Reportagem de O Globo, publicada nesta quinta-feira, 16, revela que 132 trabalhadores de plataformas de petróleo no Brasil testaram positivo para o coronavírus nos últimos dias. O levantamento foi feito após a confirmação no último dia 09 dos primeiros casos de infectados na FSPO Capixaba, no Espírito Santo.

Pelo menos 34 trabalhadores da plataforma, operada pela SBM à serviço da Petrobrás, foram contaminados. Na sequência, foram também noticiados a suspeita de 13 casos de Covid-19 entre trabalhadores da FPSO Cidade de Santos, da Modec, que opera campos da Petrobrás na Bacia de Santos. 

As duas plataformas foram paralisadas, em função da contaminação pelo coronavírus.

Segundo a ANP, desde então, já foram comunicados à agência 947 casos de trabalhadores offshore com sintomas de Covid-19, além dos 132 que testaram positivo. 

Enquanto isso, a gestão da Petrobrás segue negligenciando a segurança dos trabalhadores embarcados e negando as reivindicações da FUP e sindicatos, tanto no que diz respeito ao monitoramento dos trabalhadores, quanto às condições de saúde e segurança. 

Leia também: 


> Contaminação em plataforma no ES reflete negligência da Petrobrás

Sem diálogo social, gestão da Petrobrás ignora sindicatos durante a pandemia


Leia a íntegra da matéria do Globo:

A cada dia vem aumentando os casos de trabalhadores contaminados pelo novo coronavírus em plataformas de petróleo que operam no mar. De acordo com o último balanço da Agência Nacional do Petróleo (ANP), até terça-feira, dia 14, já haviam sido informados 132 casos confirmados de Covid-19, a doença provocada pelo vírus. Outros 947 casos suspeitos ainda aguardam resultados de testes. Os primeiros casos surgiram há menos de uma semana.

A ANP afirmou que não há, até o momento, registro de mortes de profissionais da área de exploração e produção. associadas à Covid-19.

Os dois primeiros casos de coronavírus confirmados em unidades de exploração de petróleo foram registrados no último fim de semana, no navio-plataforma (FPSO) Capixaba, operado pela SBM Offshore a serviço da Petrobras, no litoral do Espírito Santo, com 34 casos positivos. No início da semana, foram identificados outros trabalhadores infectados pelo novo coronavírus na FPSO Cidade de Santos, operada pela Modec, também a serviço da Petrobras, numa área de exploração do pré-sal na Bacia de Santos.

As duas empresas informaram que não houve novos casos em suas unidades. A ANP não informa em que outras embarcações foram identificados trabalhadores com a Covid-19. A agência informa apenas que, dos casos que testaram positivo, 74 profissionais estavam em unidades de perfuração e produção.

O protocolo de segurança determina o desembarque de todo o pessoal de plataformas e embarcações de apoio com petroleiros contaminados, paralisando a produção até a desinfecção da unidade e substituição da equipe.

A Petrobras também não dá informações sobre unidades com trabalhadores infectados. A Petrobras explicou que não dá maiores informações sobre os profissionais contaminados para garantir a privacidade deles e de suas famílias. A estatal informou ainda que continua monitorando todos os casos suspeitos entre os trabalhadores.

Segundo a ANP, as empresas já vêm diminuindo ao mínimo o número de pessoas a bordo das plataformas para reduzir a exposição dos trabalhadores ao coronavírus. A agência destacou que as empresas também vêm estabelecendo procedimentos de contingência para manutenção das operações de forma segura e em conformidade com a regulação.

Os procedimentos de quarentena pré-embarque, bem como as alterações na escala de revezamento de pessoal a bordo das plataformas, vêm sendo fiscalizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Secretaria do Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, com o acompanhamento de procuradores do Trabalho.

O Ministério Público do Trabalho do Espírito Santo informou que já instaurou um processo de investigação para apurar as circunstâncias em que ocorreram as contaminações dos trabalhadores na plataforma Capixaba, da SBM Offshore.

[Com informações do Globo]

Durante a quarentena, a FUP e seus sindicatos estão divulgando a hastag #ForaCastelloBranco nas redes sociais. O objetivo é denunciar a gestão da Petrobrás por se aproveitar da crise do coronavírus para acelerar o desmonte da empresa, quando deveria estar contribuindo para minimizar os impactos sociais e econômicos da pandemia no Brasil.

