Os 13 sindicatos filiados à FUP deliberaram por encaminhar todas as denúncias relativas ao descumprimento do direito de greve, bem como as reivindicações relacionadas ao movimento, para a Comissão Nacional de Negociação Permanente que está instalada desde sexta-feira (31/01) na sala de reunião 01 do quarto andar do edifício sede da Petrobras (Edise), onde funciona a Gerência de Recursos Humanos.

Em duas decisões consecutivas no sábado (01/02), a Justiça do Trabalho do Rio de janeiro negou liminar à Petrobrás, que pretendia expulsar a Comissão do prédio. A juíza Rosane Ribeiro Catrib autorizou a permanência dos petroleiros, enfatizando a legitimidade da Comissão de Negociação. A gestão da Petrobrás, no entanto, continuou apostando no confronto e desligou a energia elétrica e o fornecimento de água no andar onde estão os dirigentes da FUP.

A juíza expediu nova liminar, determinando o restabelecimento da luz e água, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de descumprimento. A gestão da empresa atendeu, parcialmente, a determinação, religando a luz e a água, mas ainda mantém o ar condicionado da sala desligado. A sala onde estão os petroleiros continua sem qualquer tipo de ventilação, apesar do calor escaldante do Rio de Janeiro.

A Comissão de Negociação Permanente da FUP não recuará e continuará na sede da Petrobrás até que a gestão da empresa apresente uma solução que evite a  demissão em massa dos trabalhadores da Fafen-PR e estabeleça negociações que de fato atendam ao que foi pactuado no Acordo Coletivo de Trabalho, em novembro do ano passado.

A greve dos petroleiros segue forte em todo o país, nas unidades operacionais, e ganhará reforço nesta segunda, com a adesão dos trabalhadores do horário administrativo.

Diversos atos estão previstos para o início da manhã nas bases do Sistema Petrobras e em frente à sede da empresa, no Rio de Janeiro, em solidariedade à luta dos petroleiros. 

#GreveDosPetroleiros

#PetrobrasÉdoBrasil

#FafenResiste

#NaoAoDesmonte

#EstataisResistem

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Trabalhadores que vinham resistindo ao fechamento da Fafen-PR, mantendo a unidade em atividade, deixaram a fábrica na tarde deste sábado (01/02). Eles foram acompanhados por fiscais e pela Vice-Procuradora Chefe do Ministério Público do Trabalho do Paraná, Cristiane Sbalqueiro Lopes, que constataram a insegurança da planta, após o vazamento de amônia, que, apesar de controlado, ainda oferece riscos aos trabalhadores e à comunidade.

O vazamento, que fez disparar as sirenes de alarme por volta das 22h40 de sexta-feira (31/01), teve início após decisão irresponsável da gestão da Fafen-PR, que optou por não voltar a operar a caldeira que mantinha a fábrica funcionando. Objetivo foi acelerar a paralisação da unidade, à revelia dos alertas dos trabalhadores, que estão há 12 dias acampados em frente à unidade para evitar o seu fechamento e as demissões que atingirão mil famílias.

Os dirigentes da FUP, que ocupam há mais de 24 horas uma sala no quarto andar do edifício sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, chegaram a enviar documento ao gerente da empresa, Fabricio Pereira Gomes, que responde por Relações com Sistema, Governo e Entidades Externas, alertando sobre a gravidade do fato e a necessidade da abertura de um canal de negociação com as representações sindicais.

A Vice-Procuradora Chefe do MPT-PR, Cristiane Sbalqueiro Lopes, destaca a urgência de uma solução que resolva o mais rápido possível o conflito estabelecido pelos gestores da Petrobrás com os trabalhadores da Fafen-PR. “Ambas as partes precisam conversar para que não seja aumentado esse risco de catástrofe, que constatamos aqui. Por isso, faço um apelo à Petrobrás para que converse com os trabalhadores”, afirmou hoje, durante sua visita à fábrica, em Araucária.

