A greve petroleira iniciada em 1º de fevereiro segue forte, com quase 40 plataformas no movimento em todo o país, 21 delas no Norte Fluminense. Passa de 80 o número de bases em greve em 13 estados. A avaliação do movimento sindical é a de que a paralisação continuará a crescer, com o convencimento das demais bases de que esse é o momento de estabelecer um marco definitivo contra os ataques do governo Bolsonaro aos trabalhadores e à companhia. 

A diretoria do Sindipetro-NF chama petroleiros e petroleiras a realizarem um grande mutirão de diálogo com os trabalhadores das unidades e bases que não realizaram assembleias de adesão à greve. Na Bacia de Campos, 18 plataformas ainda não entraram no movimento (P-08, P-09, P-12, P-25, P-26, P-33, P-38, P-40, P-52, P-53, P-54, P-65, PCE1, PGP, PRA1, PPM, PNA1 e PNA2). 

O sindicato chama os trabalhadores destas unidades à reflexão sobre a gravidade do momento em que vive o país, e sobre a oportunidade de fazer história em uma paralisação que começa a contagiar até mesmo outras categorias, como forma de dar um basta ao corte de direito, às demissões, ao desrespeito, ao entreguismo, a uma política econômica que só favorece aos ricos. 

Na Petrobras, o foco é claro: contra as demissões, contra o desmonte da empresa e pela redução nos preços dos combustíveis (que os petroleiros sabem ser possível). Não há base da companhia do país que não esteja vivenciando alguns ou vários aspectos deste ataque, seja tendo sido colocada à venda, seja com a deterioração da ambiência, seja com o autoritarismo insano da gestão bolsonarista na empresa.  

Não cabe vacilação. Enquanto a cada dia novas bases entram na greve, enquanto cinco sindicalistas ocupam uma sala no Edise para pressionar a empresa a reverter as demissões na Fafen (que significa dizer que também outras novas demissões não serão aceitas), é preciso que cada um e cada uma que ainda não está na greve reflita sobre o seu papel e se conscientize de que somente juntos podemos ser fortes. 

No Norte Fluminense, além das 21 plataformas que estão no movimento (P-07, P-15, P18, P-19, P-20, P-31, P-32, P-35, P-37, P-43, P-47, P-48, P-50, P-51, P-55, P-56 , P-61 , P-62, P-63, PCH1 e PCH2), tem sido forte a greve na base de Cabiúnas, que segue com o corte de rendição. Para as bases administrativas, o sindicato mantém o indicativo de que os petroleiros e petroleiras não compareçam ao trabalho e se juntem ao movimento. 

 [Via Sindipetro-NF | Foto: Luciana Fonseca]

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Há uma semana em greve, os petroleiros realizaram uma marcha pelo centro de Canoas, na manhã dessa sexta-feira (07). Durante toda a caminhada, os trabalhadores denunciaram à população as perdas que o município acumulará com a saída da Petrobrás no RS. Os trabalhadores também entregaram panfletos e esclareceram as dúvidas daqueles que questionavam sobre os motivos da greve, ressaltando a importância dessa luta pela defesa da soberania nacional.

A ação integrou fez parte do calendário de mobilizações da Greve Nacional dos Petroleiros. Até o momento, são 70 unidades do Sistema Petrobrás mobilizadas em 13 estados. Os trabalhadores lutam pela suspensão das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR), contra as demissões em massa no Sistema Petrobrás pelo cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Em cumprimento à liminar que o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra, proferiu no último dia 04, os sindicatos não estão realizando piquetes nas unidades. A participação dos trabalhadores na greve é espontânea e se dá pela indignação da categoria com as demissões na Fafen-PR e as medidas unilaterais tomadas pela gestão da Petrobrás, em descumprimento ao ACT. Por isso, a cada dia, crescem as adesões ao movimento.
Desde o início, a FUP e seus sindicatos têm cumprido todos os procedimentos legais em relação à greve, tanto no que diz respeito à busca de interlocução com a Petrobrás, quanto no atendimento das necessidades essenciais da população.

