Os participantes e assistidos da Petros nas bases da FUP referendaram a proposta alternativa de equacionamento dos Planos Petros do Sistema Petrobrás - Repactuados e Não Repactuados (PPSP-R e PPSP-NR). A proposta foi debatida e aprovada em todas as assembleias realizadas pelos sindicatos da FUP.

O Termo de Compromisso e Outras Avenças seria assinado nesta sexta-feira, 06/12, pelas representações sindicais e da Petros. A reunião, no entanto, foi cancelada pela Fundação. Em documento encaminhado ao presidente da Petros, Bruno Dias Macedo, a FUP ressalta que a assinatura do Termo é “condição necessária para a implantação da proposta alternativa ao atual Plano de Equacionamento de Déficit – PED”, conforme acordado por ele próprio na reunião do dia 22 de outubro do GT Petros.

No documento, a FUP ressalta que desconhece “o motivo ou os motivos da suspensão” da reunião para assinatura do Termo de Compromisso e cobra a remarcação da data para que a proposta alternativa ao PED possa ser implantada o quanto antes.  “Cumprimos a nossa parte do que foi definido no GT Petros. Esperamos que o Senhor também cumpra a sua parte”, reitera a FUP ao presidente da Petros.

A proposta alternativa de equacionamento do PPSP-R e PPSP-NR foi construída pelo Grupo de Trabalho Petros, com a participação da FUP, FNP, FTTNAA, FENASPE e representantes da Fundação e da Petrobrás. A proposta foi finalizada no dia 22 de outubro, após inclusão de alterações sugeridas pelo presidente da Petros, Bruno Dias.

O GT Petros foi constituído no início de 2018, com o objetivo de apontar alternativas para cobertura dos déficits dos PPSPs, de forma a penalizar menos os aposentados, pensionistas e participantes da ativa, que tiveram seus orçamentos familiares profundamente comprometidos pelos descontos absurdos impostos pela Petros.

[FUP]

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Os Conselheiros Deliberativos eleitos da Petros, Norton Cardoso (titular) e André Araújo (suplente) tomaram posse como conselheiros na tarde da terça-feira (26), no Rio de Janeiro.

A dupla, que concorreu com o número 52 fez parte da Chapa Unidade em Defesa da Luta, vencendo a eleição com 11.181 votos.

De acordo com a Petros a taxa de participação dos participantes e assistidos na eleição foi a maior registrada desde 2003. “Ao todo, 36.620 pessoas votaram, o que equivale a 26,56% do universo de participantes aptos a votar. No último pleito, 13,56% foram os participantes votaram”, revelou a Fundação.

O aumento do número de assistidos e participantes que votaram nas eleições, aumenta também a responsabilidade dos conselheiros eleitos. “Isso mostra que a categoria está mais atenta, percebendo a importância da Petros no contexto familiar de cada um, o que na minha opinião, é excelente e estimula o nosso trabalho” afirma André Araújo.

O Conselheiro assegura que juntamente “com o companheiro Norton, assumo mais esse desafio. Posso afirmar que o nosso trabalho será feito com dedicação, transparência, acompanhando de perto os desdobramentos do equacionamento e também trabalhando para garantir a sustentabilidade do plano, fiscalizando as suas aplicações financeiras para assegurar um bom resultado”.

André ressalta ainda que não poderia deixar de demonstrar “minha satisfação coma aprovação, em assembleias, do plano do GT Petros que irá substituir o equacionamento do atual PED. “É mais uma etapa vencida, e meu primeiro e maior desafio será lutar pela rápida implementação dessa proposta que irá livrar a categoria do arrocho financeiro”.

