A Petrobrás é rentável? A Petrobrás é capaz de dar lucro e investir no país e nos trabalhadores que constroem no dia a dia as riquezas geradas pela empresa?

Os números provam que sim. Em apresentação feita na reunião de negociação desta quarta-feira, 12, entre as federações de petroleiros e o RH da Petrobrás, a subseção Dieese da FUP comprovou que a empresa integrada, além de lucrativa, fica bem menos vulnerável às oscilações dos preços internacionais do barril de petróleo, que foi responsável, em grande parte, pelos prejuízos que as petrolíferas amargaram nos últimos anos em todo o mundo. 

Os gráficos apresentados pelo Dieese (fotos no final do texto) revelam a importância da integração entre a exploração e produção de petróleo e o refino. Os dois setores são essenciais para  equilibrar as contas da Petrobrás, como ocorre com outras grandes empresas de petróleo. Ao abrir mão das refinarias, os gestores do governo Bolsonaro comprometem não só a soberania do país, como o futuro da estatal brasileira, que ficará inteiramente refém das quedas dos preços do barril do petróleo.

Com base nas informações dos balanços das empresas do Sistema Petrobrás, a subseção Dieese da FUP demonstrou que a petrolífera gerou em 2018 uma riqueza de R$ 281 bilhões, dos quais cerca de 55% foram destinados ao país em forma de tributos e impostos, em torno de 33%, ao sistema financeiro, acionistas e fornecedores e apenas 11% para pagamento de despesas com os trabalhadores.

Ao propor reajuste zero aos petroleiros, a gestão da Petrobrás sinaliza que o objetivo é claramente político. Não há justificativas para não reajustar os salários dos trabalhadores. Em 2018, mesmo com a reposição da inflação, a empresa ainda economizou R$ 16,673 milhões com remuneração, muito em função do retorno financeiro que vem acumulando com a saída em massa dos trabalhadores nos planos de desligamentos (PIDV) implantados em 2014 e em 2016.

Dados dos balanços da Petrobrás revelam que ela lucrou R$ 1 milhão com cada um dos cerca de 20 mil trabalhadores que aderiram aos PIDVs. A empresa investiu R$ 5,5 bilhões nos incentivos financeiros e teve um retorno, até dezembro de 2018, de R$ 19,5 bilhões. Tudo isso, graças à redução dos efetivos, cuja grande maioria dos postos de trabalho não foi reposta, o que aumentou ainda mais os riscos de acidentes nas unidades operacionais.

Comparada com outras petrolíferas do mesmo porte, a Petrobrás é a que mais reduziu custos com remuneração dos trabalhadores. Entre 2017 e 2018, a empresa reduziu em 12% a média anual das remunerações, enquanto outras petrolíferas, como a Total, a BP e a Equinor aumentaram entre 2% e 7% as remunerações de seus empregados.

Os números da Petrobrás comprovam, portanto, que a decisão da gestão de não reajustar os salários e desmontar o acordo coletivo é puramente política e tem como objetivo pavimentar o caminho para a privatização, como a FUP e seus sindicatos já vêm alertando. É um retrocesso inadmissível. Na apresentação do Dieese, isso fica claro.  

Com base no IPCA, os números apontam que os petroleiros amargaram perdas salariais de 7% entre 1995 e 2002, conquistaram ganhos reais de 35,4% entre 2003 e 2014 e voltam a acumular perdas de 1,1% a partir de 2015.

Em relação ao Acordo Coletivo, a partir de 2003 a categoria conquistou 72 novas cláusulas e aperfeiçoou outras 107, conseguindo manter a integra dos direitos nas últimas campanhas, apesar das sucessiva tentativas das gestões Aldemir Bendine e Pedro Parente de reduzir o ACT.

A FUP e a FNP reafirmaram em mesa o que os trabalhadores já apontaram nas assembleias.  A contraproposta da Petrobrás não se sustenta. A empresa gera receitas, mas o destino não é o país, nem tampouco os trabalhadores. Quem ganha é o mercado e o sistema financeiro. A Petrobrás já está sendo gerida como empresa privada e o objetivo é vender o que ainda resta. Os petroleiros não cairão nessa armadilha. Nenhum direito a menos.

 

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Imprensa FUP | Foto Vanessa Ramos (FNP)

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Na reunião desta quarta-feira, 12 com a FUP e a FNP, a Petrobrás informou que não atenderá à cobrança feita ontem pelas entidades de que a empresa suspenda imediatamente as contribuições extraordinárias da AMS, feita à revelia do Acordo Coletivo, e devolva o que já foi descontado dos trabalhadores. O RH alegou que acha difícil devolver o que já foi descontado e informou que a folha de junho já está fechada e, por isso, não tem condições de suspender a cobrança. A empresa responderá no próximo dia 18 se suspenderá as próximas parcelas.