Os trabalhadores seguirão acampados em frente à Fafen-PR, mobilizando a comunidade e pressionando a gestão da Petrobrás em defesa dos empregos e contra o fechamento da fábrica. A ocupação na porta da unidade completa 13 dias neste domingo (02/02), com participação das famílias dos petroquímicos e dos petroleiros do Paraná.

#FafenResiste

#GreveDosPetroleiros

#DigaNãoàPrivatização

#PetrobrasÉdoBrasil

#PetroleirosLutam

#NaoAoDesmonte

#EstataisResistem

[FUP]

WhatsApp-Image-2020-02-01-at-192233
WhatsApp-Image-2020-02-01-at-191836
WhatsApp-Image-2020-02-01-at-191826
fa43142c-0af7-43c0-bfc9-3bc50411da5e
e09b4971-1f83-4f77-bd4d-5cabff529679
db596cd6-9605-422a-b993-e5e693bd41dd
0cfb29e6-915f-4a96-9dd0-7d49cfd4d47b

Publicado em Sistema Petrobrás

Na Bahia, o primeiro dia de greve dos petroleiros começou com boa adesão. Houve corte de rendição na Refinaria Landulpho Alves (RLAM) às 0h e às 7h desse sábado, onde os ônibus que levavam os trabalhadores do turno chegaram vazios. Já os trabalhadores do Terminal Marítimo de Madre de Deus aderiram ao movimento na manhã de hoje.

A direção do Sindipetro está realizando piquetes – instrumento legitimo – em todas as unidades do Sistema Petrobras no estado. A greve deve ser intensificada a partir da segunda-feira (03/02), quando os trabalhadores das áreas administrativas da empresa se juntam aos trabalhadores de turno, fortalecendo o movimento.

Na FAFEN não há greve devido à desativação da unidade.

A categoria reivindica o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e a suspensão das demissões dos trabalhadores da FAFEN Paraná (396 trabalhadores próprios e 600 terceirizados).
Além do descumprimento do ACT, das quebras de acordo e demissões, os petroleiros da Bahia enfrentam também o desmonte da estatal no estado.

A RLAM e Transpetro foram colocadas à venda, os Campos de Petróleo na região de Catu, Candeias, São Sebastião, Alagoinhas e Pojuca também estão à venda, várias sondas terrestres tiveram suas atividades encerradas. A FAFEN foi arrendada e os petroleiros lotados na fábrica de fertilizantes foram transferidos para outros estados, assim como os trabalhadores do edifício Torre Pituba que também estão sendo transferidos. Outros estão sendo forçados a aderir ao Plano de Demissão Voluntária da empresa.

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Constitui prática antissindical, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT): "impedir ou dificultar o exercício do direito de greve", direito garantido pela Lei nº 7.783/89, também conhecida como Lei de Greve.

A atual gestão da Petrobrás continua dando mostras, em todo o Brasil, da sua truculência com o movimento sindical e em Pernambuco não poderia ser diferente. A Gerência da Refinaria Abreu e Lima (RNEST) manteve dois diretores do Sindipetro-PE/PB em cárcere privado após os mesmos já terem extrapolado uma jornada de 17 horas de trabalho.

Os diretores em questão iniciaram suas respectivas jornadas de trabalho as 15h30 da sexta-feira (31) e, após dobrarem seus turnos, deveriam ser liberados as 8h deste sábado (1). No momento da saída, as catracas indicavam que seus crachás estavam bloqueados e os diretores foram impedidos de deixar a unidade.

Além do fato ocorrido, esses trabalhadores também tiveram o acesso negado aos próprios postos de trabalho. Um deles, que no momento operava a planta, não conseguiu acessar seu posto de trabalho no Centro Integrado de Controle (CIC) durante a jornada, ficando o painel de controle sem operador naquele momento.

O SINDIPETRO PE/PB chama a atenção para a irresponsibilidade da Gerência da RNEST ao negligenciar a segurança das pessoas, desdenhando de representantes legítimos e democraticamente eleitos pela categoria.

