Em reunião com a Petrobrás nesta quinta-feira, 03, na sede da empresa, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) tornou a reforçar a necessidade de avanços no processo de negociação, que resultem na construção de um regramento da PLR que atenda os principais pontos elencados pelas representações sindicais no Grupo de Trabalho.

A primeira proposta apresentada pela Petrobrás e suas subsidiárias foi amplamente rejeitada pela categoria petroleira. A FUP cobrou a continuidade da negociação e o agendamento de novas reuniões o mais rápido possível, para fazer avançar os pontos considerados estratégicos pelos trabalhadores.

É fundamental que seja definido um piso para a PLR, no sentido de que os resultados construídos coletivamente sejam distribuídos da forma mais igualitária possível entre os trabalhadores, sem o foco apenas na remuneração individual, como quer a gestão da empresa.

Outro ponto reforçado pela FUP é que a Petrobrás volte a fazer o adiantamento da PLR no início do ano, como sempre foi praticado. 

Os trabalhadores também querem que o acordo do regramento tenha validade por dois anos, assim como foi conquistado no ACT, garantindo previsibilidade e estabilidade para todos.

A FUP aguarda resposta da gestão da Petrobrás e das subsidiárias.

[Imprensa da FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Após a rejeição massiva da proposta apresentada pela Petrobrás e subsidiárias para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) referente ao exercício de 2021 (com pagamento a ser feito em 2022), a FUP cobrou a retomada das negociações para buscar avanço nos principais pontos defendidos no Grupo de Trabalho que discutiu o regramento da PLR. O RH da empresa agendou para quinta-feira, 03/12, uma nova reunião com a Federação.

Ontem, no Encontro com a categoria, debate semanal transmitido ao vivo pela internet, os diretores da FUP que participam do GT relembraram o processo de negociação e destacaram os principais pontos do regramento que serão reiterados na negociação com a Petrobrás. Veja abaixo a íntegra do programa.

Nas sete reuniões realizadas pelo Grupo de Trabalho que discute a PLR, os representantes sindicais reforçaram que o regramento tem que atender a todos os trabalhadores do Sistema Petrobrás, independentemente da função que ocupe e da empresa em que atue. A FUP também cobrou que não haja impacto dos impairments (desvalorização de ativos) nos indicadores utilizados e que a PLR tenha um piso para que os resultados construídos coletivamente sejam distribuídos da forma mais igualitária possível entre os trabalhadores, sem o foco apenas na remuneração individual, como quer a gestão da empresa.

Outro ponto que a Federação deixou claro no GT foi que não pode haver redução de PLR por perseguições políticas e que o texto de penalidades deve deixar explícito que conflito de interesses é o que está previsto na lei, para que não haja distorção do conceito. Também foi cobrado que a Petrobrás volte a fazer o adiantamento da PLR no início do ano, como sempre foi praticado, e que o acordo do regramento tenha validade por dois anos, dando uma estabilidade para todos, assim como conquistamos no ACT.

Além disso, a FUP condenou a discrepância entre a política de remuneração dos acionistas, que receberão dividendos mesmo quando não houver lucro contábil, e a recusa da gestão da Petrobrás em manter o mesmo critério para os trabalhadores, como vigorava no antigo regramento da PLR. 

[Da imprensa da FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Nos últimos dias, com o ‘boom’ de contaminações do coronavírus, os dois estados foram classificados como região de situação gravíssima. Tanto em razão do número de mortes e casos positivados como em relação às ocupações hospitalares

[Da imprensa do Sindipetro PR/SC]

Atenção redobrada categoria petroleira! O Sindipetro tem recebido informações do aumento de casos de Covid19 nas unidades da Petrobrás no Paraná e Santa Catarina. A entidade reforça que neste momento em que os casos de contaminação aumentam, é preciso dar atenção prioritária às medidas de prevenção. 

Para o presidente do Sindipetro, Alexandro Guilherme Jorge, a entidade vai continuar exigindo da gestão da Petrobrás os mesmos cuidados do início da pandemia, pois não é admissível que haja flexibilização do trabalho no período em que a situação piora. 

