos turnos

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) – cortes alternados nos turnos 

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 

Santa Catarina

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ) - trabalhadores aderiram à greve na terça (04/02)

Terminal de Guaramirim (Temirim) - trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran) -  trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02)

Base administrativa de Joinville (Ediville) -  trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02) 

Rio Grande do Sul

Terminal de Niterói (Tenit) – adesão à greve na manhã de 03/02

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Na tarde de hoje (05), em Araucária, o Sindipetro PR e SC e o Sindiquímica-PR uniram forças para mais uma mobilização em benefício da sociedade. Enquanto os petroleiros distribuíram cupons de desconto para o gás de cozinha no valor de R$ 30, os petroquímicos doaram feijão

A Praça da Bíblia, em Araucária, recebeu uma peregrinação de cidadãos com botijão de gás em mãos e em busca de desconto. Os 300 botijões que o Sindipetro PR e SC comprou para a ação acabaram em pouco tempo. A ação da entidade teve o objetivo de alertar a população sobre os prejuízos causados pela política de privatização da Petrobrás. Em vários estados do Brasil, os sindicatos subsidiaram o preço do gás de cozinha de 13 kg. 

No ato em Araucária, a população começou a chegar por volta do meio dia e rapidamente lotou a praça, formando grande fila em frente à barraca dos petroleiros, onde eram trocados os cupons de R$ 30. Com o voucher em mãos, o cidadão pegava rapidamente seu botijão e recebia um quilo de feijão. Levando em consideração o preço médio de R$ 70 no gás na região, com a ação, os trabalhadores compraram o item por R$ 40. 

Para o Sindipetro PR e SC, é possível vender o gás de cozinha a custo de produção nacional, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras, da Petrobras e a arrecadação dos impostos dos estados e municípios. “Uma outra política de preços é possível, tanto para a gasolina e o diesel como para o gás de cozinha. Basta o Governo Federal barrar os aumentos sucessivos dos derivados do petróleo”, explicou Mário Dal Zot, presidente do sindicato. 

Atualmente, a população brasileira é punida com a política de preços da atual gestão da Petrobrás, que segue a agenda de Paulo Guedes, guru econômico de Bolsonaro. Ou seja, hoje a companhia acompanha o preço internacional do barril do petróleo e a variação do dólar. O resultado são aumentos sucessivos, muitas vezes diários, para gasolina, diesel e gás de cozinha. 

Na Praça da Bíblia, a voz do povo é a voz de Deus 

A greve dos petroleiros fecha o quinto dia nesta quarta-feira, com pautas claras: contra a demissão dos trabalhadores da Fafen-PR, pelo respeito ao Acordo Coletivo de Trabalho e pela Petrobrás forte, promovendo desenvolvimento, gerando emprego e renda. 

Sobre esse último ponto, uma coisa é certa: a desindustrialização irá promover um problema sem precedentes na região industrial de Araucária. 

Sabendo disso, o Sindipetro PR e SC, através do Fórum de Defesa da Petrobrás, ouviu a população sobre o fechamento da Fafen-PR, o que eles acham do atual Governo Federal e o preço do gás de cozinha. 

Todas as entrevistas foram ao vivo e de forma aleatória. Elas estão disponíveis na página do Facebook do Fórum de Defesa da Petrobrás.

Confira alguns relatos:   

::Sobre a possibilidade de fechamento da Fafen-PR: 

“Sou terceirizado da Petrobrás. Ano passado, nós conseguimos trabalhar só 40 dias. Esse ano, que era para ter serviço, teve o fechamento da Fafen-PR. Isso é um absurdo, porque eu moro em Araucária desde o início da Petrobrás, meu filho cresceu e estuda para seguir o mesmo caminho que o meu e trabalhar nessa área, agora, nós não vamos saber o que vai acontecer. Todo ano nós tínhamos um dinheiro dali, era seguro, agora já perdemos a expectativa de trabalho” – *Luiz Carlos Lopes. 

:: Sobre o preço do gás de cozinha e o Governo Federal: 

“Deus o livre, está muito caro. Acho que nós temos que entrar no mato e juntar lenha e fazer fogo, porque não tem como mais. Difícil. Acho que o presidente (Bolsonaro), em vez de melhorar, piorou” – Sofia dos Santos. 

