Hoje pela manhã a FUP promoveu mais uma programa ao vivo para falar sobre as medidas que a empresa vem adotando com o intuito de sucatear a AMS para depois privatizá-la mais facilmente. Está em curso uma mudança cultural forçada pela gestão atual e a categoria não está de acordo. Por meio de pesquisa realizada pela própria Petrobras, 63% dos empregados quer uma empresa mais colaborativa, ao contrário do que a alta gestão vem fazendo.

A AMS tornou-se bastante atrativa aos planos de saúde privados que enxergam com olho gordo os 280 mil beneficiários e o seu poder aquisitivo, acima da média de mercado dos planos de saúde.

Os trabalhadores estão diante de uma proposta que quebra a solidariedade que sempre existiu entre eles. Trabalhadores na ativa, com maior salário, sempre contribuíram mais que os aposentados com menor benefício, diferente do que está sendo proposto agora, com o aumento abusivo da contribuição dos mais idosos, ou seja, os aposentados e pensionistas. Entre os empregados da ativa, a proposta penaliza os que ganham menos. Já os trabalhadores do administrativo que hoje, utilizam bem menos o plano, que o pessoal da operação, esquecem que no futuro poderão utilizar tanto ou mais o plano que eles. O fato é que a proposta da Petrobrás, além de reduzir o seu custo com a AMS e aumentar o custo dos seus beneficiários, quebra o princípio da solidariedade entre os que ganham mais e os que ganham menos, entre os mais novos e os mais idosos e entre os que mais utilizam o plano e os que menos utilizam.

Por isso, a informação é fundamental para que os beneficiários se conscientizem e se mobilizem para barrar essa proposta absurda. Desta maneira, assistir os programas da FUP e compartilhar com os demais beneficiários da AMS é de total importância para mobilizar a categoria petroleira do Sistema Petrobrás.

Você já sabe, o programa ao vivo da FUP é todas as quintas, às 10 horas.

Assista, divulgue e compartilhe.

Publicado em Sistema Petrobrás

A categoria petroleira gaúcha aprovou o indicativo da FUP de rejeição a proposta de Acordo Coletivo, apresentada pela Petrobrás na última mesa de negociação. Quase 96% dos participantes aprovaram o indicativo da FUP e 97% aprovaram a prorrogação do atual acordo. A votação só não foi unânime porque alguns gestores utilizaram da pelegagem para atender aos interesses da alta cúpula da empresa.

No RS, as sessões da assembleia aconteceram nos dias 17 e 19/08, de forma virtual, por conta da pandemia do coronavírus. O formato organizado pelo Sindipetro-RS possibilitou a participação de todos e todas.

Em todos os sindicatos da FUP o resultado foi um contundente Não à contraproposta da gestão Castello Branco.

Para o presidente do Sindipetro-RS, Fernando Maia, a postura da empresa é de insensibilidade e descaso com a vida. “O que os petroleiros e petroleiras mais precisam nesse momento é de segurança. Prorrogar o acordo coletivo é vital”.

1- Rejeição da contraproposta;

Favoráveis: 95,9%
Contra: 4,1%
Abstenção: 0%

2- Prorrogação/renovação do atual ACT até o final do estado de calamidade pública causado pela pandemia e até a celebração do novo ACT.

Favoráveis: 97,3%
Contra: 2,7%
Abstenção: 0%

3- Manutenção de assembleia em caráter permanente.

Favoráveis: 94,5%
Contra: 2,7%
Abstenção: 2,7%

[Via Sindipetro-RS]

Publicado em SINDIPETRO-RS

A FUP comunicou à Gerência de Recursos Humanos da Petrobrás e subsidiárias o resultado final das assembleias, que rejeitaram massivamente a contraproposta de Acordo Coletivo de Trabalho, apresentada pela empresa. Os petroleiros também referendaram o indicativo de prorrogação do atual ACT, enquanto durar o estado de calamidade pública e um novo acordo não for pactuado.

Os indicativos da FUP foram aprovados praticamente por unanimidade, de norte a sul do país (veja o resultado abaixo). As assembleias foram realizadas ao longo das duas últimas semanas, em modo virtual e presencial, com todos os cuidados necessários para a segurança dos trabalhadores. 

