Em cinco anos, subiu de 10 milhões para 19 milhões, o número de pessoas que passam fome. Para a ex-ministra de Combate à Fome e o ex-presidente do Conselho de Segurança Alimentar, pandemia só ressaltou o problema

[Da redação da CUT |Texto: Rosely Rocha/Edição: Marize Muniz |Foto: MST/PR]

No governo do desprezo com as questões sociais, aumenta a fome, a miséria e até a venda de produtos de segunda, como o arroz quebrado e o feijão bandinha, em épocas normais destinados, na maioria das vezes, à alimentação animal, e o povo chega a fazer fila para pegar ossos que um açougue ia jogar fora.

Diversas pesquisas mostram que:

> 55,2% da população brasileira não comem as três refeições diárias necessárias

> em 5 anos, subiu de 10 milhões para 19 milhões o número de brasileiros passando fome, sem nenhuma refeição

> mais do que dobrou o contigente da população que não tem o que comer: de 4,2%, em 2013, para 9%, em 2020

Esse é o resultado das medidas perversas do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL), que acabou com o Conselho de Segurança Alimentar Nutricional (Consea), criado em 1993, extinto dois anos depois, e recriado por Lula em 2003, assim que assumiu a presidência da República, em 2019.

Bolsonaro ainda continuou o desmonte das políticas públicas importantes que atendiam aos mais vulneráveis, iniciado por Michel Temer (MDB-SP), logo após o golpe de 2016.

Esses desmontes, mais do que a pandemia da Covid-19, são os responsáveis pela situação de miséria da população mais vulnerável, avaliam a ex-ministra de Combate à Fome, Tereza Campello, o ex-presidente do Consea, Francisco Menezes, e o diretor de Ciência e Tecnologia do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf) , Mário Artemio Urchei.

Os três reforçam que o alto índice de desemprego que atinge 14,7% da população, a manutenção do mesmo valor do Bolsa Família, a alta da inflação, especialmente dos alimentos e a redução do auxílio emergencial de R$ 600 para R$ 150, em média, são, mais do que a pandemia, responsáveis pelo aumento da fome durante o governo Bolsonaro.

“A pandemia sozinha não causou o crescimento da fome, ela só aumentou a gravidade do que já vinha ocorrendo, com o desmonte de políticas públicas”, diz Menezes.

Tereza Campello reforça que o problema está nos governos posteriores aos do PT. Para ela, fome é resultado do agravamento do desemprego , que já havia piorado antes da pandemia.

“Em janeiro de 2020 já eram 11 milhões de desempregados, a economia já tinha estagnado, já existia o desmonte do Consea, do SUS, da assistência social, e a população ainda ficou três meses sem o auxílio emergencial”, diz Tereza.

Quem perdeu o emprego e ficou sem auxílio já vendeu a TV, a bicicleta, gastou as reservas para comer, e está morando nas ruas
- Tereza Campello

A afirmação da ex-ministra é comprovada por pesquisas que mostram que desde o governo do golpista Michel Temer até hoje, a fome e a insegurança alimentar leve e moderada no país só aumentaram.

A pesquisa “Orçamento Familiares, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”, que abrangeu os anos do governo Temer, de 2017/2018, mas publicada somente em 2020, mostra que comparando com 2013, a insegurança alimentar leve teve um aumento de 62,2%. Entre 2013 e 2018, houve aumento das prevalências dos graus mais severos. A insegurança alimentar moderada subiu 76,1% e a mais grave (fome), 43,7%. A pesquisa é feita a cada cinco anos, e por isso compara o ano de 2013 com 2018. 

Outra pesquisa mais recente feita no ano passado, com a mesma metodologia do IBGE, mostra que no governo Bolsonaro a fome também avançou. O Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Penssan), feita pelo Instituto Vox Populi, mostra que mais da metade da população convive com algum grau de insegurança alimentar leve, moderada ou grave.

Do total de 211,7 milhões de pessoas, 116,8 milhões estão nesta situação. Destes, 43,4 milhões não contavam com alimentos em quantidade suficiente para atender suas necessidades (moderada ou  grave). Tiveram que conviver e enfrentar a fome, 19 milhões de brasileiros.

Penssan

Segundo Francisco Menezes, esta última pesquisa é importante porque abrange o ano de 2020, da pandemia, e o período em que o governo reduziu o valor do auxílio emergencial.

“Se considerarmos as três modalidades de insegurança alimentar: leve, moderada e grave, mais da metade da população brasileira está em situação de insegurança alimentar, e esses índices devem aumentar quando for pesquisado o ano de 2021, diz Francisco Menezes.

Medidas de combate à fome

A ex-ministra Tereza Campello ressalta que não é pedindo donativos que a fome vai desaparecer. São as políticas públicas que precisam ser retomadas. Para ela, a caridade, a filantropia e a solidariedade são importantes, mas o nível de drama por que o país passa, essas atitudes são insuficientes.

“Ninguém consegue com solidariedade enfrentar esta dimensão, não resolve nem 10% do problema. A fome atinge mais brasileiros do que a população da Argentina inteira. Quando se fala em insegurança alimentar estamos falando de crianças que passam fome e quem não come o suficiente passa fome também”.

Para ela, só com politicas públicas emergenciais, como a retomada do auxílio em R$ 600, bandeira também defendida pela CUT, e ações da alimentação escolar, com a retomada da aquisição de alimentos e outras políticas estruturais, a fome poderá ser reduzida.

“O governo além de reduzir o valor, excluiu 29 milhões de pessoas do auxílio emergencial. A economia não retomou para que tanta gente fosse retirada do programa”, critica Campello, ao lembrar que caiu de 68 milhões para 39 milhões,  o número de pessoas que recebem o auxílio emergencial.

O controle dos preços dos alimentos básicos como o arroz e o feijão e a entrega de alimentos nas escolas são defendidos por Francisco Menezes,  como forma de atenuar a fome dos brasileiros.

“Estão vendendo arroz e feijão quebrados, as escolas deixaram de fornecer alimentação para as crianças. É preciso que essas crianças voltem a ser atendidas com comida. Dar um voucher para a mãe não resolve porque ela não vai conseguir comprar no mercadinho perto da casa dela, o mesmo tipo de alimentação que a escola oferece”, defende Menezes.

Fome leva brasileiros a comprar arroz quebradinho e o feijão bandinha

A compra do arroz quebradinho e do feijão bandinha (também quebrado), como são conhecidos esses produtos de segunda linha sempre existiu, mas agora com a disparada dos preços dos alimentos e a crise econômica,  agravada pela pandemia, se tornou evidente, diz o diretor de Ciência e Tecnologia do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf) e pesquisador da Embrapa, Mário Artemio Urchei.

Ele explica que o valor nutricional desses alimentos é o mesmo dos demais, mas que o aumento da venda desses produtos que são destinados, na maioria das vezes, à alimentação animal, mostra a que ponto chegou a  exclusão e a concentração de renda no Brasil.

O Brasil tem 215 milhões de cabeças de gado, o mesmo número da população, é também um dos maiores produtores de carne suína, de aves, de soja e milho do mundo, e ainda assim aumenta a fome e a miséria com gente comendo osso de boi. Isto é assustador
- Mário Artemio Urchei

Segundo o dirigente, isto é resultado da concentração de terra, da falta de políticas para a reforma agrária, de recursos para a agricultura familiar, que não é o agronegócio.

“A agricultura familiar está sem apoio, sem crédito, os recursos do PNAE [Programa Nacional de Alimentação Escolar]caíram quase a zero. Se somarmos a isto às queimadas no Pantanal e o desmatamento da Amazônia e as consequências climáticas dos ataques ao meio ambiente, teremos um futuro ainda incerto”, diz Mário.

O diretor do Sinpaf , ressalta que somente o papel da Embrapa, de pesquisas para o aumento da produção e da diminuição dos custos na agricultura não são suficientes para resolver a fome. É preciso políticas de estoques de alimentos.