“O preço do gás não está caro, está um absurdo. (Sobre a promoção) Ajuda muito, poderia ser constante, mas, para isso, tem que tirar o presidente” – Fernanda Guimarães.   

:: Sobre a importância da ação dos sindicatos: 

“Essa promoção está muito boa. Porque muita gente está sem dinheiro para comprar gás e comida. Agora, já dá para comprar o botijão e ainda comprar uma carninha. Porque trinta reais de diferença já é uma ajuda” – Clara

“Para mim ajuda muito. Sou aposentado e ganho uma mixaria. Até o feijão ajuda. O gás está muito caro, atrapalha na minha vida e de muita gente. Hoje, tudo está mais caro. Estão administrando muito mal o Brasil. Entraram dizendo que iam melhorar, mas está piorando. Tudo tá caro. Não tem nem como ter lazer com a família” – Antônio (Aposentado).

[Via Sindipetro-PR/SC]

Publicado em Sistema Petrobrás

Trabalhadores da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR), que são unidades industrias da Petrobrás na cidade de Araucária, foram à Câmara Municipal de Curitiba nesta quarta-feira (05) para protestar contra as ofensas do prefeito da capital, Rafael Greca de Macedo. 

Na última segunda-feira (03), durante a abertura dos trabalhos legislativos de 2020, Greca disse que “só não estava fazendo asfalto porque a Petrobrás está em greve devido à esclerose sindical”. A fala revoltou os trabalhadores do Sistema Petrobrás, que estão em greve há cinco dias contra a demissão de mil trabalhadores petroquímicos da Fafen-PR devido ao anúncio do fechamento da fábrica. 

A convite da vereadora professora Josete (PT), Thiago Olivetti, trabalhador da Repar e diretor do Sindipetro PR e SC, ocupou o plenário para fazer esclarecimentos sobre a greve e repudiar as declarações do prefeito. “Ele (Greca) é de família tradicional na política. Está aí há muito tempo nessa linha, nunca trabalhou na vida e xinga quem trabalha e está defendendo seus empregos, chamando de esclerosados. Então é uma tremenda falta de respeito. Os trabalhadores vieram aqui para protestar. O prefeito que se diz gestor da cidade tem que respeitar os trabalhadores, não pode fazer isso”, disse em entrevista após seu pronunciamento na Câmara. 

Olivetti ainda lembrou de uma frase polêmica de Greca. “O prefeito, que já disse ter nojo de pobre, também despreza os trabalhadores. O que ele quer é só ficar mamando porque família tradicional é isso, sempre na riqueza, não sabe o que é segurar um martelo, pegar numa chave de fenda, nada disso. Ele tem nojo de todo mundo que é trabalhador”. 

Durante uma sabatina na campanha eleitoral de 2016, Greca soltou a seguinte frase: “a primeira vez que tentei carregar um pobre no meu carro eu vomitei por causa do cheiro”.    

A vereadora Josete disse que “é inconcebível que qualquer representante eleito faça uma fala contra os trabalhadores, mas infelizmente o prefeito sempre fala demais e muitas vezes ele é infeliz, mas na prática ele mostra o que ele pensa”. 

Ela também comparou as declarações polêmicas do prefeito. “Essa recente polêmica lembra muito aquela outra frase famosa dele de que tem nojo de pobre, que depois negou, mas na verdade é o que ele pensa e o que reafirma várias vezes nas suas falas”.

[Via Sindipetro-PR/SC]

Publicado em Sistema Petrobrás

[Atualização às 22h20]

O quinto dia de greve dos petroleiros conta nesta quarta-feira, 05, com ações solidárias realizadas pelos sindicatos da FUP, subsidiando os preços do botijão de gás de cozinha nos estados da Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul. No Espírito Santo, os descontos foram no preço da gasolina.

A greve nacional da categoria segue forte em 12 estados do país e já atinge cerca de 50 unidades do Sistema Petrobrás, mobilizando em torno de 18 mil trabalhadores nas unidades operacionais e administrativas. [Veja o quadro no final da matéria].

A privatização e fechamento de unidades da Petrobras, além das demissões em massa, pesam no bolso da população. Os preços abusivos dos combustíveis são parte do pacote de desmonte da empresa.

