[Da imprensa do Sindipetro-CE/PI]

Com o tema “PETROLEIROS UNIDOS CONTRA BOLSONARO, PELA PERMANÊNCIA DA PETROBRÁS NO NORDESTE”, o XXXV Congresso dos Petroleiros do Ceará e Piauí acontecerá em formato virtual, devido a quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus.

BAIXE AQUI O REGIMENTO.

Na sexta-feira haverá a abertura com uma mesa de convidados e no sábado ocorrerão os debates. A programação detalhada será divulgada em breve.

Na ocasião, os trabalhadores debaterão propostas referentes às reivindicações da categoria, o ACT, questões regionais, nacionais e internacionais, além de deliberar sobre linhas gerais de atuação do sindicato e eleger os delegados que participarão do CONFUP deste ano, que também será virtual. 

As inscrições podem ser feitas com o preenchimento do formulário abaixo até às 12h de sexta-feira (03). Caso prefira, envie seus dados para o whatsapp (85) 985210821 ou envie nome, matrícula e telefone para o email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Publicado em 18 CONFUP

[Da imprensa do Sindipetro-BA]

A comissão organizadora do 9° Congresso [email protected] [email protected] da Bahia definiu a programação do evento que acontece nesse sábado (04/07), a partir das 8h, através da plataforma de videoconferência Zoom (aplicativo que pode ser baixado em celulares, tablets e computadores)

Haverá mesas de debates com assuntos relacionados a atual conjuntura política do país, com o ex-ministro José Dirceu. Vamos falar também da geopolítica do petróleo, Petrobras e o pós pandemia, com o economista e ex- presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli. Outro assunto abordado será sobre empregos e direitos durante e pós pandemia”, com a supervisora técnica do DIEESE, Ana Georgina Dias e o assessor jurídico do Sindipetro, Clériston Bulhões. Abordaremos ainda, através de palestras, questões relacionadas à Petros e AMS, com o Conselheiro Deliberativo eleito da Petros, André Araújo e o diretor da FUP, Paulo César Martin.

As palestras serão abertas para quem quiser assistir e participar e acontecerão através de lives no facebook e youtube do Sindipetro Bahia.

Veja abaixo a programação:

Programação do 9° Congresso dos Petroleiros e Petroleiras da Bahia

8h – Leitura do Regimento Interno do Congresso

8h30 – Mesa de Abertura

Jairo Batista (Coordenador do Sindipetro Bahia), Deyvid Bacelar (Coordenador da FUP), José Maria Rangel (ex-Coordenador da FUP), Leninha Oliveira (presidente da CUT Bahia) Pascoal Carneiro (presidente da CTB Bahia) e representantes da Via Campesina e do Levante Popular da Juventude.

09h – Análise de conjuntura: crise econômica x crise política
José Dirceu – ex-deputado federal

10h – Saudações de lideranças e autoridades

10h30min – Geopolítica do petróleo, Petrobras e o pós pandemia
José Sérgio Gabrielli – economista, membro do INEEP e ex-presidente da Petrobrás

11h30 – Empregos e Direitos durante e pós pandemia
Clériston Bulhões – Assessor jurídico do Sindipetro Bahia
Ana Georgina Dias – Supervisora Técnica do DIEESE

12h30 às 14h- Almoço

14h – Novo Plano Petros (NPP) x Petros 3: diferenças e impactos na mudança de plano –
André Araújo – Conselheiro Deliberativo eleito da Petros

15h “AMS – Riscos e prejuízos com as mudanças pretendidas pela Petrobrás
Paulo César Martin – Diretor da FUP e do Sindipetro Bahia

16h – Pauta de reivindicações, teses, moções

18h – Encerramento com atividade cultural

Clique aqui para saber como participar e enviar teses para o congresso

Publicado em 18 CONFUP

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Com um número recorde de 220 inscritos, começou na noite de hoje o XVI Congresso Regional dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense (Congrenf). Uma mesa de abertura que durou duas horas fez uma análise da conjuntura brasileira e dos desafios dos movimentos sindical e social.

