É grande o número de pessoas da categoria que buscam informações a respeito da dívida da AMS que vem sendo cobrada pela Petrobrás e é considerada abusiva.

A vida de muitos petroleiros, principalmente dos aposentados e pensionistas, virou de ponta cabeça a partir da cobrança desta dívida. Há casos de pessoas que estão recebendo o contracheque zerado no final do mês. E para piorar a situação, elas sequer sabem a origem dessa dívida devido à falta de transparência da direção da Petrobrás, que não disponibiliza esta e outras informações sobre o saldo devedor dos beneficiários da AMS. Uma das preocupações é saber se a categoria está pagando dívidas prescritas de mais de cinco anos atrás, o que é ilegal.

Diante desta situação insustentável para muito aposentados e pensionistas que estão tendo dificuldade até para comprar comida e medicamento, a direção do Sindipetro Bahia está tomando uma série de medidas, inclusive jurídicas, para resolver este problema dando fim aos descontos abusivos.

Paralelo a isso, orientamos os aposentados e pensionistas que cobrem da AMS informações a respeito desta dívida, enviando para a AMS um texto padrão com indagações a respeito da dívida. Para isso, siga o passo a passo detalhado a seguir:

• Entre no site da AMS, acessando o endereço https://saudepetrobras.com.br/portal/ams/home/pagina-principal.htm

• Na barra superior do site clique em “contato”

• Em seguida, vá até “FALE CONOSCO” – identificação”. Você vai ver uma barrinha escrito “selecione”. Clique e escolha a opção “beneficiário”.

• Preencha os dados pessoais solicitados e no quadrado “Mensagem” – cole esse texto abaixo que preparamos com perguntas que devem ser feitas para a direção da Petrobrás/AMS.

Solicito as seguintes informações sobre a dívida que tenho com a AMS: Qual a origem da minha dívida ? ( por favor detalhe se é proveniente do pequeno ou grande risco, odontológico ou outros); Em que mês e ano esta dívida se iniciou?; Está sendo aplicado algum tipo de reajuste no saldo devedor?; Existe a opção de quitar ou parcelar a dívida?

Vamos encher a caixa de mensagem da AMS com essas perguntas para pressionar a direção da Petrobrás a agir com transparência e respeitar a categoria petroleira.

Converse com os amigos e passe o texto padrão para frente. É muito importante que o maior número possível de petroleiros envie este texto com as perguntas para a direção da Petrobrás/AMS.

[Da imprensa Sindipetro Bahia]

Publicado em APOSENTADOS

A direção do Sindipetro Bahia divulga os critérios para que o associado ou associada à entidade sindical possa receber a ajuda solidária de R$ 600,00, que havia sido anunciada pelo sindicato na Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que aconteceu através de plataforma de videoconferência, no sábado (22).

A ajuda solidária é uma forma de mitigar a situação de muitos aposentados e pensionistas que estão sofrendo e passando por dificuldades financeiras devido ao desconto abusivo da AMS.


Leia também: Passo a passo para acessar o site da AMS e enviar texto padrão cobrando informações sobre divida abusiva


A ajuda será dada através de um cartão alimentação no valor de R$ 600,00, que será entregue nas residências de todos aqueles que se encaixarem nos critérios que estão sendo divulgados agora pelo sindicato.

Veja quais são os critérios

  • Ser filiado (a) ao Sindipetro há mais de seis meses e estar quite com a sua obrigação de sócio
  • Ter recebido até R$ 800,00 liquido no mês – (Líquido a receber (menos) PartAMS./Amortização) = Valor (menor ou igual) a R$ 800,00 (oitocentos reais).
  • Se você se encaixa nestes critérios deve encaminhar, até o dia 10 de junho, o seu contracheque do dia 25 de maio de 2021, em formato PDF, para o seguinte endereço de e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Aqueles que não têm o benefício Petros/INSS vinculado deve enviar também o  contracheque do INSS do mês de maio.

Ao encaminhar o documento, escreva no e-mail o seu endereço completo, inclusive informando o CEP .

Após análise da diretoria do Sindipetro, se você cumprir todos os critérios estabelecidos, receberá em sua residência o cartão alimentação no valor de R$ 600,00.

Este é um ato de solidariedade da categoria petroleira, que está sendo colocado em prática pelo Sindipetro Bahia. A entidade sindical, juntamente com a FUP, continuará lutando, através de diversos meios, para dar fim aos descontos abusivos da AMS.

[Da Imprensa do Sindipetro Bahia]

Publicado em APOSENTADOS

Na edição desta quinta do programa Seguridade e Cidadania, os diretores da FUP explicaram o que está por trás dos ataques que a gestão da Petrobrás vem fazendo contra os aposentados e pensionistas, impondo descontos abusivos da AMS em plena pandemia.

A gestão da empresa, teria que apresentar novos extratos antes de realizar novos descontos do denominado saldo devedor.