O consumidor brasileiro é punido por uma política de reajuste de derivados que obriga a Petrobras a acompanhar o preço internacional do barril do petróleo e a variação do dólar. Os petroleiros lutam para alterar essa forma de reajuste dos combustíveis. Por isso, os sindicatos da FUP estão em greve e nas ruas, denunciando o desmonte da empresa. 

Ações contra preços abusivos

No Espírito Santo, a ação foi em Vitória. O Sindipetro distribuiu 00 cupons de descontos na sede da Petrobras (Edivit), na Reta da Penha. Cada motorista abasteceu 20 litros de gasolina, recebendo ajuda do Sindipetro-ES de R$ 2,00 por litro, totalizando R$ 40 de desconto.

No Paraná, a ação foi em Araucária, na Praça da Bíblia, em frente à Câmara dos Vereadores, região central da cidade. Os petroleiros entregaram 300 botijões com voucher de R$ 30 na compra do GLP. Assim, o preço médio do botijão, que atualmente está em R$ 70, ficou por R$ 40. O Sindiquímica-PR também fez a segunda distribuição gratuita de feijão para a população. Foi doada uma tonelada do alimento, produzido pelos trabalhadores rurais dos assentamentos do MST no estado.

No Rio Grande do Sul, a ação foi realizada à tarde, na cidade de Canoas, onde 100 botijões de gás foram distribuídos pelo valor de R$ 40,00 para 100 consumidores na Vila João de Barro.

Na Bahia, a ação foi realizada na cidade de Alagoinhas, onde 200 botijões de gás foram subsidiados pelo Sindipetro pelo valor de R$ 50,00 para as 200 pessoas no bairro do Mangalo.

Ocupação e vigília em frente à sede da Petrobrás

No Rio de Janeiro, a Comissão de Negociação Permanente da FUP entra hoje no sexto dia de ocupção de uma sala do quarto andar da sede da Petrobrás, cobrando interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões na Fábrica de Fertilizantes de Araucária e abrir fóruns de negociação para cumprimento do Acordo Coletivo.  

Do lado de fora do prédio, na Avenida Chile, cresce a vigília dos movimentos sociais e familiares de trabalhadores da Fafen-PR. As demissões anunciadas pela gestão da Petrobrás começam no próximo dia 14, se não forem suspensas. A mobilização conta com participação do MPA, MAB, MST, movimentos de estudantes, Levante Popular da Juventude, UJS, UNE, MNU, CMP, MAR, CMP/SP, entre outros movimentos organizados.

Nesta quarta, houve várias atividades no local, como oficinas de batucada e uma aula pública às 15h, com o professor Dorival Gonçalves, da UFMT, que explicou porque o preço dos combustíveis virou um tema do dia a dia dos brasileiros.

Na Fábrica, em Araucária, os petroquímicos e petroleiros completam 16 dias de resistência, acampados em frente à unidade.

Divulgue a greve e as nossas ações em defesa da Petrobrás

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Quadro nacional nesta quara – 05/02

Amazonas

Terminal de Coari - trabalhadores aderiram à greve nesta quarta, 05/02

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré –  uma comissão de base está verificando as condições de segurança nas permissões de trabalho (processamento e produção de GLP, querosene de aviação e diese)

Base 34 - trabalhadores em estado de greve 

Ceará

Temelétrica TermoCeará - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01 

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores 

Bahia

Unidades da UO-BA (Taquipe, Miranga, Bálsamo, Araças, Candeias, Santiago e Buracica) - atividades paralisadas

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Usina de Biocombustíveis de Candeias (PBIO) –  Adesão de 100% dos trabalhadores desde segunda (03/02) 

Espírito Santo

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC) - trabalhadores cortaram a rendição no turno na manhã desta terça (04/02)

Sede administrativa da Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus - 100% de participação dos trabalhadores terceirizados e próprios 

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio de Janeiro

Terminal de Campos Elíseos (Tecam) – trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02). O turno opera com o número mínimo para as instalações, um operador e um supervisor

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB) – trabalhadores estão mobilizados desde segunda (03/02), com atrasos crescentes no turno

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB) – trabalhadores cortaram a rendição do turno às 23h de 03/02.