Participaram o coordenador geral licenciado da FUP, José Maria Rangel; a professora da Uenf, Luciane Soares; e o editor da revista Forum, Renato Rovai, em exposições moderadas pelo coordenador geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

A gravidade do cenário foi destacada por todos os expositores, que também se solidarizaram às famílias dos quase 60 mil mortos pela covid-19 no Brasil. Os participantes procuraram fazer um diagnóstico do momento, suas possíveis causas e apontar para caminhos possíveis de saída.

Isolamento do Brasil

Para Luciane Soares, “o governo Bolsonaro tenta criar uma falácia de que é preciso escolher entre a vida e o emprego. O Brasil se tornou um pária, com total incapacidade de lidar com a pandemia. O país está atravessado por mais de mil mortes diárias e o governo demonstra desprezo pelos dados”.

A professora avalia, no entanto, que há boas perspectivas, “embora ainda tímidas”, que estão vindo das ruas, como os protestos organizados por torcidas de times de futebol e movimentos contra o fascismo e contra o racismo. Ela destaca que o governo Bolsonaro pode estar enfraquecido, mas o neoliberalismo não está, mostrando o tamanho do desafio da classe trabalhadora.

País cravado no ódio

José Maria Rangel fez um histórico dos cenários políticos brasileiros que levaram ao momento atual, passando pelos protestos de 2013 que foram capturados pelos setores conservadores e da extrema direita, a vitória difícil de Dilma Rousseff nas eleições de 2014, a agenda de pautas-bomba da oposição no Congresso Nacional em 2015, o Golpe de 2016, os ataques do governo Temer em 2017, a prisão do ex-presidente Lula em 2018. Depois de toda essa sequencia, “o país chegou nessa aventura cravado no ódio”, afirma.

Na economia, avalia Rangel, “é falsa a afirmação de que estamos em uma crise por causa da pandemia. A economia já vinha capengando. O governo não tem projeto para nada. O Brasil já estava com a imunidade baixa. E ainda seguem com a política entreguista”. Ele destacou também que “na Petrobrás, eles agem da mesma forma. Estão intensificando os ataques à categoria.
Para o sindicalista, os trabalhadores “não vão abaixar a cabeça em nenhum momento para este modelo que está aí”. Ele defendeu que os movimentos sindicais e sociais, que ainda atuam de modo prudente na prevenção à pandemia e não estão massivamente nas ruas, em breve vão intensificar as campanhas “fora, Bolsonaro; fora, Mourão; e fora, Paulo Guedes”.

Conservadorismo

Para Renato Rovai, um dos desafios brasileiros é enfrentar o conservadorismo da própria população, que, como mostram pesquisas, podem até manifestar uma aprovação vaga à ideia de democracia, mas sem que essa defesa seja por razões progressistas.

Ele citou pesquisas como a da Forum mostram que pelo menos 25% da população se declara de “extrema direita” ou muito próxima desse campo político no Brasil. A base bolsonarista ainda se mantém sólida em torno dos 30%, independentemente das ações do governo. “A base bolsonarista é mais vinculada a valores morais e políticos do que a resultados, que são desastrosos”, avalia.
Para Rovai, um dos desafios do movimento sindical é organizar uma nova classe trabalhadora, que foi convencida de que é “empreendedora” e em grande parte se mantém em adesão ao projeto conservador do bolsonarismo e do neoliberalismo, que é a formada por trabalhadores das plataformas digitais, como os entregadores do Ifood.

“Temos um novo trabalhador, que inclusive está chamando uma greve para 1º de julho, que o governo vê como empreendedor. Temos que saber como lidar com essas novas formas de trabalho. Vai ser decisivo. Temos que construir formas de dialogar com eles, que estão de alguma forma vinculados a essa ideologia do Brasil acima de tudo, Deus acima de todos, numa nova lógica de meritocracia”, disse o jornalista.

Rovai também destacou o papel estratégico da categoria petroleira, que sempre foi um símbolo de resistência. “Se tem uma categoria que não vai ganhar nada de mão beijada é a petroleira”, afirmou, avaliando que os petroleiros são símbolos do que o neoliberalismo quer destruir. “É por isso que, muitas vezes, muitas lutas são importantíssimas, mesmo que não tragam resultados imediatos, mas são formas de resistência”, concluiu.