A extensão do atual ACT é fundamental não somente para trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Petrobrás, mas para a própria empresa, pois garantiria previsibilidade e segurança para ambas as partes, como explicou Deyvid Bacelar, coordenador geral da FUP, na última edição do programa "Encontro com a categoria" (veja aqui). A gestão Castello Branco, no entanto, insiste que o novo acordo tem de ser aprovado até 31 de agosto.

“A renovação do atual ACT é boa para a categoria petroleira e também para a própria Petrobrás. Assim, podemos negociar as propostas aprovadas pelos trabalhadores para o novo acordo coletivo de trabalho com calma, dando tempo tanto para a empresa como para a categoria debater e analisar as reivindicações e as contrapropostas. Estamos sob um novo contexto trazido pela pandemia de Covid-19, que criou dificuldades para todos. A própria gestão da empresa fala tanto da importância da previsibilidade de suas ações, por que tem de ser diferente com seus trabalhadores?”, questiona Deyvid.

A FUP orientou os sindicatos a intensificarem as assembleias setoriais para debater com os trabalhadores propostas de mobilização para pressionar a gestão da Petrobrás a atender às reivindicações da categoria. No próximo dia 25, a FUP e seus sindicatos realizam um Conselho Deliberativo para avaliar as propostas e discutir os próximos passos da campanha reivindicatória. 

Quadro final de assembleias:


Indicativos da FUP > Rejeição da contraproposta da Petrobras e subsidiárias > Aprovação da prorrogação/renovação do atual Acordo Coletivo


Amazonas – 100% dos trabalhadores aprovaram indicativos da FUP

Ceará/Piauí – 100% dos trabalhadores aprovaram indicativos da FUP

Pernambuco/Paraíba –  100% dos trabalhadores aprovaram indicativos da FUP

Rio Grande do Norte – 96,16% dos trabalhadores aprovaram indicativos da FUP

Bahia – 98,35% dos trabalhadores aprovaram indicativos da FUP

Espírito Santo –  97% dos trabalhadores aprovaram indicativos da FUP

Norte Fluminense – 97,39% dos trabalhadores rejeitaram a contraproposta da Petrobras e 98,06% foram favoráveis à renovação do ACT

Duque de Caxias – 100% dos trabalhadores aprovaram indicativos da FUP

Unificado de São Paulo - 99,82% dos trabalhadores aprovaram indicativos da FUP

Minas Gerais – 98% dos trabalhadores rejeitaram a contraproposta da Petrobras e 100% foram favoráveis à renovação do ACT 

Paraná/Santa Catarina - 90% dos trabalhadores rejeitaram a contraproposta da Petrobras e 93% foram favoráveis à renovação do ACT

Rio Grande do Sul  – 95,9% dos trabalhadores rejeitaram a contraproposta da Petrobras e 97,3% foram favoráveis à renovação do ACT

[Da imprensa da FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Nesta quarta-feira, 19, a FUP realizou mais uma reunião com a Petrobrás para dar sequência à negociação do regramento do teletrabalho. O foco desta vez foi nas relações trabalhistas. A federação voltou a frisar que o regramento deve ser garantido no Acordo Coletivo de Trabalho e que deve valer para todas as empresas do Sistema Petrobrás. Ao final da reunião, o RH sinalizou que irá apresentará uma proposta em breve.

Jornada - a FUP ressaltou a importância do controle de jornada, mesmo com flexibilidade de horário, como já existe no horário flexível. "É importante não ficarmos escravos dos sistemas corporativos 24 horas por dia, sem que a empresa sequer contabilize como trabalho", afirmou a diretora da federação, Cibele Vieira (veja o vídeo abaixo).

Periodicidade - a FUP reforçou o pleito de trabalho remoto integral ou em escala mensal, ao invés de semanal, como vem sendo divulgado pela Petrobrás. “Isso garante uma maior flexibilidade para quem trabalha em um estado e mora em outro, uma realidade cada vez mais presente na empresa, devido às transferências forçadas que os gestores estão implementando”, explica Cibele. Ela destacou também que a proposta da FUP permite uma adequação dos trabalhadores que eram de regime de turno e estão migrando para o teletrabalho, em função das desmobilizações que estão ocorrendo na companhia.

Estrutura - outra reivindicação da FUP é que o regramento do teletrabalho especifique que a empresa se responsabilizará pelo fornecimento de equipamentos, bem como os custos que os trabalhadores vêm tendo para manter a estrutura do trabalho remoto.

