Pela terceira vez, os trabalhadores das bases de terra do Norte Fluminense se reuniram no Ginásio Juquinha do Tênis Clube para uma assembleia da Categoria. Dessa vez foi para avaliar o indicativo da FUP e dos Sindicatos de aprovação da proposta apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho no dia 25 de outubro.

Estiveram presentes 1359 pessoas, mas votaram efetivamente 1220 petroleiros e petroleiras. Do total de votantes, 90% aprovaram o indicativo de aprovação da proposta (veja quadro abaixo).

Apesar do calor intenso, que foi amenizado por climatizadores e ventarolas, a assembleia aconteceu de forma tranquila e contou novamente com exposições do Dieese e do assessor jurídico Normando Rodrigues, além das falas do diretor do NF, Sérgio Borges, do Coordenador do sindicato, Tezeu Bezerra e do Coordenador da FUP, Zé Maria Rangel.

O Diretor Sergio Borges esclareceu as dúvidas que surgiram da categoria e foram postadas nas redes sociais do sindicato e mostrou três pontos que a gestão bolsonarista da Petrobrás queria atingir através desse ACT e não conseguiu, que eram o barateamento da força de trabalho para facilitar a privatização, o ataque ao movimento sindical petroleiro e a alteração no custeio da AMS

Para Normando a aprovação da proposta do TST não se tratava de um acordo de paz, mas uma trégua na guerra que representa os ataques que a Petrobrás vem sofrendo. Ele lembrou que essa proposta mantém o turno de 8 horas com cinco turmas e o 14×21.

A explicação sobre o limite nas negociações ficou a cargo do Coordenador Tezeu, que reforçou a importância de fechar esse ciclo e partir para a luta contra a privatização, que deve ser o principal foco da categoria. “Estamos assistindo a venda das plataformas da Bacia de Campos e vários companheiros sendo desimplantados, precisamos sair em defesa da Petrobras, dos nossos direitos e nossos empregos” – disse.

“Temos que virar a página do ACT e centrar nossas energias em defesa da Petrobrás. Essa tem que ser nossa bandeira.” Com essa fala, o Coordenador da FUP, Zé Maria Rangel, reafirmou a necessidade da categoria estar unida em defesa da empresa e dos seus empregos que estão sendo atacados a todo momento pela gestão. “estão transformando a Petrobrás em uma exportadora de óleo cru e não numa empresa integrada e mola propulsora do desenvolvimento do país.

Resultado da Assembleia das bases de terra 

  A favor Contra Abstenção
01 – Aprovação da proposta apresentada pelo TST no dia 25/10 90% 9% 1%
02 – Se a Petrobrás não aprovar até o dia 03/11 a nova proposta apresentada hoje pelo TST, a greve pelo Acordo Coletivo será retomada* 57% 33% 10%

* Apesar da empresa ter divulgado o seu aceite, a diretoria do sindicato decidiu manter esse ponto em pauta para apreciação da categoria

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em SINDIPETRO-NF

A sessão da noite desta quarta-feira (30) com o Grupo de Turno 2 da Usina do Xisto encerrou a série de 23 assembleias que o Sindipetro Paraná e Santa Catarina realizou para a categoria decidir sobre o indicativo da FUP e sindicatos de aceitação da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), mediada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). 

Ao todo, 909 petroleiros participaram das assembleias, um número expressivo. Sobre o primeiro ponto de pauta, debate e deliberação sobre o indicativo de aceitação proposta, 72% foram favoráveis, 23% rejeitaram e 6% se abstiveram. 

Já com relação à suspensão da greve, podendo ser retomada em data a ser definida pela FUP em caso de recusa da empresa sobre a proposta do TST, 78% concordaram e 11% foram contrários, mesmo percentual registrado de abstenções. 

Com a aprovação da categoria consolidada, o novo ACT será assinado pelo Sindipetro PR e SC e demais sindicatos cujas bases também referendaram a proposta na próxima segunda-feira (04), em Brasília-DF. 

