A mídia tem divulgado, diariamente, a situação do colapso da saúde no estado do Amazonas e o aumento diário dos casos confirmados do COVID-19, vírus com altíssimo índice de transmissibilidade. Em função do pouco conhecimento a esse respeito, o tratamento passa pelo cuidado redobrado com higiene e saúde. 
 
Na Petrobras temos notícias de 1124 casos registrado e 184 confirmado com COVID19. Na Reman, apesar da ausência de informações oficiais, temos notícias de vários casos confirmados, o que afastou companheiros do trabalho.
 
Nos causa enorme preocupação, a denúncia de que os companheiros, confirmadamente com COVID, estão e estarão retornando ao trabalho sem nenhuma testagem para certificar-se de sua cura e impossibilidade da contaminação a outros companheiros, demonstrando um total descaso com a saúde de sua força de trabalho. Na TRANSPETRO, a situação não é diferente, os companheiros sintomáticos, estão sendo desembarcados para tratamento.
 
Diante desta situação, o SINDIPETRO-AM  encaminhou documentos para REMAN e TRANSPETRO cobrando a testagem rápida e  imediata para a toda a força de trabalho. Não podemos colocar em risco a vida de trabalhadores. 
 
Veja os documentos encaminhado para a Gerência da REMAN e da TRANSPETRO.
 
[Via Sindipetro AM] 

Mesmo com o avanço dos casos de Covid-19 entre os petroleiros, a gestão da Petrobras continua negligenciando as condições de saúde e trabalho em suas unidades. O grupo de Estrutura Organizacional de Resposta (EOR), criado pela empresa para desenvolver ações dê gestão durante a pandemia, informou à FUP no último dia 24, que havia registrado até o momento 1.124 casos de trabalhadores com sintomas da doença, dos quais 184 testaram positivo e nove deles  foram hospitalizados.

Os números foram divulgados, após vários questionamentos feitos pela FUP e seus sindicatos, que, desde o início da pandemia, cobram acesso às informações e participação efetiva na discussão de ações de mitigação dos risccos de contaminação entre os petroleiros que estão em atividade, inclusive os trabalhadores terceirizados. A direção da Petrobrás, no entanto, continua negando a participação das entidades nos EORs (tanto no âmbito nacional, como regional), bem como qualquer espaço de negociação para que possam apresentar propostas e construir ações efetivas em prol da saúde e segurança dos trabalhadores. 

A reunião da última sexta-feira, 24, com representantes do EOR foi meramente informativa, como todas as outras convocadas anteriormente pela empresa para falar da pandemia. Os gestores apenas relatam fatos consumados e, na maioria das vezes, sequer respondem os questionamentos feitos dirigentes sindicais. 

Enquanto a Petrobrás continua negando o atendimento às pautas da FUP para enfrentar a pandemia, os trabalhadores continuam expostos a riscos de contaminação que poderiam ser evitados. As entidades sindicais reforçaram a urgência de realização de testes em massa em todos os trabalhadores, próprios e terceirizados, bem como tornaram a cobrar responsabilidade da Petrobrás com a garantia dos empregos nas empresas contratadas, adequação do grupo de risco, entre outros pontos listados em vídeo abaixo pelo diretor da FUP, Fernando Maia. 


Leia também: EOR: Petrobrás responderá a pauta da FUP? 


 [FUP]

 

Enquanto os casos de Covid-19 explodem no Sistema Petrobrás, principalmente nas unidades com trabalhadores confinados, como é o caso das plataformas, a gestão da empresa continua negando informações e esclarecimentos aos sindicatos. A falta de transparência não é só em relação aos números de trabalhadores contaminados ou com sintomas da doença, mas também no que diz respeito às ações de gestão para garantir a segurança dos efetivos, próprios e terceirizados. 

A tática da atual gestão é se fazer de surda em relação às reivindicações da categoria, negando qualquer diálogo com as entidades sindicais. Nesta sexta-feira, 24, a FUP participa da quarta reunião virtual, convocada pelo RH da Petrobrás para que o grupo de Estrutura Organizacional de Resposta (EOR), que monitora o avanço da Covid-19 na empresa, dê informes aos sindicatos. 

