A unidade dos petroleiros e petroleiras contra as ameaças, assédios e chantagens da gestão Castello Branco está sendo decisiva nesta campanha reivindicatória, que definirá o futuro da categoria.

O desmonte do atual Acordo Coletivo de Trabalho é central para a desintegração e privatização do Sistema Petrobrás. Reduzir direitos e postos de trabalho é parte do pacote de destruição da empresa. E para tentar alcançar esse objetivo, a gestão bolsonarista ataca a organização da categoria, não só com práticas antissindicais, mas também tentando jogar os trabalhadores contra suas representações.

A categoria não se deixa intimidar, muito menos se acovarda diante do arsenal de ataques e mentiras do atual comando da Petrobrás.  De cabeça erguida, sem medo das gerências, os petroleiros e petroleiras estão reafirmando nas assembleias que não aceitam acordos individuais, nem retiradas de direitos ou chantagens.

Nas bases da FUP onde as assembleias estão em curso (veja abaixo o calendário), a proposta de acordo do TST está sendo rejeitada e os demais indicativos da Federação estão sendo aprovados.

Como a FUP vem alertando, não há saída individual. A luta é coletiva. Por isso os petroleiros também estão aprovando greve a partir do dia 26, caso não haja continuidade da negociação com a Petrobrás.

“Aprovar os indicativos da FUP nas assembleias é fundamental para manter a unidade e garantir a representatividade de todos os trabalhadores no Acordo Coletivo, sem deixar de fora os companheiros das subsidiárias e da Araucária Nitrogenados. Não podemos admitir de maneira alguma as práticas antissindicais que a gestão da Petrobrás tenta nos impor. Não vamos nos intimidar. Vamos seguir juntos, porque juntos vamos vencer mais esse momento difícil que está sendo apresentado para nós”, afirma o coordenador da FUP, José Maria Rangel. 


Veja aqui a proposta de Acordo apresentada pelo TST no dia 19/09

Veja aqui o documento com os itens encaminhados pela FUP ao TST em 26/09


 Calendário das assembleias nas bases da FUP:

Sindipetro Amazonas- de 14 a 17/10

Sindipetro Rio Grande do Norte – de 08 a 17/10

Sindipetro Ceará/Piauí – de 11 a 17/10

Sindipetro Pernambuco/Paraíba – de 10 a 17/10

Sindipetro Bahia – de 07 a 17/10

Sindipetro Espírito Santo –  08 a 17/10

Sindipetro Minas Gerais – de 08 a 17/10

Sindipetro Duque de Caxias – de 11 a 17/10

Sindipetro Norte Fluminense – de 10 a 17/10

Sindipetro Unificado de São Paulo – de 08 a 17/10

Sindipetro Paraná/Santa Catarina – de 09 a 21/10

Sindiquímica Paraná - 16/10

Sindipetro Rio Grande do Sul – de 10 a 17/10

 


Por que rejeitar a proposta do TST?


 

Reajuste – 70% do INPC no salário e em todos os benefícios impactados.

Cláusulas sociais – Manutenção de todas as cláusulas sociais previstas no act 2017/2019.

Vigência do ACT: 01 ano.

Cláusula 7 – Gratificação de férias: Pagamento de 1/3 como remuneração e 2/3 como abono.

Cláusula 10 – Adicional do Amazonas: Manutenção do adicional para todos os empregados que recebem atualmente porém sem permitir novas concessões.

Cláusula 11 – Serviço Extraordinário: Manutenção do percentual de 100% para horas extras, porém com a criação de um banco de horas para os trabalhadores abrangidos pelo sistema de horário fixo.

Cláusula 13 – Extra Turno Feriado: Redução da hora extra de 100% para 50%.

Cláusula 14 – Hora Extra Troca de Turno: O tempo destinado à troca de turnos deixará de ser considerado por média, passando a ser apurado de forma real. Redução de 100% para 75%.

Cláusula 24 – Programa Jovem Universitário: Manutenção do benefício para todos os empregados que recebem atualmente porém sem permitir novas concessões.

Cláusula 26 – Programa de Complementação Educacional: Extinção da cláusula.

Cláusula 29 – Programa Resgate e Redefinição do Potencial Laborativo: Extinção da cláusula.