Veja alguns dos compromissos de campanha da chapa que serão colocados em prática pela dupla Norton e André:

• Lutar pelos direitos dos participantes e assistidos
• Implantação da proposta do GT ao PED
• Eleição direta e paritária para direção e pela boa gestão da nossa Fundação.
• Cobrança das dívidas das patrocinadoras e o cumprimento da Legislação

[Via Sindipetro Bahia]

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"A partir de janeiro, o INSS não fará mais o pagamento do benefício de seus segurados por meio do convênio com a Petros. O órgão de previdência oficial comunicou esta decisão a todas as entidades fechadas de previdência complementar e informou que, a partir do ano que vem, pagará seus beneficiários pela rede bancária contratada pelo próprio INSS. Em caso de dúvidas, entre em contato com a Central 135 do INSS", informou a Petros, nesta terça-feira, 19, em seu portal.

"O último crédito do INSS via Petros será referente ao mês de dezembro, pago nos dias 10 e 20. O benefício referente a janeiro será creditado diretamente pelo INSS até o 5º dia útil de fevereiro, de acordo com o calendário do instituto. A Petros está em contato com o INSS para obter esclarecimentos e orientações para passar a seus participantes. Conforme as orientações forem divulgadas pelo INSS, a Petros comunicará mais detalhes aos participantes", esclareceu a Fundação.

Privatização

No dia 07 de novembro, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) encerrou o leilão da folha de pagamento de benefícios, pela qual os banqueiros pagarão R$ 24 bilhões ao governo nos próximos cinco anos.

Ao todo, 23 instituições bancárias participaram do leilão, entre os dias 5 e 7 de novembro, em Brasília. Os bancos vencedores ganharam o direito ao pagamento de benefícios a serem concedidos entre 2020 e 2024.

A folha de benefícios do INSS é um excelente negócio. Ao ficarem com as contas dos segurados, poderão oferecer à clientela todos os tipos de serviços e cobrar por vários deles. O crédito consignado a aposentados e pensionistas, por exemplo, se tornou produto altamente rentável e com baixo custo. As prestações já vêm descontadas dos benefícios. Portanto, a inadimplência é próxima de zero. 

Outro ponto importante vislumbrado pelos bancos: o número de aposentados vai aumentar muito nos próximos anos, uma vez que o país está envelhecendo. Com a folha do INSS, os bancos garantem um mercado cativo, já que a concorrência tenderá a aumentar diante das facilidades que o Banco Central têm concedido ao mercado para a entrada de novos competidores, sobretudo de fintechs, instituições 100% digitais e cooperativas.

Atualmente, o INSS tem, em sua folha de pagamento, mais de 35 milhões de benefícios, com expectativa de 5 milhões de novos benefícios por ano.

"Enquanto os banqueiros são privilegiados e beneficiados pelo governo Bolsonaro, os assistidos da Petros (PPSP-R, PPSP-NR e PP-2) que podiam solicitar valores maiores de empréstimo, considerando a renda do INSS, perdem essa possibilidade. Perde a Petros, que emprestará menos, perdem os assistidos, que terão crédito mais caro e com menor prezo de pagamento, perdem todos porque o empréstimo é o investimento mais seguro e um dos mais rentáveis desses planos", lamenta o diretor da FUP e conselheiro eleito da Petros, Paulo Cesar Martin.

Fim do adiantamento no dia 10

A Petros infomrou que como o pagamento do INSS dos aposentados e pensionistas do Sistema Petrobrás deixará de ser feito via Fundação, "não haverá mais adiantamento do benefício Petros nem da previdência oficial no dia 10".

"A partir de janeiro, o pagamento do benefício Petros será apenas no dia 25 de cada mês, sendo antecipado para o dia útil anterior caso a data caia num fim de semana ou feriado. Assim, haverá duas datas de recebimento: a da Petros e a do INSS, que, geralmente, paga até o 5º dia útil do mês seguinte", informou a Petros.

Pensão judicial

Outra informação importante feita pela Petros:

"Aqueles que descontam pensão judicial via contracheque precisam comunicar a seus pensionados – como ex-cônjuge ou filho – que é necessário cadastrar o ofício no INSS para que o desconto aplicado na parte da previdência oficial seja feito pelo órgão. Este procedimento é feito no portal Meu INSS. Para mais informações, clique aqui."

