A categoria petroleira está mobilizando voluntários para somar nos trabalhos de preparação de comida, colheita e entrega de alimentos, entre outras atividades. Para participar, basta escrever uma mensagem via WhatsApp com o nome do coletivo “Ação Petroleira” para o número 041 98854-0956 ou pelo link https://chat.whatsapp.com/EegkinoPRqE0tPTNeZW6gl 

Os dirigentes do Sindipetro PR e SC idealizaram o grupo “Ação Petroleira” com o objetivo de fazer boas ações. Neste mês de dezembro, período em que a solidariedade está estampada em todos os lugares, nada melhor que colocar o “espírito natalino” em prática. Portanto, venha somar, doar empatia e formar uma rede de voluntários que coloca a mão na massa e faz a diferença ao ajudar o próximo. 

Lembre-se, a crise econômica no Brasil atinge em cheio famílias mais pobres e a categoria petroleira pode fazer mais. Hoje são aproximadamente 14 milhões de desempregados no país, além disso, passamos pela pior crise sanitária da história e que já fez mais de 170 mil vítimas em território nacional. 

Em todas as ações de solidariedade os cuidados e orientações relativos à Covid19 estão sendo seguidos. A entidade busca expandir os trabalhos sociais e intensificar a campanha Solidariedade Petroleira, que continua recebendo doações. São centenas de itens que já beneficiaram famílias em situação de vulnerabilidade social. 

Serviço 

:: Coletivo Ação Petroleira

:: Para participar envie mensagem via WhatsApp para o número 041 98854-0956. 

:: Link no Whats: https://chat.whatsapp.com/EegkinoPRqE0tPTNeZW6gl 

[Da imprensa do Sindipetro-PR/SC]

O Sindipetro-NF inicia no domingo uma agenda permanente de setoriais com os petroleiros que trabalham embarcados. As reuniões on line acontecerão de domingo à quinta-feira, sempre às 10 horas. O objetivo é aproximar o sindicato da categoria, principalmente daqueles trabalhadores que estão de quarentena nos hotéis.

Por conta da pandemia, o sindicato não pode estar tão próximo dos trabalhadores e essa será uma forma de conhecer ainda mais as necessidades da categoria nesses novos tempos, acolher suas propostas e denúncias.

As reuniões acontecerão através do zoom, com um link único que será divulgado em breve.

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Segundo pesquisa Pnad Covid, número de pessoas que realizaram algum tipo de teste cresce conforme a renda e a escolaridade

[Da Rede Brasil Atual | Foto: Sumaia Villela/Agência Brasi]

Até outubro, 25,7 milhões de pessoas havia feito teste para saber se haviam sido infectadas pelo coronavírus. O número corresponde a apenas 12,1% da população. Daquele total, 22,4%, ou 5,7 milhões, testaram positivo. Os dados são de edição específica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, a Pnad Covid, divulgada nesta terça-feira (1º) pelo IBGE.

Segundo o instituto, de um total de 211,5 milhões de habitantes, 9,7 milhões (4,6%) não fizeram nenhuma medida de restrição em outubro. Por sua vez, 93,8 milhões (44,3%) reduziram o contato, mas continuaram saindo de casa. Outros 80,7 milhões (38,2%) ficaram em casa e só saíram por necessidade básica. Por fim, 26,3 milhões (12,4%) ficaram rigorosamente isolados.

Isolamento cai em outubro

Na comparação com setembro, diz o IBGE, aumentou (1,6 ponto percentual) a proporção de pessoas que não fizeram restrição e também as que diminuíram o contato, mas continuaram saindo (4,6 pontos). Por outro lado, diminuiu a parcela dos que só saíram por necessidade básica (2,2 pontos) e a daqueles que ficaram rigorosamente isolados (3,9 pontos).

A região Norte teve o maior percentual de pessoas que não fizeram restrições (8,1%). Já o Nordeste registrou maior proporção daquelas rigorosamente isoladas (14,7%). “As mulheres registraram percentuais maiores (13,5%) que os dos homens (11,3%) em medidas mais restritivas de isolamento”, diz o instituto. A restrição foi maior no grupo até 13 anos de idade (34,5%), mas mesmo assim houve diminuição de 9,9 pontos em relação a setembro.