Cláusula 30 – AMS: Manutenção do custeio 70 x 30, porém com mudança do índice de reajuste para Variação de Custo Médico-Hospitalar (VCMH) a partir de Março/2020.

Cláusula 42 – Excedente de Pessoal: Inclusão dos seguintes parâmetros em forma de novo parágrafo: (1) obrigação da requerente empresa de comunicar a entidade sindical correspondente, com antecedência, as ações de mobilização de empregados para outras regiões; (2) obrigação da requerente analisar demanda que venha a ser apresentada pela entidade sindical, em decorrência do item anterior.

Cláusula 47 – Licenças para Exercício de Mandato Eletivo: Extinção da cláusula.

Cláusula 49 – Divulgação de Processos Seletivos: Extinção da cláusula.

Cláusula 50 – Política de Admissão de Novos Empregados: Extinção da cláusula.

Cláusula 52 – Promoção por Antiguidade – Categoria Pleno Para Sênior – Cargos De Nível Médio: Extinção da cláusula.

Cláusula 55 – Jornada De Trabalho – Turno Ininterrupto de Revezamento: A empresa poderá implantar novos turnos de 12h onde julgar necessário sem diálogo prévio com os trabalhadores e sindicatos.

Cláusula 89 – Comissões Permanentes: Exclusão da Comissão de terceirização e inclusão de comissão de SMS, com reuniões trimestrais.

Cláusula 90 – Comissão de Anistia: Exclusão da cláusula.

Cláusula 97 – Motoristas: Inserir ressalva de modo que a dispensa de ressarcimento de danos fique afastada no caso de condutas dolosas, envolvendo dolo direto ou eventual.

Cláusula 99 – Contratação de Prestadores de Serviços: Exclusão da cláusula.

Cláusula 100 – Fiscalização de Contratos de Prestação de Serviços: Manutenção da fiscalização somente por empregados próprios.

Cláusula 101 – Contratos de Prestação de Serviços: Exclusão da cláusula, acarretando o fim do Fundo Garantidor.

 

 

Publicado em Sistema Petrobrás

A FUP e a FNP participaram na tarde desta quinta-feira, 19, da terceira reunião de mediação unilateral com a Vice-Presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST), onde ressaltaram a importância da preservação do Acordo Coletivo dos trabalhadores do Sistema Petrobrás.

As representações sindicais desmistificaram as falácias da atual gestão de que não tem condições de manter o ACT, sob a absurda argumentação de que compromete a “sustentabilidade” financeira da empresa.

No início da noite, o vice-presidente do TST, ministro Renato Lacerda, apresentou uma proposta de acordo para os petroleiros e a Petrobrás, cujo teor foi anexado ao processo. O ministro ressaltou a seriedade e boa fé negocial das federações dos petroleiros e destacou a importância dos sindicatos na defesa do Acordo Coletivo de Trabalho.

A proposta do TST será avaliada pelas assessorias jurídica e do Dieese e discutida pela FUP e seus sindicatos na próxima terça-feira, 24, durante um Conselho Deliberativo que apontará os próximos encaminhamentos da campanha reivindicatória.


> Clique aqui para ver a íntegra da proposta apresentada pela Vice-Presidência do TST à FUP, FNP e Petrobrás.


[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Inúmeras lideranças se manifestaram no lançamento da Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Soberania Nacional, na manhã de quarta-feira (4), em ato realizado em Brasília, com participação de petroleiros da FUP e de seus sindicatos. 

“Foi necessário o surgimento de um governo neofascista para implantar o neoliberalismo”, pontuou a ex-presidente Dilma Rousseff. “Neste país, infelizmente, a social-democracia virou golpista (referência ao que foi o PSDB). Uma parte dela pelo menos. A outra a gente convida para todas as nossas frentes, que devem ser ecumênicas e receber todos os que se interessam pela sobrevivência do nosso país”, disse. Ela afirmou que as estatais não estão sendo privatizadas. “A Petrobras não será privatizada, será desnacionalizada.”

A ex-presidente Dilma, além de discursar contra as privatizações de estatais como Petrobras, saiu em defesa da floresta amazônica, essencial à manutenção da soberania nacional. “Quem nunca viu aquilo não entende a grandeza do nosso país", afirmou a petista.