Saiba mais sobre o Congrenf

O XVI Congrenf segue até a próxima sexta-feira, totalmente online. As mesas e palestras também serão disponibilizadas em vídeo nas redes sociais do Sindipetro-NF. Mais informações sobre o evento estão disponíveis em congresse.me/eventos/congrenf.

Publicado em Trabalho

[Da imprensa do Sindipetro-PR/SC]

O Congresso Unificado começou na noite de sexta-feira (26). O evento levantou temas pontais para os trabalhadores do Sistema Petrobrás e para a sociedade. A “mesa virtual” composta por convidados de diferentes áreas abordou questões econômicas e sociais conectadas ao universo dos petroleiros (assista AQUI).  

O diferente momento histórico imposto pela Covid-19 obrigou trabalhadores, entidades de classe e agentes políticos a se adequar. Uma guerra diferente para quem tem histórico de luta. “Ao longo das décadas nós vencemos inúmeras delas. E o congresso serve para dialogar com a categoria, nos preparar para ações e construir soluções nesses novos tempos”, explica Alexandro Guilherme Jorge, presidente do Sindipetro PR e SC. 

As entidades agradecem os convidados Sandro Silva (economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – Dieese), Rafael Rodrigues (sociólogo e pesquisador do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – INEEP), Sidnei Machado (doutor em direito, advogado e professor da Universidade Federal do Paraná – UFPR) e Zeca Dirceu (deputado federal). 

Também enaltece todas e todos que acompanharam pelas redes sociais e participaram enviando perguntas. 

Conjuntura política 

Zeca Dirceu, deputado federal (PT), trouxe para o debate a questão política. Para o parlamentar, o momento reflete a reação dos que defendem a democracia. Principalmente diante de uma administração federal que não entregou nada de positivo para a sociedade até o momento.   

O deputado explicou que aos poucos o governo Bolsonaro se deteriora e a rejeição aumenta. Principalmente porque os resultados antes da covid-19 já eram desanimadores: o “governo está sem rumo. O ‘pibinho’ do Brasil veio antes do coronavírus”. 

Mesmo com péssimo desempenho a atual administração não sinaliza qualquer alteração da sua agenda ultraliberal. A Petrobrás está no centro disso tudo, pois seu desmonte representa um “troféu” para Bolsonaro, Paulo Guedes e Castello Branco. 

A maior empresa brasileira sofre com a política de desinvestimento da atual gestão, que reduz drasticamente seu parque de refino e se desfaz de ativos. “Só não fez mais porque os sindicatos, os trabalhadores, as trabalhadoras, resistem”, disse Zeca Dirceu, deputado federal da oposição. 

Petróleo 

Já o sociólogo e pesquisador do INEEP, Rafael Rodrigues, explicou que o cenário é de queda abrupta de demanda no setor e de tensão. Principalmente com a guerra de preços entre Rússia e Arábia Saudita, que sinalizou novas polarizações no mundo do petróleo. Para ele o que chama atenção durante essa crise é a preocupação dos países soberanos energeticamente com suas reservas de petróleo. “EUA e a China estão fazendo estoque, uma política estatal. Cada um está fazendo do seu jeito. Rússia estatizou oleodutos. A Arábia Saudita compra ações; é o estado tendo maior participação”, apontou Rafael. 

Já a agenda brasileira causa preocupação, pois segue na contramão dos rumos das grandes potências. A atual gestão da Petrobrás adotou uma política de se desfazer de refinarias, deixar de operar no setor de fertilizantes, na área de biocombustíveis e sinaliza sua saída do mercado de gás natural. O resultado da privataria aplicada por Bolsonaro é o sucateamento da estatal, que já significa 19% do desemprego no país, segundo o pesquisador. 

Trabalho 

Nos últimos dias a atual gestão da Petrobrás convocou uma reunião fora dos protocolos para debater o novo Acordo Coletivo de Trabalho dos petroleiros. O movimento da empresa foi visto como reflexo da pressa em privatizar e retirar direitos da categoria nessa negociação. 