Direito garantido em lei

A greve é um direito garantido em lei e o movimento paredista dos petroleiros está seguindo todos os trâmites legais que são exigidos nesse caso. Portanto, a greve da categoria é legal e constitucional. Não é abusiva.
É muito importante que todos se mantenham unidos e não aceitem pressão da gerência. Em caso de qualquer problema, como pressão ou assédio moral, procure um diretor do sindicato.
Após levantamento do quadro nacional de greve, a FUP afirmou que “em cumprimento à liminar que o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra, proferiu no último dia 04, os sindicatos não estão realizando piquetes nas unidades. A participação dos trabalhadores na greve é espontânea e se dá pela indignação da categoria com as demissões na Fafen-PR e as medidas unilaterais tomadas pela gestão da Petrobrás, em descumprimento ao ACT. Por isso, a cada dia, crescem as adesões ao movimento”.

Com informações da FUP

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[Via Sindipetro-RS]

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Os trabalhadores de P-32 e PCH2 em greve denunciam que estão há dias aguardando o desembarque pela empresa, que até o momento não viabilizou a descida deles. Em contrapartida estão se sentindo assediados pelos superiores a bordo. A empresa quer manter a bordo em P-32 dois trabalhadores e em PCH-2 outros seis.

Ontem, 6, o sindicato notificou a Petrobras e provocou o Ministério Público do Trabalho para apurar possíveis abusos por parte da Petrobras contra o direito dos grevistas de desembarcar. Já informou no mesmo documento que quem negocia efetivo a bordo é a Comissão de Negociação Permanente que está ocupando uma sala no Edise.

Em paralelo, o jurídico do Sindipetro-NF também entrou na justiça com pedido de habeas corpus para esses trabalhadores e de todas as outras plataformas que tem gente da categoria em situação semelhante.

O Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, entrou em contato hoje com a gerência da UN-BC para esclarecer essas situações e encaminhará denuncia aos órgãos cabíveis.

A diretoria do Sindipetro-NF reafirma que durante a greve o contrato de trabalho está suspenso e quem representa os trabalhadores e negocia por eles é o sindicato.

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#GreveDosPetroleiros

#PetrobrasÉdoBrasil

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[Via Sindipetro-NF]

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Em carta aberta ao povo brasileiro, os cinco dirigentes sindicais petroleiros que integram a Comissão Permanente de Negociação da FUP falam sobre as motivações para permanecer há mais de uma semana em uma sala dentro da sede da Petrobrás no Rio de Janeiro.

"Mudamos toda nossa vida para uma sala no 4º andar da empresa que ajudamos a construir com paixão e sacrifício",

Eles resaltam a importância da greve nacional da categoria.

"A greve dos petroleiros e petroleiras não é por melhores salários ou por qualquer benefício. (...) Estamos em greve para que a riqueza produzida com nosso suor seja voltada para a educação, saúde e geração de empregos para o povo brasileiro".

Leia a íntegra:

Carta aberta ao povo brasileiro

Aprendemos com a escritora Carolina Maria de Jesus a não gostarmos do mundo como ele é.

Carolina sabia e nós sabemos que é o trabalhador e a trabalhadora que transformam o mundo.

Por isso, mudamos toda nossa vida para uma sala no 4º andar da empresa que ajudamos a construir com paixão e sacrifício, a Petrobrás.

Este ato simboliza a disposição do trabalhador e da trabalhadora em ocupar o espaço que é, na verdade, um pedaço material do seu esforço.

A greve dos petroleiros e petroleiras não é por melhores salários ou por qualquer benefício.

É pela nossa dignidade.

É para que possamos dormir com a tranquilidade de que nossos filhos e filhas tenham uma vida com estabilidade e previsibilidade.

Estamos em greve para que não paguemos mais do que o devido pelo gás de cozinha, por gasolina, diesel e nossa comida.

Estamos em greve para que a riqueza produzida com nosso suor seja voltada para a educação, saúde e geração de empregos para o povo brasileiro.

