Após pressão dos sindicatos, movimentos sociais e parlamentares, Petrobrás libera comida e água mineral para os cinco diretores da FUP que integram a Comissão Permanente de Negociação, que está desde a útima sexta-feira, 31/01, na sede da empresa, buscando interlocução com a gestão.

Após negar, sucessivamente, a entrega de alimentos e água para os petroleiros, desrespeitando a liminar expedida pela Justiça doTrabalho do Rio de Janeiro, a direção da Petrobrás recuou e permitiu que a Comissão de Negociação da FUP recebesse os mantimentos doados pelos trabalhadores e movimentos sociais.

Nas redes sociais, a deputada federal Jandira Feghali, que é médica, denunciou o autoritarismo da gestão da Petrobrás, que negou o acesso da parlamentar à sala onde estão os petroleiros para que pudesse checar a integridade física dos trabalhadores. A direção da empresa utilizou forte aparato policial para impedir o acesso da deputada ao prédio da Petrobrás, que ainda é uma empresa pública.

Segundo ela é a primeira vez que ocorre em toda sua vida pública como parlamentar. "Um desrespeito EXPLÍCITO da nova direção da estatal com UM MANDATO PARLAMENTAR. Agridem as prerrogativas de um deputado em exercício do mandato conferido pela população", publicou em suas redes sociais.

Em vídeo, os diretores da FUP agradeceram o apoio e a solidariedade dos parlamentares e dos movimentos sociais e, em especial, à linda cesta de alimentos orgânicos produzidos pelo Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA.

 #GreveDosPetroleiros

#PetrobrasÉdoBrasil

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A greve nacional dos petroleiros entra no seu terceiro dia com aumento da adesão da categoria – unidades de 11 estados e 20 bases operacionais estão paralisadas – e manifestações em frente aos parques industriais, inclusive com a participação das famílias dos trabalhadores, representantes de outras categorias e lideranças de movimentos sociais.   

O movimento exige a suspensão das mil demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná/Araucária Nitrogenados (Fafen/Ansa), cujo fechamento foi anunciado pela direção da Petrobrás no dia 14/01, e pelo respeito ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), além da retomada das negociações com os sindicatos e fim da implantação de medidas unilaterais e prejudiciais aos trabalhadores. 

Para pressionar a gestão da empresa, a Comissão de Negociação Permanente da Federação Única dos Petroleiros (FUP) ocupa há três dias a sala de reuniões da sede administrativa da Petrobrás, no Rio de Janeiro. 

Nas bases do Paraná e Santa Catarina, a paralisação é intensa. Atos foram registrados na manhã desta segunda-feira (03) na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar, em Araucária), na Usina do Xisto (SIX, em São Mateus do Sul), nos Terminai Transpetro de Paranaguá (Tepar), São Francisco do Sul (Tefran) e Guaramirim (Temirim). Em outras unidades de Santa Catarina, como no Edifício Administrativo de Joinville (Ediville) e Terminal de Biguaçu (Teguaçu), os petroleiros também estão em greve. 

Para o presidente do Sindicato dos Petroleiros do PR e SC, Mário Dal Zot, a alta direção da Petrobrás trata os trabalhadores de forma inconsequente e irresponsável. “As demissões em massa na Fafen Paraná são um total desrespeito ao nosso Acordo Coletivo. É um verdadeiro absurdo fechar uma fábrica tão importante. São nossos irmãos, que estão aqui do lado da Repar, e isso nos sensibiliza muito. Estamos empenhados na luta contra o fechamento e as consequentes demissões, inclusive com apoio da Prefeitura de Araucária e do Governo do Estado. O Brasil, o Paraná e Araucária precisam de emprego, mas não é isso que nós estamos vendo enquanto políticas públicas no nosso país”, afirmou. 

Já o secretário nacional de comunicação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Roni Barbosa, que também é trabalhador da Repar, esclareceu que as dispensas na Fafen são ilegais. “O nosso ACT prevê que haja negociação em caso de demissões em massa. Isso não está ocorrendo e por isso estamos em greve no Brasil todo. O movimento está crescendo no Brasil inteiro porque esse expediente de demissão em massa provavelmente vai ser utilizado em outras refinarias, em outras unidades da empresa que estão sendo vendidas ou desmobilizadas. O que está acontecendo é um grande desmonte da Petrobrás, que está optando em ficar apenas com a exploração de petróleo e vai abandonando todas as outras áreas, como a refinação e os fertilizantes, deixando o Brasil à mercê das grandes multinacionais. Estamos lutando contra todo esse desmonte e na defesa de todos os empregos, próprios e terceiros, na Petrobrás”. 