“Desde a criação dos EOR´s, a FUP e os sindicatos vêm cobrando participação nos grupos, apresentamos propostas e, desde então, tentamos construir uma política consistente e representativa de atuação”, ressalta o diretor da FUP, Fernando Maia. 

Mas, a Petrobrás negou qualquer forma de interlocução para as entidades sindicais. Nas reuniões anteriores, não foi garantido espaço negocial para a FUP. Os gestores da empresa apenas relataram fatos consumados e, na maioria das situações, sequer responderam aos questionamentos feitos pelos trabalhadores. Veja abaixo os pontos apresentados pela FUP nas reuniões anteriores e que não foram respondidos pela empresa. 

Enquanto isso, a subnotificação dos casos de Covid-19 entre os trabalhadores próprios e terceirizados no Sistema Petrobrás aumenta a cada semana. Os petroleiros não estão sendo devidamente testados, como a FUP e os sindicatos cobram desde o início da pandemia. Na contramão da responsabilidade social, a empresa continua ignorando as condições precárias de trabalho dos terceirizados, cuja exposição à contaminação pelo coronavírus é ainda maior. 

Na reunião desta sexta, a FUP novamente buscará uma interlocução com a gestão da Petrobrás, tentando garantir condições seguras para os trabalhadores que estão em atividade nas unidades durante a pandemia e estrutura para os que estão em home office nesse período de quarentena.  

As entidades sindicais também cobrarão da empresa providências em relação a gestores que estão descumprindo o Acordo de Trabalho, prejudicando trabalhadoras lactantes e grávidas e até reduzindo salários de trabalhadores que estavam afastados por motivos de saúde ou dispensas legais antes da pandemia. 

Questionamentos que a Petrobrás precisa responder 

Que critérios a gestão da Petrobrás está adotando para o retorno dos trabalhadores que foram infectados? Se a empresa só está testando os que apresentam sintomas, que garantias os demais trabalhadores terão de que não foram infectados e nem estão contaminando os demais empregados? 

A Petrobrás irá testar todos os trabalhadores, próprios e terceirizados, como cobram a FUP e seus sindicatos desde o início da pandemia? 

No caso das trabalhadoras lactantes de turno, a empresa, além de suprimir os adicionais do turno, está alterando o THM destas trabalhadoras lactantes, de 168 para 200. Qual o procedimento da Petrobras em relação às empregadas grávidas de áreas insalubres que foram deslocadas para o trabalho administrativo? 

Como fica a situação dos trabalhadores afastados antes do início da pandemia e que tiveram seus salários reduzidos? 

No Polo de Guamaré (RN), a Petrobrás está descumprindo a CLT e seus padrões internos. Sob a argumentação de uma equipe ter trabalhar 21 dias seguidos à noite, a empresa promoveu a inversão dos turnos e está provocando uma discrepância no intervalo interjornada de 5,5 horas. 

A Petrobrás também precisa responder o que fará em relação aos pontos que a FUP levantou nas reuniões anteriores

Reunião do dia 16 de abril: 

Riscos de contaminação: na Refap, os trabalhadores terceirizados estão sendo transportados em ônibus e vans lotados. A empresa não está afastando quem teve contato com infectados, só quem apresenta sintomas da Covid-19. Na Reduc, não há desinfecção dos locais onde atuaram os trabalhadores contaminados, não estão fazendo aferição de temperatura e o afastamento do trabalhador que apresente sintomas só ocorre por três dias. 

Subnotificação de trabalhadores contaminados ou com suspeita: a decisão da gestão de retirar adicionais dos trabalhadores de regimes especiais está gerando uma grande subnotificação de casos de Covid-19 entre os petroleiros de áreas operacionais, aumentando, exponencialmente, os riscos de contaminação. Com medo de perder a remuneração, os trabalhadores não estão comunicando o contato com possíveis contaminados e a apresentação de sintomas. 