Além disso, insiste em descumprir a cláusula 34 do ACT 2020/2022, aplicando descontos até o limite de 30% do benefício líquido, ao invés de 13%.

Para explicar o que as direções sindicatis farão para resolver esses problemas, Rafael Crespo, diretor da FUP e membro da Comissão da AMS, foi o convidado da edição desta quinta do programa.


Leia também: Petrobrás insiste em prejudicar aposentados e pensionistas com descontos abusivos em plena pandemia. FUP cobra nova reunião com a empresa em caráter de emergência


Assista a íntegra do programa da FUP: 

 O programa Seguridade e Cidadania vai ao ar toda quinta-feira, às 10 horas, com apresentação do diretor de Seguridade e Aposentados da FUP, Paulo Cesar Martin.

Publicado em APOSENTADOS

Em documento enviado nesta quarta-feira, 17, à Petrobrás, a FUP solicitou, em caráter de urgência, mais uma reunião extraordinária da Comissão da AMS, na tentativa de buscar uma solução para o impasse criado pela empresa ao interpretar de forma equivocada a Cláusula 34 do Acordo Coletivo de Trabalho, e, com isso, impor descontos abusivos nos benefícios dos aposentados e pensionistas. Na última reunião da Comissão, ocorrida em 19 de fevereiro, o RH insistiu em aumentar para 30% a margem consignável, quando o ACT estabelece em 13% o limite máximo de descontos da AMS nos contracheques.

“A gestão da empresa não está levando em consideração o condicionamento previsto no parágrafo primeiro da cláusula 34, que estabelece que os descontos da AMS precisam ter prioridade em relação aos descontos da Petros para que a margem consignável passe de 13% para 30%. Como a diretoria da Petros informou à FUP que os descontos dos empréstimos pessoais continuarão a ter prioridade em relação a todos os demais descontos, inclusive os da AMS, a Petrobrás está, portanto, descumprindo nitidamente este parágrafo”, alerta o diretor da FUP, Rafael Crespo.

Além dessa fato gravíssimo, que está inviabilizando a vida de milhares de aposentados e pensionistas no momento em que mais precisam de recursos, por conta das restrições impostas pela pandemia da Covid-19, a Petrobrás continua descontando indevidamente valores absurdos, atribuídos ao saldo devedor do Benefício Farmácia. A empresa havia se comprometido a suspender esses descontos até que fossem apresentados extratos detalhados do benefício, o que não aconteceu. Portanto, mais um flagrante descumprimento do que foi acordado com as representações sindicais.

“Mais do que desrespeito, o que a direção da Petrobrás está fazendo com os aposentados e pensionistas é uma crueldade, uma covardia em plena pandemia. Não admitimos isso”, afirma Rafael Crespo, citando, indignado, situações de aposentados que estão passando graves dificuldades financeiras por conta dos descontos abusivos feitos pela empresa.

É o caso, por exemplo, de um aposentado do Espírito Santo, cujo contracheque informa descontos de R$ 2.600,00 referentes à AMS, o que fará com ele receba no dia 25 de março apenas R$ 400,00, ou seja, um terço de um salário mínimo. “Não pago nem a luz”, afirmou o petroleiro.

A FUP exige que a Petrobrás respeite os aposentados e pensionistas, resolvendo definitivamente o impasse criado em relação à Cláusula 34 do ACT e cumpra o que foi acordado com as representações sindicais em relação aos descontos do Benefício Farmácia e da AMS. 


Leia também:

Em documento enviado à Petrobrás, FUP elenca cláusulas do ACT violadas pelo Regulamento da AMS


[Imprensa da FUP]

Publicado em APOSENTADOS

A FUP enviou documento à Petros na última quinta-feira, 04, solicitando uma nova reunião com o presidente da entidade, Bruno Dias, para dar continuidade à busca por alternativas que minimizem o impacto dos altos descontos que estão ocorrendo nos salários e benefícios dos participantes e assistidos. “Estamos atravessando um período de grandes dificuldades, tanto em termos de insegurança, devido à pandemia e à situação política e econômica do país, como em função dos ataques que estamos sofrendo por conta da privatização da Petrobrás. Em meio a tudo isso, enfrentamos equacionamentos de déficits e aumentos vertiginosos na AMS”, destaca o diretor da FUP, Rafael Crespo, referindo-se aos descontos abusivos feitos pela Petrobrás, que estão comprometendo a renda dos participantes e, principalmente, dos aposentados e pensionistas.

Os parcelamentos de empréstimos contratados junto à Petros são parte importante desse contexto de perda do poder financeiro e comprometimento da margem consignável dos participantes e assistidos. Na última reunião realizada com o presidente Bruno Dias, foi definida a realização de reuniões periódicas com dos representantes da FUP com os representantes da Petros dos setores de pagamentos e jurídico para encontrar alternativas que reduzam o endividamento dos participantes e assistidos visando a melhoria da sua renda mensal, o que ainda não aconteceu.