Confira as fotos da greve nesta segunda-feira (03): 

Repar e Fafen-PR: https://bit.ly/2RTrtWb

Usina do Xisto: https://bit.ly/36Vpx3Z

Terminais Transpetro de SC e PR: https://bit.ly/37YpmWI

[Via Sindipetro-PR/SC | Foto: Gibran Mendes]

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Momentos de tensão preencheram a manhã e tarde desta segunda-feira (03) na porta do EDISE (edifício da Petrobrás no Centro do Rio). A diretoria da Petrobrás chamou reforços policiais que chegaram em quase uma dúzia de carros para tentar intimidar a manifestação em apoio aos trabalhadores que se encontram desde a última sexta-feira (31) dentro da empresa tentando negociar o descumprimento do acordo coletivo por parte da Petrobrás.

A situação é difícil, cerca de mil empregados estão no corte de funcionários promovido na FAFEN no Paraná. Este ocorrido foi a gota d’água para a deflagração de uma greve no sábado (01). Foi formada uma comissão de negociação permanente da Federação Única dos Petroleiros que se dirigiu ao EDISE para entregar um ofício tentando reverter o ocorrido, mas a empresa se nega a negociar.

A única saída encontrada pelos representantes foi se instalar no quarto andar do edifício e esperar que a empresa negocie. Desde então, a Petrobrás tem imposto uma rotina de confrontos. Primeiro cortaram ventilação, água e energia elétrica no andar. A empresa só voltou atrás com a decisão no sábado (01/02), onde a Justiça do Trabalho do Rio de janeiro negou liminar à Petrobrás, que pretendia expulsar a Comissão do prédio. Logo em seguida determinou o restabelecimento da luz e água sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de descumprimento.

Apesar disso, os trabalhadores continuam sem ventilação, apesar do calor escaldante que faz no Centro do Rio de Janeiro.

Nesta segunda-feira a demanda dos grevistas na porta do prédio era a mais básica de todas: garantir a chegada de alimentos à Comissão, que se encontra desde sexta-feira sem comer.

A empresa negou a entrada de uma cesta básica, mesmo com a disponibilização de que fosse vistoriada pela Polícia Militar para garantir que continha somente alimentos. Parlamentares que têm prerrogativa de acesso em qualquer prédio público, também tiveram seu acesso negado. A Deputada Jandira Feghali, que é médica, pretendia checar a integridade física dos membros da Comissão, ainda assim, também foi impedida no que segundo ela é a primeira vez que ocorre em toda sua vida pública como parlamentar.


A CUT Rio esteve presente durante todo o dia com os trabalhadores do lado de fora do prédio, se manifestando de maneira pacífica e na figura do seu presidente, Sandro Cezar, tentando criar canais de negociação.

Diversos dirigentes CUT Rio estiveram no local prestando sua solidariedade e empenho na luta, que não terminará hoje e precisará de todo apoio possível para ser vitoriosa. O que está em jogo é o desmonte de uma das principais empresas nacionais, com tecnologia de ponta e capacidade ímpar para o desenvolvimento da indústria nacional.


Leia também:

Petrobrás impede entrega de água e mantimentos para Comissão de Negociação da FUP que está no Edise

“É um sinal de resistência, próprio do jogo democrático”, afirma juíza ao negar liminar da Petrobrás contra ocupação do Edise

 

[Via CUT Rio de Janeiro]

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Segunda, 03 Fevereiro 2020 13:48

Petroleiros da Base 34 em Estado de Greve

Em assembleia ocorrida na manhã desta segunda-feira, 03, petroleiros da Base 34 em Mossoró aprovaram estado de greve para a categoria. Chamado pelo SINDIPETRO-RN, a sessão começou por volta das 8h30min, em frente a base administrativa da Petrobrás nas margens da BR 304 e durou cerca de uma hora.