“ Apesar da pesquisa na agropecuária, se não houver políticas públicas que retomem a economia, que gere empregos para os quase 15 milhões de desempregados, os seis milhões de desalentados e os 34 milhões de brasileiros na informalidade, a fome vai continuar batendo na porta, por culpa

Combate à fome era prioridade nos governos do PT

Desde que Lula assumiu  sua prioridade foi o enfrentamento à fome, diz o ex- presidente do Consea.

O sucesso de Lula no combate à fome foi ter fortalecido o emprego formal, com carteira assinada, o que reduziu a extrema pobreza, e a política de valorização do salário mínimo, além das políticas de segurança alimentar com a aquisição de alimentos da agricultura familiar e da reformulação do PNAE
- Francisco Menezes

Já no governo Dilma, segundo Menezes,  a dificuldade imposta por boa parte do Congresso Nacional, que já preparava o impeachment ,acabou por reduzir drasticamente o orçamento, e o que se viu após o golpe foi a aprovação do Teto de Gastos Públicos que congelou até 2036 os investimentos do governo.

“ Nos anos seguintes começou a crescer a pobreza e a extrema pobreza aceleradamente, e mesmo assim o governo Bolsonaro mantem o mesmo orçamento para o Bolsa Família. Se há mais pobres, mais miseráveis é preciso que cresça o orçamento do programa”, afirma o ex-presidente do Consea.

Bolsonaro deve esperar até o ultimo dia para reajustar o Bolsa Família, em função da eleição de 2022
- Francisco Menezes

O Mapa da Fome

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) considera como indicador do Mapa da Fome , quando 5% ou mais da população de um país, estão em situação de subalimentação. O Brasil saiu do Mapa da Fome em 2014, no governo Dilma Rousseff ( PT).

“ A FAO ainda não fez nova pesquisa sobre a fome no Brasil, mas a julgar pelos índices pesquisados pelo IBGE, posso afirmar que voltamos ao mapa da fome”, diz Francisco Menezes, que hoje atua como consultor de políticas públicas da Action AID, uma federação que congrega diversas ONGs pelo mundo.

O país vive uma regressão, uma tolerância em relação à fome, pela atuação criminosa deste governo
- Francisco Menezes

A fala de Deyvid Bacelar, coordenador geral da FUP, marca a mobilização dos petroleiros de norte a sul do país nas manifestações deste 24 de Julho pelo impeachment de Bolsonaro e o fim do genocídio da população brasileira

[Da Assessoria de Comunicação da FUP | Foto: Daniela Dacorso]

De norte a sul do país, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Sindicatos dos Petroleiros (Sindipetros) afiliados estão participando das manifestações deste sábado (24/7) convocadas por movimentos sociais pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A FUP e seus sindicatos participaram ativamente da organização das manifestações em todos os estados onde atuam.

A mobilização ganhou ainda mais força diante das recentes ameaças feitas pelo ministro da Defesa, general Braga Neto, e comandantes das Forças Armadas ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL), condicionando as eleições presidenciais de 2022 ao retorno do voto impresso.

“Para Bolsonaro, não basta o genocídio da população brasileira que ele e seus comandados estão promovendo no país, com atrasos calculados e corrupção explícita na compra de vacinas, com a CPI da Covid está provando. O presidente grita contra a democracia, tenta articular um golpe por saber que sua derrota nas urnas em 2022 é certa. Os brasileiros e as brasileiras não aguentam mais morrer de Covid, passar fome, perder emprego e renda, ver a inflação subindo todos os meses, pagar caríssimo por gás de cozinha, gasolina, óleo diesel e energia elétrica e ainda estar perto de viver um novo apagão, como aconteceu em 2001. A democracia está sendo ameaçada todos os dias, e estamos nas ruas em defesa da democracia, apesar da pandemia”, afirma o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, presente na manifestação realizada nesta manhã no Centro do Rio de Janeiro. Veja as fotos abaixo:

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Os petroleiros estão nas ruas desde às 8h, quando começaram a se concentrar em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Até o fim da tarde deste sábado, a FUP e seus sindicatos vão participar de manifestações em diversas cidades do Amazonas, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (saiba mais aqui).

“O povo brasileiro já não aguenta mais tanta omissão, que, na verdade, parece ser um projeto muito bem articulado e calculado de extermínio das pessoas mais pobres, de aumento da miséria, de desesperança. Bolsonaro já deu centenas de provas de que não governa para a população brasileira, mas sim para seus interesses, para sua família e seus amigos. Estamos nas ruas com medo do coronavírus, mas temos mais medo ainda do que pode acontecer neste país até 31 de dezembro de 2022, se este genocida continuar no poder. Por isso é fundamental pressionar Arthur Lira para colocar o impeachment de Bolsonaro na pauta da Câmara”, reforça Bacelar. 

Acompanhe a cobertura completa dos atos deste sábado no Twitter da FUP: @FUP_Brasil

Publicado em Movimentos Sociais

Tem atos pelo impeachment de Bolsonaro marcados em todas as capitais, no DF e em centenas de cidades do Brasil e do exterior. Confira a lista e participe

[Da redação da CUT]

Explodiram os números de atos pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL) confirmados entre quinta-feira (22) e sexta-feira (23). Neste sábado (24), as pessoas irão as ruas pedir a destituição de Bolsonaro em mais de 430 cidades do Brasil e do exterior.

Tem ato pelo #ForaBolsonaro marcado em todas as capitais e no Distrito Federal, além de cidades do países como Alemanha, Estados Unidos, Canadá, Portugal e França.


Leia também: 

É neste sábado: FUP e sindicatos nas ruas por "Fora Bolsonaro". Veja os locais dos atos


Confira aqui o guia de segurança contra a Covid-19 antes de ocupar as ruas.

E reveja a pauta dos atos que, além do impeachment de Bolsonaro, reafirma as bandeiras de luta prioritárias da CUT neste dia. 

a) Luta contra as privatizações;

b) Luta contra a reforma Administrativa;

c) Reforma Tributária Justa Solidária e Sustentável;

d) Por salário, emprego, trabalho decente e renda;

e) Contra a inflação, carestia e a fome;

f) Vacina para todos;

g) Auxílio emergencial de R$ 600;

e) Defesa da agricultura familiar e luta por segurança e soberania alimentar. 

Confira onde já tem atos marcados

Acre 

. Rio Branco - às 15h, na Gameleira 

Amazonas

. Manaus - às 15h, na Praça da Saudade

. Itacoatiara - às 16h30, no Mirante (ao lado da Pizzaria Panorama) |

Alagoas

Maceió – às 9h tem concentração na Praça Multieventos

. Arapiraca - às 9h, na Praça da PAroquia Sagrado Coração de Jesus

. União dos Palmares – às 9h, na Rua XV de Novembro (semáforo Globo)

. Delmiro Gouveia -  às 9h, na Praça do Coreto

. Palmeira Dos Índios - às 9h, na Praça da Igreja São Cristovão

Amapá

Macapá – às 16h, na Praça da Bandeira

Bahia

Salvador – às 10h tem início uma passeata em Campo Grande rumo Praça Castro Alves.