Antes de inicial sua fala, Fernando Haddad leu uma carta do ex-presidente Lula na qual o ex-presidente critica o fato de o governo Bolsonaro estar entregando as riquezas brasileiras a outros países. "Bolsonaro entregou a política externa para os Estados Unidos, "Quem vai ocupar o espaço dos bancos públicos, da previdência? Quem vai fornecer ciência e tecnologia que o Brasil pode criar? Serão empresas de outros países que já estão tomando nosso mercado", diz trecho da mensagem de Lula destacada por Haddad.

Coube ao coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Pedro Stedile a apresentação dos propósitos do movimento. “Havia vários fóruns nacionais tratando de temas específicos, (como) as frentes Brasil Popular e Povo sem medo, o pessoal da educação, mas não tínhamos espaço coletivo unitário  para erguer a bandeira do Brasil e retomar a luta da soberania nacional”, explicou.

Segundo Stedile, “nunca antes  na história do Brasil o povo sofreu tantos ataques à sua soberania, sobre seus territórios, suas riquezas, sobre tudo o que construímos em 500 anos”.  Com esse objetivo de unificar movimentos pela soberania, foi instituído um comitê unitário nacional formado pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, centrais sindicais, partidos políticos, igrejas, movimentos ambientalistas e outros.

O ex-senador Roberto Requião e o presidente Nacional da CUT, Vagner Freitas, convidaram a todos os partidos, movimentos e a sociedade em geral a participar do movimento. “A frente pela soberania deve compor todos os partidos e tendências, mas se caracteriza por se opor à austeridade fiscal, ao neoliberalismo que toma conta da estrutura econômica do Brasil. ‘Não se pode servir ao povo e ao dinheiro’”, disse Requião, citando passagem de Mateus, do Novo Testamento.

“Todos aqueles que são pela democracia, pela soberania nacional, não necessariamente têm que comungar com nossas ideias socialistas. A soberania não é uma pauta só dos trabalhadores e da esquerda, é uma pauta dos brasileiros e brasileiras”, disse Vagner, vestindo uniforme dos petroleiros.

O dirigente defendeu a luta pelas estatais e convidou a participar do movimento os industriais preocupados com o desenvolvimento, empresários do agronegócio e “todos os que entendem que (os brasileiros) não nasceram para ser cidadãos de segunda classe”.

Eliminado o autoritarismo, objetivo final da frente, continuou Requião, “a multidão de partidos e tendências” deverá fazer as propostas à sociedade para que o povo escolha, “por decisão eleitoral ou plebiscitária”, qual o modelo político, econômico e social deseja.

O ex-senador paranaense defendeu também que “as barbaridades cometidas por este congresso e pelo governo” sejam objeto de referendo revogatório. Para participar da frente, os partidos “devem abrir mão de suas propostas específicas”. “Mas se após a derrota do autoritarismo não tivermos partidos estruturados com propostas claras para o município, o estado e a Nação, para a politica externa, iremos fracassar”, afirmou.

A deputada federal e presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que o ato desta quarta “é um grito para o Brasil, para a gente acordar e lutar”. Ela chamou a atenção para um setor ausente do movimento lançado em Brasília: “Sinto muita falta da representação das forças armadas num ato como esse. Elas foram formadas para defender o Brasil e sua soberania. Dói alguns generais servirem a um governo de entrega. Temos que sensibilizar cada vez mais setores do país”.

Ex-candidato à presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos disse que os brasileiros vivem hoje “um momento de destruição nacional, de um governo em guerra contra o Brasil e contra o povo brasileiro”. “Todos os dias eles fazem um ataque novo e nesse ritmo eles tentam paralisar a nossa reação.” Ele destacou a ironia de os campos do pré-sal estarem sendo comprados por uma estatal norueguesa (Statoil ) e estatais chinesas “de olho” na Eletrobrás. “É só aqui que uma estatal não pode e não vale”, disse.