O Sindicato agradece a categoria pela participação e amplo debate nas assembleias. O fechamento do ACT é um importante passo na organização coletiva e dá fôlego para a luta maior dos petroleiros, que é pela empregabilidade e contra o esfacelamento do Sistema Petrobrás. 

Mediação no TST

A nova proposta mediada pelo TST só foi possível por conta da pressão da categoria, que na rodada anterior de assembleias havia rejeitado a primeira proposição do Tribunal para o ACT. Naquela oportunidade, a categoria aprovou alguns itens para retornar à negociação e a greve a partir do dia 26, caso ela não ocorresse. 

Como a proposta do TST atendeu minimamente as condições aprovadas pela categoria, novas assembleias foram convocadas com indicativo de aceitação. A condicionante da inclusão das subsidiárias, entre elas a Transpetro e a TBG, e a Araucária Nitrogenados (ANSA) no ACT influenciou na decisão, pois garante a unidade da categoria.

 A íntegra da proposta do TST está disponível no seguinte link: https://fup.org.br/images/pdf/proposta_tst_25_10_2019.pdf

 A luta continua!

A base se mantém mobilizada e pronta para os futuros embates. O fechamento do ACT não significa, em hipótese alguma, o arrefecimento da luta da categoria. Os esforços do movimento sindical petroleiro serão focados na defesa da Petrobrás e da empregabilidade.

A Direção Executiva do Sindipetro PR e SC se reúne nesta quinta-feira (31) para avaliar as assembleias e debater os próximos passos da mobilização da categoria. A discussão prossegue na próxima segunda-feira (04) com o encontro da Direção Colegiada, em Curitiba, que vai tirar o posicionamento do Sindicato para a reunião do Conselho Deliberativo da FUP, a ser realizada na terça-feira (05).

 Os pontos em debate em todas essas instâncias de organização da categoria são as privatizações, empregabilidade, tabela de turno, regramento do banco de horas e da PLR, AMS e a nova proposta do Plano de Equacionamento do Petros 1.

 A conjuntura exige luta permanente da categoria e a mobilização tem que ser cada vez mais forte. Essa intensidade só é possível na coletividade.

[Via Sindipetro-PR/SC]

Publicado em SINDIPETRO-PR/SC

Na noite da quarta-feira, 30/10, a sede do Sindipetro Bahia, localizada no Jardim Baiano, em Nazaré, foi invadida e houve subtração de alguns objetos e documentos.

Em consequência desse fato, a sede da entidade sindical ficará fechada durante toda esta quinta-feira, 31/10, para a realização de perícia pela Polícia Civil e a devida apuração do fato ocorrido.

O Sindicato esclarece que o sistema de vigilância patrimonial foi acionado e as câmeras captaram, com nitidez, a imagem do invasor, já tendo todos os registros sido entregues à autoridade policial.

"Solicitamos a colaboração de todos para a identificação do invasor, até mesmo para que seja possível saber a real motivação do ato", destacou o sindicato.

A FUP se solidariza com os diretores e funcionários do Sindipetro Bahia e exige rigorosa apuração dos fatos.

Em nota, a CUT Bahia também repudiou o ataque sofrido pelo sindicato, cobrando a imediata apuração dos fatos e prisão dos culpados por subtração de objetos e documentos da entidade

“O SINDIPETRO BAHIA CONTINUARÁ SEU TRABALHO SEMPRE NA DEFESA DOS INTERESSES DA CATEGORIA E DE TODA SOCIEDADE, nada vai nos deter ou intimidar, nossa principal tarefa no momento é continuar defendendo a PETROBRÁS contra a privatização. Lutar e vencer a batalha pela sua permanência da estatal na Bahia junto com os empregos diretos e terceirizados. Não vamos parar de resistir e protestar, mesmo que isto esteja incomodando os traidores da pátria, destruidores de empregos, da economia, da democracia e da soberania nacional. Eles são os mesmos que têm interesses na entrega do maior símbolo e orgulho do país ao capital estrangeiro. O SINDIPETRO É DE LUTA E RESISTÊNCIA E A PETROBRÁS FICA NA BAHIA”, afirmou Cedro Silva, presidente da CUT Bahia.