Grupos de risco:  a Petrobrás não informou como proceder nos casos de afastamento de trabalhadores que estejam em grupos de risco de contaminação do novo coronavírus. O trabalhador e o sindicato serão oficiados? Quais doenças se enquadram? Qual o protocolo para colocar o trabalhador em isolamento ou não? 

Sobre o trabalho remoto, em casa: a FUP voltou a reiterar que nem todos os trabalhadores têm estrutura adequada (computador, acesso à internet, etc), o que piorou com a redução de salário feita pela empresa. A MP 927 destaca que toda a estrutura de home office deve ser garantida e mantida pela empresa. No entanto, tem gerente geral afirmando que os trabalhadores teriam que prover recursos para realizar o trabalho remoto. 

Quais os critérios de remuneração dos trabalhadores de plataformas durante o pré-embarque, quando permaneceram isolados em hotel? A informação que chegou aos sindicatos é de que os trabalhadores foram remunerados nos 7 dias como de regime administrativo e sem direito a hora extra, o que contraria informe da própria Petrobras para a categoria. 

Sobre as brigadas de emergência nas refinarias: com as paradas das unidades, as brigadas tiveram o efetivo bastante reduzido, o está gerando muita insegurança e dificuldade em garantir o número mínimo de brigadistas para atender aos acidentes ampliados.  

Reunião do dia 08 de abril: 

No Polo de Guamaré, foi denunciada a superlotação nos alojamentos, tanto de trabalhadores próprios, quanto de terceirizados. Locais onde normalmente eram mantidos dois trabalhadores, agora estão com quatro, sem material suficiente (toalhas, roupas de camas, material de higiene, etc), e sem ter a quem recorrer, já que os gerentes estão fora das unidades, em isolamento social. 

Relatos recebidos de que há trabalhadores de grupos de risco embarcando e trabalhando em refinarias normalmente. 

Redução das equipes de manutenção ao máximo, para atender exclusivamente necessidades emergenciais, com preservação dos empregos e remuneração de todos os trabalhadores, inclusive dos terceirizados, que são os mais expostos aos riscos de contaminação. 

Denúncias sobre a situação no Terminal de Coari, onde não há profissional de saúde na região de Juaruma, deixando os trabalhadores 15 dias sem atendimento, em plena pandemia, sendo que na base do terminal, em Coari, só há uma técnica de enfermagem. 

Posicionamento sobre a reivindicação da FUP de retorno da cobrança da AMS dos aposentados e pensionistas, através de descontos em contracheque e não em boletos bancários, como impôs a empresa, à revelia dos sindicatos, em plena pandemia. 

Posicionamento sobre a manutenção de CIPISTAS nas unidades. Na Bacia de Campos, por exemplo, grupos embarcados nas plataformas P-63 e P-61 não contam com CIPISTAS a bordo. 

Se posicionar sobre a falta de diálogo dos coordenadores locais do EOR. No Polo de Guamaré (RN), por exemplo, o coordenador afirmou não se reportar às gerências locais. 

Os petroleiros, portanto, querem saber: a Petrobrás responderá a pauta da FUP?

[FUP]

Prefeitos e parlamentares da Bahia participaram de reunião virtual com representantes da FUP, Sindipetro-BA e CUT-BA, realizada no último dia 21, em caráter de urgência, para discutir a decisão da direção da Petrobrás de fechar vários campos terrestres de petróleo no Nordeste e norte do Espirito Santo.

A pauta girou em torno dos prejuízos que essa ação trará para esses estados, particularmente para a Bahia, onde devem ser fechados inicialmente, a partir do inicio de maio, os campos de petróleo de Candeias, Dom João, Água Grande, Rio Pojuca e Miranga, localizados na UO-BA (Unidade Operacional da Petrobrás).