Povos da floresta

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) disse que “os pilares da nação significam terra, nação e povo”. “Precisamos da soberania popular. Daqui precisamos mandar uma saudação aos povos da floresta, que arde em labaredas e coloca em risco a vida dos povos tradicionais, indígenas e quilombolas”, acrescentou. “Não podemos entregar de mão beijada a Petrobras, os Correios, o sistema Eletrobrás, a Casa da Moeda. Todas as empresas estratégicas brasileiras são nossas.”

O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, representando o PSB, declarou: “É muito importante que a gente perceba que a luta pela soberania é a mãe de todas as lutas”.

Plenária da CUT organizará agenda de lutas

Nesta quinta-feira (05), a brigada petroleira continua em Brasília para a Plenária Sindical Nacional que a CUT realizará contra as privatizações.  O evento será ao longo do dia, no Sindicato dos Bancários. O objetivo é organizar ações articuladas entre os sindicatos filiados, representantes dos trabalhadores e trabalhadoras das empresas públicas que estão sendo desmontadas para serem privatizadas, em defesa das empresas e dos empregos. “Precisamos preparar a resistência sindical a essa tentativa de destruição do Brasil. É fundamental a construção de uma luta unitária nesse sentido”, explica o secretário geral da CUT, Sérgio Nobre.

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[FUP, com informações da Rede Brasil Atual]

Publicado em Movimentos Sociais

A FUP participa nesta terça-feira, 30, à noite, do ato chamado pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) em solidariedade ao editor e fundador do site The Intercept, Glenn Greenwald.

O jornalista está sendo ameaçado de prisão e deportação pelo governo Bolsonaro, em um grave ataque à liberdade de imprensa. 

Os petroleiros há anos vêm denunciando as arbitrariedades de Sérgio Moro, ex-juiz da Lava Jato e atual ministro da Justiça e Segurança Pública.

As ilegalidades cometidas por ele deram legitimidade para o desmonte da Petrobrás e da indústria nacional. A farsa que se tornou a Lava Jato destruiu as instituições e mergulhou o Brasil num caos político, econômico e social sem precedentes.  

As reportagens feitas pelo The Intercept Brasil estão revelando o que a FUP e diversas outras entidades da sociedade civil, movimentos sociais, juristas e pensadores vêm há anos denunciando: a Lava Jato foi deliberadamente montada para destruir o projeto democrático popular de um país soberano.  A prisão ilegal do ex-presidente Lula fazia parte desse propósito e foi uma ação política, comandada por Moro e sua turma.

Mais do que nos solidarizarmos com Glenn Greenwald, neste momento grave que o país atravessa, reiteramos o compromisso com a defesa intransigente da democracia e da liberdade do ex-presidente Lula.

[FUP]

Publicado em Política

O Sindipetro Bahia recebeu informações de uma fonte ligada à direção da Petrobrás que, a partir de setembro, em diversas unidades do Brasil, assim como na Bahia, deverão ocorrer demissões por baixo desempenho no GD.

Na UO-BA já estão previstas demissões de cinco trabalhadores. Ainda não há informações sobre as outras unidades do estado.

A direção da Companhia estaria apenas aguardando a definição das negociações em relação ao Acordo Coletivo de Trabalho, que tem cláusulas que garantem o emprego do trabalhador.

As demissões não vão acontecer apenas na UO-BA ou na Bahia. O Gerente de Remuneração e Recompensa da Petrobrás, Mansur, deixou claro que o “GD abaixo de 70% pode gerar demissão, sim. Estamos demitindo pessoas por baixo desempenho, nesse ano".

O Gerente Executivo de Gestão de Pessoas da Petrobrás, Cláudio Costa, também não escondeu o jogo ao falar para os trabalhadores no EDISP, no mês de fevereiro. “todo o planejamento da Força de Trabalho, do quadro de colaboradores da Companhia será reduzido. Nós estamos hibernando as refinarias, as FAFENS em Sergipe e na Bahia, e os empregados operacionais estão sendo realocados. Dá para absorver todo mundo? Não. Não dá. Algumas pessoas não ficarão na Companhia”. E completou: “A gente tem uma necessidade imperativa de redução de custos em toda a companhia”. Ele também falou dos desinvestimentos que a Petrobrás fará nas refinarias.