“Os casos de contaminação só aumentam, o que gera apreensão na categoria. A pandemia não acabou, pelo contrário, está avançando. Temos identificado que existem trabalhadores que estão realizando atividades que não precisam ser presenciais, contrariando nosso posicionamento”, explica Alexandro.   

De acordo com a Secretaria de Saúde de Curitiba, o município está com 95% de ocupação nos leitos adultos de UTI do SUS, ou seja, são apenas 15 vagas disponíveis; já na UTI pediátrica a lotação é de 40%. 

Além disso, de acordo com o Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Paraná (Sindipar), as UTIs da rede privada estão com ocupação acima de 80%. 

Os hospitais Erasto Gaertner, Evangélico Mackenzie e do Trabalhador estão com 100% dos leitos ocupados. Já no Hospital das Clínicas, 60 dos 61 leitos receberam pacientes, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). 

Em Santa Catarina o sistema público chegou ao seu índice mais alto de ocupação de leitos de UTI do SUS ontem (25/11): 84,4%. Segundo informações da Secretaria Estadual de Saúde, foram confirmadas 31 mortes em decorrência do coronavírus e mais 4.933 pacientes com a doença. 

Dados nacionais 

De acordo com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), o número de trabalhadores infectados por Covid-19 em novembro é mais que o dobro de outubro. Nas três primeiras semanas desse mês já houve 463 casos confirmados entre trabalhadores da Petrobrás, números registrados até a última segunda-feira (23/11). No mês anterior foram 163 confirmações e 178 em setembro. Os cálculos foram feitos com base no Boletim de Monitoramento Covid-19, publicado semanalmente pelo Ministério de Minas e Energia (MME) – LEIA AQUI

Canal de Denúncia 

O Sindipetro reforça a necessidade de que todos sigam as recomendações de segurança e prevenção ao contágio pelo novo coronavírus. Também mantém sua postura de vigilância na pandemia e atua no sentido de preservar a saúde de todos. Qualquer informação que envolva o tema nas bases do Sistema Petrobrás no Paraná e Santa Catarina pode ser encaminhada ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., pelo telefone (41) 3332-4554 ou ser tratada diretamente com os dirigentes sindicais. 

A entidade vai continuar cobrando mais testagem e intensificação dos trabalhos preventivos. Essa crise sanitária sem precedentes pode deixar sequelas irreversíveis na saúde dos infectados. É preciso seguir os protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS), das Secretarias de Saúde do Paraná, de Santa Catarina e de cada município onde tenha unidade da Petrobrás. 

Saúde do trabalhador é prioridade e o Sindipetro vai continuar cobrando e defendendo mais rigor nos cuidados com a classe trabalhadora.

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Os trabalhadores do Sistema Petrobrás atenderam ao indicativo da FUP e rejeitaram massivamente a proposta apresentada pela empresa para regrar a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) referente ao exercício de 2021, com pagamento a ser feito em 2022. A Federação cobrará a retomada das negociações para buscar avanço nos principais pontos defendidos no Grupo de Trabalho.

Nas sete reuniões realizadas com a gestão da Petrobrás e suas subsidiárias, a FUP reiterou que o regramento da PLR tem que atender todos os trabalhadores, independentemente da função que ocupe e da empresa em que atue no Sistema. As representações sindicais também cobraram que não haja impacto dos impairments (desvalorização de ativos) nos indicadores utilizados e que a PLR tenha um piso para que os resultados construídos coletivamente sejam distribuídos da forma mais igualitária possível entre os trabalhadores, sem o foco apenas na remuneração individual, como quer a gestão da empresa.

Outro ponto que a FUP reforçou no GT foi que não pode haver redução de PLR por perseguições políticas e que o texto de penalidades deve deixar explícito que conflito de interesses é o que está previsto na lei, para que não haja distorção do conceito. Também foi cobrado que a Petrobrás volte a fazer o adiantamento da PLR no início do ano, como sempre foi praticado, e que o acordo do regramento tenha validade por dois anos, dando uma estabilidade para todos, assim como conquistamos no ACT.