[FUP, com informações da Petros e do Correio Braziliense]

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Reunido nos dias 05 e 06 de novembro, o Conselho Deliberativo da FUP aprovou a proposta alternativa ao atual Plano de Equacionamento (PED) dos Planos Petros do Sistema Petrobrás - Repactuados e Não Repactuados (PPSP-R e PPSP-NR).

A proposta foi elaborada pelo Grupo de Trabalho Petros, formado pelas entidades representativas de participantes e assistidos (FUP, FNP, FTTNAA, e FENASPE), além de representantes da Petros e da Petrobrás.

A proposta vinha sendo discutida desde o início de 2018 e foi concluída no dia 22 de outubro, após análise e inclusão das alterações propostas do novo presidente da Petros, Bruno Dias.

As assembleias serão realizadas nas bases da FUP até o dia 30 de novembro para que os trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas possam avaliar o indicativo de aprovação da proposta alternativa ao atual PED.

A proposta foi amplamente discutida e aprovada por consenso nos fóruns das entidades de participantes e assistidos da Petros, no Conselho Nacional dos Aposentados e Pensionistas da FUP (CNAP) e no Conselho Deliberativo da FUP.

O objetivo é que a proposta alternativa ao PED possa ser implantada ainda este ano.

O GT Petros foi conquistado pela FUP na campanha reivindicatória de 2017 com o objetivo de apontar alternativas para cobertura dos déficits dos PPSPs, de forma a penalizar menos os aposentados, pensionistas e participantes da ativa, que tiveram seus orçamentos familiares profundamente comprometidos pelos descontos absurdos impostos pela Petros.

Além de cobrir os déficits dos planos, a proposta apresenta soluções para os problemas estruturais do PPSP, possibilitando a sua sustentabilidade futura.

Principais pontos da Proposta Alternativa ao PED:

✓ Contribuição Extraordinária de 30% sobre o Abono Anual (13o benefício) de todos os assistidos, até o pagamento do último benefício dos PPSPs (R e NR) ou até a eliminação dos seus atuais déficits;
✓ Pecúlio das futuras pensionistas no valor de 2 vezes a remuneração global (Petros + INSS) dos aposentados e de 2 vezes o salário de contribuição; dos participantes da ativa
✓ Cálculo das Futuras Pensões mantido em 50% + 10% para cada dependente;
✓ Contribuição Extraordinária: linear, com percentual ajustado para se adequar ao novo valor do Pecúlio por Morte e à manutenção do cálculo da futura Pensão por Morte;
✓ Aplicação da Resolução CNPC 30/2018, estabelecendo a contribuição extraordinária até o pagamento do último benefício dos PPSPs (R e NR) ou até a eliminação dos seus atuais déficits;
✓ Redução do Déficit a ser equacionado pelo reconhecimento do correto patrimônio do Grupo Pré-70 e Pos-70 (R$ 3,6 bilhões);
✓ Adequação às seguintes regras prevista na Resolução CGPAR 25, incluindo a desvinculação da elegibilidade do INSS para a concessão do benefício de Aposentadoria:

1) Reajuste de benefícios de acordo com indexador Economico (IPCA)
2) Desvinculação do valor do beneficio do valor do INSS (INSS hipotético)
3) Cálculo do benefício de acordo com a média salarial dos últimos 36 meses.