Mais renda, mais teste

A pesquisa do IBGE mostra pouca diferença entre homens (11,8%) e mulheres (12,4%) que fizeram algum tipo de teste para detecção da covid-19. No recorde etário, o índice sobe para 16,5% entre pessoas de 30 a 59 anos. E é mais alto conforme cresce a escolaridade. Vai de 6,6% entre as pessoas sem instrução ao fundamental incompleto a 25% no caso das que têm ensino superior completo ou pós-graduação.

Assim, a testagem é mais frequente nas faixas de maior renda. No décimo mais elevado, 24,6%. No primeiro décimo, 6,1%.

Desemprego maior

O IBGE estimou em 13,8 milhões o total de desempregados em outubro, ante 13,5 milhões no mês anterior (aumento de 2,1%) e 10,1 milhões em maio (35,9%). A taxa de desemprego subiu para 14,1%, com variações regionais: Nordeste (17,3%), Norte (15,1%), Sudeste (14,2%), Centro-Oeste (12,1%), e Sul (9,4%).

Entre as mulheres, a taxa de desemprego foi bem maior: 17,1%, enquanto a dos homens foi de 11,7%. Também ficou acima entre pessoas de cor preta ou parda (16,2%) em relação aos brancos (11,5%). Havia 74,1 milhões de pessoas fora da força de trabalho (queda de 1,9% em relação a setembro). Segundo o IBGE, 34,1% gostariam de trabalhar, mas não buscaram trabalho, enquanto 19,9% não buscaram trabalho devido à pandemia ou à falta de trabalho na localidade.

O afastamento do trabalho devido ao distanciamento social segue em queda, aponta o instituto. De 84,1 milhões de ocupados, 4,7 milhões estavam afastados do trabalho (-12,7%) e, destes, 2,3 milhões devido ao distanciamento (-22%). Essa quantidade já caiu 75,3% e 85,1%, respectivamente, desde o início da pandemia. Dos 4,7 milhões, 900 mil estavam sem remuneração.

Mais casos de COVID-19 apareceram na Bacia de Campos e se somam aos 463 casos confirmados entre trabalhadores da Petrobrás, segundo cálculos do sindicato com base nos boletins do Ministério das Minas e Energia (MME). Dessa vez a plataforma de P-18 teve oito casos confirmados e mais sete pessoas que estiveram em contato com esses trabalhadores. Todos desembarcaram.

De acordo com a categoria a bordo, para não prejudicar a parada de produção que estava acontecendo, a empresa só comunicou os terceirizados no fim do dia, o que o Sindipetro-NF considera absurdo, porque todos precisam saber dos riscos à saúde que estão ocorrendo.

A diretoria do sindicato entrou em contato com a empresa e foi informada que por conta dos casos em P-18, a Petrobrás cancelou os embarques seguintes na unidade e está desembarcando as equipes conforme fim de escala. Os transbordos também estão interrompidos por enquanto, segundo a empresa.

Agora com a unidade com POB reduzido, a Companhia embarcou equipe para dedetizar a plataforma. Todos que vão embarcar em P-18 ficaram no hotel três dias, mesmo sendo de Macaé.

Como divulgado anteriormente neste mês, também foram registrados surtos de Covid-19 em duas plataformas da Bacia de Campos, a P-56, no campo de Marlim Sul, e a P-25, em Albacora. Houve cerca de 50 pessoas afetadas, entre contaminados e suspeitos, com confirmação de 22 casos até o momento. Cada unidade tem, em média, 120 pessoas a bordo em cada uma.

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[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Nos últimos dias, com o ‘boom’ de contaminações do coronavírus, os dois estados foram classificados como região de situação gravíssima. Tanto em razão do número de mortes e casos positivados como em relação às ocupações hospitalares

[Da imprensa do Sindipetro PR/SC]

Atenção redobrada categoria petroleira! O Sindipetro tem recebido informações do aumento de casos de Covid19 nas unidades da Petrobrás no Paraná e Santa Catarina. A entidade reforça que neste momento em que os casos de contaminação aumentam, é preciso dar atenção prioritária às medidas de prevenção. 

Para o presidente do Sindipetro, Alexandro Guilherme Jorge, a entidade vai continuar exigindo da gestão da Petrobrás os mesmos cuidados do início da pandemia, pois não é admissível que haja flexibilização do trabalho no período em que a situação piora. 