De acordo com o Secretário Geral do SINDIPETRO-RN, Pedro Lúcio, eram dois os objetivos principais da assembleia: denunciar descumprimento de cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho por parte Petrobrás, e se posicionar contra a demissão de trabalhadores públicos e terceirizados, transferências indiscriminadas e venda de ativos. 

Por ampla maioria a categoria decidiu pelo Estado de Greve com objetivo se inserir no movimento grevista nacional de forma mais efetiva nos próximos dias.

O diretor do Sindipetro destacou os avanços da greve no país, em destaque para a Comissão Nacional de Negociação Permanente que está instalada desde sexta-feira (31/01) na sala de reunião 01 do quarto andar do edifício sede da Petrobras (Edise), onde funciona a Gerência de Recursos Humanos.

Em duas decisões consecutivas no sábado (01/02), a Justiça do Trabalho do Rio de janeiro negou liminar à Petrobrás, que pretendia expulsar a Comissão do prédio. A juíza Rosane Ribeiro Catrib autorizou a permanência dos petroleiros, enfatizando a legitimidade da Comissão de Negociação. A gestão da Petrobrás, no entanto, continuou apostando no confronto e desligou a energia elétrica e o fornecimento de água no andar onde estão os dirigentes da FUP.

A juíza expediu nova liminar, determinando o restabelecimento da luz e água, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de descumprimento. A gestão da empresa atendeu, parcialmente, a determinação, religando a luz e a água, mas ainda mantém o ar condicionado da sala desligado. A sala onde estão os petroleiros continua sem qualquer tipo de ventilação, apesar do calor escaldante do Rio de Janeiro.

A Comissão de Negociação Permanente da FUP não recuará e continuará na sede da Petrobrás até que a gestão da empresa apresente uma solução que evite a demissão em massa dos trabalhadores da Fafen-PR e estabeleça negociações que de fato atendam ao que foi pactuado no Acordo Coletivo de Trabalho, em novembro do ano passado.

A greve dos petroleiros segue forte em todo o país, nas unidades operacionais, e ganhará reforço nesta segunda, com a adesão dos trabalhadores do horário administrativo.

[Via Sindipetro-RN, com informações da FUP]

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A direção do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais (Sindipetro/MG) e da Federação Única dos Petroleiros (FUP) conseguiu, na manhã desta segunda-feira (3), libertar os 37 petroleiros mantidos em cárcere privado dentro da Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, desde as 23h30 da sexta-feira (31).

Foi com “cárcere privado”, denuncia Alexandre Finamori, diretor do Sindipetro/MG e da FUP, que a petroleira tentou impedir a adesão dos trabalhadores à greve da categoria contra as demissões de mil trabalhadores e o fechamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR).

“Todos saíram exaustos, depois de quase 50 horas de trabalho, proibidos de saírem do local de trabalho, sob ameaça de serem demitidos por abandono de trabalho se saíssem da unidade”, contou Alexandre, um dos sindicalistas que lutou e recorreu ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e até à Polícia Federal (PF) para conseguir libertar os trabalhadores.

De acordo com Alexandre, durante a madrugada, representantes do MPT e da PF foram até a Regap, mas nada puderam fazer porque a empresa tem uma liminar que obriga a troca de turno de 8 em 8 horas.

“É um total desrespeito à lei de greve”, afirma o dirigente que lembra as tentativas que o sindicato fez para garantir o direito da categoria de paralisar as atividades, como a sugestão de redução de carga. O  sindicato garantiria a troca de turnos, mas cuidaria do controle da produção. A empresa não aceitou esta nem as outras sugestões. "Eles simplesmente ignoraram todas as nossas sugestões".  

A empresa só recuou porque o MPT falou sobre a possibilidade de interditar a unidade caso constatasse risco para a saúde dos trabalhadores e para a comunidade no entorno. 

Hoje a tarde, as 14h, os sindicalistas têm uma reunião com representantes da Refinaria no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que vai mediar a greve. O Sindiquímica e a FUP de MG vão alegar o cerceamento do direito de greve e reafirmar a disposição de negociar com a direção da empresa.

“Queremos negociar o controle com segurança da produção, garantir o abastecimento da sociedade e todas as condições para garantir nosso direito de greve”, afirma Alexandre.

Segundo o dirigente, o ato realizado na frente da refinaria desta manhã, reforçou a decisão da categoria de lutar por empregos, contra fechamentos de unidades e o direito de protestar, fazer greve contra os desmandos da Petrobras.