✓ Aplicação das medidas mitigadoras de futuros déficits:

1) Supressão da tabela de Contribuição Normal do Regulamento;
2) Contribuição Normal flutuante de acordo com o Plano de Custeio anual;
3) Contribução Extraordinária (jóia individual) devido à mudança da Composição Familiar

✓ Elaboração de Minuta para Deliberação em Assembleia, contendo somente 03 (três) cláusulas:

1) Conteúdo da Proposta conforme descrito acima;
2) Compromisso de Não Judicialização exclusivamente em relação à Proposta acima;
3) Diferimento do Pagamento do Valor do Equacionamento não realizado devido à concessão de Liminares, através do oferecimento de propostas para adesão individual

ESTUDOS E REUNIÕES APÓS A APROVAÇÃO DA PROPOSTA ALTERNATIVA AO PED

1) Estudo da composição do Déficit para adequação da taxa de Contribução Normal visando a cobertura do Déficit de origem Estrutural;
2) Estudo da alteração do Seguro do Fundo de Quitação por Morte visando a diluição do pagamento dos empréstimos de acordo com a expectatia de vida do Participante ou Assistido;
3) Estudo de mudança da composição dos Ativos do Plano dos Pré-70 visando sua “blindagem” com relação à futuros déficits.
4) Reunião específica para tratar da instituição do Conselho Consultivo dos Plano Pré-70 e do Conselho Consultivo dos Planos Pós-70 (R e NR)
5) Estudo da aplicabilidade da CNPC 30/2019 para estabelecer a ordem de prioridade, quanto à utilização de eventual superávit:
a) Adequação da taxa de juros do plano;
b) Redução da Contribuição Extraordinária Mensal
c) Elevação do valor do Pecúlio por Morte
d) Redução da contribuição extraordinária do Abono Anual
e) Adequação da tábua de mortalidade
6) Estudo de viabilidade quanto a Unificação das taxas de Contribuição Normal pela maior Taxa praticada;
7) Estudo de viabilidade quanto a Unificação da Data Base de Reajuste de benefícios de acordo com a Data Base de Reajuste salarial da respectiva patrocinadora

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Representantes da FUP e demais entidades que integram o Grupo de Trabalho Petros tiveram na terça-feira (15/10) a primeira reunião com o novo presidente da Fundação, Bruno Dias. O objetivo foi discutir a implementação da proposta construída pelo GT para substituir o atual Plano de Equacionamento do Déficit (PED) dos Planos Petros do Sistema Petrobras (PPSP repactuados e não repactuados). 

O relatório final do GT Petros está há meses aguardando análise da diretoria da Petrobrás. “De forma inédita, o novo presidente da Petros procurou e abriu o diálogo com os conselheiros eleitos e com os representantes das principais entidades da categoria petroleira, o que culminou com essa reunião do GT Petros", explicou o diretor da FUP, Paulo César Martin, um dos representantes da entidade no GT.

"Participamos da reunião, na tentativa de viabilizar o trâmite da proposta do GT na Petrobrás e agilizar para que tenhamos a proposta alternativa antes de um novo equacionamento”, esclareceu.

Paulo César avalia como “extremamente positiva” a reunião com o presidente da Petros. “Ele apresentou uma série de alternativas à proposta do GT, que, a princípio, podem viabilizar e agilizar a implantação da nossa proposta”, declarou.

Nesta quinta-feira, 17, os representantes dos trabalhadores no GT Petros discutirão com as demais entidades de participantes e assistidos da Petros os ajustes propostos pelo presidente da Fundação.

No dia 22, o GT Petros volta a se reunir para fazer os ajustes necessários na proposta, na tentativa de que seja aprovada até o final deste ano. 

[FUP]

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Terminou às 17h desta segunda (16) a eleição para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros. A dupla 52 da Chapa Unidade em Deesa da Petros - formada por Norton Almeida (titular), do Sindipetro NF, e por André Araújo (suplente), do Sindipetro Bahia - venceu a eleição para o Conselho Deliberativo, com 11.181 votos. 

Para a vaga dos aposentados no Conselho Deliberativo, foi eleita a dupla 53, acom 7.576 votos. 

No Conselho Fiscal, a dupla eleita foi a 41, com 17.761 votos.