Para Sandro Silva, economista do Dieese, as relações de trabalho nos últimos anos têm novas configurações: “os sindicatos precisam ver esse momento como uma oportunidade para mostrar a importância que eles têm na sociedade”.  

Para Sidnei Machado outro ponto central na atual conjuntura é o teletrabalho. Modalidade que não é nova, mas pela primeira vez está sendo aplicada em massa. “Do ponto de visto do trabalho é uma questão ambígua. Os trabalhadores estão inquietos. Colocando na balança perdas e ganhos”, pontuou o advogado. Só na Petrobrás há 21 mil trabalhadores em teletrabalho. 

Petroquímicos 

No final da cerimônia, Gerson Castellano, coordenador interino do Sindiquímica PR, lembrou das lutas pelos empregos dos trabalhadores da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Araucária (FafenPR). 

“Os petroquímicos sofreram um golpe. Foram mil famílias afetadas diretamente. Lembro da resistência e da greve que a gente fez. Participamos bravamente daquela luta”, recordou o dirigente. O que reafirma a necessidade de unidade, pois a história pode se repetir na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar). 

Após encerramento da primeira mesa do Congresso, os trabalhadores se prepararam para, já no sábado (27), analisar as propostas dos convidados e construir respostas aos desafios expostos.

 

Publicado em Trabalho

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

O Sindipetro-NF abre hoje, às 19h, o XV Congresso Regional dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense, com programação que segue até 3 de julho.

O congresso discute a conjuntura do setor petróleo e do País, além de elaborar propostas de pautas para a Campanha Reivindicatória e eleger delegados e delegadas para o Confup (Congresso da Federação Única dos Petroleiros).

Nesta edição de 2020, em razão da pandemia do novo coronavírus, todas as atividades serão online. A programação é integrada por videoconferências fechadas aos delegados e delegadas inscritos e por transmissões ao vivo nas redes sociais do sindicato.

Fruto dos inúmeros desafios impostos por uma conjuntura hostil à democracia e aos direitos humanos e trabalhistas, o tema escolhido para o congresso foi “Lutamos em todos os campos”, como forma de abrigar debates sobre as diferentes frentes de lutas da entidade.

Mais informações e inscrições estão disponíveis em congresse.me/eventos/congrenf ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Haverá emissão de certificados para os que precisarem comprovar presença no congresso.

Confira a programação:

29 de Junho
19:00 – Mesa Redonda – Abertura do XV CONGRENF

30 de Junho
15:00 – Ricardo Garcia – A política da Petrobrás frente a pandemia da covid-19
17:00 – Danielle Pereira de Araújo – Racismo e o Mundo do Trabalho
19:00 – Roberto Moraes – Setor Petróleo e a Plataformização

01 de Julho
15:00 – Tatiana Berringer – Disputa de classe no governo Bolsonaro
17:00 – Dom Roberto Francisco Ferreria Paz – Brasil e Democracia: Necessidade de Esperança
19:00 – Normando Rodrigues – Greve: Histórico Petroleiro e necessidade de luta

02 de Julho
15:00 – Cloviomar Cararine Pereira – A nova Política Petrobrás e os impactos para os trabalhadores
17:00 – Giovanni Alves – Trabalho e o Novo Capitalismo brasileiro
19:00 – Rosangela Buzanelli – Petrobrás, Privatizações, cenários políticos e o papel da Companhia na retomada da Economia Pós-Covid

03 de Julho
15:00 – Iderley Colombini Neto – As formas de Precarização e Teletrabalho
17:00 – Eduardo Costa Pinto – Militares e Petróleo no governo Bolsonaro
19:00 – Mesa Redonda – ACT 2020 – Pauta Reivindicatória

Publicado em Trabalho

[Da imprensa do Sindipetro Unificado SP]

Após três dias de debates, o 1º Congresso Unificado de Sindicatos de Petroleiros de São Paulo e de Pernambuco e Paraíba terminou na tarde deste sábado (27) com a definição das delegações que irão defender no Confup (Congresso Nacional da FUP – Federação Única dos Petroleiros), a pauta de luta indicada durante o encontro.

Clique aqui para conferir os delegados e suplentes.