[Via Sindipetro-PE/PB]

Publicado em SINDIPETRO-PE/PB

Na tentativa de abrir um canal de negociação com a gestão da Petrobrás, um grupo de cinco diretores da FUP está desde as 15 horas de ontem (31/01), ocupando uma sala de reunião do edifício sede da empresa (Edise), na Avenida Chile, no Rio de Janeiro. O objetivo é  pressionar a gestão a discutir com a entidade alternativas que evitem as demissões na Fafen-PR e faça a empresa a estabelecer negociações que de fato resolvam as pendências do ACT.

A ocupação ocorre de forma pacífica no quarto andar do edifício, onde funciona a Gerência de Gestão de Pessoas, com quem os diretores da FUP tiveram uma reunião na sexta, para cobrar a abertura de um canal de diálogo com a entidade, na buscar do atendimento da pauta de reivindicações, aprovada pelos petroleiros nas assembleias que deliberaram sobre a greve.

Apesar do caráter negocial e pacifista da ocupação, sem qualquer dano ao patrimônio da Petrobrás, a gestão da empresa ingressou na madrugada deste sábado com uma liminar na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro, na tentativa de retirar à força os trabalhadores do prédio, o que foi negado pela juíza Rosane Ribeiro Catrib, em uma decisão que enfatiza a legitimidade da ação dos petroleiros.

“Sabemos bem que não estamos diante daquela ordinária hipótese do piquete às portas da empresa, mas também a ocupação ora questionada deverá ser analisada sob a ótica da  excepcionalidade da ação possessória para solução do impasse resultante de movimento grevista”, afirma a juíza em sua decisão.

“A certidão emitida pelo Oficial de Justiça nos dá conta da ocupação pacífica, de uma sala de reuniões do setor de Recursos Humanos, sem qualquer dano ao patrimônio da empresa, afastando a restrição prevista no §3º do art. 6º do diploma legal acima referido. Não há empecilho ao acesso ao trabalho, nem ameaça ou dano à propriedade ou pessoa”, ressalta em outro trecho da decisão.

“Sob nenhum aspecto, a permanência dos ocupantes nesse espaço restrito indica risco ou ameaça à PETROBRÁS. Estamos diante de nada mais que cinco dirigentes sindicais, número que, muito provavelmente, não supera o quantitativo de integrantes da equipe de segurança do prédio sede da Petrobrás, mesmo em um final de semana”, afirma a juíza.

“Aliás, exatamente por tratar-se de um final de semana, as possibilidades de prejuízo ao bom funcionamento da empresa ficam ainda mais reduzidas. E não estaríamos diante desse risco, mesmo em dias de pleno funcionamento do prédio sede. A indisponibilidade de uma das inúmeras salas de reuniões do prédio sede da PETROBRÁS não ameaça o regular desenvolvimento de suas atividades, nem mesmo as do setor de Recursos Humanos. Sob esse aspecto, não passa de um transtorno. E não se pode exigir absoluta normalidade em situação de greve”.

“O que se vê é a legítima atuação do Sindicato no sentido de persuadir a empresa à negociação. Negociação frustrada após uma reunião para a qual foram convidados e não saíram porque, como já dito, permanecem em mesa para negociar. É um sinal de resistência, próprio do jogo democrático”, conclui.

Assista à entrevista deste sábado à TV Forum dos dirigentes da FUP que estão ocupando a sala do quarto andar do Edise: 

#GreveDosPetroleiros

#DigaNãoàPrivatização

#PetrobrasÉdoBrasil

#PetroleirosLutam

#FafenResiste

#NaoAoDesmonte

#EstataisResistem

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

A greve dos petroleiros, que teve início na madrugada deste sábado, ganhou a adesão pela manhã dos trabalhadores da Refinaria Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul, e do Terminal Madre de Deus, na Bahia.