As outras duas duplas da chapa Unidade em Defesa da Petros também tiveram uma boa votação. A dupla 42, que concorreu ao Conselho Fiscal, obteve 17.697 votos, apenas 64 votos a menos que a dupla vencedora. Já a dupla 54, que disputou a vaga dos aposentados no Conselho Deliberativo, obteve 6.572 votos. 

Segundo a Petros, a taxa de participação dos participantes e assitidos na eleição é a maior registrada desde 2003. Ao todo, 36.620 pessoas votaram, o que equivale a 26,56% do universo de participantes aptos a votar. No último pleito, 13,56% fod participantes votaram. 

A maioria dos eleitores, 35.082 pessoas (25,45%), optou por votar pela internet. Apenas 1.538 (1,11%) votaram pelo telefone.

Em video divulgado nas redes sociais, o conselheiro eleito, Norton Almeida, agradece a confiança dos participantes e assistidos e ressalta a importância desta eleição: 

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A eleição para os conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros está na reta final. Os participantes e assistidos têm até o dia 16 de setembro para eleger seus representantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros.

Essa eleição é muito importante na atual conjuntura de ataques aos direitos dos petroleiros. É fundamental que os participantes e assistidos tenham na Petros representantes preparados para enfrentar a tentativa de desmonte do fundo de pensão, que acontece no rastro das privatizações no Sistema Petrobrás.

Serão eleitas duas duplas de representantes para o Conselho Deliberativo e uma dupla para o Conselho Fiscal.

Por isso, as federações de petroleiros (FUP e FNP) e das associações de aposentados (FENASPE) somaram forças e construíram uma chapa unitária - Unidade em Defesa da Petros - para que possam garantir a representatividade da categoria nos Conselhos da Petros.

A FUP e seus sindicatos estão concentrando esforços para a eleição das duplas 52 (Conselho Deliberativo) e 42 (Conselho Fiscal), que integram a chapa unitária.

dupla 52 é composta por Norton Almeida (titular), do Sindipetro NF, e por André Araújo (suplente), do Sindipetro Bahia. Norton acumula experiência de quatro anos no Conselho Deliberativo, atuando como suplente, ao lado de Paulo César Martin.

dupla 42 é formada por Cláudio Oliveira (titular), do Espirito Santo, representante da FENASPE/AEPET, e por Agnelson Camillo (suplente), da FNP e Sindipetro Pará. Cláudio possui larga experiência administrativa acumulada na Petrobrás e atualmente produz estudos e artigos sobre a Petros.

Como votar:

Pela internet - acesse o portal da Petros (petros.com.br) e informe o número da matricula e da senha Petros.

Por aplicativo no celular - baixar o app da Petros (Google Play ou App Store). Após fazer o download do aplicativo, basta informar matrícula e senha da Petros uma única vez.

Por telefone – através de ligação gratuita para 0800 283 1676, informando matrícula e senha Petros. 

Acompanhe e compartilhe pelo facebook a campanha dos nossos candidatos.

Clique aqui para conhecer as propostas dos candidatos e entender como funcionam os Conselhos da Petros.

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Mudanças implementadas pela Comissao Eleitoral, que coordena a votação para o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal da Petros, estão sendo consideradas duvidosas pela FUP e podem ser um risco à segurança e transparência da eleição que começou na segunda-feira (02).

Essas mudanças, que rompem com regras seguidas há mais de 17 anos, levantam dúvidas sobre a lisura do pleito, pois retiram capacidade de fiscalização da Comissao Eleitoral e deixa de registrar diversas informações qualitativas dos votos.

Essas alterações podem levar à anulação de eleição para o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal da Petros

Diferentemente de todas as nove eleições realizadas pela Fundação, desde 2001, as duplas que concorrem aos Conselhos e os eleitores saberão somente o total de votos que os candidatos receberam e quantos eleitores votaram.

Não saberão em quais estados os candidatos foram votados, nem o número de votos que cada um deles recebeu.