As bandeiras aprovadas por aclamação durante o evento que ocorreu por meio digital devido à pandemia de covid-19, foram a anistia dos trabalhadores punidos na greve de 2019 e na de 2020, a luta contra a privatização do sistema Petrobrás e da AMS, a manutenção de uma mesa única para todo o sistema Petrobrás (incluindo subsidiárias, aposentados e pensionistas), o apoio à resolução do Encontro Nacional de Petroleiras da FUP e a garantia de liberdade e autonomia sindical. Nesse último item está incluída o respeito à escolha dos trabalhadores em relação à representação sindical de cada base.

A preocupação com a venda de Petrobrás norteou muitas das discussões. O debate que tratou da AMS (Assistência Multidisciplinar de Saúde) apresentou uma prévia de qual estratégia a companhia utilizará.

“A ideia é criar uma associação e transformar a AMS num plano de saúde muito parecido com o do mercado, acabar com benefícios indiretos para preparar para processo de venda, para que quem compre não tenha de arcar com esse direito e a companhia, assim, se torne mais atrativa”, disse o diretor aposentado do Unificado Carlos Cotia.

O último dia de congresso discutiu ainda pontos da campanha reivindicatória como reajuste salarial e dos benefícios, atualização, subtração e inserção de cláusulas, banco de horas, efetivo e HETT. Além do tele trabalho, tema que ganhou destaque com o crescimento do home office por conta do coronavírus.

Para o coordenador do Sindicato Unificado dos Petroleiros de São Paulo, Juliano Deptula, a categoria mostrou grande consciência ao compreender as limitações que serão enfrentadas na discussão do ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) deste ano.

“Percebemos o esclarecimento que a categoria tem em relação às dificuldades de enfrentamento do acordo coletivo, não só pelo momento desfavorável para avançar, mas também para resistir e forma uma frente que se fortaleça diante dos ataques que estão por vir”, avaliou.

Coordenador do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo de Pernambuco e Paraíba, Rogério Almeida, destacou que a troca de experiências entre petroleiros de duas regiões tão distantes enriqueceu a luta de toda a categoria.

“Foi uma boa troca de experiência com os petroleiros de São Paulo e também uma oportunidade para que conheçam a situação que bate à nossa porta, com a venda da refinaria de Abreu e Lima e o Porto de Suape. Porque não é algo isolado de Pernambuco, mas uma estratégia de ataque deste governo que virá em grande escala, mas que começa comendo pelas beiradas”, alertou.

Publicado em Trabalho

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

O Sindipetro-NF abre nesta segunda, 29, o XV Congresso Regional dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense. O Congrenf é o maior evento da categoria na região, essencial para a organização das lutas dos trabalhadores e trabalhadoras da Petrobrás e de empresas privadas contratadas. A programação segue até 3 de julho.

O congresso vai discutir a conjuntura do setor petróleo e do País, além de elaborar propostas de pautas para a Campanha Reivindicatória e eleger delegados e delegadas para o Confup (Congresso da Federação Única dos Petroleiros).

Nesta edição de 2020, em razão da pandemia do novo coronavírus, todas as atividades serão online. A programação é integrada por videoconferências fechadas aos delegados e delegadas inscritos e por transmissões ao vivo nas redes sociais do sindicato. Entre os expositores estão os economistas e técnicos do Dieese, Cloviomar Cararini e Iderley Colombini.

Fruto dos inúmeros desafios impostos por uma conjuntura hostil à democracia e aos direitos humanos e trabalhistas, o tema escolhido para o congresso foi “Lutamos em todos os campos”, como forma de abrigar debates sobre as diferentes frentes de lutas da entidade.

“Lutamos por Marlim, Roncador, e por todos os demais campos de petróleo que estão sendo entregues pela gestão bolsonarista da Petrobrás. Lutamos no Judiciário, no Legislativo, Executivo e nas ruas. Lutamos na porta das bases administrativas, nos aeroportos e no mundo virtual. Lutamos com as demais categorias de trabalhadores, os movimentos sociais e os estudantes”, conclama o texto de apresentação do congresso.

