Em assembleia que aconteceu na última quarta-feira (2), os trabalhadores da Conterp, da Bahia, decidiram aprovar a última contraproposta apresentada pela empresa para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2020/2021 e encerrar a greve que teve início no começo da manhã deste mesmo dia.

Em campanha reivindicatória, os trabalhadores da Conterp vinham realizando uma série de mobilizações que evoluíram para a greve, pois, apesar de alguns avanços na pauta de reivindicações, eles queriam ampliar as conquistas.

“A postura firme dos trabalhadores e trabalhadoras da Conterp e a certeza de que poderiam avançar permanecendo unidos em volta do sindicato que os representa foram fatores determinantes que levaram à vitória, culminado no fechamento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)”, afirma o Diretor de Comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa, que esteve à frente das negociações com a Conterp.

Conquistas

• 2% de reajuste salarial retroativo a setembro de 2020 (limitado a 50% do valor encontrado)

• Ticket alimentação de R$ 400,00 (retroativo a setembro de 2020)

• Ticket refeição de R$ 17,00 (aplicado a partir de 1º de junho de 2021)

• Manutenção das horas extras a 100% aos sábados

• Manutenção da jornada de 40 horas semanais para o pessoal do administrativo

• Retorno do plano de saúde Hapvida a partir do mês de junho (para titular e dependentes)

• Reajuste de 8% da parcela das 30 horas recebidas pelos trabalhadores de turno da sonda, a partir de junho

• Mudança da metodologia do pagamento do banco de horas

O caso dos trabalhadores da Conterp foi um exemplo de que vale a pena lutar e fortalecer o seu sindicato. O Sindipetro Bahia tem tradição na luta em defesa dos direitos e interesses dos petroleiros, sejam eles da Petrobrás ou do setor privado. Mas para que seja possível avançar mais é preciso que tenhamos mais trabalhadores sindicalizados. Portanto, se você não é sindicalizado, sindicalize- se. Converse com os colegas a repeito da importância da sindicalização. Lembre-se que juntos somos mais fortes!

Filie-se

Para se filiar, basta entrar no site da entidade sindical (www.sindipetroba.org.br) e clicar no botão filie-se que fica na parte superior do site, do lado direito. Lá você vai encontrar as fichas de filiação para quem é setor privado, da ativa ou aposentado. Baixe a ficha, preencha, assine, digitalize o documento usando um scanner e envie para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Você também pode preencher a ficha e entregar a um diretor do Sindipetro. Após a filiação, será descontado na folha de pagamento do associado o valor referente a 1% sobre a remuneração (salário base+adicionais+horas extras) em favor do Sindipetro Bahia.

Clique aqui para baixar a ficha de filiação

[Da Imprensa Sindipetro Bahia]

Publicado em Setor Privado

Sindicato denunciou a empresa à ANP por irregularidades trabalhistas e inegurança na Bacia do Recôncavo

[Da redação do Petróleo Hoje]

O Sindipetro-BA protocolou, na terça-feira (25/5), uma denúncia junto à ANP sobre eventuais irregularidades da Recôncavo Energia em Catu, na Bahia, onde a companhia está desenvolvendo atividades de perfuração. Segundo a entidade, os trabalhadores estão submetidos a condições de alto risco operacional, como falta de equipamentos de segurança, bem como jornadas excessivas, atraso salarial (60 dias) e falta de registro na carteira de trabalho.

“O Sindipetro Bahia vem cobrar e denunciar a esta agência reguladora do setor, a fiscalização e às medidas necessárias para garantir cumprimento da Legislação Trabalhista, na perspectiva de melhorar as condições de trabalho”, afirmou o sindicato em carta à ANP.

O sindicato informou ao PetróleoHoje que recebeu a denúncia através de trabalhadores subcontratados de diversas empresas que atuam na concessão operadora pela empresa – de vigilantes à transportadores de carga. “De posse das informações, notificamos a ANP. Afinal, a agência precisa observar não apenas as questões contratuais, operacionais e ambientais do setor, mas também trabalhistas”, disse Radiovaldo Costa, diretor de Comunicação do Sindipetro-BA.