Na noite de segunda (03/02), os trabalhadores das plataformas da Bacia de Campos começaram a seguir a orientação do sindicato de entregar a operação das unidades para as equipes de contingência da Petrobrás. São 17 plataformas no movimento, que teve início no sábado (01/02), com levantamentos de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo. 

São Paulo

Terminal de Baguar – trabalhadores atrasaram em 1h o carregamento de combustíveis nesta quarta (05)

Terminal de Guarulhos - trabalhadores seguem realizando atrasos

Terminal de Barueri – adesão dos trabalhadores na manhã do dia 03/02

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap) – cortes alternados nos turnos

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) – cortes alternados nos turnos 

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 

Santa Catarina

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ) - trabalhadores aderiram à greve na terça (04/02)

Terminal de Guaramirim (Temirim) - trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran) -  trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02)

Base administrativa de Joinville (Ediville) -  trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02) 

Rio Grande do Sul

Terminal de Niterói (Tenit) – adesão à greve na manhã de 03/02

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

[FUP | Foto: Gilbram Mendes]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros estão em greve nacional há quatro dias e vão realizar, amanhã, quarta-feira (05), uma ação para alertar a população sobre os prejuízos causados pela política de privatização da Petrobras. Em vários estados do Brasil, os sindicatos de petroleiros vão subsidiar o preço do botijão de gás de cozinha de 13 kg. 

No Paraná, a ação será em Araucária, às 12h, Praça da Bíblia, em frente à Câmara dos Vereadores, região central da cidade. Os petroleiros entregarão 300 botijões com voucher de R$ 30 na compra do GLP. Assim, o preço médio do botijão, que atualmente está em R$ 70, fica por R$ 40 (PAGAMENTO EM DINHEIRO). 

IMPORTANTE: É NECESSÁRIO LEVAR O BOTIJÃO 

O objetivo dos petroleiros é mostrar que é possível vender o gás de cozinha a custo de produção nacional, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras, da Petrobras e a arrecadação dos impostos dos estados e municípios. 

Atualmente a população brasileira é punida com a alteração da política de preços da companhia, que passou a acompanhar o preço internacional do barril do petróleo e a variação do dólar, desencadeando aumentos sucessivos, que já chegaram a ser diários, da gasolina, diesel e gás de cozinha, sem haver nenhuma proteção ao consumidor. 

Para o Sindipetro Paraná e Santa Catarina, uma outra política de preços é possível, com a intervenção do governo federal para barrar os aumentos sucessivos dos derivados de petróleo. 

“Vamos sempre defender que a prioridade de qualquer governo seja o povo, a sociedade como um todo e não acionistas da iniciativa privada. Vamos provar, mais uma vez, já que mostramos isso com a gasolina e o diesel, que é possível praticar um preço menor e manter a economia aquecida”, explicou Mario Dal Zot, presidente do Sindipetro PR e SC. 

:: Feijão

No mesmo dia, os petroquímicos do Sindiquímica-PR farão a segunda distribuição gratuita de feijão para a população. Ato da semana passada foi bem-sucedido e os trabalhadores retomarão, ao lado dos petroleiros do Sindipetro PR e SC, os alertas à sociedade. 

:: Serviço

Sindipetro PR e SC vai subsidiar o preço do gás de cozinha, nessa quarta (5), em Araucária

Data: 05 de fevereiro

Hora: a partir das 12h

Endereço: Praça da Bíblia, em frente à Câmara dos Vereadores de Araucária.

[Via Sindipetro-PR/SC]

Publicado em Sistema Petrobrás

[Atualizado às 17h00]

Os petroleiros completam nesta terça-feira, 04, o quarto dia de greve no Sistema Petrobrás, contra as demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR) e pelo cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho.

Mais de 30 unidades aderiram ao movimento, em 12 estados do país (veja o quadro abaixo). Na Bacia de Campos, os trabalhadores estão entregando a produção das plataformas para as equipes de contingência da Petrobrás e se recusando a fazer a susbstiuição dos grupos que estão embarcados. Até às 15h30 desta terça, 14 plataformas já tinham aderido às orientações do sindicato.

Na unidade de produção da Bahia (UO-BA), os trabalhadores próprios e terceirizados paralisaram as atividades nos campos de Taquipe, Miranga, Bálsamo, Araças e Buracica.