Além disso, a FUP condenou a discrepância entre a política de remuneração dos acionistas, que receberão dividendos mesmo quando não houver lucro contábil, e a recusa da gestão da Petrobrás de manter o mesmo critério para os trabalhadores, como vigorava no antigo regramento da PLR.

[Imprensa da FUP | Foto: Recap]

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Em assembleias realizadas na Refinaria Paulínia (Replan) entre os dias 1º e 7 de novembro, 65,06% dos trabalhadores aprovaram a jornada de turno de 12 horas em detrimento do modelo de oito horas.

No terminal de Barueri, também a escolha foi por essa jornada. Porém, houve um empate entre as opções de tabela 13 e 14  e, por conta disso, haverá um segundo turno de assembleias para a definição final. Os encontros acontecerão nos dias 11 (G1 e G3, 7h), 12 (G2, 19h) e 15 (G4 e G5, às 19h) de novembro.

Testagem de Covid-19 rejeitada

O modelo de testagem para a Covid-19 também foi rejeitado por 71,92% dos trabalhadores da Replan. O programa inicialmente imposto pela Petrobrás em junho deste ano já havia sido rechaçado por fazer com que os petroleiros se deslocassem até o local de trabalho durante o período de descanso.

O trajeto era feito com veículos particulares e realizado no sistema drive thru, até dois dias antes de um novo turno, o que interferia no período de descanso dos trabalhadores. Sem a aprovação nos exames, os trabalhadores não são autorizados a ingressar na refinaria.

Leia também: Replan propõe mudanças em testes de covid que atendem grande parte das reivindicações

A partir da pressão do Sindipetro-SP, a empresa propôs que todos os grupos fizessem os testes no dia de retorno da folga em que a jornada se iniciasse às 19h30. O transporte de turno ficaria a cargo da Petrobrás e seria disponibilizado com duas horas de antecedência em relação ao horário usual.

Os petroleiros também negaram essa medida. De acordo com o diretor do sindicato, Arthur Bob Ragusa, a testagem tem sido feita durante a jornada e haverá uma reunião com a direção da companhia nesta terça-feira (10) para discutir se o modelo será mantido.

“Esse sistema tem sido adotado, mas não é nada oficial, vamos apresentar o resultado das assembleias e saber neste encontro com o RH qual a proposta da companhia”, aponta.

Mauá – Na Refinaria Capuava (Recap), a expectativa é que até o final da próxima semana também ocorram discussões a respeito da jornada, que foi adiada por conta de uma parada de manutenção na unidade.

[Da imprensa do Sindipetro Unificado SP]

Os sindicatos da FUP iniciam esta semana as assembleias para deliberar sobre as propostas da Petrobrás e das subsidiárias referentes ao regramento da PLR de 2021. O indicativo definido pelo Conselho Deliberativo da FUP é de rejeição da proposta e continuidade das negociações com a empresa para buscar um modelo de regramento mais equânime e que atenda todos os trabalhadores do Sistema.

Além da Petrobrás, as subsidiárias também formalizaram suas propostas, encaminhando à FUP nos últimos dias as minutas do acordo. A orientação é de que os sindicatos realizem as assembleias até o dia 20 de novembro para que a Federação retoma o quanto antes as negociações com a empresa.

O Conselho Deliberativo reiterou que o regramento tem que atender a todos os trabalhadores, independentemente da função que ocupe e da empresa em que atue no Sistema. Essa foi a premissa defendida pela FUP no Grupo de Trabalho, que discute o regramento com a Petrobrás e as subsidiárias.

As representações sindicais também reiteraram que os indicadores têm que refletir todas as áreas da empresa, pois os resultados são construídos coletivamente pelos petroleiros e petroleiras. Da mesma forma, o lucro obtido deve ser repartido entre todos os trabalhadores, da forma mais igualitária possível. Daí a importância da PLR ter um piso.  

Outro ponto que a FUP reforçou no GT foi que não pode haver redução de PLR por perseguições políticas e que o texto de penalidades deve deixar explícito que conflito de interesses é o que está previsto na lei, para que não haja distorção do conceito. Além disso, os petroleiros querem que a empresa volte a fazer o adiantamento da PLR no início do ano, como sempre foi praticado, e que o acordo do regramento tenha validade por dois anos, dando uma estabilidade para todos, assim como conquistamos no ACT.