Radiovaldo informou ainda que a direção da Recôncavo Energia procurou o Sindipetro na manhã de quarta-feira (26/5), colocando-se à disposição para esclarecer as questões levantadas. De acordo com o sindicalista, uma reunião entre as partes será realizada na quinta-feira (27/5). De antemão, a Recôncavo alegou à entidade que os problemas estão relacionados aos prestadores de serviço. Mas, segundo o ordenamento jurídico, a responsabilidade é da empresa contratante.

Em nota, a ANP afirmou que “a denúncia a denúncia foi encaminhada para as autoridades competentes, em especial ao Ministério Público do Trabalho e a Secretaria Regional do Trabalho, para que procedam à fiscalização visando garantir cumprimento da Legislação Trabalhista, na perspectiva de melhorar as condições de trabalho dos colaboradores”.

A Recôncavo Energia detém 100% da concessão de quatro blocos na Bacia do Recôncavo: REC-T-236, REC-T-152, REC-T-178 e REC-T-180. Em maio, a empresa encontrou indícios de hidrocarbonetos no poço 1-FFL-1-BA, localizado REC-T-180.

Leia a íntegra da matéria do Sindipetro Bahia:

A empresa Recôncavo Energia, que está perfurando um poço pioneiro (novo) de petróleo na região de Catu, na Bahia, é o retrato do que significa a privatização.

É impressionante o nível de exploração a que os trabalhadores desta empresa estão sendo submetidos. Eles estão há 60 dias sem receber salários, trabalhando em uma jornada de 28 x 28, ou seja, sem rodízio, sem troca de turma, e, praticamente sem folga. Muitos destes trabalhadores são denominados pela empresa como “avulsos” e não têm sequer a carteira de trabalho assinada. Além disto, eles trabalham sem farda e expostos a grandes riscos, pois um acidente de trabalho pode acontecer a qualquer momento, uma vez que são poucos os procedimentos de segurança adotados.

A direção do Sindipetro Bahia vai informar à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre esta situação, uma vez que a agência deu a permissão para a concessão exploratória de petróleo e gás pela Recôncavo Energia.

“Para aqueles que defendem a privatização das unidades da Petrobrás, afirmando que isto traria melhorias e vantagens, basta olhar este exemplo para entender que não é bem assim. Claro que não são todas as empresas do setor privado que agem desta forma exploratória, mas a história tem nos mostrado que há uma visível precarização do trabalho após a privatização, que se reflete negativamente também na economia dos municípios produtores de petróleo”, afirma o Diretor de Comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa.

Clique aqui para ler a notificação enviada à ANP pelo Sindipetro Bahia

Publicado em Setor Privado

Na primeira assembleia, realizada virtualmente, no dia 26 de maio pelo SINDIPETRO-RN, com trabalhadores que da GREAT OIL PERFURAÇÕES BRASIL LTDA  que estão de folga, tivemos a aprovação da proposta do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2022. A segunda assembleia deverá ocorrer na próxima semana, antes do documento ser enviado à FUP.

A proposta de ACT reivindica o reajuste de salários de acordo com a inflação do período +3% de ganho Real; auxílio alimentação no valor de 600 reais mensal; cesta natalina valor de 250 reais para pagamento até 20 de dezembro; a sindicalização automática em acordo; e 20% de reajuste nas cláusulas econômicas, para ajuda de custo para transporte, ou deslocamento.

De acordo com diretor do setor Privado e Terceirizado do SINDIPETRO-RN, Manoel Assunção, a falta de reajuste, a instabilidade no emprego e as perdas de direitos que atingem esta atividade, atualmente, foram alguns dos motivos que levaram a aprovação do ACT.

“Nos últimos anos foram muitas perdas de direitos para os trabalhadores, e muitos ataques sofridos na atividade sindical. Temos que resistir e buscar nos fortalecermos para garantir como pudermos nossos direitos”, explica o diretor.