O Sindipetro Bahia fez uma explanação sobre a decisão da atual gestão da Petrobrás, explicando as suas consequências como a perda de receita para os municípios e estado e também de empregos – são cerca de 4 mil trabalhadores terceirizados que vão perder seus empregos e 900 trabalhadores diretos que serão transferidos para as refinarias da estatal em diversos estados.

Os prefeitos e parlamentares demonstraram grande preocupação e insatisfação, se posicionando contra a decisão da direção da Petrobrás e se colocando à disposição para tentar barrar essa medida. Nesse contexto, foram feitas várias proposições que serão colocadas em prática de forma imediata (veja no final da matéria).

Participaram da reunião as prefeitas de Cardeal da Silva, Mariane Mercuri (PTN), de Itanagra, Dania Maria (PSL), de Araças, Maria das Graças Trindade Leal (PT), o prefeito de Catu, Geranilson Requião (PT), o secretário de finanças de Candeias, representando o prefeito de Candeias, Pitágoras Alves da Silva, a deputada estadual Fátima Nunes (PT), os deputados estaduais, Alex Lima (PSB), Rosemberg Pinto (PT), os deputados federais da Bahia Joseildo Ramos (PT), João Carlos Bacelar (Podemos). Além do coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista e dos diretores Radiovaldo Costa, Paulo César Martin e Adson. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) estava representada pelo seu diretor Deyvid Bacelar e a CUT Bahia pelo seu vice-presidente, Leonardo Urpia. Muitos prefeitos e parlamentares não puderam participar da reunião, mas já se colocaram à disposição para fazer parte dessa luta.

Na avaliação do Sindipetro a reunião foi muito positiva, revelando o grande envolvimento dessas lideranças políticas, o que leva a diretoria da entidade sindical a crer que há grandes chances de reverter essa decisão e incorporar vários segmentos na luta em defesa dos empregos e da manutenção das atividades da Petrobrás na Bahia, estado em que a estatal nasceu 66 anos atrás.

Conheça as propostas e encaminhamentos tirados na reunião:

– Elaboração e encaminhamento ao governador do estado da Bahia, Rui Costa (PT) e ao presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Nelson Leal (PP) de uma carta conjunta assinada por prefeitos, parlamentares, CUT, FUP e Sindipetro Bahia relatando a posição da direção da Petrobras em relação aos campos de petróleo e os prejuízos que trará para a Bahia

– Solicitação de reunião com o governador Rui Costa e o presidente da ALBA

– Reivindicação para que o governador Rui Costa leve o problema para ser discutido no Fórum de Governadores do Nordeste, pois a ação da direção da Petrobrás impacta vários estados do Nordeste como Bahia, Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte e Ceará.

– Os deputados federais, Joseildo Ramos (PT) e João Carlos Bacelar (Podemos) se comprometeram a mobilizar as bancadas de deputados federais de todos os estados afetados com a decisão, inclusive com possibilidade de convocação do presidente da Petrobrás para prestar esclarecimentos sobre a problemática.

– Os deputados estaduais, Rosemberg Pinto (PT) e Alex Lima (PSB) vão buscar a abertura de diálogo com o governador do estado e mobilizar os demais deputados estaduais da Bahia e dos outros estados, assim como o presidente da ALBA para que se incorporem à luta.

– A CUT e o Sindipetro Bahia vão dar continuidade ao trabalho de mobilização social buscando envolver as demais centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais, para que lutem em defesa dos empregos que serão perdidos. O Sindipetro irá também, através da FUP, dialogar com os demais sindicatos de petroleiros, cujos estados serão impactados.

– Realização de campanha de mídia contra a paralisação dos campos terrestres e em defesa dos empregos, nas redes sociais, sites, jornais, rádios e tvs, buscando dar repercussão para a sociedade baiana dos problemas que serão provocados por essa medida.

– Foi criada uma coordenação para acompanhar a realização dos encaminhamentos propostos na reunião. Pelo Sindipetro estarão à frente, o coordenador Jairo Batista e o diretor Radiovaldo Costa. Pela CUT Bahia, o papel de acompanhar as ações será feito pelo seu vice-presidente, Leonardo Urpia (CUT Bahia). Foi montada também uma outra coordenação, composta por prefeitos e deputados. As duas coordenações vão se reunir periodicamente para analisar e implementar as ações necessárias para impedir o fechamento desses campos.