Veja a abaixo  imagens do invasor captadas pela câmeras de segurança do Sindipetro:

 

 

Publicado em Movimentos Sociais

Na reta final para conclusão das assembleias nas bases da FUP, a proposta de Acordo Coletivo dos trabalhadores do Sistema Petrobrás, negociada pela Federação durante a mediação feita pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), está praticamente aprovada na grande maioria dos sindicatos filiados.

Três sindicatos já finalizaram as assembleias, com índices de aprovação do Acordo em torno de 90% (veja quadro abaixo). 

Em Macaé, no Norte Fluminense, 90% dos 1.220 trabalhadores das bases de terra da Petrobrás que participaram nesta quinta de assembleia realizada pelo Sindipetro-NF aprovaram a proposta conquistada pela FUP.

A consulta aos trabalhadores será encerrada nesta quinta à noite em algumas bases e na sexta (01/11), na maioria dos sindicatos que não concluíram as assembleias.

O resultado parcial, no entanto,já aponta para a aprovação do Acordo na grande maioria das bases da FUP.

Os ajustes conquistados na redação da proposta que o TST havia apresentado em setembro atendem a maioria dos pontos que foram referendados pelos petroleiros nas assembleias das bases da FUP, realizadas entre os dias 07 e 17 de outubro.

Respaldada pela greve aprovada pela categoria, a Federação pode avançar no processo de negociação com a Vice-Presidência do Tribunal e preservar a maioria das conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho.

Os ajustes feitos pelo TST foram encaminhados à FUP, aos sindicatos e à Petrobrás na última sexta-feira (25/10)

“Virar a página do ACT e centrar esforços na defesa da Petrobras”

“Nós temos que virar a página do Acordo Coletivo e centrar todos os nossos esforços na luta em defesa da Petrobrás. A proposta apresentada pela mediação do TST, mesmo que não seja a proposta dos nossos sonhos, nos garante direitos muito acima do que está previsto na lei e nos dá tranquilidade para passar por esse momento sombrio que estamos vivendo no país”, ressalta o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele explica que a greve contra a privatização da Petrobrás já foi definida pela Federação e seus sindicatos, cuja data deverá ser definida pelo Conselho Deliberativo da entidade em sua próxima reunião, marcada para o dia 05 de novembro. “Toda categoria e toda a sociedade irão tomar ciência da data que estaremos indicando para a greve contra a privatização da Petrobrás”, afirmou. 

Confira o quadro com a parcial das assembleias informadas à FUP até às 18h desta quinta-feira (31):

Sindipetro Amazonas

05 das 08 assembleias realizadas – 97% a favor do ACT; 1% de rejeição; 2% de abstenções

Sindipetro Rio Grande do Norte

07 das 10 assembleias realizadas – 94,25% a favor do ACT; 3,5% de rejeição; 2,25% de abstenções

Sindipetro Ceará/Piauí

08 das 14 assembleias realizadas – 80,18% a favor do ACT; 17,51% de rejeição; 2,3% de abstenções

Sindipetro Pernambuco/Paraíba

15 das 17 assembleias realizadas – 78% a favor do ACT; 19% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Bahia

22 das 27 assembleias realizadas – 76,10% a favor do ACT; 19,74% de rejeição; 4,16% de abstenções

Sindipetro Espírito Santo

Assembleias finalizadas – 90% a favor do ACT; 7% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Norte Fluminense

41 assembleias realizadas – mais de 85% a favor do ACT

Sindipetro Duque de Caxias

07 das 08 assembleias realizadas – 55,2% a favor do ACT; 37,7% de rejeição; 7,1% de abstenções

Sindipetro Minas Gerais

04 das 06 assembleias realizadas (Regap e Temelétrica) - 61% a favor do ACT; 32% de rejeição; 7% de abstenções.

Na Usina de Biodíesel de Montes Claros, será realizada uma assembleia à parte.

Sindiquímica Paraná

Assembleias finalizadas - 99,47% foram a favor do ACT.