Programação, mais informações e inscrições estão disponíveis em congresse.me/eventos/congrenf ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O evento também pode ser acessado por meio banner no site do NF (www.sindipetronf.org.br). Haverá emissão de certificados para os que precisarem comprovar presença no congresso.

 

Publicado em SINDIPETRO-NF

O Congresso conjunto realizado pelos Sindipetro Unificado de São Paulo e Sindipetro Pernambco e Paraíba teve início na quinta-feira, 25, e prossegue até sábado, 27, com debates que estão sendo realizados em plataformas digitais.

Nesta sexta-feira, 26, a programação contará com duas lives abertas a todos os trabalhadores, com participação do coordenador da FUP, Deyvid Bacelar, do coordenador do Unificado-SP, Juliano Deptula Lima, e do coordenador do Sindipetro-PE/PB, Rogério Almeida.

Veja a programação:

LIVE: SindiPapo

Às 17h

Petrobrás, Petroleiros e desafios da campanha reivindicatória

Com a participação de Juliano Deptula Lima, coordenador do Unificado-SP, Rogério Almeida, coordenador do Sindipetro-PE/PB e Deyvid Bacelar , coordenador da FUP.

Às 18h

Geopolítica e conjuntura brasileira

Com a participação de Paulo Vanuchi, jornalista e ex-ministro de Direitos Humanos e José Luís Fiori, professor de economia política internacional da UFRJ e pesquisador do Innep.

Assista, comente e compartilhe:

Facebook: https://mla.bs/f57ac338

Youtube: https://youtu.be/EcwvtGEdas8

 

Publicado em Trabalho

O Sindipetro RN iniciou nesta quinta-feira, 25, o 34ª Congresso Estadual dos Petroleiros e Petroleiras do Rio Grande do Norte (CEPETRO-RN).

O evento é realizado pela primeira vez de maneira virtual (transmitido a partir de agora por meio da Plataforma Zoom e Strem Yard, com transmissão pelo Facebook e YouTube).

Com o tema “Unidade para Defender a Democracia, o Brasil, o Trabalho e a Vida”, o 34º CEPETRO-RN debate a complexa conjuntura política nacional e internacional, a grave situação enfrentada pelos trabalhadores e trabalhadoras do Setor Petróleo no que diz respeito aos risco de contaminação do coronavírus e os novos desafios do movimento sindical petroleiro após constantes ataques do Governo Federal a representação da entidade.

> Acesse aqui a programação completa.

 Veja como foi o painel que abriu o Congresso, que contou com a participação do coordenador da FUP, Deyvid Bacelar:

 


Links da Transmissão:

Facebook: https://www.facebook.com/sindipetro.rn/videos/286363935897510/

Youtube: https://www.youtube.com/user/TvSindipetroRN/featured

Publicado em Trabalho

O XVI Congresso Regional do Sindipetro acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de junho. O evento deste ano será realizado em parceria com o Congresso do Sindipetro Unificado SP. Devido à pandemia da COVID-19 e em respeito ao isolamento social, as atividades serão feitas online (conforme determina o artigo 5º da lei nº 14.010/2020, que autoriza a realização de assembleias gerais de maneira virtual). Para participar do evento, é necessária fazer uma inscrição prévia, até as 12h da quinta-feira. A lista de presença será extraída das inscrições e será validada pelos representantes da mesa eleitos. A votação será realizada via chat do aplicativo.

O evento organizará as propostas da pauta de reivindicações para o XVIII CONFUP (Congresso Nacional da Federação Única dos Petroleiros), além de definir delegados e delegadas que defenderão esses pontos. Os estados de Pernambuco e Paraíba poderão eleger 12 delegados, respeitando uma cota de gênero de, pelo menos, 17%. O Sindipetro destaca que esta atividade será fundamental, pois o Congresso da Federação estabelecerá a pauta nacional de reivindicações para o próximo ACT (Acordo Coletivo de Trabalho).

O Congresso também irá realizar mesas de debate e análise de conjuntura amplos e específicos, além de uma Live especial (produzida pelo Unificado SP), às 18h, com o jornalista e ex-ministro de Direitos Humanos, Paulo Vanuchi, e o professor de economia política internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), José Luís Fiori.