Até o momento já são 12 as unidades de refino que estão sem rendição nos turnos e 05 terminais da Transpetro, subsidiária da Petrobrás que também está sob risco de privatização e demissões.

Na Bacia de Campos, 12 plataformas já aderiram à orientação do sindicato de realizar levantamento de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo.

Na Fafen-PR, os trabalhadores seguem ocupando a unidade há 12 dias para impedir o seu fechamento e as mil demissões anunciadas pela gestão da Petrobrás para ter início no próximo dia 14.

Na tentativa de abrir um canal de negociação com a gestão da Petrobrás, um grupo de cinco diretores da FUP estão desde as 15 horas de ontem (31/01), ocupando uma sala de reunião no quarto andar do edifício sede da empresa, na Avenida Chile, no Rio de Janeiro.

A greve dos petroleiros é pela suspensão das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen) e pelo estabelecimento imediato de um processo de negociação com a Petrobras, que cumpra de fato o que prevê o Acordo Coletivo de Trabalho, com suspensão imediata das medidas unilaterais tomadas pela gestão e que estão afetando a vida de milhares de trabalhadores.

Gestão da Fafen-PR provoca acidente

Por volta das 22h45 de sexta (31/01), a sirene da Fafen-PR foi acionada, em função de uma vazamento de amônia, que aumenta a insegurança dos trabalhadores e pode atingir a comunidade de Araucária. O acidente foi provocado pela decisão irresponsável da gestão de parar a caldeira que mantém a fábrica operando e, assim, acelerar a paralisação da unidade, à revelia dos alertas dos trabalhadores, que vêm ocupando há 12 dias a Fafen-PR para evitar o seu fechamento e as demissões que atingirão mil famílias.

O vazamento foi controlado na madrugada, com apoio do Corpo de Bombeiros. Os representantes do Sindiquímica-PR se reúnem neste sábado com a gerência da fábrica para discutir as condições de segurança da unidade.

Unidades de refino na greve

Refinaria Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul (Refap) – desde as 07h de 01/02

Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco (Rnest) – desde a zero hora de 01/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste, no Ceará (Lubnor) – desde a zero hora 01/02

Refinaria Duque de Caxias, no Rio de Janeiro (Reduc) - desde a zero hora 01/02

Refinaria Presidente Getúlio Vargas, no Paraná (Repar) - desde a zero hora 01/02

Fábrica de Xisto, no Paraná  (SIX) - desde a zero hora 01/02

Refinaria de Paulínia, em São Paulo (Replan) - desde a zero hora 01/02

Refinaria de Capuava, em Mauá/São Paulo (Recap) - desde a zero hora 01/02

Refinaria Landulpho Alves, na Bahia (Rlam) - desde a zero hora 01/02

Refinaria de Manaus, no Amazonas (Reman) - desde a zero hora 01/02

Refinaria Gabriel Passos, em Minas Gerais (Regap) - desde a zero hora 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados, no Paraná (FafenPR/Ansa) – ocupação desde o dia 28/01

Terminais na greve

Terminal Madre de Deus, na Bahia – desde as 07h de 01/02

Terminal Aquaviário de Suape, em Pernambuco - desde a zero hora de 01/02

Terminal de Paranaguá, no Paraná (Tepar) - desde a zero hora 01/02

Terminal de São Francisco do Sul, em Santa Catarina (Tefran) - desde a zero hora 01/02