Por isso, a direção do SINDIPETRO-RN, indicou aprovação da proposta: acreditando que, apesar da conjuntura difícil que vivemos, é inadmissível que a classe trabalhadora sofra as consequências, enquanto a elite político-econômica do país mantém seus privilégios.

[Da imprensa do Sindipetro RN]

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Após três meses de negociação, o Sindipetro Bahia fechou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com a Pecom, empresa argentina contratada pela 3R Petroleum, para operar os campos de petróleo e gás, adquiridos pela 3R. São eles: Polo Rio Ventura (Água Grande, Bonsucesso, Fazenda Alto das Pedras, Pedrinhas, Pojuca, Rio Pojuca, Tapiranga e Tapiranga Norte) e Polo Recôncavo (Candeias e Dom João).

A previsão é que a Pecom assuma, inicialmente, até o mês de junho, os campos de Água Grande e Rio Pojuca, localizados na região de Santiago. A partir de julho, a empresa assume o Campo de Candeias.

Mesmo antes do incio da operação, o Sindipetro Bahia procurou a Pecom para falar sobre os direitos dos trabalhadores que vão ser contratados pela empresa, fechando o ACT antecipadamente.

Antes da negociação, o Sindipetro realizou assembleias com os trabalhadores que fazem parte do contrato atual com a Petrobrás, a exemplo daqueles dos contratos de campo e estação da empresa Telsan e do contrato de manutenção da Perbras, garantindo, com isso, o envolvimento, transparência e a participação efetiva na construção do ACT.

A Pecom já opera um campo em Macau, no Rio Grande do Norte, onde já assinou o ACT desses trabalhadores. A empresa tentou implantar o mesmo acordo na Bahia, mas o Sindipetro não aceitou por entender que poderia haver muitos outros avanços. Em Macau, por exemplo, o ACT estabelece o regime de um dia de trabalho para meio dia de folga, essa modalidade foi rejeitada pelo sindicato. O sindicato não aceitou a proposta da empresa de equiparar o ACT da Bahia com o do Rio Grande do Norte.

Veja os principais pontos e avanços do ACT

  • Garantia de contratação da mão de obra local, que é capacitada e conhecedora das áreas produtoras da Petrobrás, prorizando os trabalhadores que já fazem parte dos contratos da Petrobrás.
  • Jornada de trabalho de um dia de trabalho para um dia de folga para os trabalhadores de regime de turno e sobreaviso.
  • Aumento dos pisos das funções da operação e manutenção, em relação ao foi apresentado pela empresa
  • Implantação dos tickets alimentação e refeição que, juntos, somam um aumento de cerca de 20% do que inicialmente a empresa apresentou

Apesar do posicionamento contrário a todo e qualquer processo de privatização da Petrobrás, o sindicato na qualidade de entidade sindical que representa os interesses da categoria petroleira, sejam eles tralhadores da Petrobras ou de qualquer outra empresa da indústria de petróleo, sempre vai atuar em defesa dos direitos e empregos da categoria.

O diretor de comunicação do Sindipetro, Radiovaldo Costa, lembra que esse é um acordo inicial, “outras negociações virão e, naturalmente, o sindicato estará sempre buscando a evolução contínua deste e de todos os acordos, com o objetivo de ampliar direitos e conquistas”. O sindicalista também convoca os trabalhadores a se filiarem ao Sindipetro, “uma categoria só é forte se o seu sindicato estiver fortalecido”.

Como se filar

Para se filiar, basta entrar no site da entidade sindical (www.sindipetroba.org.br) e clicar no botão filie-se que fica na parte superior do site, do lado direito. Lá você vai encontrar as fichas de filiação para quem é setor privado, da ativa ou aposentado. Baixe a ficha, preencha, assine, digitalize o documento usando um scanner e envie para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Você também pode preencher a ficha e entregar a um diretor do Sindipetro. Após a filiação, será descontado na folha de pagamento do associado o valor referente a 1% sobre a remuneração (salário base+adicionais+horas extras) em favor do Sindipetro Bahia.