Subsidiárias

Diferentemente das reuniões anteriores, as subsidiárias não participaram dessa rodada de negociação, o que foi questionado pela FUP, já que o teletrabalho precisa ser regrado em todas as empresas do Sistema Petrobrás. A negociação, portanto, deve ser coletiva, ainda que haja adequações posteriores, de acordo com as especificidades de cada subsidiária. A FUP cobrou que as empresas voltem a participar das próximas reuniões, reforçando que as premissas que estão sendo negociadas devem ser aplicadas no regramento do teletrabalho em todo o Sistema Petrobras.

 

Negociação continua na sexta

As rodadas de negociação sobre teletrabalho no Sistema Petrobras tiveram início na segunda-feira, 17, quando foram discutidos critérios relativos à adesão (clique aqui para saber como foi a reunião). Na sexta, 21, a FUP terá mais uma negociação com a empresa, com foco nas condições de saúde e segurança.

O calendário de negociação específica sobre o teletrabalho foi definido, após reunião no dia 05 agosto, quando a FUP detalhou o ponto da pauta de reivindicações que trata sobre esse tema e reforçou a importância da negociação coletiva de regras que garantam segurança e previsibilidade para os trabalhadores.

Participe da pesquisa da FUP sobre teletrabalho

É muito importante que os trabalhadores participem da pesquisa elaborada pela FUP para identificar os principais problemas e conhecer as demandas da categoria em relação ao teletrabalho. Esse subsídio é fundamental para fortalecer a FUP no processo de negociação coletiva. A pesquisa será sistematizada de forma confidencial.

Clique no link e preencha o formulário:

https://bit.ly/3kSriXI

Publicado em Sistema Petrobrás

A FUP realizou nesta quinta-feira, 20, mais uma live que terá como tema a AMS. O assessor econômico do Dieese, Cloviomar Cararine, e o diretor da FUP e do Sindipetro-NF, Rafael Crespo, falaram sobre os impactos da negociação do Acordo Coletivo para o plano de saúde dos petroleiros da ativa, aposentados e pensionistas do Sistema Petrobrá.

A proposta apresentada pela gestão Castelo Branco foi massivamente rejeitada em todas as bases da FUP, pois, além de retirar direitos e congelar os salários dos trabalhadores, aumentaa absurdamente o desconto da AMS para os beneficiários que têm mais de 58 anos de idade. Ou seja, mais de 90% dos aposentados e pensionistas estão com o direito adquirido na AMS ameaçado.

Nas lives anteriores sobre o tema, a FUP também debateu e comentou os prejuízos que os beneficiários terão se a gestão da AMS for entregue a uma associação privada. No programa da semana passada, o coordenador da FUP, Deyvid Bacelar, e o secretário geral da FNP, Adaedson Costa, que ressaltaram as frentes conjuntas de luta contra os ataques da gestão ao plano de saúde e a tentativa de privatização da AMS, através da implantação dessa associação.

Quem não assistiu ao vivo o debate desta quinta, pode ver a íntegra do video no link abaixo ou na página do Facebook

 

 

Publicado em APOSENTADOS

Por ampla maioria, os petroleiros da Bahia rejeitaram a contraproposta da gestão do Sistema Petrobrás em assembleias que aconteceram de 11 a 17/08, nas unidades do Sistema Petrobrás no estado.

Indecente, afrontosa e desrespeitosa. Esses foram alguns dos adjetivos usados pelos trabalhadores ao se referirem à contraproposta apresentada pela atual gestão da estatal. A indignação levou 98,35% dos trabalhadores a dizer não à contraproposta, 0,82% disseram sim e 0,82% se abstiveram.

Os petroleiros também referendaram a proposta da FUP  de prorrogação do Acordo Coletivo de Trabalho, enquanto durar o estado de calamidade pública e um novo acordo não for pactuado com as empresas do Sistema Petrobrás.

Na assembleia virtual que foi realizada com os aposentados e pensionistas houve alguns problemas, pois algumas pessoas não conseguiram usar  a ferramenta para votação. Mas todos que participaram demonstraram a sua indignação com a contraproposta da gestão do Sistema Petrobrás, principalmente com a tentativa da empresa de inviabilizar o funcionamento e manutenção da AMS, propondo aumentos absurdos. Participaram da assembleia 197 pessoas, sendo que 139 conseguiram utilizar corretamente a ferramenta e votaram contra a proposta da gestão da estatal, 3 votaram contra e 3 se abstiveram. Os 52 restantes foram os que não conseguiram votar.