Terminal de Campos Elíseos, no Rio de Janeiro (Tecam) - desde a zero hora 01/02

[FUP]

geral-pe
dd3ae70b-1e62-4932-9b3b-54705869eb5d
818d5c85-472e-431b-98c8-e4945d93b3bd
174ce20e-b745-4a30-96aa-af8281647048
edise
2938894f-cb0b-4910-b994-bf5e58bc5d91
64c43255-3de9-4f36-8a4f-d22cdd7f3467
481047ca-a424-490b-bf89-c0e1af6b7218
d9789387-f9dc-46e5-984c-b9216901cf32
4916031b-1aa2-42f5-930f-fdb8765de66a
f10bb01a-8168-4b92-afdd-c50e7df85133
f8fe153d-19a6-4f16-ad57-0ce1e472f9a0
ebbaaad1-d09b-4b27-811a-3b39ab35ddf2
ddde3105-802e-4aa3-80fa-8aef1ee24271
c84b23d0-4e88-4c7b-998f-2cb8bce63188
49531612-2183-46ed-8e2c-b29939a4c1e4
67517bd0-8312-4f7b-ad00-0a32af344612
385fec9b-6e95-4973-944a-eec6610af678
0c8c429b-cbac-4542-a50d-957cf7166c34
replan-geral
replan6
replan5
reduc
pernambuco

Publicado em Sistema Petrobrás

Os petroleiros iniciaram na madrugada deste sábado greve por tempo indeterminado no Sistema Petrobrás. A mobilização começou forte em nove estados do país.

A categoria cobra a suspensão das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen), que afetarão mais de mil famílias. Os petroleiros também querem o estabelecimento imediato de um processo de negociação com a empresa, que cumpra de fato o que prevê o Acordo Coletivo de Trabalho, com suspensão imediata das medidas unilaterais tomadas pela gestão e que estão afetando a vida de milhares de trabalhadores.

Entre as 23h de sexta (31/01) e a zero hora de sábado (01/02), não houve rendição nos turnos de 11 unidades de refino e produção de derivados de petróleo da Petrobrás, nem em três terminais da Transpetro. Veja quadro abaixo.

Pela manhã, os trabalhadores do Rio Grande do Sul, do Espírito Santo e do Norte Fluminense se somam à greve.  

Direção da FUP ocupa Edise para buscar interlocução com a Petrobrás

Uma comissão de negociação da FUP, formada por cinco dirigentes da entidade, está desde às 15h de sexta-feira (31/01), ocupando a sala de reuniões do quarto andar do edifício sede da Petrobrás, na Avenida Chile, no Rio de Janeiro (Edise).  O objetivo é  pressionar a gestão a negociar com a entidade alternativas que evitem as demissões na Fafen-PR e faça a empresa a abrir um canal de negociação que de fato resolva as pendências do ACT.

Gestão da Fafen-PR provoca acidente

Por volta das 22h45 de sexta (31/01), a sirene da Fafen-PR foi acionada, em função de um vazamento de amônia, que aumenta a insegurança dos trabalhadores e pode atingir a comunidade de Araucária. O acidente foi provocado pela decisão irresponsável da gestão de parar a caldeira que mantém a fábrica operando e, assim, acelerar a paralisação da unidade, à revelia dos alertas dos trabalhadores, que vêm ocupando há 12 dias a Fafen-PR para evitar o seu fechamento e as demissões que atingirão mil famílias. 

Onde os petroleiros já começaram a greve?

Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco (Rnest)

Terminal Aquaviário de Suape, em Pernambuco

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste, no Ceará (Lubnor)

Refinaria Duque de Caxias, no Rio de Janeiro (Reduc)

Refinaria Presidente Getúlio Vargas, no Paraná (Repar)

Fábrica de Xisto, no Paraná  (SIX)

Terminal de Paranaguá, no Paraná (Tepar)

Terminal de São Francisco do Sul, em Santa Catarina (Tefran)

Refinaria de Paulínia, em São Paulo (Replan)

Refinaria de Capuava, em Mauá/São Paulo (Recap)

Refinaria Landulpho Alves, na Bahia (Rlam)

Refinaria de Manaus, no Amazonas (Reman)

Refinaria Gabriel Passos, em Minas Gerais (Regap)

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados, no Paraná (FafenPR/Ansa)

O que querem os petroleiros?