Na Transpetro, subsidiária da Petrobrás, a greve também avançou, com a adesão dos trabalhadores do Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB), do Terminal de Guarulhos, em São Paulo, do Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ), em Santa Catarina, e do Terminal de Campos Elíseos (Tecam), em Duque de Caxias.

No Espírito Santo, a greve ganhou o reforço dos trabalhadores da Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC), que cortaram a rendição no turno na manhã desta terça.

No Rio de Janeiro, a Comissão de Negociação Permanente da FUP segue há quatro dias ocupando uma sala do quarto andar da sede da Petrobrás, cobrando interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões na Fábrica de Fertilizantes de Araucária e abrir fóruns de negociação para cumprimento do Acordo Coletivo.  

Em apoio, familiares de trabalhadores da Fafen-PR permanecem desde ontem (03/02) em frente à sede da Petrobrás, em uma vigília que conta com o apoio dos trabalhadores e movimentos sociais. As demissões anunciadas pela gestão da Petrobrás começam no próximo dia 14, se não forem suspensas. A mobilização conta com participação do MPA, MAB, MST, movimentos de estudantes, Levante Popular da Juventude, UJS, UNE, MNU, CMP, entre outros movimentos organizados.

Na Fábrica, em Araucária, os petroquímicos e petroleiros completam 15 dias de resistência, acampados em frente à unidade.

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#PetrobrasÉdoBrasil

#FafenResiste

Quadro nacional nesta terça – 04/02 

Amazonas

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

rio Grande do norte

Polo de Guamaré –  uma comissão de base está verificando as condições de segurança nas permissões de trabalho (processamento e produção de GLP, querosene de aviação e diese)

Base 34 - trabalhadores em estado de greve 

Ceará

Temelétrica TermoCeará - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01 

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores 

Bahia

Unidades da UO-BA (Taquipe, Miranga, Bálsamo, Araças e Buracica) - atividades paralisadas

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Espírito Santo

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC) - trabalhadores cortaram a rendição no turno na manhã desta terça (04/02)

Sede administrativa da Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus - 100% de participação dos trabalhadores terceirizados e próprios 

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Rio de Janeiro

Terminal de Campos Elíseos (Tecam) – trabalhadores aderiram à greve na segunda (03/02). O turno opera somente com o número mínimo para as instalações: um operador e um supervisor

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB) – trabalhadores estão mobilizados desde segunda (03/02) e com atrasos crescentes no turno

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB) – trabalhadores cortaram a rendição do turno às 23h de 03/02.

Na noite de segunda (03/02), os trabalhadores das plataformas da Bacia de Campos, começaram a seguir a orientação do sindicato de entregar a operação das unidades para as equipes de contingência da Petrobrás. Desde sábado (01/02), mais de 15 plataformas já vinham realizando levantamentos de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo. 

São Paulo

Terminal de Guarulhos - adesão dos trabalhadores na manhã de hoje 04/02

Terminal de Barueri – adesão dos trabalhadores na manhã do dia 03/02

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap) – cortes alternados nos turnos

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) – cortes alternados nos turnos 

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02 

Santa Catarina

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ) - trabalhadores aderiram à greve hoje (04/02)

Terminal de Guaramirim (Temirim) - trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran) -  trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Base administrativa de Joinville (Ediville) -  trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02) 

Rio Grande do Sul

Terminal de Niterói (Tenit) – adesão à greve na manhã de 03/02

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

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Publicado em Sistema Petrobrás

Trabalhadores, sindicatos e movimentos populares fizeram um ato em frente à sede da Petrobras, no centro do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (3), para apoiar os cinco funcionários que ocupam desde a última sexta-feira (31) uma das salas de reunião da estatal. A greve, que mobiliza milhares de trabalhadores em todo o Brasil, reivindica a suspensão do fechamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR), que vai provocar a demissão de mil trabalhadores.

> Um grupo de petroquímicos da Fafen e familiares, com apoio dos movimentos sociais, iniciou uma vigília, com tendas, na Avenida Chile, onde está localizada a estatal.

Mobilização

Dirigente da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Simão Zanardi Filho disse ao Brasil de Fato que os trabalhadores não paralisaram a produção de diesel, demais combustíveis e gás de cozinha para não prejudicar a população. Ele lembrou, no entanto, que não há a garantia de que as distribuidoras não tentarão nos próximos dias reter seus estoques para forçar o aumento de preço, como ocorreu em 1995.