Clique aqui para baixar a ficha de filiação

[Da Imprensa do Sindipetro Bahia]

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Mais uma vez, trabalhadores são impactados pela quebra de contrato de empresa terceirizada com a Petrobrás

[Da imprensa do Sindipetro Unificado SP | Foto: Sindipetro-LP]

Há cerca de 10 dias, a Mérito – empresa terceirizada de vigilância que opera em unidades da Petrobrás e da sua subsidiária, a Transpetro – rompeu seus contratos sem acertar os direitos trabalhistas dos seus funcionários.

Um desses trabalhadores, que preferiu não ser identificado, elencou ao Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro-SP) todos os passivos trabalhistas deixados pela empresa: salário de maio; vale refeição de abril e maio; férias proporcionais; 13º proporcional; multa do FGTS. A Mérito ainda se negou a entregar o termo de rescisão.

Além disso, esse sumiço ocasionou um vácuo de vigilância por alguns dias, que foi solucionado, temporariamente, com a assinatura de um novo contrato entre a Petrobrás e a empresa Suporte.

Para o diretor do Sindipetro-SP, Alexandre Castilho, estes fatos escancaram a contradição da própria lógica da terceirização. “A ideia de competição entre as empresas cria situações como essa, nas quais elas apresentam orçamentos muito baixos para ganharem as licitações e, quando se dão conta de que o valor era muito baixo, descontam tudo nas costas dos trabalhadores”, opina.

O petroleiro também denuncia que os vigilantes estão acumulando diversas funções, como a de recepção. “Eles diminuem o número de pessoas contratadas para aumentar seus lucros e, com isso, acabam coagindo os empregados a acumular múltiplas tarefas”, explica.

Modus operandi

Infelizmente, notícias como essa estão se tornando cada vez mais frequentes. Em maio do ano passado, a Hub.sp, responsável naquele momento pelos serviços gerais do Edifício Consolação (Edicon), em São Paulo, demitiu quatro trabalhadoras após a hibernação temporária da unidade durante a pandemia de covid-19. Entretanto, o valor do contrato com a Petrobrás permaneceu o mesmo.

Já em setembro do ano passado, a reportagem do Sindipetro-SP denunciou que uma prestadora de serviço diminuiu de seis para quatro o número de motoristas responsáveis pelo transporte dos petroleiros até os terminais da Transpetro, o que criou uma sobrejornada permanente. 

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Os trabalhadores da Baker/GE rejeitaram a proposta de Acordo Coletivo apresentada pela empresa em assembleia on line realizada no dia 26 de abril, às 13h. Para a categoria essa proposta da Baker  não atende às suas reivindicações. No mesmo dia, aprovaram o Estado de Greve.

Segundo o diretor do Departamento dos Trabalhadores do Setor Privado do sindicato, Eider Cotrim, entre os problemas vistos pelos trabalhadores na proposta da empresa estão a “coparticipação” no Plano de Saúde, o não reajuste dos benefícios para que seja restituído ao menos em parte o seu poder de compra e a jornada de trabalho.

Uma proposta já havia sido rejeitada anteriormente, quando foi aprovado Estado de Mobilização  que é um passo anterior à deflagração de protestos mais intensos, como greves, e tem por objetivo pressionar a empresa a avançar nas negociações do acordo coletivo.

O Sindicato vem negociando o Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Baker/GE desde maio de 2020  e seguirá firme e em sintonia com os petroleiros e petroleiras da Baker . Essa decisão já foi encaminhada para a empresa e o NF aguarda para que aconteçam nova mesa com avanços no atendimento às reivindicações.

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Sindicato dos Petroleiros do estado da Bahia paralisa sonda operada pela ELFE, localizada no município de Catu (BA). A empresa completa hoje (22), dezessete dias de salário atrasado. A empresa, que presta serviços para a CERB (órgão do governo do estado da Bahia), vem atrasando salários todo mês com regularidade. No mês passado referente ao salário de janeiro, o atraso foi de 30 dias, prejudicando todos os trabalhadores.