“Será um grande desafio unir tantos companheiros com realidades comuns, mas, ao mesmo tempo, bem diferentes, porque no Nordeste a ameaça de privatização das refinarias se mostra mais iminente e temos uma conjuntura em que o presidente sofre desgaste, mas a política econômica e os planos neoliberais permanecem inabaláveis”, apontou o coordenador do Unificado-SP, Juliano Deptula. Já para o coordenador do Sindipetro PE/PB, Rogério Almeida, “o desafio é mobilizar a categoria para o que está por vir, tanto na questão da privatização quanto na prorrogação do acordo coletivo, sem que tenhamos perda de direitos”.

Programação:

Quinta-Feira (25) – Pauta 1 – Debate Específico

18h – Mesa: Balanço e atualização da última campanha e mediações vigentes
Convidados: Dieese (Cloviomar) e Advocacia Cremasco (Dr. Francisco).
Local: Sala Virtual via Google Meet
Perguntas: Via chat no próprio Google Meet.

Sexta-Feira (26) – Pauta 2 – Debate Amplo

17h – Mesa 1: Petrobrás, Petroleiros e desafios da campanha reenvidicadoria
Coordenadores: Juliano Deptula (coordenador do Unificado-SP), Rogério Almeida (Coordenador do Sindipetro-PE/PB) e Deyvid Bacelar (Diretor de Assuntos Institucionais da FUP)

18h – Mesa 2 – Sindipapo: Geopolítica e conjuntura brasileira
Convidados: Paulo Vanuchi (jornalista e ex-ministro de Direitos Humanos) e José Luís Fiori (professor de economia política internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Local: Live Sindipapo Facebook e Youtube
Participação: Aberto ao Público em Geral na TV Petroleiros e Sindipetro-SP no Facebook
Perguntas: Mensagem via chat no Facebook ou YouTube

Sábado (27) – Pauta 3 – Debate de Pauta

9h – Debate Pauta
– Item a: Ams e Petros
– Item b: Reajuste Salarial e dos benefícios, atualização, subtração e inserção necessária de cláusulas, banco de horas, efetivo e HETT;
– Item c: Teletrabalho;
– Item d: Eleição dos delegados para o Confup 2020;

Regra para participação e inscrição:
Para participar do debate específico e do debate da pauta de reivindicações, os trabalhadores e as trabalhadoras deverão enviar um e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., intitulado como: “Congresso 2020”.

Os trabalhadores da ativa devem enviar nome completo, matrícula da Petrobrás, unidade de trabalho e e-mail; já os aposentados devem encaminhar nome completo, matrícula Petros ou CPF e e-mail.

As inscrições deverão ser encaminhadas até as 12h da quinta feira (25). Só poderão participar dos debates os petroleiros e petroleiras que estiverem devidamente inscritos.

Em edital publicado nesta terça-feira (23), o Sindipetro destaca que “para o acompanhamento do Debate da Pauta de Reivindicações é fundamental o conhecimento das discussões estabelecidas no Debate Específico. A gravação do debate ficará disponível com link privado e somente poderá ser acessado pelos participantes inscritos no debate”. O acesso ao vídeo só poderá ser feito por usuários do Gmail, Outlook ou Hotmail. Caso e-mail cadastrado (no momento da inscrição) seja de outro provedor, a entidade solicita que o trabalhador, ou a trabalhadora em questão informe um endereço dos provedores citados acima, enviando uma mensagem para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., feito isso, a entidade enviará um link de acesso.

Acesso à sala virtual:
O link de acesso a sala virtual será enviado 30 minutos antes do início do debate para os e-mails cadastrados. Para acessar o local da reunião, o trabalhador e a trabalhadora deverá clicar no link, preencher o seu nome completo, conforme a inscrição, e clicar no botão “pedir para participar”. Em seguida, basta aguardar alguns instantes.

Inscrição de chapas para o XVIII CONFUP:
A chapa deverá observar a proporcionalidade da cota de gênero de 17%. A inscrição de chapas será aceita até as 12h da sexta-feira (26).

[Via Sindipetro-PE/PB]

Publicado em SINDIPETRO-PE/PB
Página 4 de 5

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.