> Suspensão da demissão em massa dos trabalhadores da Fafen-PR, prevista para ter início no dia 14 fevereiro;

> Suspensão das medidas unilaterais que contrariam o ACT e os fóruns de negociação:

# Implantação unilateral das tabelas de turno de 3x2, em ciclos de 5 dias

# Posicionamentos equivocados de cartões de ponto para apuração da hora extra da troca de turno

# Fim do interstício total e exigência dos trabalhadores chegarem na madrugada,

# Transferências de trabalhadores sem negociação com os sindicatos

# Ataques à AMS e à PLR, com imposições de decisões à revelia do ACT e da legislação

 > Estabelecimento imediato de um processo negocial sobre todos estes pontos, com duração mínima de 30 dias;

> Que não haja condicionamento de renúncia de direitos ao avanço das tratativas

A pauta de reinvindicações foi apresentada à Gerência de Gestão de Pessoas da Petrobrás em reunião na sexta (31/01).

Abastecimento garantido

Mesmo com a greve, os petroleiros garantem que vão manter o abastecimento de combustíveis, para não prejudicar a população. A categoria vai aproveitar o movimento e dar continuidade à campanha “Privatização da Petrobrás: isso é da sua conta”, iniciada em novembro de 2019, para alertar a sociedade sobre os prejuízos que a população vem amargando com o desmonte da empresa. A política de reajustes de combustíveis mantida pela atual gestão pesa no bolso dos consumidores, assim como o fechamento das fábricas de fertilizantes e a venda de refinarias, terminais, oleodutos, campos de petróleo, usinas de biodiesel e de diversos outros ativos do Sistema Petrobrás. 

#GreveDosPetroleiros

#DigaNãoàPrivatização

#PetrobrasÉdoBrasil

#PetroleirosLutam

#FafenResiste

#NaoAoDesmonte

[FUP]

geral-pe
dd3ae70b-1e62-4932-9b3b-54705869eb5d
818d5c85-472e-431b-98c8-e4945d93b3bd
174ce20e-b745-4a30-96aa-af8281647048
edise
2938894f-cb0b-4910-b994-bf5e58bc5d91
64c43255-3de9-4f36-8a4f-d22cdd7f3467
481047ca-a424-490b-bf89-c0e1af6b7218
d9789387-f9dc-46e5-984c-b9216901cf32
4916031b-1aa2-42f5-930f-fdb8765de66a
f10bb01a-8168-4b92-afdd-c50e7df85133
f8fe153d-19a6-4f16-ad57-0ce1e472f9a0
ebbaaad1-d09b-4b27-811a-3b39ab35ddf2
ddde3105-802e-4aa3-80fa-8aef1ee24271
c84b23d0-4e88-4c7b-998f-2cb8bce63188
49531612-2183-46ed-8e2c-b29939a4c1e4
67517bd0-8312-4f7b-ad00-0a32af344612
385fec9b-6e95-4973-944a-eec6610af678
0c8c429b-cbac-4542-a50d-957cf7166c34
replan-geral
replan6
replan5
reduc
pernambuco

Publicado em Sistema Petrobrás

Dirigentes da FUP estão ocupando desde às 15h desta sexta-feira (31) a sede da Petrobrás, na Avenida Chile, no Rio de Janeiro.  

O objetivo é pressionar a gestão da empresa a negociar com a entidade alternativas que evitem as demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná.

Os petroleiros também cobram negociação das pendências do Acordo Coletivo, com suspensão imediata das medidas unilaterais que estão afetando a vida de milhares de trabalhadores.

A ocupação foi anunciada pela FUP ao final da reunião desta sexta com a gestão da Petrobrás, onde os petroleiros ponderaram sobre a importância da empresa atender à pauta de reivindicações aprovada pela categoria nas assembleias que deliberaram sobre a greve que começa neste sábado em todo o país.  

O gerente de Relações com Sistema, Governo e Entidades Externas,  Fabricio Pereira Gomes, saiu da sala de reuniões, se comprometendo a levar o pleito da categoria para a Diretoria Executiva da Petrobrás e responder às representações sindicais o quanto antes.