Em vez de cumprir a sua função pública de garantir o abastecimento do povo brasileiro e agir com responsabilidade social nesse momento de crise humanitária, a Petrobrás é conduzida na direção contrária. A gestão Castello Branco está paralisando mais de 50 plataformas de petróleo e aumentando ainda mais a subutilização das refinarias, enquanto o povo brasileiro paga preços de importação nos combustíveis que consome.

A capacidade das refinarias da Petrobrás, que já havia sido reduzida a menos de 70%, agora está abaixo da metade, como denunciam os coordenadores dos sindicatos filiados à FUP.

Nos estados do Nordeste, a gestão da empresa quer desativar praticamente todas as suas unidades, como acontece no Ceará, onde a Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor) foi colocada à venda e as nove plataformas do estado, paralisadas, o que resultará no fechamento de mais de 2,5 mil postos de trabalho diretos e indiretos. 

O mesmo acontece na Bahia, no Rio Grande do Norte, Pernambuco e várias outras regiões do Nordeste. O impacto econômico desse desmonte é ainda maior diante da crise gerada pela pandemia do coronavírus. 

Num momento como este, a gestão da Petrobras deveria estar subsidiando o gás de cozinha, cujos preços continuam abusivos, mesmo com as reduções dos preços dos derivados nas refinarias. A empresa poderia garantir o abastecimento de ambulâncias e geradores de hospitais, fornecendo combustíveis a custo zero, por exemplo. A gestão, no entanto, mantém os estoques das refinarias cheios, forçando a paralisação das unidades.

 

A pandemia da Covid-19 confirma o quanto o Estado é importante no enfrentamento e superação de crises. Castello Branco continua na direção contrária, comprometendo o futuro do país, ao condenar a Petrobras a um papel cada vez mais irrelevante no cenário nacional e mundial.

#ForaCastelloBranco

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[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

A direção da Petrobras está perdendo o ativo mais importante que a empresa tem: seus trabalhadores, principalmente os mais experientes. Qual o futuro da companhia sem esses trabalhadores? As hibernações das unidades deixam sem local de trabalho centenas de petroleiros próprios e terceiros e de maneira oportunista, a atual gestão da empresa acelera o desmonte da estatal e credita essa façanha à conjuntura provocada pela guerra de preços do petróleo e consequente queda no preço do barril e também, pela pandemia do COVID-19.

A FUP solicitou à Petrobras informações (listadas abaixo) sobre as hibernações de unidades e recebeu uma resposta genérica: “a Petrobras tem implementado gestão ativa de portfólio e este processo de venda ou compra de ativos faz parte da rotina da empresa”.

Além de naturalizarem os processos de desinvestimentos, que correm como sempre na companhia, os gestores da empresa afirmam que diariamente os cenários são reavaliados para tomada de decisão para cada um dos ativos. Ou seja, fica a cada dia mais visível a falta de capacidade para gerir uma estatal e escancara o fato dos trabalhadores não estarem nas suas prioridades.

Deyvid Bacelar, diretor da FUP esclarece "Se os motivos da hibernação fossem a crise, a gestão da empresa optaria por paralisar grandes plataformas. O que está acontecendo, de fato, é que está sendo promovida a redução do efetivo de trabalhadores com o pretexto da crise. A gestão da empresa vai pagar caro por ignorar a responsabilidade social que a estatal tem.

  1. Em relação aos ativos e unidades
    • Lista de unidades, por área (campos de E&P, Refinarias e outras), por local, que estão sendo hibernadas, com possibilidade de retorno no médio prazo (pós pandemia);
    • Lista de unidades, por área (campos de E&P, Refinarias e outras), por local, que estão sendo hibernadas ou paradas a produção e não há expectativa de retorno com controle da Petrobrás;
    • Volume de produção atingido com as paradas de produção, por unidade;
    • Definição dos motivos para a decisão pela parada, por unidade. Tipo, custo de produção, custo de refino, queda na demanda e etc.;
  1. Em relação aos trabalhadores
    • Quantidade de trabalhadores afetados (direta e indiretamente) pela hibernação, por unidade;
    • Quantidade de trabalhadores transferidos das unidades hibernadas e local para onde estão sendo transferidos (dê, para); Também a quantidade de trabalhadores impossibilitados destas transferências (licença, PDV, cipistas, diretor de sindicato e outros);
    • Quantidade de trabalhadores terceirizados impactados com as hibernações, por unidade;
    • Lista de critérios e opções indicadas pelo RH para os trabalhadores em transferência:
    • Efeitos na redução (ou não) na remuneração dos trabalhadores transferidos;
  1. Outros atores envolvidos
    • Efeitos de arrecadação para os municípios e estados afetados com a parada/hibernação, por unidade;
    • Qual a posição de empresas concessionárias onde a produção é compartilhada? Como isso está sendo tratado pela Petrobrás?
    • Número de empresas prestadoras de serviços impactadas pelas hibernações, por unidades.