[Via CUT]

Publicado em Sistema Petrobrás

Em nota conjunta enviada à FUP, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e os sindicatos de jornalistas do Rio de Jeneiro e do Paraná manifestaram apoio à greve dos trabalhadores da Petrobrás, iniciada no dia primeiro de fevereiro. Leia a íntegra:

Todo apoio aos petroleiros

Desde sexta-feira, dia 31/01, uma comissão de sindicalistas da Federação Única dos Petroleiros ( FUP) ocupa uma sala da sede da Petrobrás, numa tentativa de negociar a suspensão da demissão de cerca de mil trabalhadores da Fafen (Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados), unidade de Araucária-PR, e cobrar respeito às cláusulas do Acordo Coletivo.

A decisão de permanecer na sala de negociação foi tomada depois que a empresa se retirou da reunião sem apresentar nenhuma proposta, ignorando a justa reivindicação dos trabalhadores.

A greve nacional por tempo indeterminado dos trabalhadores da Petrobrás teve início no dia 1° em pelo menos dez estados do Brasil e 15 unidades e subsidiárias. No primeiro dia da greve nacional, cerca de 50 trabalhadores foram mantidos pela empresa por mais de 20 horas dentro da fábrica, em Minas, após a troca de turno, e só saíram com a intervenção do Ministério Público do Trabalho. No local, a mobilização organizada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e pelo Sindicato dos Petroleiros local, também inclui a ocupação em frente à unidade de Araucária, que já dura duas semanas.

Os Sindicatos dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, do Paraná e a Federação Nacional dos Jornalistas entendem e apoiam não apenas o ato de resistência, mas a luta dos petroleiros em defesa da Petrobrás, a principal e mais importante empresa brasileira que vem sendo criminosamente fatiada e entregue a multinacionais do petróleo.

A luta dos petroleiros é de todos os trabalhadores contra as demissões em massa, a precarização do trabalho, a entrega do patrimônio nacional, a privatização de uma empresa que é símbolo da luta e da conquista do povo brasileiro.

Todo apoio aos petroleiros!

A Petrobrás é do Brasil!

Contra as demissões e em defesa do emprego!

Diretorias dos Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro
Sindicato dos Jornalistas do Paraná
Federação Nacional dos Jornalistas

Publicado em Movimentos Sociais

Grande Ato dos trabalhadores nesta manhã na base de Cabiúnas, em Macaé, marcou na região o início do terceiro dia da greve petroleira, que já envolve 11 estados, com 17 bases operacionais da Petrobrás.

O Sindipetro-NF indicou atrasos nas entradas nas bases administrativas e coleta de assinaturas em manifesto em defesa dos ocupantes da sala de reuniões da gerência de Recursos Humanos, no Edise. Nas plataformas, está sendo realizado levantamento de pendências de segurança, de efetivo e de possíveis embarques de equipes de contingência.

A categoria petroleira começou a greve nacional, por tempo indeterminado, no sábado, 1, para exigir que a Petrobrás interrompa o fechamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR), que vai causar a demissão de 1.000 trabalhadores diretos, e cumpra as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A greve também tem como objetivo mobilizar a sociedade contra os impactos negativos da atual política de reajustes da gasolina, do diesel e do gás de cozinha, e da venda de metade das refinarias da Petrobrás.

[Foto: Luciana Fonseca / Imprensa do NF]

Publicado em Sistema Petrobrás

[[Atualizado às 20h30]

Nesta segunda-feira, 03, a greve dos petroleiros avançou para 13 estados do país e mais de 20 unidades do Sistema Petrobrás nas bases da FUP.

Nas refinarias Henrique Lages (Revap) e Presidente Bernardes (RPBC), no estado de São Paulo, os trabalhadores também estão mobilizados, realizando cortes na rendição do turno. 

Novas adesões devem ocorrer ao longo da semana, fazendo avançar a greve por tempo indeterminado, que entou hoje no terceiro dia.

Pela manhã, ocorreram atos e acampamentos em diversas unidades da Petrobrás por todo o país e também na sede administrativa da empresa, no Rio de Janeiro, onde a Comissão de Negociação Permanente da FUP segue há mais de 72 horas, cobrando interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões na Fafen-PR e outras medidas unilaterais que descumprem o Acordo Coletivo de Trabalho.     