A ocupação pacífica ocorre no quarto andar do prédio, onde está localizada a Gerência de Gestão de Pessoas.  “Ficaremos aqui por quanto tempo for necessário para que a direção da Petrobrás se sensibilize sobre a urgência de suspender as demissões na Fafen-PR, que afetam a vida de mais de mil famílias. Nosso objetivo é abrir um canal imediato de negociação com a empresa e estaremos aqui , dia e noite, dispostos a negociar”, afirma o diretor da FUP, Deyvid Bacelar, um dos petroleiros que estão na ocupação.

A partir da meia noite, os petroleiros das unidades operacionais do Sistema Petrobras iniciam a greve nacional da categoria, unificando a luta em defesa dos empregos, do Acordo Coletivo de Trabalho e da Petrobrás.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Dirigentes da FUP estiveram reunidos na tarde desta sexta-feira, 31, com a gestão da Petrobrás, cobrando a suspensão das demissões dos trabalhadores da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná, empresa 100% Petrobrás. A Federação também quer o estabelecimento imediato de um processo de negociação que cumpra de fato o que prevê o Acordo Coletivo de Trabalho em relação a questões como regimes de turno, jornadas de trabalho, Assistência Médica de Saúde (AMS), bem como o cumprimento das novas regras para o pagamento da PLR.

Todos estes pontos foram aprovados pelos petroleiros nas assembleias que deliberaram sobre a greve por tempo indeterminado, a partir deste sábado, caso a Petrobrás não atenda às reivindicações.

No documento apresentado à empresa, a FUP e seus sindicatos ressaltam que, ao contrário do que tem afirmado a gestão, “há precedentes de absorção de pessoal de subsidiárias pela controladora e a situação em concreto em nada se confundiria com "burla" ao crivo constitucional do concurso público” e que  “a versão dos fatos narrados pela Petrobras em seus comunicados distorce a verdade”.

A FUP afirma, ainda, no documento que as medidas tomadas de forma unilateral pela gestão da Petrobrás ferem o Acordo Coletivo e demonstram “a verdadeira intenção patronal em realizar mudanças de forma unilateral para pressionar as entidades sindicais a renunciar direito da categoria, uma estratégia de diminuição de passivo trabalhista e tributário para facilitar a venda e privatização da empresa, o que definitivamente encontrará óbice nas Entidades Sindicais”.

O que querem os petroleiros e petroleiras:

> Suspensão da demissão em massa dos trabalhadores da Fafen-PR, prevista para ter início no dia 14 fevereiro;

> Suspensão das medidas unilaterais que contrariam o ACT e os fóruns de negociação:

# Implantação unilateral das tabelas de turno de 3x2, em ciclos de 5 dias

# Posicionamentos equivocados de cartões de ponto para apuração da hora extra da troca de turno

# Fim do interstício total e exigência dos trabalhadores chegarem na madrugada,

# Transferências de trabalhadores sem negociação com os sindicatos

# Ataques à AMS e à PLR, com imposições de decisões à revelia do ACT e da legislação

 > Estabelecimento imediato de um processo negocial sobre todos estes pontos, com duração mínima de 30 dias;

> Que não haja condicionamento de renúncia de direitos ao avanço das tratativas

 Veja a íntegra da pauta de reivindicações apresentada pela FUP à Petrobrás:

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Categoria reivindica a manutenção da operação da Fafen-PR e o cumprimento de cláusulas de Acordos Coletivos de Trabalho. Movimento também quer chamar a atenção da sociedade para os efeitos negativos da política de reajustes dos combustíveis e para a venda de ativos da Petrobrás, como as refinarias

Rio de Janeiro, 31 de janeiro de 2020 

Petroleiros dos 13 sindicatos filiados à Federação Única dos Petroleiros (FUP) iniciam, à zero hora deste sábado (1/2), uma greve nacional por tempo indeterminado. A categoria reivindica a revisão do fechamento da Ansa/Fafen-PR e o cumprimento de cláusulas de Acordos Coletivos de Trabalho (ACT) da Petrobrás e suas subsidiárias, como a Ansa.