“Os casos de contaminação só aumentam, o que gera apreensão na categoria. A pandemia não acabou, pelo contrário, está avançando. Temos identificado que existem trabalhadores que estão realizando atividades que não precisam ser presenciais, contrariando nosso posicionamento”, explica Alexandro.   

De acordo com a Secretaria de Saúde de Curitiba, o município está com 95% de ocupação nos leitos adultos de UTI do SUS, ou seja, são apenas 15 vagas disponíveis; já na UTI pediátrica a lotação é de 40%. 

Além disso, de acordo com o Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Paraná (Sindipar), as UTIs da rede privada estão com ocupação acima de 80%. 

Os hospitais Erasto Gaertner, Evangélico Mackenzie e do Trabalhador estão com 100% dos leitos ocupados. Já no Hospital das Clínicas, 60 dos 61 leitos receberam pacientes, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). 

Em Santa Catarina o sistema público chegou ao seu índice mais alto de ocupação de leitos de UTI do SUS ontem (25/11): 84,4%. Segundo informações da Secretaria Estadual de Saúde, foram confirmadas 31 mortes em decorrência do coronavírus e mais 4.933 pacientes com a doença. 

Dados nacionais 

De acordo com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), o número de trabalhadores infectados por Covid-19 em novembro é mais que o dobro de outubro. Nas três primeiras semanas desse mês já houve 463 casos confirmados entre trabalhadores da Petrobrás, números registrados até a última segunda-feira (23/11). No mês anterior foram 163 confirmações e 178 em setembro. Os cálculos foram feitos com base no Boletim de Monitoramento Covid-19, publicado semanalmente pelo Ministério de Minas e Energia (MME) – LEIA AQUI

Canal de Denúncia 

O Sindipetro reforça a necessidade de que todos sigam as recomendações de segurança e prevenção ao contágio pelo novo coronavírus. Também mantém sua postura de vigilância na pandemia e atua no sentido de preservar a saúde de todos. Qualquer informação que envolva o tema nas bases do Sistema Petrobrás no Paraná e Santa Catarina pode ser encaminhada ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., pelo telefone (41) 3332-4554 ou ser tratada diretamente com os dirigentes sindicais. 

A entidade vai continuar cobrando mais testagem e intensificação dos trabalhos preventivos. Essa crise sanitária sem precedentes pode deixar sequelas irreversíveis na saúde dos infectados. É preciso seguir os protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS), das Secretarias de Saúde do Paraná, de Santa Catarina e de cada município onde tenha unidade da Petrobrás. 

Saúde do trabalhador é prioridade e o Sindipetro vai continuar cobrando e defendendo mais rigor nos cuidados com a classe trabalhadora.

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"Os trabalhadores que estão desembarcando com suspeita de COVID-19 e aqueles já diagnosticados com a doença estão ficando isolados e sem acompanhamento médico num hotel de Vitória. E, pasmem, nem medicamentos são disponibilizados para os trabalhadores", denuncia o coordenador geral do Sindipetro ES, Valnisio Hoffmann. 

Segundo o sindicato, a Petrobrás alega que nenhum profissional da saúde pode ter contato com os trabalhadores no hotel, mesmo quando apresentam dor de cabeça, dor de garganta ou outros sintomas. Segundo a empresa informou, caso algum trabalhador tenha algum sintoma mais grave, é chamado uma ambulância, que o leva para um hospital.

"A Petrobras brinca com a saúde do trabalhador. Essa omissão e negligência pode custar a vida desses colegas que estão isolados no hotel. A desorganização é tamanha que mesmo aqueles trabalhadores cujo diagnóstico foi negativo acabam ficando até cinco dias no hotel aguardando liberação do setor médico", denuncia o coordenador.

O Sindipetro-ES informou que está tomando todas as medidas cabíveis para auxiliar os trabalhadores, que, além de contaminados pelo coronavírus, ainda sofrem com a negligência da Petrobrás.