Acompanhe a greve dos petroleiros pelas redes sociais da FUP:

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Facebook (@fupetroleiros)

Instagram (@fupbrasil)

Divulguem as hastags:

#GreveDosPetroleiros

#PetrobrasÉdoBrasil

#FafenResiste

Quadro nacional nesta segunda – 03/02

Amazonas

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01 

Ceará

Terminal da Transpetro em Mucuripe - adesão parcial dos trabalhadores nesta segunda (03)

Temelétrica TermoCeará - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré - trabalhadores aprovaram indicativo de suspensão de PT's a partir das 00:00h desta terça, 04/02

Base 34 - trabalhadores em estado de greve

Paraíba

Terminal de Cabedelo - trabalhadores aderiram às mobilizações, com atrasos nesta segunda, 03/02

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02 com 100% de adesão dos trabalhadores

Bahia

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Nos campos de produção, estão sendo realizados piquetes permanentes até às 15h, com adesão dos trabalhadores próprios e terceirizados

Espírito Santo

Base 61, polo de produção terrestre em São Mateus - 100% de participação dos trabalhadores terceirizados e próprios

Minas Gerais

Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Rio de Janeiro

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Norte Fluminense

Na noite desta segunda (03/02), os trabalhadores do Terminal de Cabiúnas, em Macaé, e das plataformas da Bacia de Campos, começam a seguir a orientação do sindicato de entregar a operação das unidades para as equipes de contingência da Petrobrás.

Pela manhã, foram realizados atrasos de 2 horas em todas as bases de terra. Desde sábado, mais de 15 plataformas já vinham realizando levantamentos de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo.

São Paulo

Terminal de Barueri – adesão dos trabalhadores na manhã do dia 03/02

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap) – cortes alternados nos turnos

Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) – cortes alternados nos turnos

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Santa Catarina

Terminal de Guaramirim (Temirim) - trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran) -  trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Base administrativa de Joinville (Ediville) -  trabalhadores aderiram à greve nesta segunda (03/02)

Rio Grande do Sul

Terminal de Niterói (Tenit) – adesão à greve na manhã de 03/02

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

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Publicado em Sistema Petrobrás

Não bastasse deixar os petroleiros sem ventilação na sala de reunião 01 do quarto andar do Edise, a gestão da Petrobrás mpediu a entrega de alimento e água mineral para a Comissão de Negociação Permanente da FUP, que está instalada desde sexta, na sede da empresa, no Rio, no andar da Gerência de Recursos Humanos.

Vídeo divulgado neste domingo (02/02) mostra segurança da empresa impedindo que água e alimentos sejam entregues aos petroleiros que estão na sede da Petrobrás há mais de 48 horas. 

Em duas decisões consecutivas no sábado (01/02), a Justiça do Trabalho do Rio de janeiro negou liminar à Petrobrás, que pretendia expulsar a Comissão do prédio. A juíza Rosane Ribeiro Catrib autorizou a permanência dos petroleiros, enfatizando a legitimidade da Comissão de Negociação. A gestão da Petrobrás, no entanto, continuou apostando no confronto e desligou a energia elétrica e o fornecimento de água no andar onde estão os dirigentes da FUP.

A juíza expediu nova liminar, determinando o restabelecimento da luz e água, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de descumprimento. A gestão da empresa atendeu, parcialmente, a determinação, religando a luz e a água, mas ainda mantém o ar condicionado da sala desligado. A sala onde estão os petroleiros continua sem qualquer tipo de ventilação, apesar do calor escaldante do Rio de Janeiro.

A Comissão de Negociação Permanente da FUP não recuará e continuará na sede da Petrobrás até que a gestão da empresa apresente uma solução que evite a  demissão em massa dos trabalhadores da Fafen-PR e estabeleça negociações que de fato atendam ao que foi pactuado no Acordo Coletivo de Trabalho, em novembro do ano passado.

A greve dos petroleiros segue forte em todo o país, nas unidades operacionais, e ganhará reforço nesta segunda, com a adesão dos trabalhadores do horário administrativo.

Diversos atos estão previstos para o início da manhã nas bases do Sistema Petrobras e em frente à sede da empresa, no Rio de Janeiro, em solidariedade à luta dos petroleiros.