Sindipetro Paraná/Santa Catarina

Assembleias finalizadas - 72% a favor do ACT; 23% de rejeição; 6% de abstenções

Os Sindipetros Unificado de São Paulo e Rio Grande do Sul divulgarão o resultado das assembleias quando forem concluídas nesta sexta-feira (01/11).

[FUP, com informações dos sindicatos]

 

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Publicado em Sistema Petrobrás

A proposta de Acordo Coletivo dos trabalhadores do Sistema Petrobrás, negociada pela FUP durante a mediação feita pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), está sendo aprovada pela categoria nas assembleias, conforme indicativo da Federação. Veja abaixo o quadro atualizado.

Os ajustes conquistados na redação da proposta que o TST havia apresentado em setembro atendem a maioria dos pontos que foram referendados pelos petroleiros nas assembleias das bases da FUP, realizadas entre os dias 07 e 17 de outubro.

Respaldada pela greve aprovada pela categoria, a Federação pode avançar no processo de negociação com a Vice-Presidência do Tribunal e preservar a maioria das conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho.

Os ajustes feitos pelo TST foram encaminhados à FUP, aos sindicatos e à Petrobrás na última sexta-feira (25/10)

“Virar a página do ACT e centrar esforços na defesa da Petrobras”

“Nós temos que virar a página do Acordo Coletivo e centrar todos os nossos esforços na luta em defesa da Petrobrás. A proposta apresentada pela mediação do TST, mesmo que não seja a proposta dos nossos sonhos, nos garante direitos muito acima do que está previsto na lei e nos dá tranquilidade para passar por esse momento sombrio que estamos vivendo no país”, ressalta o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele explica que a greve contra a privatização da Petrobrás já foi definida pela Federação e seus sindicatos, cuja data deverá ser definida pelo Conselho Deliberativo da entidade em sua próxima reunião, marcada para o dia 05 de novembro. “Toda categoria e toda a sociedade irão tomar ciência da data que estaremos indicando para a greve contra a privatização da Petrobrás”, afirmou. 

Confira o quadro com a parcial das assembleias informadas à FUP até às 18h desta quarta (30):

Sindipetro Amazonas

03 das 08 assembleias realizadas – 97% a favor do ACT; 0% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Rio Grande do Norte

05 das 09 assembleias realizadas – 95,30% a favor do ACT; 2,45 % de rejeição; 2,25% de abstenções

Sindipetro Ceará/Piauí

08 das 14 assembleias realizadas – 80,18% a favor do ACT; 17,51% de rejeição; 2,3% de abstenções

Sindipetro Pernambuco/Paraíba

15 das 17 assembleias realizadas – 79% a favor do ACT; 18% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Bahia

16 das 28 assembleias realizadas – 75,04% a favor do ACT; 21,48% de rejeição; 3,48% de abstenções

Sindipetro Espírito Santo

17 das 19 assembleias realizadas – 85% a favor do ACT; 11% de rejeição; 4% de abstenções

Sindipetro Norte Fluminense

19 assembleias realizadas – 82,79% a favor do ACT; 15,08% de rejeição; 2,13% de abstenções

Sindipetro Duque de Caxias

05 das 08 assembleias realizadas – 51,3% a favor do ACT; 42,4% de rejeição; 6,3% de abstenções

Sindipetro Minas Gerais

02 das 07 assembleias realizadas - 62% a favor do ACT; 30% de rejeição; 8% de abstenções

Sindiquímica Paraná

Assembleias concluídas na terça (29) - 99,47% foram a favor do ACT.

Os Sindipetros Unificado de São Paulo, Paraná/Santa Catarina e Rio Grande do Sul divulgarão o resultado das assembleias quando forem concluídas.

 

[FUP, com informações dos sindicatos]

 

 

Publicado em Sistema Petrobrás

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás nas bases da FUP seguem aprovando a proposta de Acordo Coletivo apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho na última sexta-feira (25/10)

Na Araucária Nitrogenados, os petroquímicos concluíram na note desta terça (29) as assembleias, com apenas um voto contrário ao acordo conquistado pela FUP no processo de mediação com o TST.