A companhia jogou suas cartas, mas ainda não colocou o jogo em prática por causa do Acordo Coletivo de trabalho, que não permite que a Petrobrás tome esse tipo de atitude. Entenderam a importância das cláusulas do ACT ?

É chegado o momento de fortalecer a luta em defesa do nosso ACT e dos nossos empregos. Não há tempo a perder. Estamos todos no mesmo barco, só há uma saída e ela é coletiva, se não formos para cima, de forma coesa, perderemos nossos direitos um a um.

É lutar ou ir para a rua.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

O grupo de turno que entrou para trabalhar às 15h30 de quinta-feira (13) permanece até agora retido nas dependências da Repar. A gestão alega não possuir contingência suficiente para atender as demandas da unidade como justificativa para não liberar os trabalhadores, o que caracteriza cárcere privado.

Trabalhadores do G2 ficarão 32h dentro da fábrica e outros do G3, que dobraram, ficarão 40h. O grupo que entra de zero hora é o G3, logo alguns podem ter que trabalhar até 48h.

O Sindicato tentou de todas as maneiras o contato com os gestores, mas o descaso com a situação é total. Não se importam com a extrema estafa física e mental, colocando em risco a saúde e a vida dos trabalhadores.

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina exige a liberação imediata de todos os trabalhadores e vai acionar os órgãos legais para oferecer a denúncia.

[Via Sindipetro-PR/SC]

Publicado em Sistema Petrobrás

Nos cantos mais longes do Brasil os trabalhadores também estão mobilizados.
Mais especificamente na Província Petrolífera de Urucu, no meio da selva Amazônica, a 660 km de Manaus.

Decidido em assembleia, serão 24 horas de greve de fome, somando a grande greve geral dos trabalhadores do Brasil que clamam por investimentos em educação, para dizer que são contra a reforma da previdência, contra a privatização da Petrobrás e estatais.

Juntos Somos Mais Fortes
PRIVATIZAR FAZ MAL AO BRASIL

 

Publicado em SISTEMA PETROBRÁS

Amazonas

Os trabalhadores da Reman aderiram à greve, cortando a rendição do turno à zero hora e prosseguem na paralisação por 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do administrativo e da Transpetro se somam à mobilização e às 15h, seguem para o ato unificado das centrais, na Praça da Saudade, no Centro de Manaus. 

Ceará

Os trabalhadores da Lubnor (CE) participam de ato político no início da manhã, em frente à unidade. A partir das 10h, os petroleiros se somam às outras categorias, na manifestação da Praça da Bandeira, em Fortaleza.

Rio Grande do Norte

Os petroleiros aderiram à greve geral nas principais bases do Sistema Petrobrás e participam dos atos conjuntos que serão realizados com outras categorias em Mossoró e em Natal.

Pernambuco

Na Refinaria Abreu e Lima e no Terminal Aquaviário de Suape, não houve troca de turno e os trabalhadores seguem na greve desde à zero hora. Pela manhã, os petroleiros do administrativo somam-se à paralisação. Às 14h, a categoria segue pra o Centro de Recife, onde será realizado o ato unificado da greve geral. 

Bahia

Os petroleiros da Rlam e da Fafen aderiram à greve cortando a rendição no final da noite desta quinta. No início da manhã, os trabalhadores da PBIO, Termelétricas, Transpetro, OP-CAN e UO-BA se somam ao movimento.

Em frente ao edifício sede da Petrobrás, em Salvador (EDIBA), será realizado um ato político contra a privatização da Petrobrás. À tarde, os petroleiros se somam à manifestação unificada com outras categorias, que será realizada no Campo Grande.

Espírito Santo

Os petroleiros das plataformas, terminais e campos terrestres se mobilizam nesta sexta. Pela manhã, os trabalhadores da ativa e aposentados participam de ato político em frente à sede administrativa da Petrobrás em Vitória (Edivit). À tarde, os petroleiros se unem às outras categoria no ato unificado, às 13 horas, em frente a Federação da Indústria do ES (FINDES). Nos municípios de Linhares e São Mateus, os petroleiros também se mobilizam e participam das manifestações de rua.  