"Nossa greve é legal, justa e por isso temos a adesão dos trabalhadores. Temos 80% das 13 refinarias do Brasil. No caso, das plataformas, que já começam a entrar em greve essa semana, elas não vão parar, mas entregam a operação para uma equipe de contingência da Petrobras e os trabalhadores de lá estão desembarcados como grevistas", contou Zenardi, acrescentando que a greve cessa quando a estatal respeitar o acordo firmado em novembro do ano passado com trabalhadores diante de ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

"Estamos reivindicando simplesmente o cumprimento do acordo coletivo assinado em Brasília. A Petrobras assinou e não quer cumprir as duas cláusulas. A primeira delas é que não pode haver demissão em massa, mas estamos vendo agora a demissão de mil trabalhadores. A outra é que a Petrobras tem que negociar a jornada de trabalho, o plano de saúde, o banco de horas. Entretanto, ela se não quer negociar e afrontou os ministros do TST. Estamos aqui, hoje, defendendo a legalidade do acordo, nada mais, nada menos", disse o dirigente da FUP.

Durante a manhã, petroleiros, lideranças políticas como o ex-senador Lindbergh Farias (PT), a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) e movimentos populares, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) junto ao Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) tentavam negociar com a direção da Petrobras a entrada no prédio de um representante para levar alimentos e água aos grevistas Deyvid Bacelar, Tadeu Porto, Cibele Vieira, José Genivaldo da Silva e Ademir Jacinto. Eles ocupam uma sala da empresa desde as 15h de sexta-feira (31) e criaram, a partir de lá, a "Comissão Permanente de Negociação".

Presente no ato, o ex-senador Lindbergh Farias (PT) lembrou que trabalhadores de outras estatais, como o Dataprev e a Casa da Moeda, também vêm fazendo uma movimento de resistência contra as tentativas de privatização das empresas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

"Estou convencido de que para derrotar Jair Bolsonaro é fundamental colocar o povo nas ruas, se inspirar na luta do povo chileno. Lá, eles mostram que o palco central de resistência é nas ruas. Não vamos arredar pé daqui da frente enquanto não liberarem o acesso de comida aos cinco companheiros que estão resistindo lá. A luta desses três setores é fundamental para que a gente coloque outros setores em mobilização e paralisação e construa uma grande greve geral para derrotar Bolsonaro", disse o petista.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB) criticou o policiamento destacado para a entrada da Petrobras. Por volta de meio-dia desta segunda-feira (3), 10 carros da Polícia Militar estavam parados em frente ao edifício da estatal, com agentes portando metralhadoras, apesar de o ato do ato pacífico e sem confrontos.

"Esse reforço da polícia é totalmente desnecessário. Se tem alguém que defende patrimônio público aqui, esse alguém é o trabalhador que está aqui do lado de fora. Quem destrói o patrimônio é exatamente esse governo, que não só que vende tudo a preço de banana, como também desmonta o corpo interno, fazendo demissão em massa contra o acordo coletivo firmado com os trabalhadores. Essa é a razão da greve. Essa comissão quer um diálogo para que se discuta o desmonte de uma empresa estratégica para o Brasil, uma empresa reconhecida no mundo inteiro".

A parlamentar também chamou a população às ruas. Ela lembrou que a Câmara dos Deputados e o Senado voltam às atividades nesta terça-feira (4), mas que o país não pode esperar que todas as decisões venham de lá nem pode aguardar até 2022, ano de eleições presidenciais, para dar a resposta nas urnas, porque "pode não sobrar nada até lá".

"Defender hoje a soberania do Brasil significa incluir o povo brasileiro. Estamos sob risco de ruptura da democracia brasileira, de ruptura institucional, e isso é tudo o que eles querem, mudar o regime. A Petrobras é uma marca desse país, o verde e amarelo não é deles, não, é nosso. E esperar até 2022 para defender o Brasil... pode não sobrar nada até lá. O tempo é agora", defendeu Jandira.