. Alagoinhas - às 9h, na Praça Ruy Barbosa

. Amargosa - às 9h, na Praça dos Correios

. Barreira - às 9h, na Praça Castro Alves

. Cachoeira - às 9h, caminhada na Av. 25 de Junho

. Cruz das Almas - às 9h, na Praça Senador Temístocles (em frente à prefeitura)

. Eunápolis - às 8h, na Praça do Pequi (com arrecadação de alimentos) 

. Feira de Santana – às 9h, em frente à Prefeitura

. Ilhéus – às 9h, panfletagem ao lado do BIG-Meira no Malhado (entrada na Feira Popular) e às 12h30, caminhada Praça da Irene (Av. Soares Lopes)

. Ipiaú - às 10h, no Honório 

. Itabuna - às 9h, no Jardim do Ó

. Itapetininga - às 9h30, em frente à sede da prefeitura 

. Jacobina - às 18h, na Praça Rio Branco 

. Jequié - às 9h, na Praça Luis Viana

. Paulo Afonso – às 9h, na Igreja N.Sra do Perpétuo Socorro

. Porto Seguro - às 15h, no Trevo do Cabral

. Ribeira do Pombal - às 17h, na Praça da Juventude

. Santa Cruz Cabrália - às 9h, no Monumento do Indio, Coroa Vermelha

. Santo Antonio de Jesus - às 14h, carreata Estádio S.A de Jesus

. Ribeira do Pombal - às 17h, na Praça da Juventude 

. Serrinha – às 9h, na Praça Centenário

Ceará

Fortaleza - às 15h, tem ato na Praça Portugal

. Baturité – às 8h, na Praça da Matriz

. Caucaia – às 8h, na Praça da Matriz

. Crateús – às 17h30, carreata pela ruas da cidade

. Icó - às 16h, no Teatro da Ribeira dos Icós

. Iguatu – às 16h, na Praça das Crianças

. Itaiçaba – às 9h, no Mercado Público

. Juazeiro do Norte – às 8h, na Região do Cariri - Rua São Pedro

. Maracanaú – às 16h, na Praça da Estação

. Nova Morada – às 7h30, na Praça Eduardo Girão (Girilândia)

. Pentecoste - às 17h30, na Praça do CSU

. Quixadá - às 8h, na Praça José de Barros

. Tianguá – às 8h, na Praça dos Eucaliptos 

Distrito Federal

Brasília – às 15h, concentração, no Museu da República, e, às 16h, marcha rumo ao Congresso Nacional

Espírito Santo

. Vitória – às 14h, na Praça Jucutuquara (IFES de Vitória)

. Colatina - às 10h30, na Praça Sol Poente

. Marataízes - às 15h, na Rotatória da Barra

. São Mateus - às 10h, na BR 101 Canteiro Central entrada do Bairro Vila Nova

Goiás

Goiânia – às 9h tem ato na Praça do Trabalhador

. Alvorada do Norte - às 9h, na Praia do Povo        

. Anápolis - às Praça Americana do Brasil  e, às 10h, na Praça Dom Emanuel

. Aparecida de Goiânia - às 7h30, ao lado Terminal Veiga Jardim | 7h30

. Catalão – às 9h, na Praça Getúlio Vargas

. Cidade de Goiás – às 9h30, carreata na Praça do Chafariz

. Goianésia - às 15h, na Avenida Ulisses Guimarães

.  Ipameri - às 15h30, carreata saindo da Praça da COAB 

. Iporá  - às 9h, no Lago Por do Sol | 9h

. Jataí - às 8h30, no Centro cultural Dom Benedito Dominos Cóscia

. Rio Verde - às 14h30, na Praça da Matriz

Maranhão

. São Luís - às 9h tem ato na Praça Deodoro

. Açailândia - às 8h, na Praça do Pioneiro

. Bacabal - às 8h, na Praça Catulo da Paixão Cearense

. Imperatriz - às 9h, na Praça de Fátima

. Pinheiro - às 8h, na Praça José Sarney

Mato Grosso

. Cuiabá - às 09h, carreata saindo da guarita o1 da UFMT e, às 15h, ato político na Praça Alencastro

. Barra do Garça – às 8h30, na Praça Sebastião Jr.

. Juína - às 17h30, na Praça da Bíblia

. Rondonópolis - às 15h, no Parque Universitário em frente ao Senai

.Tangará da Serra - às 8h, na Rotatória do Cristo Redentor 

Mato Grosso do Sul

Campo Grande – às 9h, na Praça do Rádio

. Aquidauana – às 9h, na Praça dos Estudantes

. Corumbá – às 9h, na Praça Central

. Jardim - às 9h30, na Praça do Encontro (Calçadão) 

. Nova Andradina - às 9h, na Praça do Museu

. Ponta Porã – às 8h, no Minhocão (Antiga Praça Lício Borralho)

Minas Gerais

Belo Horizonte – às 13h30, na Praça da Liberdade

. Alfenas – às 9h, na Praça Getúlio Vargas

. Almenara - às 8h30, na Praça do Bairro São Pedro 

. Araguari – às 8h30, na Praça Farid Nader

. Araxá – às 9h, no Estádio Fausto Alvim

. Barbacena – às 10h, na Praça do Rosário

. Betim – às 8h30, no Viaduto Jacintão

. Brumadinho – às 9h, na Av. Vigilato Braga esquina com Quintino Bocaiúva

. Campo Belo – às 10h, na Praça dos Expedicionários

. Cataguases – às 8h30, na Praça Catarina

. Conselheiro Lafaiete – às 13h, na Prefeitura

. Diamantina - às 14h, na Praça do Mercado Velho

. Divinópolis – às 9h, na Rua São Paulo

. Extrema – às 11h, na Praça Getúlio Vargas

. Governador Valadares - às 9h, na Praça do Emigrante (Shopping)

. Formiga - às 10h, na Praça Ferreira Pires

. Frutal - às 9h30, na Concha acústica do Calçadão

. Itabira - às 10h, na Rodoviária 

. Itabirito - às 9h, em frente a sede da prefeitura 

. Itajubá – às 10h, na Praça Wenceslau Braz | 10h

. Itaúna – às 9h, na Praça da Matriz

. Jampruca – às 9h, na Igreja Católica

. Januária - às 8h, no antigo depósito da Coca Cola

. Jequitinhonha - às 7h30, em frete ao Banco do Brasil 

. Juiz de Fora – às 10h, na Parque Halfeld

. Lavras –  às 10h, na Praça Dr. Augusto Silva

. Leopoldina - às 10h, na Praça General Osório

. Mariana – às 9h, no Centro de Convenções

. Montes Claros - às 9h, na Praça da Catedral 

. Muriaé – às 11h30, na Antiga Prefeitura

. Nova Era - às 9h, na Rotatória da Rua Itabira com a Gov. Valadares

. Nova Lima - às 10h, na Praça Bernardino de Lima

. Ouro Branco - às 9h, na Av. Mariza  

. Ouro Preto – às 9h30, no Alto da Cruz

. Passos – às 16h30, na Estação Cultura

. Patos de Minas - às 9h, na Praça do Coreto

. Patrocínio - às 15h, na Praça Santa Luzia

. Pirapora - às 9h30, na Praça Cariris

. Poços de Caldas – às 16h, na Estação Cultura; e às 16h, na Praça José Affonso Junqueira

. Ponte Nova – às 9h, na Praça Palmeiras

. Raposos – às 19h, na Praça da Estação

. Ribeirão da Neves – às 9h30, na Praça de Neves

. Santa Bárbara - às 10h, na Praça Leste de Minas

. Santos Dumont – às 10h30, na Praça Cesário Alvim 

. São João del Rei – às 10h, na Praça Matozinhos

. São Lourenço - às 17h, na Praça Brasil 

. São Sebastião do Paraíso – às 16h, na Casa da Cultura

. Serra do Cipó – às 10h, na Pracinha do Cipó 

. Sete Lagoas – às 9h, na Pça Tiradentes

. Timóteo – às 8h30, na Fundação Aperam

. Tiradentes – às 9h, em frente à Matriz | 9h

.  Tumiritinga  às 9h, na- Praça da Igreja matriz

. Ubá - às 13h, na Praça Guido

. Uberaba – às 10h30, na Praça Rui Barbosa

. Uberlândia – às 9h30, na Praça Ismene Mendes (Antiga Tubal Vilela)