RJ - Duque de Caxias

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), os petroleiros que entrariam às 23h não renderam o turno anterior, dando início à paralisação de 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo da Reduc se somam à paralisação, que também contará com a adesão dos petroleiros do Terminal de Campos Elíseos (Tecam) e da Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB).

RJ - Norte Fluminense

Os trabalhadores das plataformas e demais unidades operacionais do Sistema Petrobrás na Bacia de Campos seguem a orientação do Sindicato de realizar operações padrão e debates em grupo, com levantamento sobre os principais problemas de saúde e segurança de cada local de trabalho.

Nas bases administrativas, os trabalhadores participam dos atos públicos na região. Em Macaé, haverá protestos a partir das 12h, no Calçadão. Em Campos, as mobilizações também serão no Calçadão, mas a partir das 14h.

Minas Gerais

Os petroleiros da Regap cortaram a rendição do turno às 23h30 de quinta e prosseguem na paralisação de 24 horas. Pela manhã, a categoria participa do ato público, no centro de Belo Horizonte, às 11h, na Praça Afonso Arinos.

São Paulo

A paralisação teve início à zero hora nas refinarias de Paulínia (Replan) e Mauá (Recap), com cortes na rendição do turno.

Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo das duas refinarias se somam à greve, assim como os petroleiros dos terminais da Transpetro, dos prédios administrativos do Sistema Petrobrás e das duas termelétricas que integram a base do Sindipetro Unificado.

Paraná e Santa Catarina

Os trabalhadores da Repar, da Araucária Nitrogenados e da Unidade de Xisto, em São Mateus do Sul (SIX), cortaram a rendição do turno à zero hora.

Pela manhã, os petroleiros do Terminal de Paranaguá (Tepar) aderem às mobilizações.  Em Santa Catarina, os trabalhadores dos terminais da Transpetro (Tefran, Ediville, Temirim e Tejaí) também cruzarão os braços e participarão de ato às 09h, na Praça da Bandeira, em Joinvile.

Rio Grande do Sul

Na Refap, não houve rendição do turno da meia noite Pela manhã, o movimento ganha o reforço dos trabalhadores do horário administrativo e também dos petroleiros dos terminais da Transpetro, no Tenit (Canoas), Terig (Rio Grande), Tedut (Osório) e da termelétrica Sepé de Tiaraju (UTE). No final da tarde, os trabalhadores participam de ato unificado no Centro de Porto Alegre, na Esquina Democrática.

[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros das bases da FUP aderiram em massa à greve geral convocada pelas centrais sindicais para esta sexta-feira, 14. Unidades do Sistema Petrobrás em 12 estados do país estão com mobilizações, cortes de turno nas áreas operacionais e grande participação também dos trabalhadores do regime administrativo. 

Com a adesão nesta manhã dos petroleiros da Refinaria de Lubrificantes e Derivados do Nordeste (Lubnor), já são 10 as unidades de refino sem trocas de turnos.

A participação dos petroleiros na greve geral teve início na madrugada, com os ônibus fretados pela Petrobrás chegando vazios às principais refinarias da empresa. 

Os petroleiros também não entraram para trabalhar no turno da zero hora no Terminal Aquaviário de Suape, em Pernambuco, na Termelétrica Aureliano Chaves, em Minas Gerais, na SIX (unidade de processamento de xisto, no Paraná) e na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia.

Na Bacia de Campos, a categoria está desde as primeiras horas do dia realizando Operação Padrão nas plataformas, com a execução de todos os procedimentos com o máximo de rigor e critério possível.

Pela manhã, a greve ganhou o reforço dos trabalhadores da Transpetro e das demais unidades do Sistema Petrobrás. A categoria também participará dos atos unificados desta sexta, convocados pelas centrais sindicais, nas principais cidades e capitais do país.

Refinarias que estão sem troca de turno:

Duque de Caxias (Reduc/RJ), Gabriel Passos (Regap/MG), Landulpho Alves (Rlam/BA), Abreu e Lima (PE), Manaus (Reman), Paulínia (Replan/SP), Mauá (Recap/SP), Presidente Getúlio Vargas (Repar/PR), Alberto Pasqualini (Refap/RS) e Lubnor (CE).