Nas unidades dos Sindipetros Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco/Paraíba, Bahia, Espírito Santo, Duque de Caxias, Norte Fluminense, Unificado de SP e Ceará/Piauí, o indicativo da FUP de aceitação da proposta também está sendo aprovado massivamente na maioria das assembleias.

As assembleias prosseguem até sexta-feira (01/11).

Confira o quadro com a parcial das assembleias realizadas até às 19h desta terça (29):

Sindipetro Amazonas

02 das 08 assembleias realizadas – 98% a favor do ACT; 0% de rejeição; 2% de abstenções

Sindipetro Rio Grande do Norte

04 das 09 assembleias realizadas – 93,99% a favor do ACT; 3,30 % de rejeição; 2,70% de abstenções

Sindipetro Ceará/Piauí

08 das 14 assembleias realizadas – 80,18% a favor do ACT; 17,51% de rejeição; 2,3% de abstenções

Sindipetro Pernambuco/Paraíba

10 das 17 assembleias realizadas – 86% a favor do ACT; 11% de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Bahia

10 das 28 assembleias realizadas – 74,24% a favor do ACT; 22,28% de rejeição; 3,48% de abstenções

Sindipetro Espírito Santo

12 das 18 assembleias realizadas – 85% a favor do ACT; 12 de rejeição; 3% de abstenções

Sindipetro Norte Fluminense

17 das 25 assembleias realizadas – 85,03% a favor do ACT; 11,98% de rejeição; 2,99% de abstenções

Sindipetro Duque de Caxias

04 das 08 assembleias realizadas – 50,8% a favor do ACT; 42,9% de rejeição; 6,3% de abstenções

Sindipetro Minas Gerais

Sem informações

Sindipetro Unificado de São Paulo

06 das 35 assembleias realizadas – 75,74% a favor do ACT

Sindipetro Paraná/Santa Catarina

Sem informações

Sindiquímica Paraná

Assembleias concluídas nesta terça (29) - 99,47% foram a favor do ACT.

Sindipetro Rio Grande do Sul

Sem informações

[FUP, com informações dos sindicatos filiados] 

Publicado em Sistema Petrobrás

[Última atualização às 16:31 de 29/10]

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás nas bases da FUP seguem aprovando a proposta de Acordo Coletivo apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho na última sexta-feira (25/10). As assembleias prosseguem até sexta-feira (01/11).

Nas baes dos Sindipetros Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco/Paraíba, Bahia, Espírito Santo, Duque de Caxias, Norte Fluminense, Unificado de SP, Ceará/Piauí e Sindiquímica-PR, o indicativo da FUP de aceitação da proposta está sendo aprovado massivamente na maioria das assembleias.

Mais de 80% dos trabalhadores do AM, RN, PE/PB, ES, NF, CE/PI e Unificado SP estão referendando o acordo conquistado pela FUP no processo de mediação com o TST.

Na assembleia realizada na manhã desta terça-feira (29) com os trabalhadores da Araucária Nitrogenados, os indicativos da FUP foram aprovados por unanimidade. À noite, o sindicato realiza a última consulta aos petroquímicos.

Nos sindicatos do Paraná/Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o resultado das assembleias só será divulgado quando forem concluídas.

No Sindipetro Minas Gerais, os petroleiros iniciaram a greve no sábado (26) e estão em assembleia para avaliar a suspensão do movimento e deliberar sobre a proposta do TST.

Negociação impulsionada pela aprovação da greve

Os ajustes conquistados na redação da proposta que o TST apresentou em setembro atendem a maioria dos pontos que foram referendados pela categoria nas assembleias das bases da FUP, realizadas entre os dias 07 e 17 de outubro.

Respaldada pela greve aprovada pelos petroleiros, a Federação pode avançar no processo de negociação com a Vice-Presidência do Tribunal e preservar a grande maioria das conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho (veja quadro abaixo).