. Viçosa – às 09h30, na 04 pilastras da UFV | 09h30

. Visconde do Rio Branco – às 10h, na Praça 28 de setembro

Pará

Belém - às 8h, na Praça da República

. Altamira – 08h, em frente a Celpa Equatorial

. Barcarena - às 10h, no Sindiquimicos

. Bragança - às 08h, na Praça das Bandeiras

. Capanema - às 8h, em frente à agência bancária do BASA

. Itaituba - às 14h, no Residencial Wirlande Freire, quadra 40  Nº 971

. Marabá - às 16h, na Praça da Z30, Orla 

. Santarém - às 16h, na Praça São Sebastião 

Paraíba

. João Pessoa - às 09h, carreata e caminhada do Mercado Público de Mangbeira até a Praça da Paz 

. Cajazeiras - às 9h, na Praça das Oiticicas

. Campina Grande – às 8h30, na Praça da Bandeira

. Cajazeiras - às 9h, na Praça das Oiticicas

. Patos – às 8h, na Praça João Pessoa (CEPA)

. Sousa – às 7h, caminhada e carreata na Praça da Estátua (Rua Cônego José Viana, Estação Ferroviária)

Paraná

Curitiba – às 14h, na Santos Andrade, com arrecadação de alimentos

. Antonina - às 10h, na Rua XV de Novembro (próximo a Rodoviária)

. Apucarana – às 10h, na Av. Curitiba

. Cascavel – às 14h30, em frente a Catedral

. Dois Vizinhos – às 16h, na Praça Ari Muller

. Foz do Iguaçu – às 11h30, na Praça da Paz

. Francisco Beltrão – às 9h, na Praça Central

. Guarapuava – às 10h30, na Praça Cleve

. Iporã - às 9h, no Lago Pôr do Sol 

. Irati – às 15h, no Parque Aquático

. Londrina – às 15h, no Teatro Ouro Verde

. Maringá - às 14h, na Praça Raposo Tavares

. Matinhos – às 14h, na Rotatória (com arrecadação de alimentos)

. Paranaguá – às 14h, na Praça dos Leões (Centro)

. Pato Branco - às 14h, na Praça da Matriz

. Pinhais – às 15h, na frente da Prefeitura

. Ponta Grossa - às 15h, na Praça Barão de Guaraúna 

. Pontal do Paraná – às 10h, carreata Pontal do Sul em direção à praia de leste

. Toledo - às 10h, no Jardim Copagro 

. Umuarama – às 15h, na Praça Arthur Thomas

Piauí

Teresina - 8h tem concentração na Praça Rio Branco

. Altos - às 8h, na Praça Cônego Honório 

. Floriano - às 8h, na Praça Coronel Borges 

. Parnaiba - às 16h, na Av. Pinheiro Machado x Samuel Santos 

. Piripiri - às 9h, na Praça da Bandeira

. Picos – às 7h30, na Praça Félix Pacheco (Centro)

. Piripiri - às 9h, na Praça da Bandeira 

. São Raimundo Nonato - Praça do Relógio

Pernambuco

Recife – às 10h, cocentração no Derby, às 11h tem inicio a caminhada em direção a Avenida Guararapes

. Arcoverde – às 9h, na Praça da Bandeira 

. Belém de São Francisco - às 15h, na Praça das Calcinhas  

. Bezerros – às 9h, no Anfiteatro atrás da Igreja da Matriz

. Caruaru – às 9h, em frente à sede do INSS

. Escada - às 9h30, na Praça do Agricultor

. Garanhuns – às 9h, na Fonte Luminosa

. Goiana – às 7h, na Igreja dos Pretos Velhos

. Igarassu - às 15h, na Pracinha Saramandaia 

. Palmares – às 9h, na Praça Paulo Paranhos

. Petrolândia – às 7h30, no Polo e SRT

. Petrolina – às 9h, na Praça da Catedral

. Santa Cruz do Capibaribe - às 14h30, no Coreto da Av. Padre Zulzinho (Centro)

. São José do Egito – às 8h, Ato unificado Sertão do Pajeú na Feira Livre Central

. Serra Talhada – às 10h, no Pátio da Feira

.  Vitória de Santo Antão – às 9h30, em frente ao Banco do Brasil 

Rio de Janeiro

. Rio de Janeiro, às 10h, concentração no Monumento Zumbi dos Palmares, no centro da cidade, depois caminhada pela Avenida Presidente Vargas até a Candelária.

. Angra dos Reis -  às 10h, na Praça do Papão, Centro

. Armação de Búzios - às 16h, na Praça da Escola Nicomedes  (Em frente ao Porto da Barra)  

. Barra de São João - às 10h, na Praça As Primaveras 

. Barra do Piraí – às 9h, na Praça Nilo Peçanha

. Barra Mansa - às 10h30, concentração em frente ao Brasmil e caminhada até a Praça da Matriz

. Búzios – às 16h, na Praça da Escola Nicomedes (Em frente ao Porto da Barra)

. Cachoeiras de Macacu – às 9h, passeata Praça Duque de Caxias (Caixa Econômica) em direção à Prefeitura

. Campos – às 10h, na Praça  São Salvador

. Macaé  às 9h30, na- Praça Veríssimo de Melo

. Magé - às 10h, na Praça Nilo Peçanha (Prefeitura)

. Miguel Pereira Centro, às 12h, em frente à Fornemat

. Nova Friburgo – às 14h, na  Praça Getúlio Vargas

. Nova Iguaçu – às 10h, na Praça dos Direitos Humanos via Light

. Paty dos Alferes – às 10h, na Praça do Fórum

. Petrópolis - às 11h, na Praça da Inconfidência

. Resende – às 10h, no Mercado Popular

. Rio das Ostras – às 8h, carreata Escola Municipal Cidade Praiana e, às 10h, ato na  Praça Bangu

. São Fidélis, às 10h, na Praça Guilherme Tito de Azevedo

. Teresópolis, às 9h, concentração na Praça do Sakura, depois passeata na Calçada da Fama

. Três Rios – às 16h, na São Sebastião

. Valença - às 09h30, no Jardim de Cima

. Vassouras – às 10h, na Praça Eufrásia Teixeira Leite

. Volta Redonda - às 9h30, na Praça do Cantinho (Embaixo do Viaduto perto do Auê House) Av. Amaral Peixoto 

Rio Grande do Norte

. Natal – às15h, na Midway

. Caicó – às 7h30, na Praça da Alimentação

. Ceará-Mirim – às 7h30, concentração para carreata na Igreja Matriz

. Extremoz – às 5h30, ato em frente a Câmara Municipal na sexta, 23

. João Câmara – às 8h, na Praça Baixa-Verde

. Macau – às 8h, no Mercado Público

. Montanhas - às 8h, aguardando local 

. Mossoró – às 8h, na Arte da Terra até a Praça do Pax

. Parnamirim – às 9h, aguardando informações

. Pureza – às 9h, no Distrito de Bebida Velha (1º/8) e às 19h, na Comunidade de Olho Dágua, às 19h (Ato em 31/07)

, Parnamirim - às 9h, na Praça Paz de Deus (Centro) 

Rio Grande do Sul

Porto Alegre – às 15h, Marcha dos 100 mil, com concentração no Largo Glênio Peres.