A FUP, portanto, solicita reunião o mais rápido possível com a diretoria da Petros para dar continuidade a esse debate, visando a construção efetiva de alternativas para alongar o pagamento dos empréstimos pessoais e também avaliar a implementação da proposta de reparcelamento dessa dívida, de acordo com a expectativa de vida de cada participante e assistido, de acordo com a sua opção individual.

[Da imprensa da FUP]

Publicado em APOSENTADOS

Nesta terça-feira, 09, a FUP participou de reunião com o presidente da Petros, Bruno Dias, articulada pelos conselheiros eleitos, Norton Almeida e André Araújo, para discutir ações que possam minimizar o impacto dos descontos da AMS nos benefícios dos aposentados e pensionistas. Os representantes da Federação cobraram um posicionamento da direção da Petros sobre a solicitação da Petrobrás para que os descontos da AMS tenham prioridade em relação aos descontos dos empréstimos pessoais da Fundação.

Bruno Dias informou que encaminhou documento à Petrobras onde afirma categoricamente que os empréstimos da Petros têm prioridade em relação aos descontos da AMS. A FUP questionou se esse posicionamento é para todos os participante e assistidos (aposentados e pensionistas), o que foi confirmado por ele.

Outra cobrança feita pela Federação foi relativa à regularização dos descontos feitos nos contracheques dos assistidos, que, muitas vezes acumulam também cobranças por boletos bancários, o que dificulta ainda mais a situação financeira destas pessoas. As direções sindicais reforçaram que todos os descontos da Petros, inclusive os via boletos, não podem ultrapassar 40% da renda líquida dos aposentados e pensionistas, ou seja, a renda total Petros/INSS.

O presidente da entidade ressaltou que a gestão desse problema é de fato complexa e concordou que sejam feitas reuniões pontuais e periódicas entre os conselheiros eleitos e representantes da FUP com os setores de pagamento e jurídico da Petros. “O objetivo é discutir as prioridades de descontos e também uma nova metodologia para os empréstimos, com redução e alongamento da dívida, para que haja um alívio financeiro para os assistidos e ativos”, explica o diretor da FUP, Paulo César Martin.

Além destas questões, as representações sindicais também pautaram na reunião com o Bruno Dias a retomada do convênio Petros/INSS. “Esse convênio é fundamental para realização dos descontos da AMS e outros na folha de pagamento do INSS, como está, inclusive, assegurado no Acordo Coletivo. Ocorre que há muito tempo, a Petros vem informando que o convênio com o INSS está fechado. Com isso, os petroleiros que se aposentaram mas continuam trabalhando não conseguem ingressar no convênio. O mesmo acontece com aposentados que saíram do convênio e querem retornar”, informa Paulo César.

Segundo a Petros, o impedimento para reabrir o convênio não é da Fundação e sim do INSS. “Os convênios com as fundações são garantidos por lei, portanto, vamos analisar a situação e decidir as medidas necessárias para que o Instituto assegure esse direito”, explica o diretor da FUP.

Próximos passos

Após as informações prestadas pelo presidente da Petros, a FUP terá uma nova reunião com a Petrobrás para dar continuidade à discussão dos descontos abusivos da AMS e avançar na negociação das reivindicações apresentadas à empresa, como o parcelamento e o valor máximo dos descontos. “Como a Petros foi categórica em afirmar que priorizará os descontos dos empréstimos e não da AMS, a gestão da Petrobrás não pode descontar mais do que 13% da margem consignável. E isso está assegurado no Acordo Coletivo”, afirma Paulo César. 

“A Petrobras só pode aplicar a margem de 30%, para os descontos da AMS, se a direção da Petros concordasse que esse desconto fosse prioritário ao desconto do empréstimo pessoal, o que não ocorreu. Portanto, a margem de desconto da AMS continua sendo 13%“, reitera o diretor da FUP.

Leia também:

Petrobrás suspende cobrança dos descontos abusivos até março e devolverá 100% do que foi descontado do Benefício Farmácia

> Após cobrança da FUP, Petrobras informa que a Petros irá rodar uma segunda folha dia 10 para estornar descontos abusivos da AMS

Petrobrás reconhece erro no Benefício Farmácia

> FUP cobra Petrobrás sobre os descontos abusivos da AMS

> FUP cobra reunião emergencial com a Petrobrás para que explique descontos indevidos na AMS

[Imprensa da FUP]

 

Publicado em PLANO PETROS 1

Image

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi criada em 1994, fruto da evolução histórica do movimento sindical petroleiro no Brasil, desde a criação da Petrobrás, em 1953. É uma entidade autônoma, independente do Estado, dos patrões e dos partidos políticos e com forte inserção em suas bases.