As federações reafirmaram que a Petrobrás está descumprindo o Acordo Coletivo e exigiram que os gestores resolvam o problema que criaram, ressaltando que o pleito dos trabalhadores é que a empresa suspenda o desconto e negocie alternativas, com base nos reais custos da AMS, que até hoje não foram informados à categoria.

Outro absurdo rebatido em mesa pelas direções sindicais foram os comunicados que o RH vem enviando aos aposentados, ameaçando cortar a AMS, se não fizerem o recadastramento dentro do prazo estabelecido pela empresa. “Isso é uma irresponsabilidade sem tamanho. Como que vocês, que se auto intitulam gestão de pessoas, ameaçam trabalhador e fazem mudanças ao arrepio do ACT?”, questionou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

[FUP]

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Respaldadas pela rejeição massiva da categoria petroleira à contraproposta indecente apresentada pela Petrobrás e suas subsidiárias, a FUP e a FNP participaram nesta terça-feira, 11, da primeira rodada de negociação, que teve como temas AMS e SMS. Os petroleiros deram o tom da reunião e enfatizaram que a tentativa de desmonte do Acordo Coletivo é uma disputa política que os gestores estão fazendo com a categoria e suas organizações sindicais, cuja resposta os trabalhadores já deram nas assembleias: greve.

As federações cobraram a retomada das negociações da PLR e a suspensão imediata da cobrança extra da AMS, que a Petrobrás impôs goela abaixo dos trabalhadores, sem sequer discutir de forma transparente o custeio do programa com as representações sindicais.

O direito à vida, com condições seguras de trabalho, foi veementemente defendido pelas direções sindicais, que refutaram a intenção da Petrobrás de reduzir a pó o capítulo de SMS do Acordo Coletivo, mantendo na íntegra apenas três das atuais 18 cláusulas. “Estamos lutando pela segurança do trabalhador, para que ele entre e saia da empresa com vida e saúde. E nessa disputa, estamos de um lado da trincheira e a gestão do outro”, ressaltaram os petroleiros, condenando a política punitiva imposta pela direção da Petrobrás, que criou um clima policialesco, aumentando os riscos de acidentes e a subnotificação.

As direções sindicais questionaram a ausência do gerente executivo de SMS na reunião, comportamento que já vinha sendo adotado na Comissão de SMS e que reforça a intenção da gestão da empresa de alijar os sindicatos desse debate e deixar o caminho livre para punições e retrocessos inaceitáveis na política de segurança.

As rodadas de reuniões com a Petrobrás prosseguem nesta quarta-feira, 12, quando serão discutidas questões relacionadas à remuneração e demais pontos do Acordo Coletivo.

A FUP e a FNP reforçam a importância da participação da categoria na greve geral de sexta-feira, dia 14. “É fundamental que os trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Petrobrás entendam que não estão imunes à avalanche de ataques que o povo vem sofrendo com o governo Bolsonaro. A participação dos petroleiros e petroleiras na greve geral se faz necessária, não só para avançar nos nossos direitos, como também pela preservação da Petrobrás como empresa estatal e voltada para o desenvolvimento do país”, ressaltam.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

A contraproposta apresentada pela direção da Petrobrás é tão ruim, mas tão ruim, que parece fake. Nem os gerentes conseguiram sustentar a defesa dos absurdos propostos pela empresa. A resposta da categoria não podia ser outra, se não a rejeição unânime do desmonte do Acordo Coletivo de Trabalho.

De norte a sul do país, os petroleiros lotaram as assembleias nas bases administrativas e operacionais e soltaram um sonoro não aos ataques da Petrobrás. Se os gestores achavam que poderiam cooptar os trabalhadores com fake news, o tiro saiu pela culatra.

As mentiras da direção da empresa não convenceram ninguém. Foi assim também quando desdenharam do Pré-Sal; quando afirmaram que a companhia estava quebrada, apesar de destinar bilhões ao mercado financeiro; quando afirmaram que não haveria mais indicação política na Petrobrás e agora quando tentam fazer a população acreditar que se privatizar as refinarias, o preço dos combustíveis vai diminuir. Fake news que têm um único propósito: entregar a Petrobrás.

Se ainda havia alguma dúvida entre os petroleiros, a contraproposta fake provou o que a FUP já afirmava: não se pode confiar nesse Castello de areia.

A resposta da categoria é construir uma grande greve nacional em todo o Sistema Petrobrás. O primeiro embate será dia 14, com uma massiva participação dos petroleiros na greve geral.