Sabemos que a liberdade não se constrói sozinha.

Para aqueles que se consideram explorados como nós, fica o convite para somar a este movimento da greve nacional dos petroleiros e petroleiras.

Para que juntos, em comunhão, nosso grito possa ser escutado cada vez mais longe.

Nós, da Comissão Permanente de Negociação, agradecemos ao apoio de todos e todas que se somaram em solidariedade a este movimento de greve.

Agradecemos a água, comida, as palavras e os sonhos que nos nutrem diariamente nesse confinamento de esperança.

Ninguém liberta ninguém. As pessoas se libertam em comunhão.

Em defesa do emprego, do patrimônio nacional e da soberania alimentar e nacional!

Defender a Petrobrás é defender o Brasil!

 

Cibele, Deyvid, Tadeu, Silva e Ademir

COMISSÃO PERMANENTE DE NEGOCIAÇÃO DA FUP

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Petroleiros entrariam para trabalhar e cumprir com a decisão do TST de manter 90% do efetivo em atuação durante a greve. 

Um fato tanto quanto inusitado aconteceu na manhã desta sexta-feira (07) na Usina do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul-PR, e na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária-PR. Os gestores dessas unidades industriais da Petrobrás decidiram fechar os portões e impedir o acesso dos próprios empregados aos respectivos locais de trabalho. 

Os trabalhadores que estavam em greve decidiram cumprir com a decisão liminar do ministro Ives Gandra Filho, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que determinou que 90% dos petroleiros continuem trabalhando durante a greve. 

A decisão atendeu parcialmente ao requerimento da Petrobrás junto ao TST, cuja intenção era que a o Tribunal determinasse a suspensão da greve. Ainda de acordo com a determinação do ministro, os sindicatos que descumprirem a liminar terão que pagar multas que variam entre R$ 250 mil e R$ 500 mil. 

Para o presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Dal Zot, quem está descumprindo com a decisão do TST são os gestores das unidades. “Não estão claras quais são as verdadeiras intenções da empresa ao barrar a entrada dos seus próprios trabalhadores, pois o retorno ao trabalho era o principal objetivo do pedido da Petrobrás junto ao TST. Talvez esteja forçando a aplicação de multa ao Sindicato, o que não me parece razoável”, afirmou. 

Em função da postura da empresa, o Sindicato vai tomar as medidas cabíveis para o resguarda da segurança dos trabalhadores, comunidade do entorno das instalações, meio ambiente e equipamentos, bem como o devido cumprimento da legislação vigente e decisões jurídicas recentes. 

:: Assista o vídeo do impedimento do acesso aos trabalhadores da Repar 

[Via Sindipetro-PR/SC]

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Sexta, 07 Fevereiro 2020 17:41

Adesão à greve na Bahia aumenta a cada dia

Na Bahia, a cada dia aumenta o número de petroleiros que, de forma espontânea, aderem à greve nacional da categoria. Tem sido assim na RLAM, PBIO, Temadre e nas unidades da UO-BA.

Em Taquipe, onde há o maior número de trabalhadores da UO-BA – cerca de 1.500 – vem acontecendo mobilizações na porta da unidade desde o inicio da greve, que entra hoje no 7º dia com a adesão de 70 unidades do Sistema Petrobrás mobilizadas em 13 estados.

Todos os dias, em Taquipe, os trabalhadores próprios e terceirizados participam de um bate papo com a diretoria do Sindipetro, retornando em seguida para as suas residências. Gerentes, equipe médica, segurança industrial, patrimonial e equipe ambiental, continuam entrando para trabalhar.

A greve dos petroleiros é contra o descumprindo do Acordo Coletivo de Trabalho e pela suspensão imediata do programa de demissões de 1.000 trabalhadores na FAFEN Paraná.

Direito garantido em lei

A greve é um direito garantido em lei e o movimento paredista dos petroleiros está seguindo todos os trâmites legais que são exigidos nesse caso. Portanto, a greve da categoria é legal e constitucional. Não é abusiva.