. Alegrete - Praça Nova | 14h30

. Alvorada - Parada 43 | 9h

. Arroio do Sal -  às 15h, no Calçadão

. Bagé - Praça do Coreto | 14h30

. Balneário Pinhal - Praça Cidadão | 10h

. Bento Gonçalves - Praça Vico Barbieri | 9h30

. Caçapava do Sul - Praça do Noca | 14h

. Cachoeira do Sul - às 14h, na Praça José Bonifácio 

. Cachoeirinha – às 10h, em frente à Caixa Econômica Federal 

. Campo Bom – às 10h, na Praça João Blos 

. Camaquã – às 9h30, na Esquina Democrática

. Canela – às 15h30, no Parque do Palácio 

. Canoas – ás 10h, na Praça do Avião 

. Carazinho - ás 10h, na Praça Albino Hilebrand 

. Caxias do Sul – às 13h30, na Praça das Feiras

. Cruz Alta - em frente à Câmara Municipal | 10h

. Encruzilhada do Sul - Panfletagem centro da cidade | 10h

. Frederico Westphalen – às 9h30, na Praça da Matriz 

. Garibaldi – às 9h30, na esquina da Buarque com a Independência 

. Gravataí – às 10h, em frente à Prefeitura

. Guaíba - em frente à Prefeitura | 10h

. Ibirubá - Monumento ao Imigrante | 15h

. Igrejinha - às 9h, em frente à Prefeitura

. Ijuí - Praça da República | 10h

. Imbé - Ponte Giuseppe Garibaldi | 14h

. Jaguarão - Pista de Skate, ao lado do ginásio Ferrujão | 14h

. Lajeado – às 15h, no Parque dos Dick

. Montenegro - Praça dos Ferroviários | 10h

. Novo Hamburgo – às 10h, na Praça do Imigrante (Centro)

. Osório – às 10h, na Rua Marechal Floriano ao lado da Igreja

. Palmeira das Missões – às 9h, no Largo Alfredo Westphalen 

. Passo Fundo – às 15h, na Praça da Mãe 

. Pelotas – às 10h30, caminhada Mercado Público

. Rio Grande - Largo Dr. Pio | 11h

. Rosário do Sul - João Brasil esq. Barão do Rio Branco Z 10h

. Santa Cruz do Sul - às q5h, na Praça da Bandeira 

. Santa Maria – às 13h30, na Praça Saldanha Marinho

. Santa Rosa - Praça 10 de Agosto - Drive Thru Solidário | 11h 

. Santa Vitória do Palmar - Esquina do Correio | 14h

. Santana do Livramento - Parque Internacional | 10h

. Santiago - Esquina Democrática | 10h

. Santo Ângelo - Praça da Redemaq - carreata | 15h

. Santo Antônio da Patrulha - Praça da Boa Viagem | 9h30

. Sapucaia do Sul – às 13h, no Calçadão 

. São Borja - às 15h, na Praça XV

. São Francisco de Paula - às 10h, na em frente ao Banrisul na Avenida Julio de Castilhos

. São Leopoldo - Estação São Leopoldo (Trensurb) | 14h

. Sapucaia do Sul – Calçadão | 13h

. Torres - Praça XV | 15h

. Três Passos – BR 468, Trevo de acesso à Tiradentes do Sul | 15h

. Uruguaiana - às 14h, no Parcão

. Venâncio Aires - Serfest - carreata | 9h15

. Viamão - Santa Isabel - Av. Walter Jobim | 10h

Rondônia

Porto Velho, às 8h30 tem ato na praca CEU (Centro de Esportes e artes unificado), Rua Antônio Fraga Moreira 8250, em frente à escola Daniel Néri. E,  às 16h, tem ato no Campo Florestão, Avenida Jatuarana

. Ariquemes - às 9h, no Espaço Alternativo

. Guajará-Mirim – às 9h, no Parque Circuito

. Ji-Paraná – às 8h30, na Casa do Papai Noel

. Guajará-Mirim - às 9h, no Parque Circuito

Roraíma

Boa Vista – às 9h, na Praça Germano Sampaio (Pintolândia)

Santa Catarina

Florianópolis – às 13h, no Largo da Alfândega

. Araranguá – às 10h, no Relógio do Sol

. Balneário Camboriú – às 15h, na Regional - Praça Almirante Tamandaré

. Blumenau – às 15h, na Praça Dr. Blumenau

. Brusque  - às 10h, na Ponte Estaiada

. Chapecó – às 14h, em frente à Catedral

. Concórdia - às 15h, na Esquina da Dr. Maruri com calçadão - 15h

. Criciúma – às 9h30, na Rua da Arquibancada (ao lado do Parque das Nações)

. Garopaba - às 15h, na Rua Álvaro E. dos Santos

. Jaraguá do Sul – às 9h, na Praça Ângelo Piazera

. Joinville – às 9h30, na  Praça da Bandeira

. Lages – às 10h,  na Praça João Costa, no Calçadão

. Laguna - às 9h30, no Cais do Porto 

. Lebon Régis – às 10h, no Trevo da entrada da cidade 

. Mafra - às 17h30, em frente aos Correios

. Rio do Sul – às 9h30, na Praça da Catedral

. São Bento do Sul - às 19h, na escadaria da Igreja Matriz

. São Francisco do Sul - às 14h30, em frente à Igreja Matriz

. São Miguel do Oeste - às 10h, no Trevo de acesso a Maravilha

. Tubarão – às 14h, na Praça da Igreja (Matriz das Oficinas)U

São Paulo

São Paulo, às 15h, tem ato na Avenida Paulista, em frente ao MASP

. Americana - às 9h, na Praça Comendador Müller

. Araçatuba – às 10h, na Praça Ruy Barbosa

. Araraquara, às 10h, na Praça Santa Cruz e às 14h, na Praça Scalamandré Sobrinho

.  Arujá - às 10h30, na Praça Dalila Barbosa 

. Avaré - ás 10h, no Largo do Mercado 

. Barueri – às 13, no Boulevard de Barueri

. Bauru – às 9h, passeata Praça Rui Barbosa | 9h

. Botucatu – às 15h, em Emílio Pedutti

. Cajamar - às 9h, no pontilhão da Jordanésia

. Campinas – às 10h, no Largo do Rosário

. Cananéia - às 15h, na Praça Martim A. de Souza 

. Caraguatatuba - às 15h, na Praça Cândido Mota

. Carapicuíba – às 10h, na Cohab II, Feira da Av. Brasil com Escola Edgar de Moura Bitencourt

. Cotia – às 13h, na Praça Joaquim Nunes (ao lado do Cemitério)

. Cubatão - às 9h, no Parque Anilinas (em frente ao Banco do Brasil)

. Cunha – às 10h, na  Praça do Rosário

. Diadema – às 10h, faixaço saída de frente do Sindema (Av. Antônio Piranga, 1156 - Centro)

. Fernandopolis - às 10h, na Praça da Matriz

. Franca - às 10h, carreata Parque Fernando Costa até o Terminal Central de De Integração

. Guaratinguetá - às 10h, na Praça Treze de Maio 

. Guarulhos - às 13h, na Praça Tereza Cristina

. Ibitinga - às 15h, na Praça João Abrão

. Ilha Bela – às 15h, na Praça da Mangueira

. Indaiatuba – às 14h, na Av. Francisco de Paula Leite em frente ao Portão 4 SESI

. Itanhaém – às 10h, no Calçadão da Praça Narciso Andrade

. Itapeva – às 10h30, na Praça Anchieta

. Itaquaquecetuba – às 10h, na Praça Padre João Alvares - centro

. Itapetininga - às 9h30, em frente à Prefeitura 

. Itatiba - às 10h, na Praça da Bandeira

. Jacareí – às 9h30, no Pátio dos Trilhos

. Jaguariúna – às 10h, na Praça da Matriz

. Jandira – às 10h, na Estação de Trem de Jandira

. Jundiaí – às 9h30, em frente à Câmara Municipal

. Hortolândia – às 9h, em frente à delegacia (Pq dos Pinheiros) e, às 18h30 desta sexta, na Praça São Francisco de Assis, em frente a igreja matriz da Vila Real 

. Leme - às 10h, na Praça Maria Joaquina Av. 29 de agosto, 27

. Lençois Paulista - às 15h, na Concha Acústica

. Limeira - às 10h, na Praça Toledo de Barros 

. Lorena – às 9h, na Praça Arnolfo Azevedo

. Mairiporã – às 10h, na Praça do Rosário

. Marília – às 9h, tem bicicletada na Praça da Emdurb e, às 10h, ato na ilha da Galeria Atenas

. Mogi das Cruzes - às 9h30, no Largo do Rosário

. Osasco, às 12h30, no Largo do Osasco em frente à Estação CPTM

.  Paulínia - às 9h, na Av. José Paulino (em frente a Igreja São Bento)

. Peruibe - às 10h, na Praça Flórida (ao lado do Mc Donald's) 