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[FUP]

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Os petroleiros do Paraná e Santa Catarina deixaram bem claro que não aceitam redução de direitos no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). O recado foi dado nas assembleias realizadas entre os dias 28 de maio e 06 de junho.

A rejeição da contraproposta da empresa para o ACT foi referendada por 99,6% dos trabalhadores. Abstenções foram apenas 0,4% e não houve um voto sequer contrário ao indicativo.

Sobre a aprovação de assembleia em caráter permanente, 97,98% foram favoráveis, 1,82% se abstiveram e 0,2% foram contrários. Já sobre o estado de greve, 96,96% foram favoráveis, 2,02% se abstiveram e apenas 1,01% foram contrários.

As assembleias ainda aprovaram a participação da categoria na Greve Geral do dia 14 de junho. Dos participantes, 87,25% foram favoráveis, 9,31% se abstiveram e 3,44% foram contrários.

O resultado mostra que os petroleiros estão dispostos a se mobilizar para garantir os direitos conquistados e impedir o desmonte da empresa. A luta começa já, com a participação na greve geral do dia 14 de junho.

[Sindipeetro-PR/SC]

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Sem diálogo ou negociação com o Sindicato, a Petrobrás decidiu empurrar goela abaixo dos trabalhadores uma nova tabela de turno nas refinarias e anunciou que fará uma enquete eletrônica a partir desta quinta-feira (06/06), para a escolha da nova proposta. A empresa deverá apresentar três diferentes tabelas para votação.

A medida é mais uma das arbitrariedades da atual gestão da companhia e do governo Bolsonaro e não vem sendo bem digerida pelos petroleiros. Além do mais, a mudança na tabela é imposta justamente no meio de uma tumultuada e dura negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), demonstrando que a empresa realmente quer guerra com a categoria.

Diante de mais essa decisão unilateral e de desrespeito com a categoria petroleira, o Sindicato orienta os trabalhadores a aguardarem pelo posicionamento do Unificado e da FUP, antes de participarem da enquete eletrônica. Os sindicatos e a Federação estarão reunidos neste final de semana e a pauta inclui a discussão da mudança da tabela de turno industrial.

[Via Sindipetro Unificado SP]

Após encerrar o prazo das assembleias na Bacia de Campos foi confirmado o resultado, esperado pela categoria: Os trabalhadores e trabalhadoras estão contra a proposta apresentada pela Petrobras e a favor da participação na Greve Geral, programada para acontecer no próximo dia 14 de junho.

A participação massiva da categoria nas assembleias é considerada histórica; Ao todo, a votação aconteceu em sete bases de terra e em 43 das 45 plataformas. Lembrando que a PVM-3 está na contagem das plataformas que não enviaram ata, mas a unidade está sem contingente.

No total, 1571 petroleiros participaram da votação. Destes, 1566 petroleiros são contra a proposta da Petrobras; 1561 a favor do Estado Permanente de Assembleia; 1512 a favor do Estado de Greve; e 1258 a favor da participação da Greve Geral no dia 14 de junho.

“Tivemos um resultado histórico de assembleias realizadas na Bacia de Campos. Foram quase 1600 petroleiros. Essa votação representa o tamanho da indignação que cada trabalhador e cada trabalhadora está com essa gestão, que só pensa em vender e desvalorizar nossa empresa. Nós temos valor e queremos que esse valor seja reconhecido pela gestão porque se dependermos do Governo eles só querem acabar e destruir tudo que construímos até agora”, frisou o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezzera.

Tezeu concluiu lembrando: “O Não que a categoria está dando é do mesmo tamanho da cara de pau da alta gestão da empresa ao ter coragem de apresentar uma proposta tão rebaixada do acordo coletivo de trabalho dos petroleiros e petroleiras”.

[Via Sindipetro-NF]

 
Publicado em SINDIPETRO-NF

A contraproposta apresentada pela Petrobrás e rejeitada por praticamente 100% da categoria, nas assembleias realizadas na semana passada, é, para dizer o mínimo, um show de horrores. A intenção de direção da empresa é “enxugar” direitos e conquistas, reduzir drasticamente o custo da mão de obra (ou seja, a sua remuneração) com o objetivo de deixar a companhia “atraente” para futuros compradores. Para isso, busca dificultar ao máximo a ação sindical, que é o principal núcleo de resistência dos trabalhadores, eliminar todos os “entraves” que o Acordo Coletivo impõe contra demissões individuais ou coletivas, desassistir por completo os terceirizados, entre outros gravíssimos problemas. “Essa é uma proposta estruturada da atual gestão da Petrobrás buscando pavimentar o caminho para a privatização e demissão em massa”, avalia o coordenador do Unificado, Juliano Deptula.