O Sindipetro-NF tem recebido dezenas de denúncias de trabalhadores que relatam que a Petrobrás não está fazendo contato na semana pré-embarque. A própria empresa havia se comprometido em adotar esse procedimento para monitorar as condições de saúde dos petroleiros e petroleiras e evitar o embarque de trabalhadores com suspeita de contaminação por coronavírus.

O sindicato tem verificado que a empresa tem adotado um comportamento diferente daquele que anuncia em termos de cuidado durante a pandemia. Para a entidade, a preocupação da gestão bolsonarista da companhia nunca esteve com a saúde dos trabalhadores e suas famílias, e sim com a continuidade da produção e o lucro acima da vida.

Os trabalhadores que estiverem em situação de risco ou verificarem desconformidades nos procedimentos da Petrobrás e demais empresas do setor petróleo podem enviar seus relatos para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O sindicato checa os casos, reúne o máximo de documentação possível e denuncia a órgãos fiscalizadores, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o MPT (Ministério Público do Trabalho).

[Via Sindipetro-NF]

 

A crise humanitária gerada pela Covid-19 escancara os horrores das desigualdades social e econômica que marcam a história do povo brasileiro. A hora é de união e de solidariedade. A FUP e seus sindicatos estão participando ativamente de ações sociais de apoio à população para minimizar os efeitos da pandemia.

Vários mutirões de ajuda foram criados pelos movimentos sociais em todo o país. Os sindicatos da FUP estão arrecadando alimentos e materiais de limpeza e higiene entre os trabalhadores do Sistema Petrobrás, contribuindo com recursos financeiros para movimentos sociais que atendem à população vulnerável e tentando reverter valores de multas para iniciativas de combate à Covid-19.

No Paraná, o Sindiquímica-PR conseguiu que o Ministério Público do Trabalho (MPT) do Paraná revertesse para o Hospital Municipal de Araucária a multa de R$ 333.799,99, cobrada da Ansa/Fafen-PR por descumprimento de acordo. Os recursos deverão ser usados na compra de insumos e equipamentos para tratamento da Covid-19. Saiba mais aqui.

A FUP e seus sindicatos também aguardam resposta à solicitação encaminhada no dia 30 de março, ao ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra, para que a Petrobrás repasse à Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) os valores das multas impostas às entidades no dissídio coletivo referente à greve dos petroleiros, realizada em fevereiro. A empresa foi autorizada a reter o repasse das mensalidades sindicais no total de R$ 2.475.812,25. A FUP cobrou que o valor das multas referentes aoos seus sindicatos filiados (R$ 1.863.270,04) seja revertido integralmente à Fiocruz, que é referência no combate ao coronavírus. Saiba mais aqui.

Em parceria com diversas organizações sociais, a FUP e seus sindicatos também estão realizando ações de suporte à população vulnerável, através de articulações com a Central de Movimentos Populares (CMP); o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB); o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA); o Movimento dos Sem-Terra (MST); o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST); o Levante da Juventude; a Frente Brasil Popular, entre outros movimentos populares. 

Em Pernambuco, os petroleiros participam do projeto “Marmita Solidária”, liderado pelo MST e pela Frente Brasil Popular. No Armazém do Campo, em Recife, capital do estado, são preparadas diariamente marmitas para distribuição à população vulnerável, tomando-se os devidos cuidados para evitar aglomerações e garantir uma alimentação de qualidade. A meta do movimento é preparar cerca de 500 marmitas por dia. 

Arrecadação e doação de alimentos e artigos de higiene e limpeza, bem como a capacitação das pessoas para a fabricação de máscaras caseiras, já foram promovidas pelos petroleiros em comunidades carentes de Fortaleza (CE); Macaé e Campos dos Goytacazes (RJ); São Paulo (SP); Belo Horizonte (MG); Araucária (PR); São Mateus (ES), Campinas (SP), Recife (PE) e Porto Alegre (RS). Ações semelhantes estão sendo apoiadas em Salvador (BA), Manaus (AM) e Rio de Janeiro (RJ), sempre respeitando as recomendações de evitar aglomerações para garantir o bem estar da população.