. Pindamonhangaba – às 9h, na Praça 7 de Setembro (Com arrecadação de alimentos e agasalhos)

. Piracaia - às q5h, na Praça do Rosário

. Piracicaba - às 10h, nó TCI Terminal Central de Integração

. Piraju - às 15h, na Praça Ataliba Leonel

. Praia Grande - às 10h, na Praça Dr. Roberto Andraus - OCIAN

. Presidente Prudente –  às 9h30, em frente ao antigo Procon (Rua Júlio Tiezzi

. Registro - às 15h, na Praça dos Expedicionários

. Ribeirão Pires – às 13h, esquenta pra Paulista entre a estação e a Rodoviária 

. Ribeirão Preto – às 9h, na Esplanada Teatro Pedro II

. Rio Claro - às 15h, na Praça Dalva de Oliveira

. Salto – às 9h30, na Praça XV | 9h30

. Santos – às 16h, ato Unificado Baixada Santista Pça Independência

. São Bernardo – às 10h, na Praça da Matriz

. São Carlos – às 10h, no Mercadão

. São José do Rio Preto – às 15h, na Avenida Andaló (em frente à Prefeitura)

. São José dos Campos - às 9h, na Praça Afonso Pena

. São Luiz do Paraitinga - às 15h, carreata saindo do Bairro do Orris

. São Roque - ás 10h no Largo dos Mendes

. São Sebastião - Em frente ao Santander (*Aguardando Infos)

. Serra Negra – às 13h30, carreata com saída na Casco de Ouro

. Sorocaba – às 10h, na Praça Coronel Fernando Prestes (Catedral)

. Sumaré - às 17 de hoje, sexta, ato na  Av. Júlia Vasconcelos Bufarah, rua da estação de trem 

. Suzano – às 10h, na Rua Emília Barradas Simões, 33 - Cidade Miguel Badra (próximo ao mercado Pacheco)

. Taubaté – às 9h, na Av. do Povo (Bolsão - com arrecadação de alimentos e roupas)

. Ubatuba – às 16h, na Estátua do Caiçara-Trevo

. Valinhos - às 8h, na Prefeitura

. Vinhedo - às 1hh, na Praça Sant´Anna 

. Votuporanga - às 10h, na Concha Acústica 

Sergipe

Aracaju, às 14h, na Praça do Conjunto Leite Neto, vizinho ao Palácio do Governo (Avenida Hermes Fontes)

Tocantins

Palmas – às 8h, no Posto Trevo (Taquaralto)

. Miracema - às 8h, no Parque de Exposição Agropecuária | 8h

Atos no Exterior

Alemanha

. Frankfurt am Main - Römer | 16h

. Freiburg im Breisgau - Caminhada pelo centro Augustinerplatz (início)– Grünwälderstraße – Kajo – Gerberau - Augustinerplatz (Show de encerramento) | 13h (horário local)

. Munique – Odeonsplatz| 16h às 17:30h (horário local)

. Berlim – Parizer Platz | 10h20 (horário local)

. Colônia – Am Heumarkt | 15h30 (horário local)

. Hamburgo - Jungfernstieg-Reesendammbrücke (Blickrichtung Lombardsbrücke)| 12h (horário local)

Áustria

. Viena – Stephansplatz | 11h ( horário local)

Bélgica

. Bruxelas – Rond-Point Robert Schulman|15h ( horário local)

Canadá

. Montreal - Monumento à Georges-Etienne Cartier | 15h (horário local)

. Toronto - City Hall | 15h (horário local)

. Québec, Parlement – Assemblée Nationale du Québec |10h (horário local)

. Vancouver – Vancouver Art Gallery North Plaza |13h30 (horário local)

Espanha

. Barcelona – Font de Canalets (La Rambla) | 19h (horário local)

. Salamanca - Plaza Mayor | 12

Estados Unidos

. Newark - Ferry St&Wilson St - Ironbound | 12h  (horário local)

. Boston - Parkside Sq Subway Station | 13h  (horário local)

. Los Angeles - Grand Park (ao lado do playground) | 11h (horário local)

. Nova York - Union Square | 16h  (horário local)

. Washington DC – National Mall – 3rd St &Madison Dr NW – 10am (horário local)

. Peer de Deerfield Beach- FL| 13h (horário local) – Domingo 

França

. Paris - Place de la République | 17h  (horário local)

Holanda

. Haia – Plein (ao lado do Binnenhof) | 16h (horário local)

Irlanda

. Dublin – Iveagh Gardens | 9h30h (horário local)

. Cork – Grand Parade in front of the Library| 2pm (horário local)

Italia

. Bologna – Parco Cevenini Via Biancolelli, 45 Borgo Panigole | 20h (horário local)

. Cidade do México – Plaza Central – Zócalo| 17h (horário local)

Portugal

. Braga -  Praça da República (frente ao chafariz) | 18h

. Coimbra – Praça 8 de Maio, 3000-300 | 12h30 (horário local)

. Lisboa - Rossio (Praça D. Pedro IV) | 18h  (horário local)

. Porto - Centro Português de Fotografia (Largo Amor de Perdição) | 16h30 (horário local)

Reino Unido

. Londres

. Parliament Square (estátua de Nelson Mandela) na marcha "Reclaim Pride" | 13h (horário local)

. Embaixada do Brasil em Londres | 15h (horário local)


República Tcheca
. Praga – Václavské Náměstí | 14h (horário local)

Suiça

. Genebra – Perle du Lac| 16h30 ( horário local)

. Helvetiaplaz | 14h (horário local)

. Zürich – Helvetiaplatz| 14h (horário local).

Publicado em Movimentos Sociais

Na terça-feira (20), o sindicato recebeu a informação, da gerência da Usina Termelétrica de Ibirité, que a vacinação dos trabalhadores deve ser feita nos dias 22 e 23 de julho, em uma unidade de saúde próxima à usina. 

O sindicato, que pressionou por respostas em relação aos trabalhadores da usina, cobrou detalhes sobre a logística para a vacinação de trabalhadores próprios e terceirizados e a gerência local, que se comprometeu a informar sobre o planejamento em breve.

Leia também: SINDICATO COBRA VACINAÇÃO DE PETROLEIROS DE IBIRITÉ

O cumprimento da vacinação do grupo prioritário dos trabalhadores de indústrias é fruto da pressão e do diálogo do Sindicato, que intermediou o diálogo entre a Secretaria de Saúde do município e a gerência local da Petrobrás. 

“Desde o anúncio de que os trabalhadores da UTE Ibirité não seriam contemplados pela vacinação na Regap, o Sindicato tem buscado o contato com a prefeitura de Ibirité e cobrado a gestão local da Petrobrás. Assim como no caso da refinaria, foi a articulação dos diretores do Sindicato que possibilitou e agilizou o diálogo do município com a gerência da Petrobrás. Essa é uma grande vitória da nossa categoria, apesar do descaso da alta administração da Petrobrás”, pontua Felipe Pinheiro, diretor do Sindipetro MG.

[Da Imprensa do Sindipetro MG]

Nesta semana, o Sindipetro-NF entrou em contato com a Vigilância Epidemiológica do município de Campos dos Goytacazes, através de um ofício, expondo as demandas sobre a vacinação contra a Covid-19 para os petroleiros. 

A entidade ressalta que a categoria representa 70% do total das contaminações em ambiente de trabalho, além disso, o primeiro caso de brasileiro confirmado com a variante Delta “Indiana” foi de um trabalhador residente de Campos, o que ressalta o risco de outros trabalhadores não vacinados trazerem outras variantes para a cidade. 

Diante deste cenário, a entidade ressaltou a importância do município realizar a vacinação prioritária para a categoria, conforme o PNO do grupo prioritário 27 Trabalhadores da indústria em especial os Petroleiros, trabalhadores das Plataformas Produtoras de Petróleo e embarcações de apoio. Esta vacinação poderia ser facilmente realizada nos aeroportos de embarque e desembarque, após o desembarque dos trabalhadores, no Heliporto do Farol de São Thomé e Aeroporto Bartholomeu Lysandro. Tendo o Heliporto de Farol de São Thomé, local específico para a realização da vacinação, já utilizado para vacinação dos Aeroviários e Aeronautas. 