No Torre Pituba também houve um contratempo, a assembleia foi realizada mas não houve quórum e a diretoria do Sindipetro ficou impossibilitada de computar votos. O problema é que a maioria dos trabalhadores lotados no prédio estão trabalhando em regime de home office e o sindicato está tomando as providências para que eles possam ser consultados, participando das outras  assembleias que ainda vão acontecer, uma vez que a contraproposta da gestão do Sistema Petrobrás foi amplamente rejeitada pelos petroleiros de todo o país.

Reunião do CD da FUP

A diretoria do Sindipetro Bahia participará nessa terça-feira à tarde de uma reunião do Conselho Deliberativo da FUP que fará uma avaliação dos resultados das assembleias realizadas em todo o país e definirá os próximos passos da campanha reivindicatória para a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho e da luta em defesa do Sistema Petrobrás e pela permanência da estatal na Bahia e no Brasil.

Á noite no Encontro com a Categoria, às 19h30, no facebook e youtube, a direção da FUP irá apresentar os resultados das assembleias regionais que ocorreram em todo o país nos últimos dias e os próximos passos da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho do Sistema Petrobrás.

Assista e participe acessando Youtube: https://youtu.be/9ojpBNCUHiw

Facebook: https://mla.bs/b1163a5a

[Via Sindipetro-BA]

Publicado em SINDIPETRO-BA

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) manifesta apoio integral à greve dos trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, iniciada nesta terça-feira, 18. A categoria luta contra o desmonte do Acordo Coletivo e da estatal, que está na lista de privatização do governo Bolsonaro.

Assim como os petroleiros, os trabalhadores dos Correios estão com direitos ameaçados e enfrentam a intransigência da gestão da empresa, que nega-se a negociar a renovação do Acordo Coletivo e quer acabar com 70 das 79 cláusulas protetivas.

Além disso, a categoria está tendo a saúde e segurança negligenciadas pela direção dos Correios, que está expondo os trabalhadores à contaminação da covid-19, sem as devidas medidas protetivas.  

Nós, petroleiros, fizemos uma histórica greve em fevereiro deste ano para denunciar a privatização do Sistema Petrobras, as demissões em massa e os ataques aos direitos dos trabalhadores.

Assim como os companheiros dos Correios, também estamos em campanha reivindicatória, enfrentando o mesmo modus operandi por parte da gestão da Petrobrás, que recusa-se a renovar o Acordo Coletivo e negligencia a segurança dos trabalhadores, ao retomar as atividades em plena pandemia, fazendo explodir os casos de contaminação pelo coronavírus. Infelizmente, já perdemos diversos companheiros infectados, em função do descaso e irresponsabilidade dos gestores.

Paralelamente a isso, enfrentamos uma árdua luta contra as privatizações no Sistema Petrobrás, resistindo e denunciando a entrega de plataformas, refinarias, terminais, dutos, usinas de biodiesel, fábricas de fertilizantes e diversas subsidiárias que estão sendo vendidas a preços ínfimos.

Apoiamos, portanto, a greve legítima dos trabalhadores dos Correios, cuja luta deve ser abraçada por todos os brasileiros e brasileiras que defendem a soberania, os direitos trabalhistas e a justiça social.

A luta dos Correios é também a luta dos petroleiros.

Todo apoio à greve nacional da categoria!

Federação Única dos Petroleiros

 

Publicado em Movimentos Sociais

Os sindicatos da FUP concluíram as assembleias em praticamente todo o país (somente no Rio Grande do Sul, ainda há assembleias até amanhã) e o resultado foi um retumbante não à contraproposta da gestão Castello Branco. Em diversas bases, os indicativos da FUP foram aprovados por unanimidade e na demais, com mais de 90% de aceitação.

Os petroleiros também referendaram a proposta da FUP de prorrogação do Acordo Coletivo de Trabalho, enquanto durar o estado de calamidade pública e um novo acordo não for pactuado com as empresas do Sistema Petrobras.

As assembleias foram realizadas ao longo da última semana, em modo virtual e presencial, com todos os cuidados necessários para a segurança dos trabalhadores. 

Nesta terça-feira, 18, no programa semanal Encontro com a categoria, a direção da FUP irá avaliar o resultado das assembleias e divulgar os próximos passos da negociação do Acordo Coletivo.

É importante que os trabalhadores participem, enviem dúvidas e comentários pelo chat.