É muito importante  que todos se mantenham unidos e não aceitem pressão da gerência. Em caso de qualquer problema, como pressão ou assédio moral, procure um diretor do sindicato.

Após levantamento do quadro nacional de greve, a FUP afirmou que  “em cumprimento à liminar que o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra, proferiu no último dia 04, os sindicatos não estão realizando piquetes nas unidades. A participação dos trabalhadores na greve é espontânea e se dá pela indignação da categoria com as demissões na Fafen-PR e as medidas unilaterais tomadas pela gestão da Petrobrás, em descumprimento ao ACT. Por isso, a cada dia, crescem as adesões ao movimento”.

Rlam

Para aqueles trabalhadores que já  cumpriram sua jornada de trabalho, a orientação do Sindipetro Bahia é que preencha o modelo de solicitação para saída da refinaria, entregue ao seu gerente e envie cópia para  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..  A gerência não pode colocar em risco a vida dos trabalhadores e as instalações da unidade e nem impedir  os trabalhadores de retornar para suas casas após cumprir sua jornada. Não ceda à pressão, pois sua saúde e sua vida é que estão em jogo.

[Via Sindipetro-BA] 

Fonte – Sindipetro Bahia

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Na manhã desta sexta-feira, 7, a categoria petroleira se mobilizou em uma grande manifestação, reunindo cerca de 100 trabalhadores (da estatal e do setor privado) do Rio Grande do Norte, que cominou numa grande assembleia realizada na Estrada do Óleo, que dá acesso à base do S7, no Alto do Rodrigues.

Durante a mobilização, que causou um grande congestionamento, ambulâncias, viaturas policias e caminhões de combustível tiveram acesso facilitado para não haver maiores problemas.

A ação faz parte da greve nacional da categoria que teve início no último dia 1º e já reúne mais 18 mil petroleiros em todo o país, e tem como propósito barrar o descumprimento de Acordo Coletivo de Trabalho pela Companhia, denunciar a demissão e transferência de trabalhadores, próprios e contratados, além de impedir o desmonte e venda de ativos em todo o Sistema Petrobrás.

Até o momento a FUP e Sindicatos mobilizam 69 bases operacionais, em 13 estados em áreas operacionais e administrativas. As atividades estão acontecendo em 27 plataformas; 11 refinarias; 14 terminais; 7 campos terrestres; 4 termelétricas; 2 UTGC; 1 usina de biocombustível; 1 fábrica de fertilizantes; 1 fábrica de lubrificantes e uma fábrica de xisto.

Chamada

Na parte da tarde, mais precisamente às 16h, o SINDIPETRO-RN realizará uma assembleia com os trabalhadores na base administrativa de Natal. Nela serão repassados os informes sobre como está o movimento à nível nacional, e como tem sido a participação da categoria no Rio Grande do Norte.

 [Via Sindipetro-RN]

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[Atualizado às 19h55]

Os petroleiros completam uma semana em greve nesta sexta-feira,07, com adesão da categoria em todo o país. Já chega a 89 o número de unidades do Sistema Petrobrás mobilizadas em 13 estados.

Os trabalhadores lutam pela suspensão das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR) e pelo cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Em cumprimento à liminar que o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra, proferiu no último dia 04, os sindicatos não estão realizando piquetes nas unidades. A participação dos trabalhadores na greve é espontânea e se dá pela indignação da categoria com as demissões na Fafen-PR e as medidas unilaterais tomadas pela gestão da Petrobrás, em descumprimento ao ACT. Por isso, a cada dia, crescem as adesões ao movimento.

Desde o início, a FUP e seus sindicatos têm cumprido todos os procedimentos legais em relação à greve, tanto no que diz respeito à busca de interlocução com a Petrobrás, quanto no atendimento das necessidades essenciais da população.

Em atendimento à determinação do ministro do TST, as entidades sindicais enviaram na quarta-feira, 05, ofícios à Petrobrás solicitando informações sobre quantidade de produto necessária para o atendimento da necessidade inadiável da população, bem como número de trabalhadores para o cumprimento das cotas de produção. A FUP e seus sindicatos também questionaram a empresa sobre quantos trabalhadores são necessários para completar o efetivo de 90% determinado pelo ministro do TST.