Além disso, o Sindipetro solicitou que o município reconsidere a decisão do fim da repescagem da vacinação contra a coronavírus para os petroleiros. O motivo é que os mesmos trabalham em regime de escala, onde estas chegam a até 35 dias fora de sua residência, inviabilizando que estes consigam se vacinar na data devida. 

Confira o documento na íntegra

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

 

A Prefeitura de Campos dos Goytacazes atendeu a solicitação do Sindipetro-NF para que garanta o acesso dos petroleiros embarcados a uma repescagem na vacinação contra a Covid-19. O anúncio foi feito ontem pelo subsecretário de Atenção Básica, Vigilância e Proteção à Saúde, Charbell Kury, em entrevista ao telejornal RJTV 1ª edição, da Inter TV.

“Em relação ao pedido do sindicato dos petroleiros, são pessoas que embarcam, que não conseguem vacinar no dia [previsto para a sua idade], a gente recebeu esse pleito, nós somos sensíveis como gestores e a gente vai estudar na semana que vem colocar em pontos específicos para repescagem, diferente de outros pontos para vacinação por idade”, disse o subsecretário.

Para evitar os transtornos causados pelas pessoas que tentam escolher qual vacina tomar, situação que ficou conhecida como dos “sommelier de vacina”, a Prefeitura de Campos fixou datas para repescagem e criou um termo de responsabilidade para quem se negasse a tomar a vacina disponível no posto na data prevista para a sua idade.

O Sindipetro-NF, no entanto, enviou ofício na quarta, 14 (aqui), para lembrar aos gestores do município sobre o caso específico dos petroleiros e das petroleiras que embarcam, que não têm como estar em terra para tomar a vacina na data correta.

O sindicato parabeniza a Prefeitura de Campos pelo atendimento ao pleito. A entidade tem se colocado à disposição dos municípios, de órgãos de saúde e da própria Petrobrás para contribuir nos esforços de prevenção à Covid-19, visando ao máximo de proteção da categoria petroleira e das comunidades que interagem com a indústria do petróleo.

Leia também:

Sindipetro-NF envia ofício ao município de Campos com demandas sobre vacinação contra Covid-19 para os petroleiros

[Da imprensa do Sindipetro NF]

Ministério da Saúde admite em documento à CPI da Covid que medicamentos como cloroquina, azitromicina, ivermectina, entre outros, defendidos por Bolsonaro e governistas, não têm eficácia contra a doença do novo coronavírus

[Da rede Brasil Atual]

Em documentos enviados à CPI da Covid no Senado, o Ministério da Saúde admitiu que os medicamentos do chamado “kit covid-19” são ineficazes contra a doença do novo coronavírus. A pedido do senador Humberto Costa (PT-PE), a pasta encaminhou à comissão duas notas técnicas que afirmam que as drogas “foram testadas e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizadas”. 

O documento lista a hidroxicloroquina, cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente. E acrescenta que a ivermectina, que também compõe o kit, “e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, destaca o Ministério da Saúde

Os remédios totalmente contraindicados no documento ganharam fama após lobby do presidente Jair Bolsonaro desde o início da pandemia. Desde junho de 2020, no entanto, as farmacêuticas fabricantes desses medicamentos já alertavam para a não eficácia no combate à covid-19. Conforme reportou a RBA, a Organização Mundial da Saúde (OMS) também advertia, já no ano passado, para a ineficácia dessas medicações.

O lobby bolsonarista

À CPI da Covid no Senado, em junho, os cientistas Natalia Pasternak e Claudio Maierovitch também denunciaram que desde junho de 2020 já havia informações nacionais e internacionais suficientes para não indicar a cloroquina, por exemplo, como tratamento médico. Apesar das evidências científicas, o presidente da República continuou apostando no coquetel sem comprovação. E, em paralelo, mantinha-se contrário às principais recomendações da ciência de consenso internacional, como distanciamento social e o uso de máscaras. 

Reportagem do Congresso em Focotambém mostrou que os medicamentos citados na nota técnica são os mesmos usados no chamado “tratamento precoce” indicados pelo aplicativo do Ministério da Saúde, o TrateCov. O governo federal também preferiu gastar R$ 23,3 milhões em campanhas publicitárias para divulgar o “kit covid” sem eficácia. O custo foi confirmado à Procuradoria da República. A prioridade deixou de lado investimentos em campanhas de conscientização sobre as medidas não farmacológicas e vacinação contra o vírus.

Documentos enviados à CPI da Covid, obtidos pela agência de dados independente Fiquem Sabendo, também revelaram que o Ministério da Saúde foi mais ágil em comprar medicamento sem eficácia comprovada do que as vacinas. O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, ainda garantiu aos senadores que houve pressão para que o órgão mudasse a bula da cloroquina. 

Desinformação mata

O lobby também inclui senadores da base governista. Entre eles, o parlamentar Luiz Carlos Heinze (PP-RS) que constantemente aproveita do espaço na CPI para defender os medicamentos ineficazes. Um levantamento do jornal Folha de S. Paulomostrou ainda que farmacêuticas faturam mais de R$ 1 bilhão com as vendas do chamado “kit covid”. Uma delas, a EMS, registrou crescimento de 709% em 2020 em relação ao ano anterior, o que significou um lucro de R$ 142 milhões. 

Do outro lado das vendas, com na época mais de 482 mil mortos, a avaliação de Pasternak, PHD em microbiologia, pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) e fundadora do Instituto Questão de Ciência (IQC) à comissão, foi a de que “a crença de que existe uma cura simples, barata, que seria o sonho de todos nós, levou as pessoas a um comportamento de risco”. De acordo com a especialista, a postura do governo “confundiu as pessoas em relação à gravidade da doença”. A aposta a todo custo também fez “aumentar o número de vítimas da doença do novo coronavírus”. 

“Eles morreram de desinformação”, afirmou Pasternak em seu depoimento. “Entre as mais de 482 mil vidas perdidas, parte são de vítimas que não adotaram as recomendações e acreditaram em uma cura falsa e milagrosa”. 

Por Normando Rodrigues, assessor jurídico da FUP e do Sindipetro NF 

A CPI fornece a Bolsonaro e à milicada a chance de passar à História como ladrões, em lugar de genocidas. Abre-se uma saída desonrosa pela porta dos fundos.

Quarteladas

O cordel da “corrupção” incomoda muito mais à classe média, do que o genocídio cometido pelos fascistas aos quais ela se aliou.

Afinal, as vítimas preferenciais da “peste” são os mesmos “suspeitos de sempre” cotidianamente mortos pelas polícias: pretos, pobres…

Foi sob o pretexto da corrupção que, na quartelada de 3/4/2018, o general Villas Bôas disse saber “quem realmente está pensando no bem do País e das gerações futuras, e quem está preocupado apenas com interesses pessoais”.

Agora, depois de 30 meses de governo fascista, e de 535 mil mortos, o Brasil inteiro aprendeu que são os soldados de Villas Bôas os que só pensam em seus interesses pessoais.

Muitos desses guerreiros-de-boquinha estão envolvidos no escândalo das vacinas, com destaque para o papel do coronel reformado Élcio Franco.

Sacos pretos

“Número 2” do general-de-comício Pazuello, no Ministério da Saúde, Franco assinou o contrato da Covaxin, mas não fez só isso.

Por obra e graça de Franco, 110 milhões de reais destinados à compra de vacinas foram desviados para gastos bélicos. Literalmente, 2,2 milhões de doses da Pfizer viraram combustível e peças de aeronaves.

Franco, reconheça-se, apenas seguiu a linha genocida de Bolsonaro, Guedes e Pazuello, sintetizada por este último ao declarar que preferiria só comprar “sacos pretos”, para os cadáveres.