Leia também: > Petrobrás aprova dividendos sem lucro contábil para os acionistas, mas nega PLR para os trabalhadores


Rejeitar a atual proposta de PLR apresentada pela Petrobrás é o primeiro passo para que a FUP e os sindicatos possam voltar à mesa de negociação e buscar um modelo de regramento com menos distorções e que atenda todos os trabalhadores do Sistema.

Contribuição assistencial

As assembleias também irão discutir a aprovação de uma contribuição assistencial durante os quatro primeiros meses de 2021.

Mobilização dia 11 contra as punições

Outra deliberação da FUP e dos sindicatos é a realização de uma mobilização nacional no dia 11 de novembro contra as punições e outras práticas antissindicais da gestão da Petrobrás, na tentativa de intimidar os trabalhadores e as organizações sindicais. Em menos de 20 dias, a empresa puniu quatro trabalhadores da Regap, todos eles diretores sindicais, sendo que dois também são cipistas. Além de ilegais, as punições têm caráter político, com objetivo claro de desmobilizar a categoria nas lutas contra as privatizações.

A FUP está denunciando as práticas antissindicais da Petrobrás ao Ministério Público do Trabalho e também à Organização Internacional do Trabalho.  

[Imprensa da FUP]

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Após pressão da FUP e dos sindicatos, a Petrobrás apresentou no último dia 26 uma nova redação para o acordo da tabela de turno. A empresa havia enviado anteriormente uma minuta repleta de armadilhas, inclusive, a imposição para que os trabalhadores renunciassem às ações judiciais de cobrança dos passivos trabalhistas relativos às tabelas anteriores. Como se não bastasse, na minuta também constava a exigência absurda para que os sindicatos intercedessem a favor da Petrobrás nas ações judiciais movidas pelos trabalhadores.

No dia 16 de outubro, a FUP e os sindicatos tiveram uma reunião com a empresa, onde deixaram claro que os condicionantes da minuta são inaceitáveis. Também questionaram outros pontos problemáticos, como gestão de efetivos e a qualidade e a quantidade das refeições fornecidas aos trabalhadores em turno de 12 horas. As representações sindicais enfatizaram que jamais assinariam um acordo com as imposições absurdas feitas pela empresa.

Na segunda-feira, dia 26, a Petrobrás apresentou outra minuta para o acordo da tabela de turno, sem as exigências de renúncia das ações judiciais referentes aos passivos trabalhistas das tabelas anteriores e com uma cláusula onde garante as quantidades de refeições necessárias para atender os trabalhadores nas bases que optarem pela tabela de 12 horas, seguindo os padrões nutricionais e de qualidade adotados pela empresa.

O Conselho Deliberativo da FUP avaliou a nova minuta apresentada pela Petrobrás e orientou que os sindicatos discutam com os trabalhadores as mudanças feitas no documento para que a categoria decida se aceita ou não os termos propostos pela empresa para a nova tabela de turno.  

> Acesse aqui a minuta da Petrobrás que foi questionada pela FUP

> Acesse aqui a nova minuta apresentada pela empresa no dia 26/10

[Da imprensa da FUP]

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Reunidos nesta terça-feira, 27, no Conselho Deliberativo da FUP, as direções sindicais petroleiras avaliaram a proposta da Petrobrás para a PLR 2021 e reforçaram a necessidade de buscar um modelo de regramento mais equânime e que atenda todos os trabalhadores do Sistema. A FUP, portanto, indica a rejeição da atual proposta da empresa e orienta os sindicatos a iniciarem as assembleias, assim que as subsidiárias encaminharem as minutas do acordo proposto.

Até o momento, apenas a Petrobrás formalizou em documento a proposta de regramento da PLR 2021. A empresa afirmou, desde o início das negociações, que o regramento não seria o mesmo para todo o Sistema, o que foi refutado pelas representações sindicais.