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[FUP, com informações da Coordenação do Sindipetro-ES]

Nas três primeiras semanas de novembro, já houve 463 casos confirmados de Covid-19 entre trabalhadores da Petrobrás, segundo cálculos do Sindipetro-NF com base nos boletins do MME. Em outubro, os casos confirmados foram 163, o que mostra que as medidas da companhia não estão evitando contaminações

[Da assessoria de comunicação do Sindipetro-NF]

Nas três primeiras semanas de novembro, os casos confirmados de Covid-19 entre trabalhadores da Petrobrás já são mais que o dobro do registrado nos dois meses anteriores. De acordo com cálculos do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (SindipetroNF), filiado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), o número de casos confirmados até a última segunda-feira (23/11) é de 463, ante 163 confirmados em outubro e 178 em setembro. Os cálculos foram feitos com base no Boletim de Monitoramento Covid-19, publicado semanalmente pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

De acordo com Alexandre Vieira, coordenador de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) do SindipetroNF, o cálculo toma como referência a soma do número de casos recuperados e o de confirmados em quarentena em cada mês, o que permite obter o registro mensal. O MME não divulga a contaminação por mês, apenas o número geral de confirmados naquela semana, embora divulgue o total de recuperados desde o primeiro boletim.  

Neste mês, foram registrados surtos de Covid-19 em pelo menos duas plataformas da Bacia de Campos, a P-56, no campo de Marlim Sul, e a P-25, em Albacora. Houve cerca de 50 pessoas afetadas, entre contaminados e suspeitos, com confirmação de 22 casos até a última semana. Cada unidade tem, em média, 120 pessoas a bordo cada uma. Segundo informações do Sindipetro Litoral Paulista (Sindipetro LP), também houve um surto na P-69, que opera no campo de Lula, na Bacia de Santos, com 17 trabalhadores já confirmados até meados da semana passada.

Para Vieira, os recentes surtos e os números de novembro reforçam que é urgente a revisão de protocolos de segurança pela Petrobrás, o que vem sendo reivindicado pela FUP e seus sindicatos há tempos.

“Enquanto a Petrobrás não fornecer EPI (equipamento de proteção individual) a trabalhadores e trabalhadoras desde sua chegada aos hotéis, nos transportes e nas próprias unidades, e não alterar o protocolo de testagem, realizando também a devida investigação epidemiológica, pode estar contribuindo para aumentar a contaminação entre as pessoas. Afinal, a empresa não está oferecendo equipamentos de proteção, conforme manda a Norma Regulamentadora NR 06, vem utilizando um protocolo falho e permitindo que o vírus se espalhe devido à falta de investigação dos casos”, explica o coordenador de SMS do SindipetroNF.

COVID ENTRE PETROLEIROS É O DOBRO DA MÉDIA NACIONAL

Parecer técnico da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado em outubro, comprova que a frequência dos casos de Covid-19 (expressa na incidência contaminados por 100 mil) entre os petroleiros é mais que o dobro da frequência registrada na população brasileira. Tomando como base os dados do Boletim de Monitoramento da Covid-19 do MME de 14 de setembro – números que estão subnotificados, apontam a FUP e seus sindicatos –, o parecer da ENSP/Fiocruz destaca que o “total de casos de Covid-19 na Petrobrás equivale a uma incidência de 4.448,9 casos /100 mil, o que corresponde a uma incidência maior do que o dobro (2,15) da incidência registrada em todo o Brasil (2.067,9), até a mesma data (14/09)”.

Além disso, o parecer da Fiocruz aponta que a resistência da Petrobrás em emitir Comunicações de Acidente de Trabalho (CATs) para trabalhadores contaminados por Covid-19 é uma estratégia para manipular a Taxa de Acidentes Registráveis (TAR), indicador observado para determinar o desempenho internacional de companhias de petróleo e que pode desvalorizar as empresas se mantida em patamares altos.

 > Acesse aqui a íntegra do parecer científico da Fiocruz sobre contaminação de petroleiros por Covid-19

 

Na última semana, o Sindipetro-NF denunciou a existência de mais um surto de Covid-19, agora na plataforma de P-25. Após uma primeira testagem geral do embarcados, foram confirmados 12 positivos e três inconclusivos. Mais de 40 trabalhadores desembarcaram. O sindicato cobrou da Petrobrás, em reunião com a EOR e através de ofício, a retestagem de todos os trabalhadores que estiveram a bordo  da P-25.

Caso a empresa negue, os trabalhadores que desembarcaram e testaram negativo, devem aguardar uma semana e refazer o teste. Isso porque o teste PCR tem chances de dar falso negativo. Enquanto isso, o NF orienta que esses trabakhadores tomem cuidados preventivos. O Sindipetro-NF pagará esses testes desses trabalhadores que tiveram contato com as pessoas contaminadas ou tiverem suspeita da contaminação.