(Des)prestígio

Depois o coronel virou assessor do general-de-casa-civil Eduardo Ramos, e estava ao lado do brigão Lorenzoni, na coletiva de imprensa em que Onyx disse que “ia pegar lá fora” os irmãos denunciantes.

Ramos, com Franco de assessor, se juntou ao Mito e ao general Heleno-do-Haiti, para receber em 2 de julho o chefe da CIA, William Burns. A foto oficial do jantar explicitou quem “manda”: Burns ficou no centro, e não Bolsonaro.

Os fardados renunciam ao “centro da foto”, à soberania, ao petróleo, à Eletrobrás, à ECT, à base de Alcântara, à Amazônia, ao Pantanal, e a qualquer outra coisa, para manter prestígio e privilégios. Porém, não admitem críticas!

Marielle

O general-interventor, Braga Neto, é aquele sob cuja responsabilidade na segurança pública do RJ Marielle foi assassinada. Ele jamais se indignou com o crime a ponto de perguntar quem mandou o vizinho de Bolsonaro matar a vereadora.

Braga Neto, contudo e com coturno, se embraveceu por mencionarem sua “banda podre”, pegou em armas, e soltou notinha ameaçadora.

Em socorro ao ministro da defesa, o tenente-brigadeiro-sem-doce, Baptista Junior, confirmou em entrevista a 9 de julho que a intenção do mimimi era mesmo intimidar.

Mimimi

É lamentável que o egodistônico presidente do STF, em lugar de repudiar a militância política armada, novamente se tenha dedicado a passar pano no golpismo de Bolsonaro e de seus guardas pretorianos.

“In-Fux-we-trust” à parte, fato é que os milicos foram pegos com a boca na botija. Todavia, o que foi exposto é ainda muito pouco, ante o que fizeram.

O esperneio da tosca nota de Braga Neto e comandantes, revela o pavor que sentem não pela incriminação no caso Covaxin, e sim pelo inevitável encontro com o tribunal da história, que os julgará pelo maior genocídio do Brasil.

Nurembergue

Os “estrelados” sabem que pegar Bolsonaro, Pazuello e pazuellitos, pelas vacinas, ante o extermínio de centenas de milhares de brasileiros, seria pagar um preço muito baixo.

Algo como condenar os responsáveis pelo holocausto, por terem desviado pacotes de rações da Cruz Vermelha, destinados aos prisioneiros.

Ninguém foi parar no Tribunal de Nurembergue por desvio de rações. E é o próximo Nurembergue, já visível no horizonte, o que aterroriza os militares.

[Foto: Alan Santos/PR]

Desde o início da pandemia, a categoria cobrava da Petrobrás a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) em caso de contaminação por Covid-19 em plataformas, o que não era feito, mesmo com parecer da Fiocruz comprovando o nexo causal entre o trabalho offshore e a doença

[Da assessoria de comunicação da FUP |Foto: Banco de Imagens Petrobras]

A decisão da 10ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª Região (Rio de Janeiro), que determinou que a Petrobrás emita a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) para trabalhadores e trabalhadoras infectados por Covid-19 durante o expediente em plataformas e embarcações da empresa, é o reconhecimento de um direito dos petroleiros que vinha sendo usurpado pela gestão da Petrobrás, reforçam a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e sindicatos filiados. 

Desde o início da pandemia, a categoria reivindica a emissão de CAT em casos de contaminação a bordo. Mas, mesmo com parecer científico da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de outubro de 2020, que apontou explicitamente que "o diagnóstico da Covid-19 em petroleiros (do offshore) é presumidamente relacionado ao trabalho”, a companhia se negava a emitir o documento. 

O próprio parecer da ENSP/Fiocruz elucida a razão para a negativa da Petrobrás. O reconhecimento da Covid-19 como doença do trabalho e a emissão da CAT implicam elevar a Taxa de Acidentes Registráveis (TAR), um dos indicadores de desempenho das empresas do setor, vinculado à dinâmica da concorrência internacional. Isso se reflete, portanto, nas ações da Petrobrás na Bolsa de Valores, sobretudo em Nova York. 

“Infelizmente, a gestão da Petrobrás está muito mais preocupada com o desempenho dos papéis da empresa no mercado financeiro do que com a saúde de seus trabalhadores. Foram vários surtos de Covid-19 registrados em plataformas da Petrobrás nas bacias de Campos e Santos, comprovando nitidamente que a contaminação ocorria a bordo. Mesmo assim, a empresa se negava a admitir o óbvio e a emitir a CAT. E para piorar ainda mais a situação, ainda vimos médicos da empresa receitarem ivermectina, um remédio sem eficácia, a contaminados e suspeitos. Em ambos os casos, a gestão da Petrobrás, quando questionada, sempre dá respostas vazias e se isenta de sua responsabilidade com seus trabalhadores”, explica o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar. 

Os dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre contaminação por Covid-19 em plataformas mostram que até 28 de junho 6.024 petroleiros que atuam na atividade offshore foram contaminados pela doença. Desse total, 4.272 trabalhadores acessaram instalações offshore – o que comprova a relação entre a contaminação e o trabalho nas plataformas e embarcações. 

“Os números da ANP não se referem apenas à Petrobrás, mas confirmam o porquê da companhia se negar a cumprir a legislação trabalhista e considerar a Covid-19 como doença de trabalho, mesmo diante do nexo causal óbvio. Admitir a contaminação nas plataformas, com a emissão de CATs, seria assumir suas falhas na prevenção da doença. Falhas que estamos apontando desde o início da pandemia. A gestão da empresa demorou a fornecer máscaras, e quando começou a fornecer, as máscaras eram tão frágeis que rasgavam com facilidade. Demorou a testar em massa, e algumas vezes deixou trabalhadores sem testes, por atraso na contratação de fornecedores. Não implementou a recomendação de fazer testes nos trabalhadores offshore no meio de sua escala, para verificar contaminações e assim agir para evitar uma maior disseminação da doença. Enfim, uma sucessão de erros por pura preocupação com os números, e não com as pessoas”, reforça Bacelar. 

Segundo o mais recente boletim de monitoramento da Covid-19, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em 6 de julho, a Petrobrás contabiliza 7.548 trabalhadores e trabalhadoras contaminados por Covid-19 – 16,2% dos 46.416 trabalhadores da companhia. No momento, são 135 pessoas confirmadas e em quarentena, 40 hospitalizadas e 7.325 recuperadas. E 48 trabalhadores morreram em consequência da doença – no início deste ano, a Petrobrás registrava apenas três mortes por Covid-19.

 

O diretor da área de Saúde, Meio Ambiente e Segurança da FUP, Raimundo Teles dos Santos, participa neste sábado, 10, do programa Debate Petroleiro, que terá como pauta as denúncias sobre tratamento precoce e o uso de Ivermectina receitado por médicos da Petrobras para trabalhadores com sintomaas ou que testaram positivo para o COVID-19. O programa terá também a presença do senador Humberto Costa (PT/PE), ex-ministro da Saúde no primeiro governo Lula. 

Apesar da ivermectina ser um antiparasitário, comumente utilizado no combate a piolhos, sem qualquer eficácia comprovada no tratamento da Covid-19, trabalhadores da Bacia de Campos com sintomas da doença ou já contaminados tiveram o medicamento prescrito pelo setor médico da Petrobrás. O Sindipetro-NF e a FUP receberam várias denúncias nesse sentido, atraindo a atenção da imprensa.

As denúncias tiveram ampla repercussão nas mídias, com mais de 100 matérias veiculadas sobre o fato, inclusive uma ampla reportagem exibida pelo telejornal RJ TV na última quinta-feira, 02. A Petrobrás foi obrigada a se posicionar e disse que a responsabilidade é dos médicos e não da companhia.


Leia também: CPI da Covid quer explicações da Petrobrás sobre adoção de tratamento precoce para os trabalhadores


 

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.