Isso dificultará gravemente a fiscalização do processo eleitoral, pelos candidatos, pelos eleitores e pela própria Comissão Eleitoral.

Além disso, com as mudanças, a Comissão Eleitoral perdeu o controle da senha que dá acesso ao sistema de votação e apuração da eleição.

Antes, essa senha era compartilhada, dividida entre todos os seus membros, além dos representantes da empresa de informática, que administra o sistema de votação, e da empresa certificadora, que valida a segurança do processo eleitoral, ambas contratadas pela Petros.

Agora, somente os representantes da empresa de informática e da empresa certificadora detêm as senhas que dão acesso ao sistema de votação e apuração da eleição.

Essa mudança no controle de abertura e fechamento do sistema de votação e apuração coloca em risco toda a segurança do processo eleitoral.

Além disso, a Petros decidiu fazer campanha de 'incentivo à votação' em prédios administrativos pontuais da Petrobrás, em detrimento de outros, em clara conduta de seleção de 'público'.

Tal gravidade da denúncia se soma ao fato de que essas alterações foram discutidas e definidas em reunião da Comissão Eleitoral no último dia útil antes do início da votação e sem ter a ata de reunião publicada ou fornecida aos seus membros.

Se a resposta da interpelação judicial não for esclarecedora ou convincente, a FUP tomará as providências judiciais para garantir a correta realização dessas eleições para que possamos ter, novamente, uma eleição, segura e confiável no seu resultado final, como já ocorreu em nove eleições já realizadas pela Petros desde 2001.


Acesse aqui a inicial da interpelação feita pela FUP

[FUP]

Publicado em Sistema Petrobrás

Devido à incidência do equacionamento nos salários e benefícios dos assistidos e participantes do Plano Petros 1, e os prejuízos amargados pela categoria, o Sindipetro Bahia enviou ofício à direção da Petros, solicitando que a fundação analisasse duas opções (abaixo) como uma tentativa de amenizar essa situação:

– Refinanciamento do saldo devedor para 240 meses para aqueles que estão pagando o equacionamento e têm empréstimo na Petros.

– Suspensão de 6 meses do financiamento para que as pessoas possam equilibrar suas finanças.

A resposta da Petros foi de que não será possível fazer o refinanciamento do saldo devedor por 240 meses, pois a Fundação já estaria trabalhando na perspectiva da implantação do PP3 e/ou do Plano Alternativo do GT Petros. Por isso só acataram o pedido do Sindipetro em relação à suspensão de 6 meses da cobrança do empréstimo.

Mas nesse ponto entra um grande problema. A solicitação do Sindipetro foi pela implantação imediata da suspensão do pagamento do empréstimo e a Petros ofereceu a opção apenas a partir de janeiro de 2020.

Para o Sindipetro, essa medida é absurda, pois as pessoas estão sofrendo agora, estão com suas finanças desreguladas, comprometendo uma boa parte do salário ou benefício com o pagamento do equacionamento.

A medida é bem vinda, mas deveria ser aplicada de forma imediata. Por isso a direção do Sindipetro Bahia vai cobrar da Petros que a opção da suspensão seja oferecida de imediato.

Veja como vai funcionar

De 3 de setembro a 27 de dezembro, os participantes dos planos Petros do Sistema Petrobras-Repactuados (PPSP-R) e Petros do Sistema Petrobras-Não Repactuados (PPSP-NR), que estão contribuindo para o equacionamento do déficit de 2015, poderão optar pela suspensão da cobrança das prestações de empréstimos pelo período fixo de seis meses — entre 1 de janeiro a 30 de junho de 2020.

Durante os seis meses de suspensão, o participante continuará tendo descontados no contracheque os valores referentes à taxa de administração do contrato (0,0208% a.m.) e ao Fundo de Quitação por Morte (0,272% a.m.).