 [Via Sindipetro Bahia]

Publicado em Sistema Petrobrás

No intuito de impedir que a Petrobras feche de vez as bases de produção do petróleo no Rio Grande do Norte, o Sindipetro-RN está intensificando a campanha “Pelo Povo Potiguar, a Petrobras Fica no RN” e reforçou a cobrança a políticos, entidades e sociedade civil ao engajamento na luta pela permanência da empresa no Estado.

Dessa vez, devido as normas de isolamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), os sindicalistas enviaram eletronicamente um documento a todos os seguimentos da sociedade cobrando a intervenção política.

documento traz um apanhado de dados, informações e matérias que demonstram as ações que o Sindicato vem desenvolvendo para manter a produção nos campos da Bacia Potiguar.

Histórico

O Sindicato tem cobrado da Companhia a manutenção de investimentos para a região e exigido o cumprimento da sua responsabilidade social, enquanto empresa estatal geradora de serviços e de uma grande rede econômica, da qual muitos municípios e o próprio Estado são pertencentes.

“Agora, os desafios são maiores. Um governo entreguista se instaurou no Brasil após uma disputa eleitoral injusta e está vendendo à preço de banana os ativos da região. E quem lucra com tudo isto não é o Brasil, e sim ao capital estrangeiro, por meio de negociações ocultas”, afirma o Sindicato.

“A política de preços e de privatização da gestão da Petrobras, que já entregou o controle da BR Distribuidora, Liquigás e mantém ativa a venda de refinarias, agora se revela desastrosa com a baixa demanda de combustíveis provocada pela pandemia do coronavírus”, afirmou o diretor do Sindipetro-RN, Rodolpho Vasconcelos.

Segundo o dirigente, a cadeia integrada, defendida por petrolíferas mundiais, permite manter a empresa saudável nesse período de redução do preço internacional do barril de petróleo e “acirrada disputa entre grandes produtores da commodity”.  No entanto, a Petrobras lançou um plano de redução de 200 mil barris por dia, fechou 62 plataformas marítimas, dessas 24 são do Rio Grande do Norte, e continua paralisando poços terrestres. O polo industrial de Guamaré trabalha com sua capacidade reduzida no processamento de gasolina, diesel e gás, tendo paralisado a produção de querosene de avião.

Estima-se que, desde 2019, mais de mil trabalhadores diretos do setor já foram demitidos e outros 300 transferidos para a região Sudeste. E a tendência, segundo o sindicato, é que outros 800 fiquem desempregados nos próximos meses.

“Isso gera um impacto social e econômico enorme, com significativa redução de tributos, royaties e a própria renda gerada pela atividade”, avalia Rodolpho.

Desde o ano passado, o Sindicato dos Petroleiros e Petroleiras do Rio Grande do Norte vem tentando reforçar essa luta por meio da campanha Pelo povo potiguar, a Petrobrás fica no RN, com objetivo de aglutinar forças de todos os campos da sociedade para defender a sua permanência no Estado e barrar o desmonte da Companhia.

Iniciativa da Bahia

Na manhã da terça-feira (21), feriado de Tiradentes, prefeitos, parlamentares e representantes da FUP, Sindipetro Bahia e CUT, participaram de uma reunião virtual em caráter de urgência para tratar sobre a decisão da direção da Petrobras de fechar vários campos terrestres de petróleo no Nordeste e norte do Espirito Santo.

[Via Sindipetro-RN]

Publicado em Sistema Petrobrás

O Sindicato lançou Campanha Solidária convocando toda categoria para fazer doações a entidades filantrópicas via ABCP. Com o objetivo de arrecadar recursos, comprar itens essenciais e entregá-los às pessoas mais necessitadas. Na primeira ação a entidade que recebeu doações foi a Associação dos Moradores do Jardim Alvorada, em Araucária. Na oportunidade foram distribuídas 40 cestas básicas. 