Show de horrores

Da primeira à última cláusula, todas as alterações propostas pela atual gestão vão no sentido de cortar direitos adquiridos, reduzir a participação do trabalhador nas decisões da empresa e precarizar as relações de trabalho. Destacamos, aqui, apenas alguns dos principais problemas dessa proposta que já foi rejeitada pela categoria:

Relações de trabalho – Se aprovada a proposta (cláusula 42), a empresa tiraria a cláusula de excedente de pessoal, que garante o programa Mobiliza e a realocação de pessoas das unidades que foram hibernadas ou desativadas. Essa cláusula foi usada no EDISP e gerou os mobilizas específicos para os casos de desativação de unidade como a Biocombustível do Ceará e Fafen de Sergipe. Sem ela, cada trabalhador estará por conta própria.

A empresa também quer adotar o turno de 12h a seu critério sem geração de HE (cláusula 16), extinguir a comissão de demissão individual (cláusula 41), se eximir de dar treinamento (cláusulas 44 e 45), retirar a obrigatoriedade de garantia programa de mobilidade interna antes da deflagração de processo seletivo público (cláusula 49), se liberar para contratar novos empregados com direitos abaixo do ACT (cláusula 50) e reduzir o efetivo das unidades da forma que desejar (cláusula 91).

Terceirizados – As cláusulas 99, 100 e 101, entre outras, que tratam especificamente sobre os terceirizados sofreram tentativas de serem completamente deformadas, estão nelas a supressão da comissão de terceirizados, a não necessidade de que o fiscal de contrato seja trabalhador próprio, o motorista terá de pagar por danos causados no veículo, mesmo não tendo sido culpado, o fundo garantidor passa, na prática a não existir.

Cláusulas sociais e sindicais – Implementação da Resolução 23 da CGPAR e Resolução normativa 239. O custeio passaria de 70×30 para 50×50 até 2022, com tendência de completa extinção da AMS (Cláusula 14); extinção de programas de educação como o Jovem Universitário (cláusula 12), redução das comissões permanentes e aumento de sua periodicidade (cláusula 18), retira os sindicatos da comissão de negociação da PLR (cláusula 88), retira a necessidade de homologação no sindicato, o que é a garantia dos cálculos para o trabalhador (cláusula 48), reduz a vigência do ACT de dois para um ano (cláusula 21).

Esse conjunto de estratégias da empresa para deformar o Acordo Coletivo e adequá-lo aos moldes de uma empresa privada só será barrado com muita mobilização e disposição de enfrentamento por parte da categoria. Vamos todos nos preparar para a batalha.

[Sindipetro Unificado SP]

Após realizadas todas as assembleias nas bases de terra e em mais de 40 plataformas da Bacia de Campos, a categoria petroleira no Norte Fluminense está aprovando por maioria massiva os indicativos do Sindipetro-NF para a Campanha Reivindicatória. Ainda serão recebidas atas das plataformas até esta quarta, 5.

O indicativo de Rejeição da Contraproposta da Petrobrás foi rejeitada por 1.547 (99,68%) petroleiros e petroleiras entre os que participaram das assembleias (com 3 favoráveis e 2 abstenções).

Também foram aprovados os indicativos de Estado de Assembleia Permanente (99,36%), Estado de Greve (96,20%) e participação da categoria petroleira na Greve Geral de 14 de junho (79,95%).

Confira aqui o quadro parcial.

[Sindipetro-NF]

Publicado em SINDIPETRO-NF

Os petroleiros da Bahia, que participam de assembleias desde a sexta-feira 31/05, estão rejeitando a proposta da Petrobrás para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Até o momento o resultado parcial aponta que 98% da categoria rechaçam a proposta da empresa.

Os trabalhadores estão aprovando também a participação na greve geral do dia 14 de junho, além do estado de greve e de assembleias permanentes.

O sentimento da base é de indignação e revolta com a direção da empresa, que na prática propõe o fim do ACT da categoria, mexendo em direitos históricos que foram conquistados ao longo de muitos anos com luta, mobilizações e greves.

Em relação à greve geral de 14 de junho contra a reforma da previdência, a categoria entende ser esse um momento muito importante para garantir a sobrevivência dos aposentados e pensionistas no Brasil e também a aposentadoria dos jovens, que podem não conquistar esse direito, caso a reforma seja aprovada.

As assembleias, que já aconteceram na FAFEN; OP-CAN; Transpetro Camaçari, Jequié e Itabuna; Taquipe, Santiago, Araças, Arembepe Muricy, Miranga e nas turmas 3 e 5 da RlAM, prosseguem até o dia 6/06, no restante das unidades do Sistema Petrobrás na Bahia.

Clique aqui para ver o resultado parcial.

[Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.