O Conselho Deliberativo da FUP reiterou que o regramento tem que atender todos os trabalhadores, independentemente da função que ocupe e da empresa em que atue no Sistema.

Essa foi a premissa defendida pela FUP no Grupo de Trabalho, que discute o regramento com a Petrobrás e as subsidiárias. As representações sindicais deixaram claro que os indicadores têm que refletir todas as áreas da empresa, pois os resultados são construídos coletivamente pelos petroleiros e petroleiras. Da mesma forma, o lucro obtido deve ser repartido entre todos os trabalhadores, da forma mais igualitária possível. Daí a importância da PLR ter um piso.  

Outro ponto que a FUP reforçou no GT foi que não pode haver redução de PLR por perseguições políticas e que o texto de penalidades deve deixar explícito que conflito de interesses é o que está previsto na lei, para que não haja distorção do conceito. Além disso, os petroleiros querem que a empresa volte a fazer o adiantamento da PLR no início do ano, como sempre foi praticado, e que o acordo do regramento tenha validade por dois anos, dando uma estabilidade para todos, assim como conquistamos no ACT.

Rejeitar a atual proposta de PLR apresentada pela Petrobrás é o primeiro passo para que a FUP e os sindicatos possam voltar à mesa de negociação e buscar um modelo de regramento com menos distorções e que atenda todos os trabalhadores do Sistema.

Mobilização dia 11 contra as punições

O Conselho Deliberativo da FUP também aprovou uma mobilização nacional no dia 11 de novembro contra as punições e outras práticas antissindicais da gestão da Petrobrás, na tentativa de intimidar os trabalhadores e as organizações sindicais. Em menos de 20 dias, a empresa puniu quatro trabalhadores da Regap, que sao diretores sindicais, entre os quais, dois são cipista. Além de ilegais, as punições têm caráter político, com objetivo claro de desmobilizar a categoria nas lutas contra as privatizações.

A FUP está denunciando as práticas antissindicais da Petrobrás ao Ministério Público do Trabalho e também à Organização Internacional do Trabalho.  

Encontro com a Categoria

Esses e outros pontos discutidos no Conselho Deliberativo foram tema desta terça do programa semanal Encontro com a Categoria, no canal da FUP no Youtube, com trasmissão também pelo Facebook. Veja a íntegra: 

[Imprensa da FUP]

 

 

 

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Na última quinta-feira, 22, a FUP participou da sétima reunião do Grupo de Trabalho que discute com a Petrobrás e subsidiárias o regramento da PLR para o exercício de 2021. A holding apresentou sua proposta, com indicadores, metas e regras para definição do montante e da forma de distribuição, seguindo o escopo das propostas defendidas pela empresa ao longo das reuniões do GT.

Apenas a Petrobrás oficializou a proposta, que será formalizada em documento a ser enviado à FUP. O regramento proposto contraria a própria concepção da PLR, ao segregar os trabalhadores. Pela lógica da empresa, a PLR vale apenas para os trabalhadores da holding sem cargos de confiança e o acordo não será o mesmo para todo o Sistema.  

A FUP e os seus sindicatos irão avaliar e se posicionar sobre a proposta da Petrobrás em reunião do Conselho Deliberativo que acontece nesta terça-feira, 27. A Transpetro, a TBG e a PBIO ainda não apresentaram suas propostas para o regramento da PLR 2021.

O que a FUP defendeu no GT

Ao longo do processo de discussão no GT, a FUP deixou claro que o regramento da PLR deve contemplar todos os petroleiros e petroleiras, com ou sem função gratificada, independentemente do cargo que ocupe e da área da companhia onde trabalhe. As representações sindicais também enfatizaram que a base de cálculo dos indicadores é o Sistema Petrobrás, cujos resultados são construídos por todos os trabalhadores e, portanto, o lucro obtido deve ser repartido entre todos, da forma mais igualitária possível (veja ilustração abaixo).

A discussão no GT, passo a passo

22/09 - na primeira reunião do GT, a FUP propôs um calendário de negociação dinâmico, para que os trabalhadores possam ter mais tempo para debater a proposta de regramento. As representações sindicais também cobraram a presença das subsidiárias em todas as reuniões do GT.