Os juros e a correção referentes ao período de suspensão do pagamento serão somados ao saldo devedor, seguindo a taxa prevista no contrato (0,59% + IPCA). Por isso, é preciso avaliar com cautela se a suspensão temporária por seis meses é realmente necessária.

Para pedir a suspensão temporária das prestações, é preciso acessar a Área do Participante, no Portal Petros, informando matrícula e senha. Na seção “Empréstimos”, o participante deve clicar em “Solicitação de empréstimos”, e, em seguida, ir para “Condições especiais para público do equacionamento”. Depois, deve selecionar o contrato e clicar em “Suspender”.

O participante que tiver esquecido matrícula e/ou senha, deve clicar em “esqueci a matrícula” e/ou em “esqueci ou não tenho senha”. Se não possuir e-mail cadastrado na Petros, o participante deve entrar em contato com a Central de Relacionamento (0800 025 35 45), de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h.

Regras para a suspensão temporária da cobrança

A suspensão é temporária, pelo prazo de seis meses consecutivos

As prestações deixarão de ser cobradas no período de janeiro a junho de 2020

Precisa ser solicitada pelo participante no Portal Petros, inclusive em caso de renovação. Nenhum contrato será suspenso de forma automática
Período de opção vai de 3 de setembro a 27 de dezembro

Durante os seis meses de suspensão, o participante terá descontados no contracheque apenas os valores referentes à taxa de administração do contrato (0,0208% a.m.) e ao Fundo de Quitação por Morte (0,272% a.m.)

Até 27 de dezembro, o participante que tiver optado pela suspensão pode desistir. O cancelamento da suspensão deve ser feito no portal
É exclusiva para participante do PPSP-R e do PPSP-NR que contribuem para o equacionamento

Participantes que não pagam equacionamento por decisão judicial não podem optar pela suspensão temporária. Caso a decisão judicial seja determinada após o pedido, a suspensão será cancelada

Juros e correção referentes ao período de suspensão do pagamento serão somados ao saldo devedor (0,59% + IPCA)

[Via Sindipetro Bahia]

Publicado em SINDIPETRO-BA

Começou esta semana a eleição para os conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros. Todos os participantes e assistidos podem participar do pleito, que prossegue até o dia 16 de setembro. Serão eleitas duas duplas de representantes para o Conselho Deliberativo e uma dupla para o Conselho Fiscal.

Essa eleição é muito importante nessa atual conjuntura de ataques aos direitos dos participantes e assistidos da Petros. É fundamental que os petroleiros tenham na Petros representantes preparados para enfrentar a tentativa de desmonte do fundo de pensão, que acontece no rastro das privatizações no Sistema Petrobrás.

Por isso, as federações de petroleiros (FUP e FNP) e das associações de aposentados (FENASPE) somaram forças e construíram uma chapa unitária - Unidade em Defesa da Petros - para que possam garantir a representatividade da categoria nos Conselhos da Petros.

A FUP e seus sindicatos estão concentrando esforços para a eleição das duplas 52 (Conselho Deliberativo) e 42 (Conselho Fiscal), que integram a chapa unitária.

dupla 52 é composta por Norton Almeida (titular), do Sindipetro NF, e por André Araújo (suplente), do Sindipetro Bahia. Norton acumula experiência de quatro anos no Conselho Deliberativo, atuando como suplente, ao lado de Paulo César Martin.

dupla 42 é formada por Cláudio Oliveira (titular), do Espirito Santo, representante da FENASPE/AEPET, e por Agnelson Camillo (suplente), da FNP e Sindipetro Pará. Cláudio possui larga experiência administrativa acumulada na Petrobrás e atualmente produz estudos e artigos sobre a Petros.

Como votar:

Pela internet - acesse o portal da Petros (petros.com.br) e informe o número da matricula e da senha Petros.

Por aplicativo no celular - baixar o app da Petros (Google Play ou App Store). Após fazer o download do aplicativo, basta informar matrícula e senha da Petros uma única vez.

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[FUP]

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.