O dirigente do Sindipetro PR e SC Luciano Zanetti explica como foi a entrega dos doações: 

Ação

O Sindipetro PR e SC e o Sindiquímica-PR iniciaram a entrega das cestas básicas em Araucária no sábado (18). O desmonte do Sistema Petrobrás na região é refletido na própria Associação Moradores que fica no entorno da Repar. Muitos trabalhadores que moram próximos à refinaria já atuaram como terceirizados nas unidades da estatal ou em empresas da cadeia de derivados de petróleo na região, mas agora estão sem perspectiva. 

O dirigente do Sindipetro faz um relato da importância da solidariedade:

A campanha continua e se estenderá a outras comunidades localizadas no entorno das unidades da Petrobrás tanto no Paraná como em Santa Catarina. Por isso, o Sindipetro PR e SC convoca toda categoria para intensificar as colaborações para mantermos essa corrente de solidariedade. A participação de cada um nesse momento é essencial. 

 Aos interessados em multiplicar essa ideia, seguem os dados bancários da Associação: 

:: Banco do Brasil

Agência: 5044-X

Conta Corrente: 371-9

CNPJ 80.043.045/0001-82

 :: Caixa Econômica Federal (CEF)

 Agência: 0369

 Conta Corrente: 00005048-4

 CNPJ 80.043.045/0001-82 

*A Associação Beneficente e Cultural dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina informa ainda que vai apresentar prestação de contas à categoria, periodicamente, enquanto durar a campanha.

[Via Sindipetro-PR/SC]

Trabalhadores do Sistema Petrobrás em Minas Gerais lançaram nesta segunda-feira (20) a campanha “Petroleiros pela Vida”, sob a organização do Sindipetro/MG. O objetivo é ajudar famílias que passam por dificuldades durante a pandemia de coronavírus, fornecendo gás de cozinha, cestas básicas e artigos de higiene e limpeza.

A ação de lançamento foi realizada no entorno da Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, e beneficiou 50 família. A atividade contou com a Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG) e o apoio da Associação Comunitária dos Moradores do Bairro Jardim das Rosas (ACOMBAJAR), que atua na região.

A campanha é realizada por meio da plataforma de arrecadação on-line Vakinha. O site é aberto a todos que queiram contribuir. O dinheiro doado será revertido em produtos para as comunidades.

União

De acordo com o diretor do Sindipetro/MG, Alexandre Finamori, os trabalhadores precisam se unir para fazer frente à incapacidade dos governos Zema e Bolsonaro de lidar com a crise. Além da insensibilidade da atual gestão da Petrobrás, que está colocando em risco o abastecimento de gás no Brasil.

“É uma campanha pelo direito à vida, ao isolamento social com dignidade e o fornecimento de energia. Já fizemos algumas doações, mas queremos ampliar e ajudar mais pessoas. Por isso, a ideia de fazer uma vaquinha virtual para que mais gente possa doar. Juntos nós vamos sair mais fortes desta crise”, afirma o diretor.

Outras ações

Antes mesmo do lançamento, o Sindicato já atuava para amenizar as dificuldade enfrentadas pela população mais pobre. Até o momento foram realizadas, em Belo Horizonte, doações de materiais para confecção de máscaras caseiras para a Associação de Moradores do Cabana, entrega de alimentos e materiais de limpeza na Pedreira Prado Lopes e ocupações urbanas, por meio do MTD e MLB.

Contribuição

Para contribuir basta acessar o link www.vakinha.com.br/vaquinha/petroleiros-pela-vida. Ao se certificar que está na página da campanha realizada pelos petroleiros de Minas Gerais, clique no botão “Contribua” e preencha o formulário. As doações podem ser feitas por cartão de crédito, boleto, Paypal e Picpay.

Conheça nossas metas:

[Via Sndipetro-MG]

Com o avanço da pandemia da Covid-19, a FUP e seus sindicatos estão intensificando ações de apoio à população mais impactada. A hora exige união e solidariedade no enfrentamento dessa crise humanitária.