Encontro com a categoria

Hoje, terça-feira, 18, às 19h30

Youtube:

https://youtu.be/9ojpBNCUHiw

Facebook:

https://mla.bs/b1163a5a

#PetrobrasFica 

#ACTFica

Quadro final de assembleias:


Indicativos da FUP > Rejeição da contraproposta da Petrobras e subsidiárias > Aprovação da prorrogação/renovação do atual Acordo Coletivo


Espírito Santo – indicativos da FUP foram aprovados por 97% dos trabalhadores

Ceará/Piauí – os indicativos da FUP foram aprovados por unanimidade

Pernambuco/Paraíba –  indicativos da FUP foram aprovados por unanimidade

Bahia – indicativos da FUP foram aprovados por 98,35% dos trabalhadores

Unificado de São Paulo - indicativos da FUP sendo massivamente aprovados

Paraná/Santa Catarina - 90% dos trabalhadores rejeitaram a contraproposta da Petrobras e 93% foram favoráveis à renovação do ACT

Minas Gerais – 98% dos trabalhadores rejeitaram a contraproposta da Petrobras e 100% foram favoráveis à renovação do ACT

Rio Grande do Norte – indicativos da FUP foram aprovados por 96,16% dos trabalhadores

Amazonas – indicativos da FUP foram aprovados por unanimidade

Norte Fluminense – 97,39% dos trabalhadores rejeitaram a contraproposta da Petrobras e 98,06% foram favoráveis à renovação do ACT

Duque de Caxias – indicativos da FUP foram aprovados por unanimidade

Rio Grande do Sul (assembleis terminam dia 19) –  indicativos da FUP sendo massivamente aprovados

[Da imprensa da FUP] 

Publicado em Sistema Petrobrás

Em uma votação histórica a categoria petroleira do Norte Fluminense aprovou o indicativo de rejeição da proposta de Acordo Coletivo apresentada pela Petrobrás na última mesa de negociação. Quase 99% dos participantes aprovaram os indicativos dos sindicatos petroleiros e da FUP . Foram 1861 a favor da rejeição da proposta, 32 contra e 18 abstenções

Essa também foi a maior participação já registrada dos trabalhadores e trabalhadoras em assembleia de avaliação da primeira proposta de Acordo Coletivo, que congela salários, retira direitos, aumenta a insegurança da categoria e atacam as organizações sindicais. Mais de 1900 pessoas votaram.

No Norte Fluminense a categoria petroleira iniciou as assembleias no dia 13 de agosto através de votação on line e se estendeu até esta sexta-feira, 17 quando foram recolhidos os últimos votos delivery de aposentados e pensionistas.

Por conta das condições excepcionais de restrição ao contato social, devido à pandemia de Coronavírus, a diretoria do Sindipetro-NF organizou um novo formato de votação que possibilitasse a participação de todos e todas.

Sobre o indicativo de Aprovação da prorrogação/renovação do atual Acordo Coletivo, a votação da categoria do Norte Fluminense foi de 1874 a favor, 28 contra e 09 abstenções.

Veja o resultado final da votação:

  Rejeição da contraproposta patronal              
                       
Rejeito a contraproposta patronal 1861 97,39%                  
Aprovo a contra proposta patronal 32 1,67%                  
Abstenção 18 0,94%                  
                       
                       
                       
Prorrogação do atual ACT até o fim do estado de calamidade pública causado pela pandemia de COVID-19 e celebração de novo ACT
                       
A favor da prorrogação 1874 98,06%                  
Contra a prorrogação 28 1,47%                  
Abstenção 9 0,47%

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em SINDIPETRO-NF

Com ampla maioria de votos petroleiros e petroleiras do Rio Grande do Norte aprovaram todos os indicativos trazidos pelo SINDIPETRO-RN, que pedem a prorrogação do Acordo Coletivo de Trabalho vigente e rejeita a última contraproposta apresentada pela Companhia.

As assembleias deliberativas virtuais referentes ao ACT 2020, foram realizadas pelo SINDIPETRO-RN entre os dias 13 e 17 de agosto, e demonstram a grande insatisfação dos trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Petrobrás no Estado, com a gestão bolsonarista de Castello Branco.

Os indicativos do Sindicato tiveram 96,16% de aprovação, enquanto apenas 3,48% foram contrários. O restante de 0,36% foram de votantes que se abstiveram.

[Via Sindipetro-RN]

Publicado em SINDIPETRO-RN
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.