A paralisação da Fafen-PR, anunciada pela Petrobrás em 14 de janeiro, surpreendeu a categoria. O fechamento da unidade vai provocar a demissão de 1.000 pessoas, e por isso deveria ter sido previamente negociado com os sindicatos que representam os trabalhadores da unidade, como determinado pela cláusula 26 do ACT da Ansa – o que não ocorreu.

O fechamento da Fafen-PR ainda ameaça outros 2.000 empregos nos setores de comércio e serviços no município de Araucária, onde a fábrica está instalada, e em outras cidades da região metropolitana de Curitiba. Segundo dados do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), somente Araucária vai sofrer impacto negativo de R$ 75 milhões anuais com a demissão dos trabalhadores da Fafen-PR e a perda de suas rendas. O impacto negativo anual em ICMS sobre os cofres do governo do estado do Paraná pode chegar a R$ 50 milhões.

Os petroleiros ainda reivindicam que a Petrobrás cumpra outras negociações obtidas no fechamento do ACT, em novembro, que foi mediado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). A empresa vem tomando decisões por conta própria e não negocia com a categoria questões como tabela de turno, banco de horas, plano de saúde e participação nos lucros, o que havia sido determinado pelo TST.

ABASTECIMENTO GARANTIDO E CONSCIENTIZAÇÃO DA POPULAÇÃO

Mesmo com a greve, os petroleiros garantem que vão manter o abastecimento de combustíveis, para não prejudicar a população. Contudo, vão aproveitar o movimento e continuar a campanha, iniciada em novembro de 2019, para conscientizar a população sobre os efeitos negativos para o bolso dos consumidores da política de reajustes de combustíveis que vem sendo mantida pela atual gestão da Petrobrás e da venda de ativos da companhia, como as refinarias.

Sob o mote “Privatização da Petrobrás: isso é da sua conta!!”, os petroleiros querem mostrar que o atrelamento do reajuste da gasolina, do óleo diesel e do gás de cozinha ao mercado internacional e o aumento das importações desses produtos deixam o Brasil exposto a flutuações de preços no exterior. O conflito entre Irã e Estados Unidos no início deste ano é um exemplo do risco que os brasileiros correm com essa política.

Outro risco é a venda de oito refinarias da Petrobrás, que está sendo conduzida pela atual diretoria da empresa. Essas plantas, já amortizadas, são uma garantia de abastecimento e de preços justos para o mercado brasileiro, mas a Petrobrás já vem reduzindo sua utilização, de 95% para 75%. E ao contrário do que a atual gestão da Petrobrás aponta, a venda dessas unidades não vai garantir aumento da concorrência, pois gargalos logísticos vão impedir qualquer competição.

A campanha ainda chama a atenção para a desindustrialização do país que a redução dos investimentos da Petrobrás vem provocando. Os R$ 104,4 bilhões que a empresa investiu em 2013 caíram para R$ 49,4 bilhões em 2018, afetando diversos segmentos de fornecedores de bens e serviços da cadeia de óleo e gás.

Outro fator preocupante é o desemprego. Entre trabalhadores próprios e terceirizados, a Petrobrás demitiu cerca de 270 mil pessoas entre 2013 e 2018, segundo aponta o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). Isso representa um impacto sobre mais de 1 milhão de pessoas, considerando as famílias, e engrossa as altas taxas de desemprego do Brasil.


Contatos dos dirigents da FUP para mais informações:

Deyvid Bacelar

Diretor de Assuntos Institucionais

 (71) 999778405

Gerson Castellano

Diretor de Comunicação

(21) 976036056

Alexandre Finamori

Diretor de Comunicação

(31) 992238864


 

Publicado em Sistema Petrobrás
Página 14 de 16

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

Instagram