Junto com movimentos populares e diversas organizaçõe sociais, os petroleiros estão atuando para minimizar os efeitos da pandemia, principalmente entre trabalhadores e famílias que estão em situação mais fragilizada.

Em diversos estados do país, a FUP e seus sindicatos estão participando de campanhas para doação de botijões de gás, cestas básicas, materiais de hgiene e limpeza, água potável e outras ações solidárias, através de articulações com a Central de Movimentos Populares (CMP); o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB); o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA); o Movimento dos Sem-Terra (MST); o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST); o Levante da Juventude; a Frente Brasil Popular, entre outros movimentos populares. 

É fundamental que os trabalhadores participem com doações e também se integrando às ações. Acompanhe as ações pelos sites e redes sociais dos sindicatos e da FUP.

Além das ações sociais, os petroleiros vêm também desenvolvendo ações políticas, com apresentação de propostas emergenciais para minimizar os impactos da pandemia e também ampliar o combate à Covid-19.

Através da Plataforma Operária e Camponesa da Água e Energia (POCAE), propomos a gratuidade por quatro meses do botijão de gás para as famílias mais vulneráveis economicamente e o tabelamento do produto a R$ 40,00. Veja aqui outras propostas da Plataforma.

A FUP e seus sindicatos também aguardam resposta à solicitação encaminhada no dia 30 de março, ao ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra, para que a Petrobrás repasse à Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) os valores das multas impostas às entidades no dissídio coletivo referente à greve dos petroleiros, realizada em fevereiro. A empresa foi autorizada a reter o repasse das mensalidades sindicais no total de R$ 2.475.812,25. A FUP cobrou que o valor das multas referentes aoos seus sindicatos filiados (R$ 1.863.270,04) seja revertido integralmente à Fiocruz, que é referência no combate ao coronavírus. Saiba mais aqui.

No Paraná, o Sindiquímica-PR conseguiu que o Ministério Público do Trabalho (MPT) revertesse para o Hospital Municipal de Araucária a multa de R$ 333.799,99, cobrada da Ansa/Fafen-PR por descumprimento de acordo. Os recursos deverão ser usados na compra de insumos e equipamentos para tratamento da Covid-19. Saiba mais aqui.

“Vivemos um momento de solidariedade, de cada um que pode fazer a sua parte pelo bem do outro. Milhões de pessoas estão passando necessidades por causa da crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus. Enquanto o governo e as empresas ainda ficam discutindo o que e como fazer, precisamos agir rapidamente e garantir um mínimo de dignidade a essas pessoas, precisamos garantir a elas o direito básico à vida. Não podemos fazer muito, mas podemos fazer alguma coisa, e é isso o que os petroleiros vêm fazendo”, diz o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel.

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Petroleiros de SP fazem coleta e distribuição de alimentos em Campinas

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Sindipetro-MG participa de doação de alimentos e materiais de limpeza

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[FUP]

Publicado em Cidadania

Nos últimos dias aumentaram os casos de COVID- 19 nas plataformas. Sete plataformas tem relatos de casos pelos trabalhadores. São elas P-50 , P-26, P-18, P-35, P-20, P-33 e P-62. Dessas, a P-26 é a plataforma que parece ter a situação mais complicada. Na terça, 21, desembarcaram 13 trabalhadores com sintomas da doença.

Segundo a Agência Nacional de Petróleo existem 105 trabalhadores infectados que estiveram em alguma unidade marítima em todo país, mas os sindicatos acreditam ser muito mais pela falta de testagem.

O sindicato tem a informação que diariamente desembarcam trabalhadores com quadro de COVID-19 e todos são testados. Já os trabalhadores que desembarcam normalmente, sem quadro da doença , que podem ser assintomáticos, não estão sendo testados. Existe a denuncia de trabalhadores que ficaram uma semana ao lado de um trabalhador com COVID-19 em P-26 e não foram testados.