A gestão da Petrobrás, no entanto, até hoje não forneceu essas informações e continua se negando a negociar com a Comissão Permanente da FUP, que está há oito dias dentro do edifício sede da empresa, cobrando a abertura de um canal de diálogo para buscar o atendimento das reivindicações dos trabalhadores em greve.

Quem está descumprindo a liminar do ministro Ives Gandra, portanto, é a gestão da Petrobrás.  Veja o vídeo de Deyvid Bacelar, integrante da Comissão Permanente de Negociação da FUP:

Quadro nacional da greve dos petroleiros nesta sexta – 07/02

38 plataformas

11 refinarias

17 terminais

7 campos terrestres

5 termelétricas

3 UTGC (processamento de gás)  

1 usina de biocombustível

1 fábrica de fertilizantes

1 fábrica de lubrificantes

1 fábrica de xisto

1 complexo petroquímico

3 bases administrativas

Amazonas

Terminal de Coari (TACoari)

Refinaria de Manaus (Reman)

Ceará

Plataformas - 09 

Terminal de Mucuripe

Temelétrica TermoCeará

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor)

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest)

Terminal Aquaviário de Suape

Bahia

UO-BA – 07 áreas de produção terrestre

Refinaria Landulpho Alves (Rlam)

Terminal Madre de Deus

Usina de Biocombustíveis de Candeias (PBIO)

Espírito Santo

Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC)

Sede administrativa da Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité)

Refinaria Gabriel Passos (Regap)

Rio de Janeiro

Plataformas - 27 

Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB)

Terminal de Campos Elíseos (Tecam)

Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB)

Refinaria Duque de Caxias (Reduc)

Terminal Aquaviário da Bahia da Guanabara (TABG)

Terminal da Bahia de Ilha Grande (TEBIG)

Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj)

São Paulo

Terminal de Guararema

Terminal de Barueri

Refinaria de Paulínia (Replan)

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap)

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap)

Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC)

Plataformas - 02

Terminal de Alemoa

Terminal de São Sebastiao 

Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA)

Termelétria Cubatão (UTE Euzébio Rocha)

Torre Valongo - base administrativa da Petrobras em Santos

Mato Grosso do Sul

Termelétrica de Três Lagoas (UTE Luiz Carlos Prestes)

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar)

Fábrica de Xisto (SIX)

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa)

Terminal de Paranaguá (Tepar)

Santa Catarina

Terminal de Biguaçu (TEGUAÇU)

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ)

Terminal de Guaramirim (Temirim)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran)

Base administrativa de Joinville (Ediville)

Rio Grande do Sul

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap)

Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré, Base 34 e Alto do Rodrigues - mobilizações parciais

 [FUP]

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Em vídeo divulgado pela Petrobrás nesta quarta-feira, o presidente da Petrobrás, Castello Branco, afirmou que os empregados da Fábrica de Fertilizantes, em Araucária no Paraná, não são Petrobrás, pois vierem de uma empresa incorporada pelo Sistema Petrobrás. Mas isto não é verdade. Esta afirmação É CONSTITUCIONAL.

OS EMPREGADOS DA ARAUCÁRIA NITROGENADOS PODEM VIRAR PETROBRÁS!

É falso que a Constituição impeça o aproveitamento dos trabalhadores da Araucária Nitrogenados, subsidiária da Petrobrás, pela própria controladora.

Sim, a Constituição impõe o concurso público para ingresso na Petrobrás. Mas essa exigência existe para OUTRA FINALIDADE!

O concurso funciona como um "crivo" de ingresso, para evitar casuísmos, e favorecimento pessoal. Evita, por exemplo, que o Presidente da República coloque um filho como empregado de carreira da Petrobrás.