O Sindicato dos Petroleiros do Estado da Bahia está aqui hoje em defesa da categoria, pois não há motivos para esse absurdo, neste momento difícil de pandemia, os trabalhadores estão com suas contas atrasadas inclusive com dificuldades com a alimentação de suas famílias por conta dessa postura da ELFE. O Sindipetro BA irá parar regularmente as sondas da CERB para garantir que se tomem as medidas necessárias para organizar todas as pendências financeiras dos seus trabalhadores e trabalhadoras.

O número da sonda é PR-28, todos os trabalhadores pararam e a CERB foi informada da atual situação.

[Da imprensa do Sindipetro BA]

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Após impasse nas negociações do ACT dos 200 trabalhadores da Perbras do contrato de manutenção de poços e estações, o Sindipetro Bahia convocou assembleia, para aprovação da greve pelos trabalhadores.

O processo de negociação estava em curso há quase cinco meses e até o momento a empresa não tinha apresentado nenhuma proposta satisfatória. Sendo assim, a paralisação por melhorias no Acordo Coletivo 2019/20 (data base em setembro) teve início na quinta-feira, 4/03, e se estendeu por três dias. No sábado, a empresa cedeu aos trabalhadores e apresentou nova proposta, que foi submetida pelo Sindipetro Bahia à assembleia, sendo aprovada por unanimidade.

A proposta conquistada pelos trabalhadores garante o reajuste salarial de 2% retroativo a setembro, 14% no ticket alimentação retroativo, pagamento de horas extras pendentes, pagamento de descanso semanal remunerado pendente, pagamento das médias de horas extras referentes ao 13º pendentes, melhoria da alimentação fornecida pela empresa, abono salarial de R$400,00 para todos os trabalhadores.

Uma grande vitória da categoria e do sindicato. Pois a atual conjuntura não favorece o trabalhador que está tendo que arcar com todos os problemas administrativos que as empresas estão tendo devido à pandemia. A luta da categoria foi de extrema importância para a conquista deste Acordo Coletivo.

A Federação Única dos Petroleiros e o Sindipetro Bahia além de representarem os petroleiros do Sistema Petrobrás, também representam os trabalhadores de algumas empresas privadas de petróleo, como é o caso da PERBRAS -  empresa prestadora de serviços da Petrobrás, em Catu-BA

Federação Única dos Petroleiros 

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O Sindipetro Bahia enviou ofício à direção da empresa EBS abordando a necessidade de ser firmado o primeiro acordo coletivo que irá regrar o trabalho dos funcionários da empresa, deixando claro todos os seus direitos e deveres.

Apesar de já estar operando na Bahia nas atividades de perfuração, produção e cimentação de poços de petróleo e gás natural, a EBS ainda não discutiu com o Sindipetro Bahia o Acordo Coletivo de Trabalho.

O sindicato quer definir uma agenda de reuniões com a empresa para firmar o ACT e as condições de trabalho dos funcionários a serem praticadas no estado da Bahia

Clique aqui para ler o ofício enviado à EBS

[Da imprensa do Sindipetro Bahia]

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No próximo dia 10, haverá assembleia on line dos trabalhadores e trabalhadoras da Schlumberger para apreciar a proposta de ACT 2020/2022 apresentada pela empresa. O Sindipetro-NF convoca a categoria a participar em peso às 16h dessa atividade importante para das andamento à Campanha Salarial. Veja edital abaixo: 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL

O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense – SINDIPETRO – NF, vem convocar os empregados da empresa Schlumberger Serviços de Petróleo Ltda, lotados em sua base sindical, (Bacia de Campos, Macaé, Campos, Rio das Ostras e região) para Assembleia Geral, a ocorrer por meio virtual, via aplicativo Zoom, no dia 10 de fevereiro de 2021, às 16h primeira convocação e às 16h15 segunda convocação, para a apreciação e votação da seguinte pauta:

  • Votação da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho para o período 2020/2022

Macaé, 05 de fevereiro de 2021

Eider Cotrin Moreira de Siqueira

Diretor Setor Petróleo Privado Sindipetro-NF

[Do Sindipetro-NF]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.