Essa situação é gravíssima porque as pessoas estiveram a bordo juntas e estão indo para suas casas e cidade sem ser testada. O Sindipetro-NF solicitou desde o mês passado que a Petrobrás testasse todos os trabalhadores, mas a empresa alega não ter testes para isso.

A gestão bolsonarista, através do seu setor de SMS, já foi cobrada, mas ainda não respondeu ao sindicato. O presidente da empresa, Castello Branco, trata com total indiferença a vida das pessoas e coloca o lucro da empresa acima de tudo e de todos.

O Sindipetro-NF tem acompanhado incansavelmente esses casos de COVID-19, apesar de não possuir o número de casos oficiais, porque a empresa não está repassando para o sindicato. “A diretoria pediu no dia 18 de março uma série de cuidados no embarque e desembarque do pessoal e no dia 25 enviou um novo ofício cobrando a testagem.  Os casos que aparecem agora são frutos da forma irresponsável pela qual a empresa trata a saúde dos seus trabalhadores” – comenta o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

Leia também: 

Sem diálogo social, gestão da Petrobrás ignora sindicatos durante a pandemia 

[Via Sindipetro-NF]

O Sindipetro-NF tem recebido denúncias de trabalhadores de empresas privadas do setor petróleo que estão abandonados por elas, principalmente em relação à logística. A continuidade da produção e o lucro acima da vida tem sido prioridade. No momento do embarque, quando a empresa precisa, envia carro para buscar o trabalhador em casa, mas na hora do desembarque deixa o trabalhador por sua conta.

Um exemplo foi o que aconteceu com um trabalhador da Elfe que desembarcou de uma situação tensa a bordo, onde as pessoas estão todas preocupadas com seus empregos e com medo de contaminação por COVID-19, e quando chegou foi deixado na Rodoviária Shopping Estrada em Campos dos Goytacazes vazia, sem ônibus para voltar para sua cidade natal, localizada em outro Estado.

Ao perceber a situação em que se encontrava, pediu auxílio por e-mail para a Elfe e foi informado que só teria carro no dia seguinte. Nem hotel foi oferecido para o trabalhador que dedicou horas de trabalho para a empresa.

“É um total desrespeito o que estão fazendo com os trabalhadores essenciais para o país! Encaminhamos ofício para todos as empresas pedindo para que se preparassem para essa crise sanitária” – afirma o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

O sindicato enviou ofício para todas as empresas no dia 25 de março orientando como deveriam tratar seus trabalhadores em momento de pandemia, seguindo as orientações do médico do trabalho, Dr. Ricardo Garcia Duarte e solicitando negociação em cada caso.

O que o sindicato e os trabalhadores recebem como resposta é a negligência das empresas em relação à saúde de seus profissionais e de suas famílias.

O NF está checando todos os casos que chegam por e-mail, reúne o máximo de documentação possível e denuncia a órgãos fiscalizadores, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o MPT (Ministério Público do Trabalho).

Por isso é importante que os trabalhadores que estiverem em situação de risco ou verificarem problemas nos procedimentos das empresas do setor petróleo enviem relatos para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

[Via Sindipetro-NF]

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Vídeos - Greve 2020

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Greve dos Petroleiros #meteoro.doc
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PETROLEIROS em GREVE! O que está havendo na Petrobrás?
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Em greve, petroleiros acampam na porta da Petrobras
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Entenda a Greve na Petrobras - 4 Verdades
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Escondida no Brasil, greve dos petroleiros é notícia no mundo
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Petroleiros são impedidos de entrar em unidades da Petrobras durante a greve
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Petroleiros em greve fazem ato em frente à sede da Petrobras
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Marcha Nacional em Defesa do Emprego, da Petrobrás e do Brasil
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Urgente: petroleiros em greve saem nas ruas vendendo gás pelo preço justo, a R$ 35
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20º dia da Greve dos Petroleiros conta com protesto em SP
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Greve dos Petroleiros - Paulista recebe movimentos em defesa da Petrobrás

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.