Acompanhe a greve dos petroleiros pelas redes sociais da FUP. Use as hastags:

#PetroleirosNaGreve14J

#PetroleirosNaGreveGeral

#GrevePeloBrasil

Contra o desmonte da Previdência, da Petrobrás e do Brasil

Além de impedir o fim da Previdência Pública, a categoria petroleira se mobiliza contra a privatização do Sistema Petrobrás, em defesa da soberania nacional e por políticas públicas que levem à retomada da atividade econômica, gerando empregos, com trabalho decente e renda digna.

O presidente da Petrobrás, Castello Branco, sob o comando do governo Bolsonaro, colocou à venda refinarias, fábricas de fertilizantes, dutos, campos de petróleo e várias das subsidiárias, cuja privatização foi liberada pelo STF, sem necessidade de licitação e tampouco autorização do Congresso Nacional.

Os direitos dos trabalhadores também estão sob ameaça, com a proposta da Petrobrás de desmonte do Acordo Coletivo, reajuste zero e ataques à liberdade sindical. Os petroleiros rejeitaram o pacote de maldades e reagiram às mentiras e às ameaças dos gestores, com participação massiva nas assembleias. A resposta foi dada nesta sexta, com adesão total à greve geral.


De norte a sul, petroleiros se mobilizam. Confira o quadro nacional  


[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros das bases sindicais da FUP deram início à greve geral na madrugada desta sexta-feira, 14, cortando a rendição nos turnos de nove refinarias da Petrobrás, em oito estados do país. Os trabalhadores atenderam aos chamados dos sindicatos e os ônibus fretados pela empresa chegaram vazios às unidades.

As refinarias que estão sem rendição nos turnos são: Duque de Caxias (Reduc/RJ), Gabriel Passos (Regap/MG), Landulpho Alves (Rlam/BA), Abreu e Lima (PE), Manaus (Reman), Paulínia (Replan/SP), Mauá (Recap/SP), Presidente Getúlio Vargas (Repar/PR), Alberto Pasqualini (Refap/RS).

Os petroleiros também não entraram para trabalhar no Terminal Aquaviário de Suape, em Pernambuco, na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia, na Termelétrica Aureliano Chaves, em Minas Gerais, na SIX (unidade de processamento de xisto, no Paraná) e na Araucária Nitrogenados (PR).

Na Bacia de Campos, a categoria está realizando Operação Padrão nas plataformas, com execução de todos os procedimentos, com o máximo de rigor e critério possível.

Pela manhã, a greve ganha o reforço dos trabalhadores do regime administrativo e das demais unidades do Sistema Petrobrás. Está prevista também a participação dos petroleiros nos atos unificados desta sexta, convocados pelas centrais sindicais, nas principais cidades e capitais do país.

Contra o desmonte da Previdência, da Petrobrás e do Brasil

Além de impedir o fim da Previdência Pública, a categoria petroleira se mobiliza contra a privatização do Sistema Petrobrás, em defesa da soberania nacional e por políticas públicas que levem à retomada da atividade econômica, gerando empregos, com trabalho decente e renda digna.

O presidente da Petrobrás, Castello Branco, sob o comando do governo Bolsonaro, colocou à venda refinarias, fábricas de fertilizantes, dutos, campos de petróleo e várias das subsidiárias, cuja privatização foi liberada pelo STF, sem necessidade de licitação e tampouco autorização do Congresso Nacional.

Os direitos dos trabalhadores também estão sob ameaça, com a proposta da Petrobrás de desmonte do Acordo Coletivo, reajuste zero e ataques à liberdade sindical. Os petroleiros rejeitaram o pacote de maldades e reagiram às mentiras e às ameaças dos gestores, com participação massiva nas assembleias. A próxima resposta virá nesta sexta, com adesão total à greve geral.

De norte a sul, petroleiros se mobilizam

Amazonas

Os trabalhadores da Reman aderiram à greve, cortando a rendição do turno à zero hora e prosseguem na paralisação por 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do administrativo e da Transpetro se somam à mobilização e às 15h, seguem para o ato unificado das centrais, na Praça da Saudade, no Centro de Manaus. 

Ceará

Os trabalhadores da Lubnor (CE) participam de ato político no início da manhã, em frente à unidade. A partir das 10h, os petroleiros se somam às outras categorias, na manifestação da Praça da Bandeira, em Fortaleza.