 

[Via Brasil de Fato | Texto: Eduardo Miranda | Edição: Mariana Pitasse]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Após pressão dos sindicatos, movimentos sociais e parlamentares, Petrobrás libera comida e água mineral para os cinco diretores da FUP que integram a Comissão Permanente de Negociação, que está desde a útima sexta-feira, 31/01, na sede da empresa, buscando interlocução com a gestão.

Após negar, sucessivamente, a entrega de alimentos e água para os petroleiros, desrespeitando a liminar expedida pela Justiça doTrabalho do Rio de Janeiro, a direção da Petrobrás recuou e permitiu que a Comissão de Negociação da FUP recebesse os mantimentos doados pelos trabalhadores e movimentos sociais.

Nas redes sociais, a deputada federal Jandira Feghali, que é médica, denunciou o autoritarismo da gestão da Petrobrás, que negou o acesso da parlamentar à sala onde estão os petroleiros para que pudesse checar a integridade física dos trabalhadores. A direção da empresa utilizou forte aparato policial para impedir o acesso da deputada ao prédio da Petrobrás, que ainda é uma empresa pública.

Segundo ela é a primeira vez que ocorre em toda sua vida pública como parlamentar. "Um desrespeito EXPLÍCITO da nova direção da estatal com UM MANDATO PARLAMENTAR. Agridem as prerrogativas de um deputado em exercício do mandato conferido pela população", publicou em suas redes sociais.

Em vídeo, os diretores da FUP agradeceram o apoio e a solidariedade dos parlamentares e dos movimentos sociais e, em especial, à linda cesta de alimentos orgânicos produzidos pelo Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA.

 #GreveDosPetroleiros

#PetrobrasÉdoBrasil

Publicado em Sistema Petrobrás

[[Atualizado às 20h30]

Nesta segunda-feira, 03, a greve dos petroleiros avançou para 13 estados do país e mais de 20 unidades do Sistema Petrobrás nas bases da FUP.

Nas refinarias Henrique Lages (Revap) e Presidente Bernardes (RPBC), no estado de São Paulo, os trabalhadores também estão mobilizados, realizando cortes na rendição do turno. 

Novas adesões devem ocorrer ao longo da semana, fazendo avançar a greve por tempo indeterminado, que entou hoje no terceiro dia.

Pela manhã, ocorreram atos e acampamentos em diversas unidades da Petrobrás por todo o país e também na sede administrativa da empresa, no Rio de Janeiro, onde a Comissão de Negociação Permanente da FUP segue há mais de 72 horas, cobrando interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões na Fafen-PR e outras medidas unilaterais que descumprem o Acordo Coletivo de Trabalho.     

Acompanhe a greve dos petroleiros pelas redes sociais da FUP:

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Quadro nacional nesta segunda – 03/02

Amazonas

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Ceará

Terminal da Transpetro em Mucuripe - adesão parcial dos trabalhadores nesta segunda (03)

Temelétrica TermoCeará - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré - trabalhadores aprovaram indicativo de suspensão de PT's a partir das 00:00h desta terça, 04/02

Base 34 - trabalhadores em estado de greve

Paraíba

Terminal de Cabedelo - trabalhadores aderiram às mobilizações, com atrasos nesta segunda, 03/02

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Bahia

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Nos campos de produção, estão sendo realizados piquetes permanentes até às 15h, com adesão dos trabalhadores próprios e terceirizados

Espírito Santo

Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus - 100% de participação dos trabalhadores terceirizados e próprios

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Rio de Janeiro

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Norte Fluminense

Na noite desta segunda (03/02), os trabalhadores do Terminal de Cabiúnas, em Macaé, e das plataformas da Bacia de Campos, começam a seguir a orientação do sindicato de entregar a operação das unidades para as equipes de contingência da Petrobrás.

Pela manhã, foram realizados atrasos de 2 horas em todas as bases de terra. Desde sábado, mais de 15 plataformas já vinham realizando levantamentos de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo.

São Paulo

Terminal de Barueri – adesão dos trabalhadores na manhã do dia 03/02

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap) – cortes alternados nos turnos

Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) – cortes alternados nos turnos

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Santa Catarina

Terminal de Guaramirim (Temirim) - trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran) -  trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Base administrativa de Joinville (Ediville) -  trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Rio Grande do Sul

Terminal de Niterói (Tenit) – adesão à greve na manhã de 03/02

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

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Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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