06/10 – FUP propôs que a negociação do regramento partisse dos pontos que já haviam sido consensuados com a Petrobrás nas negociações de 2018, porém com o texto das sanções disciplinares de 2019. A Petrobrás, por sua vez, apresentou suas premissas, informando que a PLR seria apenas para os trabalhadores sem função gratificada e que as subsidiárias teriam acordo diferenciados. A FUP defendeu um único acordo para todos os trabalhadores do Sistema Petrobrás.

08/10 - na discussão sobre penalidades disciplinares, a Petrobrás reiterou o que já havia acordado com a FUP em 2019, desvinculando a PLR do sistema de consequências, evitando, assim, que perseguições políticas sejam usadas como penalidade para reduzir o pagamento.

13/10 – o debate no GT é sobre parâmetros para definição do montante e formas de distribuição da PLR. A Petrobrás resgatou os pontos da proposta de 2019, que já haviam sido rejeitados pela FUP. Além de limitar o montante da PLR a 6,25% do lucro líquido e a 25% dos dividendos destinados aos acionistas, na proposta da empresa não há piso para o pagamento e o teto é de apenas uma remuneração. Enquanto isso, no PPP os gerentes executivos podem receber até 10,4 remunerações.

16/10 – o tema tratado no GT são indicadores. A Petrobrás apresentou uma cesta com cinco indicadores, cuja composição foi questionada pela FUP, como a ausência de um indicador operacional específico da área de refino. As representações sindicais também criticaram o peso dos indicadores financeiros, inclusive, desinvestimentos.

20/10 – na continuidade do debate sobre indicadores, a FUP apresentou uma contraproposta, que valoriza indicadores de produção, onde os trabalhadores possam se enxergar, privilegiando, assim, os resultados operacionais e não os de gestão financeira, como propõe a Petrobrás.

22/10 - a Petrobrás formaliza a proposta de regramento da PLR, limitada somente à holding e aos trabalhadores sem função gratificada.

[FUP]

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Dando sequência à discussão do regramento da PLR de 2021, a FUP participou nesta terça-feira, 20, de mais uma reunião com representantes da Petrobrás, da Transpetro, da TBG e da PBIO. Foi o sexto encontro desta primeira rodada de negociação, cuja proposta está prevista para ser apresentada pela empresa na quinta-feira, 22.

O debate central da reunião foram os indicadores apresentados pela Petrobrás na semana passada e detalhados hoje, com várias considerações feitas pela FUP. A assessoria do Dieese fez uma apresentação, comparando os indicadores pactuados no Acordo de Regramento da PLR 2014-2018 com a proposta base defendida pela Federação no início do GT e uma contraproposta em resposta ao que foi apresentado pela empresa na última reunião.

Veja aqui a íntegra da apresentação feita pela FUP, com o comparativo dos indicadores.

As representações sindicais questionaram principalmente o peso dos indicadores financeiros e a insistência da gestão em fragmentar o acordo da PLR. Além de querer alterar a concepção da PLR, excluindo os trabalhadores com função gratificada, o RH da Petrobrás tornou a afirmar que a proposta não será a mesma para todo o Sistema.

Apesar da negociação ser coletiva, com participação das subsidiárias, como a FUP havia cobrado, os gestores insistem que não há possibilidade de ter um acordo de PLR unificado, pois os indicadores estão sendo definidos conforme as especificidades de cada empresa. Somente a holding e a TBG apresentaram indicadores. Os gerentes da Transpetro e da PBIO informaram que irão encaminhar a proposta na semana que vem.

As direções sindicais enfatizaram que a base de cálculo dos indicadores é o Sistema Petrobrás, cujos resultados são construídos por todos os trabalhadores e, portanto, o lucro obtido deve ser repartido entre todos, da forma mais igualitária possível. A Federação reforçou a posição defendida desde o início das negociações: o acordo deve valer para todos os petroleiros e petroleiras do Sistema Petrobrás, com ou sem função gratificada, independentemente do cargo que ocupe e da área da companhia onde trabalhe.

[FUP]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.