“Vivemos um momento de solidariedade, de cada um que pode fazer a sua parte pelo bem do outro. Milhões de pessoas estão passando necessidades por causa da crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus. Enquanto o governo e as empresas ainda ficam discutindo o que e como fazer, precisamos agir rapidamente e garantir um mínimo de dignidade a essas pessoas, precisamos garantir a elas o direito básico à vida. Não podemos fazer muito, mas podemos fazer alguma coisa, e é isso o que os petroleiros vêm fazendo”, diz o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel.

 

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, está ao vivo pelo facebook do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), parcipando de um importante bate-papo que irá discutir o impacto das privatizações na vida dos brasileiros e importância das as propostas emergenciais que os movimentos sociais apresentaram para o enfrentamento da crise gerada pela pandemia da Covid-19.

Junto com Zé Maria, estão presentes, Daiane Hohn, da Coordenação Geral do MAB, e Nailor Gato, do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE). 

A FUP, o MAB e o CNE integram a Plataforma Operária e Camponesa da Água e Energia (POCAE), que lançou um documento com aproximadamente 20 propostas para minimizar os efeitos econômicos e sociais da crise.

A proposta central é garantir gás de cozinha, energia elétrica, água potável e saneamento básico para as populações mais vulneráveis durante a pandemia. 

> Saiba mais: Plataforma operária e camponesa para a energia propõe ações emergenciais durante pandemia


 

#FiqueEmCasa

Publicado em Economia

Nenhuma das medidas da Petrobras, ditas de resiliência, teve o aval dos sindicatos, e estes, apresentaram duas propostas para tentar minimizar os efeitos das crises da geopolítica do petróleo e do covid 19 que foram enviadas ao Ministério Público do Trabalho no último dia 5 e à empresa no dia seguinte, dia 6 de abril de 2020. Leia aqui.

A direção da companhia mantém postura intransigente com o fim do diálogo social que tem a intenção de encobrir os erros de estratégia da atual administração. Enquanto isso, a FUP continua a propor caminhos e permanece com sua postura de negociar visando os interesses dos trabalhadores, e reitera que o movimento sindical não aceitará imposições.

Uma contraproposta foi enviada ontem, 13, ao MPT para negociação com a gestão da Petrobrás e pode ser lida abaixo:

Redução temporária da remuneração

a) Observância do Princípio da Isonomia, com percentuais de redução incidentes sobre a remuneração mensal global, e aplicáveis a todos os empregados:

- até 4.500,00 = sem redução;

- de 4.501,00 a 9.000,00 = 15% de redução;

- de 9.001,00 a 15.000,00 = 25% de redução;

- acima de 15.000,00 = 30% de redução

b) Redução válida para os meses de Abril, Maio e Junho de 2020, com restauração da remuneração integral em Julho de 2020, e restituição aos trabalhadores, das diferenças descontadas, em Janeiro de 2021, observada a atualização prevista na Cláusula 21 do ACT vigente;

c) Fica mantida a possibilidade de redução de jornada e remuneração da Cláusula 56 do ACT vigente;

Desimplantações

d) Ficam canceladas todas as remoções de regimes extraordinários de trabalho (turnos de 8h e de 12h, e sobreaviso), desde 1° de março de 2020 até o fim do Estado de Calamidade Pública - Considerando-se que a situação é extrema e transitória, e que a empresa não deve promover desimplantações definitivas enquanto não se redefinir o quadro regular de demanda e produção;

e) Trabalhadores retirados das areas operacionais, nesse período (item "d") serão mantidos com os mesmos adicionais e acréscimos à remuneração dos regimes extraordinários de origem, observando-se apenas a redução escalonada do item "a";

f) Passado o Estado de Calamidade Pública a empresa observará o disposto nas cláusulas 41 e 44 do ACT vigente, negociando com os sindicatos a movimentação de pessoal;

Acordo Coletivo de Trabalho

g) Fica prorrogado o ACT vigente, até 31 de agosto de 2021;

h) Empregados inscritos no Programa de Assistência Especial (PAE), mantido pela Cláusula 28 do ACT, não terão redução alguma em suas remunerações mensais.

 

A FUP não compactua com as medidas lesivas aos trabalhadores (as) e não aceita imposições.

Publicado em Sistema Petrobrás

Cada unidade marítima da Petrobrás possui instalada uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, as chamadas CIPAs. Durante essa pandemia, em um momento crítico que esses profissionais poderiam auxiliar nas questões relativas à saúde e segurança a bordo, a empresa não está embarcando cipistas.