“Virar a página do ACT e centrar esforços na defesa da Petrobras”

“Nós temos que virar a página do Acordo Coletivo e centrar todos os nossos esforços na luta em defesa da Petrobrás. A proposta apresentada pela mediação do TST, mesmo que não seja a proposta dos nossos sonhos, nos garante direitos muito acima do que está previsto na lei e nos dá tranquilidade para passar por esse momento sombrio que estamos vivendo no país”, ressalta o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele explica que a greve contra a privatização da Petrobrás já foi definida pela Federação e seus sindicatos, cuja data deverá ser definida pelo Conselho Deliberativo da entidade em sua próxima reunião, marcada para o dia 05 de novembro. “Toda categoria e toda a sociedade irão tomar ciência da data que estaremos indicando para a greve contra a privatização da Petrobrás”, afirmou.

[FUP]

 

Publicado em Sistema Petrobrás

A categoria petroleira, na Bahia, em assembleias que começaram no domingo, 27/10, está aprovando os indicativos da FUP de aceitação da nova proposta intermediada pelo TST, após a inclusão de itens propostos pela Federação.

Os petroleiros também estão ratificando a decisão da suspensão da greve que seria iniciada no sábado 26/10, caso não houvesse avanços na negociação.

Os trabalhadores também estão aprovando a realização de uma greve, caso a direção da Petrobrás volte atrás e não  cumpra com o último acordo intermediado pelo TST, que só foi alcançado devido à mobilização da categoria e os esforços da FUP de dar continuidade às negociações.

As assembleias vêm sendo marcadas por muito debate e defesas contra e a favor dos indicativos da Federação e do Sindipetro Bahia. A categoria tem se mostrado disposta a participar das mobilizações e bastante preocupada com o futuro da Petrobras no Nordeste.

A categoria vem concordando com a direção do Sindipetro e a FUP de que é preciso virar a página do ACT para focar no que é mais importante: a luta para garantir os empregos e os postos de trabalho, seja de trabalhadores próprios ou terceirizados.

No edifício Torre Pituba, a assembleia foi marcada por muitas perguntas e pedidos de esclarecimentos feitos pelos trabalhadores. Foram cerca de três horas de debate antes da votação.

Veja abaixo como votaram os trabalhadores, por unidade, até o momento:

Torre Pituba

Votação do Indicativo da FUP aprovação acordo e suspensão da greve:

A favor – 350

Contra – 158

Abstenções – 07

 Indicativo de greve em caso de não assinatura:

A favor – 291

Contra – 85

Abstenções – 13

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Votação em bloco do Indicativo da FUP:

A favor – 97

Contra – 05

Abstenções – 03

 FAFEN ( UTE RA- BA 1)  Grupo D

Ratificar a suspensão da greve

A favor –  11

Contra – 06

Abstenção – 01

Aprovação da proposta de TST

A favor – 05

Contra – 12

Abstenção  -01

 Aprovação da Greve caso a Petrobras rejeite a proposta do TST

A favor – 11

Contra – 01

Abstenção-  07

 Veja abaixo, os pontos que foram assegurados e que proporcionaram uma melhoria no ACT

> Reajuste da AMS pelo índice VCMH, a partir de março de 2020, limitando em 30% a participação dos trabalhadores no custeio do plano.

> Garantir que a implantação do turno de 12h nas bases de terra seja feita somente mediante negociação regional entre a Petrobrás e os sindicatos.

> Limitar as horas extras a 2h por jornada; o excedente terá 50% pagos e o os outros 50% destinados ao banco de horas; criação de um Grupo de Trabalho Paritário para definir limites do banco de horas.

> Incorporação da cláusula que já consta no ACT da Transpetro sobre recolhimento e repasse das mensalidades sindicais

> Compromisso do TST em manter o mesmo teor da proposta de Acordo Coletivo para as subsidiárias e Araucária Nitrogenados

 Na Bahia, as assembleias prosseguem até a sexta-feira, 01/11 e serão realizadas em todas as unidades do Sistema Petrobrás.

 Clique aqui para ver o calendário de assembleias

[Via Sindipetro-BA]

 

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Os sindicatos da FUP estão realizando assembleias para que os trabalhadores do Sistema Petrobrás avaliem a proposta de Acordo Coletivo apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho na última sexta-feira (25/10).