Rio Grande do Norte

Os petroleiros aderiram à greve geral nas principais bases do Sistema Petrobrás e participam dos atos conjuntos que serão realizados com outras categorias em Mossoró e em Natal.

Pernambuco

Na Refinaria Abreu e Lima e no Terminal Aquaviário de Suape, não houve troca de turno e os trabalhadores seguem na greve desde à zero hora. Pela manhã, os petroleiros do administrativo somam-se à paralisação. Às 14h, a categoria segue pra o Centro de Recife, onde será realizado o ato unificado da greve geral. 

Bahia

Os petroleiros da Rlam e da Fafen aderiram à greve cortando a rendição no final da noite desta quinta. No início da manhã, os trabalhadores da PBIO, Termelétricas, Transpetro, OP-CAN e UO-BA se somam ao movimento.

Em frente ao edifício sede da Petrobrás, em Salvador (EDIBA), será realizado um ato político contra a privatização da Petrobrás. À tarde, os petroleiros se somam à manifestação unificada com outras categorias, que será realizada no Campo Grande.

Espírito Santo

Os petroleiros das plataformas, terminais e campos terrestres se mobilizam nesta sexta. Pela manhã, os trabalhadores da ativa e aposentados participam de ato político em frente à sede administrativa da Petrobrás em Vitória (Edivit). À tarde, os petroleiros se unem às outras categoria no ato unificado, às 13 horas, em frente a Federação da Indústria do ES (FINDES). Nos municípios de Linhares e São Mateus, os petroleiros também se mobilizam e participam das manifestações de rua.  

RJ - Duque de Caxias

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), os petroleiros que entrariam às 23h não renderam o turno anterior, dando início à paralisação de 24 horas. Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo da Reduc se somam à paralisação, que também contará com a adesão dos petroleiros do Terminal de Campos Elíseos (Tecam) e da Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB).

RJ - Norte Fluminense

Os trabalhadores das plataformas e demais unidades operacionais do Sistema Petrobrás na Bacia de Campos seguem a orientação do Sindicato de realizar operações padrão e debates em grupo, com levantamento sobre os principais problemas de saúde e segurança de cada local de trabalho.

Nas bases administrativas, os trabalhadores participam dos atos públicos na região. Em Macaé, haverá protestos a partir das 12h, no Calçadão. Em Campos, as mobilizações também serão no Calçadão, mas a partir das 14h.

Minas Gerais

Os petroleiros da Regap cortaram a rendição do turno às 23h30 de quinta e prosseguem na paralisação de 24 horas. Pela manhã, a categoria participa do ato público, no centro de Belo Horizonte, às 11h, na Praça Afonso Arinos.

São Paulo

A paralisação teve início à zero hora nas refinarias de Paulínia (Replan) e Mauá (Recap), com cortes na rendição do turno.

Pela manhã, os trabalhadores do horário administrativo das duas refinarias se somam à greve, assim como os petroleiros dos terminais da Transpetro, dos prédios administrativos do Sistema Petrobrás e das duas termelétricas que integram a base do Sindipetro Unificado.

Paraná e Santa Catarina

Os trabalhadores da Repar, da Araucária Nitrogenados e da Unidade de Xisto, em São Mateus do Sul (SIX), cortaram a rendição do turno à zero hora.

Pela manhã, os petroleiros do Terminal de Paranaguá (Tepar) aderem às mobilizações.  Em Santa Catarina, os trabalhadores dos terminais da Transpetro (Tefran, Ediville, Temirim e Tejaí) também cruzarão os braços e participarão de ato às 09h, na Praça da Bandeira, em Joinvile.

Rio Grande do Sul

Na Refap, não houve rendição do turno da meia noite Pela manhã, o movimento ganha o reforço dos trabalhadores do horário administrativo e também dos petroleiros dos terminais da Transpetro, no Tenit (Canoas), Terig (Rio Grande), Tedut (Osório) e da termelétrica Sepé de Tiaraju (UTE). No final da tarde, os trabalhadores participam de ato unificado no Centro de Porto Alegre, na Esquina Democrática.

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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