O papel das CIPAS é também a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador, por isso essa presença se torna imprescindível nas unidades marítimas que seguem funcionando. A diretoria do Sindipetro-NF encaminhou oficio para a Petrobrás questionando essa decisão e já informou ao Ministério Publico sobre o descumprimento das Normas Regulamentadoras 5 e 37. Agora acompanhará as respostas e a ação do MPT nesse caso.

O Sindipetro-NF reafirma que as denúncias devem ser encaminhadas para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

[Via Sindipetro-NF]

Publicado em SINDIPETRO-NF

O Sindipetro-NF doou 700 cestas básicas em comunidades carentes de Campos e Macaé. A intenção é dar apoio aos mais necessitados nesse momento de pandemia do COVID-19, agindo localmente. Muitos trabalhadores foram demitidos e outros informais não estão podendo ir às ruas fazer o seu ganha pão diário, por isso a diretoria do Sindipetro-NF decidiu ajudar.

“Nesse momento tão crítico para nossa sociedade, a solidariedade da categoria petroleira se faz necessária, principalmente nas cidades onde atuamos e vemos a fome bater na porta das pessoas” – explicou o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

O Sindipetro-NF procurou igrejas, diversas entidades filantrópicas e os movimentos sociais, entre eles o MST e o MAB, para garantir uma distribuição direcionada a quem realmente necessita. Também realizou uma distribuição direta para famílias carentes da localidade de Donana em Campos dos Goytacazes.

Quem tem fome, tem pressa!

[Via Sindipetro-NF]

Com a doação de dirigentes, trabalhadores e apoiadores, o Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo proporcionará a entrega de 67 cestas a comunidades periféricas da cidade de Campinas, onde fica uma das bases da entidade.

Os alimentos, todos orgânicos, produzidos sem o uso de agrotóxicos, foram adquiridos junto ao assentamento Milton Santos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a distribuição é organizada pela Central Única das Favelas (CUFA).

A primeira comunidade a ser beneficiada é a de Monte Cristo, na próxima segunda-feira (13), às 10 horas. A entrega ocorrerá no Bar da Rosinha, que fica próximo à creche Douglas Andreani.

Ex-diretor do sindicato e um dos responsáveis pela organização das doações Gilberto Soares, o Giba, destaca que a solidariedade e a integração com a comunidade são características do sindicato que, neste momento de crise, precisam crescer ainda mais.

“Nosso sindicato busca sempre ir além das necessidades da categoria e aproveitamos que quinzenalmente temos o pessoal do MST vendendo produtos orgânicos no sindicato para estabelecer uma parceria e ajudar quem tem mais sofrido com esse isolamento social”, explicou.

Quem quiser contribuir com doações pode entrar em contato com Giba (19) 99231-5252 ou Silvio Marques (19) 99158 1358.

Sindicato cidadão

Após a entrega das cestas em Monte Cristo, sindicato, MST e CUFA devem distribuir os alimentos também em Oziel e Gleba. Mais de 10 mil famílias serão beneficiadas nessas ações que acontecerão até o final de abril.

Para o coordenador da regional Campinas, Gustavo Marsaioli, a ação reforça a postura cidadã de quem precisa olhar o momento para atuar em benefício da classe trabalhadora.

“Tem sido um período de muito trabalho, apesar de nossas sedes estarem fechadas, porque, ao mesmo tempo, temos lutado contra a retirada de direitos da nossa categoria e buscado contribuir com as comunidades que mais necessitam, observando a partir das regiões onde temos nossas bases. Mas esse é o nosso papel, de sindicato que dialoga com os trabalhadores a partir de sua realidade”, apontou.

[Via Sindipetro Unificado de SP]

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Vídeos - Greve 2020

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Greve dos Petroleiros #meteoro.doc
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PETROLEIROS em GREVE! O que está havendo na Petrobrás?
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Em greve, petroleiros acampam na porta da Petrobras
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Entenda a Greve na Petrobras - 4 Verdades
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Escondida no Brasil, greve dos petroleiros é notícia no mundo
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Petroleiros são impedidos de entrar em unidades da Petrobras durante a greve
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Petroleiros em greve fazem ato em frente à sede da Petrobras
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Marcha Nacional em Defesa do Emprego, da Petrobrás e do Brasil
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Urgente: petroleiros em greve saem nas ruas vendendo gás pelo preço justo, a R$ 35
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20º dia da Greve dos Petroleiros conta com protesto em SP
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Greve dos Petroleiros - Paulista recebe movimentos em defesa da Petrobrás

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.