#GreveDosPetroleiros

#PetrobrasÉdoBrasil

#FafenResiste

#NaoAoDesmonte

#EstataisResistem

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

[Atualização às 16:15]

O segundo dia da greve nacional dos petroleiros segue forte neste domingo (02/020 nas unidades operacionais do Sistema Petrobrás e se ampliará na segunda, com a adesão dos trabalhadores do horário administrativo.

Diversos atos estão previstos para o início da manhã nas bases da FUP e em frente à sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, onde a Comissão Nacional de Negociação Permanente da FUP está instalada desde sexta-feira (31/01), ocupando a sala de reunião 01 do quarto andar do prédio, onde funciona a Gerência de Recursos Humanos.

Até o momento já são 17 as unidades operacionais da Petrobrás que estão sem rendição nos turnos. No Ceará e no Norte Fluminense, os trabalhadores das áreas de Exploração e Produção estão realizando operações padrões. Na Bahia, os trabalhadores do setor privado que atuam nos campos de produção terrestre da Petrobrás também estão mobilizados contra as demissões.

Na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen), petroquímicos e petroleiros seguem acampados com suas famílais em frente à unidade há 13 dias, na tentativa de impedir o seu fechamento e as mil demissões anunciadas pela gestão da Petrobrás para ter início no próximo dia 14. Após vazamento de amônia, os trabalhadores da operação e manutenção que estavam dentro da fábrica, sem rendição no turno, deixaram a unidade, após o Ministério Público do Trabalho constatar a insegurança da planta.

“Na Revap (Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos) e na RPBC (Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão), os petroleiros, mesmo sem indicativo imediato de greve dos sindicato locais, também estão se mobilizando, em solidariedade aos trabalhadores da Fafen-PR e contra o desrespeito aos Fóruns de Negociação do ACT, fazendo atrasos no turno e cortes de rendição, até que os sindicatos façam assembleias para aprovar e realizar a greve junto com as bases da FUP”, informa o diretor da FUP, Deyvid Bacelar. “Conclamamos também a categoria nas bases dos Sindipetros RJ, PA/MA/AP e SE/AL para estarem conosco, nessa greve nacional”, completa.

A greve dos petroleiros é pela suspensão das demissões na Fafen-PR e pelo estabelecimento de um processo de negociação com a Petrobras, que cumpra de fato o que prevê o Acordo Coletivo de Trabalho, com suspensão imediata das medidas unilaterais tomadas pela gestão e que estão afetando a vida de milhares de trabalhadores.

 

Quadro nacional da #GreveDosPetroleiros neste domingo – 02/02

 

Amazonas

Refinaria de Manaus (Reman) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

 

Ceará

Usina Temelétrica, em Caucaia (TermoCeará) - sem rendição no turno desde às 15h de 02/02

Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) – sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

5 plataformas marítimas somente com liberação de serviços necessários para a segurança e habitabilidade.

 

Pernambuco

Refinaria Abreu e Lima (Rnest) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Terminal Aquaviário de Suape - sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

 

Bahia

Refinaria Landulpho Alves (Rlam) - sem rendição no turno desde às 23h de 31/01

Terminal Madre de Deus – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

Nos campos de produção terrestre, estão sendo realizados piquetes permanentes, com adesão dos trabalhadores próprios e terceirizados

 

Minas Gerais

Termoelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité) – sem rendição no turno desde a zero hora de 01/02

Refinaria Gabriel Passos (Regap) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

 

Rio de Janeiro

Refinaria Duque de Caxias (Reduc) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Terminal de Campos Elíseos (Tecam) 

Usina Termoelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB)

Norte Fluminense - 17 plataformas seguindo a orientação do Sindicato de realizar levantamento de pendências de segurança, efetivo e se houve embarque de equipes de contingência a bordo

 

São Paulo

Refinaria de Paulínia (Replan) - sem rendição no turno desde às 23h30 de 31/01

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

 

Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Xisto (SIX) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa) – sem trabalhadores da operação e da manutenção no interior da unidade. Acampamento na porta da fábrica prossegue desde o dia 21/01

Terminal de Paranaguá (Tepar) - sem rendição no turno desde a zero hora 01/02

 

Rio Grande do Sul

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) – sem rendição no turno desde as 07h de 01/02

 

[FUP]

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Publicado em Sistema Petrobrás
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.

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