As primeiras consultas feitas aos trabalhadores apontam a aprovação da proposta nas bases do Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco/Paraíba, Bahia, Espírito Santo, Duque de Caxias e Norte Fluminense.

Nos sindicatos do Paraná/Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o resultado das assembleias só será divulgado quando forem concluídas.

No Sindipetro Ceará/Piauí, o resultado parcial não foi divulgado.

No Sindipetro Unificado-SP e no Sindiquímica-PR, as assembleias ainda serão iniciadas.

No Sindipetro Minas Gerais, os petroleiros iniciaram a greve no sábado (26) e realizam assembleia nesta segunda (28) para avaliar a suspensão do movimento e deliberar sobre a proposta do TST.

Negociação impulsionada pela aprovação da greve

Os ajustes conquistados na redação da proposta que o TST apresentou em setembro atendem a maioria dos pontos que foram referendados pela categoria nas assembleias das bases da FUP, realizadas entre os dias 07 e 17 de outubro.

Respaldada pela greve aprovada pelos petroleiros, a Federação pode avançar no processo de negociação com a Vice-Presidência do Tribunal e preservar a grande maioria das conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho (veja quadro abaixo).

“Virar a página do ACT e centrar esforços na defesa da Petrobras”

“Nós temos que virar a página do Acordo Coletivo e centrar todos os nossos esforços na luta em defesa da Petrobrás. A proposta apresentada pela mediação do TST, mesmo que não seja a proposta dos nossos sonhos, nos garante direitos muito acima do que está previsto na lei e nos dá tranquilidade para passar por esse momento sombrio que estamos vivendo no país”, ressalta o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele explica que a greve contra a privatização da Petrobrás já foi definida pela Federação e seus sindicatos, cuja data deverá ser definida pelo Conselho Deliberativo da entidade em sua próxima reunião, marcada para o dia 05 de novembro. “Toda categoria e toda a sociedade irão tomar ciência da data que estaremos indicando para a greve contra a privatização da Petrobrás”, afirmou.

[FUP | Foto: Milly Lima - Sindipetro-BA]

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O Sindipetro/MG realiza na tarde desta segunda-feira (28) uma assembleia única com trabalhadores da Regap e Termelétrica Aureliano Chaves para assembleia única no dia 28 outubro para adiamento da greve iniciada no último dia 26, para reavaliação do movimento e apreciação da proposta apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A greve em Minas Gerais segue com cortes de rendição de 8 horas com avaliação contínua em cada troca de turno. Devido ao recuo de outras bases, apenas Minas Gerais segue em greve.

No último sábado (26), a diretoria do Sindicato foi comunicada pela empresa sobre uma Tutela Cautelar Antecedente emitida pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT). A decisão judicial exige uma lista de trabalhadores para a “equipe de referência” solicitada pela Petrobrás – o que exclui os trabalhadores em cargos de chefia.

Diante disso, a diretoria do Sindipetro/MG tem buscado a rendição controlada dos trabalhadores, viabilizando a entrada de trabalhadores mediante a saída de empregados retidos por mais de 16 horas.

Proposta TST

Além da assembleia para adiamento da greve, o Sindipetro/MG convocou assembleias entre os dias 29 de outubro e 1° de novembro para apreciação da proposta apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) no último dia 25.

Nessa proposta, o Tribunal atendeu às reivindicações da FUP quanto ao:

– Reajuste da AMS pelo índice Variação do Custo Médico Hospitalar (VCMH), a partir de março de 2020, limitando em 30% a participação dos trabalhadores no custeio do plano.

– Garantir que a implantação do turno de 12h nas bases de terra seja feita somente mediante negociação regional entre a Petrobrás e os sindicatos.

– Limitar as horas extras a 2h por jornada; o excedente terá 50% pagos e o os outros 50% destinados ao banco de horas; criação de um Grupo de Trabalho Paritário para definir limites do banco de horas.

– Incorporação da cláusula que já consta no ACT da Transpetro sobre recolhimento e repasse das mensalidades sindicais.

Além disso, o ACT passará a ter validade para todas as subsidiárias da Petrobrás e também para a Araucária Nitrogenados.

[Via Sindipetro-MG]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.