CLT

No caso da Araucária Nitrogenados, porém, seus empregados JÁ ESTÃO sob comando da Petrobrás, controladora da subsidiária. Leiam o parágrafo 2°, do artigo 2° da CLT:

"§ 2° Sempre que uma ou mais empresas, tendo, embora, cada uma delas, personalidade jurídica própria, estiverem sob a direção, controle ou administração de outra, ou ainda quando, mesmo guardando cada uma sua autonomia, integrem grupo econômico, serão responsáveis solidariamente pelas obrigações decorrentes da relação de emprego."     

Significa que a Petrobrás já tem responsabilidade pelos empregados da Araucária Nitrogenados.

PRECEDENTES

Quando uma empresa estatal COMPRA uma empresa subsidiária pré-existente - como a Petrobrás fez com a Araucária em 2013 - ela não DEMITE os empregados da empresa comprada e impõe o concurso público, recomeçando do "zero" a força do trabalho. Os empregados são absorvidos. E a Petrobrás já o fez por diversas vezes.

Há menos de uma década a Petrobrás comprou termelétricas e enfrentou este debate. Prevaleceu o entendimento de que a formalização da admissão de empregados pré-existentes não burlava o concurso público. É uma medida impessoal, e não significava favorecimento algum.

No mesmo sentido, os empregados da empresas Petromisa e Interbrás, extintas por Collor, foram absorvidos na Petrobrás por força da Lei 8.878/1994, e a lei chegou a explicitar que as vagas reservadas a esses empregados deveriam ser garantidas e excluídas de futuros concursos públicos.

Em nenhum  desses casos houve qualquer questionamento sobre a inconstitucionalidade do aproveitamento dos empregados.

CASUÍSMO

Casuísmo de verdade existe em um ministro do TST advogar tão assumidamente para a Empresa. Ele é o "juiz", e a empresa é uma das "partes" do processo. Não deveriam se confundir. Afinal de contas, o concurso público que aprovou o ministro NÃO FOI para a Petrobrás, e o TST NÃO É UMA DE SUAS SUBSIDIÁRIAS.

FEDERAÇÃO ÚNICA DOS PETROLEIROS 

 

Publicado em Sistema Petrobrás

A FUP e seus sindicatos, junto com os diversos movimentos sociais que integram a vigília dos petroleiros em frente ao edifício sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, realizam nesta sexta-feira, 07, um ato nacional para fortalecer a luta contra as demissões na Fábrica de fertilizantes Nitrogenados do Paraná e o desmonte da estatal.

O ato terá a participação de várias categorias, organizações populares e entidades da sociedade civil. Caravanas com petroleiros de Minas Gerais, Espírito Santo, Macaé, Campos e Duque de Caxias engrossarão a mobilização, que também terá a participação de cerca de 50 petroquímicos da Fafen-PR e seus familiares.

Eles permanecerão ao longo dos próximos dias na vigília montada desde segunda-feira, 03, na Avenida Chile, em frente ao prédio da Petrobrás. Os trabalhadores e suas famílias seguem resistindo às demissões anunciadas pela gestão da empresa, previstas para começar no dia 14 de fevereiro.

Outras categorias que estão resistindo às privatizações também participarão do ato desta sexta, entre elas os trabalhadores da Casa da Moeda, Dataprev, Serpro, Correios, Eletrobrás, CEF e Banco do Brasil.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que virá ao Rio de Janeiro para participar das comemorações dos 40 anos do PT, prometeu visitar a vigília.

Os petroleiros completam 07 dias em greve nacional nesta sexta-feira, 07, com mais de 60 unidades do Sistema Petrobrás mobilizadas em 13 estados do país.

Há 08 dias, a Comissão Permanente de Negociação da FUP segue está ocupando uma sala do 4º andar da sede da Petrobrás, buscando interlocução com a gestão da empresa para reverter as demissões na Fafen-PR e suspender as ações unilaterais da empresa que descumprem o Acordo Coletivo de Trabalho.

Em Araucária, os trabalhadores da Fafen-PR completam 18 dias de resistência nesta sexta, acampados em frente à fábrica, mobilizados contra o fechamento da unidade e as mil demissões anunciadas.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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