Para isso é necessário enviar uma solicitação através do whatsapp (22) 98115-1126 do diretor Alexandre Vieira com seu nome e data do desembarque. Caso o trabalhador ou trabalhadora da unidade, independente da empresa, já tenha desembarcado e suspeite da contaminação, também pode entrar em contato com o diretor.

É importante que a categoria continue denunciando para o e-mail : Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Mais um caso de trabalhadores sendo tratados com total descaso pela Petrobrás. Dessa vez, os trabalhadores de P-25 com voo previsto para às 12h pelo Farol também ficaram sem alimentação pela empresa. A aeronave chegou a partir com eles para a plataforma, mas voltou no meio do caminho por falta de visibilidade.

O problema é que eles tiveram a última refeição feita no ônibus às 8h da manhã e ficaram o dia todo sem almoço, sem ao menos um “cafézinho” no aeroporto e sem nenhum tipo de informação da empresa . Um exemplo do tratamento desumano que estão recebendo!

Os trabalhadores estão indignados. “Parece que somos animais que eles colocam a “ração” a hora que querem” – afirmou um deles, que preferiu não se identificar.

Filas pra testagem

O Sindicato denunciou no dia 27 de outubro, mas até agora as filas para testagem PCR de COVID antes dos embarques continuam.  O NF tem propostas para resolução desse problema, mas a empresa se nega a ouvir o sindicato ou a colocar em prática.

A diretoria do Sindipetro-NF está cobrando mudanças insistentemente à empresa e já encaminhou denúncias à vigilância sanitária e ao Ministério Púbico do Trabalho.

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

Publicado em SINDIPETRO-NF

No dia de finados, 2 de novembro, a praia de Imbetiba em Macaé amanheceu com diversas cruzes fincadas na areia, um banner onde estava escrito “Covid 19 – Petrobras – 20 petroleiros mortos”  e uma outra faixa na areia estava escrito “Poderia ser você!”.  A ideia da diretoria do Sindipetro-NF com esse ato é sensibilizar a sociedade para as mortes de Covid que estão acontecendo na categoria petroleira, principalmente entre os trabalhadores que embarcam.

Um relatório da Fiocruz que relaciona a COVID-19 com o trabalho na indústria de petróleo e gás mostra que entre os 46.416 empregados próprios, a incidência de COVID-19 na Petrobrás é de 4.448,9 casos/100 mil, o que corresponde a uma incidência de mais do que o dobro da registrada em todo Brasil (2.067,9/100 mil).  Corresponde também a 3,16 vezes a taxa no estado do Rio de Janeiro (1.406,4), a 2,29 vezes a de São Paulo (1.945,5).

Esse relatório fala sobre o número de mortos por COVID na indústria do petróleo e gás, que chega a 20 e que a maioria deles são terceirizados. E  indica a necessidade de que os casos de contaminação pelo vírus na empresa sejam registrados como Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). O que teria impacto direto na Taxa de Acidentes Registráveis (TAR) da companhia este ano, índice utilizado como critério pela International Oil and Gas Producers (IOGP) para comparar o desempenho das empresas do setor, com objetivo de intensificar a concorrência internacional.

O relatório desenvolvido pelo CESTEH – Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Fiocruz ainda indica registro do evento na Ficha do Sistema de Informações dos Agravos de Notificação (Sinan) para fins de Vigilância Epidemiológica e Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Pesquisadores em saúde do trabalhador sustentam que “a Covid-19 é uma doença presumivelmente relacionada ao trabalho, quando acomete pessoas que saem de casa para trabalhar, pois estão compulsoriamente expostas ao contato inter-humano e ao contato com superfícies eventualmente contaminadas, a despeito do uso de máscaras ou de outros equipamentos de proteção individual, que não proporcionam proteção total.”

[Da imprensa do Sindipetro-NF]

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Vídeos - Greve 2020

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PETROLEIROS em GREVE! O que está havendo na Petrobrás?
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Em greve, petroleiros acampam na porta da Petrobras
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Entenda a Greve na Petrobras - 4 Verdades
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Urgente: petroleiros em greve saem nas ruas vendendo gás pelo preço justo, a R$ 35
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20º dia da Greve dos Petroleiros conta com protesto em SP
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Greve dos Petroleiros - Paulista recebe movimentos em defesa da Petrobrás

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.